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PATOLOGIA DAS ESTRUTURAS
Montes Claros - MG
Maio/2018
Prof. Eng. Inácio Queiróz
Engenheiro Civil – Especialista em Estruturas na Construção Civil
CURSO DE DIAGNÓSTICO E PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES
ENGENHARIA E ARQUITETURA
MÓDULO II
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APRESENTAÇÃO
• Formação
 Engenheiro Civil, Especialista em Estruturas na Construção Civil, Mestrando em
Engenharia Civil, Estruturas.
• Experiência Profissional
 Professor Especialista – Estruturas de Concreto Armado I e II, Madeira e Pontes
 Supervisor de Assitência Técnica – HABITARE (2 anos)
 Planejamento, gestão e controle de obras – NEO CONSULTORIA (2 anos)
• Graduação
 Bacharel em Engenharia Civil, PUC Minas;
 Destaque acadêmico;
 Mestrado Integrado em Engenharia Civil, IST - Instituto Superior Técnico –
Lisboa/PT
 Graduação Sanduíche no Exterior;
• Pós Graduação
 Mestrado Engenharia Civil, Estruturas, CEFET-MG - em andamento
 Especialização em Estruturas na Construção Civil, FUNORTE-MG - Concluído
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• Compreender as investigações, inspeções e ensaios de
modo a diagnosticar das patologias mais frequentes
observadas nas estruturas construção de obras
multiresidenciais.
• Tipos de patologias, da identificação das causas, das
técnicas utilizadas para correção de problemas e os
materiais recomendados para o emprego nos reparos.
OBJETIVOS
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Lei nº 5.194 de 24 de dezembro de 1966
Que regula o exercício das profissões do Engenheiro,
Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e dá outras providências.
Seção IV
Atribuições Profissionais e Coordenação de suas Atividades
“Art. 7º
As atividades e atribuições profissionais do engenheiro, do
arquiteto e do engenheiro agrônomo consistem em:
c) .......... avaliações, vistorias, perícias, pareceres, ..........”
LEGISLAÇÃO
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Resolução nº 218, de 29 de junho de 1973 (CONFEA)
Discrimina atividades das diferentes modalidades
profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia.
“Art. 1º
Para efeito de fiscalização do exercício profissional
correspondente às diferentes modalidades da Engenharia,
Arquitetura e Agronomia em nível superior e em nível médio,
ficam designadas as seguintes atividades:
Atividade 06 – Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento,
laudo e parecer técnico.
LEGISLAÇÃO
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Resolução nº 345, de 27 de julho de 1990. (CONFEA)
Dispõe quanto ao exercício por profissional de Nível
Superior das atividades de Engenharia de Avaliações e
Perícias de Engenharia.
Art. 1º- Para os efeitos desta Resolução define-se:
a)VISTORIA é a constatação de um fato, mediante exame
circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o
constituem, sem a indagação das causas que o motivaram;
d)PERÍCIA é a atividade que envolve a apuração das causas
que motivaram determinado evento ou da asserção de direitos;
e)LAUDO é a peça na qual o perito, profissional habilitado,
relata o que observou e dá as suas conclusões ou avalia o
valor de coisas ou direitos fundamentadamente.
LEGISLAÇÃO
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CONCEITO
A necessidade de reabilitar e manter estruturas
existentes, ditada por razões tão diversas quanto as de
fundo econômico, social, patrimonial ou histórico, está
criando uma nova escola no que respeita à concepção e
ao projeto estrutural, em que a avaliação do que já existe,
em termos de capacidade de desempenho futuro
(segurança, servicibilidade e vida útil).
O conhecimento da vida útil e da curva de deterioração
de cada material ou estrutura são fatores de fundamental
importância para a confecção de orçamentos reais para a
obra
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DESEMPENHO
Figura 1 - Diferentes desempenhos de uma estrutura, com
o tempo em função de diferentes fenômenos patológicos.
(SOUZA; RIPPER, 1998)
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DURABILIDADE
Entender que a concepção de uma construção durável implica
a adoção de um conjunto de decisões e procedimentos que
garantam à estrutura e aos materiais que a compõem um
desempenho satisfatório ao longo da vida útil da construção.
A quantidade de água no concreto e a sua relação com a
quantidade de ligante o elemento básico que irá reger
características como densidade, compacidade, porosidade,
permeabilidade, capilaridade e fissuração, além de sua
resistência mecânica, que, em resumo, são os indicadores de
qualidade do material, passo primeiro para a classificação de
uma estrutura como durável ou não.
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TIPOS DE EXPOSIÇÃO
Definição de classes de exposição das estruturas (CAA –
Classe de Agressividade Ambiental) e de seus componentes
em função da deterioração a que estarão submetidas, a partir
de:
• corrosão das armaduras, sob efeito da carbonatação e/ou dos
cloretos, por tipo do ambiente;
• ação do frio e/ou do calor, também por tipo de ambiente;
• agressividade química.
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DURABILIDADE E DESEMPENHO
Figura 2 - Inter-
relacionamento entre
conceitos de durabilidade e
desempenho - C.E.B. - Boletim nº
183 - (1989), apud (SOUZA; RIPPER,
1998)
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RECONVERSÃO
Figura 3 - Hipóteses para reconversão de estruturas com
desempenho insatisfatório. (SOUZA; RIPPER, 1998)
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MANUTENÇÃO
Entende-se por manutenção de uma estrutura o conjunto de
atividades necessárias à garantia do seu desempenho
satisfatório ao longo do tempo, ou seja, o conjunto de rotinas
que tenham por finalidade o prolongamento da vida útil da
obra, a um custo compensador.
Um bom programa de manutenção implica definição de
metodologias adequadas de operação, controle e execução
da obra, e na análise custo-benefício desta manutenção.
O usuário é elemento participante da última etapa (a de
utilização), contribuindo assim para a garantia de desempenho,
ou para a durabilidade da construção.
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CAUSA DOS PROBLEMAS PATOLÓGICOS
Figura 4 -
Análise
percentual
das causas
de problemas
patológicos
em Estruturas
de Concreto
(SOUZA; RIPPER,
1998)
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GRÁFICO DE SITTER
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CONCEPÇÃO
• Elementos de projeto inadequados (má definição das ações
atuantes ou da combinação mais desfavorável das mesmas,
escolha infeliz do modelo analítico, deficiência no cálculo da
estrutura ou na avaliação da resistência do solo, etc.);
• Falta de compatibilização entre a estrutura e a arquitetura,
bem como com os demais projetos civis;
• Especificação inadequada de materiais;
• Detalhamento insuficiente ou errado;
• Detalhes construtivos inexequíveis;
• Falta de padronização das representações (convenções);
• Erros de dimensionamento.
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EXECUÇÃO
Embora seja o lógico, o ideal é que iniciada a etapa de
execução após estar concluída a de concepção, raramente
ocorrendo, mesmo em obras de maior vulto, sendo prática
comum, por exemplo, serem feitas adaptações - ou mesmo
modificações - no projeto já durante a obra, sob a desculpa,
normalmente não válida, de serem necessárias certas
simplificações construtivas, que, na maioria dos casos, acabam
por contribuir para a ocorrência de erros.
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EXECUÇÃO
Outra observação diz respeito ao processo industrial
denominado de construção civil, completamente atípico quando
se olha a atividade industrial como um todo, pois que nesta os
componentes passam pela linha de montagem e saem como
produtos terminados, enquanto na construção civil os
componentes são empregados, em determinadas atividades,
em locais de onde não mais sairão - exceção feita às
estruturas pré-fabricadas, que seguem, grosso modo, o roteiro
normal da produção industrial, a menos da etapa de montagem
final.
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UTILIZAÇÃO
Uso inadequado podem ser evitados informando-se ao usuário
sobre as possibilidades e as limitações da obra, como, por
exemplo:
i) edifícios em alvenaria estrutural - o usuário (morador) deve
ser informado sobre quais são as paredes portantes.
ii) pontes - a capacidade de carga da ponte deve ser sempre
informada, em local visível e de forma insistente.
Os problemas patológicos ocasionados por manutenção
inadequada, ou mesmo pela ausência total de manutenção,
têm sua origem no desconhecimento técnico, na
incompetência, no desleixo e em problemas econômicos.
implicando gastos significativos e, no limite, a própria
demolição da estrutura.
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UTILIZAÇÃO
Causas intrínsecas aos processos de deterioração das
estruturas de concreto as que são inerentes às próprias
estruturas (entendidas estas como elementos físicos), ou seja,
todas as que têm sua origem nos materiais e peças estruturais
durante as fases de execução e/ou de utilização das obras, por
falhas humanas, por questões próprias ao material concreto e
por ações externas, acidentes inclusive.
Causas extrínsecas de deterioração da estrutura são as que
independem do corpo estrutural em si, assim como da
composição interna do concreto, ou de falhas inerentes ao
processo de execução, podendo, de outra forma, ser vistas
como os fatores que atacam a estrutura "de fora para dentro",
durante as fases de concepção ou ao longo da vida útil desta.
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CAUSAS INTRÍNSECAS E EXTRÍNSECAS
Figura 6 - Desenvolvimento da reação
álcalis-agregado no concreto. (SOUZA;
RIPPER, 1998)
Figura 7 Comparação entre diferentes
situações de detalhamento de armaduras.
(SOUZA; RIPPER, 1998)
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CAUSAS INTRÍNSECAS E EXTRÍNSECAS
Figura 8 - Situação de recalque de fundação. (SOUZA; RIPPER,
1998)
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INSPEÇÃO PRELIMINAR
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INSPEÇÃO DETALHADA
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IDENTIFICAÇÃO
Figura 9 – Torção e punção. (SOUZA; RIPPER, 1998)
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IDENTIFICAÇÃO
Figura 10 – Perda de aderência, fissuras em pilares, por
assentamento de fôrmas e posição da armadura. (SOUZA;
RIPPER, 1998)
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INTERVENÇÕES EM SUPERFÍCIE DE
CONCRETO
Figura 11 – Local de intervenção e jato de água. (SOUZA; RIPPER, 1998)
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INTERVENÇÕES EM SUPERFÍCIE DE
CONCRETO
Figura 12 – Aspecto final do local de intervenção. (SOUZA; RIPPER, 1998)
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INTERVENÇÕES EM SUPERFÍCIE DE
CONCRETO
Figura 13 – Exemplificação com ancoragem e reforço. (SOUZA; RIPPER, 1998)
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INTERVENÇÕES EM SUPERFÍCIE DE
CONCRETO
Figura 14 – Posicionamento das fôrmas. (SOUZA; RIPPER, 1998)
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INTERVENÇÕES EM AÇO
Figura 15 – Complementação de armaduras. (SOUZA; RIPPER, 1998)
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INTERVENÇÕES
Figura 16 – Reforço com chapas. (SOUZA; RIPPER, 1998)
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LAUDO EXEMPLO
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OBRIGADO!
“Contaram-me e esqueci…
Vi e entendi…
Fiz e aprendi…”
Confúcio

57.pptx

  • 1.
    Público Público PATOLOGIA DAS ESTRUTURAS MontesClaros - MG Maio/2018 Prof. Eng. Inácio Queiróz Engenheiro Civil – Especialista em Estruturas na Construção Civil CURSO DE DIAGNÓSTICO E PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES ENGENHARIA E ARQUITETURA MÓDULO II
  • 2.
    Público Público APRESENTAÇÃO • Formação  EngenheiroCivil, Especialista em Estruturas na Construção Civil, Mestrando em Engenharia Civil, Estruturas. • Experiência Profissional  Professor Especialista – Estruturas de Concreto Armado I e II, Madeira e Pontes  Supervisor de Assitência Técnica – HABITARE (2 anos)  Planejamento, gestão e controle de obras – NEO CONSULTORIA (2 anos) • Graduação  Bacharel em Engenharia Civil, PUC Minas;  Destaque acadêmico;  Mestrado Integrado em Engenharia Civil, IST - Instituto Superior Técnico – Lisboa/PT  Graduação Sanduíche no Exterior; • Pós Graduação  Mestrado Engenharia Civil, Estruturas, CEFET-MG - em andamento  Especialização em Estruturas na Construção Civil, FUNORTE-MG - Concluído
  • 3.
    Público Público • Compreender asinvestigações, inspeções e ensaios de modo a diagnosticar das patologias mais frequentes observadas nas estruturas construção de obras multiresidenciais. • Tipos de patologias, da identificação das causas, das técnicas utilizadas para correção de problemas e os materiais recomendados para o emprego nos reparos. OBJETIVOS
  • 4.
    Público Público Lei nº 5.194de 24 de dezembro de 1966 Que regula o exercício das profissões do Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e dá outras providências. Seção IV Atribuições Profissionais e Coordenação de suas Atividades “Art. 7º As atividades e atribuições profissionais do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro agrônomo consistem em: c) .......... avaliações, vistorias, perícias, pareceres, ..........” LEGISLAÇÃO
  • 5.
    Público Público Resolução nº 218,de 29 de junho de 1973 (CONFEA) Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia. “Art. 1º Para efeito de fiscalização do exercício profissional correspondente às diferentes modalidades da Engenharia, Arquitetura e Agronomia em nível superior e em nível médio, ficam designadas as seguintes atividades: Atividade 06 – Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico. LEGISLAÇÃO
  • 6.
    Público Público Resolução nº 345,de 27 de julho de 1990. (CONFEA) Dispõe quanto ao exercício por profissional de Nível Superior das atividades de Engenharia de Avaliações e Perícias de Engenharia. Art. 1º- Para os efeitos desta Resolução define-se: a)VISTORIA é a constatação de um fato, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem, sem a indagação das causas que o motivaram; d)PERÍCIA é a atividade que envolve a apuração das causas que motivaram determinado evento ou da asserção de direitos; e)LAUDO é a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá as suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos fundamentadamente. LEGISLAÇÃO
  • 7.
    Público Público CONCEITO A necessidade dereabilitar e manter estruturas existentes, ditada por razões tão diversas quanto as de fundo econômico, social, patrimonial ou histórico, está criando uma nova escola no que respeita à concepção e ao projeto estrutural, em que a avaliação do que já existe, em termos de capacidade de desempenho futuro (segurança, servicibilidade e vida útil). O conhecimento da vida útil e da curva de deterioração de cada material ou estrutura são fatores de fundamental importância para a confecção de orçamentos reais para a obra
  • 8.
    Público Público DESEMPENHO Figura 1 -Diferentes desempenhos de uma estrutura, com o tempo em função de diferentes fenômenos patológicos. (SOUZA; RIPPER, 1998)
  • 9.
    Público Público DURABILIDADE Entender que aconcepção de uma construção durável implica a adoção de um conjunto de decisões e procedimentos que garantam à estrutura e aos materiais que a compõem um desempenho satisfatório ao longo da vida útil da construção. A quantidade de água no concreto e a sua relação com a quantidade de ligante o elemento básico que irá reger características como densidade, compacidade, porosidade, permeabilidade, capilaridade e fissuração, além de sua resistência mecânica, que, em resumo, são os indicadores de qualidade do material, passo primeiro para a classificação de uma estrutura como durável ou não.
  • 10.
    Público Público TIPOS DE EXPOSIÇÃO Definiçãode classes de exposição das estruturas (CAA – Classe de Agressividade Ambiental) e de seus componentes em função da deterioração a que estarão submetidas, a partir de: • corrosão das armaduras, sob efeito da carbonatação e/ou dos cloretos, por tipo do ambiente; • ação do frio e/ou do calor, também por tipo de ambiente; • agressividade química.
  • 11.
    Público Público DURABILIDADE E DESEMPENHO Figura2 - Inter- relacionamento entre conceitos de durabilidade e desempenho - C.E.B. - Boletim nº 183 - (1989), apud (SOUZA; RIPPER, 1998)
  • 12.
    Público Público RECONVERSÃO Figura 3 -Hipóteses para reconversão de estruturas com desempenho insatisfatório. (SOUZA; RIPPER, 1998)
  • 13.
    Público Público MANUTENÇÃO Entende-se por manutençãode uma estrutura o conjunto de atividades necessárias à garantia do seu desempenho satisfatório ao longo do tempo, ou seja, o conjunto de rotinas que tenham por finalidade o prolongamento da vida útil da obra, a um custo compensador. Um bom programa de manutenção implica definição de metodologias adequadas de operação, controle e execução da obra, e na análise custo-benefício desta manutenção. O usuário é elemento participante da última etapa (a de utilização), contribuindo assim para a garantia de desempenho, ou para a durabilidade da construção.
  • 14.
    Público Público CAUSA DOS PROBLEMASPATOLÓGICOS Figura 4 - Análise percentual das causas de problemas patológicos em Estruturas de Concreto (SOUZA; RIPPER, 1998)
  • 15.
  • 16.
    Público Público CONCEPÇÃO • Elementos deprojeto inadequados (má definição das ações atuantes ou da combinação mais desfavorável das mesmas, escolha infeliz do modelo analítico, deficiência no cálculo da estrutura ou na avaliação da resistência do solo, etc.); • Falta de compatibilização entre a estrutura e a arquitetura, bem como com os demais projetos civis; • Especificação inadequada de materiais; • Detalhamento insuficiente ou errado; • Detalhes construtivos inexequíveis; • Falta de padronização das representações (convenções); • Erros de dimensionamento.
  • 17.
    Público Público EXECUÇÃO Embora seja ológico, o ideal é que iniciada a etapa de execução após estar concluída a de concepção, raramente ocorrendo, mesmo em obras de maior vulto, sendo prática comum, por exemplo, serem feitas adaptações - ou mesmo modificações - no projeto já durante a obra, sob a desculpa, normalmente não válida, de serem necessárias certas simplificações construtivas, que, na maioria dos casos, acabam por contribuir para a ocorrência de erros.
  • 18.
    Público Público EXECUÇÃO Outra observação dizrespeito ao processo industrial denominado de construção civil, completamente atípico quando se olha a atividade industrial como um todo, pois que nesta os componentes passam pela linha de montagem e saem como produtos terminados, enquanto na construção civil os componentes são empregados, em determinadas atividades, em locais de onde não mais sairão - exceção feita às estruturas pré-fabricadas, que seguem, grosso modo, o roteiro normal da produção industrial, a menos da etapa de montagem final.
  • 19.
    Público Público UTILIZAÇÃO Uso inadequado podemser evitados informando-se ao usuário sobre as possibilidades e as limitações da obra, como, por exemplo: i) edifícios em alvenaria estrutural - o usuário (morador) deve ser informado sobre quais são as paredes portantes. ii) pontes - a capacidade de carga da ponte deve ser sempre informada, em local visível e de forma insistente. Os problemas patológicos ocasionados por manutenção inadequada, ou mesmo pela ausência total de manutenção, têm sua origem no desconhecimento técnico, na incompetência, no desleixo e em problemas econômicos. implicando gastos significativos e, no limite, a própria demolição da estrutura.
  • 20.
    Público Público UTILIZAÇÃO Causas intrínsecas aosprocessos de deterioração das estruturas de concreto as que são inerentes às próprias estruturas (entendidas estas como elementos físicos), ou seja, todas as que têm sua origem nos materiais e peças estruturais durante as fases de execução e/ou de utilização das obras, por falhas humanas, por questões próprias ao material concreto e por ações externas, acidentes inclusive. Causas extrínsecas de deterioração da estrutura são as que independem do corpo estrutural em si, assim como da composição interna do concreto, ou de falhas inerentes ao processo de execução, podendo, de outra forma, ser vistas como os fatores que atacam a estrutura "de fora para dentro", durante as fases de concepção ou ao longo da vida útil desta.
  • 21.
    Público Público CAUSAS INTRÍNSECAS EEXTRÍNSECAS Figura 6 - Desenvolvimento da reação álcalis-agregado no concreto. (SOUZA; RIPPER, 1998) Figura 7 Comparação entre diferentes situações de detalhamento de armaduras. (SOUZA; RIPPER, 1998)
  • 22.
    Público Público CAUSAS INTRÍNSECAS EEXTRÍNSECAS Figura 8 - Situação de recalque de fundação. (SOUZA; RIPPER, 1998)
  • 23.
  • 24.
  • 25.
    Público Público IDENTIFICAÇÃO Figura 9 –Torção e punção. (SOUZA; RIPPER, 1998)
  • 26.
    Público Público IDENTIFICAÇÃO Figura 10 –Perda de aderência, fissuras em pilares, por assentamento de fôrmas e posição da armadura. (SOUZA; RIPPER, 1998)
  • 27.
    Público Público INTERVENÇÕES EM SUPERFÍCIEDE CONCRETO Figura 11 – Local de intervenção e jato de água. (SOUZA; RIPPER, 1998)
  • 28.
    Público Público INTERVENÇÕES EM SUPERFÍCIEDE CONCRETO Figura 12 – Aspecto final do local de intervenção. (SOUZA; RIPPER, 1998)
  • 29.
    Público Público INTERVENÇÕES EM SUPERFÍCIEDE CONCRETO Figura 13 – Exemplificação com ancoragem e reforço. (SOUZA; RIPPER, 1998)
  • 30.
    Público Público INTERVENÇÕES EM SUPERFÍCIEDE CONCRETO Figura 14 – Posicionamento das fôrmas. (SOUZA; RIPPER, 1998)
  • 31.
    Público Público INTERVENÇÕES EM AÇO Figura15 – Complementação de armaduras. (SOUZA; RIPPER, 1998)
  • 32.
    Público Público INTERVENÇÕES Figura 16 –Reforço com chapas. (SOUZA; RIPPER, 1998)
  • 33.
  • 34.
    Público Público OBRIGADO! “Contaram-me e esqueci… Vie entendi… Fiz e aprendi…” Confúcio