ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ




         ...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ




O que é a...
Recanto das Letras, e funciona da seguinte maneira:
a cada dia é dado um mote diferente, os autores

                     ...
respondendo sempre naquele tópico. No dia seguinte
                                                                       ...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ






       ...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ






       ...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ






+RMH HX...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ






0XQGR 3...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ




         ...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ




         ...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ






       ...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ






'HVFDUW...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ





     $ S...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ






       ...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ




         ...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ





        ...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ






6HPSUH ...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ





        ...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ




         ...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ






       ...
ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà                                              Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ




         ...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

E Book Sempre Haverá Poesia

584 visualizações

Publicada em

Textos de vários autores
Publicados no tópico Poesia On line
- 28 Maio 2009 -
Fórum - Recanto das Letras
Mote “Sempre haverá poesia”
Proposto por
Joseph Shafan

Publicada em: Educação, Diversão e humor
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
584
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
4
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

E Book Sempre Haverá Poesia

  1. 1. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ _____________________________________________ 6HPSUH KDYHU« 3RHVLD http://recantodasletras.com.br/ 3RHVLD ³2Q ± OLQH´ Sempre haverá Poesia ' Organização e compilação: Joseph Shafan Textos de vários autores Mote de 28 Maio 2009 Publicados no tópico Poesia On line Esta obra está sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde - 28 Maio 2009 - que seja dado crédito aos autores originasi - 1mR p SHUPLWLGR PRGLILFDU HVWD REUD 9RFr QmR SRGH ID]HU XVR FRPHUFLDO GHVWD REUD 9RFr QmR SRGH FULDU REUDV GHULYDGDV Fórum - Recanto das Letras Mote “Sempre haverá poesia” shafan@uol.com.br Proposto por http://www.shafan.prosaeverso.net/ ŸÆl®ˆÍÍ0ˆAyA› http://www.recantodasletras.com.br/autores/shafan Edição 2009 Í Antonio José Cavalcanti Coelho ajcavalcanticoelho@gmail.com ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 1 2
  2. 2. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ O que é a Poesia quot;On - linequot; 2Oi (VWUHDQGR HP SURYRFDU R PRWH GHVWDTXHL R A poesia feita quot;on-linequot; num quadro do Fórum do IUDJPHQWR DEDL[R TXH SUH]R PXLWR
  3. 3. Recanto das Letras, e funciona da seguinte maneira: a cada dia é dado um mote diferente, os autores 1mR GLJDV TXH HVJRWRX VHX WHVRXUR escrevem somente sobre aquele assunto do mote, e anunciam a hora em que seu texto foi elaborado logo abaixo do texto. TXH WHPDV IDOWDP HPXGHFHX D OLUD 3RGHUi QmR KDYHU SRHWDV O mote poder ser: uma palavra, o nome de uma PDV VHPSUH KDYHUi SRHVLD música, um verso de um poema conhecido, uma data (QTXDQWR DV RQGDV GH OX] comemorativa e outros a serem sugeridos. D XP EHLMR SDOSLWHP LQIODPDGDV Não importa a categoria do texto, podendo ser : HQTXDQWR R VRO HP QXYHQV GHVSHGDoDGDV soneto, rondel, poesia, poetrix, haikai, trovas; GH IRJR H RXUR VHMD YLVmR esperamos sugestões de outras categorias. HQTXDQWR R DU HP VHX VHLR FDUUHJXH SHUIXPHV H KDUPRQLDV Há um tópico onde os escritores deverão se HQTXDQWR KDMD QR PXQGR D SULPDYHUD inscrever, para dar o quot;motequot; a cada dia. Cada um deverá saber que é sua vez de dar o mote, deixando-o na noite anterior ou na manhã do dia. KDYHUi SRHVLD Cada participante não deverá sair do mote do dia, *XVWDYR $ %pFTXHU SRHWD HVSDQKRO
  4. 4. respondendo sempre naquele tópico. No dia seguinte 0RWH 6HPSUH KDYHUi SRHVLD é criado um novo tópico e o anterior é trancado não podendo haver mais participações somente leituras. Aqui estão mote e criações literáriias do dia 28 de maio -RVHSK 6KDIDQ de 2009. http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=2808 Boa leitura ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 3 4
  5. 5. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ $UUHPHVVDGD j DUHQD DRV OH}HV IXL RIHUHFLGD JODGLDGRU LQWUpSLGR DEUROKRXPH XP YHUVR ( HX HQWmR FRP HOH LQWHUDJL QXP PiJLFR GXHWR 6HPSUH KDYHU« SRHVLD HP PLP 6HPSUH KDYHUi SRHVLD HP PLP 1mR LPSRUWDP UDWRV GRHQoD IRPH GHVJUDoD 3RGH FKRYHU FDQLYHWHV DEULUDPVH JURWDV +i UDWRV QR WRPEDGLOKR GD PLQKD FDUDYHOD 6H D PDQDQFLDO VHFDU D HVWLDJHP FKHJDU D 2V JDWRV PXL DPLJRV VDtUDP GH IpULDV H[SLDomR SHUVLVWLU FRPHUDP PHX TXHLMR GHL[DUDPPH j 6H WXGR GH PDOID]HMR D HX LQFLGLU DLQGD PtQJXD DVVLP 0DV D SRHVLD DLQGD HVWi HP PLP RP DV ErQomRV GH 'HXV 6HPSUH KDYHUi SRHVLD HP PLP 0LQKD OiSLGH IRL HGLILFDGD SHORV FDUQtILFHV ( XP HSLWiILR SRU HOHV HVFULWR $TXL MD] SRHVLD LQHUWH 'HQLVH 3RHQLVH 6HYHUJQLQL $QLTXLOHL H QHOH FRP VDQJXH JUDYHL 6HPSUH KDYHUi SRHVLD HP PLP http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=395 $ -RJDUDPPH QR GHVHUWR VHP iJXD SRU SHUWR PLUDJHQV DEUROKDUDP RiVLV SRpWLFRV EHGXtQR WURX[HPH VXEVtGLR SURYLGHQFLDO OHWUDV VROWDV DOIRUULDGDV (QWmR HX SRHWHL 6HPSUH KDYHUi SRHVLD HP PLP ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 5 6
  6. 6. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ nos aquece e aformoseia o Outono etapa de vida que fertiliza para reformar e o verão o ofertório a messe a conquistar $ WHUUD ³ SRHVLD eis a terra em poesia nas suas mais belas estrofes tornando o oculto visível é assombro que se sente Sendo a poesia a arte e pode não haver poeta Mais bela que da terra brilha para a saber cantar Telas primorosas se admiram mas na sua essência nas paisagens que nos cingem terra é poesia escrita Expressões de sentimentos basta sentir os seus beijos Se observam na sua conjuntura basta olhar os lampejos Cânticos em trinados de vozes e o desejo de a amar Que ecoam pelo firmamento Sons harmoniosos se ouvem Té recados de beleza e paz http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=12947 As estações se renovam $ com fecundidade e magia uma primavera que se esmera com a sua alegria um inverno que nos oferece a ternura branca e fria e uma lareira acesa ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 7 8
  7. 7. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ +RMH HX YRX FKRUDU 3DUD WRGR VHPSUH 3RHVLD 3HORV YHUVRV MRJDGRV QDV HVTXLQDV GR WHPSR (X GHUUDPR PLO OiJULPDV HP FKRUR SURIXQGR Ainda que eu me distraia 3RU FDGD SRHVLD TXH H[SUHVVDU XP ODPHQWR haverá poesia em mim 3HODV LQVSLUDo}HV UHFROKLGDV HP PHX PXQGR Ainda que te cales haverá poesia em ti 3RU DOJXPD SDODYUD TXH WHUHL TXH RFXOWDU HVFRQGHQGR GH PLP R TXH PH ID] VHU SRHWD Mesmo que estejamos sós RPR HUYD GDQLQKD TXH YHP SUD PDOWUDWDU como há tristeza na morte 2X HVSLQKR SUD DOJXpP TXH D SDODYUD HVSHWD como há sorrisos na sorte KRUDUHL SRU WRGRV RV SRHPDV HVTXHFLGRV haverá poesia em nós... ( SRU FDGD LQVSLUDomR TXH QmR WLYH QD YLGD 5DELVFDGRV SDSpLV DPDVVDGRV YHQFLGRV 'HUURWDGRV QXP FDQWR HP SRHVLD MD]LGD KDUODQH 0LULHOOH KDUODQH 0LULHOOH http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=6116 http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=6116 $ $ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 9 10
  8. 8. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ 0XQGR 3RHWD (SLGHPLD 1HIHOLEDWD 0 LQKDV SRHVLDV YrP GR SXOVDU GR 8 QLYHUVR GDV HVWUHODV GR VRO H GD OXD $ -RVHSK 6KDIDQ 1 XPD FDQWLJD HPEDODGD SHORV DUHV ' DV QXYHQV GRV ULRV H GRV PDUHV 2 XYLQGR YR]HV H WDPERUHV GD VHOYD QXD 2 JDOR WHFLD PDQKmV -RVp TXHVWLRQDGR QR YHUVR 3 RU WRGRV RV ULQF}HV GH 1RUWH D 6XO 3iVVDURV SDVVDUDYDP GLVSHUVRV 2 XYLPRV FkQWLFRV GD 1DWXUH]D D VRDU ( D IHEUH FRQVXPDYDVH WHUom ( QR HVSOHQGRU GD PDWD VRE R FpX D]XO 7 HFHPRV VRQKRV SDUD R QRVVR SRHWDU 2 WUHP TXH OHYD D 3DVViUJDGD $ VVLP R 0XQGR 3RHWD QRV ID] EULOKDU (VWi YD]LR QmR Ki YDJDV (QTXDQWR KRXYHU QDWXUH]D SiVVDURV IORUHVWDV 'H WDQWR RXYLU QDV HVWUHODV SRGHURVDV IORUHV FpX D]XO FDQo}HV GH QLQDU H FRUDomR GH 6LJR R VRQKR GDV DOPDV GRORURVDV SRHWD KDYHUi VHPSUH SRHVLD QR PXQGR Dudu Oliveira 9LFWRULD 0DJQD http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=1264 http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=51969 $ $ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 11 12
  9. 9. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ 3RHVLD LQVHULGD QD 2SRUWXQLGDGH GH YLYHU PDLV XP GLD à (VSHUDQGR VLPSOHVPHQWH TXH à 6DLEDPRV SHUFHEHU H HQWHQGHU TXH à 6HPSUH KDYHU« 3RHVLD ,QH[RUDYHOPHQWH à 6HQWLPHQWRV QmR IDOWDP $ SRHVLD HVWDUi VHPSUH SUHVHQWH HP QRVVD YLGD à (PRo}HV HVWmR VHPSUH j IORU GD SHOH à 0LOKDUHV GH QRYRV DFRQWHFLPHQWRV D FDGD VHJXQGR EULVDVDQWDQD H 6iYLR 6DQWRV à 3RHVLD HP WXGR p LPSUHVFLQGtYHO TXH VH HQFRQWUH à 5HHVFUHYHQGR à ( SRHWL]DQGR WXGR SDUD WRUQDU WXGR PDLV IiFLO à +DYHUi VHPSUH HP FDGD JHVWR XP WRTXH GH SRHVLD UHVWDQGR $SHQDV TXH VDLEDPRV SHUFHEHU 9LYHU D SRHVLD p VDEHU à brisasantan (Q[HUJDU HP FDGD SDLVDJHP HP FDGD DFRQWHFLPHQWR à 5HEHQWRV GH YLGD QRYD à http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=24308 È FDGD DPDQKHFHU VDEHU SHUFHEHU D $ à ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 13 14
  10. 10. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ $ WL QmR GLUHL R PHX QRPH $SHQDV VHUHL SRHVLD WH FKDPDQGR 'H DPLJD DTXL RQGH R YHQWR e EULVD VXDYH H DFDULFLD D DOPD $ 3RHVLD HP 0LP 3UHVD QDV JUDGHV GR WHPSR RUDomR HP SHGDoRV $OPD HVIDUUDSDGD 5HDOLGDGH D PLQKD HVSHUD DPLQKRV TXH VH LQYHUWHP 0mRV TXH VH FUX]DP QD LJUHMD 2QGH UH]DP D SRHVLD HP YHUVRV RP D VHQVLELOLGDGH GD DOPD 1DV FRQWDV GR URViULR 8P ODGR p $YH 0DULD Vania Staggemeier 'R RXWUR p SRHVLD H R YHUVR http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=5137 4XH GHL[D VDXGDGH $ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 15 16
  11. 11. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ VLQWR SRHVLD UHVSLUR SRHVLD YLYR SRHVLD D YLGD p SRHVLD $OPD GH 3RHWD HQTXDQWR SRHVLD SURFXUR SRHVLD GD DOPD XP HQFDQWR HQFRQWUR SRHVLD D SRHVLD TXH FDQWR YHMR SRHVLD UHOHYD PHX SUDQWR VLQWR SRHVLD SRHVLD D JHQWH VHQWH QD QDWXUH]D PDOWUDWDGD HVWi QD DOPD GH JHQWH QD OXD HQDPRUDGD HVWi QR DPRU QD SDL[mR QR FDQWDU GRV SDVVDULQKRV QR DSHUWR GH PmR QD VROLGmR GRV VR]LQKRV QR IXQGR GR FRUDomR QR DURPD GDV IORUHV QR HQFDQWR GRV DPRUHV QD iJXD FRUUHQWH QR FRUDomR YDOHQWH QR DU TXH UHVSLUR G¶DOPD HP VXVSLUR QR FpX HVWUHODGR QR GLD HQVRODUDGR Saji Pokeo QR S{U GR VRO HQFDQWDGR QD EULVD GR YHQWR http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=8025 QR VXDYH ODPHQWR $ GDV QRLWHV SHUGLGDV GDV YLQGDV H LGDV QDV WDUGHV FKXYRVDV QR SHUIXPH GDV URVDV ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 17 18
  12. 12. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ 'HVFDUWH 3RHVLD 2 LQFRPHQVXUiYHO HVSDQWR eV SDL[mR QRVWiOJLFD *DVWDUVH HP r[WDVH H FRQWHPSODomR (P QDWXUH]D YLYD H LQWDFWD 8P XQLYHUVR QmR FDEH QXP SRHPD ( HX D FRQWHPSODUWH VHP PHXV ROKRV 1HP HP DQRV FRQWDGRV DRV ELOK}HV 6HMDP PiTXLQDV RX PHQWHV KXPDQDV eV VHQWLPHQWR GH GRDomR 4XDQWR D QRWDU D KDUPRQLD GDV JDOi[LDV (P ILUPDPHQWR GH FRU VREHUED *XDUGDU R VDJUDGR ( HX D VHQWLUWH VHP PHX WDWR )LQLWR QR WHPSR p R TXH SHQVDP 2 XQLYHUVDO FRQWHUi HP VHXV OLPLWHV eV HWHUQLGDGH HP LQILQLWR 7RGRV RV XQLYHUVRV ( ID]HPH HQWLGDGH tQWLPD 6HPSUH KDYHUi SRHVLD (P XP PRPHQWR VRPRV LJXDLV (P SD] QDVFHPRV H YLYHPRV (P FRQWHPSODomR QXQFD PRUUHUHPRV Nilza Azzi Mariah Bonitah http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=20629 $ http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=42062 ____________________________________________________________________________ 19 $ ____________________________________________________________________________ 20
  13. 13. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ $ SRHVLD ³ PHX HQFDQWR (X Recôndito, em que é possível flainar... QmR IHFKDUHL RV ROKRV VRE D WHUUD Alçar sem trilhas definidas D SURFXUDU D OX] GH XPD YHUGDGH Passando cruzado desobedecendo aos sinais. DFLPD QDV IORUHVWDV GRUPHP IORUHV A poesia é a certeza, QHP VXELUHL DRV FpXV HP DVWURQDYHV De que os dias são inexatos. HP EXVFD GH FHUWH]DV LPSRVVtYHLV E o significado é fato DEDL[R R PDU SURIXQGR p VLOHQFLRVR A poesia é descanso, remanso FRQWLJR QRV LQYHUQRV DV MRUQDGDV Expugnável alquimia, Em que veleja a fascinação, numa silhueta elegante. QDV OLQKDV H HQWUHOLQKDV SHUPDQHoR A poesia é pertinente. É o começo de tudo, o olhar, o segundo Tamara Trevi A idéia real. http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=46396 MariSaes $ http://recantodasletras.uol.com.br/autores/marisaes $ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 21 22
  14. 14. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ ( QR HQFRQWUR FHUWHLUR FRP D PRUWH 'HVWLQR TXH QmR GHSHQGH GD VRUWH 1R DGHXV TXH Ki GH VHU HP DOHJULD +RXYH H VHPSUH KDYHUi SRHVLD 3DUD VHPSUH SRHVLD 'H PLQKDV YLGDV GR LQtFLR DR ILP $ SRHVLD Mi H[LVWLD DQWHV GH PLP (P PLVWRV GH UHDOLGDGH H IDQWDVLD +RXYH H VHPSUH KDYHUi SRHVLD 3UHVHQWH QRV FRQIOLWRV H JXHUUDV /XWDQGR SRU VHXV LGHDLV H WHUUDV /iJULPD HVFUDYD SHGLQGR DOIRUULD 3HOD GRU VHPSUH KDYHUi SRHVLD 1D GHVSHGLGD TXH QmR DFRQWHFHX /HPEUDQoD GR DPRU TXH SDGHFHX RP D WULVWH]D JULWDQGR HP DJRQLD HM Estork CCoelho +RXYH H VHPSUH KDYHUi SRHVLD http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=3794 (QFRQWUDQGR D DOPD JrPHD EHQGLWD $ $ IHOLFLGDGH TXH D WRGR FRUSR DJLWD 6HQWLPHQWRV TXH HQFRQWUDP VLQWRQLD 3HOD HPRomR VHPSUH KDYHUi SRHVLD ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 23 24
  15. 15. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ e TXDVH ò GLD H HX DTXL QR 3 3UHFLVR FDPLQKDU QR 7ULDQRQ 1D 3DXOLVWD RX ,ELUDSXHUD 5HVSLUDU SROXLomR PHX SXOPmR 4XHLPDU FDORULDV FROHVWHURO (PDJUHFHU NLORV 4XH UDLYD GD *LVHOH R SDGUmR 5$3 “Terreno de 10x20, sujo de mato – os que DPLQKR GDV ËQGLDV QmR DILQD QmR 6HUi TXH 5DML ILFD FRP 'XGDquot; nele gorjeiam: detritos semoventes, latas 0DLD p OLQGD JOREDO servem para poesia” 0DV p WXGR XPD LOXVmR *** 7HP PDLV XPD 3, SUHVLGHQWH “O que é bom para o lixo é bom para poesia” Manoel de Barros 2EDPD PDLV GH GLDV 0LQKD SRHVLD p PLQKD SURVD 4XHP SURS}H 3, SDUD VDEHU $Wp FRP HFRV GH GLVFRUGkQFLD 6H LVWR DTXL p SURVD RX SRHVLD )D]HU DV FRQWDV GH 3HWUDUFD 2X FRLVD QHQKXPD FRPR GLVVH R $SUHQGHU HVVD PDWHPiWLFD 3RHWD HP HStJUDIH WXGR VHUYH j /HYDU SLWR GRV LQJUHVVRV 0XVD LQVSLUDGRUD H DTXHO¶RXWUR )DODU FRP KHWHU{QLPRV 7XGR YDOH D SHQD /HU QDV VXDV HQWUHOLQKDV 0DV jV YH]HV D DOPD p SHTXHQD 3HQVDP TXH VRX LQYLVtYHO 0DV 'HXV R p R GLDER RV DQMRV %HP IDOHPRV GR FRWLGLDQR Diana Gonçalves +RMH R FpX HVWi QXEODGR 8PD EULVD IUHVFD QD FLGDGH http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=1908 $ PLQXWD GH FRQWUDWR $ $ IHVWD SRUWXJXHVD GLD p ViEDGR R DQR SDVVD mHV GHL[DP ERVWD QD FDOoDGD -XQWR D LQGLJHQWHV TXH GRUPHP ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 25 26
  16. 16. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ 4XH PH YHQKD D SRHVLD ¬QWLFR OLYUH 4XH PH YHQKD D SRHVLD Grito impresso, rimado. PHVPR TXDQGR R FRUDomR VROXoD Voz do íntimo, d’alma. 4XDQGR QmR Ki FRUWHVLD Brilho intenso dos olhos. H TXDQGR D UDLYD DJXoD Cântico livre, alado. 4XH PH YHQKD D SRHVLD Paz, alegria e calma. PHVPR TXDQGR R PDO HPEXoD Cores vivas dos sonhos. 4XH PH YHQKD D SRHVLD Luz que do céu irradia. VHP TXH 1DUFLVR HP PLP GHEUXoD 1HP D DOHLYRVLD Fonte de amor, poesia. IDoD HVFDUDPXoD 4XH PH YHQKD D SRHVLD Fiore Carlos Kate Weiss http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=26041 $ http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=2657 $ ____________________________________________________________________________ 27 ____________________________________________________________________________ 28
  17. 17. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ 6HPSUH KDYHU« D SRHVLD 6HPSUH KDYHUi D SRHVLD 3RWH GH 3RHVLDV QHVWH PXQGR GH PHX 'HXV 0DV D PDLV EHOD GLULD $VVDVVLQHP RV FkQWDURV UtWPLFRV VH HVFRQGH QRV ROKRV WHXV 4XHLPHP WRGDV DV SDODYUDV (VSUDLHP WRGDV DV OHWUDV 7DQWD LQRFrQFLD H SRHVLD (QWUH R ODUJR R DGiJLR H R DOHJUR 3HTXHQLQR VHPLGHXV $LQGD DVVLP D SRHVLD YLYH UHVSLUD 7X pV IRQWH GD DOHJULD ( VDL GD PDLV KHUPpWLFD GDV WDOKDV ODFUDGD SDUD RV SREUHV GLDV PHXV ( YRD H VREUHYRD H SDXVD H SRXVD eV D HVSHUDQoD SHUGLGD RPR SRXVDP RV TXHURTXHURV 1R PDLV WULVWH FRUDomR ( RV VRFyV H DV JDUoDV SRXVDP TXH WXD SD] VHPSUH LQXQGD 1RV DODJDGRV $Wp DRV PRQWHV 3DUD FHJRV SDUD PXGRV RV VXUGRV 8PD VtQWHVH GD YLGD H DQDOIDEHWRV YLYHUHPQD HP SOHQD UHQRYDomR 8PD SRHVLD SURIXQGD Soaroir de Campos Edir Pina de Barros http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=7489 $ http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=46203 $ ____________________________________________________________________________ 29 ____________________________________________________________________________ 30
  18. 18. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ $OJXQV GH QyV IDODP GH VDXGDGH RXWURV GH HQJDQDomR 2 TXH PDLV IDODPRV SRUpP p GD DPL]DGH RUUH FRP WXD SRHVLD TXH XQH RV SRHWDV GHVVH UHFDQWmR RUUH FRP WXD SRHVLD TXH R GLD Mi HVWi VH LQGR FRPS}H DJRUD LQGD p GLD YHQKD HVFUHYHU Vr EHPYLQGR 2 SRHVLD RQ OLQH IRL LQYHQWDGR SDUD PRVWUDU D WRGRV DPLJRV TXH p SRVVtYHO GHL[DU SRVWDGR SRHPDV QRYRV QmR Vy DQWLJRV 6mR SRHPDV IHLWRV QD KRUD YHUVRV HVFULWRV VHP SHQVDU PXLWR VmR PHQVDJHQV TXH HP QRVVD DOPD DIORUD Kate Weiss PRVWUDU QRVVR HX DSHQDV HVVH p R LQWXLWR http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=2657 8QV IDODP GH DPRUHV Mi RXWURV IDODP GH ILOKRV $OJXQV GH GLVVDERUHV RXWURV GH SHFDGLOKRV ____________________________________________________________________________ $ ____________________________________________________________________________ 31 32
  19. 19. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ 6H LQTXLHWD SHUDQWH VXD ILQLWXGHLPSRWrQFLD GLDQWH GR ,QILQLWR H VH HQFDQWD QD JHUDomR GDV JHUDo}HV 35,1š3,26 1DGD GH QDGD TXHU DEUDoDU WRQWR WRGD D TXLPHUD D YHUGDGH SDWHQWH ³%HUHVKLW EDUDK (ORKLP HW KDVKDPDLP YH HW KD DUHWV %HUHVKLW *rQHVLV GR WUDoR LPSHUFHSWtYHO 4XDQWDV SiJLQDV HVFULWDV SDUD GHVFUHYHU D EHOH]D $ SRHVLD Dt HVWi R HQLJPD H D PDUDYLOKD Vy Yr TXHP HVFROKH GHVVH LPHQVR XQLYHUVR R TXH DSDUHFH VHULDP QHFHVViULDVquot; HP WRGR OXJDU H HP OXJDU QHQKXP 4XDQWDV SDODYUDV H IUDVHV UHIOH[RV GR SHQVDPHQWR KXPDQR SHTXHQR FRQWXGR GLDQWH GR WXGR GR WRGR H GR QDGD SDUD WUDGX]LU WDQWRquot; Joseph Shafan 2 SRHWD RXVD H HUUD http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=2808 SRU LVVR PHVPR PLQ~VFXOD SDUWtFXOD HQFDQWDGD QD DOPD HP QXYHQV SDUDGLVtDFDV ____________________________________________________________________________ $ ____________________________________________________________________________ 33 34
  20. 20. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ *§FTXHU definiu assim a poesia: “Há uma poesia magnífica e sonora; uma poesia filha da meditação e da arte, que se engalana com todas as pompas da língua, que se move com uma cadenciada majestade, fala à imaginação, completa seus quadros e 6HPSUH KDYHU« SRHVLD a conduz a seu capricho por um caminho desconhecido, seduzindo-a com sua harmonia e formosura. Há outra natural, breve, seca, que brota da alma como uma chispa elétrica, que fere o sentimento 1D FDQomR HP VL com a palavra e escapa, despertando com uma que a 1R DUFRtULV DR VRO toca dentre as mil ideias que dormem no oceano sem 1R FRUDomR FRP Gy fundo da fantasia.” [1] 1R VXVVXUUR HP PL [1] Gustavo A. Bécquer – Rymas, Leyendas, Cartas, 1D HVSXPD GH Up Ensayos [selección, introducción, nota y propuestas de 1DV TXLPHUDV HP Ii trabajo: Prof. María Cristina Planas y Prof. María Del 1DV OHPEUDQoDV GH Oi Carmen Plaza] – Buenos Aires: Ediciones Colihue, 1988, 235 p., p.34 [vertido por mim]. O fragmento [versão minha] citado para o mote foi extraído da Poesía (39) cujo teor original completo Mardilê Friedrich Fabre segue [quiçá para versões outras pessoais]: http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=8659 $ “No digáis que agotado su tesoro, de asuntos falta, enmudeció la lira, Podrá no haber poetas, pero siempre ¡habrá poesía! ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 35 36
  21. 21. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ Mientras las ondas de la luz al beso palpiten encendidas; Mientras sintamos que se alegra el alma, mientras el sol las desgarradas nubes sin que los labios rían; de fuego y oro vista; mientras se llore sin que el llanto acuda a nublar la pupila; mientras el aire en su rezago lleve mientras el corazón y la cabeza perfumes y armonías; batallando prosigan; mientras haya en el mundo primavera, mientras haya esperanzas y recuerdos, ¡habrá poesía! ¡habrá poesía! Mientras haya unos ojos que reflejen Mientras la ciencia a descubrir no alcance los ojos que los miran; las fuentes de la vida, mientras responda el labio supirando y en el mar o en el cielo haya un abismo al labio que suspira; que al cálculo resista: mientras sentirse puedan en un beso dos almas confundidas; mientras la Humanidad siempre avanzando, mientras exista una mujer hermosa, no sepa a dó camina; ¡habrá poesía!” [2] mientras haya un misterio para el hombre, ¡habrá poesía! [2] op. cit. p. 70-71. . ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 37 38
  22. 22. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ 0Ÿ uma oferta diária de vida, de amor, escolha do e entender, ouvir e perceber, o tanto que há em nosso favor, como favor, chamas magnéticas, que se modo como vamos enfrentar as amarguras, os motes transformem em epidemia nesse respirarmos. do cotidiano, revisitados como alegrias, quem sabe... Muito grato, em primeiro lugar por poder contribuir Há algo que consola, que fala ao coração, que mostra nesse lugar tão precioso da POL, com essa minha os caminhos, os vales, as estepes, os montes e colinas, pequena, mas dedicada intervenção. Agradeço a todos a beleza das flores campestres. Os sentidos podem se os que participaram com a tradução de seus dobrar, ns visões, nas audições, nos paladares, tatos e pensamentos em poesias concernentes ao Mote. Fiquei olfatos às quot;imagens contrapontosquot; no viver. É feliz também porque aqui surgiu uma revisão do possível, por isso, pelas nuvens, pelas águas, as Tópico, necessária sempre que o tempo solicite. chuvas, os rios, as cachoeiras, os mares, as ilhas, as Agradeço amplamente a dedicação (até a dedicatória) lágrimas, as emoções, os continentes, erguer os olhos de todos os participantes, leitores, visitantes, aos para os céus, pisando firme nos chãos, imaginar os amantes e desamantes. Foi uma experiência confins do orbe e sentir renovar as forças para incrivelmente benéfica. Grandes Abraços!!!! avançarmos seguros pelas sendas ainda não pisadas. Quem sabe ouvir: quot;não temas, pois estou contigo; não te angusties, pois Eu te fortaleço e te auxilio, te sustento com meu braço vigorosoquot; e se deixar enlevar, posto que a vida aqui, finita em si, bênção recebida, valoriza-se com o reconhecimento de nossa pequenez Boiçucanga, São Sebastião (SP), maio de 2009. de pavio vacilante diante de tantos mananciais gerados, fontes, árvores, sombras, pântanos, Joseph Shafan vegetações, espécimes sob a luz que paira até os confins, sob um céu de matizes renovadas a cada dia, desde os altos das montanhas, até os litorais, permitindo a sombra. São chances no diário reencontro, sabe o Universo até quando, com a própria vida, que é vida da vida, da vida, da vida... Um exercício preciso de escutar e ouvir, olhar e ver, olhar . ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 39 40
  23. 23. ÃTr€ƒ…rÃuh‰r…iÃQ‚r†vhÃà Srph‡‚Ãqh†ÃGr‡…h†Ã±Ã‚…tÃE‚†rƒuÃTuhshÃ _____________________________________________ Sempre haverá Poesia Organização e compilação: Joseph Shafan Mote de 28 Maio 2009 6KDIDQ R Esta obra está sob uma Licença Creative Commons. FURQLVWD OHYRX R Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito aos autores originasi - 1mR p /LYUR GD /HL DR SHUPLWLGR PRGLILFDU HVWD REUD 9RFr QmR SRGH ID]HU XVR FRPHUFLDO GHVWD REUD 9RFr QmR SRGH FULDU REUDV GHULYDGDV 5HL -RVLDV H OHXR
  24. 24. ______________________________ GLDQWH GR UHL TXH TXDQGR RXYLX R FRQWH¿GR GD /HL # % ILFRX http://recantodasletras.com.br/ DWHPRUL]DGR 3RHVLD ³2Q ± OLQH´ Edição 2009 2 Cr 34, 8-33 Antonio José Cavalcanti Coelho $ ajcavalcanticoelho@gmail.com ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 41 42

×