Daniela Kutschat Hanns - Por que visualizar dados?/ Why do we need dataviz?

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Daniela Kutschat Hanns - Por que visualizar dados?/ Why do we need dataviz?

  1. 1. POR QUE VISUALIZAR DADOS? WHY DO WE NEED DATAVIZ?
  2. 2. Ref. Papanek: HAPTIC (TACTILE) 3D MAP, Inuits.
  3. 3. __________________________________________________________ “Consider a future device for individual use, which is a sort of mechanized private file and library. It needs a name, and, to coin one at random, "memex" will do. A memex is a device in which an individual stores all his books, records, and communications, and which is mechanized so that it may be consulted with exceeding speed and flexibility. It is an enlarged intimate supplement to his memory.” BUSH, 1930-45.
  4. 4. __________________________________________________________ Ref. Alan Kay: A personal computer for children of all ages, 1972
  5. 5. IDEALINE, M. Wattenberg, 2001link
  6. 6. INVISIBLE CITIES, Christian Marc Schmidt & Liangjie Xia, 2010
  7. 7. 3 FORMAS DE VISUALIZAÇÃO DE OSCILAÇÕES DE TEMPERATURA EM CIDADE DURANTE 11 ANOS.DISCO VOYAGER, 1977 Fonte: LUIS CARLI
  8. 8. VISUALIZAÇÃO DE MUDANÇAS DE DIMENSÃO DA MADEIRA POR TEMPERATURA (vermelho) UMIDADE (azul) E UMIDADE PRESENTE NA MADEIRA (cinza) NAS CIDADES NO ANO DE 2011.DISCO VOYAGER, link 1977 Fonte: LUIS CARLI E RAFAEL PASSARELLI (USP)
  9. 9. LAYAR, 2010DISCO (VOYAGER)
  10. 10. MAPEAMENTO COLABORATIVO DE TRÂNSITO NA CIDADE, GOOGLEMAPS, 2010
  11. 11. MEDIENFLUSS, FORMA DE TANGIBILIZAÇÃO (SONORA, VISUAL, TÁTIL) DE INFORMAÇÕESPRESENTES EM NETZSPANNUNG. MONIKA FLEISCHMANN E WOLFGANG STRAUSS.
  12. 12. LIBRARY, 2010. FERNANDO VELASQUEZ E FRANCISCO LAPETINA
  13. 13. URNOTHERE, 2012. FERNANDO VELAZQUES & GISELLE BEIGUELMAN
  14. 14. Pedro Miguel Cruz, aluno do Mestrado deEngenharia Informática da Faculdade deCiências e Tecnologia da Universidade deCoimbra, trabalha desde 2010 com estudosque permitem a visualização das cidadescomo um sistema circulatório.Com base o tráfego nas ruas de Lisboa, oprojeto revela com uma série de gráficos, asoscilações no deslocamento pelas principaisartérias da cidade, durante um dia.
  15. 15. Graphing the history of philosophy. O estatístico inglêsSimon Raper demonstra meio de uma visualização dedados uma rede de relações e influências entre filósofose pensadores de diferentes épocas a partir dasinformações inseridas por colaboradores na Wikipédia.Cada filósofo representa um nó na rede, e as linhasentre eles (arestas, conforme a teoria dos grafos)revelam as relações de influência. O tamanho dos nóssão dimensionados conforme o número de conexões.Raper utilizou o software gratuito Gephi, que funcionacomo ferramenta para análise e visualização de dados.Os dados da Wikipédia foram recolhidos por meio daDBpedia, um projeto direcionado a extrair conteúdoestruturado das informações da Wikipédia paradisponibilização num banco de dados acessível nainternet. Os gráficos foram desenhados com a utilizaçãode princípios da classe de algoritmos de Fruchterman-Reingold (force-directed). Desenvolvidos por ThomasFruchterman e Edward Reingold em 1991, os algoritmosapresentam entre as principais características, umavisualização em que os vértices são distribuidosigualmente no espaço disponível, a redução docruzamento de arestas, a uniformização do tamanho dasarestas, e busca de simetria.
  16. 16. Conductor, de Alexandre Chen, é um projeto que recria o sistema demetrô na forma de um instrumento musical. O trabalho teve como base odiagrama icônico do metrô de Nova York, criado em 1972. Com HTML5 eJavascript, e utilizando as informações sobre a movimentação dos carrosque são disponibilizadas publicamente em tempo real, Chen elaborou umsistema que produz acordes cada vez que os trens se cruzam. Um dospróximos passos do projeto é o desenvolvimento de uma versão paraIpad que funcionaria como um instrumento de grande utilidade para osusuários do sistema de metrô.
  17. 17. “FALA/SPEAK” – Rejane Cantoni & Leonardo Crescenti. 2012.40 Celulares se comunicam entre si em várias línguas atravésdo reconhecimento de palavras (semântica, fonética).
  18. 18. DANIELA KUTSCHAT HANNSLabVisual/ FAUUSPdk.hanns@usp.br; dk.hanns@gmail.com

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