Arte e Técnicas de Titular Instituto  Superior  Miguel  Torga  2006/2007 Dinis Manuel Alves http:// www.mediatico.com.pt I...
Teatro
 
 
Política
Assim se vê...
 
 
 
 
Rádio
Religião
 
 
Intertitularidade na TV
Televisão
 
 
 
 
 
Compatível, disse ela
Música
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Expulsa um amigo também!
Janta camarada, janta
 
Só eu sei porque não fico em casa...
 
 
Choremos pela Argentina
 
 
 
 
 
 
 
 
À boleia da actualidade
 
Literatura
 
 
 
 
 
 
 
Crónica de uma  demissão anunciada
Crónica de uma  Europa anunciada
 
A lamentável leveza  de um acto
 
Amor é fogo que arde sem se ver   Amor é fogo que arde sem se ver  É ferida que dói e não se sente É um contentamento desc...
É querer estar preso por vontade  É servir a quem vence, o vencedor  É ter com quem nos mata lealdade.  Mas como causar po...
 
Fui ver. A neve caía  do azul cinzento do céu,  branca e leve, branca e fria...  Há quanto tempo a não via!  E que saudade...
Augusto Gil Balada da Neve E descalcinhos, doridos...  a neve deixa inda vê-los,  primeiro, bem definidos,  depois, em sul...
 
 
Descalça vai para a fonte Leonor, pela verdura: Vai formosa , e não segura... Leva na cabeça o pote, O têsto nas mãos de p...
E, contudo,  a Gulbenkian move-se
 
Eles não sabem, nem sonham,  que o sonho comanda a vida  Que sempre que um homem sonha  o mundo pula e avança  como bola c...
 
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INTERTITULARIDADE (I)

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À boleia do sucesso de outros títulos, lá vamos parindo os nossos. A intertitularidade é uma área fascinante no campo da produção titular para a imprensa.
Para saber mais sobre a arte e as técnicas de titular na imprensa, assim como sobre a “Intertextualidade”, visite http://www.mediatico.com.pt/manchete/index.htm (necessita de ter instalado o Java Runtime Environment), e www.youtube.com/discover747

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INTERTITULARIDADE (I)

  1. 2. Arte e Técnicas de Titular Instituto Superior Miguel Torga 2006/2007 Dinis Manuel Alves http:// www.mediatico.com.pt Intertitularidade 1
  2. 3. Teatro
  3. 6. Política
  4. 7. Assim se vê...
  5. 12. Rádio
  6. 13. Religião
  7. 16. Intertitularidade na TV
  8. 17. Televisão
  9. 23. Compatível, disse ela
  10. 24. Música
  11. 34. Expulsa um amigo também!
  12. 35. Janta camarada, janta
  13. 37. Só eu sei porque não fico em casa...
  14. 40. Choremos pela Argentina
  15. 49. À boleia da actualidade
  16. 51. Literatura
  17. 59. Crónica de uma demissão anunciada
  18. 60. Crónica de uma Europa anunciada
  19. 62. A lamentável leveza de um acto
  20. 64. Amor é fogo que arde sem se ver Amor é fogo que arde sem se ver É ferida que dói e não se sente É um contentamento descontente É dor que desatina sem doer É um não querer mais que bem querer É solitário andar por entre a gente É nunca contentar-se de contente É cuidar que se ganha em se perder
  21. 65. É querer estar preso por vontade É servir a quem vence, o vencedor É ter com quem nos mata lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade, Se tão contrário a si é o mesmo Amor? Luís de Camões
  22. 67. Fui ver. A neve caía do azul cinzento do céu, branca e leve, branca e fria... Há quanto tempo a não via! E que saudades, Deus meu! Olho-a através da vidraça. Pôs tudo da cor do linho. Passa gente e, quando passa, os passos imprime e traça na brancura do caminho... Fico olhando esses sinais da pobre gente que avança, e noto, por entre os mais, os traços miniaturais duns pezitos de criança... Balada da Neve Batem leve, levemente, como quem chama por mim. Será chuva? Será gente? Gente não é, certamente e a chuva não bate assim. É talvez a ventania: mas há pouco, há poucochinho, nem uma agulha bulia na quieta melancolia dos pinheiros do caminho... Quem bate, assim, levemente, com tão estranha leveza, que mal se ouve, mal se sente? Não é chuva, nem é gente, nem é vento com certeza.
  23. 68. Augusto Gil Balada da Neve E descalcinhos, doridos... a neve deixa inda vê-los, primeiro, bem definidos, depois, em sulcos compridos, porque não podia erguê-los!... Que quem já é pecador sofra tormentos, enfim! Mas as crianças, Senhor, porque lhes dais tanta dor?!... Porque padecem assim?!... E uma infinita tristeza, uma funda turbação entra em mim, fica em mim presa. Cai neve na Natureza e cai no meu coração.
  24. 71. Descalça vai para a fonte Leonor, pela verdura: Vai formosa , e não segura... Leva na cabeça o pote, O têsto nas mãos de prata, Cinta de fina escarlata, Saiinho de chamalote. Traz a vasquinha de cote Mais branca que a neve pura; Vai formosa, e não segura Descobre a touca a garganta; Cabelos de ouro entrançado, Fita de côr de encarnado, Tão linda, que o mundo espanta, chove nela graça tanta, Que dá graça à formusura: Vai formosa, e não segura. Descalça vai para a fonte Luís de Camões
  25. 72. E, contudo, a Gulbenkian move-se
  26. 74. Eles não sabem, nem sonham, que o sonho comanda a vida Que sempre que um homem sonha o mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos de uma criança PEDRA FILOSOFAL António Gedeão
  27. 76. Arte E Técnicas de Titular Instituto Superior Miguel Torga 2006/2007 Dinis Manuel Alves http:// www.mediatico.com.pt

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