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Nbr 13866 Aparelho Domestico De Coccao Vidros De Seguranca Temperados Requisitos E Metodos

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Nbr 13866 Aparelho Domestico De Coccao Vidros De Seguranca Temperados Requisitos E Metodos

  1. 1. Licença de uso exclusivo para Target Engenharia e Consultoria S/C Ltda. Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 23/04/2004 NORMA ABNT NBR BRASILEIRA 13866 Segunda edição 30.04.2004 Válida a partir de 31.05.2004 Vidro temperado para aparelhos domésticos da linha branca Tempered glass for domestic appliances of the white line Palavras-chave: Vidro. Aparelho doméstico. Linha branca Descriptors: Glass. Domestic appliances. White line ICS 81.040.01 Número de referência ABNT NBR 13866:2004 9 páginas © ABNT 2004
  2. 2. Licença de uso exclusivo para Target Engenharia e Consultoria S/C Ltda. Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 23/04/2004 ABNT NBR 13866:2004 © ABNT 2004 Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida ou utilizada em qualquer forma ou por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por escrito pela ABNT. Sede da ABNT Av. Treze de Maio, 13 – 28º andar 20003-900 – Rio de Janeiro – RJ Tel.: + 55 21 3974-2300 Fax: + 55 21 2220-1762 abnt@abnt.org.br www.abnt.org.br Impresso no Brasil ii © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados
  3. 3. Licença de uso exclusivo para Target Engenharia e Consultoria S/C Ltda. Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 23/04/2004 ABNT NBR 13866:2004 Sumário Página Prefácio .............................................................................................................................................................iv 1 Objetivo .................................................................................................................................................1 2 Referência normativa ............................................................................................................................1 3 Definições ...............................................................................................................................................1 4 Requisitos ................................................................................................................................................2 5 Métodos de ensaio ................................................................................................................................2 6 Expressão dos resultados....................................................................................................................7 7 Relatório de ensaios..............................................................................................................................7 8 Manuseio, armazenamento e transporte....................................................................................................7 9 Marcação ................................................................................................................................................8 10 Recomendações ....................................................................................................................................8 Anexo A (informativo) Bibliografia .......................................................................................................................9 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados iii
  4. 4. Licença de uso exclusivo para Target Engenharia e Consultoria S/C Ltda. Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 23/04/2004 ABNT NBR 13866:2004 Prefácio A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais Temporárias (ABNT/CEET), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros) A ABNT NBR 13866 elaborada no Comitê Brasileiro de Vidros Planos (ABNT/CB–37), pela Comissão de Estudo de Vidros e suas Aplicações na Indústria Moveleira (CE–37:000.02). O Projeto circulou em Consulta Pública conforme Edital nº 09 de 30/09/2003, com o número Projeto NBR 13866. Esta Norma substitui a ABNT NBR 13866:1997. Esta Norma contém o anexo A, de caráter informativo. iv © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados
  5. 5. Licença de uso exclusivo para Target Engenharia e Consultoria S/C Ltda. Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 23/04/2004 NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 13866:2004 Vidro temperado para aparelhos domésticos da linha branca 1 Objetivo Esta Norma especifica os requisitos e os métodos de ensaio para vidros temperados utilizados em aparelhos domésticos da linha branca. 2 Referência normativa A norma relacionada a seguir contém disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. A edição indicada estava em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usar a edição mais recente da norma citada a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento. ABNT NBR 14698:2001 – Vidro temperado 3 Definições Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições: 3.1 vidro temperado: Vidro constituído de uma única chapa, cuja resistência a esforços mecânicos é aumentada em decorrência do tratamento a que é submetido e que no instante da quebra se desintegra em pequenos fragmentos. NOTA Este vidro não pode ser trabalhado após a têmpera. 3.2 painel de vidro: Lâmina de vidro temperada plana ou curva, isenta de arestas cortantes, que está pronta para instalação, incluindo todo processo de acabamento. 3.3 empenamento: Distância entre qualquer ponto da peça plana a uma superfície plana e horizontal na qual esteja apoiada. 3.4 acabamento da borda 3.4.1 borda lapidada: Borda arredondada ou reta. 3.4.2 borda filetada: Borda com arestas chanfradas. 3.5 bolha: Defeito de matéria-prima proveniente de inclusão de gás na massa do vidro. 3.6 infundido: Defeito de matéria-prima originado por material não fundido e opaco, agrupado ou não na massa do vidro. 3.7 fervura: Aspereza na superfície da tinta. 3.8 chapado: Área do painel de vidro totalmente coberta por serigrafia. © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 1
  6. 6. Licença de uso exclusivo para Target Engenharia e Consultoria S/C Ltda. Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 23/04/2004 ABNT NBR 13866:2004 3.9 afastamento: Distância entre qualquer ponto da borda da peça a uma superfície curva idêntica ao projeto (gabarito da peça), medida perpendicularmente às faces de controle. 3.10 abaulamento: Distância entre qualquer ponto da superfície da peça curva, excetuando as bordas, a uma superfície curva idêntica ao projeto (gabarito da peça), medida perpendicularmente às faces de controle. 3.11 serrilhado: Irregularidade proveniente do processo serigráfico em forma de dente de serra. 4 Requisitos Para o ensaio dos requisitos descritos, deve-se utilizar corpos-de-prova serigrafados pretos, conforme figura 1 e tabela 1, para cada espessura de produto fabricado. A avaliação dos requisitos deve ser feita conforme seção 6. Tabela 1 — Características dimensionais e quantidades dos corpos-de-prova e contraprovas Ensaio tipo Dimensões Corpos-de-prova Contraprovas mm Resistência ao choque mecânico 250 x 400 3 3 Resistência ao choque térmico 250 x 400 3 3 Ensaio de fragmentação 250 x 400 5 3 Ensaios definidos1) em 4.2; 4.3; 4.4 e 250 x 400 3 - 4.5 1) Esses ensaios não são destrutivos, então os mesmos corpos-de-prova podem ser utilizados. Dimensões em milímetros 400 10 250 40 Figura 1 — Corpo-de-prova serigrafado 4.1 Classificação das áreas dos vidros As áreas (ver figura 2) são assim classificadas: a) área A – corresponde à superfície do painel de vidro não coberta por chapado; b) área B – área do chapado; c) área C – corresponde às áreas encobertas por elementos de fixação (caneletas, frisos, guarnições etc.). A área C deve ser definida em desenho. 2 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados
  7. 7. Licença de uso exclusivo para Target Engenharia e Consultoria S/C Ltda. Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 23/04/2004 ABNT NBR 13866:2004 NOTA As chapas de vidro podem ter todas as áreas presentes, apenas uma das áreas ou uma combinação de duas delas. Área C Área A Área B Área A Área C Figura 2 — Classificação de áreas 4.2 Tolerâncias dimensionais As medições devem ser efetuadas com instrumentos de medição de precisão de 0,1 mm, calibrados. 4.2.1 Espessura A espessura é determinada pela média aritmética de quatro medidas fora da área serigrafada, determinadas duas a duas, opostas, com instrumento de medição de precisão de 0,01 mm, calibrado, e deve atender ao exposto na tabela 2. Tabela 2 — Espessuras nominais e tolerâncias de espessura Espessura nominal d Tolerância mm mm 3 ± 0,2 4 ± 0,2 5 ± 0,2 6 ± 0,2 4.2.2 Dimensões lineares As tolerâncias dimensionais para comprimento e largura devem estar especificadas em desenho ou, como referência, deve-se adotar o seguinte: a) até 300 mm: ± 0,50 mm; b) acima de 300 mm: ± 1,00 mm. © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 3
  8. 8. Licença de uso exclusivo para Target Engenharia e Consultoria S/C Ltda. Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 23/04/2004 ABNT NBR 13866:2004 4.2.3 Furos As tolerâncias dimensionais para cada furo são: a) diâmetro: ± 0,5 mm; b) localização de centro: ± 0,8 mm. NOTA Recomenda-se que a distância da borda do furo à borda da peça ou entre bordas de furos seja no mínimo igual a três vezes a espessura da peça, para que não haja comprometimento da resistência mecânica da peça temperada. 4.3 Acabamento de bordas O acabamento das bordas do painel pode ser filetado ou lapidado e deve ser descrito em desenho. As bordas expostas devem ser sempre lapidadas. NOTA O acabamento filetado normalmente é utilizado em bordas na área C (ver figura 2). 4.4 Empenamento, afastamento e abaulamento As medições devem ser efetuadas com instrumentos de medição de precisão de 0,1 mm, calibrados. 4.4.1 Empenamento O empenamento máximo admissível é de 2,7 mm por metro linear. O empenamento em vidros planos deve ser medido em uma mesa de desempeno e com calibrador de folga, sendo o vidro apoiado livre e horizontalmente sobre o desempeno. Devem-se verificar ambos os lados da peça e considerar a maior dimensão encontrada. 4.4.2 Afastamento e abaulamento Para vidros curvos, utiliza-se gabarito de controle similar à condição de montagem ou outra metodologia, onde são verificadas as variações dimensionais. No caso da utilização do gabarito, este deve estar na posição horizontal, de modo que o peso do vidro seja distribuído o mais regularmente possível por todo o contorno, para que seja efetuada a medição do afastamento e do abaulamento. 4.5 Aspecto visual Os defeitos lineares e pontuais permitidos são especificados na tabela 3 e inspecionados conforme 5.1. O padrão de cor deve ser verificado a olho nu, comparando-se uma amostra de produção normal com uma amostra-padrão. Desvios de cor ou de desenho perceptíveis a olho nu não são tolerados. A inspeção desses defeitos é feita conforme 5.2. 4 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados
  9. 9. Licença de uso exclusivo para Target Engenharia e Consultoria S/C Ltda. Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 23/04/2004 ABNT NBR 13866:2004 Tabela 3 — Limite máximo por tipo de defeito Defeitos Área A Área B Área C Risco leve Permitido um risco menor Permitido um risco menor que Permitido que 10 mm 20 mm Lasca Não permitido Não permitido Permitidas até 6 mm de comprimento, 2 mm de largura e 1,5 mm de profundidade Para borda lapidada não é permitido Bolha/infundido Permitido uma bolha/ Permitido uma bolha/ Permitido menor que 8 mm infundido de conformação infundido de conformação linear com menos de 2 mm linear com menos de 4 mm Falha de lapidação Não permitido Não permitido Permitido Batida/raspão Permitido uma batida/ Permitido uma batida/raspão Permitido raspão menor que 2 mm menor que 4 mm Marca de pinça Não permitido Não permitido Permitido Falha de pintura Permitido até uma falha Permitido até uma falha Permitido menor que 2 mm menor que 4 mm Mancha Não permitido Não permitido Permitido Serrilhado Não permitido Não permitido Permitido Fervura Permitido, desde que não Permitido, desde que não Permitido seja visível no lado externo seja visível no lado externo 4.6 Ensaios de desempenho Os ensaios de desempenho garantem a durabilidade e a segurança na aplicação do vidro temperado. São eles: a) esistência ao choque mecânico; b) resistência ao choque térmico; c) ensaio de fragmentação. 4.6.1 Resistência ao choque mecânico Deve atender aos requisitos e ser ensaiado conforme a ABNT NBR 14698. NOTA Para efeito deste ensaio, considera-se que a distância das bordas aos eixos dos cilindros de apoio deve ser de 50 mm. 4.6.2 Resistência ao choque térmico Deve atender aos requisitos e ser ensaiado conforme a ABNT NBR 14698. 4.6.3 Ensaio de fragmentação Deve ser ensaiado conforme a ABNT NBR 14698 e atender aos seguintes requisitos: a) o número de fragmentos deve ser no mínimo 60 e no máximo 300; b) fragmentos de forma alongada são admissíveis somente se não ultrapassarem o comprimento de 75 mm e não penetrarem as áreas de exclusão; © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 5
  10. 10. Licença de uso exclusivo para Target Engenharia e Consultoria S/C Ltda. Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 23/04/2004 ABNT NBR 13866:2004 c) fragmentos com área superior a 3 cm2 não são admitidos, salvo nas áreas de exclusão. NOTA Para efeito deste ensaio, considera-se como área de exclusão aquelas que estejam a menos de 20 mm de qualquer aresta ou furo e a menos de 75 mm do ponto de impacto. Ver figuras 3 e 4. Dimensões em milímetros 200 1 13 250 400 Legenda: 1- Ponto de impacto NOTA Esta figura não está desenhada em escala. Figura 3 — Posição do ponto de impacto Dimensões em milímetros 20 1 20 75 250 400 Legenda: 1 - Área de exclusão NOTA Esta figura não está desenhada em escala. Figura 4 — Área a ser excluída da contagem dos fragmentos e da seleção da maior partícula 5 Métodos de ensaio 5.1 Inspeção de acabamento superficial A inspeção é efetuada observando-se o painel de vidro contra um fundo preto. A distância entre o painel de vidro e o fundo preto deve ser aproximadamente de 100 mm, em um ambiente com iluminação mínima de 500 lux. O observador deve estar aproximadamente a 500 mm de distância do painel de vidro e o tempo de referência para exame é de 15 s. O limite máximo por tipo de defeito é definido na tabela 3. 6 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados
  11. 11. Licença de uso exclusivo para Target Engenharia e Consultoria S/C Ltda. Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 23/04/2004 ABNT NBR 13866:2004 5.2 Inspeção de padrão de cor Comparar o painel de vidro com o padrão, utilizando uma cabine de luz, na posição de ensaio de “luz do dia”, apoiando o painel de vidro ao lado do padrão, ambos posicionados com uma inclinação de 20° a 30° em relação à vertical. Preferencialmente deve ser utilizado um padrão de dimensões próximas às do painel que está sendo examinado, para efeito de comparação de cor. 6 Expressão dos resultados Os requisitos devem ser avaliados conforme o exposto a seguir: a) o vidro temperado é aprovado quando todos os corpos-de-prova ensaiados atenderem à(s) especificação(ões) do ensaio tipo; b) o vidro temperado é aprovado quando apenas um dos corpos-de-prova ensaiados ficar fora da(s) especificação(ões) do ensaio tipo e todas as contraprovas atenderem à(s) especificação(ões) do ensaio tipo; c) o vidro temperado é reprovado se um ou mais corpos-de-prova ensaiados não atenderem à(s) especificação(ões) do ensaio tipo; d) o vidro temperado é reprovado quando apenas um dos corpos-de-prova ensaiados ficar fora da(s) especificação(ões) do ensaio tipo e uma ou mais contraprovas não atenderem à(s) especificação(ões) do ensaio tipo. NOTA A reprovação em um dos ensaios tipo em questão, reprova o vidro temperado no âmbito geral. 7 Relatório de ensaios Os relatórios devem conter impreterivelmente as seguintes informações: a) data da realização do ensaio; b) número desta Norma; c) número de corpos-de-prova ou contraprovas ensaiados; d) resultado individual de cada corpo-de-prova ou contraprova, em cada ensaio tipo; e) resultado parcial de cada ensaio tipo; f) resultado final de aprovação do vidro temperado. 8 Manuseio, armazenamento e transporte 8.1 Manuseio Os painéis de vidro temperado devem ser manuseados sem permitir a ocorrência de injúrias mecânicas (riscos, lascas etc.) em suas superfícies ou bordas. O manuseio deve ser feito com a utilização de luvas apropriadas e limpas. © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 7
  12. 12. Licença de uso exclusivo para Target Engenharia e Consultoria S/C Ltda. Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 23/04/2004 ABNT NBR 13866:2004 8.2 Transporte A carga de painéis de vidro deve ser protegida contra intempéries, vibrações e choques. 8.3 Embalagem Deve-se evitar contato direto entre os painéis de vidro, utilizando intercalantes. Os painéis de vidro devem estar “calçados” nas embalagens com materiais que não os danifiquem, tais como ripas de madeira, papelão ou borracha. Cada unidade de acondicionamento deve identificar o vidro temperado, códigos ou dimensões, bem como conter símbolos convencionais de manuseio, proteção contra umidade e choques mecânicos. 8.4 Armazenamento Os painéis de vidro temperado devem ser armazenados em local protegido de poeira e umidade, e isento de produtos químicos, evitando o surgimento de condensações ou contatos físicos que possam danificá-lo, num prazo máximo de 90 dias. 9 Marcação Os painéis de vidro devem ser identificados conforme especificações em desenho ou, como referência, conter os seguintes itens: a) mês e ano de fabricação; b) nome do fabricante; c) código da peça. 10 Recomendações Os fabricantes que utilizam painéis de vidro em aparelhos domésticos devem observar as seguintes recomendações: a) evitar o contato rígido entre metal e vidro; b) o método utilizado para fixar os painéis de vidro aos aparelhos não deve provocar tensão adicional aos painéis dentro da faixa de temperatura a que estes painéis possam ser submetidos. Deve-se prever uma folga para qualquer diferença nos coeficientes de dilatação térmica do vidro e de seu apoio, de modo a permitir movimento de um em relação ao outro; c) minimizar no projeto do aparelho os gradientes térmicos que possam surgir no painel de vidro durante o seu uso; d) se a temperatura do painel exceder 300ºC, as características do vidro podem ser alteradas, devendo então o fabricante procurar se informar com especialistas do ramo de vidro; e) fabricantes de aparelhos devem indicar nas instruções de operação que não devem ser utilizados produtos de limpeza que contenham abrasivos agressivos ou outros componentes que possam arranhar a superfície do vidro e que os painéis de vidro não devem ser utilizados como superfície de trabalho. 8 © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados
  13. 13. Licença de uso exclusivo para Target Engenharia e Consultoria S/C Ltda. Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 23/04/2004 ABNT NBR 13866:2004 Anexo A (informativo) Bibliografia BS 3193:1993 – Specification for “Thermally toughened glass panels for use in domestic appliances” © ABNT 2004 ─ Todos os direitos reservados 9

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