Rj28 d1 sc_prof. marcos cavalcanti

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Aula MBKM RJ28 - Sociedade do Conhecimento - Março 2016

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  • Grau de complexidade de um projeto de terceirização na implantação de uma usina termelétrica de 500 megawatts.
  • ESTRATÉGIA E ESTRUTURA Criadas certas condições, ou melhor, removidos certos entraves que nós mesmos introduzimos, as organizações podem comportar-se como os sistemas vivos, adaptativos que são. E sistemas complexos adaptativos se regem por umas poucas regras simples. Assim, embora possa parecer contra-intuitivo, estratégias simples são as mais eficazes em períodos como o que vivemos. Eis o que diz Kathleen Eisenhardt, professora da Universidade Stanford, na Califórnia, em artigo recente: "Uma estratégia simples é focar em um ou dois processos estratégicos críticos e em umas poucas regras-chave que os guiam". Um exemplo que Kathleen cita é o da própria revista The Economist. Os editores atribuem territórios excepcionalmente amplos a seus jornalistas e lhes dão grande liberdade para escolher que assuntos cobrir. Tal estratégia dá aos jornalistas maior amplitude para desenvolver as reportagens e análises. Permite também que os editores contratem um número menor (e presumivelmente melhor) de jornalistas e que os compensem com melhores salários e com trabalho mais livre e mais interessante. O resultado é uma revista mais criativa e com cobertura de maior profundidade, dirigida ao topo do mercado. MODULARIDADE E FLEXIBILIDADEEm sua obra clássica Estratégia e Estrutura, Alfred Chandler faz a conhecida afirmativa: "A estrutura decorre da estratégia". O pensamento organizacional mais recente complementou e ampliou o de Chandler: 1 - Dadas certas estruturas, certas estratégias são impensáveis, ou seja, em muitos casos a estrutura condiciona a estratégia. 2 - Mais importante, talvez, hoje: em um número crescente de casos, a estrutura é a estratégia.Uma estratégia definida centralmente pela direção de uma empresa e implementada pelos escalões inferiores não funciona no ambiente competitivo que estamos vivendo. O que funciona, sim, nesse ambiente é atrair um time de talento, encontrar o papel certo para cada um dos membros, dar-lhes diretrizes gerais (as regras simples) e deixar que as estratégias e as ações surjam da interação do grupo. O conceito que iguala estratégia com organização pode ser ilustrado pela analogia do caleidoscópio. Os mesmos módulos ou células se configuram e se reconfiguram em inúmeros desenhos, para aproveitar oportunidades específicas e mutáveis de mercado.
  • A oposição entre especialista e generalista pode levar a um equivoco. Não se trata de ser um ou outro, mas os dois ao mesmo tempo. Isto pode parecer estranho ou complicado, mas é exatamente na conjugação destes perfis, tradicionalmente opostos, que está a diferença no mundo do trabalho contemporâneo. Tornar-se um generalista não significa ser menos do que um especialista. Significa ser mais. Podemos imaginar a formação generalista como três arestas de um cubo: a altura é a formação específica, ou especializada; a largura é o dominio de áreas afins; e o comprimento é a cultura geral. Quanto mais extensa for cada uma dessas linhas, maior será o volume do cubo, ou seja maior será a capacidade de trabalho, a competitividade e a chance de sucesso profissional. Desse modo o generalista deve ser entendido como um especialista que foi além da própria especialidade. É o trabalhador do conhecimento.
  • Rj28 d1 sc_prof. marcos cavalcanti

    1. 1. Marcos CavalcantiMarcos Cavalcanti marcos@crie.ufrj.br Sociedade do conhecimento
    2. 2. “Eu vim para confundir, e não para explicar...” Chacrinha
    3. 3. Prova 1. Atribua uma nota de 1 a 10 para a sua – Criatividade – Inteligência 1. Que tipo de conhecimento é o mais importante –Tácito –Explícito
    4. 4. R$ 1,85 bilhão 3. Quanto valia o (2000): R$ 1,86 bilhão R$ 2,1 bilhões R$ 7,05 bilhões ????
    5. 5. Qual a resposta certa? Depende...
    6. 6. O futuro não está escrito nas estrelas! Ele é construído! Não está pronto! Ensinar / Aprender “Educar não é dar a faca nem o queijo. É provocar a fome!”
    7. 7. Apresentação do curso • Princípios 1. Não ao pacto da mediocridade  Prazo, pontualidade, participação 2. Síndrome do papagaio  Espírito crítico Na dúvida não repita, pergunte...
    8. 8. O que vocês estão vendo?
    9. 9. “... A vida não é só isso que se vê é um pouco mais que os olhos não conseguem perceber...” Paulinho da Viola Hermínio Bello de Carvalho
    10. 10. • Administração tradicional (matemática financeira, RH, ...) IBMEC, FGV, Coppead, ... • MBKM: Gestão de empresas na sociedade do conhecimento DIFERENCIAL MBKM
    11. 11. mbkm 1. Sociedade do Conhecimento 2. Novos Modelos de Negócio 3. Inteligência Empresarial 4. Estruturas Organizacionais 5. Tecnologias para Gestão do Conhecimento 6. Avaliação de Ativos Intangíveis 7.Projeto Master on Business and Knowledge Management
    12. 12. mbkmMaster on Business and Knowledge Management Novos óculos para enxergar o mundo Com bons óculos cada um pode achar o SEU caminho
    13. 13. ApresentaçõesApresentações MBKMMBKM
    14. 14. Quem somos? www.crie.ufrj.br
    15. 15. Quem somos? www.crie.ufrj.br
    16. 16. Quem somos?
    17. 17. Quem somos?
    18. 18. Fonte: IPEA
    19. 19. 1. Qual a expectativa (por que fazer este curso?) 2. Como chegaram até aqui? 3. Formação 4. Onde trabalham, fazendo o que? 5. Um fato marcante na sua vida Quem somos?
    20. 20. Agenda 1. Sociedade do conhecimento e mundo digital 2. E o Brasil?
    21. 21. 6 milhões de anos atrás...6 milhões de anos atrás... Os primeiros hominídeos – aOs primeiros hominídeos – a busca da sobrevivência atravésbusca da sobrevivência através do conhecimento.do conhecimento. 30.000 - 25.000 a.C.30.000 - 25.000 a.C. Desenvolvimento na habilidade doDesenvolvimento na habilidade do desenho. A cultura da Antiga Idadedesenho. A cultura da Antiga Idade da Pedra passou para o estágio doda Pedra passou para o estágio do Paleolítico Superior.Paleolítico Superior. Ontem... Retirado do trabalho de: Eliana Taborda Garcia Santos, Iara Tammela, Léa Maria Dantas Sampaio, Marco Aurélio Ribeiro Dantas, Maria das Graças Freitas Souza Filho, Mariza Russo
    22. 22. Economias agráriasEconomias agrárias criação de produtoscriação de produtos para consumo epara consumo e troca.troca. A construção dasA construção das pirâmides no Egitopirâmides no Egito (de 2630 - 2150 a.C.).(de 2630 - 2150 a.C.). Retirado do trabalho de: Eliana Taborda Garcia Santos, Iara Tammela, Léa Maria Dantas Sampaio, Marco Aurélio Ribeiro Dantas, Maria das Graças Freitas Souza Filho, Mariza Russo Conhecimento não é novidade... 4.000 - 3.000 a.C.4.000 - 3.000 a.C.
    23. 23. A criação daA criação da biblioteca debiblioteca de AlexandriaAlexandria (século 3 a.C.).(século 3 a.C.). A Filosofia e oA Filosofia e o Direito com osDireito com os gregos e romanosgregos e romanos (1.000 a.C.)(1.000 a.C.) Retirado do trabalho de: Eliana Taborda Garcia Santos, Iara Tammela, Léa Maria Dantas Sampaio, Marco Aurélio Ribeiro Dantas, Maria das Graças Freitas Souza Filho, Mariza Russo Conhecimento não é novidade...
    24. 24. 500 d.C.500 d.C. A Idade Média e a formação doA Idade Média e a formação do conhecimento nos mosteiros econhecimento nos mosteiros e Universidades.Universidades. RenascimentoRenascimento 1400 d.C. -1400 d.C. - Retirado do trabalho de: Eliana Taborda Garcia Santos, Iara Tammela, Léa Maria Dantas Sampaio, Marco Aurélio Ribeiro Dantas, Maria das Graças Freitas Souza Filho, Mariza Russo Conhecimento não é novidade...
    25. 25. 1450 d.C.1450 d.C. A invenção da prensaA invenção da prensa tipográfica por Gutenberg.tipográfica por Gutenberg. Século XVIIISéculo XVIII Revolução IndustrialRevolução Industrial Retirado do trabalho de: Eliana Taborda Garcia Santos, Iara Tammela, Léa Maria Dantas Sampaio, Marco Aurélio Ribeiro Dantas, Maria das Graças Freitas Souza Filho, Mariza Russo Conhecimento não é novidade...
    26. 26. 1947 e segunda metade do século XX1947 e segunda metade do século XX Nasce a revolução da informação com aNasce a revolução da informação com a invenção dos transistores e do microchip.invenção dos transistores e do microchip. Retirado do trabalho de: Eliana Taborda Garcia Santos, Iara Tammela, Léa Maria Dantas Sampaio, Marco Aurélio Ribeiro Dantas, Maria das Graças Freitas Souza Filho, Mariza Russo Conhecimento não é novidade...
    27. 27. Conhecimento não é algo novo Históricamente, como o ser humano criou riqueza?
    28. 28. 0 20 40 60 80 100 120 -2E+06-2E+06-1E+06-1E+06-800000-500000-200000-10000 0 2000 -2.000.000 -1.000.000 -500.000 -30.000 0 Paleolítico inferior Paleolítico médio Paleolítico superior australopitecus neanderthal Homo sapiens
    29. 29. Fonte: Rose Marie Muraro -30.000 a -10.000 -10.000 a -5.000 -3.000 a -1.500 1.400 1.950 Homo sapiens Homem aprende a cultivar a terra Alfabeto fonético dos fenícios: início da história moderna (religiões, artes); pensamento filosófico grego Início da mecanização: prensa de Gutenberg...
    30. 30. Sigatoga amarela x banana pioneira • Mesmo sabor • 20% maior • frutos 3 meses antes 1 hectare produz 70% mais Hoje: • 80% mais finas • menos energia • menos matéria prima • 80% tecnologia, 20% metal HOJE
    31. 31. EUA Alemanha Brasil Catar China Kenia Que país é lider em pagamento por celular? Que mundo é esse?
    32. 32. Kenia
    33. 33. “IPI menor de carros gerou alta de 0,02% no PIB e 0,04% no emprego” Que mundo é esse?
    34. 34. Google Inc. (GOOG) NasdaqGS Market Cap: $ 499.73B Pessoas: 20.000+ 11-03-2016 Petroleo Brasileiro S/A (PBR) NYSE: PBR Petrobras Market Cap: $ 36.13B Pessoas 100.000+ Que mundo é esse?
    35. 35. Exportações EUA 0 20 40 60 80 100 1990 1996 2004 2007 2010 Tangíveis Intangíveis Fonte: www.iftf.org
    36. 36. TERR A Que “fatores de produção” criam riqueza? • Famílias numerosas voltadas para o trabalho no campo • Produtos feitos através da mão-de-obra de artesãos • Não havia uniformidade entre os produtos • Os produtos eram transportados ao redor do mundo através de barcos à vela (caravelas) • Tempo de entrega muito longo (de meses à anos) • Época do arado, do debulhador e da enxada Na Sociedade AgrícolaNa Sociedade Agrícola Depende... Depende...
    37. 37. CAPITAL TRABALHO NaNa Sociedade industrialSociedade industrial –Trabalho manual repetitivo –“Esquecer o cérebro em casa” • Famílias diminuíram / passaram ao trabalho nas fábricas • Principais inovações: máquina a vapor (1785) e estrada de ferro (1829) • A fábrica propiciava uniformidade aos produtos • Pessoas e produtos eram transportados pelos trens • O tempo de entrega foi encurtado • As pessoas ganharam mobilidade e com isto expandiram seus horizontes mentais • Cidades se formaram ao redor das ferrovias Que “fatores de produção” criam riqueza?
    38. 38. ? CAPITALTERRA TRABALHO CONHECIMENTO
    39. 39. Conhecimento: o principal fator de produção do século XXI 55% da riqueza do mundo veio do conhecimento (OCDE) “Os grandes ganhos de produtividade, daqui para frente, advirão das melhorias na gestão do conhecimento” Peter Drucker TERRA CAPITAL TRABALHO CONHECIMENTO
    40. 40. “Não vivemos numa era de mudanças... Vivemos uma mudança de era” Chris Andersen editor da revista Wired e autor do livro A Cauda Longa
    41. 41. “Most companies die not because they do the wrong things but because they keep doing the right things too long!” Yves Doz professor de Inovação no INSEAD (França) e autor de diversos best-sellers, entre eles Fast!
    42. 42. ?? Sociedade do Conhecimento ? Qual o impacto Econômico Social Cultural
    43. 43. EconomiaEconomia IndustrialIndustrial Economia doEconomia do ConhecimentoConhecimento FATORESFATORES ProduçãoProdução TempoTempo MassaMassa EspaçoEspaço Escala Longo prazo Tangível Limitado Flexível Tempo real Intangível Ilimitado OrganizaçãoOrganização Grandes Empresas Redes
    44. 44. Produção: Escala X Flexível
    45. 45. Tempo e espaço TempoTempo EspaçoEspaço Longo prazo Limitado Tempo real Ilimitado
    46. 46. EconomiaEconomia IndustrialIndustrial Economia doEconomia do ConhecimentoConhecimento FATORESFATORES ProduçãoProdução TempoTempo MassaMassa EspaçoEspaço Escala Longo prazo Tangível Limitado Flexível Tempo real Intangível Ilimitado OrganizaçãoOrganização Grandes Empresas Redes
    47. 47. Prof. Ivan da Costa Marques “Informacionalização” “o aumento relativo da quantidade de trabalho sobre a informação em relação à quantidade de trabalho sobre a “matéria””. Na década de 40 a Boeing projetou o bombardeiro B-17 com menos de 100 engenheiros e quase 1.000 operários; na década de 90 o projeto do Boeing 777 envolveu 5.600 profissionais de nível superior espalhados em 8 localidades e menos de 100 operários...
    48. 48. O “virtual” É o “real”... • Onde está o trabalho “real”? – Numa fábrica? – No campo? • Qual é a Economia “real”? 0 20 40 60 80 1920 2015 Agricultura Indústria Serviços 0 20 40 60 80 1920 2015 Agricultura Indústria Serviços Brasil EUA Fonte: Castels
    49. 49. digitalização... Características da economia conhecimento como principal fator de produção... Quanto mais eu compartilho, mais eu tenho...
    50. 50. EconomiaEconomia IndustrialIndustrial Economia doEconomia do ConhecimentoConhecimento FATORESFATORES ProduçãoProdução TempoTempo MassaMassa EspaçoEspaço Escala Longo prazo Tangível Limitado Flexível Tempo real Intangível Ilimitado OrganizaçãoOrganização Grandes Empresas Redes
    51. 51. E P E S Suprimentos 60 empresas Atores/Técnicos 130 atores/técnicos A Produção 75 colaboradores 15 empresas Investidores Consórcio gerenciador Total: 207 colaboradores e 75 empresas Novo formato organizacional CINEMA
    52. 52. Nova Indústria? ConteúdoConteúdo InformáticaInformática • Computadores • Software • Interfaces Redes de: • TV a cabo • Telefonia • Satélites • Bancos de dados • Filmes • Música • Imagens • Propaganda TeleComTeleCom Equipamentos de rede e multimídia TV a cabo e multimídia online Jogos Multimídia Interativa
    53. 53. $ $ $ $ $ @ @ @ @@ ...para a qual as pessoas e as TCIs são vitais! Surge uma organização diferente... (Rede!)
    54. 54. Frases para guardar... “... Estamos cada vez mais conectados, mas cada vez mais sem vínculos...” Zygmunt Balman (Amor líquido)
    55. 55. SociedadeSociedade IndustrialIndustrial Sociedade doSociedade do ConhecimentoConhecimento DimensõesDimensões FamíliaFamília ProfissionalProfissional TrabalhoTrabalho Visão de mundoVisão de mundo (filosofia)(filosofia) Casal e filhos Especialista “Emprego” Cartesiana, “científica” ? ? ? Polivalente Trabalho Sistêmica Espaço / AmbienteEspaço / Ambiente Impacto Social / Cultural Cidades médiasMegacidades
    56. 56. Espaço / Ambiente / Família
    57. 57. SociedadeSociedade IndustrialIndustrial Sociedade doSociedade do ConhecimentoConhecimento DimensõesDimensões FamíliaFamília ProfissionalProfissional TrabalhoTrabalho Visão de mundoVisão de mundo (filosofia)(filosofia) Casal e filhos Especialista “Emprego” Cartesiana, “científica” ? ? ? Polivalente Trabalho Sistêmica Espaço / AmbienteEspaço / Ambiente Impacto Social / Cultural Cidades médiasMegacidades
    58. 58. Domínio das áreas afins Generalista Formação especifica Cultura geral Vida profissional e trabalho
    59. 59. SociedadeSociedade IndustrialIndustrial Sociedade doSociedade do ConhecimentoConhecimento DimensõesDimensões FamíliaFamília ProfissionalProfissional TrabalhoTrabalho Visão de mundoVisão de mundo (filosofia)(filosofia) Casal e filhosCasal e filhos EspecialistaEspecialista ““Emprego”Emprego” Cartesiana, “científica” ? ? ?? ? ? PolivalentePolivalente TrabalhoTrabalho Sistêmica Espaço / AmbienteEspaço / Ambiente Impacto Social / Cultural Cidades médiasCidades médiasMegacidadesMegacidades
    60. 60. Visão de mundo açucar Paradigma cartesiano: • Todo sistema complexo pode ser entendido inteiramente à partir das propriedades das suas partes •As descrições do mundo devem ser objetivas – isto é, independentes do observador e do processo de conhecimento (verdade científica) Metáfora do corpo humano como um relógio Edifício é um conjunto de tijolos
    61. 61. VISÃO CARTESIANA
    62. 62. Visão de mundo Visão sistêmica: • As propriedades das partes não são intrínsecas e só podem ser entendidas dentro do contexto • As partes (objetos) são padrões numa teia de relações – deixamos de priorizar a analise dos objetos para nos focar na relações açucar O sabor do açucar não está presente nos átomos do carbono, hidrogênio e oxigênio...
    63. 63. Visão sistêmica escritório Onde você pararia o carro?
    64. 64. 1 – O conhecimento está espalhado em tudo que compramos, vendemos e produzimos. Tornou-se o principal fator de produção; 2 – Os ativos do conhecimento (ativos intangíveis) passaram a ser mais importantes para as empresas do que os ativos financeiros e físicos; e 3 – Para prosperar nesta nova realidade precisamos de um novo dicionário, um novo modelo de gestão, novas tecnologias, novas estratégias e conseqüentemente novos profissionais e novas empresas. Em resumo...
    65. 65. Fonte: Lederman & Maloney (2003). Em resumo: O conhecimento é o novo motor da economia!
    66. 66. O que será do Brasil na sociedade do conhecimento???
    67. 67. ? TERRA CAPITAL TRABALHO CONHECIMENTO
    68. 68. 1 Kg = $ 0,02 1 Kg = $ 0,2 $ 20 / ton $ 191 / ton 2 principais produtos da pauta de exportações Complexo Soja: $ 7 bi Ferro: $ 3 bi Peso do conhecimento
    69. 69. preço médio da saca de soja (60kg) =R$ 37 UM satelite = R$ 400.000.000,00 O peso do conhecimento...
    70. 70. 1.000.000 !!
    71. 71. A saída para o Brasil é o agro- negócio! A área plantada aumenta! O preço cai!!!! (é relativamente “fácil” se tornar um produtor de soja!) O que acontece quando o preço da soja sobe?
    72. 72. No médio e longo prazo...
    73. 73. Produtos 2000 2015 Básicos 20% 45% Semi-manufaturados 20% 15% Manufaturados 60% 40% Manufaturados 2000 2015 Baixa e média-baixa tecnologia 65% 68% Média-alta tecnologia 25% 27% Alta tecnologia 10% 5% Exportações BRASIL
    74. 74. 0 100 200 300 400 500 600 700 1993 2000 2003 2008 2012 2015 ton exportada ton importada
    75. 75. Mercados Emergentes 0 5 10 15 20 25 30 35 40 USA Europa Japão Asia A.Lat. Leste 1990 2010 (est)
    76. 76. Mercados Emergentes 0 5 10 15 20 25 30 35 40 USA Europa Japão Asia A.Lat. Leste 1990 2010 (est) 2010 (real)
    77. 77. Procure se lembrar... Nos últimos 20 anos: aonde a GM, Renault, Fiat, Nike, ... construíram suas fábricas???? 0 20 40 60 80 1920 2015 Agricultura Indústria Serviços Brasil 0 20 40 60 80 1920 2015 Agricultura Indústria Serviços EUA
    78. 78. O que queremos ser?? • Exportador de commodities / importador de produtos intensivos em conhecimento; O que fazer?? • Produtor de produtos e serviços de alto valor agregado;
    79. 79. QUAL A SAÍDA ?
    80. 80. Mudar duas vezes ! “Para mudar temos que mudar o modo como vemos as coisas e conseguir operacionalizar a mudança Luc de Brabandere Ex: parar de fumar, emagrecer, ...
    81. 81. • Biotecnologia / agronegócios • Eletro-eletrônica • Aeroespacial • Petróleo / Energia • Cultural / Turismo / Entretenimento (1) Mudar o modo de ver as coisas: Ter estratégia!!! • TV Digital • Computadores • Cimento• Papel e celulose • Química • Gado • Soja • Ferro • Indústria Naval •Celular • Software •Biodiesel • Siderurgia • Construção civil •Laranja • automobilística
    82. 82. Biotecnologia Maior biodiversidade do planeta; • US$ 2 trilhões (IPEA) Para vender madeira e fazer pasto, vale quanto? AMAZÔNIA
    83. 83. • Eleição informatizada; • 26 milhões de declarações pela Internet’ • Erp • Automação industrial • ... Software
    84. 84. Aeroespacial Novos meios de “transporte” da riqueza Mercado de lançamento de satélite: U$ 33 bi em 2015 “Aluguel” de Alcântara: U$ 30 milhões O,1% do mercado...
    85. 85. Energia A PipeWay Engenharia é a única empresa do Hemisfério Sul, de produção inteiramente nacional, que fabrica e opera ferramentas para inspeção de dutos de óleo e gás - pigs - que verificam anomalias do tipo ovalizações, amassamentos e corrosões, contribuindo para evitar vazamentos que podem causar acidentes ecológicos.
    86. 86. Cultura / Entretenimento / Turismo GEMEP
    87. 87. Biotecnologia / Agronegócios Energia Aeroespacial Software Entretenimento e turismo Agregar valor aos produtos (1) Mudar o modo de ver as coisas: Ter estratégia!!!
    88. 88. 2. Operacionalizar a mudança Estratégia nos diz “o que fazer”, mas COMO FAZER?
    89. 89. Derrubar mitos!
    90. 90. “Sociedade do conhecimento não é para nós !”(superar) Complexo de inferioridade 2. Operacionalizar a mudança Mito 1: a sociedade do conhecimento não é para nós
    91. 91. 13o PIB Não estava entre 50 maiores PIB Qual a “riqueza natural” ??? Hoje: Renda per capita 3 vezes maior que o Brasil Qual o “segredo” ??? 1980 2. Operacionalizar a mudança Mito 1: a sociedade do conhecimento não é para nós
    92. 92. Coréia: Analfabetismo (2001): 2,2% 100% de jovens na escola (1990) 70% na Universidade (2001) Quadro Comparativo Coréia – Brasil
    93. 93. 0 500 1000 1500 2000 2500 1975 1990 2013 PIB (U$ bilhões) Brasil Coréia 0 5000 10000 15000 20000 25000 30000 1970 1980 1990 2013 PIB per capita (US$) Brasil Coréia Quadro Comparativo Coréia – Brasil
    94. 94. IDH: 0,89 (grupo superior) C&T: 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 1980 2000 2015 Investimento em C&T (% PIB) Brasil Coréia Patentes depositadas EUA 1980 2012 BRASIL 24 148 CORÉIA 8 8314 Quadro Comparativo Coréia – Brasil
    95. 95. 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 1980 2009 Investimento C&T (%PIB) China Coréia Brasil Quadro Comparativo Coréia – China - Brasil
    96. 96. Mito 2: estamos no rumo certo! • Escolaridade Ensino Fundamental 1990-86% 2015-97% Ensino Médio 1990–15% 2015–71% • IDH (saúde, educação e renda) 1995 - 0,64 2014 - 0,755 • Inflação 1994 - 1082% 2015 - 10.67%
    97. 97. “Nunca antes na história deste país...” • Se reduziu tanto a pobreza e a desigualdade • Se investiu tanto em ciência, tecnologia e inovação • Tantas crianças estiveram na escola • Fomos tão valorizados no cenário internacional
    98. 98. 2. Operacionalizar a mudança Mito 2: Estamos no rumo certo! Índice de Competitividade global (IMD – International Institute of Management and Development / WEF – World Economic Forum 2001: 45o 2005: 47o 2010: 49o 2013: 51o 2014: 54º Peso do Brasil no PIB mundial 2000: 2,15% 2015: 1,95%
    99. 99. Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) ANO IDH Pos 1990 0.706 1995 0.729 2000 0,740 69o 2005 0,748 68o 2010 0,752 74o 2014 0,755 75o Mas na área social...
    100. 100. Índice GINI Fonte: IPEA
    101. 101. ONU: Em 2015 o Brasil está entre os 15 países com maior índice de desigualdade do mundo • O Brasil, com (0,56), na frente da Bolívia, Camarões, Madagascar (0,60), África do Sul, Haiti, e Tailândia (0,59), segundo o coeficiente de Gini, parâmetro internacionalmente usado para medir a concentração de renda. Fonte: PNUD
    102. 102. 2 5 9 31 32 41 44 58 152 89 0 20 40 60 80 100 120 140 160 Australia United States Turkey EU 15 Argentina China EU 2004 Entrants Mexico India Brazil Tempo para abrir negócio (dias) Mas estamos ficando para trás... Mito 2: Estamos no rumo certo!
    103. 103. 2. Operacionalizar a mudança Mito 3: Não temos dinheiro Investimento em C,T&I (2005) Coréia do Sul : 3,0% Austrália : 1,5% Cingapura : 2,2% Israel : 3,5% Brasil : 1,0% Investimento médio p/ pesquisador TI (2005)/ U$ 1.000 EUA : $195 Canadá : $162 Japão/UK : $153 Austrália : $118 Brasil : $193
    104. 104. Raul Velloso (Revista Indústria Brasileira – CNI) MITO!!! O Governo não gasta muito, gasta MAL!!! 2. Operacionalizar a mudança Mito 4 : “O País só cresce se o governo reduzir gasto”
    105. 105. Congresso Brasil: R$ 6 bilhões Quantos funcionários? 30 mil !!!! SUS...
    106. 106. Mudança Cultural [1] saude________ [2] trabalho______ [3] dinheiro/lazer__ • Mudança de valores (trabalho e felicidade) • Acreditar que podemos (lembrai-vos da Coréia) • Focar no essencial (pessoas/educação e como transformar conhecimento em valor)
    107. 107. Distribuição da riqueza – Brasil (Fonte: IETS) COMO ?
    108. 108. Fonte: André Urani www.iets.org.br indigente pobre média 75% 90% 1% (renda familiar per capita - 2012) Indigentes Pobres Média baixa Média Média alta Ricos Muito ricos Como você se classifica ? R$ 162 R$ 291 R$ 441 R$ 641 R$ 1019 R$2480
    109. 109. Região metropolitana RJ= 10 milhões O Globo domingo: 330 mil (classe A e B) Visão sistêmica (lembram?)
    110. 110. (2) Crescer Como? Ou como transformar conhecimento em valor ? Gluconacetobacter diazotrophicus Johanna Döbereiner
    111. 111. Problema
    112. 112. Solução ? mkt $$$ adv emp inv
    113. 113. Em resumo... • O que queremos ser na sociedade do conhecimento? –Produtor ou consumidor de produtos e serviços intensivos em conhecimento ? •Comochegar lá? –Investindo em GENTE! (educação, C,T&I (ciência, tecnologia e inovação) –Reduzindo a desigualdade
    114. 114. Trabalho em Grupo- Pesquisa sobre Produtos e Serviços de Alto Valor Agregado Forme um grupo (5 pessoas) para realizar uma pesquisa sobre produtos e serviços de alto valor agregado. Produtos e serviços de alto valor agregado são aqueles cujo conteúdo vale mais do que a matéria-prima necessária e a mão-de-obra empregada para fabricá-los/realizá-los. O valor do produto/serviço é dado, principalmente, pelo valor do conhecimento necessário à sua produção. Discuta com os seus companheiros os motivos e razões que justificam esta afirmação e busque:
    115. 115. • um produto de alto valor agregado ou • um serviço de alto valor agregado 1. O grupo deverá preparar uma apresentação de até 15 minutos, justificando sua escolha (apresentando números que demonstrem a veracidade da afirmação); 2. O grupo deverá ainda escrever uma justificativa (1 página, formato Arial 12, espaço 1,5) que comprove o alto valor agregado do item escolhido e entregar no dia da apresentação do trabalho: Trabalho em Grupo- Pesquisa sobre Produtos e Serviços de Alto Valor Agregado 18 de março de 2016 Se possível o grupo deverá trazer o item escolhido para a sala de aula.
    116. 116. “Sentir primeiro, pensar depois. Perdoar primeiro, julgar depois. Amar primeiro, educar depois. Esquecer primeiro, aprender depois. AGIR PRIMEIRO, cobrar depois. Navegar primeiro, aportar depois. Viver primeiro, morrer depois.” O que todo gestor deveria saber... Mário Quintana
    117. 117. Prof. Marcos CavalcantiProf. Marcos Cavalcanti marcos@crie.ufrj.br OBRIGADO!OBRIGADO! Blog:Blog: oglobo.com.br/blog/inteligenciaempresarialoglobo.com.br/blog/inteligenciaempresarial

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