Apresentacao geral opendata

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Apresentação geral sobre o movimento de dados abertos e a criação da INDA - Infraestrutura Nacional de Dados Abertos

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  • Criadores do http://www.publicwhip.org.uk/ - whip, no sistema inglês é a determinação do partido para que o parlamentar vote de uma determinada forma – e do http://www.theyworkforyou.com/ - ambos sistemas de acompanhamento parlamentar, que geram visualizações e acesso aos dados.
  • Francis e Julian ajudam a fundar a organização mySociety que hoje agrega e dá suporte a diversos aplicativos de transparência pública na web
  • Civic hacker norte americano, criador do govtrack.us site que coleta de forma automática informações legislativas de sites públicos e as disponibiliza em formatos reprocessáveis O que o Joshua fez foi simplesmente transformar as informações publicadas no site do congresso estadunidense em formatos processáveis por máquinas Isso foi preciso porque as informações que estavam no site eram legíveis apenas por humanos
  • Visiblevote é um aplicativo móvel que permite ao cidadão acompanhar as proposições de seu interesse, votar, comparar seu perfil como perfil de voto dos respresentantes e mais outros tipos de cruzamentos de informações. Ele só foi possível porque as informações do congresso foram abertas pelo govtrack em formato machine readable
  • http://www.legisdados.org/ Versão brasileira do govtrack.us
  • Site burocrático, focado no cidadão individual: destinado a exibir o resultado da sua reclamação. Mas os dados de todas as reclamações estavam lá e não eram tratados nem pelo órgão da prefeitura.
  • O curto tempo de realização depende da habilidade do desenvolvedor mas também depende do uso de apis e apps disponíveis na rede. Isso é o mashup. O hacker mostrou que os dados podem ser visualizados gerando conhecimento e que esse conhecimento pode ser compartilhado com os cidadãos. SACSP http://sacsp.mamulti.com/
  • O site é feito basicamente para visualizar na tela a relação de despesas de cada deputado. O cidadão comum não consegue, com base nessas informações, traçar um panorama mais geral do perfil de gastos da CMSP
  • Esse site permite se ter uma visão geral dos dados: - vereadores mais gastadores - serviços mais utilizados - maiores fornecedores O hacker pautou a imprensa CMSP http://cmsp.topical.com.br/
  • http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/vereadores-de-sp-gastam-mais-com-publicidade-em-ano-pre-eleitoral-20100528.html
  • http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100426/not_imp543051,0.php
  • Mapa estático – só informa não interage Consulta de informações está escondida http://cgesp.com.br/index.php
  • Consulta somente por dia (não há visualização agregada) Dados não normalizados (a mesma rua aparece grafada de forma diferente) http://cgesp.com.br/pontosdealagamento_dia.php
  • - mapa dinamico, clica e vai para os alagamentos da região http://alagamentos.topical.com.br/
  • - consulta agegada, quantidade de vezes que uma rua foi alagada - dados históricos http://alagamentos.topical.com.br/pontos
  • O twitter do alagamentos sp twitta as ruas que estão em situação de alagamento http://twitter.com/#!/alagamentos_sp
  • http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=27696011
  • http://schooloscope.com/ Schooloscope provides a visual and textual narrative about the quality of each school, applying an algorithmic interpretation of the data on each school to make qualitative statements such as “Pupils at The Cherwell School are more or less content”. It is both a search interface and an information source: articulating a value-laden interpretation of each schools’ performance
  • http://schooloscope.com/primary/100674 Mostrar o cut-out-and-keep model. Sensacional!
  • http://data.worldbank.org/
  • http://practicalparticipation.co.uk/odi/report/2010/
  • Em tramitação no senado – PLC 41/2010 http://www.senado.gov.br/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=96674
  • 1. Identificador Persistente A não persistência dos identificadores dificulta a busca e o encontro dessas informações, segundo as três leis de David Eaves, “se o dado não pode ser encontrado e indexado na web, ele não existe.” 2. Metadados Segundo o W3C, “Sem documentação, os dados não são muito úteis. Quando possível, deve-se usar padrões da indústria, tais como aqueles baseados em XML/RDF, que normalmente são auto Documentáveis. ”. A atribuição de Metadados facilita o processamento por máquinas e o correlacionamento de dados pelas pessoas. 3. Padrões de arquivo aberto Para que o acesso a esses dados ocorra de maneira isonômica, é necessário que eles possam ser interpretados por ferramentas gratuitas e possuam formatos abertos. 4. Clareza nos direitos de Uso Levando em consideração que os dados estão sendo divulgados publicamente, é necessário que sejam explicitados os direitos de uso dessas informações, e que seja analisado quais são possíveis de se utilizar abertamente. 5. Ferramentas para consulta e indexação Com o atual volume de dados existente nas bases do governo, nada mais adequado que sua correta organização e indexação, o aspecto mais importante é manter esses dados ordenados de uma forma que o leigo possa encontrar o que quer. Tão importante quanto a organização dos dados é o provimento de uma ferramenta que facilite seu encontro, uma ferramenta de busca bem estruturada ajuda o interessado a encontrar seus dados de forma mais rápida e garante seu retorno quando precisar de novas informações. 6. Ambiente de feedback Não menos importante que os demais, o ambiente de feedback é a ferramenta essencial para proporcionar a melhoria contínua da qualidade do portal de disseminação. Ao passo que existe sua importância, é evidente que existe um grande custo envolvido em ouvir as sugestões e ter o comprometimento de implementar a melhoria. Esse ambiente, caso seja de fato administrado e utilizado, é um marco para a maturidade de um portal ou sistema de disseminação.
  • Definir os atores da iniciativa e seus papéis A definição dos responsáveis é importante para formalizar a vinculação do ônus aos representantes das áreas envolvidas, a seguir a representação dos que são considerados os principais responsáveis no processo de abertura: 2.1. Órgão central de suporte e controle às ações Promove encontros periódicos para criação e evolução dos modelos de plano de ação e manutenção dos dados, com fim de formalizar um processo integrado de governo: SLTI. 2.2. Patrocinador Responsável pela Iniciativa, principal interessado na abertura dos dados, Executivo de nível superior do órgão. 2.3. Coordenador/Articulador Responde pela execução do processo de abertura, articula entre os responsáveis técnicos e gestores de negócio. 2.4. Gestor Negocial Tem a capacidade de identificar os dados a serem abertos, os dados de risco, dados confidenciais. Tem na cabeça os processo de negócio. 2.5. Gestor Técnico Deve dominar, na organização, os assuntos de ambiente e segurança e conhecer os sistemas de suporte à área de negócio, responde também pelas ações técnicas do processo de abertura(extração e apresentação dos dados). 2.6. Usuário do dado Cliente final do dado aberto, pessoa física ou jurídica que tem interesse de acesso àquele dado: Sociedade civil, em especial os hackers civis, iniciativa privada e os próprios gestores públicos.
  • Levantar os grupos de dados para a abertura Após o mapeamento dos envolvidos no processo de abertura, são iniciadas as atividades conjuntas de levantamento dos dados passíveis de abertura. Antes mesmo que os dados sejam preparados e efetivamente publicados, é preciso encontrá-los, simplificá-los e adquirir permissão para disponibilizá-los. Em teoria o movimento de abertura de dados prega a publicação total dos dados o mais rápido possível. Porém, os recursos disponibilizados aos órgãos possuidores dos dados não prevêem ações de publicação dos dados nos moldes atualmente discutidos. As ações sugeridas a seguir consideram a colaboração como peça importante na priorização dos dados a serem publicados, otimizando a utilização dos recursos e reduzindo as incertezas quanto ao impacto. 3.1. Levantar os grupos de dados possuidos pela organização: O primeiro passo é conhecer os ativos do órgão. Para que todos os grupos de dados sejam elicitados é essencial o conhecimento dos negócios operacionais geridos pelo órgão. O levantamento deve cobrir quais são os dados, gerados ou mantidos, cujo o órgão é responsável. O Gestor Negocial deve analisar os processos de negócio do órgão e identificar todos os grupos de dados produzidos no processo. Participantes: Coordenador e Gestor Negocial. 3.2. Obter autorização para publicação dos grupos de dados do órgão: Para que um grupo de dados seja disponibilizado publicamente é imprescindível um levantamento jurídico e permissão formal da instância responsável. O órgão deve ter uma postura próativa na liberação dos dados. Deve-se tomar como premissa que todos os dados podem ser liberados, e remover aqueles que possuem alguma restrição. É importante enfatizar que mesmo parcialmente publicado, um grupo de dados agrega algum valor. É aceitável que motivos relacionados a segurança nacional e estratégia de governo restrinjam os dados, mas justificativas fortalecem a atuação transparente do órgão. Participantes: Coordenador e Gestor Negocial. 3.3. Definir metadados preliminares: O movimento de abertura de dados está embasado em algumas leis e princípios que defendem o acesso irrestrito e automatizável aos dados. Porém, para o sucesso do movimento é importante facilitar a compreesão dos dados. Se um pacote de dados publicado não está gerando conclusões ou algum serviço, então ele não atingiu a expectativa inicial. É papel do provedor dos dados fornecer artefatos suficientes permitindo a máxima utilização do valor agregado nos dados. Sugerimos a utilização de uma abordagem incremental. No primeiro momento é importante a construção de metadados suficientes para que um usuário externo conheça a definição e escopo dos dados. 3.4. Determinar quais grupos de dados são mais relevantes para abertura: O movimento de abertura de dados prega que todos os dados devem ser disponibilizados o mais rápido possível. Porém, os recursos envolvidos são escassos diante do montante de dados que podem ser disponibilizados. Para que a abertura alcançe bons níveis de satisfação é necessário um planejamento enxuto priorizando a abertura dos dados mais importantes. A definição do que é importante está relacionada ao valor percebido pelo consumidor dos dados. Recomendamos a utilização de uma abordagem colaborativa para definição das prioridades de abertura. Possibilitar que os usuários dos dados exponham suas ideias e colaborativamente definam quais dados são necessários para implementá-las, reduz as incertezas quanto ao impacto e alcançe da abertura posterior. A definição dos metadados preliminares, descrita no tópico 3.3, é essencial para que os usuários vislumbrem as possibilidades . Participantes: Coordenador, Gestor Negocial, Gestor Técnico e Usuário.
  • Plano de Divulgação e Participação O objetivo dos esforços de divulgação é maximizar o alcançe e o impacto das ações de abertura de dados. Por causa disso, considerando que o paradigma de dados abertos é orientado à promoção da transparência, colaboração e participação, torna-se essencial a existência de um plano de divulgação para alcance dessa meta. O consumidor é uma peça essencial no uso dos dados abertos, portanto o plano deve conter ações para seu envolvimento ainda no momento de definição dos pacotes de dados a serem publicados. Essa colaboração aumenta a transparência da ação e reduz as incertezas quanto aos resultados da abertura dos dados. O plano de divulgação pode ser especializado para cada tipo de usuário dos dados. A definição de papéis propõe o melhor aproveitamento dos colaboradores de acordo com o propósito de uso dos dados. 4.1. Sociedade civil O cidadão é o principal usuário dos dados disponibilizados e suas aplicações. O plano deve conter ações informativas do movimento como um todo, esclarecendo motivação, benefícios e meios de acesso. Também deve promover a utilização das aplicações que fazem uso dos dados disponibilizados. Essas aplicações fornecem as informações contextualizadas aumentando a percepção dos impactos das ações de governo, ou seja, maior transparência. 4.2. Hackers civis Grupos de cidadãos organizados e com capacidade tecnica. O plano deve previlegiar a colaboração com esses grupos em várias etapas do processo de abertura. Devem ser percebidos como representantes da sociedade em termos tecnológicos. Têm a capacidade de especificarem os requisitos técnicos de formato e meio de acesso aos dados. São considerados pontes facilitadoras para acesso á informação contida nos dados. 4.3. Acadêmicos As universidades e centros de pesquisa constituem grupos com capacidade técnica e visão de tendência. 4.4. Gestores públicos Apesar de o movimento primar pela disponibilização dos dados aos cidadãos, os gestores públicos também se beneficiarão. A abertura organizada e orquestrada dos diversos órgãos do governo, constitui uma oportunidade única de interoperabilidade. Além disso, os serviços e aplicações desenvolvidas sobre os dados abertos também pode ser utilizado como ferramenta de gestão. Na visão atual, essas aplicações devem ser vistas como investimento privado em prol do Governo. O incentivo mais percebido para utilização dos dados, diferente dos meios usuais, é a motivação do desenvolvimento de aplicações através de torneios de programação. O governo, provedor dos dados, promove torneios premiando àquelas aplicações inovadoras socialmente reconhecidas. Alguns exemplos: Apps for climate action(A4CA) Apps for californians Open.Up Apps for democracy
  • Os concursos podem gerar - empreendedores locais que depois podem vender serviços e apps - melhoria de serviços públicos para os cidadãos que usarão as apps - retorno para os portais de dados abertos http://mashable.com/2011/02/15/how-open-data-initiatives-can-improve-city-life/
  • http://api.tcm.ce.gov.br/ - bastante informação, mas ainda pouco utilizado http://www.governoaberto.sp.gov.br/view/ - pouca informação, tem captcha para baixar http://www.portaldocidadao.tce.sp.gov.br/ - informações relevantes, baixa em csv
  • Apresentacao geral opendata

    1. 1. Dados Governamentais Abertos Esta obra foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição 3.0 Não Adaptada. Ricardo Poppi Cientista Político e membro da comunidade Transparência Hacker
    2. 2. O início (2003) Francis Irving Julian Todd
    3. 3. My Society (2004)
    4. 4. Missão da mySociety “mySociety has two missions. The first is to be a charitable project which builds websites that give people simple, tangible benefits in the civic and community aspects of their lives. The second is to teach the public and voluntary sectors, through demonstration, how to use the internet most efficiently to improve lives ”
    5. 5. Nos EUA (2004) Joshua Tauberer http://www.govtrack.us/
    6. 6. Graças ao govtrack...
    7. 7. Graças ao govtrack(2)...
    8. 8. Resposta .gov <ul><ul><li>data.gov
    9. 9. (maio/2009)
    10. 10. (3.186 datasets)
    11. 11. data.gov.uk
    12. 12. (outubro/2009)
    13. 13. (5.600 datasets)
    14. 14. data.australia.gov.au
    15. 15. (2010)
    16. 16. (200+ datasets) </li></ul></ul>
    17. 17. US
    18. 18. UK
    19. 19. AU
    20. 20. No Brasil! Primeiro Transparência Hackday (Out-2009)
    21. 21. Projetos #thacker Legisdados.org – Pedro Belasco e Helder Ribeiro
    22. 22. Projetos #thacker Site oficial SAC-SP
    23. 23. Projetos #thacker Hack/mashup do Bruno Barreto realizado em 3 dias
    24. 24. Projetos #thacker Site oficial CMSP
    25. 25. Projetos #thacker Site produzido pelo Mauricio Maia (comunidade thacker)
    26. 26. Projetos #thacker
    27. 27. Projetos #thacker
    28. 28. Projetos #thacker Centro de Gerenciamento de Emergências de São Paulo (CGE-SP)
    29. 29. Projetos #thacker Centro de Gerenciamento de Emergências de São Paulo (CGE-SP)
    30. 30. Projetos #thacker Home do Alagamentos – Projeto do Mauricio Maia (thacker)
    31. 31. Projetos #thacker Home do Alagamentos – Projeto do Mauricio Maia (thacker)
    32. 32. Projetos #thacker Twitter do Alagamentos SP – Informa a população
    33. 33. Projetos #thacker
    34. 34. OGD sobre educação - UK Schooloscope.com: translating statistics into graphics and plain English statements
    35. 35. OGD sobre educação - UK
    36. 36. Thackdaydf - Maio/2010 thackdaydf.com.br
    37. 37. Projeto #thackdaydf Dados eleitorais DF - TSE
    38. 38. Projeto #thackdaydf Xerifes do DF – Autores: Bruno Barreto e Ricardo Poppi
    39. 39. No mundo Banco Mundial abriu os dados
    40. 40. No mundo Em 4 de Dezembro de 2010 ocorreu o “Open Data Hackaton Day” (#odhd) - Maratona Internacional de Dados Abertos: - Milhares de pessoas - 73 países - 5 continentes - Dezenas de aplicativos
    41. 41. Afinal, o que é #opendata? “O movimento dos “dados abertos” não pretende colocar ninguém em situações de risco. Dados abertos referem-se fundamentalmente a dados públicos” “A grande maioria das informações públicas na Web ainda é apresentada, mesmo quando em formatos abertos e padronizados, em modo legível apenas por pessoas” “Dados Abertos Governamentais não são apenas a publicação de tabelas de dados legíveis apenas por pessoas, mas sim a publicação das informações do setor público na Web, compartilhadas em formato bruto e aberto, compreensíveis logicamente, de modo a permitir sua reutilização em aplicações digitais desenvolvidas pela sociedade” (Carlinhos Cecconi – W3C)
    42. 42. Afinal, o que é #opendata The Open Mind Principle : “O melhor uso que poderá ser feito com os seus dados certamente será feito por outros e não por você” Tim davies: “80% of all survey respondents agreed with the statement “Innovators from outside government will use OGD to build better online services than government can”
    43. 43. Afinal, o que é #opendata? Completos Todos os dados estão disponíveis e não limitados. Um dado público é o dado que não está sujeito a limitações válidas de privacidade, segurança ou privilégios de acesso. Primários Dados brutos sem agregação ou modificação. Atuais Publicados tão rapidamente quanto necessário para preservar o seu valor. Acessíveis Para o maior número possível de usuários e para o maior número possível de finalidades. Processáveis por máquinas Razoavelmente estruturados para permitir processamento automatizado. Não-discriminatórios Disponíveis para todos, sem necessidade de cadastro. Não-proprietários Formato sobre o qual nenhuma entidade tem controle exclusivo. Licenças livres Os dados não estão sujeitos a nenhuma regulação de direitos autorais, patentes, propriedade intelectual ou segredo industrial. Restrições sensatas relacionadas à privacidade, segurança e privilégios de acesso podem ser permitidas.
    44. 44. Lei de acesso a informação [...] § 3o Os sítios de que trata o § 2o deverão, na forma de regulamento, atender, entre outros, aos seguintes requisitos: I - Conter ferramenta de pesquisa de conteúdo que permita o acesso à informação de forma objetiva, transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão; II - Possibilitar a gravação de relatórios em diversos formatos eletrônicos, inclusive abertos e não proprietários , tais com planilhas e texto, de modo a facilitar a análise das informações; III - Possibilitar o acesso automatizado por sistemas externos em formatos abertos, estruturados e legíveis por máquina ; IV - Divulgar em detalhes os formatos utilizados para estruturação da informação; V - Garantir a autenticidade e a integridade das informações disponíveis para acesso; VI - Manter atualizadas as informações disponíveis para acesso; V - [...]
    45. 45. O processo no Brasil Em Novembro de 2010 a SLTI (Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento) publica o Roteiro para Abertura de Dados e é formada a INDA (Infraestrutura Nacional de Dados Abertos) - Documento de 12 páginas - Cobre aspectos gerenciais e técnicos
    46. 46. Roteiro de Abertura Melhores práticas para publicação 1. Identificador Persistente 2. Metadados 3. Padrões de arquivo aberto 4. Clareza nos direitos de Uso 5. Ferramentas para consulta e indexação 6. Ambiente de feedback
    47. 47. Roteiro de Abertura Definir os atores da iniciativa e seus papéis 1. Órgão central de suporte e controle às ações 2. Patrocinador 3. Coordenador/Articulador 4. Gestor Negocial 5. Gestor Técnico 6. Usuário do dado
    48. 48. Roteiro de Abertura Levantar os grupos de dados para a abertura 1. Levantar os grupos de dados possuidos pela organização: 2. Obter autorização para publicação dos grupos de dados do órgão: 3. Definir metadados preliminares: 4. Determinar quais grupos de dados são mais relevantes para abertura:
    49. 49. Roteiro de Abertura Plano de Divulgação e Participação 4.1. Sociedade civil 4.2. Hackers civis 4.3. Acadêmicos 4.4. Gestores públicos
    50. 50. Concursos de apps “ Cities can spend on average between $20,000 and $50,000 — even as much as $100,000 — to cover the costs of opening data, but that’s a small price to pay when you consider how much is needed to develop a custom application that might not be nearly as useful.”
    51. 51. Iniciativas .gov.br Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Ceará ( http://api.tcm.ce.gov.br/ ) Governo Aberto SP ( http://www.governoaberto.sp.gov.br ) Tribunal de Contas do Estado de São Paulo ( http://www.portaldocidadao.tce.sp.gov.br )
    52. 52. Próximos passos 1- Se inscrever no SISP e participar da comunidade da INDA 2- Comparecer ao Workshop Data : 01/03/2011 - terça-feira Horário : 08:30 - 18:00 Local : Escola de Administração Fazendária – ESAF Preencher Formulário de inscrição
    53. 53. Workshop GTs preliminares da INDA: 1- índice de informações de governo e melhores práticas 2- Gestão e normativo da INDA 3- Tecnologia 4- Modelagem, Metadados, Dados e Padrões
    54. 54. Workshop Possíveis produtos da INDA: 1- Criação/definição/levantamento de Licença para dados abertos governamentais no Brasil 2- Infraestrutura física - “Diretório brasileiro de Dados Abertos” 3- Definição da política de fornecimento de dados abertos 4- Plano de comunicação 5- Ontologias de governo 6- Capacitação 7- Disponibilização de Workshops de Dados Abertos Governamentais 8- Investimento para capacitação social para o uso dos dados 9- Guia de abertura de dados 10- Infraestrutura de URLs persistentes 11- Modelo de maturidade (conceitos de Dataset e métricas) 12- Catálogo de Dados públicos
    55. 55. Obrigado! Referências importantes: 1- Comunidade da INDA no SISP 2- Link para inscrição no workshop 3- Roteiro de abertura de dados 4- Esta apresentação http://thackdaydf.com.br/2011/02/links-inda Esta obra foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição 3.0 Não Adaptada.

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