O documento discute acidentes e mortes inesperadas, argumentando que não devem ser vistos como castigos de Deus. Primeiro, o autor alerta contra concluir que aqueles que morrem em acidentes são maiores pecadores. Segundo, pede para usar tais eventos para reflexão sobre a própria vida e arrependimento, em vez de julgamentos. Terceiro, explica que a providência de Deus não distingue entre justos e ímpios nesta vida.