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Apresentação Prof Schneider

  1. 1. Os Desafios da Ciência da Computação no Brasil: Uma Visão Socio-Econômica Henrique Nou Schneider Universidade Federal de Sergipe Centro Federal de Educação Tecnológica de Sergipe
  2. 2. Sumário <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>A Sociedade da Informação e do Conhecimento: Uma Contextualização </li></ul><ul><li>Os Cinco Desafios da Computação </li></ul><ul><li>Considerações Finais </li></ul><ul><li>Referências Bibliográficas </li></ul>
  3. 3. Introdução <ul><li>Seminário ( brainstorming) “Grandes Desafios de Pesquisa em Computação no Brasil” (2006 – 2016) </li></ul><ul><li>SBC: São Paulo, maio de 2006 </li></ul>
  4. 4. Contextualização Modernidade Líquida Zygmunt Bauman <ul><li>O Poder na Modernidade Líquida </li></ul><ul><ul><li>“ O poder pode se mover com a velocidade do sinal eletrônico (...) Em termos práticos, o poder se tornou verdadeiramente extraterritorial, não mais limitado, nem mesmo desacelerado, pela resistência do espaço (...) Não importa mais onde está quem dá a ordem (...) Isso dá aos detentores do poder uma oportunidade verdadeiramente sem precedentes: eles podem se livrar dos aspectos irritantes e atrasados da técnica de poder do Panóptico.” (p.18) </li></ul></ul>
  5. 5. Contextualização Modernidade Líquida Zygmunt Bauman <ul><li>O Poder na Modernidade Líquida </li></ul><ul><ul><li>“ O engajamento ativo na vida das populações subordinadas não é mais necessário (ao contrário, é fortemente evitado como desnecessariamente custoso e ineficaz) – e, portanto, o “maior” não é mais o “melhor”, mas carece de significado racional. Agora é o menor, mais leve e mais portátil que significa melhoria e “progresso”. Mover-se leve, e não mais aferrar-se a coisas vistas como atraentes por sua confiabilidade e solidez – isto é, por seu peso, substancialidade e capacidade de resistência – é hoje recurso de poder.” (p.21) </li></ul></ul>
  6. 6. Contextualização Modernidade Líquida Zygmunt Bauman <ul><li>O Poder na Modernidade Líquida </li></ul><ul><ul><li>“ Para que o poder tenha liberdade de fluir, o mundo deve estar livre de cercas, barreiras, fronteiras fortificadas e barricadas. Qualquer rede densa de laços sociais, e em particular uma que esteja territorialmente enraizada, é um obstáculo a ser eliminado. Os poderes globais se inclinam a desmantelar tais redes em proveito de sua contínua e crescente fluidez, principal fonte de força e garantia de sua invencibilidade. E são esse derrocar, a fragilidade, o quebradiço, o imediato dos laços e redes humanos que permitem que esses poderes operem.” (p.22) </li></ul></ul>
  7. 7. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>A Rede e o Ser </li></ul><ul><ul><li>“Uma revolução tecnológica concentrada nas tecnologias da informação começou a remodelar a base material da sociedade em ritmo acelerado. Economias por todo o mundo passaram a manter interdependência global, apresentado uma nova forma de relação entre a economia, o Estado e a sociedade em um sistema de geometria variável.” (p.39) </li></ul></ul>
  8. 8. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>A Rede e o Ser </li></ul><ul><ul><li>“As redes interativas de computadores estão crescendo exponencialmente, criando novas formas e canais de comunicação,moldando a vida e, ao mesmo tempo, sendo moldadas por ela.” (p.40) </li></ul></ul>
  9. 9. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>A Rede e o Ser </li></ul><ul><ul><li>“ Cada vez mais, as pessoas organizam seu significado não em torno do que fazem, mas com base no que elas são ou acreditam que são. Enquanto isso, as redes globais de intercâmbios instrumentais conectam e desconectam indivíduos, grupos, regiões e até países, de acordo com sua pertinência na realização dos objetivos processados na rede, em um fluxo contínuo de decisões estratégicas. Segue-se uma divisão fundamental entre o instrumentalismo universal abstrato e as identidades particularistas historicamente enraizadas.” (p. 41) </li></ul></ul>
  10. 10. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>Tecnologia, Sociedade e Transformação Histórica </li></ul><ul><ul><li>“ É claro que a tecnologia não determina a sociedade. Nem a sociedade escreve o curso da transformação tecnológica, uma vez que muitos fatores, inclusive criatividade e iniciativa empreendedora, intervêm no processo de descoberta científica, inovação tecnológica e aplicações sociais, de forma que o resultado final depende de um complexo padrão interativo. (...) a tecnologia é a sociedade, e a sociedade não pode ser entendida ou representada sem suas ferramentas tecnológicas” (p.43) </li></ul></ul>
  11. 11. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>Tecnologia, Sociedade e Transformação Histórica </li></ul><ul><ul><li>“ O que deve ser guardado para o entendimento da relação entre a tecnologia e a sociedade é que o papel do Estado, seja interrompendo, seja promovendo, seja liderando a inovação tecnológica, é um fator decisivo no processo geral, à medida que expressa e organiza as forças sociais dominantes em um espaço e uma época determinados.” (p.49) </li></ul></ul>
  12. 12. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>Informacionalismo, Industrialismo, Capitalismo, Estatismo: Modos de Desenvolvimento e Modos de Produção </li></ul><ul><ul><li>“ No período agrário de desenvolvimento, a fonte do incremento de excedente resulta dos aumentos quantitativos da mão-de-obra e dos recursos naturais (em particular a terra) no processo produtivo, bem como da dotação natural desses recursos. No modo de desenvolvimento industrial, a principal fonte de produtividade reside na introdução de novas fontes de energia e na capacidade de descentralização do uso de energia ao longo dos processos produtivo e de circulação. No novo modo informacional de desenvolvimento, a fonte de produtividade acha-se na tecnologia de geração de conhecimentos, de processamento da informação e de comunicação de símbolos.” (p.53) </li></ul></ul>
  13. 13. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>Informacionalismo, Industrialismo, Capitalismo, Estatismo: Modos de Desenvolvimento e Modos de Produção </li></ul><ul><ul><li>“ Contudo, o que é específico ao modo informacional de desenvolvimento é a ação de conhecimentos sobre os próprios conhecimentos como fonte de produtividade. O processamento da informação é focalizado na melhoria da tecnologia do processamento da informação como fonte de produtividade, em um círculo virtuoso de interação entre as fontes de conhecimento e o processamento da informação.” (p.54) </li></ul></ul>
  14. 14. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>Informacionalismo, Industrialismo, Capitalismo, Estatismo: Modos de Desenvolvimento e Modos de Produção </li></ul><ul><ul><li>“ Cada modo de desenvolvimento tem, também, um princípio de desempenho estruturalmente determinado que serve de base para a organização dos processos tecnológicos: o industrialismo é voltado para o crescimento da economia, ou seja, para a maximização da produção; o informacionalismo visa o desenvolvimento tecnológico, ou seja, a acumulação de conhecimentos e maiores níveis de complexidade do processamento da informação.” (p.54) </li></ul></ul>
  15. 15. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>Informacionalismo, Industrialismo, Capitalismo, Estatismo: Modos de Desenvolvimento e Modos de Produção </li></ul><ul><ul><li>“ O que caracteriza a atual revolução tecnológica não é a centralidade de conhecimentos e informação, mas a aplicação desses conhecimentos e dessa informação para a geração de conhecimentos e de dispositivos de processamento/comunicação da informação, em um ciclo de realimentação cumulativo entre a inovação e seu uso.” (p.69) </li></ul></ul>
  16. 16. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>Informacionalismo, Industrialismo, Capitalismo, Estatismo: Modos de Desenvolvimento e Modos de Produção </li></ul><ul><ul><li>“ Os usos das novas tecnologias de telecomunicações nas duas décadas passadas passaram por três estágios distintos: a automação de tarefas, as experiências de usos e a reconfiguração das aplicações. Nos dois primeiros estágios, o progresso da inovação tecnológica baseou-se em aprender usando. No terceiro estágio, os usuários aprenderam a tecnologia fazendo, o que acabou resultando na reconfiguração das redes e na descoberta de novas aplicações. (...) Usuários e criadores podem tornar-se a mesma coisa. Dessa forma, os usuários podem assumir o controle da tecnologia como no caso da Internet. (...) Assim, computadores, sistemas de comunicação, decodificação e programação genética são todos amplificadores e extensões da mente humana.” (p.69) </li></ul></ul>
  17. 17. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>A Revolução da Tecnologia da Informação </li></ul><ul><ul><li>“ Na realidade, é mediante essa interface entre programas de macropesquisa e grandes mercados desenvolvidos pelos governos, por um lado, e a inovação descentralizada estimulada por uma cultura de criatividade tecnológica e por modelos de sucessos pessoais rápidos, por outro, que as novas tecnologias da informação prosperaram.” (p.107) </li></ul></ul>
  18. 18. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>A Revolução da Tecnologia da Informação </li></ul><ul><ul><li>“A primeira característica do novo paradigma é que a informação é sua matéria-prima: são tecnologias para agir sobre a informação , não apenas informações para agir sobre a tecnologia, como foi o caso das revoluções tecnológicas anteriores.” (p.108) </li></ul></ul>
  19. 19. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>A Revolução da Tecnologia da Informação </li></ul><ul><ul><li>“ O segundo aspecto refere-se à penetrabilidade dos efeitos das novas tecnologias. Como a informação é uma parte integral de toda atividade humana, todos os processos de nossa existência individual e coletiva são diretamente moldados (embora, com certeza, não determinados) pelo novo meio tecnológico.” (p.108) </li></ul></ul>
  20. 20. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>A Revolução da Tecnologia da Informação </li></ul><ul><ul><li>“ A terceira característica refere-se à lógica de redes em qualquer sistema ou conjunto de relações, usando essas novas tecnologias da informação. (...) Essa configuração topológica, a rede, agora pode ser implementada materialmente em todos os tipos de processos e organizações graças a recentes tecnologias da informação. Sem elas, tal implementação seria bastante complicada. E essa lógica de redes, contudo, é necessária para estruturar o não-estruturado, porém preservando a flexibilidade, pois o não-estruturado é a força motriz da inovação na atividade humana.” (p.108) </li></ul></ul>
  21. 21. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>A Revolução da Tecnologia da Informação </li></ul><ul><ul><li>“ Em quarto lugar (...) o paradigma da tecnologia da informação é baseado na flexibilidade . Não apenas os processos são reversíveis, mas organizações e instituições podem ser modificadas, e até mesmo fundamentalmente alterada, pela reorganização de seus componentes. O que distingue a configuração do novo paradigma tecnológico é sua capacidade de reconfiguração, um aspecto decisivo em uma sociedade caracterizada por constante mudança e fluidez organizacional.” (p.109) </li></ul></ul>
  22. 22. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>A Revolução da Tecnologia da Informação </li></ul><ul><ul><li>“ Uma quinta característica dessa revolução tecnológica é a crescente convergência de tecnologias específicas para um sistema altamente integrado, no qual trajetórias tecnológicas antigas ficam literalmente impossíveis de se distinguir em separado. Assim, a microeletrônica, as telecomunicações, a optoeletrônica e os computadores são todos integrados nos sistemas de informação.” (p.109) </li></ul></ul>
  23. 23. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>A Nova Economia: Informacionalismo, Globalização, Funcionamento em Rede </li></ul><ul><ul><li>“ A longo prazo, a produtividade é a fonte da riqueza das nações. E a tecnologia, inclusive a organizacional e a de gerenciamento, é o principal fator que induz à produtividade.” (p.136) </li></ul></ul>
  24. 24. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>A Nova Economia: Informacionalismo, Globalização, Funcionamento em Rede </li></ul><ul><ul><li>“ Há uma transformação mais profunda na estrutura do comércio: o componente de conhecimentos dos bens e serviços se torna decisivo em questão de valor agregado. Assim, ao desequilíbrio comercial tradicional entre economias desenvolvidas e em desenvolvimento, resultante do intercâmbio desigual entre os manufaturados mais valorizados e as matérias-primas menos valorizadas, superpõe-se uma nova forma de desequilíbrio. É o comércio entre bens de alta e de baixa tecnologia, e entre serviços de altos conhecimentos e baixos conhecimentos, caracterizado por um padrão de distribuição desigual de conhecimentos e tecnologias entre países e as regiões do mundo.” (p.150) </li></ul></ul>
  25. 25. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>Produção Informacional e Globalização Seletiva da Ciência e da Tecnologia </li></ul><ul><ul><li>“ A produtividade e a competitividade na produção informacional baseiam-se na geração de conhecimentos e no processamento de dados. A geração de conhecimentos e a capacidade tecnológica são as ferramentas fundamentais para a concorrência entre empresas, organizações de todos os tipos e, por fim, países. Assim, a geografia da ciência e da tecnologia deve surtir grande impacto sobre as sedes e as redes da economia global.” (p.165) </li></ul></ul>
  26. 26. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>Produção Informacional e Globalização Seletiva da Ciência e da Tecnologia </li></ul><ul><ul><li>“ O desenvolvimento econômico e o desempenho competitivo não se baseiam na pesquisa fundamental, mas na ligação entre a pesquisa elementar e a pesquisa aplicada (o sistema P&D), e sua difusão entre organizações e indivíduos. A pesquisa acadêmica avançada e um bom sistema educacional são condições necessárias, porém não suficientes, para que os países, as empresas e os indivíduos ingressem no paradigma informacional. Assim, a globalização seletiva da ciência não estimula a globalização da tecnologia. O desenvolvimento tecnológico global precisa da conexão com a ciência, a tecnologia e o setor empresarial, bem como com as políticas nacionais e internacionais.” (p.167) </li></ul></ul>
  27. 27. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>Produção Informacional e Globalização Seletiva da Ciência e da Tecnologia </li></ul><ul><ul><li>“ Assegurada a conexão tecnológica, o processo de geração e difusão de tecnologia se torna organizado ao redor de redes transnacionais de produção, em grande parte dependente da política governamental. Contudo, o papel dos governos continua essencial no fornecimento dos recursos humanos (isto é, educação em todos os níveis) e infra-estrutura tecnológica (em especial sistemas de comunicação e informática acessíveis, de baixo custo e de alta qualidade).” (p.168) </li></ul></ul>
  28. 28. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>Produção Informacional e Globalização Seletiva da Ciência e da Tecnologia </li></ul><ul><ul><li>“ Para compreender como e por que a tecnologia se difunde na economia global é importante levar em conta o caráter das novas tecnologias da informática. Por se basearem essencialmente nos conhecimentos armazenados/desenvolvidos na cabeça humana, têm o potencial extraordinário de difusão para além da fonte, contando que encontrem a infra-estrutura tecnológica, o ambiente organizacional e os recursos humanos a serem assimilados e desenvolvidos por meio do processo de aprender fazendo.” (p.168) </li></ul></ul>
  29. 29. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>A Empresa em Rede: Da Produção em Massa à Produção Flexível </li></ul><ul><ul><li>“ Sistemas flexíveis de produção em grande volume, geralmente ligados a uma situação de demanda crescente de determinado produto, coordenam grande volume de produção, permitindo economias de escala e sistemas de produção personalizada reprogramável, captando economias de escopo. As novas tecnologias permitem a transformação das linhas de montagem típicas da grande empresa em unidades de produção de fácil programação que podem atender às variações do mercado (flexibilidade do produto) e das transformações tecnológicas (flexibilidade do processo).” (p.212) </li></ul></ul>
  30. 30. Contextualização A Sociedade em Rede Manuel Castells <ul><li>A Empresa em Rede: Da Produção em Massa à Produção Flexível </li></ul><ul><ul><li>“ Alguns elementos desse modelo são bem-conhecidos: sistema de fornecimento kan-ban (ou just in time ), no qual os estoques são eliminados ou reduzidos substancialmente mediante entregas pelos fornecedores no local da produção, no exato momento da solicitação, e com as características específicas para a linha de produção; “controle de qualidade total” dos produtos ao longo do processo produtivo, visando um nível tendente a zero de defeitos e melhor utilização dos recursos; envolvimento dos trabalhadores no processo produtivo por meio de trabalho em equipe, iniciativa descentralizada, maior autonomia para a tomada de decisão no chão de fábrica, recompensa pelo desempenho das equipes e hierarquia administrativa horizontal, com poucos símbolos de status na vida diária da empresa.” (p.214) </li></ul></ul>
  31. 31. Os Cinco Desafios <ul><li>Gestão da Informação em grandes volumes de dados multimídia distribuídos </li></ul><ul><li>Modelagem computacional de sistemas complexos artificiais, naturais e sócio-culturais e da interação homem-natureza </li></ul><ul><li>Impactos para a área da computação da transição do silício para as novas tecnologias </li></ul><ul><li>Acesso participativo e universal do cidadão brasileiro ao conhecimento </li></ul><ul><li>Desenvolvimento tecnológico de qualidade:sistemas disponíveis, corretos, seguros, escaláveis, persistentes e ubíquos </li></ul>
  32. 32. Considerações Finais <ul><li>Pontos Impactantes: </li></ul><ul><ul><li>Pesquisa pura e aplicada em Ciência da Computação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Políticas e ações governamentais: educação de qualidade, infra-estrutura tecnológica, incentivos para a área; </li></ul></ul><ul><ul><li>Interdisciplinaridade/Transdisciplinaridade </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Entre as áreas da Ciência da Computação: redes de computadores, gerenciamento de dados, desenvolvimento de software, projeto de algoritmos e estruturas de dados, design de interfaces e novos dispositivos e arquiteturas de computadores etc. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Com outras áreas de conhecimento </li></ul></ul></ul>
  33. 33. Referências Bibliográficas <ul><li>Grandes Desafios da Pesquisa em Computação no Brasil – 2006 – 2016. Vários autores. SBC www.sbc.org.br </li></ul><ul><li>Modernidade Líquida. Zygmunt Bauman.2000. </li></ul><ul><li>A Sociedade em Rede. Manuel Castells. 2002. </li></ul>
  34. 34. Obrigado! [email_address]

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