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A PALAVRA PELA PAZ NA SÍRIA 3ED
A PALAVRA PELA
PAZ NA SÍRIA 3ED
DATA: 01 DE FEVEREIRO DE 2015
AUTOR:
ERIC CAMPOS BASTOS GUEDES
ERIC CAMPOS BASTOS GUEDES 1/3 01/02/15
A PALAVRA PELA PAZ NA SÍRIA 3ED
Durante um debate ocorrido no programa “Canal Livre”, exibido pela rede
Bandeirantes de televisão, uma senhora que tinha parentes na cidade de Alepo disse
que, ao telefonar para esses parentes, ficou sabendo que entre os soldados, chamados
pela mídia de “rebeldes”, haviam bem poucos sírios, pois, em sua maioria, eles não
falavam o árabe próprio dos sírios. Mas, se não eram sírios, também não eram
rebeldes, pois um exército não pode ser “rebelde” num país que não é o seu. E se eles
não eram rebeldes, só poderiam ser mercenários – e diz a Bíblia que o mercenário
veio para matar, roubar e destruir. Sendo eles mercenários, quem os estaria
financiando? E por qual motivo? Vou tentar responder a essas duas questões mais
adiante, após falar sobre o atentado com armas químicas que poderia ter deflagrado o
bombardeio da Síria. O presidente Bashar al-Assad sabia que se ele usasse suas armas
químicas, isso poderia ocasionar o bombardeio da Síria. Pelo que me consta, o
presidente dos Estados Unidos disse que o uso de armas químacas pelo exército de
Bashar al-Assad deflagraria o bombardeio da Síria. Não interessava ao governo sírio,
por esse motivo (e talvez até por outros), o uso de armas químicas numa guerra
dentro da Síria, o que levaria a morte de muitos civis sírios. Por outro lado, conforme
noticiado em alguns sites que tive a oportunidade de consultar, o ataque com armas
químicas teria partido de posições controladas pelos mercenários (chamados
“rebeldes” pela mídia) até posições controladas também pelos mercenários. Essa
informação deveria ser melhor investigada (confirmada ou refutada), pois ela indica
um possível auto-ataque, semelhante ao que houve no 11 de setembro (a população
norteamericana sabe que o ataque ocorrido contra as Torres Gêmeas em 11 de
setembro, o 11S, foi obra do próprio governo dos Estados Unidos). O motivo de um
auto-ataque é culpar o grupo ou país que se pretende atacar com a finalidade de
justificar um ataque contra esse mesmo grupo ou país e conseguir o apoio para
realizar esse ataque junto à população. Se o ataque com armas químicas foi um auto-
ataque, ele só poderia ser realizado com o aval de Barack Obama, presidente dos
EUA. Uma decisão tão séria não poderia ser tomada por alguém num nível
hierárquico abaixo do de Barack Obama.
Voltemos às questões pendentes: quem estaria financiando os mercenários na
Síria? Qual o motivo para isso? Ora, os mercenários na Síria foram chamados
“rebeldes” pela mídia aqui no Brasil, e é fato reconhecido que a mídia e o governo no
Brasil se alinham fortemente ao que é ditado pelo governo dos EUA. Chamar
soldados mercenários de rebeldes é um modo de validar a luta desses soldados junto
ao povo, porque rebeldes lutam contra uma situação de opressão, enquanto
mercenários matam por dinheiro – esses são mal vistos; aqueles podem ter alguma
simpatia da população e, consequentemente, ter algum apoio dos governos de outros
países. Se o governo e as instituições brasileiras se alinham ao que é ditado pelo
governo dos EUA, a sugestão (ou ordem?) para que a mídia (brasileira) chamasse
mercenários de “rebeldes” pode ter vindo do governo dos EUA. Qual o motivo para a
guerra? A descoberta de uma grande reserva de gás na região da Síria teria despertado
ERIC CAMPOS BASTOS GUEDES 2/3 01/02/15
A PALAVRA PELA PAZ NA SÍRIA 3ED
o interesse do governo dos EUA em controlar a Síria de modo mais direto – um
motivo suficiente para atacar aquela região, o que aponta na direção de um
financiamento feito pelo governo dos EUA (com o dinheiro do povo americano) aos
mercenários na Síria (que foram chamados de “rebeldes” pela mídia). O congresso
norteamericano deveria fazer uma investigação muito séria para saber se os
mercenários na Síria teriam sido financiados com o dinheiro do povo dos EUA.
OBSERVAÇÕES: as ideias desse trabalho foram redigidas no final do ano de 2013.
Na época eu estava preso num manicômio (e quem estuda o assunto sabe
perfeitamente que a prisão em manicômios é um recurso utilizado para silenciar
quem se opõe aos senhores do mundo) e impossibilitado de divulgar o trabalho.
Ocorre que eu pedi enfaticamente à minha ex-mulher que me visitava que pedisse a
padres e pastores que divulgassem o texto na Internet; pedi também a um evangélico
que entregasse o texto a pastores (algumas cópias xerox seriam distribuidas) para que
eles avaliassem e, caso achassem importante, divulgassem na Internet. O evangélico
leu o texto e me disse que a mão de Deus poderia pesar sobre mim. Parecia
ameaçador. Depois que me soltaram do hospício, procurei na Internet pelo texto que
repassei e que deveria ter chegado às mãos de padres e pastores. Não encontrei nada.
Se essas ideias fossem divulgadas naquela época, poderiam ter, talvez, parado a
guerra na Síria. O que mais se comprova é a total falta de preocupação das igrejas
autoproclamadas cristãs com a vida dos seres humanos.
ERIC CAMPOS BASTOS GUEDES
01/02/2015, DOMINGO, 18:57HS
ERIC CAMPOS BASTOS GUEDES 3/3 01/02/15

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  • 2. A PALAVRA PELA PAZ NA SÍRIA 3ED Durante um debate ocorrido no programa “Canal Livre”, exibido pela rede Bandeirantes de televisão, uma senhora que tinha parentes na cidade de Alepo disse que, ao telefonar para esses parentes, ficou sabendo que entre os soldados, chamados pela mídia de “rebeldes”, haviam bem poucos sírios, pois, em sua maioria, eles não falavam o árabe próprio dos sírios. Mas, se não eram sírios, também não eram rebeldes, pois um exército não pode ser “rebelde” num país que não é o seu. E se eles não eram rebeldes, só poderiam ser mercenários – e diz a Bíblia que o mercenário veio para matar, roubar e destruir. Sendo eles mercenários, quem os estaria financiando? E por qual motivo? Vou tentar responder a essas duas questões mais adiante, após falar sobre o atentado com armas químicas que poderia ter deflagrado o bombardeio da Síria. O presidente Bashar al-Assad sabia que se ele usasse suas armas químicas, isso poderia ocasionar o bombardeio da Síria. Pelo que me consta, o presidente dos Estados Unidos disse que o uso de armas químacas pelo exército de Bashar al-Assad deflagraria o bombardeio da Síria. Não interessava ao governo sírio, por esse motivo (e talvez até por outros), o uso de armas químicas numa guerra dentro da Síria, o que levaria a morte de muitos civis sírios. Por outro lado, conforme noticiado em alguns sites que tive a oportunidade de consultar, o ataque com armas químicas teria partido de posições controladas pelos mercenários (chamados “rebeldes” pela mídia) até posições controladas também pelos mercenários. Essa informação deveria ser melhor investigada (confirmada ou refutada), pois ela indica um possível auto-ataque, semelhante ao que houve no 11 de setembro (a população norteamericana sabe que o ataque ocorrido contra as Torres Gêmeas em 11 de setembro, o 11S, foi obra do próprio governo dos Estados Unidos). O motivo de um auto-ataque é culpar o grupo ou país que se pretende atacar com a finalidade de justificar um ataque contra esse mesmo grupo ou país e conseguir o apoio para realizar esse ataque junto à população. Se o ataque com armas químicas foi um auto- ataque, ele só poderia ser realizado com o aval de Barack Obama, presidente dos EUA. Uma decisão tão séria não poderia ser tomada por alguém num nível hierárquico abaixo do de Barack Obama. Voltemos às questões pendentes: quem estaria financiando os mercenários na Síria? Qual o motivo para isso? Ora, os mercenários na Síria foram chamados “rebeldes” pela mídia aqui no Brasil, e é fato reconhecido que a mídia e o governo no Brasil se alinham fortemente ao que é ditado pelo governo dos EUA. Chamar soldados mercenários de rebeldes é um modo de validar a luta desses soldados junto ao povo, porque rebeldes lutam contra uma situação de opressão, enquanto mercenários matam por dinheiro – esses são mal vistos; aqueles podem ter alguma simpatia da população e, consequentemente, ter algum apoio dos governos de outros países. Se o governo e as instituições brasileiras se alinham ao que é ditado pelo governo dos EUA, a sugestão (ou ordem?) para que a mídia (brasileira) chamasse mercenários de “rebeldes” pode ter vindo do governo dos EUA. Qual o motivo para a guerra? A descoberta de uma grande reserva de gás na região da Síria teria despertado ERIC CAMPOS BASTOS GUEDES 2/3 01/02/15
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