Jornal engenharia Jaguarari

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Jaguarari, Engenharias, Festas Juninas, Jornal

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  1. 1. “NOTÍCIAS ESPECIAIS” COMECE IMEDIATAMENTE Brasil busca engenheiros. E vestibulandos se candidatam. As engenharias – recebem sopro de vigor dos investimentos. E os estudantes perceberam isso. A escravidão foi abolida. Esqueça isso! A escravidão ainda existe no século XXI. P: Como assim? R: O trabalho escravo ainda persiste em várias partes do mundo, e possui várias formas de manifestação. A mais conhecida é a que o indivíduo é total ou parcial, privado de seu direito de liberdade. Isto é, o trabalhador é objeto de propriedade de seu senhor, alienado de qualquer direito da condição humana P: Quem são os escravos deste século? R: Os escravos de hoje não estão à venda em praça pública, com o pescoço ou os pés atados por correntes, como em outros tempos. Mas estão presos com outras amarras: são crianças obrigadas a pegar em armas e combater em guerras; adolescentes forçadas a casamentos que, na realidade, escravizam; vítimas de um lucrativo tráfico que sequestra e vende pessoas para trabalho forçado nos seus países ou no exterior. A Lei Maria da Penha existe para proteger as mulheres. "Eu pensava: eu grávida. Vou largar dele e vou para onde? Ganhar meu filho em uma beira de estrada? Em cima de um caminhão, nas estradas? Então eu pesava assim: melhor eu ficar apanhando e ter uma casa pro meu filho, viver com pai, ter uma família do que ir para a rua" - conta Julia. FESTA JUNINAS: GRANDE TRADIÇÃO DO NORDESTE Há disputa de quadrilhas na dança, deliciosas comidas típicas, brincadeiras como o pau de sebo, muita música, serve também para aquecer a área econômica da região, já que muitos turistas visitam as cidades para presenciarem os festejos. DESTAQUES NESTA EDIÇÃO 1. ENGENHARIAS Genética, Robótica e Telemática 2. ESCRAVIDÃO Século XXI 3. FESTAS JUNINAS Grande tradição Nordestina 4. JAGUARARI Cidade de grandes manifestações culturais 5. IMPACTOS AMBIENTAIS Brasil e no Mundo 6. LEI MARIA DA PENHA Protege mesmo as mulheres? [Clique aqui para adicionar uma legenda] ornal scolar /JULHO DE 2015 /1ª EDIÇÃO
  2. 2. GENÉTICA Engenharia genética e modificação genética são termos para o processo de manipulação os genes num organismo, geralmente fora do processo normal reprodutivo deste. Envolvem frequentemente o isolamento, a manipulação e a introdução do ADN num ser vivo, geralmente para exprimir um gene. O objetivo é introduzir novas características num ser vivo para aumentar a sua utilidade, tal como aumentando a área de uma espécie de cultivo, introduzindo uma nova característica, ou produzindo uma nova proteína ou enzima. Exemplos são a produção de insulina humana através do uso modificado de bactérias e da produção de novos tipos de ratos como o Onco Mouse (rato cancro) para pesquisa, através de re-estruturamento genético. Já que uma proteína é codificada por um segmento específico de ADN chamado gene, versões futuras podem ser modificadas mudando o ADN de um gene. Uma maneira de o fazer é isolando o pedaço de ADN contendo o gene, cortando-o com precisão, e reintroduzindo o gene em um segmento de ADN diferente. A engenharia genética oferece a partir do estudo e manuseio bio-molecular (também chamado de processo biológico e molecular), a obtenção de materiais orgânicos sintéticos. Os processos de indução da modificação genética permitiram que a estrutura de sequências de bases completas de DNA fossem decifradas, portanto facilitando a clonagem de genes. A clonagem de genes é uma técnica que está sendo largamente utilizada em microbiologia celular na identificação e na cópia de um determinado gene no interior de um organismo simples empregado como receptor, uma bactéria, por exemplo. Este processo é muito importante na síntese de alguns sub- produtos utilizados para o tratamento de diversas enfermidades. Engenharia genética eleva produção de carne no país Vaca premiada pode passar de R$ 6 milhões para reprodução bovina Uma vaca pode custar o mesmo que um apartamento de luxo em regiões nobres das grandes cidades. R$ 6 milhões é um bom preço para um animal com genes escolhidos a dedo para a reprodução. É o que mostra a série de reportagens do Jornal da Record sobre a agropecuária brasileira. Saber a procedência do gado é uma das exigências feitas pelos compradores na hora de fechar negócio. Quanto mais premiados os pais, maior o preço do bezerro. Aqui vales as características mais procuradas, como a capacidade de procriar ou a qualidade dos filhotes que determinado cruzamento pode gerar. O zootecnista Nilo Sampaio Junior explica que um animal que é recordista mundial de peso consegue transmitir essa capacidade aos filhos, que tenderão a engordar mais rapidamente – o que reflete em aumento da produtividade e maiores lucros. - Devido a sua genética, [a vaca] consegue transmitir essa sua precocidade de ganho de peso, essa precocidade de acabamento a seus descendentes. Por isso que ela tem essa genética tão valiosa. A engenharia genética faz com que empresas lucrem muito reproduzindo animais cada vez mais perfeitos. Como a tecnologia não depende do acasalamento dos animais, vacas premiadas morrem virgens, mas com cem filhos. E podem pôr no mundo 20 ou 30 filhotes por ano. ornal scolar /JULHO DE 2015 /Pag. 2
  3. 3. ROBÓTICA A robótica é ciência que estuda a construção de robôs e computação. Ela trata de sistemas compostos por partes mecânicas automáticas e controladas por circuitos integrados, tornando sistemas mecânicos motorizados, controlados manualmente ou automaticamente por circuitos elétricos. Os robôs são a parte mais fascinante da automação, carreira que nasceu para movimentar a indústria e garantir processos e produtos inteligentes Engenharia Elétrica, Mecânica ou Computação? As três juntas. Assim é o currículo que está conquistando quem pensa em Engenharia Robótica ou nas inúmeras aplicações da automação, conhecimento que oferece trabalho na indústria, na agricultura e nos diferentes setores que precisam qualificar processos, oferecer serviços ou criar produtos inteligentes. Estreando este ano na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Engenharia de Controle e Automação ganhou força no Estado. No primeiro dia de aula da novíssima graduação da mais tradicional escola de Engenharia do Rio Grande do Sul, boa parte dos 30 calouros deixou transparecer que tinha pouca idéia do que ia estudar ou trabalhar no futuro. - Deu para notar que eles pensam muito em robôs. A robótica faz parte, sim. Eles vão aprender a programar um robô, mas esse não é o foco. O currículo visa desenvolver a capacidade de projetar e controlar sistemas industriais - avisa o engenheiro Eduardo Perondi, coordenador do curso na UFRGS. Para quem caiu na realidade e se viu atuando em uma indústria, o futuro promete abrir muitas portas. Além de resolver problemas ligados aos processos, o engenheiro de automação pode atuar na fabricação de produtos. - Hoje, há colheitadeiras com rastreamento remoto que trabalham sozinhas e ainda oferecem informações do solo, o valor exato do peso, o momento certo das operações executadas. Isso é automação, e o controle é feito à distância - diz Perondi. Formado na primeira turma do curso da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), o engenheiro de automação Lisandro Martins da Silva, 31 anos, foi um dos pioneiros no Estado, e ajudou a qualificar outros profissionais para a área. Em 2004, criou a graduação tecnológica na Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), hoje oferecida por instituições das redes federal, estadual e privada - A engenharia de automação foi um lançamento quando fiz vestibular. Hoje, a carreira está no auge. E o tecnólogo está muito bem. Há concursos, eles têm atribuições previstas na legislação e estão crescendo no mercado tanto quanto os engenheiros da área - diz Lisandro que atua como consultor e professor. Na coordenação atual do curso de Automação Industrial da Ulbra, Luis Fernando Cocian, diz que a demanda ainda é maior do que o número de formandos no Estado. Entre as dificuldades de equilíbrio, estão o medo dos alunos com a matemática e a pouca oferta do curso, que exige alto investimento das instituições em laboratórios. - Isso é bom, porque os salários são altos, e ruim porque a falta desse profissional atrasa o desenvolvimento do país - diz Luis Fernando, engenheiro eletricista, formado pela UFRGS em 1992. Seja qual for o perfil, a automação industrial oferece diferentes caminhos. Escolha o seu. Perfil do engenheiro Projeta e constrói equipamentos para a automação. O engenheiro também aplica a tecnologia, mas é preparado para atuar na base do conhecimento. Precisa criar soluções de pequena a grande escalas. Tem perfil mais teórico e um curso de cinco anos. Perfil do tecnólogo Trabalha com equipamentos e tecnologia de ponta para resolver problemas onde a base tecnológica está criada. Está preparado para efetuar a instalação, a manutenção e a integração de equipamentos. Atua em pequenas e médias estruturas de processos automatizados. Tem perfil prático e um curso superior de três anos. Pode continuar os estudos em pós- graduação. ornal scolar /JULHO DE 2015 /Pag. 3 Brasil busca engenheiros. E vestibulandos se candidatam. As engenharias – recebem sopro de vigor dos investimentos. E os estudantes perceberam isso.
  4. 4. TELEMÁTICA Telemática é a comunicação à distância de um ou mais conjunto de serviços informáticos fornecidos através de uma de telecomunicações. Telemática é o conjunto de tecnologias da informação e da comunicação resultante da junção entre os recursos das telecomunicações (telefonia, satélite, cabo, fibras ópticas etc.) e da informática (computadores, periféricos, softwares e sistemas de redes), que possibilitou o processamento, a compressão, o armazenamento e a comunicação de grandes quantidades de dados (nos formatos texto, imagem e som), em curto prazo de tempo, entre usuários localizados em qualquer ponto do Planeta. A escassez de profissionais na área de tecnologia mostra que vale a pena investir na área. Segundo as projeções das empresas de tecnologia, nos próximos oito anos vão faltar 280 mil profissionais no Brasil. A tecnologia está presente em todos os setores e envolve os mais diversos cursos de graduação. O mercado consumidor já existe e é imenso. Segundo a última pesquisa do setor, 17 milhões de brasileiros compram jogos eletrônicos todo mês. O desafio para quem está aprendendo a criaros games é manter aqui mesmo a fortuna gasta todo ano por esses consumidores. "Foram gastos cerca de dois bilhões de dólares em 2011. Só que esse dinheiro não fica no Brasil, ele praticamente sai para os jogos internacionais. O Brasil tem capacidade de desenvolver os jogos”, alerta Rafael Baptistella, professor do curso tecnólogo em jogos digitais de uma universidade de Curitiba. O pontapé inicial é a escolha de um curso de graduação nas engenharias (telemática, elétrica, mecânica, computação, controle e automação ou mecatrônica), ou outros cursos em nível técnico. A diferença entre as duas formações pode se traduzir no salário. Para recém-formados em curso técnico, os valoresficam entreR$1.500e R$ 4mil.Engenheiroscostumam ganhar de R$ 2.500 a R$ 15 mil. Quanto ao mercado, os profissionais da Telemática podem atuar nas diversas áreas da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), abrangendo empresas de telecomunicações e de desenvolvimento de sistemas de informação em geral. Entre as principais habilidades do tecnólogo em Telemática, destacamos: desenvolver protótipos de sistemas embarcados, móveis, telecomandados, dedicados e de comunicação de dados; instalar, configurar, certificar e elaborar projetos lógicos e físicos de Redes de Comunicação. Ocupações relacionadas à área de Tecnologia em Telemática:  Analista de Suporte  Administrador de Redes de Computadores  Coordenador de CPD  Gerente de TI  Consultor de Telecomunicação. Os profissionais em telemática devem possuir um perfil que inclua conhecimentos técnicos suficientes para atender à crescente demanda de um mercado de trabalho cada vez mais especializado, que tem seu foco nas áreas de comunicação de dados, redes de computadores, sistemas distribuídos e de telecomunicações, além de uma formação humana que os habilite a encarar as constantes mudanças por que passam essas áreas, permitindo sua permanente atualização e favorecendo a sua adaptação às novas tecnologias. Essa postura possibilita, ao mesmo tempo, um contato com as novas tendências emergentes de um mundo globalizado e atende as exigências dos novos padrões, tornando o profissional capacitado a agir como agente transformador, trabalhando em prol do permanente desenvolvimento tecnológico. ornal scolar /JULHO DE 2015 /Pag. 4
  5. 5. ESCRAVIDÃO NO SÉCULO XXI Escravidão em pleno século 21. Como o multiculturalismo ajuda a preservar a escravidão moderna Uma reportagem no GLOBO do dia 15 de maio, mostra um estudo que aponta a existência de quase 30 milhões de escravos em pleno século 21. Vejam alguns dados: Passados mais de 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, persiste uma das mais humilhantes formas de violência humana: a escravidão. Pela primeira vez, a Walk Free Foundation, baseada em Londres, criou um Índice de Escravidão Global, classificando 162 países de acordo com a proporção de escravos em relação à população. A fundação estima que 29,8 milhões de pessoas vivam como escravas hoje no mundo. Se a esmagadora maioria está concentrada em dez países, sobretudo da Ásia e da África, o índice surpreende ao revelar que o problema também atinge países tão ricos quanto a Suíça ou Suécia, embora em proporções bem menores. Só no Reino Unido, por exemplo, calcula- se que haja até 4.600 escravos. Os escravos de hoje não estão à venda em praça pública, com o pescoço ou os pés atados por correntes, como em outros tempos. Mas estão presos com outras amarras: são crianças obrigadas a pegar em armas e combater em guerras; adolescentes forçadas a casamentos que, na realidade, escravizam; vítimas de um lucrativo tráfico que sequestra e vende pessoas para trabalho forçado nos seus países ou no exterior. Homens e mulheres também são escravizados por conta de dívidas que nunca conseguirão pagar. Há um ponto forte nas várias formas da escravidão do passado e moderna: exploração econômica. Os escravos modernos estão escondidos em casas, em plantações na Índia, nos prostíbulos da Tailândia ou nas fábricas de carvão do Brasil. E geram US$ 32 bilhões em lucros para as pessoas que os exploram. [...] A Mauritânia, país muçulmano do Norte da África, lidera o Índice de Escravidão Global com um recorde particularmente dramático, segundo o estudo: nesse país de apenas 3,8 milhões de habitantes, mais de 4% da população está escravizada, de acordo com o documentado pela Walk Free Foundation, mas esse número pode ser ainda maior. A escravidão é hereditária. Adultos e crianças são, literalmente, “propriedade” de seus senhores, que têm direito total também sobre os descendentes. Mulheres, na Mauritânia, são consideradas como menores de idade: não há lei que combata a violência contra elas e estupro no casamento não é considerado crime. A escravidão só foi declarada ilegal em 1981, por um decreto que levou anos para ser implementado. Só em 2007 baixou-se uma lei definindo escravidão e abrindo a possibilidade de compensação às vítimas. [...] Em termos absolutos, os países com os maiores números de escravos citados no estudo são Índia (14 milhões), China (2,9 milhões) e Paquistão (2,1 milhões). A Ásia é, disparado, o continente com o maior percentual de escravos: 72,14% dos estimados 29,8 milhões no mundo. Paquistão (terceiro no índice global) figura como o pior caso do continente, em relação ao total da população, seguido da Índia, Nepal, Tailândia, Laos e Camboja. Se na Austrália a legislação e as políticas de combate à escravidão são rigorosas, países como Japão, China e Papua Nova Guiné têm poucas leis de combate ao problema. A escravidão sempre existiu, os próprios africanos escravizavam africanos ou participavam do tráfico de escravos, e que foi justamente o Ocidente que colocou um fim nessa prática milenar nefasta. Constatar isso é importante, pois vemos que a escravidão permanece justamente em locais onde há menos influência dos valores ocidentais. Países asiáticos ou africanos, e muitos muçulmanos são os principais focos de escravidão em pleno século 21. Eis a triste realidade que não pode ser escamoteada. O multiculturalismo, que adota postura de relativismo cultural contra o “etnocentrismo”, ou seja, impede que indivíduos possam, de forma minimamente objetiva, julgar que existem culturas mais avançadas, tem sido um grande inimigo da abolição dessa escravidão moderna. E pior: ele é alimentado pela própria elite culpada do Ocidente! O primeiro passo para combater a escravidão é aceitar que existem certos valores universais inegociáveis, que entre eles estão os conceitos de liberdade individual e propriedade privada, a começar pelo próprio corpo, e que nenhum relativismo cultural pode ficar acima deles. Infelizmente, em vez de abraçar com orgulho tais conquistas ocidentais, muitos ocidentais preferem criticar sua própria civilização mais avançada e enaltecer as mais atrasadas. O resultado: a permanência da escravidão em pleno século 21, muitas vezes dentro das próprias fronteiras ocidentais, pois os imigrantes acabam segregados em nome desse multiculturalismo. ornal scolar /JULHO DE 2015 /Pag. 5
  6. 6. FESTAS JUNINAS A Grande Tradição Nordestina As Festas Juninas são tradicionalmente nordestinas. Aqui, a presença de grandes eventos nessa época é comum. Há disputa de quadrilhas na dança, a dança do personagem do Folclore brasileiro boi bumbá, o povo da região aproveitam a época para agradecer a Deus a vinda do período de chuvas, raro no ano, que mantém o sustento das famílias dependentes da agricultura. Serve também para aquecer a área econômica da região, já que muitos turistas visitam as cidades para presenciarem os festejos. Há ainda a presença de grupos festeiros que passam cantando e dançando pelas ruas das cidades e são presenteados por guloseimas deixadas nas portas e janelas das casas pelos moradores. Santo Antônio São João Batista São Pedro COMIDAS TÍPICAS As comemorações juninas surgiram para comemorar a fartura das colheitas no solstício de Verão. O mês de junho é o mês da colheita do milho, por isso a presença do grão nas receitas juninas é tão comum. Normalmente, nas quermesses encontramos: Pamonha, curau, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca, bolo de milho, entre outros exemplos. Além das receitas de milho, temos também na época, arroz-doce, bolo de amendoim, pinhão, bom- bocado, broa de fubá, cocada, pé-de- moleque, quentão, vinho-quente, batata doce, entre outras guloseimas. BRINCADEIRAS As brincadeiras são elementos essenciais para divertir a festa. Não se sabe ao certo a origem de cada uma delas, mas o que todos sabem é que com elas, voltamos a ser criança. CADEIA Escolha um local isolado da festa para transformar em uma cadeia. Convide alguns amigos para serem os policiais. Durante a festa, você pode recorrer a um desses agentes e pedir para que alguém que esteja na festa seja preso. Os policiais vão buscar o respectivo criminoso e o mantém preso até que alguém ou ele mesmo pague uma fiança (cerca de R$0,50) para ser solto. A fiança pode ser paga também através de habilidades como cantar, dançar ou contar uma piada. CORRIDA DO SACO Uma brincadeira tradicional e muito simples. Defina um ponto de partida e uma linha de chegada. Os participantes devem colocar um saco de farinha nas pernas e começar a corrida. Ganha quem chegar primeiro no local indicado. CORRIDA DO OVO Um ovo inteiro de galinha é colocado em uma colher de sopa. Os participantes devem apostar uma corrida segurando a colher na boca pelo cabo. Ganha quem chegar sem derrubar o ovo. QUADRILHA É a dança coletiva típica da festa junina. Casais vestidos a caráter, moças com vestidos rodados e de panos simples e remendados e homens de camisa quadriculada, calças remendadas e chapéu de palha, dançam ao som de forró e músicas tradicionais de quadrilha. No meio da dança aparecem falsos obstáculos falados pelo narrador como cobras, pontes quebradas e fogueiras. ornal scolar /JULHO DE 2015 /Pag. 7
  7. 7. JAGUARARI Cidade de grandes manifestações culturais Jaguarari por ser um município tipicamente nordestino apresenta uma diversidade cultural com fortes traços da cultura sertaneja. Essa diversidade cultural relacionado ao modo de vida da população jaguarariense como foi bem representada no censo cultural pelas benzedeiras, curandeiros, parteiras cadastradas no censo cultural da Bahia 2002-2006. Essa pluralidade está presente nas diversas manifestações culturais existente no município como: reisado, corrida de argolinha, vaquejada, cavalgada, samba de palma, roda de São Gonçalo, roda traçada, bandas de pífanos, festas juninas, boi do chora dentre outros. As Bandas de pífanos conjunto musical de percussão e sopro seus instrumentos básicos são dois pífanos, um surdo, um tarol e um bombo ou zabumba. Os componentes da banda são na sua maioria trabalhadores rurais, que costumam apresentar nas festas religiosas do município e em especial nas festas juninas. Característicos da região de gameleira e Jacunã. Reisado grupo de música e dança característico da região de Serra dos Morgados e Catuni, que percorrem as ruas da cidade no dia de reis de porta em porta anunciando a chegada do Messias. Samba de Palmas grupo de dança composto na sua maioria por velhos que sambam ao som de palmas, e versos. Instrumentos utilizados são sanfona, zabumba, triangulo e pandeiro. A corrida de argolinha já foi um evento desportivo bastante popular na região. Nela duas equipes de competidores, montados a cavalo, totalmente ornamentados, identificadas com as cores azul (russiano) e vermelho (japonês), que são também as cores usadas pelos participantes, pelas rainhas e pelos estandartes. Hoje este evento está aos poucos desaparecendo, sendo realizado em alguns povoados. Outra manifestação bastante nesse município são as festas juninas realizadas na sede do município onde se homenageia o padroeiro de município São João Batista e no distrito de Pilar homenageando São Pedro. A festa que inicialmente era apenas religiosa tornou-se uma das principais festas da cidade onde sagrado e profano se misturam, em festejo ao nosso Padroeira São João Batista. Geralmente dura entre quatro a seis dias de festa, que é marcada pela presença de sanfoneiros, bandas regionais e grandes bandas famosas no cenário nacional. Durante essas festas são feitas apresentações de grupos de quadrilha como a Brilho do Sertão e Raio de Lua, bandas de Pífanos, também são desenvolvidas brincadeiras culturais como pau de sebo e quebra pote, garantindo assim a manutenção da tradição. Atraindo assim visitantes de diversas regiões do estado. Na culinária destacam-se pratos típicos do sertão como bode assado, milho cozido e assado, mugunzá, arroz doce, vatapá, aipim frito e cozido, dentre outros e bebidas como licor de jenipapo, quentão, pau nas coxas e caipirinha. A vaquejada atividade recreativa, competitiva e esportiva desenvolvida na região que consiste em uma corrida, onde os vaqueiros montados a cavalo, derrubam o boi pelo rabo, dentro de uma faixa previamente demarcada. O evento é realizado no Parque de Vaquejada Caraíba Metais e no parque de vaquejada ABC em Aroeira. Além dela, existem outras festas de vaqueiros na Fazenda Pocinho e Macambria. Outra festa que anima a região é a Cavalgada Pisada de Ouro que consiste em um desfile de vaqueiros pelas ruas da cidade e seguem em direção a um povoado do município onde é oferecido o café da manhã para os vaqueiros e no final da tarde é dado uma festa dançante para a população em geral. Acontece também em alguns povoados do município a tradicional missa dos vaqueiros, onde os mesmo assistem a missa trajados a caráter e no final apresentam aboios. A cultura jaguarariense apresenta traços de influência áfrica e indígena: candomblé, umbanda, capoeira, trabalhos artesanal com palha de ariri e barro, fabricação de remédios caseiros, garrafadas feitos á base de ervas e raízes da região. No artesanato são desenvolvidas várias técnicas utilizando, retalhos de tecido (o fuxico), pinturas, trançados, cerâmica, renda, tricô, crochê, couro, madeira, flores, palha e bordados. Sendo o trabalho com palha desenvolvido no Jacunã, madeira em Flamengo na produção de carrancas, arte em couro em Santa Rosa de Lima e o artesanato com barro na Lagoa da Onça e na Ponta da Serra ornal scolar /JULHO DE 2015 /Pag. 7
  8. 8. LEI MARIA DA PENHA Ela protege mesmo as mulheres? Lei Maria da Penha ainda não é totalmente aplicada no Brasil Artigo prevê que denúncia contra violência à mulher corra em um só lugar. No entanto, isso só funciona em Mato Grosso, e não no restante do país. Vamos falar da violência contra as mulheres no Brasil. Os números são impressionantes:maisde30milcasos emumsemestre.Namaioriaabsoluta, a vítima têm relação afetiva com o agressor. A Lei Maria da Penha existe para proteger as mulheres. Mas a lei tem um artigo que não é aplicado na maioria dos estados. Ele prevê que a denúncia pode correr toda em um só lugar. Isso já funciona em Mato Grosso, e a vítima não precisa repetir o caso várias vezes para autoridades diferentes. As marcas ainda estão nas costas. Júlia era agredida com frequência e depois o marido colocava sal nas feridas. Júlia é um nome que criamos para não revelar a identidade da adolescente. A violência foi repetida muitas vezes enquanto eles moravam juntos, mas ela tinha medo de ir embora. .A históriadeJúliainfelizmenteémais comum do que imaginamos. Só nos primeiros seis meses de 2014, mais de 30.600 mulheres denunciaram seus maridos ou companheiros no Brasil por causa de violência física ou psicológica. Todas precisavam de ajuda, mas nem todas foram bem atendidas porque os serviços de proteção às vítimas ainda são precários no país. Em Mato Grosso, existem cinco delegacias especializadas em violência contra a mulher. Em 2010, foram registradas agressões a 23 mil mulheres. Três anos depois, foram 32 mil, um aumento de quase 40%. Em Cuiabá, os números também cresceram. "Nós já estamos contabilizando mais de 1,8 mil medidas protetivas só requeridas agora em 2014. Estamos fechando este ano com mais de 2 mil inquéritos policiais instaurados através da Delegacia da Mulher e em decorrênciadestasmedidasprotetivas que foram requeridas pelas vítimas no decorrer de 2014", explica a delegada Josirlethe Magalhães Crivelleto. As vítimas de agressões domésticas são amparadas pela Lei Maria da Penha. Depois de fazerem o registro, elas podem pedir as medidas protetivas como o afastamento do agressor, por exemplo. A lei foi sancionada em 2006 e é reconhecida pelas Nações Unidas como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência contra a mulher. Mas tem um artigo muito importante que ainda não é colocado em prática. É o artigo 14 que cria facilidades para as mulheres, concentrando no mesmo lugar todas as ações a que elas têm direito. Em Mato Grosso, o Poder Judiciário regulamentou a aplicação do artigo 14 da Lei Maria da Penha. Nele está estabelecido que as mulheres devem ser atendidas em todas as suas necessidades. Ou seja, tanto questões cíveis quanto criminais devem ser julgadas pela mesma vara. "Então ela não precisará ficar peregrinando atrás dos seus direitos, ela não precisará contar este fato para vários atores do direito, quando na verdade, ela pode contar pra um só. Porque é uma humilhação a violência contra a mulher", diz Rosana Leite Barros, presidente do Conselho Estadual da Mulher de Mato Grosso. Quem trabalha no atendimento a estas mulheres tem quatro vezes mais processos que uma vara de família comum. Rosana quer levar a ideia para todo o país. "Esta é uma proposta nossa para a Secretaria de Política Para as Mulheres, para que seja aplicado em todo país. Desta forma que as mulheres estarão muito melhor atendidas, muito melhor amparadas com apenas poucas pessoas conhecendoseusproblemasdedentro do lar, não tendo que sofrer esta humilhação de novamente reviver aquela situação", explica Rosana Leite Barros. ornal scolar /JULHO DE 2015 /Pag. 8 "Eu pensava: eu grávida. Vou largar dele e vou para onde? Ganhar meu filho em uma beira de estrada? Em cima de um caminhão, nas estradas? Então eu pesava assim: melhor eu ficar apanhando e ter uma casa pro meu filho, viver com pai, ter uma família do que ir para a rua", conta ela
  9. 9. PASSATEMPO Chegou a hora da diversão! PARA DESCONTRAIR… DE PEQUENINO... No berçário, o menininho assedia a menininha: - Olá, vens sempre aqui? - Só quando nasço! - Eu também! E pouco depois: - Eu sou um menino! - Como é que sabes? - Espera só que a enfermeira saia que eu já te mostro. Assim que a enfermeira sai: - Pronto, ela já saiu – diz a menina. – Diz-me como descobriste que és um menino! O menino levanta o lençol e diz: - Olha aqui para baixo... - Estou a olhar. O que é que tem? - Estás a ver o meu sapatinho? É azul! ornal scolar /JULHO DE 2015 /Pag. 9
  10. 10. ornal scolar /JULHO DE 2015 /Pag. 10 EDIÇÃO ESPECIAL DO COLÉGIO ESTADUAL WALTER BRANDÃO EDITORA 2º ANO C / REDATORES E JORNALISTAS: Naiara, Keyla Lucas, Taylane Moura, Micaely

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