SOCIAL
ECONÓMICA AMBIENTAL
Enfrentar os Desafios do Futuro
 Identificar as semelhanças e diferenças entre as Engenharias
dos dois países
 Propôr um sistema de harmonização que per...
Colégio de Agronomia
Colégio de Ambiente
Colégio de Civil
Colégio de Electrotecnia
Colégio de Florestal
Colégio de Geográf...
Portugal
Colégio de Eng. Química
Colégio de Eng.Agronómica
Colégio de Eng.Ambiente
Colégio de Eng. Civil
Colégio de Eng. M...
 Levantamento da informação existente relativa à
legislação (leis, decretos leis, normativas técnicas e
legais,etc.) e às...
 Em Espanha foi feita a mesma recolha de informação acerca
dos Colégios existentes:
▪ Colegio de Ingenieros Industriales
...
Portugal
Colégio de Eng.Química
Colégio de Eng.Agronómica
Colégio de Eng.Ambiente
Colégio de Eng.Civil
Colégio de Eng. Mec...
Actos de engenharia
O trabalho na Plateng alerta para a necessidade, absoluta, de
se definirem de uma vez por todas os act...
Legislação
 Foram examinados mais de 1000 diplomas legais em Portugal
 Foram analisados e agregados por Colégio
Áreas de conhecimento
Nota:
Ob – Disciplina Obrigatória
Op – Disciplina Opcional
Criado pela
equipa de
trabalho do
Plateng
É necessário definir
as áreas científicas
Códigos UNESCO –
muito complexo e
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ISA - Eng. Agronómica
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Actos de Engenharia
A – Actos exclusivos dos
membro do Colégio de
Engenharia Agronómica.
B – Actos em que a presença
de um dos membro do
Colég...
Valorização dos Profissionais
de Engenharia como contributo
para o Desenvolvimento do Norte
e de Portugal
A Ordem dos Engenheiros tem que explicitar e
explicar ao mercado, aos governos, aos
profissionais e aos futuros profission...
Às escolas
Às empresas
À população em geral
Aos órgãos de soberania
Olhar pela terra retomar o mar
Plataforma Continental
Procura de fontes de novos recursos sem
comprometimento do futuro de nossos filhos e netos;
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Portugal apresentou nas Nações Unidas, um “prolongamento natural do
território terrestre submarino”.. Passando a área de j...
Como disse um responsável (Pinto de Abreu) por desafio: “os recursos
descobertos e por descobrir têm um potencial de ser a...
 Preparação da Ordem para uma Actuação que
garanta perante o mercado e a sociedade a
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O reconhecimento do mercado e da sociedade
portuguesa em geral no esforço pela afirmação
da qualidade e da competência
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O desenvolvimento sustentável da Região
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Apresentação de Hipólito Ponce Leão
presidente da União da Floresta Mediterrânica no Congresso «A Floresta como Recurso» [ EXPONOR, 20 Outubro 2010 ]

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A Floresta como Recurso - Apresentação do projecto Plateng

  1. 1. SOCIAL ECONÓMICA AMBIENTAL Enfrentar os Desafios do Futuro
  2. 2.  Identificar as semelhanças e diferenças entre as Engenharias dos dois países  Propôr um sistema de harmonização que permita a mobilidade dos profissionais  Intensificar o intercâmbio das relações comerciais, culturais e económicas entre a região norte de Portugal e a Galiza  Promover o desenvolvimento das suas potencialidades e aumentar a competitividade no espaço europeu
  3. 3. Colégio de Agronomia Colégio de Ambiente Colégio de Civil Colégio de Electrotecnia Colégio de Florestal Colégio de Geográficas Colégio de Geologia e Minas Colégio de Informática Colégio de Materiais Colégio de Mecânica ……………………………………..Colégio de Naval Colégio de Química
  4. 4. Portugal Colégio de Eng. Química Colégio de Eng.Agronómica Colégio de Eng.Ambiente Colégio de Eng. Civil Colégio de Eng. Mecânica Colégio de Eng. Electrotécnica Espanha Ilustre Colegio Oficial de Ingenieros Industriales de Galicia Consejo General de ColegiosOficiales de IngenierosAgrónomos Colegio de Ingenieros de Caminos, Canales e Puertos
  5. 5.  Levantamento da informação existente relativa à legislação (leis, decretos leis, normativas técnicas e legais,etc.) e às ofertas formativas  Distribuição da legislação pelos Colégios  Levantamento de planos de estudo e conteúdos programáticos dos cursos em análise  Levantamento dos actos de engenharia / competências
  6. 6.  Em Espanha foi feita a mesma recolha de informação acerca dos Colégios existentes: ▪ Colegio de Ingenieros Industriales ▪ Colegio de Ingenieros Agrónomos ▪ Colegio de Ingenieros de Caminos, Canales e Puertos  Surge uma dúvida: Como fazer a correspondência entre os cursos de forma a ser possível a comparação?
  7. 7. Portugal Colégio de Eng.Química Colégio de Eng.Agronómica Colégio de Eng.Ambiente Colégio de Eng.Civil Colégio de Eng. Mecânica Colégio de Eng. Electrotécnica Espanha Colegio de Ingenieros Industriales Colegio de Ingenieros Agrónomos Colegio de Ingenieros de Caminos, Canale e Puertos  Cursos sem correspondência não podem ser analisados, como por exemplo: ▪ Engenharia Aeroespacial ▪ Engenharia Biomédica ▪ Engenharia Electrónica e deTelecomunicações  Cursos com correspondência directa serão os primeiros a ser analisados, para posteriormente se estender a análise aos restantes a partir desses Engenharia Agronómica – Univ.Técnica Lisboa Engenharia Civil - FEUP Engenharia Electrónica Industrial e de Computadores – Univ. Minho Engenharia Mecânica – FEUP
  8. 8. Actos de engenharia O trabalho na Plateng alerta para a necessidade, absoluta, de se definirem de uma vez por todas os actos de engenharia!
  9. 9. Legislação
  10. 10.  Foram examinados mais de 1000 diplomas legais em Portugal  Foram analisados e agregados por Colégio
  11. 11. Áreas de conhecimento
  12. 12. Nota: Ob – Disciplina Obrigatória Op – Disciplina Opcional
  13. 13. Criado pela equipa de trabalho do Plateng É necessário definir as áreas científicas Códigos UNESCO – muito complexo e com inúmeras áreas Áreas científicas usadas em Espanha – já em uso e adaptadas aos cursos em vigor
  14. 14. ISA - Eng. Agronómica 12 12 31,5 13,5 25,5 25,5 13,5 12 6 6 36 7,5 30 12 6 7,5 6 51 13,5 12 6 42 7,5 13,5 24 6 6 12 0 10 20 30 40 50 60 AnáliseMatemática BiologiaCelular BioquímicaeBiologiaMolecular Ecologia Economia,SociologiaePolíticaAgrária CiênciadoSoloeQuímicaAgrícola EstatísticaeInvestigaçãoOperacional FísicaTeórica FisiologiaVegetal Genética EngenhariaAgro-florestal EngenhariaCartográfica,GeodesicaeFotogrametrica EngenhariadosProcessosdeProdução EngenhariaHidráulica MáquinaseMotorestérmicos NutriçãoeEstudodosAlimentos OrganizaçãoEmpresarial ProduçãoVegetal ProjectosdeEngenharia QuímicaOrgânica TecnologiasdoMeioAmbiente Todasasáreas Gestão MeteorologiaAgrícola FitopatologiaeProtecçãodePlantas ProtecçãoIntegrada CooperaçãoeDesenvolvimento Qualquerárea 15 50 60 220 235 240 265 405 412 420 500 505 515 540 590 640 650 705 720 765 790 820 903 910 911 912 913 950 Áreas de conhecimento ECTS
  15. 15. Actos de Engenharia
  16. 16. A – Actos exclusivos dos membro do Colégio de Engenharia Agronómica. B – Actos em que a presença de um dos membro do Colégio de Engenharia Agronómica é necessária. C – Actos abertos a outras especialidades específicas ou categorias profissionais.
  17. 17. Valorização dos Profissionais de Engenharia como contributo para o Desenvolvimento do Norte e de Portugal
  18. 18. A Ordem dos Engenheiros tem que explicitar e explicar ao mercado, aos governos, aos profissionais e aos futuros profissionais o papel de cada uma das suas especialidades Em defesa do bom exercício da profissão e de um desenvolvimento sustentável.
  19. 19. Às escolas Às empresas À população em geral Aos órgãos de soberania
  20. 20. Olhar pela terra retomar o mar
  21. 21. Plataforma Continental Procura de fontes de novos recursos sem comprometimento do futuro de nossos filhos e netos; Angariação de conhecimento técnico-científico para levar a cabo essa procura; Desenvolvimento de indústria e serviços compatíveis com a criação de riqueza na região e em Portugal; Desenvolvimento de legislação e, principalmente de um mercado que tenha como base de actuação a responsabilidade social, a responsabilidade ambiental e a responsabilidade económica – tenha como base a Sustentabilidade.
  22. 22. Portugal apresentou nas Nações Unidas, um “prolongamento natural do território terrestre submarino”.. Passando a área de jurisdição da Zona Económica Exclusiva Nacional dos actuais 370 quilómetros para 678 quilómetros, logo corresponde à segunda maior plataforma mundial, a seguir aos Estados Unidos.
  23. 23. Como disse um responsável (Pinto de Abreu) por desafio: “os recursos descobertos e por descobrir têm um potencial de ser a alavanca para um grande desenvolvimento nacional, por sinal ainda está por descobrir o primeiro metro quadrado de fundo do oceano sem interesse” Portugal e a Engenharia Portuguesa terão a obrigação de distribuir a riqueza deste nosso novo mar pela Ibéria e pela Europa onde nos inserimos sem cometer o erro de não transformar, de não dominar a criação de mais-valia pela transformação, de cada produto obtido e comercializado. Criar conhecimento, criar formação, criar indústria, criando qualidade, mesmo ao comercializar.
  24. 24.  Preparação da Ordem para uma Actuação que garanta perante o mercado e a sociedade a qualidade da sua acção e dos profissionais  Formulação de propostas para adequação legislativa  Garantir que os Actos de Engenharia sejam praticados por quem está habilitado  Sejam dadas as bases académicas necessárias ao desempenho  Adaptar os programas de ensino às necessidades das empresas  Uma carreira profissional específica na função pública
  25. 25. O reconhecimento do mercado e da sociedade portuguesa em geral no esforço pela afirmação da qualidade e da competência Trazer para a Ciência e para a Engenharia os jovens Colocar a Ordem como elemento essencial no apoio ao desempenho de cada profissional Levar todo e qualquer profissional a rever-se na sua Ordem, Preparar profissionais e organizações para o desafio que representa olhar a terra e retomar o mar.
  26. 26. O desenvolvimento sustentável da Região Norte é o motivo agregador do trabalho Pela história e pelo futuro que devemos desejar, o desafio de Portugal não largar o Mar e se alargar no Mar é obrigatório. Prepararmo-nos para este desafio, torná-lo motor da mudança necessária, é fundamental.

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