Ppc tecnologia fabricao mecnica_srt

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  1. 1. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA PLANO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA DA UNED SERTÃOZINHO CEFET-SP/UNED SERTÃOZINHO/2007
  2. 2. 2 CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO UNIDADE DE ENSINO DESCENTRALIZADA DE SERTÃOZINHO PLANO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA CARMEN MONTEIRO FERNANDES Diretora da Unidade de Sertãozinho PROF. CARLOS ROBERTO MATIAS Gerente Acadêmico PROF. ALEXANDRE ARAÚJO BEZERRA Coordenador da Área de Mecânica e Gestão Comissão de estudos para implantação do Curso Superior de Tecnologia em Fabricação Mecânica – 2006/2007 Prof. Alexandre Araújo Bezerra Prof. Arnaldo Carlos Morelli Prof. Heriberto Teixeira Prof. José Olivier Figueiredo Prof. Miguel Antônio Rogério SERTÃOZINHO, SETEMBRO DE 2007.
  3. 3. 3 IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SÃO PAULO UNIDADE DE ENSINO DESCENTRALIZADA DE SERTÃOZINHO CEFET/SP – UNED SERTÃOZINHO RUA EXPEDICIONÁRIO SOLANO, 1420 - CENTRO - SERTÃOZINHO – SP CEP: 14160-740 FONE/FAX: (16) 3942-5544
  4. 4. 4 SUMÁRIO Pág. 1. Identificação do Plano .............................................................................. 5 2. Identificação do Curso .............................................................................. 7 3. Projeto Pedagógico do Curso .................................................................. 8 3.1 Missão do Curso ............................................................................... 3.2 Perfil do Egresso ............................................................................... 3.3 Objetivos ........................................................................................... 3.4 Justificativa da Oferta do Curso ........................................................ 3.5 Organização Curricular ..................................................................... 3.6 Política de Estágio ............................................................................ 3.7 Avaliação Discente ........................................................................... 3.8 Critérios de Aproveitamento de Estudos .......................................... 3.9 Requisitos de Acesso ....................................................................... 3.10 Certificados e Diplomas Expedidos aos Concluintes do Curso ...... 8 8 9 10 12 13 14 14 15 15 4. Corpo Docente ......................................................................................... 15 5. Corpo Técnico Envolvido no Curso .......................................................... 15 6. Infra-estrutura Física e Recursos Materiais ............................................. 21 7. Necessidade de Investimento .................................................................. 32 Anexo I – Matriz Curricular: Quadro Curricular ............................................ Anexo II – Matriz Curricular: Ementários ...................................................... Anexo III – Documentos de Empresas .........................................................
  5. 5. 5 Número do Processo: Para uso exclusivo do MEC . 1. IDENTIFICAÇÃO DO PLANO 1.1 Área do curso CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FABRICAÇÃO MECÂNICA. Ao terminar o curso, o aluno obterá um Diploma de Tecnólogo em Fabricação Mecânica. 1.2 Mantenedora União 1.3 Identificação da instituição mantida Nome: Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo - CEFET-SP CNPJ: 39.006.291/0001-60 End.: Rua Dr. Pedro Vicente, 625 Cidade: São Paulo UF: SP CEP: 01109-010 Fone: (11) 6763-7500 Fax: (11) 6763-7650 E-mail: drg@cefetsp.br 1.4 Dirigente Principal da Instituição de Ensino Cargo: Diretor Geral Nome: Garabed Kenchian End.: Rua Dr. Pedro Vicente, 625 Cidade: São Paulo UF SP CEP: 01109-010 Fone: (11) 6763-7500 Fax: (11) 6763-7650 E-mail: kenchian@cefetsp.br 1.4.1 Diretor de Ensino da Instituição mantida Cargo: Diretor de Ensino Nome: Carlos Frajuca End.: Rua Dr. Pedro Vicente, 625 Cidade: São Paulo UF: SP CEP: 01109-010 Fone: (11) 6763-7500 Fax: (11) 6763-7650 E-mail: frajuca@ceftsp.br
  6. 6. 6 1.4.2 Dirigente da Unidade de Ensino à qual pertence o curso e ao qual está subordinado o Coordenador do curso Cargo: Diretor da Unidade de Ensino Descentralizada (Uned) de Sertãozinho Nome: Carmen Monteiro Fernandes End.: Rua Expedicionário Solano, 1420, Centro Cidade: Sertãozinho UF: SP CEP: 14160-740 Fone: (16) 3942-5544 Fax: (16) 3942-6530 E-mail: sertaozinho@cefetsp.br 1.5 Histórico da Instituição Mantida A demanda por operários mais qualificados no Brasil, do ponto de vista de recursos técnicos, surge no final do século XIX e início do século XX, cenário em que foram criadas as escolas de artes e ofícios, nas quais, prevalecendo ainda o modelo de transferência de técnica do artesão para o aprendiz, já foram introduzidos recursos tecnológicos e uma pequena parcela de conhecimento formalizado. Em 19 de fevereiro de 1910, como Escola de Aprendizes Artífices, foi criada a Escola que viria a ser o CEFET-SP, instalada provisoriamente no bairro da Luz, no centro de São Paulo, oferecendo primeiramente os cursos de tornearia, mecânica e eletricidade, além das oficinas de carpintaria e artes decorativas. Em 1942, com a Reforma Capanema, a Escola de São Paulo transformou-se em Escola Técnica, com direito a ministrar Segundo Grau Técnico. Em 1965, a Escola Técnica Federal de São Paulo ampliou sua oferta de cursos, implantando o Curso Técnico de Eletrônica. Em 1976, procedeu-se à mudança da Escola para o bairro do Canindé, sua atual sede. Já em 1977, criaram-se os cursos de Eletrotécnica e Telecomunicações e, no ano seguinte, o de Processamento de Dados. A Escola Técnica Federal de São Paulo passou à condição de Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo (CEFET-SP), a partir do Decreto Presidencial de 18 de janeiro de 1999. Visando atender a Comunidade de Sertãozinho, Município localizado a 350 km de São Paulo, no ano de 1996, foi instituída a Unidade Sertãozinho do Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo, por meio do convênio de Cooperação Técnica 001/96, envolvendo a Prefeitura de Sertãozinho, a Secretaria de Educação Média e Tecnológica e o Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo. A Unidade Sertãozinho tem uma trajetória que se caracteriza, por um lado, pelas dificuldades para sua institucionalização e, por outro, pela sua solidificação, junto à região, mesmo a despeito das dificuldades surgidas para sua efetivação. O estudo de demanda profissional no município de Sertãozinho e região foi iniciado com o processo de implantação da Escola, no ano de 1996, por meio de uma pesquisa realizada pela Prefeitura Municipal, envolvendo o empresariado local. Dados da referida pesquisa, relatados no projeto de implantação da Unidade Sertãozinho, mostraram a necessidade de desenvolvimento de cursos nas áreas de Mecânica e Eletrônica, sendo prioritária, na época, a formação de profissionais para atuarem como Técnicos em Mecânica, curso que fora implantado. Em todo o período de funcionamento, a Direção da Unidade Sertãozinho vem mantendo contatos com representantes do empresariado local, procurando, assim, diagnosticar as necessidades de formação profissional mais emergente e propor formas de atendimento.
  7. 7. 7 A proposta de atuação na área de Automação nasceu a partir dos encontros com o empresariado local e foi objeto de análise por parte de profissionais que atuam nessa área, assim como pelo Secretário de Indústria e Comércio do Município. O primeiro plano de curso foi apresentado no ano 2000, tendo sido iniciada a primeira turma em maio daquele ano. Em 2002, foram feitas alterações curriculares para melhor adequação do Curso às necessidades do sistema produtivo e às manifestações de interesse da comunidade. Entretanto, face à escassez de recursos, a comunidade da Escola sempre optou por manter o curso com um caráter bastante generalista, como forma de abarcar as áreas de Mecânica e Automação. Porém, o currículo desenvolvido até então deixa brechas no tocante a uma melhor formação nas especificidades de cada área, existindo necessidade tanto de maior especialização na área de controle de processo industrial como na produção e manutenção mecânicas. Dessa forma, houve a opção pelo desmembramento do currículo, a reformulação do currículo do Curso Técnico em Automação Industrial e a formulação de um Plano de Curso para habilitação de técnicos em Mecânica. Devido a orientações do Governo, que pretendia transformar a Unidade Sertãozinho em Escola pertencente ao Segmento Comunitário, a escola, que fora criada em 1996 como uma Unidade da Escola Técnica Federal de São Paulo, permaneceu sem perspectiva de ter sua sede própria até final de 2002. No ano de 2003, com o novo governo, foi mudada a orientação do papel social da escola, com a mesma sendo mantida na esfera Federal. A partir de 2006, tiveram início os Cursos Técnicos Integrados de Mecânica e Automação Industrial, na modalidade EJA - Educação de Jovens e Adultos. No ano de 2006 teve início o processo de construção da sua sede própria, estando, nesse meado de 2007, sendo entregue à Comunidade de Sertãozinho. 2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 2.1 Nome do curso CURSO SUPERIOR DE FABRICAÇÃO MECÂNICA. Ao terminar o curso, o aluno obterá um Diploma de Tecnólogo em Fabricação Mecânica. 2.2 Número de vagas anual 40 vagas 2.3 Número de alunos por sala 40 alunos 2.4 Turnos de funcionamento Diurno 2.5 Regime de matrícula Anual 2.6 Carga horária 2.755 horas + 360 horas de estágio = 3.115 horas 2.7 Duração do curso 03 anos 2.8 Bases legais do curso Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9.394/96; Decreto nº 5.154/04; Parecer CNE/CES nº 436/2001; Parecer CNE/CP nº 29/2002; e Resolução CNE/CP nº 03/2002.
  8. 8. 8 3. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 3.1 Missão do Curso A Unidade Sertãozinho do CEFET-SP propõe-se a formar um profissional apto a atuar nos diversos processos de Fabricação Mecânica, tais como: soldagem, fundição, conformação mecânica, usinagem, ensaios destrutivos e não destrutivos, bem com na gestão da produção. De maneira geral, o currículo da Unidade Sertãozinho propõe um itinerário formativo interdisciplinar e prático que garanta ao aluno as condições básicas para a inserção no mundo do trabalho, à plena atuação na vida cidadã e a meios para continuar aprendendo, bem como o despertar da sua capacidade empreendedora. Por isso, ao elaborar este curso Superior de Tecnologia em Fabricação Mecânica, houve a preocupação de o fazer assentar num currículo que valorize tanto as disciplinas teóricas quanto as práticas, indo ao encontro do modelo de educação unitária, integrando, assim, ciência e tecnologia, o pensar e o fazer. Espera-se que a vivência prática traga um constante pensar sobre “o que fazer”, “como fazer” e “por que fazer”, buscando constantemente, com criatividade, soluções para os problemas da área. A experiência da Unidade proporcionada pelo curso Técnico em Mecânica, desenvolvido em sintonia com o setor produtivo regional, foi muito importante na elaboração do Curso Superior de Tecnologia em Fabricação Mecânica. Essa experiência propiciou formular um curso Superior com um currículo que atenda às exigências cada vez maiores de qualificação que, devido à crescente complexidade dos processos produtivos, exige uma formação além do nível técnico. 3.2 Perfil do Egresso O primeiro passo para uma efetiva profissionalização dos trabalhadores estará garantido pela oferta de uma educação de qualidade. Ela é condição essencial para todo desempenho profissional futuro, frente aos novos paradigmas econômico-sociais. Em decorrência de um conjunto de fenômenos que caracterizam o mundo atual, o mercado de trabalho vem se reconfigurando e colocando novas exigências para os profissionais das diferentes áreas, inclusive a Mecânica. Passa a ser requerido, além da formação técnica específica, o desenvolvimento das competências de comunicação e de conhecimentos científicos e socioculturais, geradores dos atributos de raciocínio e expressão lógicos, de comunicação oral, escrita, simbólica, interpessoal e de grupo, de autonomia, de iniciativa, de criatividade, de cooperação, de solução de problemas e de tomada de decisões. O perfil do egresso do Curso Superior de Tecnologia em Fabricação Mecânica oferecido pela Unidade Sertãozinho do CEFET-SP deverá evidenciar uma formação que atenda às diversas atividades na área da Mecânica levando ao desenvolvimento das seguintes competências: a) entender o processo produtivo, sua relação, organização e papel da tecnologia; b) compreender, aplicar e supervisionar os diferentes processos de Usinagem em materiais diversos, especialmente os metais;
  9. 9. 9 c) compreender, aplicar e supervisionar os diferentes processos de conformação mecânica, soldagem e de fundição; d) produzir e aplicar os conhecimentos próprios da área, levando em consideração as questões de saúde, segurança do trabalho e preservação do meio ambiente; e) conviver em grupos para solucionar problemas e tomar decisões; f) atuar na gestão de recursos humanos, ligados aos setores administrativo, financeiro e técnico; g) atuar de forma ética, crítica e criativa nos processos de fabricação industrial; h) fiscalizar e controlar a qualidade da produção; i) identificar e avaliar as causas de eventuais problemas, com vistas à proposição de soluções e/ou alterações no processo industrial; j) acompanhar o processo produtivo, desde a seleção de matérias-primas até a obtenção do produto final; k) propor materiais com novas propriedades, economicamente eficazes, de menor impacto ambiental; l) prestar consultorias para propor soluções na busca da qualidade de matérias-primas, processos e produtos industrializados; m) elaborar relatórios e projetos voltados para o equacionamento de problemas relativos ao uso de materiais no setor produtivo; n) avaliar o desempenho dos materiais produzidos relacionando: estrutura/processo de fabricação/ propriedades. 3.3 Objetivos 3.3.1 Objetivos Gerais O Curso Superior de Tecnologia em Fabricação Mecânica tem por objetivo geral propiciar ao estudante um processo formativo que lhe habilite como um profissional apto a produzir e aplicar conhecimentos científicos e tecnológicos na área de Fabricação Mecânica relacionados aos campos da pesquisa, aplicação industrial, planejamento e gestão, enquanto cidadão ético e com capacidade técnica e política. 3.3.2 Objetivos Específicos Dar condições para que os formandos possam prestar assistência tecnológica, através da adoção de novas práticas capazes de minimizar custos, obtendo-se maior eficácia nos métodos de fabricação; Utilizar a pesquisa científica nos processos formativos como instrumento de (re)construção do conhecimento e de transferência de tecnologia, visando à formação de profissionais aptos a contribuir para o desenvolvimento de pesquisas tecnológicas de interesse para os setores público e privado na área de Fabricação Mecânica; Oferecer práticas acadêmicas que contribuam para a formação de profissionais aptos a propor novas soluções a partir das dificuldades e/ou estrangulamentos empresariais apresentados, devido à falta de qualidade de materiais ou de processos de fabricação.
  10. 10. 10 3.4 Justificativa da Oferta do Curso Sertãozinho está localizada no nordeste do Estado de São Paulo, a 330 km da capital. Faz parte da região administrativa de Ribeirão Preto, que compõe, como município sede em um total de seis, uma microrregião econômica. Números apresentados pelo CEISE/CIESP e pelo Anuário da Cana 1, referentes às empresas filiadas a estas entidades na microrregião de Sertãozinho, permitiram a construção da tabela 1, por meio da qual podem ser verificadas algumas das características regionais apresentadas neste documento. Tabela 1 – Região de Ribeirão Preto: ocupação ATIVIDADE DAS EMPRESAS % DE OCUPAÇÃO FABRICAÇÃO DE AÇÚCAR E ÁLCOOL 78,38 FABRICAÇÃO DE PEÇAS, PRODUTOS E EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS 6,44 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS INDUSTRIAIS 5,47 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM GERAL, INCLUSIVE TRANSPORTES 2,84 AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL 2,34 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS EXCETO AÇÚCAR 1,43 FABRICAÇÃO DE PEÇAS, PRODUTOS E EQUIPAMENTOS NÃO INDUSTRIAIS 1,16 CONSTRUÇÃO CIVIL 0,51 FABRICAÇÃO DE MÓVEIS E ESQUADRIAS 0,38 INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS E FARMACÊUTICOS 0,34 FABRICAÇÃO DE CIMENTO, CONCRETO E DERIVADOS 0,27 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS ELETRÔNICOS 0,17 PUBLICIDADE, PROPAGANDA, GRÁFICA E EDITORA 0,14 FABRICAÇÃO DE ROUPAS E CALÇADOS 0,10 IMPORTAÇÃO EXPORTAÇÃO 0,04 TOTAL DE EMPREGOS PESQUISADOS 100% Fonte: jornal cana – 2002. Segundo o Anuário, a região reúne 1.800 indústrias, que geram cerca de 50 mil postos de trabalho. Por volta de 70% dessas empresas são de pequeno porte, empregando de 10 a 99 funcionários. Os setores que mais se destacam são: alimentos, bebidas, artigos de vestuário e acessórios, produtos do setor metal- mecânico, produtos médico-odontológicos, equipamentos agrícolas, química, móveis e construção civil. O município de Sertãozinho possui, aproximadamente, 100 mil habitantes e tem sua economia baseada na força da agroindústria canavieira. A produção bianual de suas usinas gira em torno de 700 mil toneladas de açúcar e 540 milhões de litros de álcool, além de seus subprodutos e faz da microrregião o maior pólo sucroalcooleiro do mundo. A cidade de Sertãozinho possui sete usinas produtoras de açúcar e álcool, sendo líder na geração de empregos no setor industrial paulista e, segundo dados da CIESP, no ano de 2006 (até agosto) obteve uma variação positiva de 20,4% na geração de empregos, com a contratação de 6.300 trabalhadores. Há que citar que, na região da qual a cidade de Sertãozinho faz parte, ainda existe indústrias ligadas ao 1 O Anuário da Cana é uma publicação do Jornal Cana, que traz informações completas sobre o setor sucroalcooleiro.
  11. 11. 11 processamento de alimentos, papel e celulose, setores que demandam muitos trabalhadores do setor de Mecânica e Automação. Devido ao crescimento do setor, tanto em expansão quanto em ampliação de usinas no Brasil, tem havido êxodo dos profissionais mais experientes para atuarem nessas novas usinas, desfalcando as empresas. Dessa forma, a formação de profissionais com sólida formação técnica será essencial para suprir as necessidades de Sertãozinho e região. O público-alvo, representado por empresas que compõem o sistema produtivo na área de atuação da Unidade Sertãozinho, foi pesquisado por meio de entrevistas com profissionais responsáveis pela área de produção industrial e com gerentes ou diretores de Recursos Humanos de grandes e médias empresas, pertencentes aos setores metal-mecânico e eletroeletrônico que atuam no suporte ao setor sucroalcooleiro em sertãozinho e região. Nas entrevistas realizadas nas empresas, foi enfatizada a necessidade de profissionais com sólida formação técnica, tanto de nível médio quanto superior. Segundo as empresas, os profissionais devem apresentar fundamentalmente as seguintes características: iniciativa, boa postura, capacidade de aprender, multifuncionalidade, compromisso/comprometimento, aptidão para trabalho em equipe, bom relacionamento e sólidos conhecimentos técnicos, que possibilitem a esses profissionais se adaptarem às constantes inovações tecnológicas pelas quais passa o setor sucroalcooleiro, resultando em crescente demanda por mão-de-obra qualificada. Essa demanda crescente por profissionais se deve tanto pela expansão das usinas já existentes, quanto pela construção de novas usinas na região. Segundo matéria publicada no DCI – Comércio e Indústria, de acordo com dados da ÚNICA (União da Agroindústria Canavieira), há 77 novas usinas em operação no País que se somam às 347 já existentes na safra de 2005/2006. Durante as entrevistas com os profissionais responsáveis pelo gerenciamento industrial e de recursos humanos das empresas pesquisadas, foi mencionado que as empresas estão disputando os profissionais, dando origem à prática denominada “canibalismo”, onde uma empresa busca mão-de-obra especializada nos quadros de outra. Dessa forma, seguindo a tendência do desenvolvimento regional, a implantação de Cursos Superiores de Tecnologia concorrerá para o incremento da receita para esse progresso, acrescentando a ela um ingrediente fundamental: mão-de-obra qualificada para responder às crescentes exigências tecnológicas requeridas pelo setor sucroalcooleiro nas áreas de Química, Mecânica, Automação, Gestão, Planejamento e Controle de Processos, etc. Sendo assim, há a necessidade de uma grande abrangência da Escola, cuja proposta pedagógica comporta sua possibilidade de irradiação de educação para o agronegócio regional. A partir desses dados, pode ser ratificada a importância do setor sucroalcooleiro na geração de empregos na microrregião, seguido pelo segmento das indústrias metalmecânicas, que dá suporte ao primeiro, e, na seqüência, pelo setor de serviços industriais. Conforme dados da Fundação SEADE, no ano de 2004 a cidade de Sertãozinho teve, na indústria, uma participação nos vínculos empregatícios de 49,71% enquanto na região esse índice foi 24,38% e 23,85% no Estado (www.seade.gov.br, acessado em: 28/05/2007). Dentro desse contexto, aliado à busca de padrões que lhes permita a manutenção ou melhoria de sua presença no mercado mundial, as indústrias procuram, no desenvolvimento de novos produtos e na
  12. 12. 12 automação, uma alternativa de produtividade e de competitividade. Essa constatação, por si só, é capaz de justificar a presença da UNED Sertãozinho na região, como pólo irradiador de uma nova cultura tecnológica. Conclui-se, portanto, que as características econômicas de Sertãozinho e região de Ribeirão Preto estão apoiadas em uma economia forte e diversificada. O parque industrial municipal, além das usinas instaladas, conta hoje com mais de 500 empresas e é composto, principalmente, por indústrias metalúrgicas, voltadas para a fabricação de equipamentos e máquinas para usinas e destilarias. Entretanto, a partir da importância da indústria sucroalcooleira e para manter sua projeção nos mercados nacional e internacional, desenvolveu-se, na região, uma indústria de produção de equipamentos de alta precisão, utilizando-se de conhecimentos nas áreas de Mecânica e Eletrônica. Dados da Fundação SEADE indicam 2 , em 1998/2000, a existência de cerca de 10.000 jovens entre 15 e 19 anos residentes no município de Sertãozinho. No ano 2000, a matrícula anual foi de aproximadamente 7.000 alunos. Somando-se a essa população estudantil a das cidades de Pontal, Barrinha, Dumont, Pitangueiras, Jardinópolis e de outros municípios, próximos à microrregião, a população potencial para atendimento, somente nessa faixa etária, deverá estar em torno de 50.000 candidatos. Contrapondo-se aos dados acima, Sertãozinho conta com uma restrita oferta de formação profissional. Além da Unidade do Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo, há o Centro de Formação Profissional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e duas escolas da rede particular. Essas instituições mantêm para a área industrial, cursos de qualificação profissional em nível básico e médio. Portanto, há, de fato, uma ampliação de oportunidades de trabalho no setor metal-mecânico e de Automação Industrial, especialmente para os trabalhadores que possuam uma sólida formação profissional. Dessa forma, justifica-se, como política pública, a formação profissional nas áreas de Mecânica e Automação para que possam atender os diversos patamares do sistema produtivo local e regional. A oferta de Cursos Superiores de Tecnologia pela Unidade Sertãozinho representa a única opção de qualificação profissional de nível superior, pública e gratuita, na região voltada para o atendimento mais específico à indústria sucroalcooleira e ao pólo industrial local. 3.5 Organização Curricular O curso está organizado sob o regime seriado anual, em três períodos letivos, integralizados por disciplinas. Não existirão certificações intermediárias para os módulos ou conjunto de disciplinas, e para o recebimento do diploma, o aluno deverá ter concluído todas as disciplinas do curso, além do estágio. Existe uma previsão de que as aulas sejam no período diurno, de segunda-feira a sexta-feira. A prática profissional será desenvolvida através do estágio curricular que poderá ser iniciado a partir do terceiro período letivo ou por meio de projeto, estudo de caso, pesquisa ou outra atividade correlata, podendo ser desenvolvidos no terceiro período letivo. O curso terá uma carga horária total de 2.755 horas. A concepção e organização do curso Superior de Tecnologia em Fabricação Mecânica estão apoiadas nos princípios filosóficos, legais e pedagógicos que 2 Fundação SEADE - Informações dos Municípios Paulistas, 1998-2000.
  13. 13. 13 embasam o projeto político-pedagógico do CEFET-SP, nos quais a unidade teoria-prática é o princípio fundamental e é obtido por meio de atividades como pesquisas, projetos, estudos de caso, seminários, visitas técnicas e práticas laboratoriais, entre outras, que estão presentes em todas as unidades curriculares, e ao longo do curso, já a partir do primeiro ano. Há uma preocupação por parte da escola, em prever uma sólida formação básica, não somente para que o aluno consiga compreender mais aprofundadamente os fenômenos que envolvem os processos mecânicos, mas pensando também em sua formação posterior, já que o diploma de Tecnólogo lhe garante o direito a prosseguir a carreira numa pós-graduação em qualquer área afim. As disciplinas que compõem o currículo foram escolhidas com base em competências e habilidades do perfil profissional, e sua distribuição foi pensada de forma a proporcionar um conhecimento cada vez mais aprofundado nas áreas concernentes. As ementas das disciplinas estão no ANEXO II. A vinculação entre os componentes está definida em função dos requisitos de acesso a um determinado componente curricular do Curso. Mesmo os componentes que trazem como requisito anterior competências e habilidades que foram desenvolvidas no Ensino Médio vinculam-se com os outros, pois são requisitos para acesso a outros componentes. Por exemplo, a disciplina de Cálculo exige competências que foram trabalhadas no Ensino Médio, mas as competências previstas para serem desenvolvidas por seu intermédio fazem com que esse componente seja necessário para outros componentes do Curso. Daí a seqüência curricular que se propõe. No entanto, não há vinculação de pré-requisito 3 entre os componentes do Quadro Curricular. A vinculação entre os períodos se dá pela seqüência curricular. Embora não exista uma pré-determinação legal dos componentes que devam ser oferecidos em um período, isto é, não seja fixada uma seriação, a seqüência necessária entre os componentes curriculares determina uma ordenação mínima no caminho formativo do aluno. 3.6 Política de Estágio O estágio curricular é parte integrante do currículo e terá a carga horária de 400 horas. O aluno somente poderá realizar a matrícula no estágio curricular a partir do 3º período letivo. O prazo máximo para a conclusão do estágio curricular obrigatório é de dois anos após a conclusão do curso. A não conclusão do estágio curricular obrigatório implicará na suspensão da emissão do diploma. O estágio curricular supervisionado será prestado junto a empresas conveniadas com o CEFET de Sertãozinho para esse fim e que desenvolvam atividades correlatas ao curso. Uma vez cumpridas as 400 horas previstas para o estágio, o aluno deverá apresentar Relatório das atividades realizadas. 3 Entende-se “pré-requisito” como um componente que se configura como exigência tácita para um ou mais componentes subseqüentes na seqüência curricular. Isto é, o aluno reprovado em um desses componentes estaria impedido de cursar aqueles para os quais seria pré-requisito.
  14. 14. 14 3.7 Avaliação Discente Como requisitos para aprovação, estão a freqüência mínima de 75% das aulas dadas e a Nota Anual (NA), calculada pela média aritmética entre as notas obtidas nas Avaliações Parciais (NP), em cada componente curricular, ao longo do período letivo, como segue:  Aprovação sem Exame Final: NA ≥ 6,0 e NP4 ≥ 4,0 - Exige que os alunos apresentem um rendimento mínimo de 60%, em cada componente curricular, com desempenho mínimo de 40% no 4º bimestre como forma de motivar todos os alunos a manter os estudos ao longo de todo o período letivo;  Exame Final: NA < 6,0 e NA ≥4,0 ou NA≥ 6,0 e NP4< 4,0 - Os alunos que não apresentarem os requisitos mínimos exigidos para aprovação, em um ou mais componentes curriculares, serão convocados para o processo de Exame Final, cuja nota mínima para aprovação (NE) será ≥ 6,0;  Aprovação Parcial: Freqüência < 75% ou NF < 6,0 em até dois componentes curriculares - Fica mantida a Aprovação Parcial, para os alunos que não atingirem os requisitos mínimos para aprovação em até dois componentes curriculares, podendo prosseguir estudos no período subseqüente, em regime de Dependência;  Reprovação: Freqüência < 75% ou NF < 6,0 em três ou mais componentes curriculares - Fica mantida a reprovação, sem possibilidade de prosseguir estudos, aos alunos que não atingirem os requisitos mínimos para aprovação em três ou mais componentes curriculares. No entanto, esses alunos terão direito ao aproveitamento de estudos nos componentes em que tenham obtido aprovação. 3.8 - Critérios de Aproveitamento de Estudos Poderá ser realizado aproveitamento de estudos de disciplinas cursadas com aprovação em instituição congênere, quando solicitado pelo aluno. A solicitação deverá ser acompanhada do Histórico Escolar e Conteúdos Programáticos. 3.9 – Requisitos de Acesso O acesso ao Curso Superior de Tecnologia em Fabricação Mecânica será realizado anualmente, através de processo seletivo, de caráter classificatório (vestibular) para ingresso no primeiro período e/ou por transferência ou por reingresso, conforme estabelecido no Regulamento dos Cursos Superiores de Tecnologia oferecidos pelo CEFET-SP. Os processos seletivos serão oferecidos a candidatos que tenham certificado de conclusão do ensino médio ou de curso que resulte em certificação equivalente. 4 4321 NPNPNPNP NA  
  15. 15. 15 O Processo Seletivo para o curso Superior de Tecnologia em Fabricação Mecânica deverá aceitar o resultado do ENEM, se essa for uma norma prevista pelo CEFET. 3.10 – Certificados e Diplomas Expedidos aos Concluintes do Curso O aluno que cumprir a seqüência curricular mínima e o estágio obrigatório no tempo regulamentar fará jus ao recebimento do Diploma de Tecnólogo em Fabricação Mecânica, conforme modelo do CEFET- SP. 4. CORPO DOCENTE NOME DO DOCENTE TITULAÇÃO ÁREA REGIME DE TRABALHO Alexandre Araújo Bezerra DOUTOR MECÂNICA DE Ana Lúcia Gricci Zacarin MESTRANDA INFORMÁTICA DE Antônio Luís Zorzetto GRADUADO ADMINISTRAÇÃO 40h Arnaldo Carlos Morelli DOUTOR MATERIAIS 40h Carlos Roberto Matias MESTRE METALURGIA DE Heriberto Teixeira GRADUADO MECÂNICA DE José Olivier Figueiredo ESPECIALISTA MECÂNICA 40h Miguel Antonio Rogério TECNÓLOGO MECÂNICA DE Rafael Manfrin Mendes MESTRE ELÉTRICA DE Reinaldo Golmia Dante DOUTOR MATEMÁTICA DE Rubens Francisco Ventrici de Souza DOUTOR QUÍMICA DE Wagner Luís Massarotto ESPECIALISTA MECÂNICA 40h Whisner Fraga Mamede DOUTOR MECÂNICA DE 5. CORPO TÉCNICO ENVOLVIDO NO CURSO 5.1. Qualificação e Caracterização dos Dirigentes Diretor Geral do Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo GARABED KENCHIAN Formação acadêmica Técnico em Mecânica Graduação em Física Licenciatura Plena em Mecânica Mestrado em Física Doutorado em Física Experiência profissional Construção e Comércio Camargo Corrêa S.A
  16. 16. 16 Estágio em Mecânica Desenhista Mecânico Centro Paula Souza Professor Universidade Bandeirantes de São Paulo Professor - especialização Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo - 1987 Professor de 1º e 2º graus – Unidade Sede Coordenador de Projetos Institucionais - Unidade Sede Coordenador de Pesquisa e Produção – Unidade Sede Assistente do Departamento de Ensino Gerente de Tecnologia da Informação Diretor Vice Presidente da Associação de Pais e Mestres CEFET-SP Diretor Geral do CEFETSP Diretora da Unidade Sertãozinho CARMEN MONTEIRO FERNANDES Formação acadêmica Licenciatura em Pedagogia - Administração Escolar e Orientação Educacional FCL de Ribeirão Pires - 1987 Pós-graduação - Lato Sensu - Psicopedagogia Faculdades Santana e São Paulo – 1990 Mestranda – Centro Universitário Moura Lacerda – Ribeirão Preto – 2005 ... Experiência profissional Escola de Primeiro e Segundo Graus “Volkswagen” - 1983 – 1989 Orientadora Educacional/Supervisora Pedagógica Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo – 1989 ... Unidade Cubatão - 1989 - 1990 Orientadora Educacional – Unidade Sede - 1990 - abril de 1999 Orientadora Educacional Supervisora Pedagógica Coordenadora Técnico-Pedagógica Assistente do Departamento de Desenvolvimento do Ensino Diretora do Departamento de Desenvolvimento do Ensino Assessora Pedagógica da Direção Geral Gerente Educacional de Formação Geral e Serviços Unidade Sertãozinho – maio de 1999... Gerente Educacional de Apoio ao Ensino
  17. 17. 17 Diretora Regional – Uned Sertãozinho Gerente Acadêmico CARLOS ROBERTO MATIAS Formação acadêmica Engenharia Metalúrgica. Licenciatura Plena para a Graduação de Professores da Parte de Formação Especial do Currículo do Ensino de 2° Grau. Mestrado em Educação. Experiência profissional Torneiro Mecânico; Auxiliar Técnico de Fundição – iniciativa privada. Professor de Metalurgia Geral, Tratamento Térmico, Metalurgia Física, Controle de Qualidade, Tecnologia Mecânica, Produção Mecânica, Física Aplicada, Química Aplicada – Rede Federal 1979 .... Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo - Unidade Sertãozinho – 2000... Professor de 1º e 2 graus; Coordenador de Curso, Coordenador de Ensino. Gerente Educacional de Apoio ao Ensino JOSÉ RICARDO MORAES DE OLIVEIRA Formação acadêmica Técnico em Telecomunicações – ETFSP – 1982 Licenciatura Plena – Eletrônica CENAFOR –ETFSP-UFSCAR – 1986 Experiência profissional Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo – 1984 ... Unidade Sede - 1984 – janeiro de 2001 Professor de Telecomunicações e Eletrônica Coordenador do Curso de Telecomunicações Unidade Sertãozinho – fevereiro de 2001 .... Professor de Eletro - Eletrônica Coordenador de Cursos Coordenador de Relações Empresariais Chefia do Núcleo Técnico Gerente Educacional de Apoio ao Ensino Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo Professor de Eletrônica
  18. 18. 18 5.2. Qualificação e Caracterização da Coordenação Técnico Pedagógica Coordenadora de Ensino PATRICIA HORTA Formação acadêmica Bacharel em Letras pela FFLCH/USP Licenciada em Letras (Português/Alemão) pela Faculdade de Educação/USP Licenciada em Letras (Inglês) pela Universidade de Machado Mestre em Literatura Brasileira pela USP Experiência profissional Professora de Inglês – SENAC Idiomas, 2002 – 2003. Professora de Redação Técnica – Instituto Técnico de Barueri, 1997 – 2004. Professora de Inglês Instrumental – Faculdade das Américas, 2003 – 2004. Professora de Redação e Inglês – CEFET-SP UNED Sertãozinho, desde 2004. Coordenadora de Orientação Educacional EULÁLIA NAZARÉ CARDOSO MACHADO Formação acadêmica Graduação em Pedagogia Especialização em Psicopedagogia Especialização em Gestão Escolar Experiência profissional Professora do Ensino Técnico Pedagoga Diretora de Unidade Escolar Pedagoga, CEFET-SP UNED Sertãozinho Técnica em Assuntos Educacionais SUSETTE LUZIA SICHIERI MELONI Formação acadêmica Licenciatura Plena em Pedagogia. Especialização em Administração de Recursos Humanos. Experiência profissional Magistério Público Paulista, desde 1982.
  19. 19. 19 5.3. Qualificação e Caracterização da Equipe de Apoio Coordenadora de Administração MARIA BERNADETE BICALHO MATIAS Formação acadêmica Técnico de Nível Médio Experiência profissional Escola Técnica Federal de Ouro Preto Áreas: patrimônio, estágios, gabinete, informática Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo - Unidade Sertãozinho cedida – 2000... Coordenadoria de Registros Escolares. Chefia do Núcleo Técnico Coordenadora de Documentação e Arquivo CÍNTIA ALMEIDA DA SILVA SANTOS Formação acadêmica Bacharelado em Biblioteconomia, UFSCar Experiência profissional Bibliotecária, SESI. Bibliotecária, CEFET-SP UNED Sertãozinho Coordenador de Extensão ANTÔNIO LUÍS ZORZETTO Formação acadêmica Administração de Empresas, UNAERP, 1982 Ciências com habilitação em Matemática, Instituição Moura Lacerda, 1990 Licenciatura Plena Experiência profissional Instrutor de Treinamento – SENAI SP e Iniciativa Privada. Professor de Matemática, Ciências e Desenho Geométrico – Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Assessoria e consultoria empresarial – SENAI SP e Iniciativa Privada. Gestão da Qualidade – Iniciativa privada. Professor de Tecnologia Mecânica – Iniciativa Privada
  20. 20. 20 Multiplicador do Programa Brasil Empreendedor – SEBRAE SP Professor de Matemática Aplicada, Tecnologia Mecânica, Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico, Física Aplicada – Prefeitura Municipal de Sertãozinho / CEFETSP – UNED SERTÃOZINHO (1996 até 2004). Professor na área de Gestão Empresarial / Produção, Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico, Tecnologia Mecânica e Matemática – CEFETSP – UNED SERTÃOZINHO (2004...). Coordenador de Informática e Projetos LACYR JOÃO SVERZUT Formação acadêmica Engenharia Elétrica com ênfase em Telecomunicações Experiência profissional Professor – área de Eletrônica e Telecomunicações – Centro Paula Souza Professor Área de Eletrônica – Prefeitura Municipal Sertãozinho/CEFETSP – Unidade Sertãozinho Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo - Unidade Sertãozinho – 2004 ... Professor de Eletrônica; Coordenador de Informática. Coordenadora de Registros Escolares ANA CLÁUDIA DAROZ DOS SANTOS Formação Acadêmica Engenharia Elétrica Mestrado em Engenharia Elétrica Experiência profissional Professora de Circuitos Elétricos, Instalações Elétricas e Eletromagnetismo – CEFET/GO – Unidade Jataí Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo - Unidade Sertãozinho – 2003 ... Professora de Eletricidade Básica Coordenadora de Registros Escolares Coordenadora de Recursos Humanos ADEILDES SILVA DE OLIVEIRA Formação acadêmica Técnico de Nível Médio Experiência profissional Auxiliar Administrativo, CEFET-SP Unidade Sede, 1982 – 2006.
  21. 21. 21 Auxiliar Administrativo, CEFET-SP UNED Sertãozinho, desde 2006. 6. INFRA-ESTRUTURA FÍSICA E RECURSOS MATERIAIS A partir do segundo semestre de 2007, com a conclusão das obras das instalações definitivas da UNED Sertãozinho, a escola passa a funcionar no prédio localizado na Rua Américo Ambrósio, 269, Alto do Ginásio, Sertãozinho – SP, dispondo de uma área construída de 3.500 m², distribuída entre os seguintes ambientes: BLOCO 01 Laboratório de Produção Mecânica (Usinagem, Soldagem, Fundição e Conformação Mecânica) Laboratório de Controle de Qualidade e Metalografia Laboratório de Hidráulica e Pneumática Laboratório de Comandos Numéricos Computadorizados Laboratório de Refrigeração Sala de aula I Depósito de materiais de laboratório Manutenção de equipamentos Almoxarifado Centro Acadêmico BLOCO 02 Diretoria Sala de reuniões Coordenadoria de Extensão Núcleo Técnico-Admnistrativo Gerência Acadêmica e de Apoio ao Ensino Secretaria de Ensino Superior Secretaria de Educação Básica Serviço de Saúde Sala de Monitoramento Cantina Copa / Refeitório Garagem BLOCO 03 Laboratório de Controladores e Hardware Laboratório de Química e Microbiologia Laboratório de Instrumentação Laboratório de Dispositivos Laboratório de Eletrônica Laboratório de Elétrica e Física Laboratório de Informática I Laboratório de Informática II Laboratório de Informática III Tecnologia da Informação Laboratório de Instalações Elétricas Sala de aula II Sala de aula III Sala de aula IV Sala de aula V Sala de aula VI
  22. 22. 22 Sala de Professores Biblioteca Coordenação Auditório A seguir, são apresentados os recursos existentes nas salas de aula e laboratórios da Escola: 1 - Salas de aula (04)  Mesa e cadeira para professor;  40 Carteiras escolares (cada);  Quadro branco; Retroprojetor; Tela de projeção. 2 - Laboratório de Produção Mecânica (01)  Mobiliário para alunos e professores;  Quadro branco;  5 Arcos de serra;  2 Tornos horizontais marca Nardini, modelo Mascote;  2 Armários para fresadora;  2 Bancadas;  Carrinho hidráulico;  Desempeno de granito com suporte de apoio;  3 Fresadoras ferramenteiras;  2 Fresadoras universais;  1 Fresadora pantográfica;  2 Furadeiras de bancada;  1 Furadeira radial;  1 Guindaste hidráulico com capacidade até 2000 kg;  1 Máquina para corte-policorte;  11 Morsas fixas de bancada nº 4;  1 Moto esmeril de coluna;  1 Plaina limadora;  1 Prensa hidráulica, capacidade 15 T;  5 Tornos horizontais marca Imor; 3 - Laboratório de Fundição (01)  2 Bancadas;  Forno elétrico com isolamento em refratário, 1300°C, controle fino de temperatura;  2 Morsas fixas de bancada nº 4;  1 Moto esmeril de coluna;  2 Caixas de fundição
  23. 23. 23 4 - Laboratório de Conformação Mecânica (01)  1 Bancada;  1 Máquina para determinação do grau de estampabilidade de chapas  1 Máquina dobradeira de chapas  1 Guilhotina, capacidade de corte 2 mm em aço  1 Equipamento para torção de arame  1 Equipamento para dobramento de arame 5 - Laboratório de Soldagem (01)  01 máquina de solda inversora TIG  O1 máquina de solda MIG  01 máquina de solda transformadora, eletrodo revestido  02 conjuntos oxi-corte  01 máquina para corte de metais-policorte;  6 biombos  02 bancadas 6 - Laboratório de Controle de Qualidade e Metalografia (01)  Mobiliário para alunos e professores;  Quadro branco;  1 Aparelho de ensaio de partículas magnéticas –Yoke, 220 v;  1 Conjunto de micrômetro interno - 06 a 08, 08 a 10, 10 a 12 mm - marca Mitutoyo;  1 Esquadro de precisão 110x70 - marca Digimess;  1 Esquadro de precisão 50x40 - marca Digimess;  1 Micrômetro 0 - 100 mm;  10 Micrômetros 0 a 25 mm - marca Digimess;  1 Micrômetro 175 - 200 mm;  10 Micrômetros 25 a 50 mm - marca Digimess;  1 Micrômetro 2800"- 3200";  10 Micrômetros externo 0 - 25 mm - marca Digimess;  1 Micrômetro externo 50 a 75 mm - marca Digimess;  1 Micrômetro externo 75 a 100 mm - marca Digimess;  1 Micrômetro tesa "chapa fina";  1 Micrômetro tesa 10"- 11";  1 Micrômetro tesa 175 - 200 mm;  3 Micrômetros tesa 2"- 3";  1 Micrômetro tesa 275 - 300 mm;  2 Micrômetros tesa 3"- 4";  2 Micrômetros tesa 6"- 7";  1 Micrômetro tesa com relógio comparador 25 – 50;  1 Nível quadrangular de precisão - marca Digimess;
  24. 24. 24  10 Paquímetros 0,05 mm - 1/28 in;  20 Paquímetros 150 mm - 1/25 in - marca Digimess;  1 Paquímetro digital 150 mm - marca Digimess;  1 Relógio apalpador - 0,01 mm - marca Digimess;  2 Relógios comparadores - marca Digimess;  2 Suportes magnéticos para fixação de relógio;  2 Traçadores de altura - marca Digimess;  1 Goniômetro aproximação de 5 minutos - marca Digimess;  1 Máquina universal de ensaio (tração, compressão e dobramento);  1 Politriz para amostra metalográfica;  1 Equipamento de Ultra-som;  1 Máquina universal de medida;  1 Durômetro, Medições dureza HR, HB, HV;  2 Microscópios metalográficos.  1 Microcomputador padrão AMD K 6 500 MHz, 64 RAM, monitor 14". 7 - Laboratório de Hidráulica e Pneumática (01)  Mobiliário para alunos e professores;  2 Bancadas de hidráulica - uso didático;  3 Bancadas de pneumática – uso didático;  1 Bancada de eletro-hidráulica e eletropneumática;  1 Compressor de ar 150 psi;  16 bancadas com painel para ligação elétrica e pneumática. 8 - Laboratório de CNC (01)  Mobiliário para alunos e professores;  Quadro branco;  10 Microcomputadores padrão AMD K 6 500 MHz, 64 RAM, monitor 14";  1 Torno CNC com acessórios e software de programação. 9 - Laboratório de Refrigeração (01)  Mobiliário para alunos e professores;  Quadro branco;  2 Bancadas didáticas para refrigeração. 10 - Laboratório de Elétrica e Física (01)  Mobiliário para alunos e professores;  Quadro branco;  3 Multímetros analógicos e 3 Multímetros digitais; 11 - Laboratório de Instalações Elétricas (01)
  25. 25. 25  Mobiliários para alunos e professores;  Quadro branco;  5 Fontes de alimentação simples 30 v/ 3A;  2 Multímetros analógicos;  2 Multímetros digitais. 12 - Laboratórios de Informática (03)  Mobiliários para alunos e professores;  Quadro branco;  10 microcomputadores padrão Pentium IV, com teclado, mouse e monitor 15” (cada);  10 estabilizadores de tensão 1 kVA (115 v/227 v). Biblioteca A biblioteca atual realiza, para o atendimento dos alunos, servidores docentes e técnico- administrativos, tanto consultas em sala de estudos como empréstimos. Atende, ainda, para consultas, ao público externo. A área disponível da biblioteca compreende uma sala para consultas tanto no acervo bibliográfico como via internet, uma vez que possui três microcomputadores para uso dos usuários. Ressaltamos que a cidade possui uma biblioteca pública, em funcionamento regular, utilizada por todas as escolas. Na tabela a seguir é apresentado um resumo do acervo pertencente à Unidade Sertãozinho. Na seqüência são apresentados os livros específicos das áreas de mecânica e correlatas. Acervo da UNED Sertãozinho – 2007 (**) Livros PeriódicosÁreas do Conhecimento* Títulos Exemp. Nacion. Estran. Vídeos CD Roms Ciências Exatas e da Terra 85 166 0 0 1 0 Ciências Biológicas 74 74 0 0 8 0 Engenharia / Tecnologia 217 613 41 0 16 68 Ciências da Saúde 32 32 0 0 1 0 Ciências Agrárias 1 1 0 0 1 0 Ciências Sociais Aplicadas 30 30 2 0 0 0 Ciências Humanas 109 415 14 0 11 5 Lingüística, Letras e Artes 209 350 0 0 24 15 TOTAL 757 1681 57 0 62 88 (*) De acordo com a Classificação das Áreas de Conhecimento do CNPq. ( ** ) Acervo em atualização Bibliografia Área de MECÂNICA
  26. 26. 26 AUTOR TÍTULO UNIDADE Amaury Máquinas térmicas 1 Abott, M. M.; Ness, H. C. Van Termodinâmica 1 Anderson, Edwin P.; Palmquist, Roland E. Manual de geladeiras v.1 1 Anderson, Edwin P.; Palmquist, Roland E. Manual de geladeiras v.2 1 Anderson, Edwin P.; Palmquist, Roland E. Manual de geladeiras v.3 1 Anderson, Edwin P.; Palmquist, Roland E. Manual de geladeiras v.4 1 Bonnafous, E. Motores eléctricos 1 Bailly, Maurice Termodinâmica aplicada 1 Bennett, C. O.; Myers, J. E. Fenômenos de transporte: quantidade de movimentos de calor e massa 1 Boxer, G. Termidonámica técnica 1 Costa, Ennio Cruz da Refrigeração 4 Costa, Ennio Cruz da Compressores 1 Cimbleris, Borisas Problemas de termodinâmica 1 Dossat, Roy J. Manual de refrigeração v. 1 1 Dossat, Roy J. Manual de refrigeração v. 2 1 Dossat, Roy J. Manual de refrigeração v. 3 1 Dossat, Roy J. Manual de refrigeração v. 4 1 Dossat, Roy J. Princípios de refrigeração 1 Faires, Virgil Moring; Simmang, Clifford Max Termodinâmica 1 Fediaevski, C.; Voitkounski, I.; Faddéev, Y. Mecânica dos fluídos 1 Garcia, Oswaldo; Brunetti, Franco; Coquetto, José Roberto Motores de combustão interna 1 Fillipo Filho, Guilherme Motor de indução 1 Giles, Ranald; Evett, Jack B.; Liu Cheng Mecânica de fluídos e hidráulica 1 Giles, Ranald V. Mecânica dos fluídos e hidráulica 1 Kreith, Frank Princípios da transmissão de calor 1 Macedo, Horácio; Luis, Adir M. Termodinâmica estatística 1 Marinque, José A.; Cárdenas, Rafael S. Termodinâmica 1 Martignoni, Alfonso Máquinas de corrente alternada 1 Mecânica dos fluídos 1 SENAI Eletricista e mecânico de refrigeração ; Informações tecnológicas 1 SENAI Eletricista de manutenção v.4 ; Acionamento teoria 1 Silva, Marcelo Barbosa da Termodinâmica v.1 1 Silva, Marcelo Barbosa da Termodinâmica v. 2 1 Silva, Remy Benedito Ventilação mecânica 1 Simone, Gilio Aluísio Máquinas de corrente contínua 1 Simone, Gilio Aluisio Máquinas de indução trifásicas 5 Streeter, Victor L. Mecânica dos fluídos 1 Souza, Zulcy de Elementos de máquinas térmicas 1 Shigley, Joseph Edward Dinâmica das máquinas 1 Taylor, Charles F. Análise dos motores de combustão interna v. 1 1 Thomson, William T. Teoria da vibração com aplicações 1 Wylen, Gordon J. Van; Sonntag, Richard; Borgnakke, Claus Fundamentos da termodinâmica clássica 2 Wilknson, Karl Como rebobinar pequenos motores elétricos 1 Cavalcanti, P. J. Mendes Análise de circuitos 1 Dehmlow, M.; Kiel, E. Desenho mecânico v. 1 1 Dehmlow, M.; Kiel, E. Desenho mecânico v. 2 1 Dehmlow, M.; Kiel, E. Desenho mecânico v. 3 1 Teramoto, Nelson Fumio Desenho técnico 1 Mahlmeister, Airton Pache; Pires Antonio Carlos; Godoy, Pedro Desenho mecânico v. 1 1 Fiorani, Luiz et al. Desenho mecânico 1
  27. 27. 27 Manfé, Giovanni; Pozza, Rio; Scarato, Giovanni Desenho técnico mecânico 1 Curso prático de leitura de desenho técnico v. 1 1 Curso prático de leitura de desenho técnico v. 2 1 Xavier, Natália et al. Desenho técnico básico 1 Structural aluminum design 1 Araújo, Etevaldo C. Curso técnico de caldeiraria 5 Beer, Ferdinand P.; Johnston Jr., Russell Resistência dos materiais 5 Propriedades e ensaios industriais dos materiais 1 Carvalho, Miguel Scherpl de Resistência dos materiais 4 Casillas, A. L. Ferramentas de corte 1 Chiaverini, Vicenti Tecnologia mecânica v. 1 3 Chiaverini, Vicenti Tecnologia mecânica v. 2 2 Chiaverini, Vicenti Tecnologia mecânica v. 3 2 SENAI Quadro geral de unidades de medidas 1 Colpaert, Hubertus Metalografia dos produtos siderúrgicos comuns 6 Tecnologia mecânica v. 2 1 Resistência dos materiais DCM 025 1 Freire, J. M. Tecnologia mecânica: instrumento de trabalho na bancada v. 1 2 Freire, J. M. Tecnologia mecânica: máquinas de serrar e furar v. 2 1 Gomes, Mario Rennó; Brasiani Filho, Ettore Propriedades e usos de metais não-ferrosos 1 Tecnologia mecânica v. 3 1 Kauczor, Egon Processos de trabalho na metalografia 1 Gruming, Klaus Técnica da conformação 1 Hume-Rothery, W. Estrutura das ligas de ferro 1 Jaschke, Johann Desenvolvimento de chapas 1 Lobjois, C. H. Desenvolvimento de chapas 3 Lozano, Odon de Buen Tecnologia mecânica e instalaciones 1 Malishev, A.; Nicolaiev; Shuválov, Y. Tecnologia de los metales 1 Malishev, A.; Nicolaiev; Shuválov, Y. Tecnologia dos metais 1 Marreto, Vandir Elementos básicos de caldeiraria 3 Melconian, Sarkis Mecânica técnica e resistência dos materiais 1 Materiais para construções mecânicas 1 Habilitação de mecânica 1 Nash, William A. Resistência dos materiais 2 Pires, Odmar Simões; Campos Filho, Maurício Prates Tecnologia, obtenção e propriedades 1 Pull, E. Caldeiras de vapor 1 Rachid, M.; Libardi, W.; Mamiya, E. N. Exercícios de resistência dos materiais 1 Rauter, Raul Oscar Aços ferramentas 1 Oberg, Erik; Jones, F. D. Manual universal de la técnica mecânica 1 Simeray, J. P. A estrutura da empresa 1 Scheer, Leopold O que é aço? 1 Schimidt, Adilson Tecnologia mecânica v. 1 2 Schimidt, Adilson Tecnologia mecânica v. 2 2 Souza, Sério Augusto Ensaios mecânicos de materiais metálicos 4 Van Vlack, Lawrence H. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais 5 Alessandri, Áureo O livro do torneiro mecânico 1 Alessandri, Aureo Cálculo de engrenagens 1 Buzzoni, H. A. Manual de solda elétrica 1 Mundi Crespo, Eloy Los lubricantes y sus aplicaciones 1 Casillas, A. L. Máquinas 1 Casillas, A. L. O torno 2 CDA Princípios básicos: produção, distribuição e condicionamento do ar comprimido 1 CDA Cilindros pneumáticos e componentes para 1
  28. 28. 28 máquinas de produção CDA Válvulas pneumáticas e simbologia dos componentes 1 Cunha, Lauro Salles; Cravenco, Marcelo Padovani Manual prático do mecânico 8 Drapinski, Janusz Elementos de soldagem 1 Dubbel, H. Manual del constructor de máquinas v. 1 1 Dubbel, H. Manual del constructor de máquinas v. 2 1 Engelberg, João Noções fundamentais de galvanotécnica 1 Faires, Virgil Moring Elementos orgânicos de máquinas 1 Ferraresi, Dino Fundamentos da usinagem dos metais 2 Grant, Hiram E. Dispositivos em usinagem 1 Griffin, Ivan; Roden, Edward M. Soldagem oxiacetilênica 1 Hall, Allen S.; Holowenko, Alfred R. Elementos orgânicos de máquinas 1 Helman, Horacio; Celtlin, Paulo Roberto Fundamentos da conformação mecânica dos metais 1 Hobson, Paul D. Practica de la lubrificacion industrial 1 Hudson, Ralph G. Manual do engenheiro 1 Comando numérico CNC 7 Koninck, J.; Gutter, D. Manual do ferramenteiro 1 Maia, L. P. Problemas de mecânica 1 Melconian, Sarkis Elementos de máquinas 1 Membretti, Gerolamo Máquinas herramienta para el trabajo de metales 1 Niemann, Gustav Elementos de máquinas v. 1 1 Niemann, Gustav Elementos de máquinas v. 2 1 Niemann, Gustav Elementos de máquinas v. 3 1 Pareto, Luis Tecnologia mecânica 4 Provenza, Francisco Projetista de máquinas 1 PROTEC Mecânica aplicada v. 1 1 PROTEC Mecânica aplicada v. 2 1 PROTEC Mecânica aplicada v. 3 1 Pugliesi, Márcio Manual completo do automóvel v. 1 1 Pugliesi, Márcio Manual completo do automóvel v. 2 1 Pugliesi, Márcio Manual completo do automóvel v. 3 1 Atlas de construção de máquinas v. 1 1 Atlas de construção de máquinas v. 3 1 Rossi, Mario Máquinas-operatrizes modernas v. 1 1 Rossi, Mario Máquinas-operatrizes modernas v. 2 1 Strasser, Victor E. de A soldagem moderna dos metais ferrosos pelo arco elétrico 1 Santos, Valdir Aparecido dos Manual prático da manutenção industrial 1 SENAI Ajustador mecânico I ; Prisma com duas faces limitadas 1 SENAI Ajustador mecânico I ; Mordente 1 SENAI Ajustador mecânico I ; Chapas para cadeado 1 SENAI Ajustador mecânico I ; Placa limada 1 SENAI Ajustador mecânico I ; Placa com rebaixos 1 SENAI Ajustador mecânico I ; Pá para lixo 1 SENAI Ajustador mecânico I ; Ferramenta de desbastar e ferramenta de alisar 1 SENAI Ajustador mecânico I ; Bloco aplainado 1 SENAI Ajustador mecânico I ; Verificador de rosca “W” 1 SENAI Ajustador mecânico I ; Molas helicoidais 1 SENAI Mecânico geral I ; Prisma com duas faces limadas 1 SENAI Mecânico geral I ; Placa limada 1 SENAI Mecânico geral I ; Mordente 1 SENAI Mecânico geral I ; Bloco estriado 1
  29. 29. 29 SENAI Mecânico geral I ; Martelo de pena 1 SENAI Mecânico geral I ; Encaixe quadrado 1 SENAI Mecânico geral I ; Grampo paralelo 1 SENAI Mecânico geral I ; Grampo fixo 1 SENAI Mecânico geral II ; Eixo cilíndrico de três corpos 1 SENAI Mecânico geral II ; Eixo cilíndrico com rebaixos 1 SENAI Mecânico geral II ; Eixo cilíndrico de dois corpos 1 SENAI Mecânico geral II ; Eixo cilíndrico chanfrado e furado 1 SENAI Mecânico geral II ; Eixo cilíndrico chanfrado 1 SENAI Mecânico geral II ; Ferramentas de desbastar, de alisar e de sangrar 1 SENAI Mecânico geral II ; Eixo com canais 1 SENAI Mecânica geral II ; porcas e arruelas 1 SENAI Mecânico geral II ; Bucha 1 SENAI Mecânico geral II ; Bloco cilíndrico de dois corpos 1 SENAI Mecânico geral II ; Polia para correia trapezoidal 1 SENAI Mecânico geral II ; Eixo perfilado 1 SENAI Mecânico geral II ; Eixo com roscas triangulares 1 SENAI Mecânico geral II ; Luva roscada 1 SENAI Mecânico geral II ; Eixo com canais e perfis côncavo e convexo 1 SENAI Mecânico geral II ; Eixo excêntrico 1 SENAI Mecânico geral III ; Eixo com roscas triangular e quadrada 1 SENAI Mecânico geral III ; Bloco raspado 1 SENAI Mecânico geral III ; Eixo de extremo cônico 1 SENAI Mecânico geral III ; Esquadro de precisão 1 SENAI Mecânico geral III ; Eixo com roscas trapezoidal e quadrada múltipla 1 SENAI Mecânico geral III ; Base com furos calibrados 1 SENAI Mecânico geral III ; Eixo com excêntricos 1 SENAI Mecânico geral III ; Bloco “V” 1 SENAI Mecânico geral III ; Bucha cônica 1 SENAI Mecânico geral III ; Régua de controle 1 SENAI Mecânico geral II ; Punção de bico 1 SENAI Mecânico geral III ; Morsa de mão 1 SENAI Mecânico geral III ; Desandador diferencial para machos 1 SENAI Mecânico geral III ; Máquina de furar manual 1 SENAI Mecânico geral III ; Chapa com linhas de fusão oxiacetilênica 1 SENAI Mecânico geral III ; Chapas soldadas de topo por soldagem oxiacetilênica 1 SENAI Mecânico geral III ; Chapa com cordões paralelos por soldagem elétrica 1 SENAI Mecânico geral III ; Chapas soldadas por soldagem elétrica 1 Silva, Sidnei Domingues da CNC 7 Stemmer, Caspar Erich Projeto e construção de máquinas 1 Waganoff, Nicolas P. Prensas hidráulicas 1 Warring, R. H. Vedadores e gaxetas 2 Witte, Horst Máquinas ferramenta 4 Zampese, Boris Manual elementos de construção de máquinas 1 Zampese, Boris Elementos de construção de máquinas 1
  30. 30. 30 exercícios SENAI Calculo de engrenagens para roscar no torno 1 Diniz, Anselmo Eduardo ; Marcondes, Francisco Carlos ; Coppini Nivaldo Lemos Tecnologia da usinagem dos materiais 3 TOTAL 273 Bibliografia Área de GESTÃO EMPRESARIAL AUTOR TÍTULO UNIDADE Corrêa, Henrique L.; Gianesi, Irineu G. N.; Caon, Mauro Planejamento, programação e controle da produção 1 Proença, Adriano et al. Manufatura integrada por computador 1 Dellaretti Filho, Osmário; Drummond, Fátima Brant Itens de controle e avaliação de processos 1 Levy, Elias Relações humanas na indústria 1 Lourenço Filho, Ruy de C. B. Controle estatístico de qualidade 1 Moura, Reinaldo A. Kanban: a simplicidade do controle da produção 1 Miller, Harry Organização e métodos 1 Moura, Reinaldo A. Equipamentos de movimentação e armazenagem 1 Oakland, John S. Gerenciamento da qualidade total 1 Palady, Paul FMEA: análise dos modos de falhas e efeitos 1 Rocha, Luis O. L. Organização e métodos: uma abordagem prática 1 Chiavenato, Idalberto Administração da produção: uma abordagem introdutória 1 Manual de gestão empresarial 1 Johnson, Roberto W. Administração financeira 1 Toscano Jr.; Luis C. Mercado financeiro: guia de referência para o mercado financeiro 1 Imai, Masaaki KAIZEN: a estratégia para o sucesso competitivo 1 Slack, Nigel; Chambers, Stuart; Johnston, Robert Administração da produção 5 Cronoanálise 1 Andrade, Wagner M. A gangue e o 5S 1 Heidingsfiel, Myron S.; Blankenship, Albert B. Marketing comercialização (biblioteca do Dirigente Moderno) 1 Dimock, Marshall E. Filosofia da administração (Biblioteca do Dirigente Moderno) 1 Dean, Joel Economia de empresas (Biblioteca do Dirigente Moderno v.1-2) 1 Leavitt, Harold J. Direção de empresas (Biblioteca do Dirigente Moderno) 1 Drucker, Peter F. Prática de administração de empresas v.1-2 (Biblioteca do Dirigente Moderno) 1 Andrade, Wagner M.; Almeida, Ricardo de Dando um jeito na bagunça (Família 5S) 1 Andrade, Wagmer M. Cada vez melhor (Viver 5S) 1 Andrade, Wagner M.; Almeida, Ricardo de Melhorando a vida no trabalho (Empresa 5S) 1 Costa, Evaldo Como garantir três vendas extras por dia 2 Kotter, John P.; Schlesinger, Leonard A.; Sathe, Vijay Organization 1 Técnicas de gestão da produção: aplicabilidade às pequenas empresas 1 Lima Netto, Roberto A criatividade do rei 2 Lima Netto, Roberto A habilidade do rei 2 Herrmann Jr., Frederico Elementos de administração 1 Planejamento estratégico 1 Gouveia, Nelson Contabilidade 1 Jones, Patricia; Kahaner, Larry Estratégia, mudança e sucesso 1 Hickman, Craig R. O jogo da estratégia 1
  31. 31. 31 Koontz, Harold; O’donnel, Cyril Princípios de administração v.1-2 2 Valeriano, Dalton L. Gerência em projetos 4 Menezes, Luís C. M. Gestão de projetos 1 Zugman, Fábio Administração para profissionais liberais 1 Ferreira, Ademir A.; Reis, Ana Carla F.; Pereira, Maria I. Gestão empresarial: de Taylor aos nossos dias 1 Machado, Ângelo Manual de sobrevivência 1 Matos, Francisco G. Mudança e decisão 1 Manual do executivo: o direito 1 Gestão estratégica 1 Curso de plano de negócios para empresas de software 1 Qualificação profissional: administração 1 Stebel, Sérgio L. Técnicas de otimização aplicadas em problemas de scheduling dos recursos de estocagem 1 Liderança: classe mundial 1 TOTAL 61 Bibliografia Área de AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL AUTOR TÍTULO UNIDADE FESTO Introdução aos sistemas eletropneumáticos 1 Congresso Brasileiro de Automática v.1-6 1 Seminário de Instrumentação e Controle de Processos 1 SMAR Manual de treinamento: controlador CD600 1 Fialho, Arivelto B. Automação hidráulica: projetos, dimensionamento e análise de circuitos 3 Instrumentação pneumática v.1 1 Instrumentação geral 1 Projeto de Instrumentação 1 Instrumentação eletrônica v.2 1 Instrumentação industrial: analisadores 1 Helfrick, Alberto D.; Cooper, William D. Instrumentação eletrônica moderna e técnicas de medição 1 Pereira, Fábio Microcontroladores PIC: técnicas avançadas 2 SMAR Manual de treinamento: instrumentação básica para controle de processos 2 SENAI Instrumentação básica 1 SIEMENS Instrumentação industrial 2 SMAR O livro de referências para FIELDBUS 4 SMAR O livro de referências para açúcar e álcool 3 SMAR Manual de instruções, operação e manutenção CONF600: configurador do CD600 1 SMAR Manual de instruções, operação e manutenção CD600: configurador multi-loop 1 SMAR Manual de instruções, operação e manutenção: transmissor inteligente de pressão com controle PID incorporado LD301 1 SMAR Manual de instruções, operação e manutenção LD301: transmissor inteligente de pressão com controle PID incorporado 1 SMAR Manual de instruções, operação e manutenção TT301: transmissor inteligente de temperatura com controle PID incorporado 1 Souza, David José de; Lavínia, Nicolas César Conectando o PIC: recursos avançados 3 Souza, David José de Desbravando o PIC: ampliado e atualizado para 1
  32. 32. 32 PIC16F628A Bonacorso, Nelso G.; Noll, Valdir Automação eletropneumática 7 SMAR Manual de treinamento: AIMAXWIN – interfaces 1 SMAR Manual de treinamento: system 302 FIELDBUS foundation 1 FESTO Introdução à robótica 1 SMAR Manual de treinamento controle de processos 1 Carvalho, J. L. M. Sistemas de controle automático 1 Fialho, Arivelto B. Automação pneumática: projetos, dimensionamento e análise de circuitos 4 Fialho, Arivelto B. Instrumentação industrial: conceitos, aplicações e análises 4 FESTO Introdução a sistemas eletro-hidráulicos 1 Nascimento Jr., Cairo L.; Yoneyama, Takashi Inteligência artificial em controle e automação 1 Natale, Ferdinando Automação industrial 4 Georgini, Marcelo Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas seqüenciais com PLCs 1 Silveira, P. R., da; Santos, Winderson E. Automação e controle discreto 3 SMAR Automação industrial: o livro HART/4-20mA 2005 2 TOTAL 68 7. NECESSIDADE DE INVESTIMENTO 7.1 - INVESTIMENTOS A SEREM REALIZADOS PARA O LABORATÓRIO DE PRODUÇÃO MECÂNICA ITEN DESCRIÇÃO QUANTIDADE PREÇO UNITÁRIO TOTAL 1 RETIFICADORA PLANA TANGENCIAL 1 40.000,00 40.000,00 2 AFIADORA DE FERRAMENTAS 1 32.000,00 52.000,00 3 SERRA DE FITA HORIZONTAL 1 5.000,00 5.000,00 TOTAL 97.000,00 7.2 – INVESTIMENTOS A SEREM REALIZADOS PARA O LABORATÓRIO DE FUNDIÇÃO ITEN DESCRIÇÃO QUANTIDADE PREÇO UNITÁRIO TOTAL 1 FORNO PARA FUNDIÇÃO DE METAIS 1 20.000,00 20.000,00 2 MISTURADOR DE AREIA 1 10.000,00 10.000,00 3 CONJUNTO DE FERRAMENTAS PARA FUNDIÇÃO 1 1.5000,00 1.500,00 TOTAL 31.500,00
  33. 33. 33 7.3 – INVESTIMENTOS A SEREM REALIZADOS PARA O LABORATÓRIO DE CONFORMAÇÃO MECÂNICA ITEN DESCRIÇÃO QUANTIDADE PREÇO UNITÁRIO TOTAL 1 BALANCIM DE COLUNA 1 3.000,00 3.000,00 2 PRENSA HIDRÁULICA 30 TON 1 2.200,00 2.500,00 3 FORNO ELÉTRICO, CAP. 1300°C 1 11.200,00 11.000,00 4 TREFILADEIRA MOTORIZADA 1 4.000,00 4.000,00 5 LAMINADOR MOTORIZADO 1 5.000,00 5.000,00 TOTAL 25.500,00 7.4 - INVESTIMENTOS A SEREM REALIZADOS PARA O LABORATÓRIO DE SOLDAGEM ITEN DESCRIÇÃO QUANTIDADE PREÇO UNITÁRIO TOTAL 1 MÁQUINA MULTI PROCESSOS 1 22.000,00 22.000,00 2 ESMARILHADORA MANUAL 3 300,00 900,00 3 EXAUSTOR ELÉTRICO 6 200,00 1.200,00 4 INSTALAÇÃO ELÉTRICA 1 8.000,00 8.000,00 TOTAL 32.100,00 7.5 – INVESTIMENTOS A SEREM REALIZADOS PARA O LABORATÓRIO DE CONTROLE DE QUALIDADE E METALOGRAFIA ITEN DESCRIÇÃO QUANTIDADE PREÇO UNITÁRIO TOTAL 1 MICROSCÓPIO METALOGRÁFICO 1 20.000,00 20.000,00 2 MICRODURÔMETRO 1 25.000,00 25.000,00 3 RUGOSÍMETRO 1 8.000,00 8.000,00 4 LUPA METALOGRÁFICA 2 700,00 1.400,00 5 DURÔMETRO PORTÁTIL 1 6.000,00 6.000,00 6 PENETRADOR CÔNICO 2 800,00 1600,00 TOTAL 62.000,00 7.6 – INVESTIMENTOS A SEREM REALIZADOS PARA O LABORATÓRIO DE CNC ITEN DESCRIÇÃO QUANTIDADE PREÇO UNITÁRIO TOTAL 1 CENTRO DE USINAGEM 1 200.000,00 200.000,00 TOTAL 200.000,00 7.7 – INVESTIMENTOS A SEREM REALIZADOS PARA OS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA ITEN DESCRIÇÃO QUANTIDADE PREÇO UNITÁRIO TOTAL 1 MICROCOMPUTADORES 50 2.000,00 100.000,00 TOTAL 100.000,00

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