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Lição O9- A Nova Religiosidade

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SÍNTESE

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5 E os que ouviram foram batizados
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e   aturar ara.  .,  ,NF   e...
HTRA na revisão*

4. Quais são os nos estágios da
igreja enquanto instituição? 

5.0 que os “sem-igeja” 
mais valorizam , ...
in .  f 3;:  V. 

; Curta
_, _Y_-(“H1,_¡; ,Ê¡›, FN. . , wíllgg
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Emmerson: 
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Lições Bíblicas Jovens 3º trimestre de 2015.
Tema: Novos Tempos, Novos Desafios- conhecendo os desafios do século XXI
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Lição 09- A Nova Religiosidade

  1. 1. Lnçózs Biàucns DVB-I IS : E à ü 'a _ . : 41:: - . /': IÃJ”/ Í:/ ' ü L Í! - v ' _Í-: É " Axsséfmb1e1adç: LDeus em _ *ÍíFlorâniég-IÊN; A *. a okê; Q i A “Maxsuel Aq1_1_1no , * I l_ ___ A reja í undo Novo Ço ndo os esafios do Século XXI
  2. 2. #Recapitolando ' Qual deve ser a¡ posição à da igeja quando as Leis dos homens aüopelam as Leis divinas? “Cite os qqsüo pontos” " s, A_ dia oonsutulçeo que . Q Deus determmou a . e Adão e Eva. . A _ <, ?: ç
  3. 3. x É 'lRecapltnlando ' Afigeja esta preparada para lida com questões como, por exemplo, o casamento &homossexual; c: Enquanto cristãos; como proceder caso tais leis sejam aprovadas? à-. vx › _ ç:
  4. 4. 51H. LI. . . H . Í _L m l . .ll J. g 1i4 . . ¡Hlu Ii_ . .m , ._l. _ J . ni N. . , LA l_ J : c y a1 . . l _ ñ¡ _l *il J» jk? l w. . L J , . . I , 1 . ñ n_ . , V. ,, .ui _ _ k . _ . ñ _ . i, F 'J É . i, . L . i . l. . u 7 xi , H_ H F x »IF-k “ ~i ; Í1¡»'›: _I; Íí'~lí; yp . r . ll i_ 5 a ; a ll VIA Lllx 1 . k »na 4 I ñ . a r u a . .e r _ o,
  5. 5. Lição O9- A Nova Religiosidade TEXTO DO DIA “Suportaimvos aos outros, perdoai- vos mutuamente, caso ai en; tenha motivo de queixa eoritrapouifçrem. Assim *$35,90 0 i . nã: . _. a_'¡. -_ . _ _ p _ _ , _ , or Vos perdoou, assim r; . . - -' › " - _. _ . › , _. . _ _. _ . _ . , . _ ñ L_ _ 2x_ _. _ _ V_ _, -. › 1- . . - . . . V _ ~. , _. v n I ' n “ Í' r . , ' x l . . '_ › v_ . › __ . . __ v, V_ 4x. .., _ _. É ' . w . _ . . . . g _ g _, -_ › ~ . '_ à _ , - . ~ . -' . ^. ,-_ ' '- ~ ' í . . . ' ~ . - . ' « ' , . ' '*' - . . i - x ' vma* ^ w' 'k . ' ' * * v ' . .-30 . n - ~« 1,¡ . ' . “_ ' ' w, _ ›. _., ¡_ . . _ _›¡ w . __“ « _. .« I ' , v . .. -.. ;_~. _. _ _ u . - . , , , _ l . , _ _ . ,
  6. 6. SÍNTESE Se não agirmos como sal* da terra e luz do mundo, nao seremos conhecidos como discípulosde Cristo, . ,_ 1_. - 1 ta. . _ñzna W . X4.: , _ . . . _, . s . ' . . . - ' . ' P. ,rg , . j__, _ . ,. _ -_. , . _n . V. A . _ . '~. ,' . _ . V. .um. x . _ _ 4 . N . t- ¡_ da¡ . EV _ ›- _. . -
  7. 7. BÍB L Co omanos 2. 17-«24 l7 Eis que tu, que tens por sobrenome judeu, e repousas na Lei, e te glorias em Deus; 18 e sabes a sua vontade, ,e aprovas as coisas excelentes, sendo , instruído por el icsnñas que és guiaidrorsfoãsésoçissi1úZ§ '*s"; g:i: :., ; p_íí 3.5,; dos que estão em trevas, t:
  8. 8. Íãensinas ati mesmo? Tu, que I'- A . «._~ . ., "_' a % . 1( 7*"(x'- ~*-W 7* "7'Ã'5'7' -. nao se deve _ _ . ¡, . r . .. y i mix . 'Í *ütk* - 'x A ' " t' * X j. , . _ , 'J _' I, q. v _V . p, . s 4.¡ BÍ s L co Romanos 2, l7m24 20 insnuidor dos néscios, mestre de crianças, que tens a forma da ciência e da verdade na lei; 21 tu, pois, que ensinasia outro, não te precisas que
  9. 9. BÍ s L co Romanos 2, l7m24 22 Tu, que dizes que não se deve adulterar, adúlteras? Tu, que abommas , ops ídolos, cometes saorrlégro? 23 Tu, que te gloriasênarlei, idesonras a Deus pela nansgessãodaler? 53.1324 Porque, como está' escrito', o nome de »Deus e blasfemado ennteojsij gentios, por a ' A . ~ e causa de vos , - . .'25. . ~ ^ x Q 4 5¡ ~ a - __ _. ¡.__. ~ . . ' ': N, ~. . . ' - a
  10. 10. ie í . Wiãi «Im »ih V? 3; » a _ . ./_ __l _t_ l____. . ici/ Vêm_ li 1 'ia/ t (Fil '. "_l'_'~)_l*_l* k KN , FJ( l¡ *VL M; ;LVHei-Hr” 'um i n Lilzaçgi f! Lua ,
  11. 11. No século passado, havia um medo de que o mundo se tornasse ateu. Mas, = denno de cada. ser humano existe um'. vazio existencial que só pode ser preenchido A pelo Criador. . p pá. ,
  12. 12. É_ lnüodução Nestenovo século, um novo fenômeno tem crescido, O movimento , a s . . dos o u “desigejados”. ' “ - <ðv s:
  13. 13. “Não deixando e nessa congregaçãg, como é costume de alguns, antes admeestande-ños une aos v? , . *t5 oun-os; e tanto mais, quanto eveées queose . vai " aproximando dia. ” e (Hebreus 140.25) . g pá. ,
  14. 14. _LT ty' : Eita . w Eles** “e i1 En» 11511( à _aja V713» ic¡ (a : r rírlgxrilllle; irc e « En* [Amar, r í r r vw E5. , vu de _jjititileidii . aq f* JMJ* WLTÍÍÍÊKVÂPW *L4 11 , ía z/ Ji _Fix É( ri v JUL 'Li _~l*r; tf~1r_: :*_: * r_ j,
  15. 15. Como* lidar com estes que se dizem desiludidos com a igej a? lp-Ioje estaremos refletindo sobre este assunto. . g pá. ,
  16. 16. I - A FALÊNCIA DA RELIGIÃO QFICIAL DE IS 5 k N -. M. ) . .M › 'U ' ' a . e. › ' . . v H . W '. “ 4 5 _ _ _ u_ . . ' . W ' . h ~l '- ^ n l ¡ "o. _ . _ . .. , . . _ , . . t . ~
  17. 17. l-Ônascime t o , . : ll o da religiao oficial e Israel_ com a promessa , feita por iêDeus a
  18. 18. l. Onascimento da religião oficial de Israel. Cp: 'Ql
  19. 19. :PW rrll_L§: ,kí , ~'*”'/ Í t (lt * "Ut t' * > < le -matei à. .. ... . Sara Abraão Rebeca Isaque , _ n Gade Simeão Judá Zebulom DÊ_ Aser
  20. 20. l. Onascimento da religião oficial de Israel. Cp: 'Ql
  21. 21. l. Onasoimento da religião oficial de Israel. “E t começaram a os sete _anos de fome, como *lose *Unha dito; e havia fome em c, todas as terras, mas _ tl em toda a terra do ~ " Êgito havia pão. ” (Gênesis 4h54)
  22. 22. l. Onasoimento da religião oficial de Israel. éevx › n¡ . ' . J -
  23. 23. l. Onasoimento da religião oficial de Israel. Depois da morte de José, dos seus irmãos e toda aquela geracãoeum nÍovo fariaóí reinou no Egito. éevx › __ Ç . l a ¡v! . J .
  24. 24. l. Onasoimento da religião oficial de Israel. “8 ÍE'1S'>Va11Í°l1'_5° @novo rei sobre o*Egiio, ccqtie não o cemeereià avloãé; 9 Oqualdisse ee_s›eu rever e. i Eis_ @ue povo dos filhos . g " de Israeliémuito, e mais i _ poderoso do que nos? (Êxodo l1:8,9) <el°= <
  25. 25. l. Onasoimento da religião oficial de Israel. “E aconteceu, depois de muitos dos» que morrendo 0 feidoEgito, os lüLnos de Israelsíispirarâln_ por causa da servidão, e e. clamaram; e o seu clamor . Q l subiu @Deus POI Causa de “ . sua servidão. ” <, ?; ç (Êxodo 2:23)
  26. 26. l. Onasoimento da religião oficial de Israel. “E ouviuDeus o seu gemido, e lembrou-se Deus da sua aliança com Abraão, comilsaque, e _ ~ com Jacó? ” 'v (Êxodo 2:24) * i
  27. 27. l. Onasoimento da religião oficial de Israel. Depois de 430 anos de escravidão, os Israelitas saíram da terradoEgito. . .
  28. 28. e* Ã Hewitt: *dia* i i Í "J " ~ x L" «l J ' g , .J _ »Jul LÀLJAL L RV J; k Í. . r LU r *lekfielrizc s, [ p», *Íiiis7i”i'onlj; liiMilhas ¡fka ~ A »e : Íftíil"ãi; íiwãl _ L_ ¡LÀ , i1"? 7 *Full , lãlljkiil
  29. 29. A Divisão das 'Iíríbos l-lazor O N¡ NAFTALI O ASER Z E . B U Lo N* : Vlar da Galiléia MonTe Tabor Megw; ISSACAR. M A N ASS É s n. Mgnte çoan Monte Gerizim - ° âKluem Adar Azlediterrânreo (É) 'ev , -Sub CADE EFRAIM _Q _ k o? o Sitirn _ , DA . m, , . X ,4 BENjAfvllh/ l o- _ › ~ . __, *”/ jeru§1éítf › A Meme Nego Hebrorn o RÚBEN IUDÁ M , ar - Azlorlo . w AA ABE , r-v" ' Berseba o SIMEÃO EDOAA A O 2D 40 60 80 100 q? " Claiton-euros «LD Snxicmlanlus Bíblicas Linídae. 1993
  30. 30. l. Onasoimento da religião oficial de Israel. O. povo saiu do Egito, -mas oEgito ainda não tnha saído j_ ~. _ completamente do , l 'i c; _ povo,
  31. 31. l. Onasoimento da religião oficial de Israel. “Não farois seguiêtdo os obras ele. terre ciel/ Egito, em que hebjiasteseheü: fareisgsegtmdossobresdê terra ele Canaã-pare o qual i ~ e. vos levo, =nemi andareis A Q _ nos seus estatutos. ” › (Levítico 18:3) Q ç
  32. 32. l. Onasoimento da religião oficial de Israel. 'Em 93 liaC o Reino de Israel -foi dividido, formando os Reinos do Sul( Judá e Benjamin) e ele Norte (também conhecido oomoilsrael, composto por dez üibtos). Çc: 'Qi
  33. 33. l. Onasoimento da religião oficial de Israel. #Nessa época os profetas tornaram- se cada vez mais incisivos em suas denúncias da apostasia nacional, principalmente “ - . . em relação aos reis e aos u sacerdotes (Jr 7 ;21-26; 25,4; 29.19).
  34. 34. l. Onasoimento da religião oficial delsrael. “Porqupanto não deram” ouvidos» às mimos palavras, o Senhor, mandando +lhes ea Os meus servos, os profetas, madrugando e eñviando; “ ~ . q ' Í.
  35. 35. *Ílfeirfna r azar; « ; “:<. :.«“t : er 'Wo o l le uma 1.13%: @lui P. í; j._'7_l'ñl_lij; :: v s** Hi3» en; I as; J at; i'fiiil~zç_x~fs "Longas e¡ 'v"v'i_i'riiiãxviiv= ~, «ts«, ;,; ;,~, :song: É l i ii saeLt"~"ax; ;:ÉkrL e vir: n* H3.
  36. 36. l. Onasoimento da religião oficial delsrael. #Para alguns, durante a restauração dos muros de *Jerusalém sob a liderança política de Neemias, e a religiosa de Esdras (Ne 8,1-18), foi. que de fato nasceu o A judaísmo. ” Ce: 'Qi
  37. 37. 2. A” boa consciência de Esdras e a distorção posterior «six › Ce: 'Qi'
  38. 38. 2. A boaponsciêniade Esdras e a distrção posterior / // / / g v. msm»
  39. 39. 2. A boajconsciêniade Esdras e a distr posterior ,7”%
  40. 40. 2. A” boa consciência de Esdras e a distorção posterior
  41. 41. 2. A” boa consciência de Esdras e a distorção posterior
  42. 42. 2. A” boa consciência de Esdras e a distorção posterior
  43. 43. (Mt 23.139; Lc 1137-54) E por que *Jesus referir-se aos escribas de forma negativa?
  44. 44. 2. A” boa consciência de Esdras e a distorção posterior
  45. 45. 2. Aiboagconsciêniade Esdras e a ditção posterior xx *x
  46. 46. 2. A” boa consciência de Esdras e a distorção posterior Havia; Prática' . nadicjionalista extôílm j_ j": A ãQ 6 meeenãii* ? mas ? or sinceiidêáe 1mm : ê b' . " (Mtil5;l~9)s o u
  47. 47. 3; Um perigo pára a do . primeiro século e para a de hoje
  48. 48. 3; Um perigo pára a do . primeiro século e para a de hoje
  49. 49. 3; Um perigo para a do . primeiro século e para a de hoje
  50. 50. 3.“Um” ° . e . Dengo para algrejà do p Primeiro séc o ulo e para a de e/ /f / / ~O' O O K
  51. 51. 3; Um perigo para a do . primeiro século e para a de hoje éevx › n¡ . ' . J -
  52. 52. 33:77 vhrk_ , Lx l. r . , 2:. u. . a_ gw, ,U m, .. . . s: r , ._ r. : ; , , n. .. v ; . _ . r, ; . , . , . -. y , z , ;na , _k rkrñ ri. , . Num . y nl_ y e_ 2( . k o o_ n 1 . a . .rvz Par, x», Nr. f. ; Avaí. , t, FF
  53. 53. 3; Um perigo para a do . primeiro século e para a de hoje éevx › n¡ . ' . J -
  54. 54. 3; Um perigo para a do . primeiro século e para a de hoje
  55. 55. E o que fazia o sacerdote? é Mas, o que sacerdote?
  56. 56. LU_ f, ; r . _ um_ t, .LÁ QL . r 7 L. n. E i, ., 1» _ ai_ , T_ . ri . r _ é ; o . *JÍ e . x4 J ln_ ) _ _ nr
  57. 57. 3; Um perigo para a do . primeiro século e para a de hoje éevx › n¡ . ' . J -
  58. 58. «ea › _ . p #Cp
  59. 59. II- “FENÔMENO DOS DESIG ' a ; k ' . , ' . W ' _ . _ . , . _ .
  60. 60. .Y “Demgrejados” «ea › g- Cp: 'Qi
  61. 61. . V KA , a . 1; O fenomeno g-
  62. 62. . V KA , a . 1; O fenomeno g- «ea ›
  63. 63. . V Trata-se de um movimento que prega a necessidade de uma nova compreensão do evangelho e da espiritualidade, e de uma nova teologia com omanova abordagem da Biblia. KA w › ; _1_. O fenomeno g- Cp: 'Qi
  64. 64. &segtmdo maior do pais. . Y_ ' A , a . g1. @fenomeno NoBrasil, os “sem religião”- que não tem nada em comum a não ser a crença, ou não, em Deus e o não nunir simpatia por nenhuma denominação- ; já : é o g- . p pá. .
  65. 65. J' esta influência emergente e hostil em Caio o Fábio, ex+pastor No Brasil, vemos E
  66. 66. 7 ' r¡ Pense! O que podemos fazerpara conter o crescimento desse novo gupo de pessoas? «ea › . p pá. ,
  67. 67. &king; grupos de religião, por número de adeptos Católica Apost; @emana 123 280 172 (65%) Evangélicas 42 3275 *40 Sem religião 14 595979 Evang; não : determinada 9,221 gi 129 Espírita 3.848.876 (2%) “Testemunhas de 'Jeová 1393208” t(0›7%) Ateu 615 O96 Umbanda 437n3r3l' (0s2%)5l* Judaísmo 107.329 (0,06%)
  68. 68. . V KA , a . l; O fenomeno g- «ea › . p pá. ,
  69. 69. N r 'V' ' 2a'As põ§§1Ve1s-causa . (5. ~= _. K2/ a
  70. 70. . V 2. As possíieis causas Cp: 'Qi
  71. 71. 2. As possíieis causas Cp: 'Qi
  72. 72. Para refletir 0.6x › . p #Cp
  73. 73. . V 2. As possíieis causas «ea › ç_
  74. 74. N , Zsãàs põs"s'1 Viusa names-f? ” 4'
  75. 75. 2. As possíieis causas «ea › Cp: 'Qi
  76. 76. Impoitante
  77. 77. ._ r com Que importância tem a nossa ão com a ' Q Ê? i1¡ 1 Ó Ô 3°_ x9 o 'x Deixerme responder a esta pergunta . - -. ., . - s. . «gr &Nx; '* I. ' '_ . _ ' _ N 4 f' ^ e ga " g. " M¡ ' . ¡ v. *uy «x . s . I '. '. _i . - p '- ^"4 a, ' . A_ . _;_"'_L . --*. _. .. , _ . '~. ,' . _ . V. .um. x . _ _ 4 . N . 2 3- ¡_ da¡ . EV _ ›- _. . -
  78. 78. 1¡ _ " ' . r _ À. .I _ " › L t' v. r§ k'› E l g »e i Sermão Sincoo › ãfgÊzUm pator estaVa-peocupado com a 'ausêncm de umtho que noalrnente "JW. i"" _ s. . ; j' _ *x a'aos'cultosÍDepo1?de algumas 35s: ; a a semanas, 'elÊ'd1d1u Vlglíltlo. Quando (9 . apt-mí, , ; a pastorhchegg _a casa deste homem, @ba . -_; ;¡, «- _ ç -__ _ p, m encontrou sozinho? sentado d1ant? de uma , ' A. _ 1are1ra. O pastor puxou uma cade1rae se; - sentou ao lado do homem. Mãgdeídis de sua saudação inicial, ele não disse mais nada.
  79. 79. Sermão Silencioso Os dois ñcaram sentados em silêncio por minutos, enquanto o pastor olhava para as chamas na lareira Então pegpuas pinças e tomou cuidadosamente gmigbrasa; acesa das chamas e a colocoude lado. izfmàr' 'íaíw ' _: Sentouwse de volta nàisnaca d 1ra5 ainda em silêncio. O seu anñniãioióbserírou em reflexão silenciosa come a brasa Íciomeçou_ -'. -_v_. ..". ___ _ v. . 1_. ¡ m. . aisüíeinmular e se pagou Póííco 'depoiss
  80. 80. 'a0 pastor olhou no seu relóg1o e d1sse quetmha e- ' . sn- ' . e o a qge__1_1;°embora, __n_g_as__a_nã§'d1sso'pggoy'a'°brasaÍfna e a ãcolocou'd_¡volta no go! Imedlatamente! ;ela ' hp-bnIQ--í n: 0"_ ñíÉÇÊÊàiluzir- novamentÊão-ü luzie o calor g4 -: ~¡ do'cão aceoabttseurer; Ãgpaor. se 'levantouspara ir, » #do e o homem: tang_15ég1”s'_'ê lêvantguyk 'Í 1nd; 1 aperto de mão; Então, íço_1:_¡_1__um somsonoíseu! - rosto, ele d1sse: “Obngadopelo sermãoÊ pastor. Eu Vejo o senhor na Igreja, no domingo". Autoria do texto: 'David Roper
  81. 81. . V i 3. A pior causa ida rej eição ç<u 'Qi
  82. 82. . V i 3. A pior causa ida rej eição sàí ÍÊÍÍÊ mundüe ç<u 'Qi
  83. 83. . V i 3. A pior causa ida rej eição ç<u 'Qi
  84. 84. Í V' a 3. Afpibr 'óãüsa dêíTrej eição í' *-
  85. 85. HI - PRESERVANDO A IGREJA 1sMovIvo
  86. 86. 1. O perigoso cielo da igreja como instituição. 0.6x › ç<u 'Qi
  87. 87. 1. O perigoso cielo da igreja como instituição. ç<u 'Qi
  88. 88. 1. O perigoso ciclo da igreja como instituição. ° AIgej a nasceu no Pentecostes (At 2.1-13) s Tornou- se um ppodmeroso movimento a (At2.42-47) 0 Eifoi preciso reforma-la na Idade Média, por ter se u . uansformado em um monumento. p _ r, . g 2,
  89. 89. . V 2, Avaliando nossa atuacão (iPortai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos oegos›n_emàíãeia de Deus? ” ; g j* _ . . , (1 Coríntios 10.32) e o u . _
  90. 90. Í L «vam V_ p j» 'Mr ¡galwlír Q u IML* _í l*É"'i'“ *c* Well lwiêi? NÍÔUÍK: Q ter* _ I _ V : :me 1 f» Liíxxze : kt @ITU 'íilí'= i”iiiêííigíÇlitlÍÉ¡ 'i7 iÀQTJÃEÍÃVÍÃiÍNZ , É 7 _ um¡ tflvjjin »K~TI"~ te? ”
  91. 91. 3.0 valor do pentecostalismo . clássico Uma das características desse novo “gupo religioso” *é a _ V* “s” N _ valonzaçao da _ experiêncra 4% ' . " a e _V religiosa
  92. 92. 3.0 valor do pentecostalismo . clássico écvx › n¡ . ' . J -
  93. 93. Atos 1322-4 2 Disse-lhes: Recebestes vós já o Espirito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe; Nós gemia ainda ouvimos que haja Espírito 3 Perguntou-lhes, então: Em que soisjbatjzadosíl então? E eles disseram: _No batismogdeÍtJoão, x. t: __ _j4pMas Paulo disse: dão batizou v '; ;;, pcg¡o_1fng po_batismo de arrependimento, dizendo_ ao a* &f; povo; que cresse no que apósfelehavia¡ 'de_¡vir, ~ » ~ ít, :›: , n? *í. ?listê-, céacrem Jesus Cíiàtsiêiv
  94. 94. Atos 195,6 5 E os que ouviram foram batizados em nome do J esus. , 6 E, impondcmlhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam linguas, e profetizavam. .írii? :f À', v': m'. "“. a“ I. .. i-'u pi' j 'X1' n *"4-_s', o_ -ÉÀÍÂ . --'. . _ _ . ,,- . _ . s '. .' t ' w . '. . ' i *Ú ' j_ Í** . . - 'n51 -'~. §.“" " . Ç* - - 'l~ " ã' v¡ I .4 , ._ y '_ 'Àf- _~ . j › ~ ( a A
  95. 95. 3.0 valor do pentecostalismo . clássico «imã › n¡ . ' . J -
  96. 96. 0.6x › _ . p #Cp
  97. 97. . V Imporitante 0.6x › . p c'
  98. 98. u' ' . Conclusao Á? , urgente que vivamcs como sal e luz deste mundo, pois temos uma tarefa que é inadiável e inuansferível (Mt 2819,20), Sejamos exemplo em tudo, para que O nome do nossorPaicelestial seja A gloriíicado pelas nossas boas k obras (Mtílõ). / 0.6x › Cp: 'Qi
  99. 99. p: l¡ jEJN ¡v! * É im» e , .-E jm mis", RX _ k( R¡ Â! T T p; l Í¡ _ - * b” _i e aturar ara. ., ,NF e H “p í *É* k3k» l (L, l I; :Jlr_ñ: r “- L» H j r h + Jukr Ml saga¡ p l, I_ l à . .í A e f )k dl . t i'<¡iT! ›*'*L b . à] l
  100. 100. HTRA na revisão* 4. Quais são os nos estágios da igreja enquanto instituição? 5.0 que os “sem-igeja” mais valorizam , _ . g p _ ' w r *Pv . g : j
  101. 101. in . f 3;: V. ; Curta
  102. 102. _, _Y_-(“H1,_¡; ,Ê¡›, FN. . , wíllgg VXÍ_ , NV ¡ r i iÍl r. Emmerson: @amââlííãâgmlãl©onnoãâodlüloâümi httrrl/ atitudedeaprendiz blogspot com br/

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