Este documento discute a data da destruição de Jerusalém, defendendo que ocorreu em 587 AEC e não em 607 AEC como afirmam as Testemunhas de Jeová. Apresenta argumentos de que as "evidências na própria Bíblia" e os documentos históricos apontam para 587 AEC, enquanto a organização das Testemunhas defende 607 AEC por motivos ideológicos. Também critica as omissões e afirmações enganosas encontradas nos artigos da revista A Sentinela sobre o ass