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Apometria manual para a ascensao

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Apometria manual para a ascensao

  1. 1. 1 UM MANUAL PARA A ASCENSÃO por Serapis Canal izado por Tony Stubbs (Denver , Colorado, USA) . Tradução e adaptação para por tuguês (da versão em castelhano de Enita Zi rnis e Rami ro Franco) por Vitor ino de Sousa, de Setembro a Dezembro de 2001. www.velatropa. com INVOCAÇÃO À LUZ (do Arcanjo Ar iel, canal izado por Tachi -ren) Eu vivo dent ro da Luz Eu amo dent ro da Luz Eu rio dent ro da Luz Eu Sou sustentado e al imentado pela Luz. Eu si rvo à Luz alegremente porque Eu Sou a Luz. Eu Sou! Eu Sou! Eu Sou! RECONHECIMENTOS Durante muitos anos est ive est rei tamente associado com Tachi- ren e com o Angelic Out reach (Cober tura Angéli ca) . Est ive presente na pr imeira noite quando Tachi -ren canal izou Or ín, um aspecto do Arcanjo Ar iel , assim como em quase todas as ocasiões em que, desde então, ele canal izou Ar iel . Por isso, quero aprovei tar esta opor tunidade para lhe agradecer o apoio de amor , a visão e a sua inspi ração. Durante vár ios anos, Ar iel t rouxe novas técni cas de energia ao planeta at ravés de Tachi - ren, pelo que não me surpreendi quando Serapis se refer iu a vár ias delas e, neste livro, suger iu a sua ut i l ização. A prol iferação de informação e de técnicas provindas das dimensões super iores cont inua a crescer à medida que o planeta e os seus habitantes aumentam, gradualmente, as suas f requências vibratór ias. Se você se interessa por qualquer uma das técni cas apresentadas neste livro ou na informação que Tachi -ren es tá a t razer acerca das tecnologias da Luz, por favor, ent re em contacto com a empresa que publica este livro (Oughten House , P. O. Box 2008, Livermore, CA, 94551, USA) NOTA DA EDIÇÃO AMERICANA O mater ial canal izado neste livro apresenta-se, essencialmente, tal como foi recebido. A interpretação que o lei tor seja levado a fazer sobre esta ou sobre qualquer out ra informação canal izada, está sujei ta ao seu ego e ao seu s istema de crenças. A linguagem deste l ivro foi escolhida para ref let ir a real t ransmissão do Mestre Ascendido, Serapis, com a mínima al teração do seu signi f icado. Por conseguinte, o lei tor poderá encont rar umas quantas palavras que não são de uso comum. Esta publ icação contém o mínimo de t rabalho editorial a f im de faci li tar o f luxo e a compreensão por par te do leitor . Todavia, a es sência do t rabalho canal izado permanece sem modi f icação. Agradecemos imensamente aos Produtores Li terár ios da Oughten House por terem tornado poss ível esta publ icação. (Nota dos t radutores para castelhano: Ci tam- se vár ios nomes. Não os incluímos. Abençoamo-los. ) PREFÁCIO O pr imeiro ras cunho deste l ivro foi es cri to num lapso de três semanas, em Janei ro de 1989. Em Dezembro de 1988 dera-me conta de uma energia à minha volta, a qual se anunciou como Serapis, e que me disse ser sua função acalentar a clar idade intelectual e a disciplina requerida para a ascensão.
  2. 2. 2 Iniciei um diálogo inter ior com Serapis e, no iní cio de Janei ro, anunciou-me a sua intenção de publ icar um livro, comigo, sobre o tema da ascensão. Rapidamente estabelecemos um padrão para o escrever. Assim, começava cada sessão convidando Serapis e começava a escrever. Frequentemente, sent ia que ele explorava a minha memór ia à procura de um conceito ou de uma f rase; todavia, a part i r do momento em que colocava a idéia na minha cabeça, permit ia que eu a expressasse à minha manei ra. Apesar de, nessa al tura, não o ter compreendido, sei agora que a minha energia é a de Serapis, e que estamos suf icientemente per to, em termos de f requências, para que o f luxo de pensamentos não seja interrompido. Unimos o estado de consciência. O resultado é uma combinação de mater ial novo de Serapis e daqui lo que eu já sabia conscientemente, embora selecionado e organizado por ele. Quando comecei a usar as técnicas oferecidas por este livro a conexão tornou-se, inclusivamente, ainda mai s forte. Assim, no iní cio de Janei ro de 1989, fui capaz de conhecer , em pr imei ra mão, a realidade do mundo não fí sico como fonte de tudo. Dando cont inuidade a esta intensa mudança dos meus paradigmas internos, Serapis deu início a este l ivro. O manuscr ito permaneceu numa gaveta até Agosto de 1991, altura em que Serapis me incent ivou a publicá- lo. Muita coisa se passou nestes dois anos e meio que, ent retanto, t inham t ranscor r ido, tanto a nível pessoal como planetár io, pelo que aproveitamos a oportunidade para atual izar o mater ial . Em Outubro de 1991, o planeta e os seus habi tantes pas saram por uma mudança t remenda, e o l ivro f icou suspenso até Março de 1992. Mui tas das regras do jogo voltaram a mudar neste per íodo e sent i que os Trabalhadores da Luz precisavam de estar mais «ancorados» na Ter ra. Também a co-cr iação através de grupos de t rabalho parece ter sido incrementada. Nesta nova real idade, dá a sensação de que estamos a ser menos at raídos para uma as censão individual e mai s para um «juntos vamos consegui r». Com o passar dos anos, o mater ial de Serapis fez-me reconhecer , a um nível consciente, que o âmbi to do espí r i to não está separado de nós. Ele é nós, é uma par te de nós num nível de f requência mais elevado; e o deslocamento para esse nível de f requênc ia é mui to fácil se acredi tarmos que assim é. Não estamos separados; o Espí r i to não é algo que tenhamos. Ele é o que somos ou, como alguns dizem, nós somos algo que o Espí r ito tem. Espero que, com este l ivro, compreendamos que não somos seres humanos a fazer uma experiência espi r itual mas, pelo cont rár io, um espí ri to passando por uma exper iência humana. Somos parte de uma ent idade mui to maior, tal como um empregado faz par te da sua empresa: unido a ela, com uma função e perspect iva especí ficas, únicas. Anos depois compreendi, num nível inter ior mui to profundo, que não sou algo separado e afastado do Espí ri to mas que todos compomos um cont ínuo de ser , no qual só di fere a perspectiva; e compreendi que uma perspect iva exper imentada desde o inter ior de um corpo f í sico permite percepções e modos únicos de ser . Para mim, esta compreensão foi um proces so com vár ias etapas. Através do contacto com mui tas ent idades canal izadas ao longo dos anos, aprendi a ter um apreço intelectual pelo universo f í sico que nos rodeia. Mas foi preci sa uma sér ie de acontecimentos, nem sempre agradáveis, para me desper tar emocionalmente e começar a desprender -me daqui lo que t inha armazenado, a nível celular, no meu corpo f ísi co. Como veremos, tal é necessár io, pois, para poder ascender com o corpo f ísico, devemos aumentar a f requênc ia vibratór ia dele até à de um Corpo de Luz. Alguns de nós escolheram fazê-lo lentamente, ao longo dos anos; out ros prefer iram uma via mais rápida e turbulenta. Qualquer que seja o teu caminho, porém, reconhece que estás a ser guiado e protegido em cada passo. Este livro convida-te a rever a forma como vês a relação ent re o f í sico, o emocional, o mental e o Espí ri to. À medida que o fores lendo, fá- lo com o chacra do coração bem
  3. 3. 3 aberto. Sente a energia que está por det rás e por dent ro das palavras. Permi te ao teu Espí r ito, e a Serapi s, que favoreçam o entendimento à medida que avanças na lei tura; depois, podes voltar a anali sar o mater ial de um ponto de vista intelectual. Permite que o teu entendimento seja o f i lt ro durante a pr imei ra lei tura, sem nenhum juízo mental. A brevidade deste manual permi te, perfei tamente, mais de uma lei tura; ele também é não l inear , pois Serapis, por vezes, aborda o mesmo conceito sob vár ias direções diferentes. Raros são os que est iveram no espaço e puderam ver o Planeta Terra na sua totalidade. Os que não est iveram poderão ter dif iculdade em visuali zar o planeta suspenso do nada, no espaço. Mas podemos usar um modelo de ajuda: o globo de secretár ia, que nos é tão fami l iar . Bom, tal como ninguém confundi r ia o modelo com a coisa real, a verdade é tão imensa e incompreensível quando se t rata de metaf ís ica em geral e da ascensão em part icular, que ser ia um er ro pensar que podemos aprendê-la desde onde estamos. Desta forma, são-nos dados modelos para que, pouco a pouco, possamos expandir o nosso entendimento. Este livro é um desses modelos, uma diminuta chispa no meio da obscur idade, a qual , juntamente com out ras , será capaz de iluminar o nosso caminho. Isto recorda-me a pr imeira vez que vi o Grande Canyon . Tinha lido as estat íst icas, estudado os mapas e visto as fotos; mas nada me poder ia ter preparado para a coisa real. Fiquei pasmado, em s ilêncio, agradecido por exis t ir semelhante beleza no nosso planeta. Tenho a sensação de que a ascensão vai ser algo de muito parecido. Por favor , desf ruta este livro. A mensagem é poderosa mas é, também, ligei ra e diver tida. Por tanto, penetra na Luz e diver te-te. Tony Stubs, Denver , Colorado. INTRODUÇÃO O meu nome é Serapi s. Geralmente, costuma associar -se este nome às ant igas Es colas dos Mistér ios; a minha energia, porém, é mui to mais ant iga. Embora tenha s ido venerado neste planeta como o Deus Osí r is na At lânt ida, como Hermes Tr imegisto e como Thoth; a minha at ividade na Terra é mui to mais ant iga do que isso. Uma vez que as at ividades das Escolas dos Mistér ios, obviamente, não eram reveladas ao públi co, cr iaram-se lendas acerca dos ensinamentos e dos r i tos de inic iação. Estes r itos eram del iberadamente rest r it ivos a f im de gerar temor e respeito por par te do públ ico em relação aos iniciados; no entanto, a pr incipal razão para essas rest r ições tão r igorosas era a de mudar a imagem dos própr ios iniciados: eles acreditavam que superando as provas se tornavam possuidores de poderes, habi lidades e conhecimentos psíquicos especiais! Esta crença, claro está, fazia com que a aquisi ção de tais conhecimentos e habil idades se tornasse mui to mais fáci l. Mui tos dos ini ciados, todavia, não compreendiam que todas as out ras pessoas também possuíam essas habil idades, e que somente a ignorância delas mant inha esse potencial em es tado latente. Ou seja: Todos podiam ascender, mas os iniciados acreditavam que somente eles o podiam fazer ! Isto t raz-nos até t i. Podes não te ver como um ini ciado de uma moderna escola de mistér ios, mas é is so que tu és. A maior par te das coisas que se ensinava aos ini ciados da ant iguidade está disponível, hoje em dia, de forma general izada em livros, incluindo este. O mesmo ocor re, al iás, com os t ipos de inst ruções que eram fornecidas para desenvolver as habi lidades psíquicas. Se isto te surpreende, lembra-te de que, ant igamente, a maior ia da população não sabia ler e era governada por aquilo a que chamar ias super st ição primit iva. Mas tu tens ainda out ra vantagem sobre os iniciados das ant igas escolas dos mistér ios: nesse tempo, a as censão era uma exper iência pessoal e individual; hoje em dia, porém, o planeta intei ro está a di r igi r -se para uma ascensão planetár ia. Para que todos possam
  4. 4. 4 fazer as mudanças necessárias num cur to lapso de tempo, mui tos seres, tal como eu, estão a preparar o caminho para que vos seja possível acompanhar o passo do progresso do planeta. Por tanto, estou aqui para vos falar da ascensão, da vossa iminente ascensão, e não de um acontecimento histór ico dis tante. Es tou a falar de mudanças que já estão a ver if icar - se e que se prolongarão ao longo dos próximos anos. Neste l ivro vamos anal isar a ascensão pessoal e a planetár ia, de que forma i sso vos afeta e como podem fazer para que o processo seja mais suave. Este livro é um guia para um novo ter r itório; t rata daqui lo que vão encont rar e de quem vão conhecer. Ser - vos-á apresentado um novo vocabulário para que pos sam conversar com os companhei ros de viagem, com um mínimo de mal-entendidos. . . Embora devam compreender que a jornada de cada um é única. Estou a usar este canal em par t icular porque ele per tence à minha própria energia e, por tanto, as nossas vibrações equil ibram-se bem. Além disso, ele possui uma extensa experiência técni ca; apesar de este livro não ter caráter técni co, necessi to de alguma precisão para descrever como se manipula a energia. No plano físico, as leis da energia são di ferentes, mas, ainda as sim, há lei s. Por is so, desejo pas sar -lhes claramente qual o seu verdadeiro signif icado. Usem este l ivro como um meio para informar o intelecto sobre o processo de as censão. O Eu-espí r ito de cada um de vós assegurará que os out ros níveis dos vossos seres também recebam a mensagem, uma vez que a ascensão é um «esforço comuni tár io». A consciênc ia dos vossos corpos e a energia emocional são capazes de aprender at ravés do conhec imento direto, sem que exista qualquer linguagem intermediár ia. Por conseguinte, f iquem t ranquilos porque esses outros nívei s também receberão a mensagem. Leiam sobre o processo, refl itam sobre o assunto e dis cutam-no. Porém, nem por um momento julguem que a palavra escr i ta é a única coisa que estão a receber; no nível do espír ito já todos vocês t rabalharam comigo no imenso ponto do agora. . . Apesar de poderem pensar que se t ratou de uma experiência de vidas passadas. Sim, conhecemo-nos uns aos out ros, e const ruímos um laço de confiança e amor durante longos per íodos. Se, nes te momento, decidi res cont inuar a ler este livro, f ica a saber que a tua vida irá mudar apenas por passares a conhecer o seu conteúdo; assim, lê- lo, acaba por ser um compromis so com a tua ascensão pessoal. Este livro é um guia práti co para um processo que já está em movimento; t rata- se de metaf ísica no seu sent ido verdadei ro – a f ísi ca que está para além da f ísi ca - e descreve as exper iências que vocês podem prat icar dent ro da segurança da vossa própria aura. Notem que não lhe chamei O MANUAL PARA A ASCENSÃO, pois ele é, apenas, um de mui tos l ivros que estão a surgir neste ponto do processo. Este livro tem duas par tes: A Pr imeira Par te assenta as bases e faz a int rodução dos campos de energia. Servi-me de palavras simples para que ninguém necessi te, previamente, de conhecimentos especí f i cos. Também faremos uma breve abordagem acerca dos acontecimentos que conduziram o planeta até ao ponto presente. A Segunda Parte, é prát ica e aborda o que podes fazer para acelerar a tua ascensão pessoal e, at ravés dela, a do planeta. De fato, dado que o planeta é um grande campo energét ico, cada passo que dês na di reção da tua as censão pessoal, não apenas facil ita a tua vida, mas, também, a de todos os out ros. Tu és, por tanto, um líder at ravés do exemplo! Sabemos que, desde que a imprensa foi inventada, tens andado a ser bombardeado com obras sobre metaf ísi ca; porém, nunca antes este t ipo de l ivros foi tão impor tante. A ascensão planetár ia é um fato não negociável; e já está estabelecido um marco no
  5. 5. 5 tempo, o qual por estar tão perto, não nos deixa muito tempo para debates. Assim, encara i sto com a mesma urgência com que nós, que estamos fora do plano f ísico, encaramos. Na tua qualidade de Trabalhador da Luz, começaste a preparar -te para este t rabalho de abandono do plano f í sico, precisamente no momento em que propuseste colaborar na concepção do processo de encarnação que haver ia de ocorrer neste planeta. Assim, o nosso propósito aqui é or ientar o impulso f inal – a tua ascensão pessoal; no entanto, independentemente do quanto pos samos impulsionar -te, é preciso um envolvimento consciente da tua par te. Compar t ilha este mater ial com os teus amigos, forma grupos para br incar com os exercícios apresentados, fala da ascensão a quem esteja na disposição de te escutar . . . e também àqueles que não estão para te ouvir ! É impor tante que todos saibam o que está a acontecer para que se evite uma confusão mac iça. Vocês estão a ent rar , colet ivamente, na glor iosa conclusão de uma gloriosa experiência e o cenár io neces sár io para tanto já está pronto. O Univer so inteiro está cheio de expectat iva! Por conseguinte, desempenha o teu papel com alegr ia. Eu sou Serapis. PRIMEIRA PARTE ASCENSÃO: O QUE É? A ascensão é, basicamente, apenas uma mudança de f requência, uma modif icação de foco da consciência. Este livro considera a energia como «aqui lo» que está na origem de todas as coisas, a qual se combina de formas indescr it ivelmente complexas para te formar a t i , e a tudo o que conheces e não conheces. As duas pr incipais caracter ísti cas, ou qualidades, da energia são: • Ampli tude. • Taxa de vibração, ou seja, a f requência. O teu corpo f ísico, as emoções, os pensamentos e o espír i to, tudo, está fei to dessa «coisa» que se combina sublimemente para te converter em um ser que é único em todo o Universo. Ora, porque a energia que te conforma possui uma frequência, tu podes alterá-la! Aqui tens, pois, tudo o que é a ascensão: à medida que elevas a frequência mais baixa do teu corpo físico, ele torna-se menos denso e incorpora, gradualmente, a energia de f requências mais elevadas! À medida que is to ocor re, verás e pensarás coisas que não te eram possíveis antes. Literalmente, conver ter -te-ás num ser da 5ª dimensão, operando e t rabalhando com seres da 5ª dimensão. Como as f requências mais baixas – aquelas do medo e da limitação - terão desaparecido, passarás a viver num estado a que chamarás êxtase, em unicidade com o teu espír i to e com o espír i to de todos os out ros. Isto é a ascensão! Agora, neces sitamos de def ini r out ro termo – espí ri to - porque, de fato, a tua noção acerca do que é o teu espí ri to, o meu espí r ito, o espí r i to dele, o espír ito dela e assim sucessivamente, é um conceito linear , l imi tante e, muito simplesmente, er rado. Quando fores capaz de t ranscender os nívei s mais baixos da separação do plano f ísico, passará a haver somente ESPÍRITO – uma energia sempre mutável que é, e está, em unicidade consigo mesma. Trata- se de uma energia que tu conheces at ravés de designações como «Deus», «Tudo O Que É», «Fonte», «Grande Espí r ito», etc. Pela minha parte, neste l ivro, ut i l izarei o termo ESPÍRITO (com maiúsculas) sempre que me referi r à unidade; quando houver necessidade de aludi r à separação prefer irei o termo «eu-espí ri to». Nesses casos, estarei a citar aquela porção individualizada do ESPÍRITO que relaciono cont igo, com esta tua encarnação e com todas as out ras experimentadas ao longo do tempo; também associarei «eu-espír ito» com os níveis não
  6. 6. 6 f ísicos, mais elevados, do teu ser. Lembra-te, porém, de que uso esta def ini ção apenas por questões de faci lidade de entendimento, pois só há um ESPÍRITO. O ESPÍRITO é uno, mas parece individual izar -se para poder executar uma função especí f i ca, por exemplo: tu. Ele opera at ravés de um pequeno ponto, de um foco especí f i co da tua cons ciência que está concentrado no interior do teu corpo f ís ico. Isto é aquilo que se conhece a s i mesmo como o «tu», como a tua personalidade, e é aquilo a que chamo o «eu-ego». O teu eu-ego é, evidentemente, uma mani festação do teu eu-espír i to, mas possui uma caracterí st ica par ti cular , própr ia de todos os eu-ego: desconhece que per tence ao ESPÍRITO. Quero dizer , desconhecia até agora! Não uso, é c laro, o termo «eu-ego» para te diminui r, mas para desviar a tua atenção dessa par te de t i, que olha para fora, e reor ientá-la para aquilo que, na verdade, és: um ponto focal que olha para dentro desde o interior do teu eu-espí ri to. Isto, por sua vez, é a função do ESPÍRITO. Por out ras palavras, tu és o ESPÍRITO em ação. 1 - Todas as f rases destacadas em negri to são da responsabi lidade da t radução por tuguesa. CAPÍTULO I O QUE É A ENERGIA? Tu possui s um determinado número de corpos. Estás fami l iar izado com um deles, o corpo f í sico, embora já não se passe o mesmo com o corpo emocional, o corpo mental e o corpo espir i tual. Todos estes corpos são compostos de energia. Esta energia, porém, não per tence ao espect ro elet romagnét ico que integra a luz, as ondas de rádio e os raios X, etc. , que se mede por comprimentos de onda e que vocês bem conhecem. Esta energia de que falo encont ra-se por det rás dessa out ra, por det rás daqui lo a que chamas matér ia. Trata-se de uma energia que não pode ser detectada pelos inst rumentos dos cient istas, porque esses aparelhos também são fei tos de matér ia. . . e nenhum ar tefato pode detectar f requências mais elevadas do que aquelas de que é feito! Esta energia de f requência mai s elevada é a energia da Fonte, a par t ir da qual der ivam as diferentes f requências da energia dessa 3ª dimensão onde estás, uma das quais, por exemplo, conheces como luz. Embora a energia seja um cont ínuo, podemos pensar nela, no que diz respeito ao nosso tema, como uma quantidade inf inita de «unidades», onde cada uma delas di spõe de um t ipo par t icular de consciência. Estas unidades de energia concordam em integrar esquemas de consciênc ia de ordem mui ta elevada, tais como eu mesmo ou as células do teu corpo. Esta energia é, por tanto, o que eu e tu somos; é dela que somos feitos. E o estado de alerta por ela alcançado const i tui, por sua vez, a base da consciência que temos acerca de nós mesmos. Como resposta, o nosso sent ido de ser organiza essas unidades de energia e fornece-lhes uma est rutura psicológica, mediante a qual elas podem expressar -se a si mesmas. O Univer so está organizado para permi ti r que alguns estados de ser da energia, tai s como eu mesmo, possam desempenhar uma função. Qualquer nome que usemos faz referência à função que es tamos a desempenhar quando nos comunicamos com vocês e nenhum deles implica que haja qualquer ident idade dent ro do ESPÍRITO. Qualquer nome que eu use tem o único propósi to de ser conveniente à comunicação com a tua mente consciente. Apesar de ter plena consciência de ser energia pura do ESPÍRITO, não me considero possuidor de out ra ident idade dist inta daquela que desempenho. Assim, sou a energia que, neste momento, const i tui o estado de ser denominado Serapis. . . . Mas esta energia está a elevar -se e a mudar constantemente! At ravés desta expl icação faci lmente poderás deduzi r que a energia está dividida em oitavas: a Fonte ocupa a oitava mais elevada e o plano f ísico representa a mais baixa. Eu e out ros níveis do teu ser exi st imos e desempenhamos as nossas funções nesse leque
  7. 7. 7 de oitavas. Imagina-as como se fossem as vár ias bandas do teu rádio FM; e imagina cada ser , eu ou tu, como se fosse uma determinada estação. Cada estação capta uma faixa diferente de f requências; cada um de nós, porém, opera em todas as bandas. Ocupamos a mesma posi ção relat iva em cada banda, elevando progres sivamente a f requência. Para usar a analogia de um teclado do piano, digamos que somos fei tos da mesma nota relat iva em cada uma das suas sete oi tavas. Se as tuas notas individuai s, dentro de cada uma destas sete oi tavas, fossem todas tocadas s imultaneamente, o som resultante ser ia a total idade do teu ser : um som mui to harmonioso! Nota que estas analogias estão mui to longe de poder t ransmit ir -te a realidade. Há mui tas bandas e, em cada uma delas, há um número infinito de notas. Ora, também nestes níveis vocês se mesclam permanentemente com out ras energias para real izar cer tas funções. Não é somente o meu ser que está composto de energia. Qualquer coisa que conceba manifestar- se-á at ravés da ul ter ior organização das unidades de energia: quando pretendo cr iar algo, seja um átomo ou uma galáxia, começo por projetar um campo recept ivo, análogo ao espaço, e logo ir radio unidades de energia para o seu inter ior , organizadas de acordo com a minha intenção ou com as minhas formas de pensamento. A única manei ra de cr iar algo é organizando este fornecimento i l imi tado de unidades de energia, de acordo com a intenção. Assim, não só o ser que conheço como eu mesmo, mas também tudo aqui lo que cr io ou dest ruo, é composto de energia. Repi to: esta energia não é nem o calor nem a luz que conheces, mas sim uma energia mui to mai s subt i l. . . Mais parecida com a energia de um dos teus pensamentos. Isto susci ta mui tas perguntas interessantes acerca das dimensões da energia, tal como, por exemplo, a natureza do espaço e do tempo. I.1 - O ESPAÇO Di sse, acima, que quando pretendo c riar algo, começo por projetar um campo recept ivo, análogo ao espaço, para cujo inter ior i r radio unidades de energia de acordo com a minha intenção. Esta ordem de espaço é, porém, muito mais elevada do que a do espaço f ísico onde tu estás; do ponto de vi sta ter reno, não ser ia preciso nenhum espaço em absoluto. No entanto, ele é tão detalhadamente real para mim, tal como as dimensões de um quarto o são para ti . Eu projeto, ou imagino, este espaço. . . tal como outros, como eu, estão projetando o espaço tridimensional no qual tu vives! Já poderás ter ouvido dizer que o espaço fí sico nada mais é do que uma forma de pensamento ou a const rução de uma idéia. Ora, i sto levanta a seguinte pergunta: - Quem é que tem esse pensamento? Tranquil iza-te! Há ent idades imensas «pensando», mui diligentemente, o teu espaço t r idimensional, mantendo-o com uma clar idade e uma concent ração que não podem ser descr itas. Mui tos seres humanos participam nisso at ravés dos seus níveis superiores! O espaço por nós concebido é o mais adequado à energia, tal como uma est rada asfal tada é mais «adequada » aos veículos do que o ter reno que está por baixo dela; ou tal como um f io metáli co conduz melhor a eletr icidade do que o ar que se respi ra. O espaço, portanto, é um campo criado para conduzi r a energia! Nas dimensões super iores nós criamos o nosso própr io espaço; porém, na 3ª dimensão onde vocês estão, os vossos níveis mais al tos – aqueles que vibram nas dimensões super iores - cr iam o espaço f ísi co. . . Para que os seus própr ios níveis mais baixos possam viver no plano f ísico! Este espaço é, simultaneamente, um campo uni fi cador e um campo separador : unif icador , porque permite que aqui lo que i r radiamos para dent ro dele possa interagir ; separador , porque está organizado para que as radiações não se sobreponham. Imagina o contacto ent re dois objetos, por exemplo, um l ivro e o apoio que, na pratelei ra, o
  8. 8. 8 mantém de pé. O livro e o apoio não se interpenet ram porque o t ipo de energia que projetamos mantém os seus campos separados. I.2 - O TEMPO Da minha perspect iva - e também da per spectiva dos nívei s super iores do teu própr io ser - o tempo, tal como o conheces, mui to simplesmente, não existe! Eu, e os níveis super iores do teu próprio ser, par ti cipamos plenamente no presente, passado e futuro deste planeta, simul taneamente. Sou cons ciente, com uma cer teza semelhante à que tu tens em relação à tua atual encarnação, de que algumas f rações da minha energia estão encarnadas em muitos sít ios da histór ia da Ter ra. Deve-se isto a que não estou const rangido por um cérebro linear , mas ut i l izo o conhec imento di reto. Esta é a grande diferença ent re nós. O cérebro humano opera de forma sequencial, com um tempo f inito, necessário para processar qualquer informação sensor ial. Sem desdenhar da sua assombrosa est rutura, o cérebro e o sistema nervoso são lentos. Quando queimas um dedo, t ira-lo do lume ou sacodes a brasa; ent re o contacto ini cial e o ato de soltar a brasa pode decor rer até um segundo; out ros projetos mais complexos, porém, tal como desenhar uma casa ou um sistema por computador , podem ocupar -te durante meses, ou anos, devido ao tempo necessár io para processar os pensamentos no cérebro. Alguns projetos são tão extensos que não podem ser concluídos no lapso de uma só vida do par t icipante; as sim foi c riado o concei to da histór ia! Alguém que nasça hoje deve ser informado do que ocor reu no planeta até à data, ou, pelo menos, de algumas par tes selecionadas do que se passou. Algumas pessoas passam toda uma vida regist rando as ocor rências e contando-as aos out ros; tudo isto porque as l igações do cérebro demoram uns quantos mil isegundos a ocorrer . Os níveis não f ísicos do teu ser não possuem esta l imitação. At ravés do conhec imento direto da energia que compõe os acontecimentos, a esses níveis ou a mim não nos custa nada fazer a conexão com qualquer ponto do passado ou do futuro do teu planeta. Sugi ro que tentes visualizar como se sente isto: imagina que vibras na f requência mais elevada do teu própr io estado de consciência e que es tás a olhar para baixo. Então vês vár ias pessoas, cada uma das quais es tá num momento dis t into da histór ia. Então, at ravés da simples intenção, podes misturar -te com qualquer delas ou com todas, simul taneamente. Dado que tu és elas, podes conver ter -te nelas e conhecer cada faceta do que estão a pensar e a sent ir ! Um exemplo: imaginemos que és, simultaneamente, um espec ial ista em cr istais da At lântida, um soldado romano, um camponês medieval e, c laro, o «tu» desta encarnação. Tenta senti r como cada uma des sas funções percebe o tempo, como o percebes tu desde o momento em que estás, e como interagem todos, ent re si . Mas, atenção: tudo foi cuidadosamente planeado, desde o início, para que assim fosse! Todavia, não t inha que ser , exclusivamente, desta manei ra; com out ras espécies, em out ros sistemas de real idade isto é fei to de forma muito di ferente. A tua espécie, em par ti cular – a um alto nível do ESPÍRITO – tomou a decisão coletiva de criar a sensação da passagem do tempo e, assim, benef i ciar de vár ias fer ramentas de aprendizagem! Uma delas - o karma ou a Lei do Equi líbr io – baseia-se no conceito de que se a pessoa X afeta, de alguma forma, a vida da pessoa Y, então, como efei to di sso, deve haver uma reciprocidade. Logo, Y deverá afetar a vida de X da mesma forma, ou forma s imi lar e, ass im, cr iar um equi líbr io energéti co. Bom, simpl if iquei bastante, pois existem mui tas exceções a esta reciprocidade. Seja como for , da perspect iva de X e de Y, no plano f ísico, X tem de atuar primeiro e só depois atuará Y.
  9. 9. 9 Vejamos: De fato, era necessár io ter algum marco de referência para que as coisas não ocor res sem ao mesmo tempo. Se não fosse assim, X e Y ser iam incapazes de dest r inçar qual deles era a causa e qual deles era o efeito. Para resolver este problema, vocês conceberam a percepção do tempo linear para funcionar como marco de referência. Bom, de fato, não t iveram que criar nada de novo; limitaram-se a perder a capacidade de experimentar o tempo simul tâneo! E a mat r iz do cérebro, que a espécie escolheu para o corpo do ser humano, respeita perfei tamente essa caracter í st ica. É claro que, de uma perspect iva mais elevada, as ações de X e de Y ocorrem simul taneamente, pelo que o intercâmbio energét ico de ajuste depende, somente, da coreograf ia dos níveis não fí sicos de X e de Y. Alonguei-me na expl icação do ponto do tempo simultâneo porque isto expl ica a razão pela qual a energia disponível para cr iar é i limitada: a mesma unidade de energia pode estar facilmente em inumerávei s pontos da linha do tempo f ísico, mediante a simples declaração da sua intenção. A mesma unidade de energia pode conformar , simul taneamente o gor ro do cor tador de cr istais da Atlânt ida, a espada do romano e o cavalo do camponês. Considerando a natureza br incalhona da energia, essa unidade de energia vai diver t i r - se imenso com a i ronia envolvida no processo! Estou a falar da tua percepção em relação ao tempo, não na sua divisão arbi t rár ia em unidades, tais como horas, minutos e segundos. Este t ipo de divisão resul ta, apenas, do tamanho da vara de medição. Agora: o tempo do relógio parece-te mui to real porque está baseado, aparentemente, no movimento do planeta à vol ta do sol. Ora, não existe nenhuma razão real para organizares as tuas at ividades de acordo com a luz e a obscur idade. Muito simplesmente, is so é conveniente. . . tal como é conveniente ter o planeta a girar à vol ta do sol, equi librando as forças cent r ípetas e cent r ífugas. Por «percepção em relação ao tempo» quero dizer que tu és capaz de perceber a «duração» de um acontecimento, quero dizer que percebes uma ocorrência, depois out ra, depois out ra ainda. Mas, se pudesses exper imentar todos os acontecimentos de uma só vez, o tempo não ser ia uma obst rução sensor ial ou uma limitação. Imagina um enorme tapete fei to de f ios ver t icais e hor izontai s: cada f io ver t ical é um ponto percebido do «agora»; os f ios hor izontais representam o espaço. Os f ios diagonais color idos que formam o desenho do tapete, são os acontecimentos da tua vida, ocor rendo no tempo (vert i cal ) e no espaço (hori zontal) . Agora, imagina um pequeno inseto deslocando-se sobre o tapete: - se ele se deslocar ao longo de um f io horizontal (espaço), terá de passar por cima de imensos f ios vert icais, ou seja, exper imentará pontos do «agora» sucessivamente. . . Mas f ica preso num único sít io f ísico, porque os f ios hor izontai s representam o espaço. Ocasionalmente, ao t ropeçar com um f io colorido, experimenta um pedac inho da tua vida; - se subi r ao longo de um f io ver t ical ( tempo), terá de passar por cima de imensos f ios hor izontais, ou seja, exper imentará pontos suces sivos do espaço. . . mas f ica preso num úni co momento do tempo, no ponto do «agora». Por out ras palavras, exper imentará tudo o que sucede at ravés do espaço. . . num úni co momento. Assim, como está num determinado ponto do tempo, verá «fotograf ias» do que sucedeu em mui tos pontos do planeta nesse determinado instante. . . incluindo o que se passou na tua vida. Obviamente, se o nosso inseto se tornasse inteligente e decidi sse seguir ao longo de um dos mi lhões de f ios diagonai s color idos. . . exper imentar ia a vida intei ra de uma pessoa. Ora, do vantajoso ponto de vista «exter ior» tu podes ver o tapete completo: o tempo, o espaço e a teci tura das vidas das pessoas; e, se ass im o desejares, podes deixar -te cair sobre qualquer ponto da trama e exper imentar as suas vidas com elas.
  10. 10. 10 Ficar ias, no entanto, muito ocupado, porque rapidamente te dar ias conta de que existem milhões de tapetes pendurados ao lado deste, prolongando-se até ao inf inito. . . além de que os f ios color idos passam de um tapete para out ro, ent retecendo- se em t rês dimensões – os tais universos paralelos de que já ouviste falar ! Mas a coisa não fi ca por aqui : se quiseres, ainda podes ver, embora indi st intamente, uns «tapetes etér icos » resplandecendo per to das suas versões f ísicas, isto é, os tapetes que cor respondem aos planos super iores! Será que existe alguém observando-te, tal como tu observaste o inseto à medida que ele se movia no tapete, com a cabecinha olhando para baixo, seguindo di ligentemente um pequeno f io? I.3 - O MOVIMENTO Estes dois componentes – o espaço e o tempo – conduzem a um terceiro: o movimento. Para algo se mover ent re dois pontos no plano fí sico é preciso tempo. Histor icamente, chegaste a precisar de meses para viajar ent re a costa or iental e a ocidental dos Estados Unidos; hoje, num avião, demoras cerca de 6 horas. Mas o plano f ísico tem um l imi te teór i co: o da velocidade da luz. A esta veloc idade poder ias fazer a viagem em apenas 1/60 avos de segundo! O movimento, todavia, é um fenômeno específ ico do plano f ísico. Não ocor re da mesma forma nos planos mais elevados porque o espaço é um plano cr iado: na realidade, os pontos que o compõem não estão separados por nada e tudo se interpenet ra. Os cient istas ter renos estão surpreendidos por ver if i carem que doi s elét rons, em sí t ios diferentes, parecem ser capazes de se comunicar instantaneamente. Isto acontece porque a energia cons ciente, que se manifesta como par t ículas sub-atômicas, não está no «espaço». A energia consciente existe no ponto br i lhante do Uno, na mente de Tudo O Que É, e desde aí projeta imagens que parecem ser par t ículas sub-atómi cas, elét rons, por exemplo. Ora, uma vez que todos os elét rons são projetados do mesmo ponto Uno, não surpreende que cada um deles saiba o que out ro está a fazer ! O tempo é, somente, a duração percebida que é neces sár ia para que algo se mova ent re dois pontos; fora do plano f ísico o tempo é zero, dado que todos os pontos existem simul taneamente. As sim sendo, se tu fosses um elét ron (o ESPÍRITO funcionando como elét ron) , poder ias projetar -te para o ponto A e para o ponto B ao mesmo tempo, pelo que a idéia de movimento ent re A e B deixar ia de ter signif i cado! * * * Espero ter -te t ransmi t ido o sent ido dos fundamentos do plano f ísico: espaço, tempo e movimento. De fato, são lei s locai s, arbit rár ias, apl icávei s ao plano f ísico e às f requências da Ter ra, e são os teus sentidos que cr iam a percepção delas. Sent ir o espaço e o tempo são funções do intelecto, as quais foram edi f icadas no cérebro para apoiar a espécie humana sobre este planeta. Elas são ferramentas de ensino comum, tal como, nas escolas, os estudantes concordam (normalmente!) em se encont rarem numa sala, a uma determinada hora, para assist ir a uma aula sobre um tema previamente combinado. Da mesma forma no nível f í sico, todos os membros de uma espécie devem pôr -se de acordo no que toca a cer tas coisas para que a visita de campo ao planeta Terra seja signif i cat iva. Uso a expres são «vi sita de campo ao planeta Ter ra» proposi tadamente, pois é impor tante que ampl ies a tua percepção até teres consciência de t i mesmo como um imenso ser que está de visi ta a este recanto do Universo; um ser capaz de fazer certas «habi l idades» com a energia a f im de poder desf rutar de «pequenas escapadelas» ao plano f ísico, chamadas encarnações. . . embora cada vez que i sso acontece seja preciso «engendrar» um corpo f ísico e uma personalidade di ferentes. E, assim, tudo se torna mui tí ssimo interessante. Estas «escapadelas», porém, poderão ser agradáveis.. . ou desagradáveis, se te esqueceres de quem és. Seja como for, o que interessa é que aprendas o máximo em cada uma delas! No capítulo seguinte, ent raremos mais profundamente na natureza da matér ia f ísica, enquanto onda permanente da oi tava mais baixa da energia, e demonst raremos quão f luido é aqui lo que tu acreditas que é «sól ido».
  11. 11. 11 CAPÍTULO II A NATUREZA DA MATÉRIA Até agora abordei a di ferença ent re o plano f ísico e as dimensões mais elevadas, embora, na verdade, não haja di ferença nenhuma porque todas as dimensões são fei tas da mesma «coisa», tal como as sete oitavas de um piano são todas som: a úni ca diferença é de tom e f requência. Num piano, como cada oi tava ( sequência das sete notas: dó, ré, mi . . .etc. ) é reproduzida sete vezes, as notas individuais de qualquer oi tava são harmónicas mais altas das que estão nas oi tavas mais baixas. Todavia, exi ste um «senão»: supõe que tens um defei to de audi ção que só te deixa ouvi r a oi tava mais baixa. Neste caso, as notas graves vão soar -te mui to reais; porém, quando as mãos do pianista se deslocam para a direi ta do teclado em direção às notas mais agudas, verás o movimento dos seus dedos mas não ouvi rás nada. Sent i r-te-ás confundido, é claro, se as pessoas se refer i rem aos sons que não ouviste. Talvez até te enfureças e as acuses de inventarem essa coi sa das «vibrações mais altas». Conclui rás que não estão boas da cabeça e afastas- te encolhendo os ombros. Todavia, talvez sintas carência e desapontamento quando ouvi res referências à beleza da Sonata ao Luar! Porém, como reagir ias se alguém te dissesse que, com um pouco de prát ica, poder ias passar a ouvi r as notas mais al tas ? Esta analogia do piano é mui to úti l, porque a intenção dos c inco sent idos f ísicos é detectar , somente, algumas das oi tavas do universo que te rodeia. Os sent idos podem detectar as oitavas mais baixas. . . mas não se apercebem das mais elevadas do Universo. Mas tu possui s out ros sentidos cuja função é detecta-las. Esses sent idos, porém, permanecem latentes na maior parte dos seres humanos. Tais sent idos t rabalham e interagem, permanentemente, com a energia das f requências mais elevadas, só que o cérebro f i lt ra e el imina esses sinais. É algo proposi tado e conveniente, uma vez que os humanos não poder iam manter- se concentrados no plano f ísico se fossem bombardeados por toda a informação adicional di sponível num determinado momento. Imagina que estás a ler isto e, simul taneamente, vais tomando conhecimento de todas as consequências possíveis do fato de leres estas l inhas, tanto para t i como para os teus fami liares e amigos; além disto, imagina que também t inhas consciência dos pensamentos e das emoções de todos os que te rodeiam e da forma como eles ressoam com o resto das suas encarnações. O mai s engraçado é que, quando qualquer t ipo de informação ext ra-sensor ial se int romete na tua consciência e te vês forçado a reconhecer esse fato, a cultura a que per tences leva-te a encont rar uma out ra expli cação. Aqui lo que vês como matér ia f ísi ca, não pas sa de energia per tencente a uma das oitavas mais baixas, vibrando dent ro de um campo especialmente cr iado para esse efei to. Há mui tas oi tavas de energia acima desta nas quai s outros níveis do teu ser – funcionando plenamente, vivos e alerta - real izam todo o t ipo de coisas. Contatar conscientemente com esses out ros níveis do teu ser é algo mui to fáci l de conseguir ; al iás, é isso que ocor re quando, por exemplo, crês ter uma idéia ou te sentes fel iz sem razão aparente; e os sonhos são, é c laro, estes out ros níveis do teu ser em ação, t rabalhando ou diver t indo- se. Todavia, não me ref i ro aos poucos e dispersos símbolos caót icos que gi ram na tua cabeça quando acordas; falo da cr iação e da manipulação da real idade, em grande escala, que todas as noites real izas at ravés dos out ros níveis do teu ser . Aqui lo que pensas que é sonhar , é como f icares a olhar para uma casa desar rumada perguntando se a festa foi agradável : perdeste o lado divert ido e f icaste só com a desar rumação!
  12. 12. 12 Mas, então, como é que surge a matér ia f ísi ca a part i r desta oitava de energia mais baixa? Os seres que, de vez em quando, cr iam coisas f ísi cas (e os out ros para quem essa é a sua função exclus iva), organizam as unidades de energia consciente em padrões especí f i cos, dent ro de uma banda de f requência par ti cular , concebida especialmente para tal propósi to. São estes padrões que const ituem cada uma das coisas, aparentemente sól idas, que tu conheces. E, agora, aproximemo-nos do verdadeiro mi lagre do plano f ísi co: - Estas unidades de energia consc iente or iundas do plano mai s elevado, surgem f isicamente como o corpo das unidades elet romagnét i cas básicas conhecidas como par tí culas subatômicas - esses t i jolos básicos de const rução chamados elét rons, prótons e nêut rons! Os cientistas ter renos estão pres tes a detectar este proces so; alguns, possuidores de uma imaginação mui to fért i l, já o conhecem intuit ivamente. Por sua vez, estes blocos de const rução de energia consciente (elét rons, prótons e nêut rons), colaboram na formação dos átomos de um elemento em par t icular, tal como o carbono, o hidrogênio, o oxigênio, o azoto, etc. Um átomo pode parecer uma const rução mui to simples - elét rons que gi ram em volta de um núcleo cent ral – e, em cer to sent ido, as sim é. Mas, por out ro lado, t rata-se da coisa mais complexa que exi ste no plano f ísico. A geomet r ia e a álgebra envolvidas na concepção dos átomos que conformam o plano f ísi co, manter ia ocupados, durante anos, a maior ia dos vossos mais potentes computadores! A matéria não ocor reu espontaneamente; foi cuidadosamente planeada, e nós f izemos questão de saber como ela se compor tar ia em todas as ci rcunstâncias, antes de cont inuarmos com o desenvolvimento da sua cr iação. Não penses, nem por um instante, que o estado de cons ciência que «encarna» o elét ron é diminuto. O elét ron não é uma par t ícula diminuta, mas s im um «campo de possibi lidades»; é uma par te do espaço no qual existe esse estado de consciência, embora de uma forma tão subt i l que os cient istas não podem ter a cer teza. Por isso, af irmam que o elétron «provavelmente» existe. Acrescente- se que este estado de consciência que «encarna» o elét ron no plano f ísico, pode colaborar em inúmeros outros planos e em inúmeros univer sos simul taneamente. Os átomos podem permanecer l ivres ou l igarem-se para formar moléculas. Estas, por sua vez, unem- se para const itui r uma forma, a qual é determinada conjuntamente pelas unidades de energia em si mesmas e pela entidade organizadora. E estas entidades organizadoras assumem a responsabi l idade de dir igi r a energia sob a forma de átomos ou moléculas, de acordo com as mat r izes concebidas, por exemplo, para um cr istal, uma pedra, uma célula da semente de uma planta, uma árvore, etc. A li sta não tem f im, evidentemente. Estas mat r izes as semelham- se muito aos computadores pessoai s: além de serem, simul taneamente, programas vivos e base de dados, também podem armazenar vastas quant idades de informação. A estrutura do DNA que existe no coração de cada uma das tuas células, é uma base de dados que contém a tua história atual , a história de todas as tuas encarnações e, adicionalmente, a de toda a espécie humana! Por exemplo, uma árvore cresce sob a or ientação de um ser de energia ( chama-lhe «espír i to das árvores » se quiseres) , que é quem concebe a mat r iz da árvore e organiza as unidades de energia de acordo com esse padrão. Uma vez organizadas, as unidades de energia «recordam-se» da sua função e cont inuamente mantêm as par t ículas subatômicas combinadas em padrões cada vez mais extensos.
  13. 13. 13 Quando olhas para uma árvore, o que estás a ver realmente é energia pura organizada por um ser consciente e alerta de acordo com a mat r iz previamente concebida. O teu cérebro, então, at ravés do hábi to, decodi f ica esse padrão de energia vi sual e reconhece-o como sendo uma «árvore«. Quando agar raras um t ronco de uma árvore, as tuas mãos e a árvore são dois campos de energia que ent ram em contato; então, o teu sistema nervoso agrega toda essa informação e decodif ica o contacto como est imulação táct i l. Finalmente, o cérebro usa essa informação para fabri car a imagem daquilo que reconheces como uma árvore. Se um carpintei ro chega, cor ta a árvore e usa a madeira para const rui r uma cadei ra, ele altera a forma que responde à mat r iz principal. Aí , as unidades de energia consc ientes que const i tuem a madeira «lembram-se» do seu novo padrão e mantêm-no f ielmente até que haja out ra alteração. Por exemplo, se a cadeira arder , a energia consciente das moléculas de celulose reorganizam-se sob um novo padrão, digamos: átomos l ivres de carbono, oxigênio e nit rogênio. Só para f icares com uma idéia de tamanho, o espaço existente dent ro e ent re esses átomos é imenso: se o núcleo do átomo fosse do tamanho de uma bola de futebol , o átomo em si teria as dimensões do campo de futebol ; a pr imei ra fi la de elét rons estaria aproximadamente colocada onde se encontra a primei ra fi la de assentos... e o átomo mais próximo estaria como que à distância da cidade vizinha! Por tanto, quando falamos de matéria «sól ida», ela está, de fato, longe de ser sól ida! Estes elét rons, que tu pensas serem par t ículas diminutas, não pesam nada, em absoluto. Muito simplesmente são pacotes de energia zumbindo à vol ta do núcleo a uma velocidade enorme. É essa velocidade que lhes dá a sua evidente substância, ou os deixa no estado de »quase substância», da mesma forma que uma bala disparada cont ra um alvo produz maior impacto do que uma bala simplesmente at irada cont ra esse alvo. Nem sequer o núcleo é sólido; também ele é feito de par t ículas mais pequenas (nêut rons e prótons), os quais, quando examinados de perto, most ram que também são formados por par t ículas ainda mais pequenas. Neste nível , aproximamo-nos do ponto em que a energia pura se manifesta como aqui lo que tu crês ser matéria, assim como dos lapsos de tempo inf ini tesimalmente cur tos que isso demora. Também estamos per to dos l imi tes dos inst rumentos f ísicos. Estes instrumentos podem detectar a súbi ta apari ção de uma par t ícula subatômica. . . mas não a sua real transformação a par t i r da energia pura, porque a unidade de energia que a cr iou não é f ísica; não sendo f ísica. . . não pode ser regist rada por ins t rumentos f ísicos! Os f í sicos concluí ram que a única vez que as part ículas subatômicas são verdadeiramente par t ículas é quando as podem observar ; fora disso são ondas de energia. Por tanto, como jamais chegarão a conhecer a condição de um elétron não observado, não têm como determinar a est rutura básica do plano f í sico ou de explicar como funciona. Num nível mais profundo, estamos a falar de i rrupções de energia consciente para dentro do plano físico. Esta energia, ao deslocar-se a velocidades incríveis, aparenta sol idez.. . da mesma forma que as pás de um venti lador elét rico, em movimento rápido, dão a sensação de serem um disco sól ido! Assim sendo, o mundo mater ial não passa de uma i lusão? Todo ele é feito de hologramas e de ondas estacionár ias. A base de qualquer t ipo de organização da energia em matér ia é a onda estacionár ia. Esta idéia é vital para poderes entender o que és e como te manifestas. O que se segue pode parecer f ísi ca mas, de fato, é a essência da metaf ísica. II.1 - HOLOGRAMAS
  14. 14. 14 Se est iveres famil iari zado com o fenômeno conhec ido como holograma, sabes que a imagem de um objeto pode ser capturada numa película especial , combinando doi s raios de luz laser , um deles ref let ido a par t i r do objeto, mas o out ro não. Estes dois raios interagem ent re si para cr iar uma imagem especial sobre a pel í cula; quando o raio laser volta a passar at ravés dela, uma imagem t r idimensional do objeto aparece «f lutuando» no nada. No entanto, ao cont rár io das fotograf ias, a imagem da película holográf i ca não se assemelha com a do objeto or iginal; surge como um conjunto de cí rculos concênt ri cos, denominados padrões de inter ferência. Se o raio laser é projetado sobre qualquer fragmento da pel ícula, a imagem vol ta a surgir , ainda que um pouco menos nít ida, uma vez que a imagem ocupa a pelí cula completa. Por tanto, há aqui dois aspec tos dist intos a considerar: 1 - A mat r iz, ou seja, a imagem do objeto impressa na pelí cula (o padrão impl ícito). 2 - A imagem projetada (o padrão expl íci to) . A analogia do holograma oferece algumas pis tas importantes sobre a natureza da realidade e acerca de como podes t rabalhar com ela. Assim, também aqui há doi s aspectos dist intos a cons iderar : 1 - A mat r iz da tua realidade quot idiana (o padrão implíci to) que permanece ocul to para t i. 2 – A realidade quotidiana das tuas exper iências (o padrão expl ícito - a imagem projetada). Aqui tens a razão pela qual uma par t ícula subatômica pode estar em toda a par te ao mesmo tempo: a sua matriz está dispersa ao longo de todo o padrão implíci to! Isto cont radiz, claramente, a f í sica clássi ca que des creve o mundo f ís ico como um conjunto de coisas dis cretas e locai s, todas elas inter -atuando de muitas formas l imi tadas. Finalmente, estamos em condições de chegar a uma conclusão impor tante: Imagina que a matér ia, tal como a conheces, é feita de ondas subatômicas e es tá organizada de maneira a formar padrões de ondas tr idimensionais (o padrão impl íci to) . Então, esse milagroso órgão chamado cérebro humano detecta esses padrões projetados e const rói, a par t i r deles, o que aparenta ser uma realidade objet iva (a imagem projetada - o padrão explíci to) . Esta real idade em que vives parece- te sól ida e real porque. . . o teu corpo físico também é uma imagem tridimensional projetada! A realidade não é, por conseguinte, algo objet ivo que existe «lá fora», mas sim algo subjet ivo «aqui dent ro»; além disso, é di st inta para cada ser humano. Logo, tudo isto faz com que tu sejas o quê? Serás tu um ‘padrão expl í cito’ de carne e osso ancorado num mundo sól ido? Ou és a imagem difusa de um ‘padrão implí ci to’ de um holograma, desdobrando- se no meio de um imenso remoinho de padrões maiores? E qual é o papel da consciência em tudo isto? Será ela a luz que br ilha at ravés dos padrões ocul tos na pel ícula fotográfi ca? Ou será o própr io padrão? Bom, pois é ambas as coisas! A cons ciência dá forma tanto às mat r izes ocul tas (o padrão impl í ci to) a part i r de out ras ainda mais remotas, como à luz que br i lha at ravés dessas mat r izes para que seja projetado o que os teus sent idos captam. Todavia, estamos a falar de funções dist intas da consciência. A cons ciência subatômica cr ia os blocos de const rução da matér ia, ao passo que out ras par tes dela os organiza em padrões ainda mais complexos: as células, os órgãos f ísicos, as emoções, os pensamentos. E todos estes componentes do teu ser ter reno se mantêm consc ientes, cada qual à sua maneira. Mai s: a tua consciência pessoal interage com todas as out ras consciências, per tençam elas aos seres vivos ou aos chamados seres «inanimados». Sei que tudo i sto é suf iciente para fazer sal tar os fusíveis do corpo mental de qualquer pessoa; mas é impor tante saberes quão f luida é a real idade, para que sejas capaz de a manejar . Se acredi tasses que a tua composição é inalterável, decer to não te autor izarias
  15. 15. 15 a mudar. Por exemplo, tu sabes que imensos padrões de compor tamento ant iquíssimos estão armazenados nas células do teu corpo f ísico; ora, se as células fossem inal teráveis e a energia desses velhos padrões de compor tamento f icasse al i apr isionada, como poder ias l ivrar- te de tal coisa? E, dado que as células são a projeção de uma mat r iz oculta (o padrão implí ci to) , o que aconteceria se fosses capaz de reformular essa mat r iz ou a forma como ela foi projetada? Ora, tu possuis a fer ramenta necessár ia para fazer i sto: a consciência. Tal como veremos mais à frente, a espécie humana es tá envolvida na busca da cr iação de uma realidade, mas tornou- se tão ef i ciente a cr iar real idades. . . que já não se apercebe desse envolvimento! Cada coisa que exper imentas é, não só o resul tado di reto dos teus esforços para cr iar uma real idade, mas também da projeção f iel das tuas mat r izes internas. Se não te apercebes de «que exper imentas o resul tado direto dos teus esforços para cr iar uma realidade» ou de que és «capaz de reformular essa mat riz ou a forma como ela foi projetada», cont inuarás a cr iar a mesma ant iquíssima real idade. . . o que não é nada diver t ido! As coisas, porém são muito mais maleáveis e plást icas do que imaginas. Mai s adiante isso provará ser de grande importância. As tuas emoções e pensamentos provêm da tua mat r iz inter ior (o padrão implí cito) , e o teu quotidiano é a imagem projetada (o padrão explí cito). Por conseguinte, as tuas emoções e pensamentos pessoais interagem com as emoções e pensamentos alheios, tal como tu, ao viveres a tua vida, interages com a vida das outras pessoas. No entanto, o que cada um pensa e sente desempenha um papel fundamental naquilo que lhes acontece. A realidade, tal como a conheces, é projetada a parti r de uma gama de mat r izes parecidas com hologramas. Embora as matr izes estejam em níveis dist intos para poderem ser «removidas» da realidade ordinár ia, as imagens que elas projetam estão sobrepostas. E se é verdade que as imagens das f requências mais baixas dessas mat r izes parecem ser sólidas (do ponto de vi sta do teu corpo sólido! ), também é cer to que aqui lo a que chamas «espaço» está repleto de imagens das f requências mais elevadas, evidentemente não «sólidas». E todas coexistem umas com as out ras. Tu mesmo és formado por mui tas projeções – a f ís ica, a emocional , a mental e a espir i tual – a par t i r de matr izes preparadas por t i mesmo enquanto ESPÍRITO, as quais são, por sua vez, projeções de out ras mat r izes provenientes de f requências mais elevadas. O mais importante de tudo isto é que tu podes conceber e al terar matrizes através da visual ização! A cr iação da realidade funciona nos dois sent idos: Se desejas at rai r para t i uma determinada si tuação agradável, podes conceber a mat r iz dela e, depois, ver if i car como se projeta no plano f ísico sob a forma de acontecimentos que podes exper imentar; se desejas l ivrar -te de uma situação desagradável . . . e lhe resistes em vez de visual izares um «quadro» diferente, estás a cometer um er ro t r iplo: reforças a matr iz, for taleces o mecanismo de projeção e perpetuas a si tuação indesejada. Bom, e se a coisa chegar à doença, também podes usar a visualização para «reparar» a mat r iz do órgão afetado e recuperar a saúde! Assim, a cons ciência – que está profundamente ancorada na tela da real idade - é o padrão por detrás da real idade objetiva (o padrão impl í cito), e de cada ocor rência na histór ia do Planeta Ter ra (o padrão explí ci to) . A sér ie televisiva «O Caminho das Est relas: A Geração Seguinte» é um excelente exemplo de cr iação da real idade: a plataforma de hologramas da nave Enterpri se é capaz de cr iar imagens de objetos e de pessoas que operam dent ro dos parâmet ros concebidos pelos programadores da «realidade». Qualquer al teração subt i l no programa poderá alterar, digamos, o nível de agressividade de um caráter holográf ico ou desat ivar uma
  16. 16. 16 situação ameaçadora. No entanto, ao cont rár io do que acontece nas aventuras da Enterpr ise , os hologramas da atualidade (uma bala holográf ica, por exemplo! ) , podem matar -te; até um monst ro holográf ico te pode devorar . . . a menos que pos sas dispor da mat r iz que o gera! A sér ie da TV decor re no século XXIV mas a tecnologia para es culpir a energia desta forma estará disponível mui to antes di sso. Tudo isto nos conduz à questão de como é que o plano f ísico se formou. Uma imagem holográf ica é, de fato, formada por luz cont ida dent ro de um invólucro com a forma específ ica daqui lo que quer representar . Mas é apenas uma imagem que representa a mat ri z original. Toda a informação necessár ia para gerar esta imagem está codi f icada na pel ícula. E o invólucro, na realidade, é uma espécie de onda estacionár ia. II.2 - ONDAS ESTACIONÁRIAS Quando eras mais novo, se calhar, numa das tuas br incadei ras com um amigo, experimentaram est icar uma corda que puseste a vibrar aplicando-lhe uma pequena pancada. Com essa ação, fizeste com que uma pequena onda desl izas se pela corda, at ingisse a mão do teu amigo e regressasse a t i. O que se moveu ao longo da corda foi energia. A corda deslocou-se para baixo e para cima, mas não ao longo do seu compr imento. Se os doi s t ivessem fei to vibrar a corda ao mesmo tempo, duas coisas poder iam ter ocor rido: 1) se ambos tivessem pulsado a corda da mesma maneira (por exemplo, de cima para baixo) , conseguir iam uma onda com o dobro do tamanho, a meio da corda, ou 2) se um t ivessem puxado a corda para cima e o out ro para baixo, as ondas inter fer i riam uma com a outra e anulavam- se. No pr imeiro caso, a inter ferência ent re as ondas foi posit iva; no segundo, foi dest rut iva. Imagina agora uma corda mais cur ta, sob tensão como a de uma gui tar ra, que produzi rá um som caracter íst ico. Se a percut ires, int roduzes-lhe energia bruta, a qual , naturalmente, adota cer tos padrões. O padrão mais for te é uma onda cujo compr imento é igual ao da corda, digamos: um met ro. Mas outras ondas se formarão com compr imentos equivalentes a 1/2, 1/3, 1/4, etc. do tamanho total da corda, ou seja, 50 cm, 33 cm e 25 cm, respect ivamente. Estas são as chamadas ondas estacionár ias que formam uma famí lia com base no comprimento de onda natural da corda. A combinação par t icular de ondas estacionár ias é o que confere a um inst rumento o seu t imbre individual ou a sua «assinatura» tonal. O impor tante acerca destas cordas vibratór ias é que duas cordas idênt icas, sob condições idênt icas, geram sempre a mesma onda natural e respect ivas harmôni cas. Se duas cordas idênt icas forem colocadas uma junto da out ra, e se uma delas for percut ida, gerará um campo de energia sonora que a out ra captará. Se esta segunda corda est iver af inada no mesmo compr imento de onda da pr imei ra, ressoará por simpat ia. Esta ressonância é supremamente impor tante quando se lida com corpos de energia humanos. . . acerca da qual temos mui to mai s a dizer antes que termine este livro! E, agora, tornemo-nos malabar istas: imaginemos que és o Chefe de Sobremesas de uma nave espac ial e que, indo para a cozinha, és capaz de fazer gelat ina. . . sob gravidade zero. Nessas condições a gelat ina mantém-se per fei tamente f irme, sem necessidade de qualquer contendor que lhe dê forma! Mas imaginemos que fazes dois t ipos de gelat ina, uma vermelha, out ra amarela. Então, no momento exato que antecede a solidif i cação, usas a tua arte para as juntar de tal forma que se mi sturem só parcialmente, formando gelatina cor de laranja na zona de
  17. 17. 17 separação. Agora, se f izeres vibrar a gelat ina vermelha (que está por fora) dando-lhe uma pequena pancada, essa vibração i rá at ingir a gelat ina amarela. Se percut i res a gelat ina vermelha com regular idade, formar - se-á uma onda es tac ionár ia, e a gelatina amarela – por ter a mesma composição – ressoará com a mesma f requência. Imagina agora o que se passará se fores suf icientemente hábi l para colocar a gelat ina amarela dent ro da gelat ina vermelha. Como é que a gelat ina amarela reagi rá? Como acabas de descobr i r uma qual idade inata dos campos, assim como o fenômeno da ressonância das ondas estacionár ias ent re dois campos, é fáci l responder : se um campo está af inado com a energia de uma f requência em part icular (gelat ina amarela, que está por dent ro) , absorverá a energia de uma onda estac ionár ia de out ro campo (gelat ina vermelha, que está por fora) . . . e começará a vibrar a sua própria onda estacionária! De fato, qualquer campo ressoa, desapaixonada e automat i camente, com a energia de um campo similar que esteja por per to. I sto produz uma ressonânc ia por simpat ia. .. que poderá ser-lhe prejudicial se o campo emissor vibrar de uma forma desequi l ibrada. Per fei to. Agora, o que te fal ta fazer é aprenderes a comer gelat ina num ambiente sob gravidade zero! Como veremos, a ressonânc ia afeta-te de incontáveis formas, quer tu o saibas, quer não. Mas, de agora em diante, serás capaz de, cons cientemente, usar estes conhecimentos como uma fer ramenta para a ascensão. II.3 - CAMPOS DE ENERGIA A tua personal idade é composta por três campos de energia e pelos seus respect ivos conteúdos. E a combinação ent re um campo e os seus conteúdos é aquilo a que eu chamo «corpo». Assim, o teu eu-espí ri to organiza a sua própr ia energia em ondas estacionár ias para gerar t rês corpos energét icos dent ro dos seus invóluc ros respect ivos - o f ísico, o emoc ional e o mental - que depois projeta ou, se qui seres, mani festa. O quar to corpo – o espi r i tual – const itui -se como uma ponte ent re estes t rês corpos infer iores e o ESPÍRITO. Como veremos mais adiante, é ext remamente impor tante o fato de estes quat ro corpos, cujas naturezas são tão dis tintas, se projetarem ou se quiseres se mani fes tarem a par t ir de mesma «coisa». Vejamos, pr imeiro, o corpo f ísico. Muitos fatores determinam a forma como ele se manifesta. Há muito tempo que a espécie humana optou por um processo de nas cimento f ísico em vez de, simplesmente, projetar o corpo para dent ro de um campo cr iado pelo ESPÍRITO (mais tarde veremos a razão por que é assim) . Além di sto, a concepção foi projetada para diversif icar o conjunto de genes e, ass im, permit i r uma inf ini ta var iedade de mat r izes genét i cas f ísi cas. No momento da concepção, as mat ri zes completas de ADN dos progenitores fundem-se para formar uma terceira mat r iz; depois, à medida que o ovo se vai subdividindo e que as células se vão formando, as unidades de energia consciente colaboram na formação das part í culas subatômicas, depois dos átomos e, seguidamente, das moléculas. Este processo é supervisionado pela mat r iz do corpo f ísico, a qual está cont ida nos padrões gerai s do própr io DNA. Enquanto ESPÍRITO, cada um de vós selecionou, previamente, os seus futuros pais em função da sua genética, das condicionantes e das ci rcunstâncias fami l iares necessárias à sua encarnação, prestes a ocor rer; depois, «manipulou» cuidadosamente o seu DNA a parti r do dos progeni tores escolhidos. Seguidamente, os três, em conjunto e em colaboração com os seus eus-espí ri to respectivos, decidi ram o momento da concepção, baseando-se em fatores imensamente complexos.
  18. 18. 18 Os astrólogos ainda só vislumbraram uma pequeníssima parte de toda esta complexidade; os cient istas, por seu lado, decodi f icaram somente uma f ração dos milhões de informações armazenadas no DNA. Para além das tuas caracterí st icas f í sicas, o teu DNA também contém a hi stória de todas as tuas encarnações at ravés do tempo, assim como a histór ia de cada uma das espécies que alguma vez tenham exist ido ou venham a exist ir . O DNA pode ser entendido como uma sér ie de moléculas mas, tal como o holograma, deve ser lido na sua total idade para se obter o máximo resultado. Durante os primei ros meses de gestação, a energia consciente encar regada de construir as células, lê o DNA e decodif ica-o para saber que t ipo de célula deve const ruir . As células em crescimento, at ravés do seu própr io t ipo de consc iência, af inam- se simul taneamente com o molde do corpo f ísico e com o «futuro» para se orientarem em relação a como devem c rescer e desenvolver -se. Organizam-se a si mesmas e captam unidades de energia maiores para se poderem t ransformar , não só nos t ipos de átomos necessár ios, mas também para se mult ipl icarem respeitando o modelo especif icado pelo ADN para a sua função par t icular . Por exemplo, a consciência de uma célula que vai integrar o f ígado, capta energia e subdivide-se para formar outras células do f ígado. Então, o crescimento, que é mui to rápido no início, vai abrandando à medida que se conclui o per íodo de gestação; cont inua após o nas cimento, durante vários anos, até que, f inalmente, se estabil iza, passando a efetuar só as «reparações» que se tornem necessárias. É assim que o corpo f ísi co, que se prepara para nascer, vai sendo construído por ondas estacionár ias (dent ro de ondas estacionár ias, dent ro de out ras ondas estacionár ias) , à medida que a sua consciência forma átomos, moléculas e órgãos. Isto decor re sob a direção do eu-espí ri to da ent idade que vai encarnar e de algo que poderá ser considerado como uma versão «futura» do corpo, e que serviu de matr iz. Uma vez concebido, cr iado, nascido e desenvolvido até ao seu tamanho normal, tu não abandonas o teu corpo f ísico até que se lhe tenha acabado a corda, como se fosse um relógio! Resta dizer que a energia que anima as part í culas desse teu corpo se renova vár ios mi lhões de vezes por segundo. De fato, ele recr ia- se constantemente segundo o desenho do ADN que escolheste e das formas-pensamento acerca do teu corpo f ísico. . . que guardas na mat r iz do teu corpo mental! Os corpos f ísi cos dos seres humanos são ent idades mi lagrosas, com consciência própr ia, que se auto-regulam de uma forma ext raordinár ia. E tu passas a vida arqui tetando a consciência de acordo com as opiniões, tuas e alheias, acerca do teu corpo f ísico. De fato, através da ressonância, os pensamentos e as emoções que tu manténs acerca de ti mesmo possuem um enorme impacto sobre a consciência do teu corpo: o medo da doença ou da morte pode, l i teralmente, programá- lo para que adoeça. Estes processos são responsáveis pela cor rupção do DNA (o que, com f requência, gera o cancro) e das condi ções normalmente at r ibuídas ao envelhecimento. Escusado será dizer que, ao invés, pensamentos de saúde e de bem-estar programam o corpo f ísico para que desencadeie os seus próprios mecanismos de cura. Estas expl icações só muito ao de leve af loram a complexidade do que realmente se passa; se te expl icasse como procedes para assegurar o crescimento do teu corpo, f icar ias totalmente assombrado! Mas t rata-se apenas de informações básicas, à guisa de curso, cuja intenção é most rar que o corpo f ísico é, na real idade, energia ordenada de ondas estacionár ias.. . apesar de parecer um cont ínuo sólido de par t ículas subatômicas, átomos, moléculas e órgãos que se vão organi zando até formarem o corpo completo. Neste proces so, cada unidade de energia está plenamente cons ciente do seu papel e colabora gostosamente na est rutura daquilo que, de acordo com a tua noção de realidade, conheces como corpo f ís ico.
  19. 19. 19 Talvez f iques surpreendido por teres aprendido que os corpos f ísi cos são cons cientes; não me ref iro, todavia, àquilo que costumas entender por cons ciência. O corpo sabe, por exemplo, o que deve fazer para que o coração bata, para que a digestão seja fei ta, para que se possa curar a s i mesmo; também conhece os ci clos da lua, dos planetas e das est relas, e constantemente se serve e se adapta a eles. Todavia, como é composto da energia consciente que foi «colhida» do imenso campo planetár io. . . convém dizer que o planeta e o ESPÍRITO desempenharam um papel mui to mais preponderante no teu nascimento do que os teus pais biológicos! O que consideras ser a tua consciência é, realmente, uma mistura de vár ios t ipos dis tintos de consciência, o que não impede que formem a unidade subjacente à tua existência: • a consciência subatômica, que conhece os imensos campos cósmi cos e nos quais interage com as out ras consc iências subatômicas; • a consciência celular , baseada na mat r iz do DNA, que contém a gravação das experiências da tua vida, dos teus pensamentos e das tuas emoções; • a consciência do corpo, i sto é, a consciência celular relacionada com algumas idéias própr ias, apesar de o corpo f ísico depender bastante das crenças que o corpo mental tem em relação à sua própr ia imagem; • a consciência das emoções que f luem em cada momento, sobrepostas às emoções do passado. . . às quais te afer ras em vez de as deixares par t i r ; • a consciência dos pensamentos e das crenças com que estruturas a real idade; consciencializa-te, porém, de que uma crença não passa de uma opinião acerca da realidade; • a consciência espir itual , intui ção ou conhecimento di reto. Este t ipo de consciência está relacionado com o que tem sido denominado f requentemente como Mente Universal, mas, na verdade, per tence a uma mat r iz oculta a part ir da qual a real idade f lui . É este t ipo de consc iência que contém, ent re out ras coisas, os arquét ipos da tua espécie – os aspectos heróicos da humanidade. At ravés desta «inter face» com a real idade f í sica, tu podes aceder a out ros tempos, out ros lugares e out ras dimensões. A maior par te da energia que ent ra na composição do teu corpo f ís ico provém da ass imi lação dos al imentos que ingeres; este processo, porém, está a ser gradualmente abandonado porque a energia está a deixar de ser «as similada» para passar a ser , progress ivamente, «projetada». Vejamos como isto funciona: em vez da energia das proteínas, dos amidos e dos out ros componentes da comida ingerida, os níveis do ESPÍRITO do teu ser já começaram a projetar unidades de energia conscientes para dent ro do teu campo f ísico, cuja missão é fabri car e reparar as est ruturas celulares, ou seja, fazer o que, até aqui , era a função da energia «assimi lada». Na verdade, o eu-espí ri to de cada um de vós está a «reformatar», sistematicamente, as células do corpo f ísico para que passem a ser al imentadas pela energia «projetada», em vez de pela energia «assimi lada». Resta acrescentar que esta energia «projetada» provém da que está por det rás da radiação conhecida como luz solar . Por tanto. . . tu já começaste a formar aqui lo que é conhecido como Corpo de Luz! Cada vez mais o corpo f ísico se alimentará de energia, em vez dos nut r ientes f ísi cos, cont idos no invólucro celular . Uma das consequências desta alteração é que a f requência das células, e do corpo em geral , está a elevar -se. Com o tempo, o corpo vai começar a bri lhar suavemente; aí , estarás num Corpo de Luz! Há vár ias formas dist intas de desencadear esta mudança, mas, normalmente, torna- se necessár ia uma cer ta forma de consent imento consc iente da par te de cada um de vós. A intenção deste livro é oferecer -vos uma espécie de «mapa de est radas», um plano do ter reno que têm pela f rente, para que pos sam envolver -se neste processo com conhecimento e entendimento. Num excelente l ivr inho O QUE É UM CORPO DE LUZ , canal izado por Tachi -ren, o Arcanjo Ar iel apresenta um «programa» de 12 níveis para
  20. 20. 20 chegar à Luz, assim como os sintomas f ísicos, emocionai s e mentais que podem manifestar - se em cada nível . Cada um dos diferentes campos ( f ísico, emocional , mental e espir i tual ) vibra de acordo com a sua f requência caracter íst ica. Numas pessoas vibram rapidamente; nout ras, lentamente, Todavia, tu fazes vibrar os teus campos numa proporção específ ica em relação aos out ros campos – 11, 22, 33 e assim sucessivamente. Se a taxa de vibração de um campo muda e a relação var ia, sent ir -te-ás «deslocado» ou enjoado. Dado que a vibração dos campos e das taxas relat ivas de vibração são vi talmente impor tantes, vol taremos ao assunto na Segunda Par te deste l ivro. Para encer rar este capí tulo: diz-se com f requência que a ciência e a rel igião são como dois comboios movimentando-se na mesma di reção, sobre car r is paralelos, num processo onde a religião se empenha na exploração do Pensador e a ciência na exploração do Pensamento. Não tarda, porém, ambas se encont rarão num ponto onde os carr is passam a ser um só. O que acontecerá então? Bom, poderá ocor rer um choque tremendo ou, pelo cont rár io, pode ser que, f inalmente, compreendam que Pensador e Pensamento são uma e a mesma coi sa! O pr incípio organizador do Universo e a energia que compõe o universo, f ísico e não f ísico, são a mesma coisa: um cont ínuo de energia consciente, vibrando em todas as f requências concebíveis e inconcebívei s, organizadas com uma beleza tal que a respiração se suspende. E esta energia delei ta-se no regozi jo da sua cr iat ividade. CAPÍTULO III CAMPOS DE ENERGIA Observa cuidadosamente o l ivro que estás a ler . Vários t ipos de energia concor rem para const rução deste objeto: em pr imeiro lugar , é necessár io um invólucro de espaço-tempo, o qual é def inido por uma onda estacionária que, literalmente, o def ine e faz com que esse espaço possa receber a manifestação da energia; no out ro ext remo da escala, a onda estacionár ia de cada átomo é um campo com, aproximadamente, a centés ima milionésima par te de cent ímet ro. Mi lhões de estes átomos const ituem as moléculas do papel e da t inta, também elas formando ondas estacionárias. Algumas delas estão organizadas sob a forma de cadeias de celulose e de out ras substâncias químicas, orgânicas e inorgâni cas. Os seus campos, na verdade, estendem- se para fora até ao inf ini to, mas o invólucro em forma de l ivro é uma área de espaço de maior condut ividade, enquanto que o espaço fora do campo do l ivro é menos adequado a esta energia. Esta é a razão pela qual, ainda que a energia decaia vert icalmente no limite do campo, não cessa por completo. Dentro do invólucro do campo gerado para o livro, a energia i rrompe at ravés da bar rei ra para formar as par t ículas subatômicas e semi -f ísi cas que se tornam mais densas a fim de conf igurar os átomos do papel e da t inta. Finalmente, bilhões de unidades de energia cons cientes colaboram manifestando-se f is icamente, de acordo com o que foi vi sualizado por mim, pela pes soa que canal izou a informação, pelo editor e, f inalmente, por t i, o lei tor . Por tanto, a tua função é tão vi tal quanto a minha para co-cr iar e manter este l ivro. Então, os teus olhos e o teu cérebro decodi f icam os vibrantes padrões da energia cont idos nos diversos invólucros e, no meio de um mi lagre de organização. . . dás contigo a ler este livro. Tudo isto, evidentemente, ocor re bem longe da tua mente consc iente. Como poder ias concent rar -te o suf iciente para ler o que está es cr ito aqui, ou em qualquer out ro livro, se, s imultaneamente, t ivesses de cont inuar a pensar no que es tá por det rás da sua existência? Por conseguinte, o livro que tens na mão é feito de energia, composta por uma var iedade de f requências que vai desde aquelas que const i tuem as par t ículas subatômicas, até às ondas maiores que def inem o tamanho do papel. Este livro, porém, contêm, ainda, out ra f requência: a minha!
  21. 21. 21 Por f im, a t inta organiza-se nos símbolos (as let ras e as palavras) que uso para te fazer chegar o que desejo di zer -te, sendo que es tes símbolos possuem uma f requência caracterí st ica, a qual está mui to para além da própr ia t inta. Os processos at ravés dos quais o signif i cado do que desejo comunicar está codif icado nestes símbolos, bem como os processos que tu ut i lizas para os decodif icar e extrair , são ext remamente complexos. Para t i , a coi sa pode resumir -se a «ler» o que está escri to; no entanto, ser ia preci so escrever um out ro livro só para explicar as bases deste processo. . . isto part indo do pr incípio de que di sporíamos de um idioma at ravés do qual nos pudéssemos expressar . Além disto, a elevadíssima f requência associada à minha função usa a opor tunidade de estares sentado a ler este l ivro para «injetar» mui to mai s informação para dent ro dos teus campos do que aquela que, conscientemente, absorves at ravés da sua simples lei tura. III.1 - CAMPOS FÍSICOS Já vimos que o teu corpo f ísico é feito de energia consc iente, que sabe estar a fabr icar as células de um corpo fí sico; também vimos que esta energia consciente possui um campo que se estende até ao inf inito, embora a sua intensidade «quebre» no limite do campo da onda estacionár ia que o contém. Assim, apesar de o nível energét ico ser muito for te dent ro da área limitada pelo invólucro f ísico, o campo pes soal estende-se muito para além do invólucro def inido pela pele. Este campo estendido é, simul taneamente, um t ransmissor e um receptor , at ravés do qual tu podes ident i f icar um per igo potencial que esteja por per to, antes que ocor ra. Aqui lo a que se dá o nome de «inst intos », na real idade, é o teu campo estendido que detecta out ro campo, quer se t rate de um t igre com fome ou de um caminhão descont rolado. Igualmente, tu t ransmi tes sinais energéti cos at ravés do teu campo estendido para que out ros os recebam. Daqui nas ceu o ditado: o medo é contagioso. Algumas pessoas são t ransmissores mais poderosos e receptores mais sensívei s do que out ras, mas a verdade é que todos os humanos funcionam desta forma, sem exceção. III.2 - CAMPOS EMOCIONAIS Vimos, anter iormente, que o eu-espí r ito manifesta três campos: o f ísi co, o emoc ional e o mental. O campo emocional é composto de um t ipo de energia que não penet ra at ravés da bar reira f ísica à manei ra das par t ículas subatômicas, tal como o faz a energia do campo f ís ico. Não penet ra mas, obviamente, interage com o campo fí sico uma vez que. . . é no corpo f ísi co que sentes as emoções! Assim, as emoções afetam di retamente o estado do corpo físico, para o bem ou para o mal . No entanto, o corpo emocional é um campo completamente separado, com um invólucro maior – digamos ent re 60 a 180 cm para além do per ímet ro do corpo f ísi co - embora, em algumas pessoas, possa ser bastante maior . Trata-se de um campo percorr ido por energias de f requências especiais, algumas das quais são geradas por t i mesmo; out ras captá- las usando os campos como se fossem antenas. E é assim que te relacionas com uma cer ta emoção. Por conseguinte, é fundamental: - saberes quais as energias que tu própr io geras e quais as que captas do exter ior ; - saberes que tens cont rolo. . . sobre umas e sobre out ras! Suponhamos que, de repente, f icas fur ioso. Bom, donde proveio es sa fúr ia? Evidentemente que algo dent ro de t i a gerou. Talvez tenha s ido a) a expectat iva de que out ra pessoa i r ia compor tar - se de determinada maneira e não o fez; b) preparavas- te para fazer algo de cer ta forma e a coisa deu para o tor to; c) esperavas que determinada experiência ocorresse sob um padrão def inido e ocorreu diversamente, etc. O fato de os teus planos falharem faz com que te sintas imprestável, e a energia do entusiasmo, que antes te preenchia, dissolve-se no campo emocional. Ao sent imento que daí resulta, dás o nome de fúr ia.
  22. 22. 22 A fúr ia, porém, pode provi r , aparentemente, do nada; neste caso, podes estar a captá-la de outra pessoa que está dent ro dos teus campos. Como essa fúria não é tua, podes l ivrar- te dela muito faci lmente fazendo gi rar o teu campo emocional como se fosse uma centri fugadora, enquanto declaras que desejas devolver essa energia ao Universo. Experimenta e sente como essa energia sai de t i . Descarregar as própr ias fúr ias inter iores é igualmente fáci l: deves começar por compreender que se trata, simplesmente, de energia.. . que adora estar em movimento, que se abor rece quando está parada. Compreende, também, que esta energia não é tua; s implesmente tomaste-a por emprést imo, durante algum tempo. Então, faz rodopiar rapidamente os teus campos e declara a t i mesmo: Esta fúr ia (medo, ciúmes, etc. ) não é minha nem eu sou dela. Liber to-a de retorno ao Universo. A energia emocional não é boa nem é má; simplesmente é. No entanto, talvez não queiras livrar -te de out ras f requências, por exemplo, as do amor e do bem-estar. Se sentes uma emoção como agradável , é porque está a ser captada desde outra fonte: o ESPÍRITO. III.3 - CAMPOS MENTAIS O terceiro campo é a morada do intelecto, o qual opera numa banda de f requências ainda mais elevada do que a do emocional, at ravés de uma relação de rotação mais alta. Qualquer um dos teus pensamentos é const i tuído por energia organizada, e é real em função dessa energia. Os pensamentos, por tanto, são est ruturas energét icas dent ro do teu campo mental, const ituindo, assim, o chamado corpo mental . Também este corpo der iva de uma mat r iz oculta - a fonte dessas grandiosas idéias que «te ocorrem«! Um pensamento é uma coi sa real; a verdade, porém, é que os cient istas da Ter ra ainda não foram capazes de o medi r, embora haja vár ios projetos que se aproximam bastante. Muitas exper iências já detectaram var iações na condut ividade das folhas de uma planta, quando o exper imentador se aproxima dela com más intenções. . . empunhando uma tesoura de podar ! Um pensamento é uma energia de alta f requência, organizada sob uma est rutura coerente. Tu t ransmites pensamentos a part i r do campo mental tal como quando operas a par t i r dos out ros campos. No entanto, só raras pessoas conseguem ler os pensamentos alheios. . . embora sejam capazes captar as energias f í sicas e emocionais de quem as rodeia. A clareza da est rutura e da forma de um pensamento depende completamente da claridade da sua concepção. Uma estação de rádio que esteja a tocar um di sco velho e r is cado, i rá t ransmit ir música «velha e ri scada». Isto é mui to impor tante, porque as formas de pensamento que tu t ransmites vão afetar di retamente os campos de quem está por perto. Assim, se tiveres pensamentos claros mas repletos de medo, estás a t ransmiti r um sinal claríssimo de que esperas que algo de mal te aconteça... o que é al imentado pelo combustível proveniente das poderosas emoções que acompanham o processo. E, dado que o Universo se adapta mui to faci lmente, não tardará a «gerar» o que pensaste. Af inal, o que se passa, quando i sto ocor re? Quando t ransmites formas de pensamento de medo para dent ro dos campos das pessoas que te rodeiam alteras, de fato, a sua «disposição». Quando captam os teus pensamentos de medo, essas pessoas começam (quase sempre sem se aperceberem) , a ver -te como «uma ví t ima que espera que ‘aqui lo’ lhe aconteça ». Assim, o que tu estás a fazer , realmente, é a convidá-las para reforçar a tua própr ia mentalidade de ví tima. . . o que elas poderão sent i r - se compelidas a fazer !
  23. 23. 23 Bem ao cont rário, se sabes es tar protegido pela divindade, não chamarás a atenção de alguém que ande por per to. . . à caça de vít imas do medo para o reforçar. Isso não acontecerá simplesmente porque não há ressonância ent re t i e esse «caçador»; serás apercebido, sim, pelas pessoas que ent rem em ressonância com os teus campos repletos de pensamentos inspirados pela divindade. É desta forma que cr ias a tua real idade. Tudo ocorre através da ressonância, a qual é imparcial em face de energia «boa» ou «má». Assim, tal como dissemos que sucedia com as cordas da guitar ra quando t rocam, entre si, a energia das ondas estacionárias, as pes soas que captam o teu medo. .. ampl if icam-no e devolvem-no à procedência! Se levares o teu medo para dent ro de um grupo, poderás «amplif icar» o medo de todos os membros do grupo a tal ponto que, mui to rapidamente, te verás obr igado. . . a ter de enf rentar aquilo que te mete medo! Felizmente, a energia emocional do amor e as formas de pensamento cheias de amor são t ransmit idas e ressoam exatamente da mesma maneira. . . embora mais for temente, dado que estão em harmonia com a natureza do Universo. Por isso, todas as coisas f luem mui to mai s faci lmente quando possuem essa vibração! Injetando energia de amor nos pensamentos, não só aumentas o teu poder de t ransmis são, como o Universo se torna cada vez mais maleável e sensível às tuas formas de pensamento. Uma das vantagens di sto é que a concret ização desses pensamentos se torna cada vez mais rápida. Até aqui , devias sustentar uma c rença durante anos até que ela se mani fes tas se na tua vida; hoje, porém - e cada vez mai s – alguns dias são suf ic ientes. Felizmente, as crenças que são coerentes com a fluência da verdade univer sal manifestam-se mai s faci lmente do que aquelas que a cont rar iam! III.4 - A TUA MENTE NÃO É O TEU CÉREBRO Há mui tos cient i stas que procuram dent ro do cérebro as funções da mente humana. Isto é o mesmo que inves t igar o inter ior de um aparelho de rádio em busca da voz que se ouve, e perguntar como é que os ci rcui tos eletrônicos são suf icientemente intel igentes para saberem quai s as taxas da bolsa de valores, onde estão a ocorrer os engar rafamentos de t rânsito, qual a previsão do tempo, e as out ras informações que a rádio costuma fornecer! Obviamente o aparelho de rádio não sabe de todas estas coi sas; o que faz, com muita ef ic iência, é detectar o campo elet romagnét ico codif icado com toda aquela informação, ou seja, o sinal de t ransmi ssão em que se encont ra sintonizado! De igual forma, também o cérebro detecta o que ocorre no campo mental. Embora o teu cérebro esteja um tanto l imi tado pelo hábi to do que costuma sintonizar , tu podes ampl iá-lo um pouco. Tu possuis uma «estação favor ita» à qual dedicas quase todo o teu tempo de audição; mas, com um pouco de prát ica facilmente poderás deslocar , para cima e para baixo, o teu «sintonizador de f requências». Aqueles que fazem isto sem se aperceberem f icam muito confundidos com todas as «est ranhas emissões » e os «ruídos de estát i ca» emit idos pelas out ras pessoas! O cérebro, em si mesmo, não sabe nada, evidentemente. Ele é um milagroso decodif icador e t radutor, uma antena surpreendentemente complexa em relação aos campos mental e f ísico, processando os sinais provenientes dos sentidos externos e cor relacionando-os, por forma a oferecer um quadro completo da realidade f ísi ca. Quando os teus olhos vêm um padrão de energia, o cérebro conver te esse emaranhado de sinais em imagens de mesas, cadei ras, árvores, etc. No entanto, as funções da mente - o pensamento, por exemplo - estão ancoradas no campo mental , não no cérebro. Não penses que estou a minimizar as funções do vosso cérebro. Na sua qualidade de «biot ransdutor» ele é um dos t ransmissores/ receptores de energia elet roquímica mais
  24. 24. 24 complexos que existem em qualquer plano f ísico, em qualquer par te do Universo. E foram vocês, enquanto ESPÍRITO, que o conceberam e desenvolveram como resposta à necessidade da espécie humana se focalizar totalmente no plano f ísico. O vosso cérebro é único no Universo! * * * Por tanto, aquilo que te parece ser o «tu», na verdade, não passa de um certo número de campos, cada um dos quais sus tenta uma banda de energias surpreendentemente complexas, compostas por um enorme número de f requências interat ivas. Esta combinação de energias, ou marca energét ica, def ine a tua personal idade. . . e é úni ca no Universo! Estes padrões indes cr it ivelmente complexos que const ituem o «tu» que tu conheces, variam cons tantemente de acordo com as alterações que, a cada momento, ocor rem nas intenções e nas funções do teu eu - espir itual . Ass im sendo, torna-se urgente que aprendas a ser sensível às suas energias. Por exemplo, se estás ocupado e, de repente, a coisa deixou de te interessar, é bom que pares e vás fazer outra coisa... ou não fazer nada. Esta mudança de estado signi f ica que ocorreu uma deslocação dimensional mais elevada, pelo que a energia, simplesmente, se escapou do que estavas a fazer. Também é possível que estejas num determinado lugar e, de repente, sintas que tens de sai r dal i . Date a honra de respei tar esse sentimento e sai . Não te desculpes; diz simplesmente: «É tempo de me i r embora.» Embora as f requências energét icas dos campos f ísico, emocional e mental não se sobreponham, ocor rem ressonâncias ext remamente complexas entre elas; por exemplo, a energia do medo do corpo emocional afogará os pensamentos de ot imismo do corpo mental. Di st intos t ipos de energia também interagem dentro de um mesmo corpo; por exemplo, uma f requência de medo cobr i rá, e mui to provavelmente exclui rá, a f requência do amor . Isto ocor re devido à forma como estas duas f requências interagem ent re si : o medo – quer esteja a ser mani festado como suspeita, ciúmes, ar rogância, menosprezo por si mesmo, etc.– é uma energia de baixa f requência que bloqueia as energias de f requências mais elevadas. Bom, não julgues o medo como algo «mau» (ele é, de fato, um excelente professor no que toca a determinadas l i ções), mas encara-o – e isto é urgente – como aqui lo que, na verdade, é: simplesmente energia! No entanto, é sempre o medo que está na base dos sent imentos de inadequação, de incapacidade de lidar com a vida ou com algum aspecto especí f i co dela; e, lá bem no fundo, é nele que assenta a sensação de estares separado do ESPÍRITO. Repara, no entanto, que não passa de uma sensação de separação, pois, na verdade, tu jamais estás, estiveste ou estarás separado. Não é assim que o Universo funciona! O medo pode ter uma magnitude tal que invada completamente os teus campos e dis torça, por completo, todas as emoções e pensamentos. I sto levar -te-á, é claro, a interpretar o ato mais genti l como um mero interesse egoísta. Felizmente, tal como veremos, a emoção do amor atua exatamente da mesma maneira e pode inundar todos os teus campos. Provavelmente, aqui lo que melhor determina a forma como te sentes e até que ponto estás «em forma », é o grau de al inhamento dos corpos emocional e mental. Relembra que um corpo é a combinação de um campo e dos seus conteúdos; assim, quando estão equil ibrados, eles posicionam-se simet ri camente à volta do corpo fí sico e vibram na proporção mais adequada. Todavia, após uma violenta discussão com alguém, o emocional poderá f icar li teralmente «torcido», ao passo que o mental , após um t rabalho cerebral intenso, poderá dar a sensação de estar localizado exclusivamente à vol ta da cabeça e de vibrar de forma er rát ica. Mais adiante veremos algumas técnicas que te ajudarão a real inhar os corpos, mas, por agora, é suf iciente que saibas que os tens!
  25. 25. 25 III.5 - O SISTEMA DE CHACRAS Como é que a energia pode vibrar verdadeiramente se estes t rês campos funcionam em dis tintas bandas de f requência e gi ram em proporções igualmente di ferentes? É aqui que os chacras ent ram na his tór ia. Os chacras são, não só t ransformadores da f requência energét ica, mas também – e por direito própr io – locais de armazenamento. Existem muitas descr ições dos chacras, mas poucas expl icam qual é, verdadei ramente, a sua função. Suponhamos que algo de grandioso está a ocor rer num dos teus campos. Por exemplo: um poderoso inf luxo de energia sexual porque te preparas para fazer amor . Neste caso, o segundo chacra, que está especialmente sintonizado com esta f requência, t ransforma a energia do campo que se encont ra exci tado (espi ri tual, mental ou emocional ) em f requências capazes de at ivar as dos out ros campos. Em consequência dis to, às tantas, todos os t rês campos ent ram em vibração com es sa energia sexual. Out ro exemplo: suponhamos que alguém surge para ameaçar a tua sobrevivência. Es te é um «caso» para o pr imei ro chacra, o qual i rá sintoni zar -se: - com o pensamento de per igo (do corpo mental ) que está relacionado com a si tuação; - com o sentimento de raiva (do corpo emocional) em relação a quem está a ameaçar -te. Então, perante este quadro, desatas a enviar mensagens de per igo para os outros campos. Se eles est iverem alinhados, responderão prontamente e atuarão no sentido de te l ivrar do apuro; se est iverem desal inhados. . . f icarás confundido e atordoado: o teu corpo mental pensará «Vou convencer o as saltante a não me agredi r»; o corpo emocional sent irá: «Isto faz-me lembrar quando o meu pai me ameaçava»; e o corpo f ísico gri tará: «Desanda daqui e salva a tua vida!» Estamos mui to agradecidos a Ar iel por ter t razido ao planeta a técnica do «Chacra Uni fi cado», uma vez que, mediante este processo, todos vocês serão capazes de, l iteralmente, expandir o chacra do coração até que envolva todos os out ros. Tal como veremos na Segunda Par te, o Chacra Uni fi cado e os campos de energia al inhados são de crucial importância, não só para a sobrevivência, mas também – o que é o mais impor tante – como fer ramentas vitais para poder ascender. Assim, em cer to nível , tu és const ituído por três campos cada um dos quais consiste em energia vibrando sob inumerávei s f requênc ias diferentes. Cada campo comporta ou apóia cer tas f requências das ondas estacionár ias e, simul taneamente, atua como antena t ransmis sora e receptora. A combinação de f requências e de ampl itudes relat ivas é única para cada pes soa e, de um ponto de vista mais amplo, def ine quem tu és como um corpo e como uma personal idade. Esta combinação ou «as sinatura energét ica» caracter iza-te individualmente, tal como o t imbre de um inst rumento musical o di st ingue de todos os out ros, ainda que sejam do mesmo t ipo. As energias dos t rês corpos interagem ent re si sob formas indescr i t ivelmente complexas: os pensamentos afetam o campo fí sico e emocional; as emoções inter ferem com os pensamentos e o corpo f ísico, etc. Vimos at rás que o conjunto dos teus campos energét icos pessoais podia ent rar em ressonância com out ros dois t ipos de campos : 1) o das out ras pessoas que se encont ram por per to; 2) o da real idade de consenso de todo o planeta. Vejamos o pr imeiro caso. Cada pessoa que encont ras apresenta o seu própr io show energét ico. Imagina que, um dia, resolves dar um passeio pelas redondezas. Sentes-te bem disposto, posi t ivo, conf iante, sem medo e apetece-te ser gent i l para toda a gente. Então, de repente, encont ras um velho amigo que se sente mui t íssimo preocupado e fur ioso porque acaba de ser despedido. O que é que acontece quando os vossos campos energét icos se mis turam?

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