Painel Inicial - Urbanismo V

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Painel Inicial - Urbanismo V

  1. 1. urbanismo IV PAINEL INICIAL > PESQUISA acadêmica: erica mattos semestre: 2008|01
  2. 2. <ul><li>&quot;A tecnologia não é boa nem ruim, </li></ul><ul><li>e também não é neutra.&quot; Kranzberg </li></ul><ul><li>&quot;A arquitetura urbana deve, a partir de agora, </li></ul><ul><li>relacionar-se com a abertura de um </li></ul><ul><li>espaço-tempo-tecnológico.&quot; Paul Virilio </li></ul><ul><li>&quot;São nesses recônditos da sociedade, seja em redes eletrônicas, seja em redes populares, de resistência comunitária, que tenho notado a presença dos embriões de uma nova sociedade, geminados nos campos da identidade.&quot; Manuel Castells </li></ul>frases expostas na Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo de _2003
  3. 3. referencial teórico -
  4. 4. Marshall Mcluhan: 1. Os Meios de Comunicação como Extensão do Homem <ul><li>O meio é a mensagem ; </li></ul><ul><ul><ul><li>“ (...) as conseqüências sociais e pessoais de qualquer meio — ou seja, de qualquer uma das extensões de nós mesmos — constituem o resultado do novo estalão introduzido em nossas vidas por uma nova tecnologia ou extensão de nos mesmos .” </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ (...) porque é o meio que configura e controla a proporção e a forma das ações e associações humanas . O conteúdo ou usos desses meios são tão diversos quão ineficazes na estruturação da forma das associações humanas.” </li></ul></ul></ul>“ Understanding Media: The Extensions of Man ” _1964
  5. 5. Marshall Mcluhan: 1.1 O meio é a mensagem <ul><ul><ul><li>“ Os efeitos da tecnologia não ocorrem aos níveis das opiniões e dos conceitos: eles se manifestam nas relações entre os sentidos e nas estruturas da percepção , num passo firme e sem qualquer resistência.” </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ A aceitação dócil e subliminar do impacto causado pelos meios transformou-os em prisões sem muros para seus usuários .” </li></ul></ul></ul>“ Understanding Media: The Extensions of Man ” _1964
  6. 6. <ul><ul><ul><li>“ (...) Os meios tecnológicos são recursos naturais ou matérias-primas ”; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ Cada produto que molda uma sociedade acaba por transpirar em todos e por todos os seus sentidos.” </li></ul></ul></ul>Marshall Mcluhan: 1.1 O meio é a mensagem “ Understanding Media: The Extensions of Man ” _1964
  7. 7. <ul><li>Os meios frios e os meios quentes ; </li></ul><ul><ul><ul><li>“ Há um princípio básico pelo qual se pode distinguir um meio quente, como o rádio, de um meio frio, como o telefone, ou um meio quente, como o cinema, de um meio frio, como a televisão. Um meio quente é aquele que prolonga um único de nossos sentidos e em “alta definição”. Alta definição se refere a um estado de alta saturação de dados. Visualmente, uma fotografia se distingue pela “alta definição”. Já uma caricatura ou um desenho animado são de “baixa definição”, pois fornecem pouca informação visual, O telefone é um meio frio, ou de baixa definição , porque ao ouvido é fornecida unia magra quantidade de informação.” </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ Um meio quente permite menos participação do que um frio (...) forma quente exclui e a forma fria inclui .” </li></ul></ul></ul>Marshall Mcluhan: 1.2 Os meios frios e os meios quentes “ Understanding Media: The Extensions of Man ” _1964
  8. 8. <ul><li>Processo de extensão do nosso espaço e tempo: </li></ul><ul><li>“ There are no remote places. Under instant circuitry nothing is remote in time or in space.” </li></ul>Marshall Mcluhan: “ ?” _1965
  9. 9. Marshall Mcluhan: <ul><li>“ A cidade não existe há muito tempo, exceto como um fantasma cultural para turistas. ” </li></ul><ul><ul><li>“ Qualquer lanchonete de beira de estrada com seu aparelho de TV, seus jornais e revistas, é tão cosmopolita quanto Nova York ou Paris. </li></ul></ul><ul><ul><li>[…] A metrópole é obsoleta . ” </li></ul></ul>“ The Alchemy of Social Change” _1967
  10. 10. Manuel Castells : 1. A Era da Informação <ul><li>nova estrutura social dominante: </li></ul><ul><li>> sociedade rede </li></ul><ul><li>nova economia: </li></ul><ul><li>> economia informacional global </li></ul><ul><li>nova cultura: </li></ul><ul><li>> cultura da virtualidade real </li></ul><ul><li>o novo paradigma tecnológico informacional </li></ul>“ The Rise of the Network Society” _1996
  11. 11. Manuel Castells : 1.1 o novo paradigma tecnológico informacional <ul><li>a informação é a matéria prima fundamental ; </li></ul><ul><li>a penetrabilidade dos efeitos das novas tecnologias : </li></ul><ul><li>o processamento das informações torna-se presente em todos os domínios de nosso sistema eco- social e, por isso, o transforma; </li></ul><ul><li>a lógica de redes : lógica bem adaptada à crescente complexidade das interações e a modos imprevisíveis de desenvolvimento; </li></ul>“ The Rise of the Network Society” _1996
  12. 12. Manuel Castells : 1.1 o novo paradigma tecnológico informacional <ul><li>a flexibilidade : entendida como a capacidade de reconfiguração constante sem destruir a organização; </li></ul><ul><li>(porém, essa flexibilidade pode ser tanto uma força libertadora quanto se tornar uma tendência repressiva) </li></ul><ul><li>a convergência de tecnologias específicas num sistema altamente integrado . </li></ul>“ The Rise of the Network Society” _1996
  13. 13. Manuel Castells : 1.2 as lógicas espaciais opostas <ul><li>Existem dois tipos opostos de lógicas espaciais: </li></ul><ul><li>A lógica dos lugares materiais e localidades; </li></ul><ul><li>> o espaço dos lugares </li></ul><ul><li>A lógica dos fluxos intangíveis das da informação, comunicação, serviços e capital. </li></ul><ul><li>> o espaço dos fluxos </li></ul>“ The Rise of the Network Society” _1996
  14. 14. Manuel Castells : 1.2 as lógicas espaciais opostas <ul><li>Há uma clara separação entre os dois tipos de lógicas espaciais: </li></ul><ul><li>> o espaço dos lugares e localidades está claramente localizado e associado com a história local, tradição e memória; </li></ul><ul><li>> o espaço dos fluxos é essencialmente ahistórico, livre do lugar e contínuo. </li></ul><ul><li>(principalmente por que se move através dos fusos-horário e em algum sentido não é só livre do lugar, mas também fora do tempo) </li></ul>“ The Rise of the Network Society” _1996
  15. 15. Manuel Castells : 1.2 as lógicas espaciais opostas <ul><li>> enquanto a maioria dos habitantes do mundo vive e trabalha no espaço dos lugares e localidades; </li></ul><ul><li>> as funções dominantes econômicas, políticas, sociais e ultimamente também culturais estão cada vez mais mudando para o espaço dos fluxos, onde é possível a conexão de redes ahistóricas sem localidades. </li></ul>“ The Rise of the Network Society” _1996
  16. 16. Manuel Castells : 1.2 as lógicas espaciais opostas <ul><li>> porém também cada vez mais as decisões feitas no sistema fechado do espaço dos fluxos determinam as condições de vida daquela maioria que vive no espaço dos lugares e localidades; </li></ul><ul><li>> para evitar um colapso da sociedade (em uma esquizofrenia indissolúvel), Castells acredita que seja imprescindível a criação de pontes políticas, sociais e culturais entre as duas dinâmicas espaciais . </li></ul>“ The Rise of the Network Society” _1996
  17. 17. Manuel Castells : 1.3 a cultura da virtualidade real <ul><li>Do espaço dos lugares ao </li></ul><ul><li>espaço dos fluxos. </li></ul><ul><li>Do tempo do relógio ao </li></ul><ul><li>“ tempo intemporal” das redes. </li></ul>“ The Rise of the Network Society” _1996
  18. 18. Saskia Sassen: 1. A Cidade Global <ul><li>O lugar chave para a nova economia global , </li></ul><ul><li>a cidade global é uma função da rede de cidades , que tira precedente de qualquer papel individual que essas cidades possam representar. </li></ul><ul><li>Essas áreas metropolitanas chaves não funcionam independentemente mas sim atuam como nós em um sistema econômico planetário : </li></ul><ul><li>São lugares altamente concentrados onde comunicações interpessoais são travadas e que estão intimamente ligadas em uma única economia global e rede comunicacional . </li></ul>“ On the 21th Century City”, entrevista por Blacke Harris _1997
  19. 19. William Mitchell: 1. E-topia <ul><li>Observa que este é o momento de reinventar o desenvolvimento urbano, dada a transformação tecnológica diante da qual nos encontramos, resultante da convergência gradual de muitos processos: </li></ul><ul><ul><ul><li>“ A informação se tornou desmaterializada e incorpórea e circula agora ao redor do globo, na velocidade da luz e em volumes assustadores, através das redes de computadores. E esse vasto processo global está apenas se preparando para funcionar.” </li></ul></ul></ul>“ E-topia: a vida urbana, mas não como a conhecemos” _2002
  20. 20. William Mitchell: 1. E-topia <ul><li>“ pense global, trabalhe local” </li></ul><ul><li>> “ imagine o virtual, construa o real ” </li></ul><ul><ul><ul><li>“ Uma vez que novos sistemas tecnológicos são construções sociais complexas, é necessário compreender as opções que estão surgindo, escolher bem nossos objetivos e construir cuidadosamente” </li></ul></ul></ul>“ E-topia: a vida urbana, mas não como a conhecemos” _2002
  21. 21. Anthony Townsend: 1. Novas cidades-rede <ul><li>“ </li></ul>“ The Internet and the rise of the new network cities, 1969 – 1999” _2001
  22. 23. Aspecto Regional – Brasil - CETIC: 1. Dados TICs – 2006/2007 <ul><li>> A região sul do país é a região com maior índice percentual de proporção de domicílios com computador , em 2006 e 2007, superando a região sudeste com o maior índice em 2005.; </li></ul><ul><li>> Apenas 19% das residências possuem computadores de mesa e 1% dispõem de notebooks. A concentração também se aplica ao plano regional. O percentual de casas com desktops é de 24,2% no sudeste, 24,6% no sul , 18,9% no centro-oeste, 8,5% no nordeste e 10,4% no norte. </li></ul>
  23. 24. Aspecto Regional – Brasil - CETIC: 1. Dados TICs – 2006/2007 <ul><li>> No Centro Oeste, a proporção de domicílios com banda larga entre aqueles que possuem internet é de 68%, muito maior que no restante do país. O percentual de domicílios com banda larga também é alto na região Sul: 58% dos domicílios com internet. Em ambas regiões, o uso do modem digital via linha telefônica é mais prevalente ( 43% no Sul e 42% no Centro Oeste). </li></ul><ul><li>> Todas as regiões do país apresentaram forte crescimento no uso de centros públicos de acesso pago. Porém, na região Sul se registra o menor percentual de utilização das lanhouses, 30%. </li></ul>
  24. 25. Aspecto Regional: 1. Região Metropolitana de Florianópolis (GRANFPOLIS)
  25. 26. Aspecto Regional – Observatório das Metrópoles: 1. Distribuição Telefone (Região Metropolitana)
  26. 27. Aspecto Regional – Observatório das Metrópoles: 1. Distribuição Telefone (Área de Expansão)
  27. 28. Aspecto Regional – Observatório das Metrópoles: 1. Distribuição Computador (Região Metropolitana)
  28. 29. Aspecto Regional – Observatório das Metrópoles: 1. Distribuição Computador (Área de Expansão)

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