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TRÊS ANOS EM PROL DA CIDADE - Revista SIM!

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Matéria da Revista SIM! sobre a reeleição de Roberto Montezuma para a presidencial do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco (CAU/PE)

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TRÊS ANOS EM PROL DA CIDADE - Revista SIM!

  1. 1. . LUXO É. .. Fomentar soluções para o entorno Tnís , Litros ' M P 't0 l_ DA FND: l LHaÀE: LL | 'v'>'| i7›'« f, toi: - / N '” n, A chaoa encabeçada pelo arquiteto Rober to Montezuma venceu as eleicoes para uma segunda gestao no Conselho de Arquitetura e Urhanssmo de Pernambuco (CAUXPE). Para o proximo 'r õnio (2015 i' 2017). segue o pensa- mento em torno de uma cidade mais inclusiva, envolvendo proñssionais da àrea. poder públi- co e sociedade ClVIl. alem de outras questões reveladas pelo presidente em entrevista exclu- slva à Revista SlML Uma representação indispensável. segundo o professor do departamento de Arquitetura da UFPE Fernando Guerra. 'Sou de uma época em que nossa preocupação era apenas com o lote. quando hcue nos encontramos numa re- alidade urbanística diferente. Por isso. venho acompanhando o trabalho do CAU em articu- lar universidades e preieituras de olho em no- vas soluçóesÍ diz ele. apontando como exem- plo a atuação da entidade em dOtS órgãos da Preleitura: Comissão de Controle Urbanístico (CGU) e Conselho de Desenvolvimento Urba- no (CDU). Para a coordenadora do laboratório da paisagem da UFPE, Ana Rita, é tempo de estreitar os debates "Entender que a c-dade é um sistema e que se precisa discutir inclusive - os nossos recursos naturais. dando sentido a correta compreensão de paisagem". CAUJPE vobertomontezumaúigmaiLcom (81) 3040.4004
  2. 2. Balanço dos três anos ~ 'Sair do zero foi um desafio enorme. enquanto se existia uma vontade de fazer algo diferenciado. Por natu- reza. é um Conselho que está sendo o mais sintético possivel, focando nas questões de maior importância ao arquiteto e urbanista. Uma caracteristica foi apostar no planeja- mento estratégico e de longo prazo. É pre- ciso se ter uma ideia forte primeiro para as pessoas se agregarem, irem se forçando a pensar de forma conjunta. Então, é preciso voltar a trabalhar as politicas integradas. na cidade. com o desenvolvimento social. eco- nômico e urbano, tudo isso junto. Esse plano estratégico nos deu uma visão de futuro com o pé no presente e na infraestrutura de hoje. Salientamos que não podemos fazer em tres anos de atuação o que o CREA. por exem- plo, fez em 70 anos. Temos muito ainda o que fazer, mas e' preciso que todos se vejam dentro do processo de execução desse pro- jeto coletivo". A base do planelamento - 'Fixamos en- tao, quatro eixos. O primeiro tem a ver com a cidade. usufruindo da arquitetura e do ur- banismo como suporte do desenvolvimento Em segundo. ter formação continuada, es- timulando a reciclagem dos profissionais. Em terceiro, ampliar o mercado de atuação. porque as prefeituras precisam incorporar o profissional que fará esse diálogo com as necessidades' Não se pode pensar em apa- gar o fogo, mas para se ter algo concreto a longo prazo, na ótica social, econômica e urbana. Já em quarto. valorar as boas prá- ticas transformadores. como a de Medeliln. que em dez anos passou de pior para a ca- pital mais criativa do mundo. Mas isso só é possivel com projeto de reformulação e re- qualificação dos espaços. tratando-a como um todo. Aqui no Brasil, os arquitetos. ur- banistas e engenheiros ligados ao Estado precisam entender que o plano de cidades é uma construção continuada, nao pode es- tar atrelado apenas a um governo. de man- dato de quatro anos. Ele se constrói gestão após gestão. sendo monitorado e ajustado. até atingir um conjunto integrado. Para isso. precisamos de uma proposta fisica e envol- venle para todos os cidadãos: uma grande maquete da cidade, onde o que é executado e' colocado oferecendo um panorama. em escala reduzida. do conjunto de ações. Isso força a mudança dos planos urbanísticas tornando-os mais executivos". Desatios r “Como ter uma visão de lon- go prazo atrelando outras cidades? Porque não se trata apenas do Recife. mas todo o Pernambuco. São municípios polos como Caruaru. Petrolina e Salgueiro que preci- sam ter seu proieto de futuro. envolvendo principalmente os arquitetos e urbanistas. Nesses três anos, montamos as bases para um debate sobre o assunto. Estamos nas- sa direção dialogando com o poder públi- co. enxergando o CAU como um braço do Estado. não apenas um conselho fiscaliza- dor. mas que também orienta e disciplina. É fundamental para a entidade ampliar o seu debate para toda a sociedade, porque é pre- ciso que a sociedade perceba a dimensão desse conselho novo que to¡ fundado sobre as bases do século XXI e que não pode estar atrelado à visão de um passado que trava e náo avança. Para isso. todos precisam es- tar envolvidos nesse grande guarda-chuva que é a cidade. que nào se faz só da porta de casa para fora. mas também da porta de casa para dentro'. 'll ¡j! O desafio agora é avolumar tudo o que debatemos para essa nova gestão. Unir as pessoas (. ..) 0 desejo é que esse projeto de cidade acontecendo seja discutido na esquina e não mais restrito a um campo hermético i' V Encontro ~ "No primeiro semestre do pró- ximo ano vamos ter um grande encontro de arquitetos urbanistas aberto a todos. no qual vamos relatar o que foi feito de uma forma mais sedutora. Embora tudo esteja registra- do no site do CAU, nem sempre as pessoas veem. O evento gera uma possibilidade tátil de você encontrar o outro e debater ques- tões da natureza do urbanismo. do paisa- gismo. da arquitetura imobiliária. institucio- nal e do interior. A gente não quer ficar só no Recile. mas estender esse debate para o interior tentando envolve-los. Ano passa- do iá fizemos isso em Caruaru e Petrolina. mas precisamos ter algo mais sisiematizado. ouvir os profissionais e também passar algu- mas informações emblemáticas sobre o que estamos enfrentando". Os novos pensamentos ñ 'O desafio ago- ra é avolumar tudo o que debatemos para essa nova gestão. Unir as pessoas. Nâo adianta estar restrito aos 20 conselheiros. mas ampliar à sociedade. É indispensável ter um lugar de fórum. uma sede emblemática. um espaço náo só de administração. mas a casa do encontro permanente de todas as pessoas que queiram debater e discutir. Nosso objetivo é pegar os conceitos e subir mais uma escada. ouvindo órgãos públicos. organizações e sociedade civil engaiada. O deseio é que esse proielo de cidade acon- tecendo seja discutido na esquina e náo mais restrito a um campo hermético. Somos povos diferentes e ao mesmo tempo brasi- Ieiros. cabe qualificar a cidade para todos. levando em conta as particularidades. Por exemplo. municlpios do nosso interior como Caruaru. Petrolina, Salgueiro. etc. devem ser pensados com a preservação de suas carac- terísticas. investindo nos seus diferenciais para que não haja uma diáspora. mas que eles. sim. tornem-se um lugar de encontro. Isso trará novas demandas para a economia, para a sociedade. para o seu melo ambiente e. automaticamente. aquele sera' o local de desejo dos que moram e dos que estão se aproximando". Espaços públicos - 'Qual a personalida- de de cada espaço? Devemos pensar nele corno patrimônio de infraestruturas integra- das: água. lixo, energia e outros. O transpor- te tem que ser pensado de maneira articula- da. E al entra mais um desafio: como ocupar essas cidades? Onde está o comércio e o serviço? A intenção é pensar os modelos de ocupação estimulando as polioentralidades. porque náo podemos viver num lugar em que se precisa andar três ou quatro bairros pra deixar a criança na escola. Os serviços necessários precisam estar próximos. e isso reduz o problema da mobilidade. que não está relacionada apenas ao transporte. mas como as coisas se movimentam Colapso ~- 'A mobilidade foi o ponto de colapso que propiciou o choque na socie- dade. o que provocou o pensar. a consci- encia de que náo dava mais para continuar naquele modelo vencido. Por isso. agora. a populaçao pede a cidade para todos. que privilegia o andar de bicicleta. Veia o que acontece nos finais de semana. quando de repente as pessoas tomaram a rua e isso náo parou. ao contrário. aumenta cada vez mais. Entao, construir essa cidade. asso- ciando suas caracteristicas com a qualida- de de vida e' o diferencial na atracaçào de investimentos. Ou seja. os planos econô- mico. urbano e social devem ser pensados de forma inseparável. inevitavelmente. é preciso avançar mais nessa direção. nesse grande corpo onde o arquiteto profissional urbanista â parte fundamental". I 4 4 | " | A* Aqui no Brasil, os arquitetos, urbanistas e engenheiros liga- dos ao Estado precisam enten- der que o plano de cidades é uma construção continuada, não pode estar atrelado apenas a um governo, de mandato de quatro anos riu*

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