ACOLHE SUS 2017
Palmas - TO
"A Imunização como eixo de
trabalho da Atenção
Primária: a experiência
exitosa de Brasilândia/TO”
Equipe de trabalho (ATORES ENVOLVIDOS):
• Prefeito Municipal: Ricardo Ferreira Dias
• Secretário Mun. Saúde: Clésio Alves da Silva
• Enfermeiro /Coordenador: Francisco das Chagas Teixeira Neto
• Técnica de Enfermagem da Sala de Vacina: Jociléia Silva Sousa
• Agentes Comunitários de Saúde: Adriana, Veurislânia, Wesley, Valdirene,
Claudiney e Robson.
"A Imunização como eixo de trabalho da
Atenção Primária: a experiência exitosa de
Brasilândia/TO”
Um breve resgate histórico:
• Início do Século XIX – utilização de vacinas como
medida de controle de doenças;
• Início do Século XX – Revolta da Vacina: utilização
da Polícia para garantir a vacinação contra Febre
Amarela no Rio de Janeiro;
• 1973 – criação do PNI – Programa Nacional de
Vacinação (regulamentado pela Lei n° 6259 de
30/10/1975;
• 1976 – instituição do Sistema Nacional de Vigilância
Epidemiológica (Decreto n° 78.321 de 12/08/1976).
Responsabilidades da esfera municipal quanto ao PNI
• A coordenação e a execução das ações de vacinação integrantes do PNI,
incluindo a vacinação de rotina, as estratégias especiais (como campanhas e
vacinações de bloqueio) e a notificação e investigação de eventos adversos e
óbitos temporalmente associados à vacinação;
• A gerência do estoque municipal de vacinas e outros insumos, incluindo o
armazenamento e o transporte para seus locais de uso, de acordo com as
normas vigentes;
• O descarte e a destinação final de frascos, seringas e agulhas utilizados,
conforme as normas técnicas vigentes; e
• A gestão do sistema de informação do PNI, incluindo a coleta, o
processamento, a consolidação e a avaliação da qualidade dos dados
provenientes das unidades notificantes, bem como a transferência dos dados
em conformidade com os prazos e fluxos estabelecidos nos âmbitos nacional e
estadual e a retroalimentação das informações às unidades notificadoras.
Fonte: Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças
Transmissíveis. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014.
O Sistema Municipal de Saúde de Brasilândia - TO
Número de estabelecimentos
Tipo Quantidade
Unidade Básica de Saúde 01
Secretaria de Saúde 01
TOTAL 02
Fonte: CNES
O Sistema Municipal de Saúde de Brasilândia - TO
DESCRIÇÃO DOS PROFISSIONAIS
FORMAÇÃO QUANTIDADE
Enfermeiro 02
Técnico de enfermagem 03
Agentes Comunitários de Saúde 06
Médico 01
Cirurgião Dentista 02
Fisioterapeuta 01
Assistente Social 01
Psicólogo 01
Nutricionista 01
TOTAL 18
Fonte: CNES
AÇÕES REALIZADAS:
• Atualização permanente dos cadastros familiares pelos ACSs;
• Realização de visitas domiciliares a todas as puérperas pela equipe de SF
(conferir vacinas e abertura de cartão de vacinas);
• Monitoramento mensal de possíveis faltosos através de relatório do SI-PNI;
• Acesso garantido com agendamento para vacinação das crianças da zona
rural;
• Sala de vacina com Técnico de Enfermagem exclusivo, capacitado e
sensibilizado sobre a importância do alcance das coberturas vacinais;
• Garantia de estrutura logística e operacional para a execução de todas as
ações de imunização e informação que sejam de responsabilidade municipal;
• Trabalho em equipe com envolvimento de todos os membros da equipe da
Estratégia Saúde da Família e NASF.
AÇÕES REALIZADAS:
• Discussão e análise crítica dos relatórios do SI – PNI;
• Educação Permanente com repasse das atualizações constantes do
Calendário Vacinal ;
• Reuniões de avaliação mensais com todos os Agentes Comunitários de
Saúde, Enfermeiro e Técnico de Sala de vacina para avaliação do processo de
trabalho;
• Verificação da situação vacinal de todos os usuários atendidos na UBS
municipal;
• Utilização do PEC – ESUS.
COBERTURAS VACINAIS - 2016
RESULTADOS ALCANÇADOS
Vacinas em menores de 01 ano de idade:
VACINAS POPULAÇÃO VACINADOS COBERTURA
(%)
IMUNIZADOS
BCG 33 34 103,3 Ao nascer (DU)
Meningocócica conjugada C 33 41 124,24 5 meses (2ª dose)
Penta (DTP/Hib/Hep.B) 33 37 112,12 6 meses (3ª dose)
Pneumocócica 33 41 124,24 4 meses (2ª dose)
Poliomielite 33 36 109,09 6 meses (3ª dose)
Rotavírus humano 33 38 115,15 4 meses (2ª dose)
Febre Amarela 33 36 109,09 9 meses (DU)
Fonte: SI-PNI
Vacinas com 01 ano de idade:
VACINAS POPULAÇÃO VACINADOS COBERTURA
(%)
IMUNIZADOS
Tríplice Viral 1° dose 33 32 96,97 12 meses
Tetraviral 33 27 81,82 15 meses
Hepatite A 33 26 78,79 15 meses
Pneumocócica 33 30 90,91 12 meses
DTP - Reforço 33 22 66,67 15 meses
Meningocócica 33 38 115,15 12 meses
Poliomielite 33 36 109,09 15 meses
Fonte: SI - PNI
“APRENDIZADOS”
Só alcançamos resultados
positivos se juntarmos as forças!!!
Difícil conseguir
alcançar estes
resultados???
Difícil mais
ainda será
mantê-los!!!!
A Atenção Primária e a Vigilância em
Saúde são indissociáveis – coexistem!!!
AcolheSUS-2017-Experi--ncia-Brasil--ndia-Francisco.ppt

AcolheSUS-2017-Experi--ncia-Brasil--ndia-Francisco.ppt

  • 1.
    ACOLHE SUS 2017 Palmas- TO "A Imunização como eixo de trabalho da Atenção Primária: a experiência exitosa de Brasilândia/TO”
  • 2.
    Equipe de trabalho(ATORES ENVOLVIDOS): • Prefeito Municipal: Ricardo Ferreira Dias • Secretário Mun. Saúde: Clésio Alves da Silva • Enfermeiro /Coordenador: Francisco das Chagas Teixeira Neto • Técnica de Enfermagem da Sala de Vacina: Jociléia Silva Sousa • Agentes Comunitários de Saúde: Adriana, Veurislânia, Wesley, Valdirene, Claudiney e Robson. "A Imunização como eixo de trabalho da Atenção Primária: a experiência exitosa de Brasilândia/TO”
  • 3.
    Um breve resgatehistórico: • Início do Século XIX – utilização de vacinas como medida de controle de doenças; • Início do Século XX – Revolta da Vacina: utilização da Polícia para garantir a vacinação contra Febre Amarela no Rio de Janeiro; • 1973 – criação do PNI – Programa Nacional de Vacinação (regulamentado pela Lei n° 6259 de 30/10/1975; • 1976 – instituição do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (Decreto n° 78.321 de 12/08/1976).
  • 4.
    Responsabilidades da esferamunicipal quanto ao PNI • A coordenação e a execução das ações de vacinação integrantes do PNI, incluindo a vacinação de rotina, as estratégias especiais (como campanhas e vacinações de bloqueio) e a notificação e investigação de eventos adversos e óbitos temporalmente associados à vacinação; • A gerência do estoque municipal de vacinas e outros insumos, incluindo o armazenamento e o transporte para seus locais de uso, de acordo com as normas vigentes; • O descarte e a destinação final de frascos, seringas e agulhas utilizados, conforme as normas técnicas vigentes; e • A gestão do sistema de informação do PNI, incluindo a coleta, o processamento, a consolidação e a avaliação da qualidade dos dados provenientes das unidades notificantes, bem como a transferência dos dados em conformidade com os prazos e fluxos estabelecidos nos âmbitos nacional e estadual e a retroalimentação das informações às unidades notificadoras. Fonte: Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília : Ministério da Saúde, 2014.
  • 6.
    O Sistema Municipalde Saúde de Brasilândia - TO Número de estabelecimentos Tipo Quantidade Unidade Básica de Saúde 01 Secretaria de Saúde 01 TOTAL 02 Fonte: CNES
  • 7.
    O Sistema Municipalde Saúde de Brasilândia - TO DESCRIÇÃO DOS PROFISSIONAIS FORMAÇÃO QUANTIDADE Enfermeiro 02 Técnico de enfermagem 03 Agentes Comunitários de Saúde 06 Médico 01 Cirurgião Dentista 02 Fisioterapeuta 01 Assistente Social 01 Psicólogo 01 Nutricionista 01 TOTAL 18 Fonte: CNES
  • 8.
    AÇÕES REALIZADAS: • Atualizaçãopermanente dos cadastros familiares pelos ACSs; • Realização de visitas domiciliares a todas as puérperas pela equipe de SF (conferir vacinas e abertura de cartão de vacinas); • Monitoramento mensal de possíveis faltosos através de relatório do SI-PNI; • Acesso garantido com agendamento para vacinação das crianças da zona rural; • Sala de vacina com Técnico de Enfermagem exclusivo, capacitado e sensibilizado sobre a importância do alcance das coberturas vacinais; • Garantia de estrutura logística e operacional para a execução de todas as ações de imunização e informação que sejam de responsabilidade municipal; • Trabalho em equipe com envolvimento de todos os membros da equipe da Estratégia Saúde da Família e NASF.
  • 9.
    AÇÕES REALIZADAS: • Discussãoe análise crítica dos relatórios do SI – PNI; • Educação Permanente com repasse das atualizações constantes do Calendário Vacinal ; • Reuniões de avaliação mensais com todos os Agentes Comunitários de Saúde, Enfermeiro e Técnico de Sala de vacina para avaliação do processo de trabalho; • Verificação da situação vacinal de todos os usuários atendidos na UBS municipal; • Utilização do PEC – ESUS.
  • 10.
    COBERTURAS VACINAIS -2016 RESULTADOS ALCANÇADOS
  • 11.
    Vacinas em menoresde 01 ano de idade: VACINAS POPULAÇÃO VACINADOS COBERTURA (%) IMUNIZADOS BCG 33 34 103,3 Ao nascer (DU) Meningocócica conjugada C 33 41 124,24 5 meses (2ª dose) Penta (DTP/Hib/Hep.B) 33 37 112,12 6 meses (3ª dose) Pneumocócica 33 41 124,24 4 meses (2ª dose) Poliomielite 33 36 109,09 6 meses (3ª dose) Rotavírus humano 33 38 115,15 4 meses (2ª dose) Febre Amarela 33 36 109,09 9 meses (DU) Fonte: SI-PNI
  • 12.
    Vacinas com 01ano de idade: VACINAS POPULAÇÃO VACINADOS COBERTURA (%) IMUNIZADOS Tríplice Viral 1° dose 33 32 96,97 12 meses Tetraviral 33 27 81,82 15 meses Hepatite A 33 26 78,79 15 meses Pneumocócica 33 30 90,91 12 meses DTP - Reforço 33 22 66,67 15 meses Meningocócica 33 38 115,15 12 meses Poliomielite 33 36 109,09 15 meses Fonte: SI - PNI
  • 13.
  • 14.
    Só alcançamos resultados positivosse juntarmos as forças!!!
  • 15.
  • 16.
    A Atenção Primáriae a Vigilância em Saúde são indissociáveis – coexistem!!!