Tainara Centrosul Webquest 7ºAno.Doc A,B E C

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  • Olá a todos, gente eu fiz um resumo dessa coisa gigantesca. Pra min deu só 2 folhas (frente e verso). Se você for esperto, você não vai escrever tudo isso! E se a professora entrega o trabalho e tem que ser feito em 1 ou 2 dias? No mínimo eu demoraria 5 dias para escrever tanta coisa! Esse é o meu recado, obrigado.
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Tainara Centrosul Webquest 7ºAno.Doc A,B E C

  1. 1. Região geoeconômica Centro- Sul do Brasil INTRODUÇÃO Convido você a fazer um rápido passeio desde os pampas do Rio Grande do Sul até as belas paisagens do cerrado do Tocantins. Este grande complexo, rico em diversidades econômicas, culturais e politicas é o CENTRO – SUL. TAREFA no Brasil 1 – Apresente um 2 - ALGUMAS FORMAS DE CONSUMO DO CAFÉ NO MUNDO O café é, ao lado da cerveja, a bebida mais popular do planeta. Apesar da preferência, as suas formas de consumo são tão diversas, que podem fazer com que o consumidor mais desavisado tenha grandes surpresas. Pesquise e Veja como o café é consumido em alguns lugares do mundo: • França : o produto, muitas vezes, é bebido juntamente com chicória; • Austria • África e Oriente Médio • Bélgica • Itália • Cuba • Grécia • Sul da Índia • Alemanha • Suiça • México
  2. 2. 3 – Relacionar as principais características dos apectos geográficos abaixo: • Clima, relevo, vegetação e hidrografia. • Agropecuária ontem e hoje. • Recursos minerais e Indústria. • Os Centros Urbanos, turismo e os meios de transportes. 4 – Mapa do Brasil geoeconômico com destaque apenas o complexo estudado. Relacionar os estados e capitais que fazem parte do mesmo. 5 – Inserir imagens dos principais pontos turísticos de cada dessa região e informações sobre as mesmas. RECURSOS Formar grupo de no máximo 04 alunos e seguir a tarefa solicitada acima. Organizar a pesquisa e criar um BLOG. Após o período proposto posteriormente, todos componentes do grupo deverá apresentar seu blog aos demais colegas.
  3. 3. AVALIAÇÃO Vamos ver quais os critérios de avaliação utilizados e quais foram os aspectos mais valorizados? 1 2 3 Parâmetro Insuficiente Suficiente Bom/Ótimo Razoável Fraco recolhimento Bom recolhimento Busca de recolhimento da da informação da informação Informação informação sugerida sugerida sugerida Informação bem Informação pouco Informação Organização da organizada, organizada e organizada e Informação coerente e bem incoerente coerente estruturada Razoável Bom / Ótimo Fraco desempenho desempenho desempenho das das tarefas propostas das tarefas tarefas propostas Desempenho propostas Individual Não cumprimento do Conclusão da prazo Cumprimento do tarefa antes do prazo prazo determinado. Razoável organização e distribuição das Boa dinâmica de Má organização e tarefas pelos grupo distribuição das elementos do tarefas pelos grupo Boa aceitação de elementos do grupo sugestões dos Aceitação de elementos do Desempenho do Não aceitação de sugestões dos grupo Grupo sugestões dos elementos do elementos do grupo grupo Bom desempenho (3 ou 4 elementos) das tarefas Fraco desempenho Razoável propostas das tarefas propostas desempenho das tarefas Conclusão da Não cumprimento do propostas tarefa antes do prazo prazo definido Cumprimento do prazo
  4. 4. Alguma criatividade Falta de criatividade Apresentação dos trabalhos de uma Alguma Pouca originalidade forma bastante Apresentação do originalidade segura, bastante Trabalho Final Insegurança na clara e com Apresentação apresentação dos criatividade e dos trabalhos de trabalhos originalidade uma forma segura e clara CONCLUSÃO Com a relização deste trabalho você pode conhecer melhor o complexo brasileiro que moramos e seus diferentes aspectos sociais e economicos. Indicações para pesquisa: http://www.abic.com.br/scafe_historia.html http://www.abic.com.br/scafe_curiosidades.html#consumo http://www.abic.com.br/scafe_historia.html http://www.projetoimigrantes.com.br/int.php?dest=hist http://orbita.starmedia.com/geoplanetbr/centrosul.html http://www.escola24h.com.br/antenado/especiais/turismo/comidas_tipicas.htm http://www.abresi.com.br/htmls/centro/comida_tipica_centrooeste.htm http://www.citybrazil.com.br/sp/ilhacomprida/turismo.htm http://www.abresi.com.br/htmls/centro/ponturist_centrooeste.htm http://www.abresi.com.br/htmls/centro/centrooeste_caldasnovas.htm http://abresi.com.br/htmls/infogerais_centro_oeste.htm http://www.abresi.com.br/htmls/infogerais_sul.htm www.pontagrossacvb.com.br/index.php?menu=galeria&gal=9 www.hospedevip.com.br/minas-gerais.html www.pousoalegre.mg.gov.br/cidade_turismo.htm www.lokaliza.com.br/folclore/ www.abresi.com.br/htmls/sul/comida_tipica_sul.htm www.abresi.com.br/htmls/comida_tipica_sudeste.htm www.suapesquisa.com/musicacultura/historia_festa_junina.htm www.diasmarques.adv.br/pt/historico_imigracao_brasil.htm www.braziltour.com.br www.cdbrasil.cnpm.embrapa.br http://orbita.starmedia.com/geoplanetbr/centrosul.html www.infoescola.com/geografia-complexos_regionais_centro_sul-248.html www.comciencia.br/200404/reportagens/06.shtml Nome: Thaynara Andrello Betini nº 28.
  5. 5. 7º C. A história do café. Degustação de café na Etópia. A planta de café é originária da Etiópia, centro da África, onde ainda hoje faz parte da vegetação natural. Foi a Arábia a responsável pela propagação da cultura do café. O nome café não é originário da Kaffa, local de origem da planta, e sim da palavra árabe qahwa, que significa vinho. Por esse motivo, o café era conhecido como "vinho da Arábia" quando chegou à Europa no século XIV. Os manuscritos mais antigos mencionando a cultura do café datam de 575 no Yêmen, onde, consumido como fruto in natura, passa a ser cultivado. Somente no século XVI, na Pérsia, os primeiros grãos de café foram torrados para se transformar na bebida que hoje conhecemos. O café tornou-se de grande importância para os Árabes, que tinham completo controle sobre o cultivo e preparação da bebida. Na época, o café era um produto guardado a sete chaves pelos árabes. Era proibido que estrangeiros se aproximassem das plantações, e os árabes protegiam as mudas com a própria vida. A semente de café fora do pergaminho não brota, portanto, somente nessas condições as sementes podiam deixar o país. O café no Brasil. O café chegou ao norte do Brasil, mais precisamente em Belém, em 1727, trazido da Guiana Francesa para o Brasil pelo Sargento-Mor Francisco de Mello Palheta a pedido do governador do Maranhão e Grão Pará, que o enviara
  6. 6. às Guianas com essa missão. Já naquela época o café possuía grande valor comercial. Palheta aproximou-se da esposa do governador de Caiena, capital da Guiana Francesa, conseguindo conquistar sua confiança. Assim, uma pequena muda de café Arábica foi oferecida clandestinamente e trazida escondida na bagagem desse brasileiro. Devido às nossas condições climáticas, o cultivo de café se espalhou rapidamente, com produção voltada para o mercado doméstico. Em sua trajetória pelo Brasil o café passou pelo Maranhão, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Minas Gerais. Num espaço de tempo relativamente curto, o café passou de uma posição relativamente secundária para a de produto-base da economia brasileira. Desenvolveu-se com total independência, ou seja, apenas com recursos nacionais, sendo, afinal, a primeira realização exclusivamente brasileira que visou a produção de riquezas. Em condições favoráveis a cultura se estabeleceu inicialmente no Vale do Rio Paraíba, iniciando em 1825 um novo ciclo econômico no país. No final do século XVIII, a produção cafeeira do Haiti -- até então o principal exportador mundial do produto -- entrou em crise devido à longa guerra de independência que o país manteve contra a França. Aproveitando-se desse quadro, o Brasil aumentou significativamente a sua produção e, embora ainda em pequena escala, passou a exportar o produto com maior regularidade. Os embarques foram realizados pela primeira vez em1779, com a insignificante quantia de 79 arrobas. Somente em 1806 as exportações atingiram um volume mais significativo, de 80 mil arrobas. Fazenda de café - Brasil, final do século XVIII Armazenagem de café - Brasil, século XIX Por quase um século, o café foi a grande riqueza brasileira, e as divisas geradas pela economia cafeeira aceleraram o desenvolvimento do Brasil e o inseriram nas relações internacionais de comércio. A cultura do café ocupou vales e montanhas, possibilitando o surgimento de cidades e dinamização de importantes centros urbanos por todo o interior do Estado de São Paulo, sul de Minas Gerais e norte do Paraná. Ferrovias foram construídas para permitir o escoamento da produção, substituindo o transporte animal e impulsionando o comércio inter-regional de outras importantes mercadorias. O café trouxe grandes contingentes de imigrantes, consolidou a expansão da classe média, a
  7. 7. diversificação de investimentos e até mesmo intensificou movimentos culturais. A partir de então o café e o povo brasileiro passam a ser indissociáveis. Café atualmente... Atualmente o Brasil é o maior produtor mundial de café, sendo responsável por 30% do mercado internacional de café, volume equivalente à soma da produção dos outros seis maiores países produtores. É também o segundo mercado consumidor, atrás somente dos Estados Unidos. As áreas cafeeiras estão concentradas no centro-sul do país, onde se destacam quatro estados produtores: Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Paraná. A região Nordeste também tem plantações na Bahia, e da região Norte pode-se destacar Rondônia. A produção de café arábica se concentra em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia e parte do Espírito Santo, enquanto o café robusta é plantado principalmente no Espírito Santo e Rondônia. Cafezal - detalhe de linha de plantio. Aspectos geográficos do Centro-Sul. O complexo regional do Centro-Sul é a região geoeconômica mais produtiva do país, tendo em vista que contêm vários estados com diversos tipos de indústria, climas, relevo, etc. Encontram-se no Centro Sul os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal. Ainda pega a parte sul do Mato Grosso, o sudeste de Tocantins e a maior parte de Minas Gerais, com excessão do norte e nordeste deste estado. Relevo O relevo do Centro-Sul é bastante diversificado, caracterizado por vários planaltos, planícies e depressões. No leste da região encontram-se os planaltos e serras do Atlântico-leste-sudeste, também chamados de terras
  8. 8. altas, pois grande parte de sua área tem elevadas altitudes, chegando a mais de 1000 metros. Nesses planaltos também existem escarpas, como a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira. Serra da Mantiqueira Em uma grande área do oeste e central da região é ocupada pelos planaltos e chapadas da bacia do Paraná, que foram formados por intensos derrames vulcânicos, deixando o solo bastante fértil. Na parte central, que se extende desde o sul de Santa Catarina e vai até o norte de São Paulo encontramos as depressões periféridas da borda leste do rio Paraná. No sul do Mato Grosso e noroeste de Mato Grosso do Sul encontram-se as planícies do pantanal mato grossense. Na ponta norte, no estado de Goiás e sul de Tocantins temos a depressão causada pelo rio Araguaia. Logo abaixo também tem outra depressão formada pelo rio São Francisco, e no meio destas duas depressões encontram-se os planaltos e serras de Goiás-Minas, que tem um formato de triângulo, dividindo três grandes bacias hidrográficas, a Amazônica, a do Araguaia Tocantins e do Paraná. Hidrografia Dentro do Complexo regional do Centro-Sul encontram-se partes de grandes bacias hidrográficas: a do rio Paraná, a do rio São Francisco, e uma pequena parte da bacia do Araguaia-Tocantins. Os rios do Paraná encontram-se em grande parte nos planaltos, onde o relevo è bastante acidentado, proporcionando as condições ideais para a construção de grandes usinas hidrelétricas, como é o caso da Usina de
  9. 9. Itaipu. Ela é responsável por grande parte da produção da energia consumida no sul do Brasil, e também fornece energia para o Paraguai. Uma parte do Rio São Francisco corta a região Centro-Sul, que também é bastante utilizado na produção de energia elétrica. Também é utilizado para irrigação, transporte de pessoas, cargas, etc. (veja mais detalhes sobre o rio São Francisco na página do Complexo Regional do Nordeste) Clima O clima na região geoeconômica do Centro-Sul é bastante diversificado, por várias razões: latitude e longitude (localização no planeta), maritimidade, massas de ar, grande ocupação humana (indústrias, poluição, etc), etc. Na parte central da região encontra-se o clima denominado Tropical de Altitude, em razão das elevadas altitudes encontradas nesse local. As temperaturas são amenas durante o ano todo, com chuvas bastante concentradas no verão (Novembro-Fevereiro). Cobre parte dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espirito Santo, Rio de Janeiro e Paraná. No sul do país, o clima Subtropical está presente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e a parte sul do Paraná. Este clima é caracterizado por ter as quatro estações bem definidas, pois as chuvas são muito bem distribuídas durante o ano todo. É também o clima que contém as menores temperaturas do Brasil, dando destaque para a serra catarinense, onde em algumas cidades a temperatura pode ser negativa (São Joaquim, Urubici, etc).
  10. 10. O clima que encobre boa parte do centro-sul é o Tropical, que se extende desde Mato Grosso do Sul até o sul de Tocantins, e com partes em Minas Gerais, Espirito Santo e São Paulo. É um clima quente, com altas temperaturas o ano todo. As chuvas estão presentes praticamente apenas no verão, deixando o inverno muito seco. Fatores que contribuem para essas condições são a continentalidade (não sofre tantas influências do oceano, como no clima subtropical), as grandes cidades, que com sua poluição acabam modificando as massas de ar, baixas altitudes. Culinária do Centro-Sul. A culinária é diversificada; pode-se citar o churrasco no Rio Grande do Sul, a feijoada no Rio de Janeiro, o barreado e o carneiro no buraco no Paraná, o arroz com pequi em Goiás, a torta e a moqueca capixaba, muito apreciadas no Espírito Santo. Além de pratos originais, muitas vezes a influência da imigração se faz presente de maneira marcante. Alguns exemplos e as respectivas regiões onde são mais visíveis são: a culinária alemã no interior de Santa Catarina; italiana e holandesa no leste do Paraná. Tais influências não se restringem somente à gastronomia, contribuindo para enriquecer outros aspectos culturais da região. Por fim, a cidade de São Paulo é altamente cosmopolita, onde é possível encontrar uma grande diversidade de pratos de diversas regiões do mundo. A cidade também é a capital brasileira da pizza, sendo a segunda maior consumidora do
  11. 11. prato no mundo, ficando atrás somente de Nova Iorque. Feijoada. Cultura. As manifestações mais comuns no país são a música e a dança. De uma maneira geral, no caso da música encontrada no sul pode-se citar inicialmente o samba no Rio de Janeiro e a música sertaneja em Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo. Entre as danças tem-se a catira em Goiás e a vaquejada em Minas Gerais. Algumas festas populares ultrapassam a noção de simples evento no calendário de uma cidade. Pode-se dizer que enquadram-se nesse caso: • a Oktoberfest de Blumenau, com uma história extraordinária (nascida de uma catástrofe para congregar a população da cidade); • A Festa da Uva em Caxias do Sul, iniciada em 1931 e associada à viticultura. Um traço característico forte vem do encontro dos países vizinhos (platinos) - Argentina, Uruguai e Paraguai, que deu origem a uma variedade de tradições conhecidas como gaúchas. São praticadas principalmente na região que se estende do Rio Grande do Sul ao Paraná e cultivadas em associações. O churrasco e o chimarrão, mais do que gastronomia, são essencialmente atos de vida social. No extremo sul do país é comum que se associe ao churrasco a música e dança típicas.
  12. 12. A dança gaúcha tem uma elegância semelhante ao samba de salão, praticado no Rio de Janeiro nos anos 50-60. Diferente do fenômeno de danças de moda ou de estação, de vida curta (e, freqüentemente vulgares), a dança gaúcha se destaca pela consistência: os gestos e coreografias são marcadamente característicos. Entre elas tem-se o vanerão, o bugio e a milonga. São também bastante peculiares: • chula, um desafio entre dois dançarinos, onde um busca executar passos mais complexos que o outro; e • dança de facões, que, além de utilizar esse objeto, seria uma referência ao seu uso pelos desbravadores. Carnaval no Rio de Janeiro. Pontos Turísticos. Cataratas do Iguaçu, à esquerda, o Brasil; à direita, a Argentina e, no centro, a Garganta do Diabo. Pão de Açúcar. Caminha lado a lado com o corcovado na busca do título de cartão postal do Rio de Janeiro e também da vista maravilhosa que proporciona. Localiza-se na entrada da Baía de Guanabara e seu acesso se dá por meio de teleféricos, primeiro até o Morro da Urca.
  13. 13. Floresta da Tijuca. Não é apenas de belas praias, que vive o Rio de Janeiro. A Floresta da Tijuca faz parte do Parque Nacional da Tijuca, que engloba também a Serra da Carioca, onde fica o Corcovado, e as Serras de Três Rios e da Gávea. Com uma área de 3.200 hectares, a Floresta da Tijuca é considerada a maior floresta urbana do mundo. A sua criação se deve ao fato de D. Pedro II ordenar um reflorestamento das antigas fazendas de café, com o intuito de proteger os mananciais que abasteciam a cidade. Por um longo período foram plantadas e replantadas diferentes espécies vegetais, ampliando a flora e fauna carioca. Espécies exóticas como as jaqueiras, os eucaliptos e as casuarinas também fazem parte da vegetação da Floresta da Tijuca. Além da reposição vegetal, a Floresta também recebeu obras de embelezamento na década de 40, como por exemplo trilhas, galerias de arte, uma capela com quadros de Portinari, mirantes, que encantam ainda mais o espaço. É no Parque Nacional da Tijuca que ficam os famosos maçiços rochosos, como exemplo: Corcovado, Paineiras, Dona Marta e o Pico da Tijuca, com 1021 m de altitude, morro da Pedra Bonita, com 520 m, ideal para prática de vôo de asa delta e a Pedra da Gávea, com 842 m e possui em seu topo a formação conhecida como Cabeça do Imperador. Lá embaixo, a praia de São Conrado, base da Pedra da Gávea, fica lotada de pessoas observando a evolução dos vôos e do pouso das asa deltas. Economia. Esta região possui a economia mais diversificada do país, produzindo a maior parte do produto interno bruto brasileiro. A base da sua economia é a agricultura de exportação e a indústria. Indústria As indústrias metal-mecânica, álcool e açúcar, têxtil, automobilística e de aviação; os setores de serviços e financeiro; e o cultivo de laranja, cana de açúcar e café formam a base de uma economia invejável a muitos países. Além disso, oferece boa infra-estrutura para investimentos, devido as boas condições das rodovias. Mineração O subsolo da região é muito rico em minerais, em função da existência de um embasamento cristalino muito antigo. São explorados fosfato, mármore, areia, argila, calcário, caulim, dolomita e talco, além de outras menores (baritina, cálcio). Possui grandes reservas de carvão e xisto e é também a
  14. 14. região brasileira que mais produz petróleo e gás natural. Quanto aos minerais metálicos, são explorados ferro, manganês, magnésio, zinco, titânio, nióbio, cobre, níquel, amianto e cromo, além de minerais radioativos como o urânio. É a região mais rica em ouro e pedras preciosas e semi- preciosas como diamante, esmeralda, água-marinha, granada, entre outras... Demografia. População A Região Centro-Sul é a de maior PIB e possui o maior número de habitantes do país, chegando a mais de 110 milhões de habitantes e tendo uma densidade superior a 20 hab/km². Essa região contrasta com partes que possuem pequena densidade como o interior de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul que chegam de 3 a 5 hab/km². Grupos étnicos
  15. 15. Na imagem, Pomerode, a cidade mais alemã do Brasil. Assim como em todo o Brasil, ocorreu forte miscigenação entre os indígenas, portugueses e africanos. Os índios que habitavam a região possuíam distintos aspectos culturais, como é o caso dos carijós, conhecidos pelos portugueses por serem pacíficos e abertos à catequese ou os aimoré (ou botocudos), que causaram terror aos colonizadores por atacarem e destruírem vilas inteiras. No século XIX a imigração européia e asiática passou a ser incentivada. Os alemães começaram a chegar a partir de 1818, os italianos em 1875, os espanhóis em 1880, os sírios, libaneses e japoneses no início do século XX. Italianos e portugueses formaram a maioria dessa massa de imigrantes, pois a escravidão estava abolida e precisava-se de trabalhadores para abraçar as plantações de café e as nascentes indústrias brasileiras. Os alemães estabeleceram-se principalmente no norte de Santa Catarina, na região metropolitana de Curitiba, norte e oeste do Paraná, no Vale do rio Itajaí e no vale do rio dos Sinos no Rio Grande do Sul, e na região serrana do Espírito Santo. Migrações A região é o principal destino dos migrantes nacionais e internacionais no Brasil. A maior parte do fluxo vem do Nordeste do Brasil, por vários motivos, como terras a preços mais acessíveis, a expansão agrícola, boas estradas e oportunidades de progresso relativamente rápido são fatores responsáveis por essa atração.
  16. 16. Centro-Sul.

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