jCompany X Geradores de Códigos

1.713 visualizações

Publicada em

jCompany X Geradores de Códigos

Publicada em: Tecnologia, Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.713
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
19
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

jCompany X Geradores de Códigos

  1. 1. O jCompany Developer é um Gerador de Código? Justino Diretor Comercial
  2. 2. O jCompany NÃO é um gerador de código Vejamos porque!
  3. 3. O que é um gerador de Código? • Um gerador de código visa levar para um outro nível de abstração a função do desenvolvedor, trazendo para isto diagramas, meta-linguagens, modelos de telas, modelo de banco de dados entre outras abordagem • Durante a década de 80 e 90 onde as linguagem não eram Orientadas a Objeto para aumentar a produtividade a única a coisa a ser feita era a geração de código • Tomemos como exemplo: Cobol, Clipper e Basic • Após a confecção de tais artefatos normalmente escolhe- se a linguagem e clica-se para a geração de código • Transferindo para o gerador a função de codificar em linguagem intermediária, atualmente Java ou .Net
  4. 4. O que é um gerador de Código? • Um gerador de código (FERTALJ et al.,2002; WANG et all., 2008) é uma ferramenta de software que permite a partir de diferentes artefatos de entrada gerar o código de uma aplicação em uma linguagem fonte • Apesar do código produzido esteja correto, Moreira e Mrack (2003) citam várias característica indesejáveis: • Funcionamento em uma via: Caso o código gerado seja alterado pelo desenvolvedor, tais alterações são perdidas • O padrão do código dependente da ferramenta • Código de baixa qualidade • Acrescentamos: • Despreocupação total com a arquitetura
  5. 5. O fracasso dos anos 80 e 90 Os geradores fracassaram nos anos 80 e 90 seria uma opção para o século XXI?
  6. 6. Geração de código x OO • O surgimento da Orientação Objeto permitiu a fatoração de todo o código repetitivo • A melhor opção não é gerar rápido um código e sim não gerar código repetitivo desnecessário • Os principais benefícios da orientação a objeto (OO) são perdidos no gerador de código • Não há Reuso de componentes e de bibliotecas • Total acoplamento entre o gerador e o código gerado • Falta de coesão do código produzido • O objetivo é gerar código rápido a qualquer preço
  7. 7. O que a organização perde? • Seguramente um dos aspectos mais preocupantes para uma organização é o grau de dependência quando se faz a opção por um gerado de código • Se o produto ou a empresa deixar de existir por qualquer que seja o motivo, tudo que foi desenvolvido nesta tecnologia deverá ser reescrito • Quanto custará reescrever? • Qual o impacto no negócio da organização? • Quem será responsabilizado por esta decisão? • A inovação dependerá única e exclusivamente de um único fabricante desprezando todos os benéficos do movimento Open Source
  8. 8. O que o profissional perde? • O profissional ao utilizar um gerador de código perde o conhecimento da linguagem e da arquitetura • As oportunidades de novas colocações no mercado estarão restrita a outras empresas que usam o gerador de código • Defasagem tecnológica • Encurtamento da carreira profissional, pois jamais conseguirá ser um arquiteto • As linhas de códigos somem e todo o conhecimento tecnológico vão junto • Para se usar um gerador de código qual a necessidade de um curso superior em tecnologia?
  9. 9. O que a equipe perde? • O desenvolvimento em equipe é um dos pontos mais prejudicados com o uso do gerador de código • Como garantir a integração dos projetos para equipes de 5 a 100 desenvolvedores? • Como reusar regras de negócios feitas por outras pessoas da equipe? • Como evitar que as alterações feitas entre os membros não terão impactos entre si? • Como garantir um baseline do aplicativo em produção? • Como garantir um branch paralelo entre manutenção do sistema em produção de uma nova versão?
  10. 10. Não há Bala de Prata "No Silver Bullet: essence and accidents of software engineering" Frederick P. Brooks Este artigo de um dos mais respeitados engenheiros de software defende a inexistência de um avanço tecnológico que gere uma melhora de ordem de magnitude na produtividade, simplicidade e confiabilidade da construção de software.
  11. 11. Questões importantes • A quanto tempo existe o software? • Quanto de material para estudo existe disponível? • Quantas releases do produto já foram liberados? • Qual o tipo de licença adotada pelo software? • Quantos softwares semelhantes existem? • Qual o grau de reuso ou de colaboração do mercado com este produto? • Quantos projetos de missão crítica foram desenvolvidos com o software e estão em produção? • É uma solução departamental ou corporativa?
  12. 12. Principais players de mercado Genexus Maker AndroMDA GOL Linc Gaz Synon
  13. 13. Afinal o jCompany Suite é um gerador de código?
  14. 14. O jCompany NÃO é um gerador de código O jCompany faz uso de wizards para gerar artefatos que não são Java e não possuem orientação a objeto tais como: JSP, XML e XHMTL
  15. 15. • Tem como premissa básica a orientação a objeto (OO) e o foco principal em arquitetura • O uso intensivo do OO permite a programação por exceção ou invés da geração de código repetitivo • Reusa os frameworks lideres em cada segmento, conseguindo evoluir de forma colaborativa e alinhada com as tendências mundiais • Uso de padrão de mercado como: Gof, W3C, MVC ou MVP • Full compliance com as especificações do Java EE • Orientado para o reuso de componentes e regras de negócios • Ambiente de qualidade e testes automatizados integrados • Segurança garantida
  16. 16. • Possibilidade de extensão para atender as mais diversas necessidades e dispositivos • Atualização tecnológica constante • Total independência do fabricante • Total independência da IDE • Privilegia o conhecimento tecnológico dos profissionais • Privilegia a produtividade sem abrir mão da liberdade e da qualidade • Forte desenvolvimento em equipe • Governança corporativa • Gerencia de configuração • Modalidade Open Source
  17. 17. Aderente a todos os níveis profissionais Iniciante Redução da curva de aprendizado Intermediário Aprimoramento do nível de conhecimento Arquiteto Extensão da arquitetura
  18. 18. Abrange todos os níveis da organização Garantia do investimento Mitigação de risco Qualidade Padronização Produtividade Atualização tecnológica
  19. 19. O jCompany em números • Um framework estável com 7 anos de mercado. • Atualizado tecnologicamente (Up-to-Date). • Em 7 anos, mais de 26 lançamentos de versões e releases. • Mais de 1.500 subscrições. • Mais de 200 clientes corporativos e órgãos públicos. • Mais de 1.100 projetos em produção. • Mais de 180.000 Pontos de Função desenvolvidos. • 3.421 profissionais treinados. • 111 profissionais certificados. • 54.736 horas de treinamento já realizados. • 164.208 horas de mentorias já realizadas.
  20. 20. Fique atento! O dinheiro investido é possível recuperar Porem o tempo perdido jamais se recupera
  21. 21. A decisão cabe a você! Obrigado. Justino (31) 9313-4910 justino@powerlogic.com.br

×