Revista job! n. 08

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Revista Job!
Número 8 - Ano 4 - Junho 2006

Desenvolvido pelos alunos de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda da FURB

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Revista job! n. 08

  1. 1. Re FIÍSÊT¡ , mu 4 nuqgçrzxfsla BIL-iiIÕÍ-Itlíefm-Vüniil 'tar 'éra ç rival** u? : :em . Iiéui i: h x 1 Lx» » r~ 1 meu ir lr r m. r'; i,1i>r~ , lt c : xuxa r r r r 1:1» n: ¡iazúucrh »J/ 'y 1+; zjç' rfp', 'Il' JT' ãMÍIr'L<; l9-1|trr› rita _Irlcíliw FrVIriIÍfvLÍÍJI v: : ríilfjllfl¡ rmm de ~frv1rw1t, rrirrttnçxffrrr vie iWÍh: : v», =i=1¡"r| :rr›: .. . rui c nr: la; *ç L . a . r . . r ' u; !li : :or gif-JI a 'íâllfjli“›"r= lr'iií'i trailler; xeirrarüvzell : xarmtr ciilrunr gifitiliív'Mirim. . ~ i íirtrxl rr-: r . :¡í'~: =,: viii" ÇICIl a* : r I m" : :r FÂ1¡": .r: :'¡ rràr r'“'r“lãlllí5liâ“ «flar í? " ” , Í l "i'll" Llílíglkliâlaçílií* rrnLirrr-: lrznl ¡_ o 'r w l [lr L! l
  2. 2. 2006, em ano de Copa do Mundo, "We do it differentl". A revista Job! chega ao octa enquanto o Brasil inteiro está em ritmo de hexa. Brincadeiras à parte, a oitava edição da Job! não pretende desmerecer o valor simbólico do futebol em nosso país, mas esforça-se muito mais na manutenção de uma visão crítica do que na construção de um circo esportivo que historicamente vem integrando o povo num sentimento de pseudo- nacionalismo e contribuindo com a camuflagem dos mais diversos tipos de problemas. É assim que nós fazemos diferente, e paradoxalmete convidamos todos os leitores a fazerem o mesmo, vestindo a camisa "We do it different! ". Boa leitura! Hans Peder Behling Professor de Planejamento Gráfico e Coordenador da Revista Job! editorial Edição n° 08 Junho de 2006 coordenador do curso de Comunicação Social-P&P Clóvis Reis o coordenador da Revista Job! Hans Peder Behling o planejamento Andre' Marcondes Pedott, Catiuxa Coelho, Diogo Prim, Gabriela Regina Reiter e Monica Reis Felippi - redação Ana Paula Fause! , Diogo Prim, Eduardo Kottmann, Fernanda Fabiane Fuck, Priscila Figurski, Rafael Szpoganicz Wanka e Silvonete Simas o criação e diagramação Cristiano Theiss Neto, Diogo Prim, Guilherme Patto Mafredini, Leandro Esteve Brandt Destro, Rafael Guilherme Moser, Rafael Szpoganicz Wanka, Ramon Renan Kienen e Rodrigo de Paula comercial Amanda Sens Chang, Carla Janine Masson, Diogo Prim, Matheus de Carvalho Coelho Grando, Neimar Souza May e Silvonete Simas o capa Diogo Prim e Ramon Renan Kienen o Projeto gráfico e finalização Ramon Renan Kienen o impressão Editora e Gráfica Odorizzi Ltda. colaboração Elóy Simões Agradecemos a todos que colaboraram, direta ou indiretamente, para a realização da presente publicação. A revista Job! e' editada e produzida pelos alunos do 7° semestre da disciplina de Planejamento Gráfico, do curso de Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda, da Universidade Regional de Blumenau - FURB. expediente Tiragem: 2.000 exemplares Periodicidade: Semestral i Distribuição: Santa Catarina
  3. 3. - Madrugadão Pastéis 0 Madrugadão Lanches seu caderno está tentando lhe dizer alguma coisa. r'. 2114"" . *FU-Dex* _meu 'fígmL g. ::›? @"“~ *v1 - ” ífi"«77¡3“/ -r: av§<§'ê: ›4i4l(/ «,Í/ lf)/ _e( O »xgx-f t_ _ V I_ Ê! :')'C'g; ÍJÍ_/9 Rua joinville, 27 3035- l 200 Antônio daVeiga Itoupava Norte 3322-9292 3323-9l26 em tm W
  4. 4. rir : : A moda sempre foi considerada um fenômeno social e de comunicação. Mas vocêjá parou para pensar na relação da moda com a publicidade? A moda não se resume somente às peças de roupas. Na publicidade, a moda e com certeza uma aliada, e de grande importância. O mundinho fashion mostra comportamentos, atitudes e define grupos. A publicidade atinge estes grupos. Para isso busca na moda referências essenciais para suas campanhas. Podemos caracterizar a moda como uma grande influência que ajuda a criar forte identidade em campanhas publicitárias. O que seria do cowboy da Marlboro, por . exemplo? E das campanhas da Coca-cola, com forte apelo jovem e moderno? i A moda também auxilia o perfil estético i: das campanhas. Aescolha i da maquiagem, o cabelo, o figurino, a atitude, o comportamento e o casting são elementos que podem levar uma campanha ao desastre. Tudo gira em i torno da identidade. Uma i campanha com elementos neutros não fixa identidade com o público-alvo. A moda na publicidade fixa j contemporaneidade. Nós mesmos podemos assistir a uma campanha de 5 . l Moda: Ferramenta indispensável para atingir o público-alvo. anos atrás e não nos identificarmos com ela. A estética da moda em torno de um produto é tão grande e define tanta atitude e comportamento, que acaba fazendo com que o público seja atingido mais por estes elementos do que o produto em si. Os estereótipos da propaganda são sempre elaborados segundo a moda, seja ela esportiva, adolescente, sofisticada, moderna, enfim, de qualquer tipo. O público-alvo se aproxima da mensagem publicitária através da moda. Publicidade cria moda, moda cria publicidade. i7 W W í, ' j l i r matéria: Eduardo Kottmann diagramação: Ramon Renan Kienen
  5. 5. Moda na Publicidade ! Tí ! V ; é A publicidade r volta ao berço r Entrevista ' . ~ Eurides Terence 'r ? j aim. › i___ _ Á Capa “z * *': We do it Different _ _ _ 1' ta. . Marketing de Guerrilha E. . . à _ A7' ' fiel 1 Marketing Sensorial lili . j/ :ZPIN I _x7 “i r k, - Fe. E Internet l Show de Bola na Rede j. V g_ l l R$32.12'. Jogos j_ Advergames *ii X ai”
  6. 6. G9 , r- i r i i i7 i i i l , i » ! O Evangelho Segundo Judas que estava perdido desde 300 d. C. contesta a maior obra de comunicação de todos os tempos: a Bíblia Sagrada. N os três séculos subseqüentes à crucificação de Jesus foram disseminadas várias formas de culto ao cristianismo. Não havia uma formação e uma uni- dade cristã, o que significava nenhum poder e nenhum controle acerca das novas manifesta- ções religiosas. Para sanar esse problema foi conce- bido o Novo Testamento da Bíblia Sagrada, onde é retratada a vida de Cristo e de seus discípulos ~ a primeira ferramenta de persuasão de massa que se tem conhecimento. Nesses novos livros há uma verdade considerada absoluta: Judas traiu seu mestre e entregou-o à morte. Faz 2000 anos que ser Judas é o mesmo que ser traidor e odiado. Agora, um documento intitulado como O Evangelho de Judas é capaz de provar sua inocência e santificá-lo como grande ícone de obediência. Segundo a publicação, Judas não foi o traidor, mas, sim, um fiel seguidor de Jesus. O documento, encadernado em couro, foi descoberto nos anos 1970 no deserto egípcio. Ele circulou em seguida entre os comerciantes de antiguidades, até chegar aos Estados Unidos onde permaneceu no co- fre de um banco no estado de Nova Iorque durante i6 anos. Em 2000, a antiquária suíça Frieda Nussberger-Tchacos o adquiriu e, inquieta com a _aa/ X deterioração do manuscrito (encontrava-se em mais de 1000 fragmentos), confiou-o a fundação Maece- nas a fim de restaurá-lo, preservá-Io e traduzi-lo. O papiro tem um total 26 páginas escritas em copta que, segundo o professor Rodolphe Kasser - um dos maiores especialistas mundiais no idioma, trata›se de "egípcio escrito em caracteres gregos". Amostras do material foram analisadas para se obter a datação por carbono-l 4, comprovando que o códice foi escrito entre os anos 220 e 340 d. C. Então, como atribuir a Judas a redação do evangelho se o discípulo suicidou-se após a crucificação de Cristo? Segundo especialistas em estudos bíblicos, os textos do Novo Testamento não foram escritos pelos punhos de Marcos, João, Mateus e Lucas, mas por seus seguidores que busca- vam fidelidade nas palavras transmitidas. É possível, também, que o papiro encontrado e traduzido recentemente seja uma cópia do documento original que estaria grafado em grego. A maior polêmica, no entanto, encontra-se em torno da autenticidade do conteúdo expresso. É fato que, por volta do ano 180 d. C., Irineu, bispo de Lyon na Gália Romana, já tinha conhecimento matéria: Diogo Prim diagramação: Guilherme Patto Manfredini
  7. 7. l acerca do texto, considerando-o herege. Segundo o bispo, o papiro havia sido escrito por membros da seita gnóstica Cainitas ao estilo dos evange- Ihos para confundir os novos seguidores cris- tãos. Os Cainitas adoravam a Caim, pois este teria se revoltado contra Deus e tinham a Judas Iscariotes por profeta, pois ele supostamente teria descoberto os planos de Deus e o enganado traindo a Jesus. Afinal, o que diz o documento acerca de Judas, aquele que, supostamente, traiu Jesus com um beijo? A principal citação do documento é atribuída a Jesus, dizendo a Judas: "Tu vais ultrapassar todos. Tu sacrificarás o homem que me revestiu". Essa frase faz total sentido para os gnósticos - grupo religioso ativo até os dias atuais. Segundo eles, a traição de Judas e' uma calúnia que se levantou contra o após- tolo, pois este seria o melhor seguidor de Jesus. Judas estava representando um papel escolhido por Cristo e ele não queria fazê-Io. Ele queria o papel de Pedro. No entanto, Jesus já o havia selecionado para traí-lo. Ainda segundo os gnósticos, Judas e Jesus devem ser colocados lado a lado como salvadores, pois ninguém, nem remotamente, suspeita o que é o sacrifício de Judas pela humanidade. Ele foi o único que não teve honras, nem louvores. Por que esse evangelho, além de outros tantos, não foi sequer publicado e divulgado para o público anteriormente? Para responder a esse questionamento é preciso que voltemos ao berço da igreja, para compreendermos como se deu a concep- ção da mais importante ferramenta publicitária de todos os tempos: a Bíblia Sagrada. Em 325 d. C., 318 bispos reuniram-se em Nicéia (hoje na Turquia), sob o comando do imperador Constantino, para o famoso Concílio de Nicéia. Nesse encontro aprovou-se a menção ao Espírito Santo, tornando Deus trino juntamente com o Pai e o Filho. A partir de então, foram classificados como apócrifas as escrituras que não foram inspiradas pelo Espírito Santo. Para determinar quais haviam sido movidos pela divindade foram colocados todos os textos religiosos até então escritos sobre um altar (especula-se que o de Judas estava entre esses). Os bispos rezaram para que aqueles que fossem falsos caíssem. E tal se deu. Restaram sobre o altar os evangelhos de Mateus, Lucas, Marcos e João. É lógico que essa forma de selecionar os textos é contestada até os dias de hoje. Diz-se que a esco- lha se deu de forma absolutamente política. Mas não há documentos que comprovem essa teoria e, muito menos, alguém que possa dar testemunho. Portanto, tem-se como verdadeira a versão documentada, embora sua aceitação dependa exclusivamente da fé. Mesmo que o Evangelho de Judas seja comprovado como verdadeiro, dificilmente haverá qualquer tipo de modificação na bíblia e na crença dos cristãos. Norma Braga, escritora e doutorada em literatura francesa, concebeu uma analogia que nos faz com- preender porque o texto continuará sendo aceito apenas entre os gnósticos: "Suponhamos que, ao ser assaltado na rua, você leve um tiro do ladrão e seja levado às pressas ao hospital. Ao abrir seu peito para tirar a bala, os médicos consta- tam um tumor maligno perto do ferimento, que é extirpado na mesma hora. Você está salvo de mor- rer de câncer por causa da bala do ladrão. Feliz e completamente refeito do susto, você deixa o hospital. Dias depois, a polícia encontra o ladrão que atirou em você. Minha pergunta é a seguinte: já que aquela bala o salvou do câncer, ocorreria a você agradecer ao ladrão e livrar a cara dele com a lei por causa disso? Não, certo? Pois o raciocínio é o mesmo. Se você não inocentaria o ladrão porque a bala foi responsável pela descoberta do câncer, qual o sentido de pensar em reabilitar Judas porque através da traição dele Jesus foi crucificado para nos sa| var? ". Entenda mais: www. nationa| geographic. abril. com. br www. gnosisonIine. org www. veritatis. com. br i às. , F v 'k (i ll m d' 3 , i › j, " ' 1, u a_ j', z- ** j_ a fi. ” E. lxfqp( l x. ; t. th_ “w i j* l '- “E *me r "JJ x Mai! a hill¡ 'O
  8. 8. 08 Jobl: Primeiramente, gostaria de conhecer um pouco mais sua experiência profissional. Quem é o profissional Eurides? Terence: Sou um felizardo de 37 anos que trabalha em agências de publicidade desde 1986, ou seja, há 20 anos tenho o privilégio de trabalhar na profissão que amo. A opção pelo bacharelado em administração de empresas foi estratégica para a consolidação da minha carreira, pois ampliou a minha compreensão do negócio dos meus clientes, refletindo de forma incisiva em resultados efetivos gerados pelos planejamentos estratégicos de mídia. Comecei em 1986 na GAP, uma pequena agência de São Paulo, como assistente de mídia. Depois, foram oito anos na Norton (atual Publicis Salles Norton), duas passagens na Lage Magy (Grupo Talent), onde assumi o importante cargo de diretor associado aos 29 anos, e duas passagens na Upgrade (Grupo Total Fischer América) e DM9 (Grupo DDB). O convite para ministrar na USP foi conseqüência do reconhecimento do mercado, que sempre acompanhou a minha experiência de sete anos na área de pesquisa, do meu comprometimento na valorização e aprimoramento dos profissionais da área de mídia e da visibilidade como vencedor do Prêmio de Mídia Estadão em 2000, com um inovador cross media de rádio com internet. Atualmente, procuro manter a minha contribuição para o mercado Eurides Terence é diretor de midia e já ' it . A passou por agências como Publicis (fix il'. Norton, Lage Magy, DM9/DDE e _ Upgrade. É formado em -' r ç Administração de Empresas e possui à . j dezenove anos de experiência na i « . 7 ' área. catarinense: escrevo para o Site Acontecendo Aqui, ministrei o primeiro Curso de Mídia para Anunciantes de SC e aceitei o convite para ser o Vice- Presidente da ACP para tratar das relações com o mercado. Jobl: A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) está propondo a proibição da propaganda de produtos que gerem a auto-medicação, dependência, obesidade e outros malefícios à saúde. lsso implica em cortar da mídia produtos como refrigerantes, fast-foods e medicamentos para gripe, por exemplo. Qual a sua opinião a respeito? Será que entramos na era da Censura Publicitária? Terence: Acho que todo o controle para que a publicidade, matéria-prima da indústria da comunicação, não ofereça malefícios aos consumidores deve ser implementado com responsabilidade e propriedade (vide a limitação de horário para a veiculação de bebidas alcoólicas). Não entramos na era da Censura Publicitária, entramos na era da Responsabilidade Sócio-Cultural, ou seja, da propaganda responsável. Jobl: Com o advento da TV Digital, o consumidor também fica mais seletivo quanto aos comerciais que irá assistir. Este é outro assunto que vem preocupando os publicitários. O que você acha que a TV Digital nos reserva? entrevista: Fernanda Fabiane Fuck diagramação: Rodrigo de Paula
  9. 9. Terence: O mundo digital é um processo irreversível, pois o consumidor vem migrando a cada dia para o meio on-Iine. E é uma tremenda miopia achar que o Brasil não está sendo afetado por esta onda digital. O brasileiro hoje é líder mundial de tempo de navegação na internet. Se uma agência não levar seu produto para esse público, demita sua agência porque ela está desperdiçando uma grande chance de vender. O poderjá está nas mãos e nos controles remotos dos consumidores e, com a TV Digital, este poder será amplificada. Relacionamento é o único caminho para que as marcas possam manter- se nas mentes e nos corações dos consumidores. Jobl: Em relação à mídia em geral, como podemos classificar o cenário atual? ' Terence: Estamos trafegando um período de incertezas e experiências. É a passagem entre o mundo offline, com toda a sua importância e resultados incontestáveis de campanhas passadas, para o mundo online, com a sua fragilidade de resultados, mas como uma perspectiva de imenso futuro. Cabe às agências aproveitarem o melhor dos dois mundos e é aí que o bicho pega! ! Quem enxerga com clareza e antecipa as necessidades deste mundo híbrido já sai na frente. Jobl: Vários tipos de novas mídias vêm surgindo todo o tempo. Quais mídias podemos citar como as mais eficazes atualmente? Terence: Toda mídia é eficaz. O que determina a sua capacidade de atingir ao público corretamente (eficácia da informação) é a estratégia de comunicação que deve antecipar a pertinência e a relevância da informação levada para o consumidor no momento em que ele é impactado, além dos fatores que irão compor o "ambiente" da mensagem. Jobl: Os pequenos empresários, geralmente não possuem verba para investir em TV, mas querem estar nesta mídia, acreditando que da' resultado e sacrificando, para tanto, a produção do comercial. Como você acredita que se pode contornar uma situação como essa? Terence: Olha, não adianta investir em mídia e colocar uma produção abaixo da qualidade do seu produto. As agências devem investir mais em boas idéias e menos em pirotecnias eletrônicas, pois a publicidade sempre foi brilhante independentemente dos recursos técnicos que existem hoje. Comercial bom é simples e memorável. Atualmente, assistimos comerciais com tantos efeitos que nem lembramos do produto anunciado. Líder de audiência também no intervalo comercial. Lite Hits 90,5 fm Blumenau (c: w-m/ A 9 - 1 men/ jjjlf tim Intra/ vales com apenas 0 _ e dwaçâü. 0 tempo cena Para valor/ za¡ seu anúncio e trazer exata/ entes resu/ tados para seu c/ /enfe An ' Uncle 473322 9090 l marketing@9ofmbju
  10. 10. :L: -:: -:: :_. p T olârasi! ! na it C, , arfca do gol e a marca Brasil na mente da Pelas ruas das cidades brasileiras, podemos perce- ber um derramamento de verde e amarelo por to- dos os lados. Em época de copa do mundo sem- pre foi assim, com produtos de todos os gêneros contagiando o mercado e a bandeira nacional estampando o Brasil inteiro. Em todo o país, estima-se que serão movimentados R$ 6 bilhões esse ano com lança mentos de itens, campanhas, eventos e vendas, o que pode levar a recordes de negócios, de acordo com a Associação de Marke- ting Promocional (AMPRO). O termômetro tem sido a expectativa de uma torcida fervorosa pela conquista do hexacampeonato. Este ano, entretanto, é especialmente importante para o mercado publicitário brasileiro. A fórmula "jogadores consagrados, mulheres bonitas e samba", somada ao favoritismo do país à cam- peão mundial de futebol pela sexta vez, resulta em um crescimento desenfreada da Marca Brasil em todo o mundo. Definitivamente, o Brasil, mais do que nunca, está na moda. Este quadro favore- ce as exportações de produtos brasileiros. Deja- neiro à primeira semana de abril, a balança comercial registrou um aumento de 24,9% em relação ao mesmo período do ano passado. E sobre um crescimento de 87% em 2005. Sendo que grande parte disso - uma fatia de 63% - corresponde a remessas de pequenas e médias empresas, de 62 setores. A Agência de Promoção de Exportações e Investi- mentos (APEX-Brasil), órgão do Governo Federal de apoio aos pequenos exportadores, viu na copa do mundo uma excelente oportunidade de vender a Marca Brasil na Alemanha e gerar negócios. Em uma campanha promocional com duração de 12 meses, desdejunho deste ano, a APEX-Brasil pla- neja aproveitar que as atenções de todo o mundo estarão voltadas para a Alemanha e para o Brasil, como um dos favoritos no campeonato, para população mundial promover a produção brasileira e divulgar a Marca Brasil para outras nações. O uso da marca Brasil chamou a atenção de um dos mais importantes PhDs em marketing do mun- do, o americano - nascido no Rio - David Gertner. Ele é professor da Pace University, de Nova York, e esteve no Brasil em março. Gertner veio lançar "Marketing de Lugares", livro escrito com autores como Philip Kotler, considerado pela revista "Fortu- ne" o quarto autor mais influente do século em administração. Em declaração ao Jornal O Globo, Gertner elogiou a administração da marca Brasil. "Estudo o Brasil há 15 anos. É um prazer ver um número cada vez maior de pessoas entendendo que se deve administrar um lugar como se fosse uma marca. O verde-e-amarelo virou moda fora do país. Isso e muito positivo", declarou Gertner. APEX Wêdgfrdirfgêrftferent Aproveitando a Copa do Mundo, a Alemanha sera' o primeiro país a conhecer o slogan “We do it different* (Nós fazemos diferente) e o projeto visu- al que estará em feiras, missões, temporadas em grandes redes varejistas, bem como locais públicos e privados e meios de transporte onde o Brasil rea- lizar eventos. O propósito imediato é sensibilizar dois milhões de importadores e empresários em geral, além de três milhões de consumidores fi- nais em promoções em redes de varejo somente na Alemanha. Inicialmente a APEX-Brasil está investindo R$ 22 milhões na implementação da campanha junto com entidades setoriais. “Queremos ampliar a participação do Brasil no mercado r AGENCIA ne nnoMoçlo/ l DE exroiiuçoes e INVESTIMENTOS Matéria: Fernanda Fabiane Fuck diagramação: Cristiano Theiss Neto e Ramon Renan Kienen
  11. 11. internacional. Mostrar que, como no futebol, as indústrias brasileiras englobam uma enorme diversidade de talentos", observa o presidente da APEX-Brasil, Juan Quirós. "Esse é o momento propício para os negócios, uma vez que há uma grande empatia entre o povo alemão e o brasileiro e somos um dos favoritos a vencer o torneio. Ou seja, as atenções estão voltadas para o Brasil", acrescenta. A campanha se pauta pela comparação entre os grandes ídolos do futebol e os grandes ícones do país em diversos segmentos, como medicina, arqui- tetura, moda, economia e mesmo esporte. Os no- mes serão indicados pelos próprios setores exporta- dores. Serão usados atributos dos jogadores como criatividade, genialidade e diversidade, por exemplo, para explicar a capacidade produtiva e competitiva da economia brasileira. "No Brasil as empresas trabalham com soluções inédi- tas, diversidade de produtos, preços competitivos. Tudo isso será enfatizado, com exemplos concretos. Por isso o nome da campanha: We do it different", explica Quirós. Para a Alemanha já estão programados 30 eventos, com a participação de mais de 800 empresas brasileiras. Artesanato, móveis, balas e confeitos, vidros e aço inox, peixes, orgânicos, calçados, software, instrumentos musicais, plástico, refrigeração, autopeças e médico-odontológico serão alguns dos setores representados. Durante os eventos são realizadas ações promocionais como números de dança, capoeira, samba e degustação de produtos típicos. Caipirinha, cachaça, café, doces e receitas brasileiríssimas são oferecidas aos empresários e visitantes dos eventos. Estas ações têm servido como chamariz para as negociações de produtos fabricados aqui. Além disso, diversos outdoors e outras mídias externas estão sendo espalhadas pelas cidades que sediarão a Copa. Um hotsite interativo da campanha tam- bém foi criado, proporcionando fácil acesso aos investidores estrangeiros. lem nha e a caro a no Brasil âemanña pega ? angra no Bras? Nunca uma competição esportiva movimentou tan- to dinheiro e gerou tantos negócios ao redor do planeta. Os números são de impressionar. Na Alemanha, foram investidos 3,5 bilhões de euros em obras de melhoria das cidades. Para reformar e construir os estádios, outro bilhão de euros foi consumido. E os mais de 3 milhões de torcedores que vão assistir aos jogos devem gastar 3 bilhões de euros em ingressos, hospedagem, refeições e suvenires. A imagem do Brasil está sendo utilizada em diversas campanhas publicitárias também na Alemanha. Algumas empresas alemãs já estão usando a imagem brasileira como ferramenta de vendas. A Deutsche Bahn, empresa de logística que praticamente detém o monopólio do transporte de passageiros no país, colocou um grupo de atores
  12. 12. N x N N / g ” _ . . . . Deutsche Bahn divulgou que 1,5 mil brasileiros . reservaram passagens com os trens da empresa ! . durante o mundial. A imagem do Brasil está sendo A _ r utmzada em dwersas Outras empresas trabalham a acirrada disputa pelo título, onde o Brasil detém o favoritismo. O anúncio campanhas publicitárias da instituição financeira PostBank encena provoca- _ também na _ _ i ções entre torcedores alemães e brasileiros num bar em que todos bebem cerveja. Já a marca Gillette usa o favoritismo do Brasil para vender espuma de l I | brasileiros para barbear. No comercial que está no ar na Alemanha, : l l l l l l li festejar a Cápa do um ator aparece com uma parte da barba Mundo na estaçao de trem de Colônia. A ação tem o objetivo de incentivar todos os turistas que passarão pelo país a aproveitarem os des- Os eventos esportivos vêm se consolidando como contos da Deutsche Bahn no período da Copa. um dos maiores filões da indústria publicitária, com ações cada vez mais elaboradas e buscando públicos cada vez maiores. O importante, nestes casos é ser extremante criativo e empolgante, dando à imagem da marca o espírito eufórico de um penta, um hexa, um hepta campeonato mundial. reproduzindo uma bandeira brasileira, pintada em verde e amarelo. Segundo a Deutsche Bahn, a escolha do Brasil para a propaganda foi natural: “Os brasileiros são identificados por sua simpatia e também por serem uma grande nação de futebol". A _. ' painéis v; im. r r . nau-mf r 'i M i « › ›~ -' verte ; ii, i_ir_; __l_r1*~ i 1,_ , r _ . ç c? " “' : n*1r-v4«n. A-m« , ' . '.. ~.. a._, .. .çxrcçgc . lei l . . i4 t , « ir: Iilt-llr 'lmmnlhrli 'l __ l _ . . i JlljjilrrJdirjill(luitlllliyli "iiim "HL . lttzrcillljk i . -_. ... _.. ... .-. , . _ _ v_ , ç . . : ma: www, B i_u E D i: i i: i R. i3 i: i M . B R comerciol@bluedoor. com. br 'mr l **r i "i I mi l Rua República Argentina, 2293-Próx. Peugeot- Blumenau , L1
  13. 13. “at, Livros sugeridos por professores e acadêmicos do curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda da FURB: Sei. : login , íxiutnitii l<lClli "Para quem gosta de ler livros técnicos, este livro traz muitas informações sobre como as grandes marcas conseguiram fixar seu nome na mente das pessoas, muitas vezes utilizando até de tecnicas subliminares". Meriellen Heiden | 4° Semestre. íl<xl lñirrz, i4: Prim , unit l KlyCiNIlOi Hliuizml . situ "É um livro excelente principalmente para quem está iniciando a sua carreira N e começando a administrar a sua vida pessoal e financeira! Professora Fernanda Macha Ostetto. 'mx Biillitiiilgw Nixil “Wiii Ê, liisciniiiili". i Aiiijtiniii; :um “É um livro que abre um novo olhar sobre a metodologia de ensinar. É um repensar sobre o ensino tradicional tanto por parte dos pais como dos professores. " Professora Cristiane Neder. Livrltzrtio Puirlir -icii u 'Hinn lliJll <^ Loiiirli s i' iwilriivlii "Para quem gosta de escrever, esse é um livro simples, metódico e essencialmente prático, que ajuda a organizar e planejar o processo de redação publicitária, desde o slogan até a campanha completa" Lorreine Beatrice | 7° Semestre liiaxv-i Historia (lo lwiiipo, D: : ltiri Liiiiiii no. BklliiLllw | lv<jios _ (ilWpliPli VV. lliiviikincj "Acredito que alguns dos principais paradigmas da comunicação e da linguagem estão fundamentados, ao mesmo tempo, na genialidade e nas limitações da fisica newtoniana. Na busca de outras teorias acabei descobrindo alguns autores que sugerem uma alternativa na teoria da relatividade e na física quântica. Ainda não tive muito tempo para me dedicar a isso, mas estou me divertindo um pouco com o Stephen Hawking. " Professor Hans Peder Behling Como ola Rolwi : o l. liitnitt i' . "Recomendo porque ele fala da carreira de publicitários famosos, que eram pessoas comuns e chegaram ao sucesso através de dedicaçãoe muito trabalho. O livro é um incentivo para quem pretende atuar nessa área". Graziele Kulkamp | 3° Semestre. : illff l'l1ri1ainiir, ji IÊFJYXF » iiil D ll AJ "l-sit ks láwliwji "Eu recomendo porque é um livro para quem é apaixonado por Photoshop e gosta de um novo desafio. É um livro técnico que ensina truques e efeitos, desde os básicos até montagens complexas que são feitas em grandes agências. É um livro bom também para quem é iniciante", Daniel M. Romão | 9° Semestre. O (riiliçjt) lJii Vlitr' ~ : Jan líiuiiviw "É uma história bem atrativa com uma linguagem fluente que prende o leitor do início ao fim, É um romance policial que aborda as questões da Igreja que faz o leitor refletir o que é certo e errado no mundo da religião. Alex Dolzan | 9° Semestre í) lliiriiiijii u 'z viii' i ' , winzi wi llLllii. i "É um livro bem administrativo que ensina como lidar com o ser humano dentro de uma organização. Para quem tem função de liderança é um livro que ajuda muito. " Silvonete Simas | 7° Semestre "A Mesa i/ oaclorii' 'íwixry liil ileili: i "As CeililfWllzlx (ld 'Vida Piivnitlt* i Luis lPlllilllílti 'vi : iauiii'~i* l . . . "Os textos sao muito criativos e ele escreve sobre coisas comuns do dia-adia de todos nós, de um modo leve e divertido. Muitos de seus textos são utilizados em peças de teatro e produções para a televisão. Vale a pena ler. " Professor Diogo Scandarola "Fut-fiat tá: 'lutam' ! if : nas : hihi _ . 1P* *hihi-m até 7 ifzlkij isa! .oi , .,. ,._. _n, .,. ,._. _._. _._. ,._. _.. .,. _._. _._¡, 13 l
  14. 14. O termo "marketing de guerrilha" u. _í _vv . foi cunhado pelo consultor de ~ *íà/ JF-&marketing norteamericano Jay ~. v Conrad Levinson, onde ele comparou essa nova visão de marketing com as guerrilhas ifigbélicas, um tipo de guerra no qual lio principal estratagema é a oculta- _ção e a extrema mobilidade de seus __ Í' combatentes, os chamados ' guerrilheiros. Em geral, táticas de guerrilha são usadas por uma parte mais fraca contra uma mais forte. Os guerri- lheiros muitas vezes não dispõem de equipamento e treinamento militar adequados, porém contam com a ajuda de populações que os defendem e com os ataques- surpresa ao inimigo, sem a neces- sidade de manter uma linha de frente. O conhecimento do terreno de combate também é uma arma bastante usada nas guerrilhas. Trazendo esses conhecimentos para a área do marketing, podemos dizer que a principal arma dos marketeiros de guerrilha é o conhecimento detalhado do seu público-alvo, a utilização de métodos que surpreendam e sua energia, criatividade e disposição para trabalhar com ações integradas que atuem em torno de um único objetivo: o con- ceito desenvolvido pela empresa sobre seu produto/ serviço, E tudo isso sem as substanciais verbas que geralmente são destinadas ao marketing tradicional. l s. . . Arte urbana _. _.___. .._. __. ._. ... ... .._. .._. ... ._. .._. _._. .____. .___. __. .m_ matéria: Priscila Figurski diagramação: Ramon Renan Kienen A , jj14› 'x Estratégias pouco convencionais, rápidas e extremamente flexíveis: eis a" essência do marketing de f guerrilha. Como Funciona A estratégia ou plano guerrilheiro de marketing deve funcionar como trampolim de um marketing que vende. Examinar cuidadosamente as tendências do mercado, o seu público-alvo e as necessidades e desejos desse target são fundamentais para a definição da posição a ser tomada frente aos seus concorrentes. Criada essa posição dentro do plano de marketing, deve-se partir para a escolha das ferramentas a serem utilizadas. A partir dal, passa-se a desenvolver um plano criativo que descreve o que a propaganda vai dizer (ou fazer). O marketing de guerrilha está direcionado tanto ao consciente quanto ao inconscien- te. Busca mudar atitutes tanto quanto modificar comportamentos. Através de um planejamento conciso, a sinergia na qual todo o esforço dos guerrilhei- ros é depositado atinge o consumidor em todas as direções, persuadindo-o. Quanto maior o número de métodos de marketing utilizados, melhor para a ima- gem da empresa. O objetivo central deve / l / i wl f l . ._ , 'L / l Ifx l V wíz-'“" P fbn_ lr”. __ / ' K l¡ l _ l
  15. 15. "i ser combinar a mensagem certa com a mídia certa. Essa é a estratégia básica da guerrilha. Propaganda de Guerrilha Como ganhar a atenção de um consumidor saturado pela publicidade de orçamentos milionários? A propaganda de guerrilha mostra o produto/ serviço em situações que gerem mídia espontânea nos noticiários ou atraiam a atenção direta do target, sempre com baixo custo, muita segmentação e sem pagar espaços publicitários nos S | meios de O comunicação convencionais como o rádio, a TV, os jornais e as revistas. As principais armas da Propaganda de Guerrilha são: * marketing viral- Cria-se uma sensação ou novidade em cima do produto para se exponha ao máximo essa novidade, gerando bastante visibilidade para o produto através do boca a boca. * PR Stunt- Fatos inusitados que contatam diretamente o público alvo, que posteriormente são potencializados pela assessoria de imprensa devido ao seu caráter de "novidade". * Marketing de Emboscada - A empresa aproveita a realização de um evento para inserir sua publicidade nele de forma não convencional e não-paga. * Formas básicas de Comunicação - Sampling, adesivos, cartazes, faixas, banners, galhardetes e grafites. Essas ações capturam a atenção do consumi- dor nas ruas sempre com muita criatividade. * Internet- O braço direito do marketing de guerrilha. Com o poder de divulgar informações na velocidade da luz, a internet pode e deve ser utilizada para w 5;*- PR Stunt na Cena da novela Cobras e Lagartos complementar toda e qualquer ação de guerrilha. O uso de sites, hot sites, fotologs, blogs, podcasts, orkut e afins esta' cada vez mais saindo do contexto pessoal e se firmando como intermediário entre o produto e o consumidor, permitindo maior interação entre as partes e um feedback muito mais rápido e eficaz. No Brasil, propaganda de guerrilha é um assunto relativamente vo e ainda pouco explorado pelas empresas e pelas agências de comunicação, diferente do que acontece em países como Inglaterra, Estados Unidos e Holanda_ A primeira agência especializada em Marketing de Guerrilha do pais, a Espalhe, com sede em São Paulo, também responsável pelo Blog de Guerrilha, é a precursora de ações de guerrilha no Brasil. Com cases interessantes e clientes cada vez maiores, A Espalhe é responsável direta pela divulgação do marketing de guerrilha em terras brasileiras. Como exemplo de ações da Espa- lhe, temos a campanha para a Tetra Pak, onde a agência gerou muita visibilidade e mídia espontânea para a embalagem Tetra Prisma associando-a às tendências coo/ e o PR Stunt desenvolvido para o Br Turbo, da Brasil Telecom (para ver os cases completos, acesse wwwespalhecombr). No cenário econômico atual, onde as empresas tendem cada vez mais a enxugar seus orçamentos partindo da cota da propaganda, uma vez que esta vem se tornando apenas uma fábrica de troféus e glamour para os criativos, a perspectiva é de que cada vez mais o marketing de guerrilha se espalhe e vire ponto básico no planejamento de marketing e comunicação de qualquer empresa, fazendo por ele mesmo o que costuma fazer pelos produtos que promove. Através de ações ágeis, ousadas e surpreendentes, o marketing de guerrilha pára de incomodar as pessoas com mensagens indesejá- veis e interrompê-las durante sua leitura ou programa de televisão favorito, como a propaganda convencional, e coloca o consumi- dor como parte integrante do meio, gerando uma maior identificação com a marca, o que conse- qüentemente torna o trabalho de construção de imagem muito mais agradável ao consumidor e muito mais rentável à empresa. Afinal, precisamos gravar a marca de nossos clientes não so na cabeça, mas também no coração dos consumidores. Para estar por dentro das novida- des, obrigatoriamente acesse Www. blogdeguerrilhacombr. Arte na rua
  16. 16. .L: ::: :_-c: :L: ::_-: L:i: ::Z: -:: -_: :Z: :n--1IIIIII_LLZLIF i5) Atrair a atenção do consumidor é a premissa básica de qualquer ferramenta da propaganda. Para atingir esta meta, os profissionais estão buscando técnicas cada vez mais aperfeiçoadas. Por causa da competitividade do mercado, a qualidade técnica dos produtos está cada vez mais idêntica. Sendo assim, o que está fazendo a diferença é a maneira como o consumidor "sente" o produto. À procura do vínculo emocional perfeito entre a marca e o seu público, surge o Marketing Sensorial. Criado pelo alemão Bernd Schmitt, 45 anos, professor da Universidade de Colúmbia, o conceito de marketing sensorial (também chamado experimental), constitui uma nova estratégia de sustentação do produto no mercado, que concentra seus esforços na transformação da experiência do consumo em uma atividade sempre mais interessante. Para isso, aguçar os cinco sentidos no ato da experimentação passa a ser sinônimo de persuadir o consumidor a realizar a compra de uma maneira menos agressiva, mas não menos eficaz. O consumidor que entra em um estabelecimento para comprar um produto, ou até mesmo um serviço, deve se sentir tão envolvido em caráter visual, auditivo, olfativo, sensitivo e, porque não, gustativo, que sairá da loja como se a compra fosse uma parte deste êxtase que se pôde levar para casa. A dinâmica do processo sensorial, no entanto, não é tão simples quanto parece. O s, #í i1I i“i* *íiiiíi, riu ciiiisii iiiiir perfume de um determinado local pode atrair o consumidor para dentro, mas pode também expulsá-lo com a mesma rapidez. Buscar a harmonia entre os elementos que aguçarão os sentidos do cliente é imprescindível para o sucesso desse tipo de ação de marketing. Um restaurantejaponês, decorado de acordo com o tema, onde você deixa os sapatos na porta e sente-se realmente oriental, não pode ter o axé como fundo musical (não que o problema esteja no gênero musical, mas na coerência). Parece óbvio, já que o exemplo chega a ser extremista, mas o cuidado com os detalhes de harmonia entre os cinco sentidos é que vai garantir o resultado do marketing sensorial. Bem planejada, esta nova ramificação do marketing capta toda a atenção do consumidor para a marca. A Kopenhagen é um exemplo disto, aplicando a estratégia do marketing sensorial, reforçou sua campanha institucional "Eu só quero Chocolate** durante a Páscoa, instalando aromatizadores em 10 lojas paulistanas da rede para aguçar o olfato dos consumidores, criando uma identidade olfativa associando a marca ou produtos a um determinado aroma e estimulando o consumo. Com foco na audição, a rede FNACJunior, lojas especializadas em jogos para crianças, criou um jogo de amarelinha, envolvido numa música suave, que conduz sutilmente as crianças. No centro, há uma passarela musical, onde cada degrau ativa uma nota musical. As crianças adoram. Para atrair e Mafia/ ix: Fernanda Fabiane Fuck nqyranam; Cristiano Theiss Neto
  17. 17. reter os visitantes, a música corresponde à natureza dos brinquedos que eles descobrem. Isto faz com que a criança, ao experimentar um brinquedo, saiba de que marca ele é, com os olhos fechados. A visão, sentido trabalhado com mais afinco pelas campanhas promocionais, também recebe novas funções dentro do marketing sensorial, emitindo sensações na combinação de cores de uma embalagem, por exemplo. A dona de casa Cleide Rudolf, de frente para a prateleira do supermercado, só consegue colocar no carrinho uma determinada marca de sabão em pó. "É a que me parece mais limpa. É isso. Eu vejo limpeza”, declara. Comportamentos como este são comuns na decisão de compra. Outra história bem-sucedida de marketing sensorial: a empresa de cosméticos Natura, privilegia o tato na construção de suas embalagens. Os produtos que se vendem por serem extraídos diretamente da natureza, vem embalados por materiais que parecem celulose pura, com textura que lembra a terra. Seus catálogos oferecem ainda embalagens para presente feitas de papel microondulado, brincando com os contornos. Completando o quadro dos sentidos, o paladar é utilizado diariamente para atestar 'i Marketing: ~--------l r E l 'i3 l. z *x "ezadwgj oia/ i ng '0SS! 3 'edLugj Sil-BLU aoaJed anb e 3,, a qualidade de um novo produto alimentício no supermercado. Mas a experiência de receber como brinde um chocolate com sabor de menta em uma churrascaria, deixa na boca a sensação de uma sobremesa que combina com o sabor da carne e a vontade de retornar àquele local mais e mais vezes. Utilizados separadamente, ou em perfeita harmonia entre eles, os cinco sentidos estão se revelando uma forma de criar fortes impulsos de consumo. Graças à Bernd Schmitt. . -i«. v,r. .'_ ""-' somos os mClhQTCS- ; a , para as pessoas maIS 'nhos Os melhores V1 . _ _ dernas e bem 1 -formadaS criativas. inteligentes* m0 É MERCADO DE IINHOS irwvwmercadodevinhoscombr
  18. 18. , i j* . __ . ç #Al _4 A, 4m für *vn v _L é! ! : l Á Vliãl* l *Miu-Jr 'r-'u É(-”'“A~“>r›. 7: / * l vv i-"l . mi, l_ I l 'i . i i, í *J *f* s: . t_ v . l : j #4 V ljf ã: _ ' ¡l/ a w, +7” e -j í o! ? * › gl( 'fôr f' l . j 7- , . › * i i* "" _i - - . r**- "'55 e 'aa-r- ea -n -'^* , inn-ua ii~ r- ' l- l. :.~. .U. i : :o iec_~*: .<-eiiiu_@ c; O luLG: : . CSO i I No último dia O5 de abril, uma audiência pública no Senado Federal reascendeu a discussão sobre o Projeto de Lei que regulamenta a profissão de publicitário. Mesmo contando com a presença de representantes do mercado publicitário e importantes opiniões do meio, o debate não chegou à conclusão alguma. Entre outras providências, a lei 30/40, de autoria do senador catarinense Leonel Pavan (PSDB-SC), prevê a exigência de diploma para o exercício da função publicitária, o que vem gerando uma série de divergências. l ' FT' E7 l " í"Í i5' VI f " É' f' Í l"Í E", f'. f-Í FÉ Seu diploma tem como único destino o quadro na parede l iii'. i'm'. V' IM. f"" f", FT. V'. ("Í FÉ i IT V' EÍ De um lado, as universidades e acadêmicos, que, atualmente, levam anos para adquirir uma certificação sem utilidade alguma na realidade do mercado de trabalho. De outro, os profissionais de uma geração em que os cursos sequer existiam, defendendo o fato de que a criatividade não pode ser ensinada nos bancos da academia. Um outro problema na proposição da nova lei é que a aprovação desta implicará, por ordenamento constitucional, na revogação da Lei 4.680, que, ainda hoje, regulamenta o funcionamento do mercado publicitário. A referida Lei 4.680 foi sancionada em 18 dejunho de 1965 e dispõe sobre o exercício da profissão de Publicitário e de Agenciador de Propaganda, entre outras providências. Obviamente defasada por ter sido elaborada quando a profissão ainda não possuía uma definição exata. Ainda que este não tenha sido o foco do debate de O5 de abril, é uma questão que tem merecido a atenção do senador. Pavan sabe que a revogação de uma lei é um procedimento delicado. "Temos que obter uma posição mais conciliatória a respeito do assunto", declarou. Sem um consenso, o senador decidiu ampliar as discussões e realizar novas audiências públicas nos próximos meses, com especialistas de dentro e de fora do setor antes do projeto ir à votação. São estas audiências que irão decidir o nosso futuro profissional. É esta a hora de tomar uma atitude concreta e fazer a opinião de cada um de nós ser levada à sério. Ou seu diploma tem como único destino o quadro na parede da sala? 'A'
  19. 19. *m Inw¡ . nv ¡-' : Maua . ' L -: I¡-í¡'. ›I'¡¡It›, 'l*. I J' -. ' "Hx ! InImu-»zlníf-tv, m: :um 21-¡ w 2 h' »_l-: v: e v-; I- : i'm: r-: f 1:. MI hxb- '.1- -Iííiunís m: n-. ur-: Hnu -l f Mm: : -llillnnl n. m. *MIM- -Diliirm -UHIHAvI -r- til-Mhz'. ¡rIIH p( u-[unw -u-âl¡ him v. v: uh. n-f un¡ 11-! viu. nv. .. ht : r-íw: 'mv . u-: c u) u! 'u ~~. ' tlfrun¡ --wpx . amv v vu. ¡: -. 1- êlfém ¡runnin- m: -iíi-MU: 'III~ 1*? mu# -W . ,,. _.z_u. .. An. u. . . r «uh um . m . v . '.l. k '4¡. ¡y¡, :-¡: -¡ - n* Uhlitiw" n-Jn» -inliliâ-I I¡1('| Í"I n-'u-«hl-nv 71141114** Jnwful' “ “wW r INlnl-l oI-› 'Mini HIPHI ' . ma¡ a, r . . . ;,. F-«N -IIA-Ium-l- -1 H um. «w v1 'In . .nllíndf pl um. .. . .V '(<n= |IÍ'Íx«(') um 'UJHIIILUHI mu. r. m. um¡ u' . .tIw-u: ¡mr! : :4 unÀuM' 1.1:; » y1n. Í'ydA§' ~~ 'p "mnlilnl 'V. ¡¡. !Fri . :F5: . HM: ¡ÍÊIIIIÊTÊI u, "Mgmt ¡ t. uncJs rn, I '. 's' 'r ; - xÍH':1¡ a HI¡ llll : ai Ilê . . L' rqr¡ '_:1Í'un: |I, ' : na: b t, a n l'. - - u -' ^ 'HI-mich 1-.1çn~. ›:1:1¡It= »mu : miIIHhII-hI-l: pr-. In (uol: :Mun mutumrv : n: nndlix-u-. xc : :mí-mc : m now-r : - 'vlqllllphlulzlolük' _mm Jullgnlik a *iüllupiallla : t: mms ; una-Ir- sur-III- f: »mn 9112x010): INF-HI Il: million. H-nlñlíãwlom
  20. 20. 20, O tempo médio de navegação dos usuários brasileiros foi de i9 horas e 26 minutos no mês de abril, mantendo o Brasil na liderança entre os paises pesquisados, em dados consolidados pelo IBOPE. No entanto, engana-se quem pensa que o uso da internet está massificado. Apesar da primeira colocação, apenas 13,4 milhões de brasileiros têm acesso à rede em sua casa, menos de 10% da população. merchandising (com o advento do comércio on-Iine), entre outros. A Copa do Mundo na Alemanha evidencia esse aspecto multimídia da internet: pela primeira vez a competição será transmitida ao vivo com recursos que transcendem o âmbito textual e com a peculiaridade de estar 24 horas no ar. Algo como uma loja que nunca fecha, um parque de diversões que está , ._. _:. _:: ___: _._: -___: - ¡ A internet deixou de ser um meio l l exclusivamente de apoio para se tornarl l fundamental num plano de mídia. l' ______________. _____ O grande diferencial do meio para a publicidade é a possibilidade de segmentação do público, evitando a dispersão de usuários e gastos desnecessários em mídia. Mas esse não é o único ponto positivo. A internet reúne em s uma pluralidade de meios que ainda é pouco explorada. Com ela, estamos a um clique das melhores estações de rádio, dos melhores canais de televisão, dos melhores pontos de sempre aberto e um jornal que está sempre chegando a sua porta. O conteúdo está à disposição em tempo integral, esperando pela ação do usuário. O meio estabelece um paradoxo que também pode ser percebido com a Copa do Mundo. Há críticas de que a internet distancia as pessoas, restringindo o contato pessoal. Ao mesmo tempo, a unúfíiíilâ t a V iihulhllniágfit) raw. em» ' _gw
  21. 21. rede encurta distâncias fisicas ao permitir que jogadores, repórteres e fãs mantenham um espaço que pode ser atualizado diretamente da Alemanha, a qualquer hora. Se bem utilizado, o espaço proprio na rede gera uma audiência exclusiva e fidedigna. Uma grande parte desse público ainda fornece espontaneamente seus dados pessoais a fim de receber notícias ou participar de promoções, criando uma relação emissor-receptor que dificilmente seria atingida com outros meios. Além disso, a internet tem grande potencial de crescimento devido a sua onipresença. Pode-se navegar na rede através de um simples telefone celular. A tecnologia já está disponível à esmagadora maioria dos usuários de telefonia móvel, Só é preciso fazer com que os assinantes efetivamente a usem. url tiiírñ l › « 1 <I rrrr» i I r, . .. _iYifllll/ .il ~ v ri: . l = rr_rr› / LP r: l llfr. [lÃI1ÍI. il. lf. r.I1íIlÇ . ll (IICT/ ATO 74,. me --w Ip . tmrrrori/ g' i / -E / í i g w: zumbi? g7 _IU/ Al '7.^. I_ilI«'_: Ii'I. 'l. *l ç¡ S, *rãrziqjprqiü~¡ . ..e muito mais. MAIS DE IOOO PONTOS A SUA DISPOSIÇÃO EM TODO O ESTADO DE SANTA CATARINA
  22. 22. Aâfâüâ â @ ÊMÍÍPMÊQi 32) à @M@W@Ú@@ Wâiâ J@®@â @NÊÊÚ'@WDÊ@É Jogos eletrônicos fascinam as pessoas, e não é de hoje. Desde que surgiram os primeiros jogos eletrônicos, o entretenimento doméstico acelerou seu desenvolvimento exponencialmente, e em um período de apenas 20 anos, evolui de um simples risquinho na tela que servia para rebater uma bolinha contra uma parede, até os fabulosos e mirabolantes jogos em três dimensões. E se o risquinho chamado Pong já causava tanto alvoroço em sua época, as últimas tecnologias deixam jovens em todo mundo cada vez mais enredados por suas telas de vidro: seus portais mágicos particulares para mundos cada vez mais imaginativos. Acerca de tudo isso move-se um fantástico engenho comercial e financeiro: o mundo dos games, Um mercado em constante expansão que, infelizmente, não inclui o Brasil. lvlundialmente, 41% do mercado de games pertence aos Estados Unidos, sendo o segundo maior mercado o Japão com 31%. O restante fica na Europa: Reino Unido com 14°/ o, França e Alemanha com 2% cada e o Brasil consta nos 9% restantes, que não são considerados pelo mercado mundial de games. As razões para isso são culturais. No país do "jeitinho", onde a pirataria é fato comum e aceitável, os investidores de games preferem não correr o risco de lançar um jogo, que em duas semanas antes de seu lançamento oficial, estará sendo vendido em qualquer esquina pela metade do que ele realmente vale. Embora haja no Brasil um grande e ávido comércio para games, seria necessário uma reeducação da população para que obtenha- se o hábito de adquirirjogos originais, produtos licenciados e legais. Do jeito que está, o mercado milionário de games torna-se inviável em nosso cenário nacional. Mas nem tudo está perdido. Se por um lado ficamos para sempre de fora do mundo fascinante dos jogos eletrônicos oficiais, há um filão dessa indústria que cresce razoavelmente bem no Brasil e no mundo em geral, os Advergames. Um Adver média ÊUjaÉÕ T mil 'reais para ser desenvglxzido já quetrata- s_e de um 'o @sin-rplêçe nadacomplexo. A ¡fitàioria desses tipos dejogos são criados “i para serem veículosde publicidade, divulgando produtos, marcas ou serviços, e geralmengtãsão apresentados nas páginas de interhet das empresas que os encõmendam. 'i Lá fora, entretanto a realidade e' 4 completamente diferente. Se por um lado _j existem os advergames, existem também a publicidade dentro dos jogos desenvolvidos para consoles domésticos e PC's. Um forteexemplo disso são os jogos esportivos como Winning Eleven, com suas matéria e diagramação: Rafael Szpoganicz Wanka
  23. 23. placas de patrocínio ao redor dos campos de futebol, e o jogo Need for Speed com suas marcas de carros reais e outdoors ao redor das pistas de corrida. Um dos maiores empecilhos para a publicidade em jogos sempre foi o tempo que um jogo leva para ser desenvolvido: uma média de 4 anos. Neste tempo, uma campanha publicitária pode já ter se tornado obsoleta. Entretanto, com o advento da internet nos consoles domésticos, a maioria dessa publicidade tornou-se interativa. Em partidas através da internet, as placas de Winning Eleven e Need for Speed podem ser atualiza ~p'êiiodicamente, como se n gente comprou esse espaço na JOB pra uizer so uma coisa ÍTHDD. Horários oe natação nas on às a3n êlrTiernet. . . ___m___, ____. ... __. .________ _ É bom notar que a publicidade neste meio nunca explodiu de fato por causa da falta de mecanismos de mensuração de resultados. Entretanto, grandes empresas como Activision, Midway, Electronic Arts e Ubisoft prometem que para 2006 esse cenário irá mudar. Elas irão começar a utilizar em seus jogos, mecanismos de mensuração de audiência criados por empresas como Nielsen, Adscape, Double Fusion e Massive. Para quem gostaria de apostar nessa área só resta rezar, e esperar que o governo combata com maior avidez a pirataria e invista em campanhas de conscientização da população. Afinal, pirataria é crime e ajuda a financiar o tráfico. . zH/ "ÊÚÊ-Z? . _ Müfrfü Rua Theodoro Holtrup, 112 j Blumenau j SC | wwwsjiljasfhtoofttnbr j,
  24. 24. AOS ENGENHEIROS, NÓS TEMOS UM AMPLO ESPAÇO; AOS ADVOGADOS, SEGUIMOS OS DIREITOS DO CONSUMIDOR; AOS MÉDICOS, UMA COMPLETA LINHA DE MEDICAMENTOS; AOS QUÍMICOS, AS MELHORES FRAGRÂNCIAS; AOS ECONOMISTAS, O MELHOR PREÇO; EAOS PUBLICITÁRIOS, CABEAVOCÊS DIVULGAR E APROVEITAR AS NOSSAS VANTAGENS. Rua São PauI0,1556 Rua São Paulo, 3200 o FARMÁCM A Rua2de Setembro, 4612 Rua General Osório, 2299 Victor Konder (Defronie IML) It. Seca (Defronle Hotel John) e;  Il. Norte (Esq. 1° de Janeiro) Agua Verde (Próx. Besc) 3340.2141 3035.3355 Iii " e e e ~ - 3333.0300 3035.3032 : er : v: (ÉÀ v , d ki” v L g L M14' v y'›, *L ; gx ; já x I j. 3 Ô t ç 4. r «Í ~. e” ai** 'x . .v “V, › , Vl *fjir jyf/ É Pw/ r/, lá fill( l/ / .( #Li t_ " c: A «ztr ; ams É i _ (l A Iv j r' i ' ” r' (_'); I III( II _ig Iiír( rj' I 1' xI llIIlllÍfigl. <>l. Ill1.+> : IÉcrarkO cite' ; LTÊINIÂICÍÉI : i ; fílÍcnIcÍICL, ar çmrulti' leites: 'lrffêí items'. .ÇeE7/')ÊíÍÊiê'Í-1ãIi/ '3t 5- Êlllál mtirôhúm dia¡ 'Vl-sirene : tl › Éiillmãllálil e Êííí
  25. 25. í-_í-_r-_j-_íí: .____. ___L: ___. ___. LL: :LL: ::_______. _:__à: :_. ::: __r 771mm x à: : Arranje um gravador de cd, um programa de edição de áudio, internet banda larga, contas no orkut, youtube, myspace, fotolog, orkut e tramavirtual. Pronto. Vocêjá pode pensar em ficar famoso com sua banda ou projeto musical. A revolução que a internet causou na música não para somente nos downloads piratas. As ações de marketing viral que muitas bandas novas utilizam na internet estão criando uma nova linha de celebridades, que por sinal já tem até comunidade no orkut (Celebridades de Segunda Linha). O mundo ágil, fácil e barato na web proporciona a estas bandas a possibilidade de tornarem seu trabalho conhecido. É o caso da banda paulistana Cansei de Ser Sexy, que começou como brincadeira, divulgou seu trabalho no máximo de sites que pôde e começou a fazer shows regionais. Tomou-se muito conhecido, gravarou um cd, fez shows praticamente no Brasil inteiro e, recentemente, assinou contrato com um selo norte americano. Agora, prepara sua turnê internacional para promover o lançamento do cd. A internet proporcionou um contato maior dos fãs com a banda e essa sensação de intimidade e proximidade com o artista novo provoca uma divulgação ainda matéria: Eduardo Kottmann diagramação: Jefferson do Amaral i maior do trabalho realizado pela banda, resultando em inúmeros outros fãs. As ações de marketing viral não são fracas. A própria comunidade da banda Cansei de Ser Sexy que começou no orkut com menos de 500 pessoas, atualmente está com mais de 20 mil membros. Outro exemplo de sucesso e a banda cearense Montage, que também aproveita a internet como uma poderosa ferramenta de divulgação do seu trabalho. São fotologs, orkut e também o site tramavirtual (que abriga bandas independentes) onde disponibilizam seus mp3. Daniel Peixoto, vocalista e lider da banda comemora o sucesso. Foram shows por grande parte do Brasil e em festivais renomados como o Campari Rock e o Abril pro Rock (em Recife). A internet foi a responsável por tudo o que começou a acontecer com estas bandas. A cada dia surgem novas bandas que querem se tornar conhecidas, mas além de qualidade nas músicas elas devem saber que o marketing viral pode ser seu grande aliado.
  26. 26. il lliliiçflll ii Tllll ELÓY SIMÕES eloy. simões@uol. com. br 'I O centro era muito movimentado, naquela cidade gaúcha de porte médio cujo nome, por razões óbvias, tomo a liberdade de resguardar. O comércio não podia se queixar. Mas se queixou. Os comerciantes sentiam- se incomodados porque os fregueses iam de carro e criavam, para eles, dificuldades para estacionar seus próprios veículos. Então, alguém teve uma idéia brilhante, prontamente aceita pelos demais: E Finalmente, os estudantes de comunicação catarinenses resolveram agir. Perceberam que, ou defendem seus direitos, ou outros farão que nem os comerciantes daquela cidade: defendem o quejulgam ser 26 pediriam ao CDL local que reivindicasse, junto à Prefeitura, a instituição da zona azul e conseqüente cobrança de taxa de estacionamento. Funcionou. A Prefeitura rapidamente atendeu. Funcionou tanto que as pessoas pararam de ir ao centro. Passaram a fazer direito deles. E como, na opinião míope que não se cansam de expressar, é melhor deixar tudo como está, nada fazem. Daí o meu entusiasmo pelo que estou assistindo. , (4 suas compras em outros lugares. Agora, os comerciantes do centro da cidade têm outro tipo de queixa. 3 E o que estou assistindo é o esforço da estudantada no sentido de ver realizado o | Congresso Catarinense de Comunicação de Marketing, um evento onde se deverá discutir o setor por inteiro. Incluindo, ai, a regulamentação da profissão. irma; 4A discussão em torno da regulamentação profissional, você sabe, ganhou força, ultimamente, com a apresentação, pelo senador Pavan, de projeto sobre o assunto. No momento em que escrevo, duas audiências públicas para discutir o projeto foram realizadas. Delas participaram representantes da ABAP, do CENP, da ESPM, da FENAPRO, do SAPESC, da APP de S. Paulo, dos Estudantes. Os três primeiros, francamente contrários à regulamentação e à realização de um Congresso do setor (embora este assunto não tenha vindo a tona na audiência). A FENAPRO é ora a favor, ora contra. Os demais, a favor. Portanto, empate. Que pode ser desempatado se acrescentarmos, ai, a APP de Uberlândia, outra defensora da regulamentação. Acontece que os contra são fortes. Representam as maiores agências do país, parte delas multinacionais. Mas não representam o que chamo de Brasil Real. Este onde você, eu, e a maioria das empresas de comunicação de marketing e os profissionais que nelas militam. Por isso, a importância do esforço dos estudantes catarinenses. Que, se bem sucedidos, servirão de exemplo para o resto do Brasil. Até porque, enquanto o setor não se reunir em massa, discutir seus problemas, chegar a uma conclusão sobre a solução deles, exigir que a profissão seja regulamentada e fizer um pronunciamento forte perante a sociedade, continuaremos sendo tratados como clones de Marcos Valério. Para azar de quem atua na profissão. E para a desgraça de quem estuda comunicação de marketing, mas não tem assegurados seus direitos. diagramação: Ramon Renan Kienen
  27. 27. 2121213114 E! umai"quebram-indianit--âininigi-niiuniix ! eie-«I-; tãt-eigraiintuuiylüãeü-Ie at; ;ministrar eisralrt-; tai-; ta Mirai qu: : Em» ; re (angústias, nau-x; - e qnmgitgiianika; lnvlçiílnrquiirog. ,s c» gromgíieinitqnuranii: :Jglltqaiuil-E» ; Ini niiomgi; -kaçinr-llngnsig. . ; tati mi ; Iggimçuik-i : t-; fiitçmall si: ¡Lt-xauuiçlnikw o! !! gur-onnnnçtliçuuraul. , ; ii-emma : :malva guru¡ u; eiiaun-; B-k-i ii# w- , g›-: uv¡/ c-t il _ i'. i; ODOR-IZZI ! TMJ En¡ UNI e "Is, :cai fhmhll '[3373' ? Miller Galho» dim Nloliia : BlIV/ 'Ouãlolti e ç ¡mnui : iif iomqlhm @Em : nuuuvrti j nuviuvm. orikolíknixoi-¡iàli - ãmnzllb: :to: IÍi-IIaIÇIJ-idiciütltsunaii. bn u. .. uma. .. V | 7 '“ °""' m” ' ~ ¡ÉTÉWPÊÊW . ãiiiáíiãéii r37- Ãüüirfiiãéii . Alça i, Liv, i'll? ., ijllâft , r iii¡ . . T Blumvnauã H u-. r 'Qolnullle r Í I l “u u. .. uma". .. v Gula Fácil f . c n ' ITTanTFoI-fry" A única midia que lembra dos telefones e endereços quando você mais precisa! n" . m. r. ..r. ... e. ¡ r Gui¡ Fácil t. .. mam. . Gula Für" - "l s (rkñ 713,_ 4_ j_ " j *ari* ; ra fTfí seu Listas Telefônicas Blumenau Joinville Itajai Bol. Camboriú Camboriú llopemo Joróguõ do Sul Corupá Guaramirim Massaranduba Schroeder Criciúma' Cocoldo Sul Forquilhinha lçoroiMorro do Fumaça Novo Veneza Siderópolis Urussanga Florianópolis São José Para anunciar
  28. 28. M": I. f'*: fiit”i. ^.rri'_| i uk E” 'N' Zíiii EPI-Ati * i ILITELTII à isllfnliliP-. li“'itzliài-lliçjd a '-lI_i-Ii'. -lH-i›_¡: nI: í -íi-J-iiI-íI-i o» guie: treine ! Fr : A unir-i. 1 ! rui *I i¡ l n- É¡ "i I_ _O > l f. l f v i Í ' ¡ _r . i _ã , e l É l u'. _j ñ n í ' à ~ . rf . l v* i . Fri' A¡ l. I à _›_' “au/ Qt v¡ u jicii-i-. i "(', -I, i', -T, m,i, l7ikt'-. Ji~ oi ííI. .Ifn§I1_| dia 'ksi-; F-. .iuàí ? Pl nrI-Ltlziei, ; Hiei *Jau iii-iam j ; thin-a rir j " , , "nur-Tinto- êt-Il j *I-Iucnfi l “liltnítíinmi l, Htoiítci-iüpintlt: j P-iuqjtillinntirai j Gtiiuinincnnnni l (mini j ltanzli ¡klrlüllhi 3 -BIBBIIIñJÀI-i ñili «I-nnmlll: j manuela-lulu». j lVNIHlm-itsi #emerge j Enviar rlsnrsmi j em» . Imara- j êtoliliolzlíislr j : itdturqouilta j 'illftf-'fãllufãl

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