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1ª Parte Cap.1 - A quarta força
Livro: O Ser Consciente
Slides: Thiago P. Santos.
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A quarta força.
•Os estudiosos da criatura humana, embora os rígidos controles
exercidos pelas conquistas freudianas, anelavam por ampliar os
horizontes da compreensão em torno de fenômenos complexos e
abrangentes, transumanos, capazes de elucidar problemas profundos
da personalidade.
• As explicações junguianas amplas, procurando enfeixar nos
arquétipos todas as ocorrências da paranormalidade, deixaram
espaços para reformulações de conceitos e especulações que se
libertam dos modelos e paradigmas acadêmicos, atendendo com mais
cuidado, e observações menos ortodoxas, os acontecimentos
desprezados, por considerados patológicos ou fraudulentos.
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A quarta força.
•As teorias apressadas, que pretendiam reduzir a alma a um
epifenômeno de vida efêmera, vinham sendo superadas pelas
pesquisas de laboratório na área da Parapsicologia, da
Psicobiofisica, da Psicotrônica e da Ciência Espírita, cujos dados
valiosos avolumaram-se de tal forma, com a contribuição da
Transcomunicação Instrumental, que não havia outra alternativa
senão ampliar o esquema de interpretação do psiquismo, criando-se
o que se convencionou denominar como a Quarta Força — além do
Comportamentalismo (Behaviorismo), da Psicanálise e da Psicologia
Humanista — que é a Psicologia Transpessoal ou profunda.
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A quarta força.
•A grandiosa contribuição do pensamento oriental, de Buda a Vivekananda,
a Ramakrishna e outros, dos taoístas tibetanos aos físicos nucleares, enseja
a revisão dos parâmetros aceitos, bem como dos modelos estabelecidos,
propondo a identificação de fórmulas com aparência diversa, no entanto,
que se harmonizam, unindo as duas culturas — a do passado e a do presente
— em uma síntese perfeita, em favor de um homem e de uma mulher
holísticos, completos, ao revés de examinados em partes.
• Esse concurso que se vinha insinuando multissecularmente, logrou impor-
se através das terapias liberadoras de conflitos, tais a meditação, a
respiração, a oração, a magnetização da água, a bioenergia, os exercícios
da tai-chichuan, o controle mental de inegáveis resultados nas mais
variadas áreas do comportamento, do inter-relacionamento pessoal, da
saúde...
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A quarta força.
•A telepatia, a clarividência, os fenômenos retro e precognitivos, as
ectoplasmias, os deslocamentos de objetos sem contatos e outros
facultaram mais acurados exames do indivíduo, que a análise transpessoal
pode abordar com segurança ou neles apoiar-se, a fim de solucionar os
enigmas predominantes em pacientes marginalizados pelas outras correntes
da Psicologia ou facilmente rotulados de psicopatas.
• O ser humano é constituído de elementos complexos, que escapam a uma
observação superficial.
• A conceituação materialista de forma alguma atende-lhe as necessidades
éticas e sociológicas, não logrando elucidar o ser psicológico, exceto
quando, ignorando-lhe a realidade transcendente, relega-a àindiferença, à
desconsideração catalogada de patologia irreversível.
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A quarta força.
•Somente quando estudado na sua plenitude —Espírito, perispírito
e matéria — podem-se resolver todos os questionamentos e
desafios que o compõem, alargando-lhe as possibilidades de
desenvolvimento do deus interno, facultando completude,
realização plenificadora, estado de Nirvana, de samadhi, ou de
reino dos Céus que lhe cumpre alcançar.
• Essa gigantesca tarefa cabe à moderna Psicologia Transpessoal ou
Quarta Força, que inicia um período de real compreensão da
criatura como ser indestrutível que é, fadado à felicidade.