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FACULDADES INTEGRADAS SANTA CRUZ DE CURITIBA
Utilização de Sistemas Distribuídos
CURITIBA
AGOSTO/2015
FACULDADES INTEGRADAS SANTA CRUZ DE CURITIBA
DEROCI NONATO JÚNIOR
RAFAEL ROMANIECKI
Utilização de Sistemas Distribuídos
Trabalho apresentado como requisito parcial
para a obtenção de nota na disciplina de
Sistemas Distribuídos, pela Faculdade Santa
Cruz de Curitiba, unidade Bonat.
Orientador: Prof Silvio Bortoleto.
CURITIBA
AGOSTO/2015
Quem utiliza Sistemas Distribuídos
Utilizamos sistemas distribuídos o tempo todo, em especial quando acessamos recursos
na Internet onde a maior parte do conteúdo é distribuído inclusive de forma geográfica.
Os sistemas distribuídos são muito utilizados também no meio empresarial, onde
sistemas informáticos a muito tempo são oferecidos de forma distribuída e dificilmente
centralizados, pois a distribuição de recursos elimina parte do risco que se tem ao
centralizar sistemas, principalmente quando críticos.
Os sistemas distribuídos estão presentes também em grandes redes principalmente nas
do tipo P2P onde os dados e processamento destes pode ser realizado por qualquer um
dos nós presentes na rede, não ficando restrito sistema isolado onde dados são gerados,
processados e acessados localmente. Em suma quando um recurso é oferecido por outro
agente que não aquele o processa, armazena ou o acessa este pode ser considerado um
sistema distribuído considerando as devidas proporções e fins de aplicação.
Para que utilizar Sistemas Distribuídos
Os Sistemas Distribuídos são utilizados para diminuir o tempo de execução de
aplicações e aumentar o grau de confiabilidade e de disponibilidade das aplicações
utilizadas. Muito utilizado no controle de um avião e o controle de uma fábrica
automatizada devido ao grau de confiabilidade. Mas também presente em sistemas P2P
ou onde haja a necessidade de distribuição de recurso e a centralização não é benéfica.
Vantagens dos Sistemas Distribuídos
Os sistemas distribuídos se destacam com base na performance e no custo, são
confiáveis e possibilita o crescimento com base na necessidade.
O sistema atua de maneira tão transparente que o usuário final não percebe sua
segmentação nem sua localização de Hardware e Software, apenas é notado a melhoria
da performance ao executar tarefas no sistema. É possível realizar a transferência de
recursos de um lugar para outro sem que seja percebido. O Sistema realiza cópias
adicionais de arquivos e afins sem que seja possível notar. Não é possível se notar a
presença dos demais usuários do sistema.
O conceito de flexibilidade consiste em quatro itens que são mecanismo de
comunicação entre processos, mínimo de funções para gerencia de memória, mínimo de
funções de gerencia de processos e de escalonamento e funções de entrada/saída de
baixo nível. Todos os serviços disponíveis são implementados literalmente como
serviços, sendo assim o usuário faz a requisição de um arquivo onde é enviado a
mensagem ao servidor que atua sobre a requisição e devolve-a ao usuário que realizou
essa requisição. Sendo assim os clientes tem acesso de forma única, independe de sua
localização, desta forma podemos afirmar que a flexibilização de uso é realmente
atingida.
Se qualquer uma das partes do Sistema Distribuído venha falhar o sistema como
um todo não irá parar de realizar suas funções, pois todas as requisições que foram
realizadas ao sistema em falha serão redirecionadas a outro sistema que irá assumir de
forma transparente. Temos uma tolerância a falha muito grande pois teremos as falhas
imperceptíveis pelo usuário e sem prejuízo de perca de dados. O sistema como um todo
pode até perder performance frente alguma falha, porem deve ser projetado para que o
usuário dele não a perceba.
Para um Sistema Distribuído ser concebido e sua eficiência comprovada ele deve
ser submetido a realizar o mesmo processo de um sistema não distribuído e mostrar
desempenho muito superior. Devemos levar em consideração que o ponto mais
importante é a questão de comunicação entre todos os sistemas envolvidos, pois temos
que realizar o cálculo do custo de enviar um determinado processo a um servidor
remoto para ser processado, pois por muitas vezes o tempo de envio processo e retorno
é muito maior do que se fosse processado na máquina local.
Exemplos de Sistemas Distribuidos
Dentre alguns exemplos de arquitetura distribuída podemos citar que os mais populares
são as redes locais com múltiplas estações de trabalho conectadas entre si, redes Peer-
to-Peer, sistemas de processamento distribuído como por exemplo o projeto BOINC.
Referencias
Rios, Claudio Vieira. Sistemas Distribuídos. 2009. Disponível em
<http://ti.crinfo.com.br/?p=86>. Acessado 02/08/15 às 16h 50min.
Coulouris, George, et al . 2007. Distributed Systems – Concepts and Design , 4th
Edition.
Tanenbaum, A. S.; STEEN, 2007. Sistemas distribuídos Segunda Edição.

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Utilização de sistemas distribuidos

  • 1. FACULDADES INTEGRADAS SANTA CRUZ DE CURITIBA Utilização de Sistemas Distribuídos CURITIBA AGOSTO/2015
  • 2. FACULDADES INTEGRADAS SANTA CRUZ DE CURITIBA DEROCI NONATO JÚNIOR RAFAEL ROMANIECKI Utilização de Sistemas Distribuídos Trabalho apresentado como requisito parcial para a obtenção de nota na disciplina de Sistemas Distribuídos, pela Faculdade Santa Cruz de Curitiba, unidade Bonat. Orientador: Prof Silvio Bortoleto. CURITIBA AGOSTO/2015
  • 3. Quem utiliza Sistemas Distribuídos Utilizamos sistemas distribuídos o tempo todo, em especial quando acessamos recursos na Internet onde a maior parte do conteúdo é distribuído inclusive de forma geográfica. Os sistemas distribuídos são muito utilizados também no meio empresarial, onde sistemas informáticos a muito tempo são oferecidos de forma distribuída e dificilmente centralizados, pois a distribuição de recursos elimina parte do risco que se tem ao centralizar sistemas, principalmente quando críticos. Os sistemas distribuídos estão presentes também em grandes redes principalmente nas do tipo P2P onde os dados e processamento destes pode ser realizado por qualquer um dos nós presentes na rede, não ficando restrito sistema isolado onde dados são gerados, processados e acessados localmente. Em suma quando um recurso é oferecido por outro agente que não aquele o processa, armazena ou o acessa este pode ser considerado um sistema distribuído considerando as devidas proporções e fins de aplicação.
  • 4. Para que utilizar Sistemas Distribuídos Os Sistemas Distribuídos são utilizados para diminuir o tempo de execução de aplicações e aumentar o grau de confiabilidade e de disponibilidade das aplicações utilizadas. Muito utilizado no controle de um avião e o controle de uma fábrica automatizada devido ao grau de confiabilidade. Mas também presente em sistemas P2P ou onde haja a necessidade de distribuição de recurso e a centralização não é benéfica.
  • 5. Vantagens dos Sistemas Distribuídos Os sistemas distribuídos se destacam com base na performance e no custo, são confiáveis e possibilita o crescimento com base na necessidade. O sistema atua de maneira tão transparente que o usuário final não percebe sua segmentação nem sua localização de Hardware e Software, apenas é notado a melhoria da performance ao executar tarefas no sistema. É possível realizar a transferência de recursos de um lugar para outro sem que seja percebido. O Sistema realiza cópias adicionais de arquivos e afins sem que seja possível notar. Não é possível se notar a presença dos demais usuários do sistema. O conceito de flexibilidade consiste em quatro itens que são mecanismo de comunicação entre processos, mínimo de funções para gerencia de memória, mínimo de funções de gerencia de processos e de escalonamento e funções de entrada/saída de baixo nível. Todos os serviços disponíveis são implementados literalmente como serviços, sendo assim o usuário faz a requisição de um arquivo onde é enviado a mensagem ao servidor que atua sobre a requisição e devolve-a ao usuário que realizou essa requisição. Sendo assim os clientes tem acesso de forma única, independe de sua localização, desta forma podemos afirmar que a flexibilização de uso é realmente atingida. Se qualquer uma das partes do Sistema Distribuído venha falhar o sistema como um todo não irá parar de realizar suas funções, pois todas as requisições que foram realizadas ao sistema em falha serão redirecionadas a outro sistema que irá assumir de forma transparente. Temos uma tolerância a falha muito grande pois teremos as falhas imperceptíveis pelo usuário e sem prejuízo de perca de dados. O sistema como um todo pode até perder performance frente alguma falha, porem deve ser projetado para que o usuário dele não a perceba. Para um Sistema Distribuído ser concebido e sua eficiência comprovada ele deve ser submetido a realizar o mesmo processo de um sistema não distribuído e mostrar desempenho muito superior. Devemos levar em consideração que o ponto mais importante é a questão de comunicação entre todos os sistemas envolvidos, pois temos que realizar o cálculo do custo de enviar um determinado processo a um servidor remoto para ser processado, pois por muitas vezes o tempo de envio processo e retorno é muito maior do que se fosse processado na máquina local.
  • 6. Exemplos de Sistemas Distribuidos Dentre alguns exemplos de arquitetura distribuída podemos citar que os mais populares são as redes locais com múltiplas estações de trabalho conectadas entre si, redes Peer- to-Peer, sistemas de processamento distribuído como por exemplo o projeto BOINC.
  • 7. Referencias Rios, Claudio Vieira. Sistemas Distribuídos. 2009. Disponível em <http://ti.crinfo.com.br/?p=86>. Acessado 02/08/15 às 16h 50min. Coulouris, George, et al . 2007. Distributed Systems – Concepts and Design , 4th Edition. Tanenbaum, A. S.; STEEN, 2007. Sistemas distribuídos Segunda Edição.