O documento descreve a realidade das penitenciárias femininas no Brasil, retratando as condições precárias de superlotação e higiene nas celas. A maioria das detentas são mulatas ou negras, reincidentes, alcoólicas e desordeiras, com muitas tatuagens pelo corpo. O texto também menciona o caso de uma ex-professora que fingia estar grávida para receber tratamento preferencial na delegacia, mas que agora é uma alcoólica.