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Informação Importante:Este livro ─ EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas─ Ensaios, foi enviado à AMORC, com...
"A religião do futuro será uma religião cósmica, baseada na experiência, eque recusa dogmatismos. Se houver alguma religiã...
EGOCIÊNCIA E SERCIÊNCIA VS. ALGUMAS QUESTÕES HUMANASSumárioPrefácio .........................................................
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                         05PrefácioCreio que sempre que uma pessoa esc...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                           06ESPAÇO 1      ( Referente a parte 3 do li...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                        07P. 5 A SENSAÇÃO É ÚNICA E CONSTANTE, mas tem...
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EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                    09P.16 Seria mais fácil e simples dizer que O TODO...
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EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                         17ESPAÇO 3 ─ A MENTENeste Espaço damos início...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                         18Durante os quase 60 minutos de gravação da ...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                       19“Na “mente” (ou antes, na “consciência”) pare...
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EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                         25Aproximadamente 2 anos depois, Niels Bohr, ...
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EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                       27oferece, como produto, não é propriamente ori...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                          28vimos, neste Espaço, quando falamos de ENE...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                       29os seres da Natureza, essa “capacidade”, essa...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                        30Voltando ao tema ─ inteligência, apesar de t...
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EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                    32Encerrando esses parágrafos sobre linguagem, gos...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                      33ESPAÇO 5 ─ Como teriam sido os tempos remotos?...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                           34especificamente ─valem       ser lidos, n...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                     35genética de “deuses” vindos do espaço, de algum...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                       36ter vindo junto com o DNA, dos anunaques, que...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                      37ESPAÇO 6       ─ Qual terá sido sistema de cre...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                          38Após seus “olhares” terem “concretizado” g...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                        39Com certeza, nos primeiros animais humanos, ...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                          40ESPAÇO 7 ─ AlmaUm dos aspectos mais discut...
EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas                     41Se alguém pensar que isso torna “nossa” vida in...
Ego ciência e serciência versus proposta do sagrado
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Ego ciência e serciência versus proposta do sagrado

  1. 1. EGOCIÊNCIA E SERCIÊNCIA Versus Algumas questões humanas Ensaios Maria do Rocio Macedo Moraes Brasil ─ março 2012
  2. 2. Informação Importante:Este livro ─ EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas─ Ensaios, foi enviado à AMORC, como doação e para guarda.Mesmo procedimento foi adotado para os livros ─ EgoCiência eSerCiência – Ensaios e EgoCiência e SerCiência ─ Em busca deconexões quânticas – Ensaios.
  3. 3. "A religião do futuro será uma religião cósmica, baseada na experiência, eque recusa dogmatismos. Se houver alguma religião que possa lidar comas necessidades científicas, essa seria o Budismo."Albert Einstein"Minha religião consiste em humilde admiração do espírito superiore ilimitado que se revela nos menores detalhes que podemosperceber com os nossos espíritos frágeis e duvidosos. Essaconvicção profundamente emocional na presença de um poder deraciocínio superior, que se revela no incompreensível universo, é aidéia que faço de Deus." (negritos da autora)Albert Einstein"Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário. Amaioria de nós prefere olhar para fora e não para dentro de si mesmo."Albert Einstein
  4. 4. EGOCIÊNCIA E SERCIÊNCIA VS. ALGUMAS QUESTÕES HUMANASSumárioPrefácio .......................................................................................................... 05ESPAÇO 1 (Referente a parte 3 do livro EgoCiência e SerCiência ─Ensaios)...... ........ 06ESPAÇO 2 (Referente ao Espaço 6 ─ Ego e Ser, do livro EgoCiência e SerCiência ─Em busca de conexões quânticas) ......................................................................... 13ESPAÇO 3 ─ Mente .......................................................................................17ESPAÇO 4 ─ Será que podemos pensar, um pouco, sobre a origemda Vida? ....................................................................................................... 24ESPAÇO 5 ─ Como teriam sido os tempos remotos? ............................. ..... 33ESPAÇO 6 ─ Qual teria sido o sistema de crença dos primeiros animaishumanos? ..... ............................................................................................... . 37ESPAÇO 7 ─ Alma ......................................................................................... 40ESPAÇO 8 ─ O Sagrado e o Profano ............................................................ 47ESPAÇO 9 ─ Sagrado versus Religião .......................................................... 49ESPAÇO 10 ─ O Bem e o Mal ........................................................................ 59ESPAÇO 11 ─ Ética ........................................................................................ 64ESPAÇO 12 ─ Considerações finais ............................................................... 66BIBLIOGRAFIA ................................................................................................ 74
  5. 5. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 05PrefácioCreio que sempre que uma pessoa escreve um livro, esse próprio ato, namaioria dos casos, abre horizontes para outros escritos.Quando expus o EgoCiência e SerCiência ─ Ensaios, mesmo ele tendo recebidoessa designação Ensaios, considerava ter, não propriamente esgotado, masposto o que considerava, então, como algo encerrado em si mesmo.Isso não aconteceu; o leque ampliou-se, de tal forma, que precisei focar pontosbem “distintos” objetivando mais clareza e menos multiplicidade de assuntoscorrelatos, num mesmo Espaço.Mesmo tendo certeza que tudo está ligado com tudo ─ que não háfragmentações ─, de forma racional e lógica temos que tratar cada assuntoem sua devida “especialidade”, mesmo que envolvido num contexto mais amplo,como não pode deixar de ser.É assim que está em suas mãos, leitor (a), o EgoCiência e SerCiência versusAlgumas questões humanasCom a finalidade de auxiliar no entendimento do que será exposto, tomamos aliberdade de, no Espaço 1, trazer algo que “captei” em 21 de setembro de 1996e que faz parte do livro EgoCiência e SerCiência ─ Ensaios. Essa inclusão,permite melhor entendimento a quem ainda não tenha lido o acima citado. EsseEspaço irá da página 06 até página 12, e virá todo em itálico.No Espaço 2, também todo em itálico, traremos outro ponto importante paramelhor entendimento, deste livro. É o Espaço 6 ─ Ego e Ser, que consta do livroEgoCiência e SerCiência ─ Em busca de conexões quânticas.Com as duas inclusões será mais fácil transitar pelos demais Espaços que irãocompor o EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas.Aos que já leram os dois livros acima citados, peço a compreensão; essa formade agir é para facilitar a outros tantos, que não os leram, o entendimento, deste.
  6. 6. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 06ESPAÇO 1 ( Referente a parte 3 do livro EgoCiência e SerCiência ─ Ensaios)P. 1 Tal qual um pequenino ponto de luz, iniciei “viagem” através dos séculos,sem ater-me a ideia de tempo, porque tudo ESTÁ, desde o ontem até o amanhã,pois são ─ SEMPRE.P. 2 E nesse espaço indefinido e indefinível que “penetrei”, na busca dosséculos, há um silêncio profundo, adormecido, contagiante. Estando nele,silenciamos de forma completa e absoluta e o que se “ouve”, é totalmentediferente de qualquer ouvir conhecido por nós, seres humanos. Esse espaço, não é espaço como nós concebemos; pode até mesmo serchamado, como já o foi, de “vácuo”. Por que “vácuo”? Porque nada daquilo que conhecemos como espaço se fazpresente ou é sentido. Não há delimitação de área; não há esquerda ou direita;nem alto nem baixo; não há em cima nem embaixo; não há quadrado, nemtriângulo, nem circunferência; não há calor nem frio, nem se precisa saber se édia ou noite; não há pressa nem vagar; a velocidade não é sentida.P. 3 Em princípio a sensação é estranha, inimaginavelmente estranha, porque,nesse espaço secular, milenar você convive com ENERGIA que você sente, poisna raiz mesma da ENERGIA, ela não é força, não é movimento, não é sólida,nem líquida ─ ela é SENSAÇÃO. Você sente a SENSAÇÃO e os diferentesníveis dela mesma, mas você sabe que essa SENSAÇÃO é totalmente diferentedaquelas sensações detonadas por algum órgão de sentido ─ visão, tato, olfato,audição.P. 4 Somos envoltos em um ESTADO de constante SENSAÇÃO, que naverdade, equivale a uma realidade que ultrapassa todos os níveis de bem-estar,de plenitude que possamos imaginar ou sentir. Essa SENSAÇÃO, não é umasensação localizada ─ na cabeça, no peito, no abdômen; também não é umarrepio, nem calafrio, nem vertigem; não é alegria, surpresa; não é euforia, muitomenos ansiedade.
  7. 7. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 07P. 5 A SENSAÇÃO É ÚNICA E CONSTANTE, mas tem diversas frequências,intensidades diferenciadas, algo assim como uma escala musical ─ dó, ré, mi, fá,sol, lá, si ─, que mesmo você não conhecendo música, de forma teórica, vocêpercebe as variações de tons; assim é com a SENSAÇÃO.P.6 A grande diferença é que essa SENSAÇÃO você não a sente da formacomo concebemos e definimos um sentir; VIVE-SE essa SENSAÇÃO; SOMOSESSA SENSAÇÃO; ela não está fora de nós pois estamos imersos nessaSENSAÇÃO; nosso SER QUÂNTICO faz parte dela, É ela.P. 7 Essa SENSAÇÃO tem uma “linguagem” específica, através da qual osdiferentes níveis são reconhecidos por ela mesma, e os níveis, entre si. Há umfluxo contínuo de “atração” e “repulsão” num interminável ESTADO DECRIAÇÃO que, por milionésimo de milionésimo de segundo, percebe-se emformas e cores diferenciadas, “existindo” e deixando de existir quase quesimultaneamente, e SEMPRE, SEMPRE. A “linguagem” existe SEMPRE, sem ser preciso que algo seja pronunciado ou“escrito”; não poderíamos chamá-la de linguagem telepática, pois seria um erro.P. 8 Tudo ESTÁ e por onde se passa, por onde se circula capta-senaturalmente essa “linguagem”, sem interferências, sem equívocos; e todo oESPAÇO é PLENO dessa “linguagem”; por isso o ESPAÇO, o INFINITO é UNO,na ENERGIA e na LINGUAGEM, ou melhor, ambos são uma só coisa ─ENERGIA/LINGUAGEM, sem dicotomia, sem que isto seja uma coisa e aquilooutra. Ambos são a mesma coisa ─ ENERGIA/LINGUAGEM.---------------- Não se busque o Princípio disso que temos ideia do que sejaUNIVERSO; não existe, dentro da lógica cronológica humana, terrena,noção do que seja esse “Princípio” e não será neste estágio de Ser quepoderemos saber; num Estado mais avançado mentalmente, talvez. --------P. 9 O PENSAMENTO que envolve todo o UNIVERSO é UNO. Não existemdivergências de pensamento quanto a UNIDADE; todos os processosintermináveis, constantes e imediatos que ocorrem, “pensam” essa UNIDADE,essa INFINITUDE, e a INTELIGÊNCIA que permeia, que origina essePENSAMENTO é também UNA, CONEXA.P.10 Portanto, a ENERGIA É SENSAÇÃO, INTELIGÊNCIA, PENSAMENTO ELINGUAGEM. ------- Neste ponto seria correto pensar, que a famosa fórmula do grandecientista Albert Einstein poderia traduzir melhor a realidade a que se propõe se
  8. 8. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 08fosse mudada para, talvez, PE=m.c2, pois mediante ao que a ENERGIA é,realmente, essa fórmula não faz jus, não reflete o REAL.P.11 Inclusão∗: A famosa fórmula de Einstein é relativa a determinado nível deEnergia, a determinada faceta da ENERGIA ─ creio eu ─ e não para aENERGIA, em sua expressão máxima, ainda desconhecida pela Ciência. O que pode significar P, “sugerido” em P.10, apenas pessoas capacitadaspoderão cogitar, se assim quiserem fazê-lo.P.12 Essa ENERGIA-SENSAÇÃO é INTELIGENTE e “pensa” não um único“pensamento”; diríamos ser impossível sequer imaginar a quantidade deles,mesmo porque a ordem é sempre crescente, até mesmo exponencial. Mas elapensa UNO, pensa em COMUNHÃO, pensa em CONEXÃO. Todos ospensamentos saem de um mesmo ponto e retornam; eles não são perdidosou extraviados; eles cumprem a meta a que se destinam e permanecemVivos, Ativos.----------- A ETERNIDADE NÃO É TEMPO. É VIDA DO PENSAMENTO QUE ÉSEMPRE. “NO PRINCÍPIO ERA O VERBO” ─ E O VERBO ERA SER, É SER ESERÁ SER.P.13 O PENSAMENTO é UNO, mas a LINGUAGEM, através da qual essePENSAMENTO é expresso, é diferente de um nível para outro, dessa mesmaENERGIA. Essa LINGUAGEM É; ela existe em todo o UNIVERSO.P.14 Após algum “tempo” envolta nessa Atmosfera Energética Universal,percebo totalmente que a SENSAÇÃO, através da qual “captei” parte do TODO,é, na verdade, a forma como o Espectro de Energia de nosso Corpo de Luz“percebe” todos os processos de VIDA do nível a que estamos falando; melhorainda ─ a ESTRUTURA QUÂNTICA de nosso Corpo de Luz é que percebeesses processos; mas nossa estrutura cerebral, nossa estrutura psíquica estácom o potencial para “decodificar” essa SENSAÇÃO, praticamente atrofiado, atémesmo, desativado. Não conseguimos decodificar nem a SENSAÇÃO, nem aLINGUAGEM.P.15 A ENERGIA É INTELIGÊNCIA, PENSAMENTO E LINGUAGEM.∗ Inclusão: ponto adicionado após audição do conteúdo da fita. 152
  9. 9. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 09P.16 Seria mais fácil e simples dizer que O TODO é ENERGIA e pronto; mas,apenas isso não bastaria para nossa estrutura lógica de pensar ser despertapara um outro nível de pensamento.----------É COM ESSA PROFUNDA LIMITAÇÃO QUE TRABALHAMOS PARATRAZER ATÉ A MENTE HUMANA UMA PERSPECTIVA DO QUE SEJA AREALIDADE UNIVERSAL-------------P.17 A ENERGIA que É, é INTELIGENTE; na realidade ela sabe tudo; nadaescapa ao seu “conhecimento” ou “reconhecimento”; mas não porque saiba porsaber, mas sabe por SER, sabe por que É, por que É TUDO.P.18 A ENERGIA É PENSAMENTO SEMPRE.P.19 A ENERGIA E O PENSAMENTO DELA SÃO UMA SÓ E MESMA COISA.P.20 Assim, a ENERGIA INTELIGENTE É PENSAMENTO E É TAMBÉMLINGUAGEM.P.21 A ENERGIA se auto-comunica através de uma LINGUAGEMfantasticamente simples, mas, exuberantemente complexa, pois todos os níveisda ENERGIA conhecem a LINGUAGEM do TODO, mas trabalham comLINGUAGEM específica a cada nível ─ a estrutura pensante de cada nível daENERGIA comporta a LINGUAGEM do TODO. É estranha a Sensação que setem da existência dessa LINGUAGEM, pois parece que ela vibra, esse é o termo─ ELA VIBRA POR TODO O UNIVERSO, INCLUSIVE EM NÓS.P.22 É importante dizer que SOMOS a ENERGIA na ESTRUTURA QUÂNTICAde “nosso” Corpo de Luz; é a esse nível de nosso Ser que a ENERGIA trabalha.Esse Corpo de Luz é “conectado” à nossa estrutura material através de “nosso”Centro Nuclear, que não deve ser entendido como um único ponto isolado,mesmo sendo Um e provavelmente é o PAI ─ PRINCIPAL ÁTOMO INICIAL quesendo o CENTRO NUCLEAR, esparge ENERGIA e ao final do tempo matéria“recolhe” essa ENERGIA, que permanecerá ad infinitum em “nosso” Corpo deLuz, como sempre esteve.P.23 É O “NOSSO” CORPO DE LUZ, CONECTADO A NÓS MATÉRIAATRAVÉS DO CENTRO NUCLEAR QUE “ARMAZENA” A RESULTANTE DENOSSOS ATOS PELA SENSAÇÃO ENERGÉTICA QUE ELES EMITEM.P.24 Ao falar em Corpo de Luz conectado a nós matéria, dá a impressão deduas coisas distintas, mas não são. Somos completamente Corpo de Luz sóque, pelo nosso despreparo, pelo embrutecimento de nossos órgãos de sentido,
  10. 10. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 10tanto terrenos quanto Universais, Cósmicos, só conseguimos ver, sentir o corpomaterial, que é uma realidade terrena. Esse Corpo de Luz não é primazia do serhumano; todo ser vivente da Natureza o tem, mesmo que em vibrações efrequências diferenciadas, através dos níveis. Hoje, bem mais que em tempos passados, em razão da materialidadepsíquica e emocional, das pessoas, tornou-se extremamente raro quemconsegue perceber o Corpo de Luz.P.25 Estranho, lembro algo, agora, que está também aqui no ESPAÇO ─ aImagem do Monte Tabor, quando Jesus, O Cristo tornou-se inteiramenteiluminado; essa foi a visão incrustada no ser humano e pela qual o serhumano busca; Ele conseguiu mostrar ─ pela força mental, pelo poderpsíquico, pelo poder de transfiguração ─, esse Corpo de Luz, O Corpo deLuz. Essa Imagem definida no Monte Tabor ─ TRANSFIGURAÇÃO ─, é aImagem que deveria ter ficado; foi escolhida a Imagem de JesusCrucificado; mas a Imagem para ter ficado é aquela do Monte Tabor; elateria diferenciado totalmente as conexões dos seres humanos. É necessário que a Imagem de Jesus Crucificado ─ essa imagemdolorida, sofrida, pesada, seja trocada; as pessoas e as religiões cristãsque têm como símbolo essa imagem devem guardá-la; e já que o serhumano ainda precisa de uma imagem, algo semelhante a do Monte Tabordeverá ser colocada em lugar da Imagem de Jesus Crucificado, em todosos lugares e URGENTEMENTE.P. 26 Inclusão∗ : convém lembrar o que foi dito na Transfiguração, em Lucas,Mateus e Marcos. Lembremos Mateus 17,1-2 ─ “Seis dias depois, Jesus tomouconsigo a Pedro, Tiago e seu irmão João, e os levou a um lugar à parte, sobreum alto monte. Transfigurou-se diante deles: seu rosto brilhava como o sol esua roupa tornou-se branca como a luz.”Agora, vejam as seguintes definições de: Figura: forma exterior, representação; Figuração: ato de figurar; figura. Assim, Transfiguração pressupõe algo além da figuração, que transcende,que ultrapassa a figura. Assim, creio eu, a TRANSFIGURAÇÃO mostra que afigura humana, portanto, sua forma exterior é apenas algo que assim o é, porque∗ Inclusão: ponto adicionado após audição do conteúdo da fita.
  11. 11. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 11não conseguimos ver aquilo que é Real, ou seja, o Corpo de Luz; esta, creio eu,não é uma questão religiosa; é uma questão científica.P.27 A ENERGIA, mesmo sendo UNA, como é, existe ou É, em diversos níveise até mesmo sub-níveis, mesmo sendo UNA. Esse níveis e sub-níveis daENERGIA são ESTADOS DE VIDA DIFERENCIADOS e com Peculiaridades acada nível.No Estágio Vida no Planeta Terra, vários níveis e sub-níveis da ENERGIA estãoem atuação, e o Estágio Vida do Planeta Terra é uma “réplica” imperfeita ainda,do ESTADO VIDA de um dos níveis, de um dos complexos energéticos daENERGIA. Só que o Estágio Vida, pela extrema materialidade artificial daspessoas, distanciou-se ainda mais dessa “réplica” Universal.P.28 Em cada um de nós existe um Centro Nuclear; esse Centro Nuclear nosconecta à ENERGIA CÓSMICA mas tem também a “missão” de preparar umquantum de Energia para um dia, “acoplar-se” ao “molde” Universal que existe,sempre existiu e existirá. É como se a ENERGIA, estivesse “voltada” para aMatéria, e quando acontece a “desativação” desse Centro Nuclear, na matéria, aENERGIA retorna ao nível ou complexo energético, de origem. Esta é uma partedifícil de explicar, mas fácil de entender.P.29 O UNIVERSO NÃO É LONGE; ELE APENAS É; MAS SUA TOTALIDADEÉ VASTIDÃO.P.30 Todos os seres humanos e da Natureza, todos têm sua “réplica” luminosaativada através do Centro Nuclear que conecta a ENERGIA do Corpo de Luz àmatéria, que tem, por sua essência, tudo a ver com a ENERGIA.P.31 Aparentemente, o mais difícil de explicar dentro ou em conformidade coma lógica do pensamento humano, simplesmente, é que os níveis da ENERGIA ─“COEXISTEM”─; estão, digamos assim, todos “misturados”; não há umahierarquia espacial entre eles ─ 1o, 2o, 3o... . Eles estão todos em tudo e a únicadiferenciação entre eles é a LINGUAGEM. É pela LINGUAGEM que, por exemplo, um nível sabe a qual complexoenergético “pertence”. Esse “pertencer” ou não “pertencer” é, pode-se dizer ─INSTANTÂNEO ─ , ou seja, quase ao mesmo tempo um quantum da ENERGIAmuda de um nível para outro, de um complexo energético para outro. Naverdade, a real impressão que dá é que o quantum da ENERGIA é ativado,por uma razão específica, neste ou naquele nível, neste ou naquelecomplexo energético, dependendo única e exclusivamente da LINGUAGEM.Essa “mudança” de nível de um quantum da ENERGIA, não é exatamenteum salto, uma passagem de um quantum da ENERGIA de um nível paraoutro, mas sim, a ativação de um quantum ou de milhares e milhares deles,
  12. 12. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 12neste ou naquele nível, neste ou naquele complexo energético, mediante aLINGUAGEM “utilizada”.
  13. 13. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 13ESPAÇO 2 (Espaço 6 Ego e Ser do livro EgoCiência e SerCiência ─ Embusca de conexões quânticas)Como procuro fazer sempre, esclareço, que após o intenso trabalho com aEgoCiência, dicotomias ─ como a exposta na chamada do Espaço ─, nãoexistem. Elas são, entretanto, necessárias para o nosso entendimento racional elógico, no nível em que “atuamos”.É com base nas aparentes diferenciações, nas “ilusórias” dicotomias que temostanta variedade de ideias, conceitos, premissas, hipóteses, teorias etc., nas maisdiversas áreas do que é chamado “pensamento humano”. Se, por um lado, issoé enriquecedor ─ filosófica e culturalmente falando ─, por outro, nos condicionamais e mais à materialidade, ao extremamente lógico e racional, caso não“abrirmos” aquela “bolha”, referenciada por dom Juan.Em meu entender, o Ego, é um ente quântico capaz de fazer a “ponte” entre amaterialidade e a não-materialidade, “coletando” e “transferindo” dadosenergéticos para o Ser, cuja freqüência vibratória não é, provavelmente,“compatível”, diretamente, com a freqüência da pessoa/matéria e “decodificando”informações do Ser, para a estrutura mental, humana. Mesmo que o Ser, eletambém um quantum da ENERGIA, conheça a Linguagem Universal, ele precisatrabalhar com sua própria Linguagem em seu próprio campo de atuação, poisessa Linguagem é, toda ela, desenvolvida por “diferenciações” vibratórias, atotalidade dela sendo de domínio da ENERGIA, mas cada quantum Dela,“conhece” essa Linguagem porém, trabalha com “idioma” próprio de seu campode atuação.Assim, o Ser e o Ego, sendo “entes quânticos”, têm, cada um, sua linguagemvibratória de “trabalho”, mantendo, entretanto, uma linguagem comum entre elespara, creio eu, entendimento do Todo a ser realizado.O Ego, através da estrutura do corpo físico ─ falando, agora, da pessoa-matéria─, e trabalhando com entes quânticos diferenciados que formam oconglomerado, corpo humano, “fomenta” experiências múltiplas para a matéria epara ele mesmo, em princípio dentro daquela “bolha” de dom Juan, daquela“cadeia” de Einstein, daquelas “pequenas caixas” faladas no Espaço 5.Se o próprio Ego se “deixar” envolver, além do necessário, com a materialidadee com a tridimensionalidade, próprias do ambiente terreno, não haverá aberturapara o conhecimento da Simbiose Matéria/Não-Matéria, Ego/Ser.No livro, O CAIBALION ─ que trata, especificamente, de conceitos Herméticos ─,é citado e comentado o Princípio de Correspondência, que diz: “ O que está emcima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está emcima.”
  14. 14. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 14Como o próprio livro ressalta, isso quer dizer que existe uma analogia, umacorrespondência ─ não uma igualdade ─, entre o que está em cima e o queestá embaixo.No livro Astrologia Cabalística, de Rav Philip S. Berg, há uma citação que o autorfaz de um trecho do Zohar ─ um dos pilares do conhecimento cabalístico ─, quetraz, praticamente, a mesma essência do exposto acima. A citação é a seguinte:“Você que não sabe, mas que mesmo assim aspira compreender, pondere arespeito do que está revelado [no mundo], e entenderá o que está oculto...porque tudo aquilo a que o Criador deu forma corpórea foi criado na imagem queestá acima.”O mesmo autor salienta, ainda: “A Cabala nos diz que tudo o que vemosneste mundo é apenas um reflexo, uma aproximação, uma dica de algoalém das aparências externas.” (negrito do próprio autor)Você pode estar se perguntando, qual a razão de citar o Princípio Hermético, nocontexto deste Espaço. Citei-o, pois acredito que através dele, será mais fácilcompreender o que se seguirá.Em meu entender, o Ego deve ser um ente quântico a caminho do Ser. Veja, nocontexto material, da vida, uma pessoa, para usufruir de uma “posição”melhor devida (material), precisa passar por vários estágios de aprendizagem,aperfeiçoamento. Quanto mais “longe” essa pessoa quiser ir, mais ela precisaráconhecer/dominar diversas áreas de conhecimento. Se assim não o fizer, ficará“subordinada” ao comum, ao “igual à maioria”, dentro da ótica mundana; ficaráfora de um espaço maior, de possibilidades.É isso que penso do trabalho do Ego; se ele não “trabalhar” muito, não atingirá afrequência do Ser ─ seu “Mestre Quântico”, imediato. É evidente que o Egopoderá ter mais facilidade ou mais dificuldade em seu “caminho para o Ser”, emfunção dos “dispositivos” mais ou menos aperfeiçoados, da estrutura da pessoa-matéria.Quais “dispositivos” seriam esses e, através de qual meio eles “surgem”?Bem, vejamos antes o seguinte: é importante observar, que assim como umapessoa-matéria tem maior ou menor chance de almejar crescimento dentro dosistema vigente, chance essa diretamente proporcional ─ mas, até certo ponto, éclaro ─, aos recursos financeiros que dispõe, além de sua condição deinteligência, o Ego beneficia-se, até certo ponto, com essas condições, alémdaquelas”fornecidas” pelos outros entes quânticos que “estruturam”, “suportam”o campo matéria, do corpo humano e que formam o contexto de atuação diretado Ego.
  15. 15. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 15Pense em um software de última geração que você precisa para trabalhar. Mas,o hardware que você dispõe não consegue executá-lo. Nessa circunstância,você faz um upgrade da máquina ou, compra outro equipamento.O Ego, em meu entender, “traz” um software completo ─ e diferenciado ─ a ser“rodado” na estrutura corpo humano, mais especificamente, na estruturacerebral, como um todo. Se essa estrutura não comportar a totalidade dosoftware, evidentemente o equipamento não poderá ser trocado mas, um“upgrade” é possível fazer, sem troca de componentes e sim, através de novassinapses (ligações entre neurônios), possibilidade essa descrita pela neurologiaem seu ramo específico ─ a neuroplasticidade.Hoje existe tecnologia avançada que permite detectar a possibilidade quase“infinita” de novas sinapses e até, do “nascimento” de novos neurônios. Umcaso, que com certeza, seria analisado na atualidade pela neuroplasticidade,seria o do grande compositor Clássico, Beethoven, que aos 26 anos perdeu aaudição e mesmo assim, continuou compondo maravilhas. Se esse caso tivesseocorrido nos dias atuais, provavelmente a neuroplasticidade poderia detectarnovas sinapses, compensatórias, ao problema apresentado.Imagine então, a quantidade de novas sinapses, em grandes gênios dahumanidade ─ além daqueles que foram denominados de Iniciados ─, poistodos, acredito, para que suas estruturas pudessem “rodar” os espetacularessoftwares de “seus” Egos ─ ou, talvez, de seus Seres ─, provavelmente tiveram,sem o saber, a ajuda da neuroplasticidade que, com certeza, vem junto aosoftware “trazido” pelo Ego, para “atualizações” necessárias.Bem, voltemos ao que deixamos pendente, ou seja, “dispositivos” necessáriospara que o Ego tenha seu ”trabalho” facilitado e, através de qual meio eles“surgem”.Quanto aos dispositivos, é mais fácil falar, pois creio que eles estão diretamenteligados à estrutura cerebral, como um todo; bons “receptores”, bons“decodificadores”, bons “transmissores” e, principalmente, bons “processadores”,que devem vir “informados”, creio eu, através do DNA, em sua edição específica,para cada humano, entretanto, passíveis de aperfeiçoamentos, como vimos.É necessário observar que, particularmente, considero o próprio DNA ─ pormotivos óbvios, é claro ─ um Ente ou, Ser Quântico que trabalha com parte daLinguagem da ENERGIA. Isso é importante ressaltar, pois considero que asimplicações, no todo da questão, devem ser fantásticas!Retornando aos “dispositivos”, resumidamente, eles devem ser aqueles quefazem parte do hardware; portanto, conceitualmente, mais físicos. Já os“aplicativos”, como inteligência, raciocínio lógico e outros, não tenho certeza seviriam junto aos softwares do Ego ou, através do próprio DNA pois este, acredito,é atualizado constantemente e até, cumulativamente, através das gerações. Sua
  16. 16. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 16“programação” não é “estática”, definitiva, principalmente em relação aos“aplicativos” salientados.Amigo (a) leitor (a), para que você entenda melhor como vejo o Ego e o Ser,digo-lhes, mais uma vez, que os considero entidades quânticas, cada umaatuando em frequências diferenciadas “dentro” e, em perfeita consonância, coma própria ENERGIA, como um Todo.Quanto a mim, pessoa-matéria, creio ser a parte que comporta aoperacionalidade do Sistema em questão; “operacionalizo” para o Ego, e“meus” componentes, também, em essência, quânticos, fazem o trabalho deles,todos envolvidos na magnífica estrutura da VIDA, da qual, a vida que seapresenta, no Planeta Terra ─ também ele um Ser Vivo! ─, é apenas um tipoentre milhares e milhares de outros, espalhados pelo Universo, cada tipo devida, composto de “formas” totalmente diferenciadas e inimagináveis!Essa “operacionalização”, dentro de todo contexto de Vida, neste Planeta é deextrema importância; sermos “veículos” dessa “operacionalização”, permite queo Ego-pessoa, encontre, na estrutura física humana, meios de“recepção/decodificação” de seu aparato mental para, através desse trabalhoefetuado, pela pessoa matéria chegar ao campo receptivo/informativo, de outroEgo-pessoa.Essa observação acima é um pouco estranha, mas ela tem fundamento.Observe os fenômenos de Telepatia; nesse caso específico, há uma“interligação” entre os Egos-pessoa; as mensagens “circulam”, “navegam”independentemente da estrutura corpo-físico humano pois são duas entidadesquânticas (partículas para a Ciência) que, nesse caso específico, estãocorrelacionadas, por “razões específicas”. Se fossemos, todos, conscientementeconectados, correlacionados, os Egos (entes quânticos) não precisariam de umsistema “operativo” como o é a estrutura física para “comunicar” seus“pensamentos”. É no que acredito.É muito provável que, em outros níveis/complexos de Vida, espalhados peloPlaneta e em todo Universo, a “comunicação” não necessite“aparelhamento/mecanismo” tal qual o temos, entre humanos.”
  17. 17. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 17ESPAÇO 3 ─ A MENTENeste Espaço damos início, de forma específica, ao que será tratado, neste livro.No livro EgoCiência e SerCiência – Em Busca de Conexões Quânticas, narreialguns acontecimentos, um pouco anteriores a essa “captação”; vou trazê-los,para depois continuarmos, por ser importante fazê-lo em atenção ao leitor queainda não leu, o acima citado.Colocarei em itálico e entre haspas, paradiferenciar. “É importante que lhes conte ainda, de três situações que ocorreram comigoalguns meses antes da data de 21/09/1996, pois creio que elas estão, dealguma forma, profundamente relacionadas ao que será visto nesta parte três dolivro, e sequência. Tentarei descrever de forma mais clara possível.Uma dessas situações ocorria quando via luzes de cores diferenciadas, emdiversas formações geométricas. Quando isso ocorria, em momentos derelaxamento, não podia prender a atenção nas formas, pois perdia a conexãotanto com elas ─ as formas ─ quanto com as luzes coloridas. Assim, deixava ascoisas acontecerem, sem tentar “observar” nada com mais atenção econseguindo assim “ver”, com nitidez, tanto as cores quanto as formações.Quando tudo acabava, conseguia lembrar de algumas delas ─ das formações ─,pois eram tantas, talvez até centenas, em questão de minutos. Outra situação era vivenciada quando percebia, com absoluta nitidez, as duaspartes do cérebro ─ o lado esquerdo e o direito ─, subitamente iluminados; tantofazia se ficava de olhos abertos ou fechados; se era dia ou noite. Elespermaneciam assim, iluminados, com cores que iam se alternando em tons deazul, amarelo-ouro, lilás e prateado; e via, literalmente via dentro da estruturacerebral, os dois lóbulos iluminados. Este estado tinha duração maior que oanterior e a alternância das cores era mais lenta.Finalmente, quando em estado de meditação, fechava os olhos, sentia como seminha cabeça inteira se fundisse a um espaço totalmente impossível dedimensionar. Nesse tempo em que assim permanecia, que podia ser horas,“perdia” a noção de constituição física normal ─ cabeça, tronco e membros;sentia apenas minha cabeça como que unificada, sendo ela e esse espaço amesma coisa, e o mais importante é que um pequenino ponto de luz meacompanhava o tempo todo ou, eu o perseguia o tempo todo.Foi num desses momentos que veio até mim esta terceira parte do livro e o“Prioridade 1 ─ Objetivo Mundial” que estão devidamente registrados em fitagravada, pois antes que isso ocorresse, “senti” que deveria acionar meu velho ebarulhento gravador mas, grande amigo e companheiro.
  18. 18. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 18Durante os quase 60 minutos de gravação da fita K7, “estive” em meio caminhoentre o que se costuma chamar de estado consciente e estado inconsciente.Esta é a única forma encontrada para tentar definir o estado em que permaneci,durante a “captação” de tudo que veremos, a seguir.Essas explicações dadas a você têm razão de ser pelo profundo respeito quetenho por aquilo que escrevo e, principalmente, por respeito a você, leitor, poisafinal: “IN LAKE CHE” “Eu sou um outro você”. (Extraído do livro Fator Maia)”Retornando, conheci recentemente, um grande neurocirurgião e expus a ele assituações acima descritas; queria auxílio para entender como tudo issoaconteceu.A primeira pergunta, que me fez, foi se usava algum tipo de alucinógeno;respondi que nunca tive envolvimento maior, com qualquer deles.Depois de longas conversas, a conclusão possível ─ dentro do que a ciênciaconsidera ─ é da ocorrência de um fenômeno entóptico denominado fosfeno,caracterizado pela sensação de visualização de manchas luminosas, cuja causaseria a estimulação mecânica, elétrica ou magnética, da retina ou córtex visual.Mesmo assim, ficou sem explicação a recorrência, clareza, nitidez das formas ecores.É claro que a curiosidade em relação ao como, dessas experiências, é normal; arazão, entretanto, acredito ter sido a necessidade de preparação do hardwarecerebral e, quem sabe, aperfeiçoamento dos softwares, para perfeita“captação” de tudo que foi exposto, em retrospectiva, no Espaço 1, deste livro.No caso específico desses fenômenos, creio terem sido estimulaçõesmagnéticas a causa, dos mesmos. Com absoluta certeza, caso não tivessehavido a preparação necessária, no composto mental, em relação à central dedecodificação “instalada” na estrutura cerebral, do animal humano, não haveria aconexão e o perfeito entendimento de tudo que foi, “captado”.O que pode ser, afinal, a MENTE?Há uma grande “confusão”, entre mente e consciência; essa quase “confluência”entre ambas, me parece motivada pelo desconhecimento de patamares maisavançados de estudos, além dos puramente teóricos/analíticos que envolvem amaioria das correntes de especialistas. Vamos exemplificar isso, na citaçãoabaixo, de pequeno trecho do físico Roger Penrose em seu livro A Mente Novado Rei.
  19. 19. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 19“Na “mente” (ou antes, na “consciência”) parecemos ter uma “coisa” não-materialque é, de um lado, evocada pelo mundo material e, de outro, que o podeinfluenciar.”Nada há de errado, nesse pensamento de Penrose; mesmo um grande físico,como ele, “inclinado” às questões “subjetivas” da Física Quântica busca, ainda,aumentar o espectro de possibilidades no campo discutido por ele, no livrocitado, na Parte ─ Onde fica a física da Mente?O primeiro dos sete Princípio Herméticos, expostos no pequeno livro OCaibalion, diz:“O TODO é MENTE; o Universo é Mental.”Com muita certeza, quero dizer que foi isso, em essência, uma das mensagensprincipais daquele todo que foi “captado” em 21 de setembro de 1996. AENERGIA tem o composto mental de Pensamento, Inteligência e Linguagem.Esse “composto” é Ela mesma ─ a própria ENERGIA; portanto, Ela é MENTE eo Todo, originário Dela/Nela, é mental. Qualquer ente da natureza terrestre, porexemplo, tem seu composto mental, em acordo com sua frequência de vida eação. Esse “quadro” se estende ao Planeta, ao Sistema Solar, a Galáxia, atodos os universos existentes, proposta relativamente recente, da Física, emlugar de um único universo. A denominação, dessa nova “inclinação” científicaé ─ MULTIVERSO.Portanto, a MENTE, em função de tudo que vi, que “captei” é universal; em meuentender, ela poderia ser vista como um campo. Em física, campo é a atribuiçãode uma quantidade a todo ponto do espaço. Como exemplo, podemos citar ocampo gravitacional que atribui um potencial gravitacional a cada ponto doespaço. A teoria física, provada experimentalmente com maior precisão, emfísica, é a Teoria Quântica do Campo Eletromagnético.Assim, para mim, vejo e entendo a Mente como um campo; dessa forma, elanão é, propriamente, um componente, um hardware do corpo físico; ela é umcampo que nos permeia, para falarmos mais especificamente, neste Espaço, doanimal humano.Sendo a ENERGIA ─ INTELIGÊNCIA, PENSAMENTO E LINGUAGEM, ela éMENTE e é UNIVERSAL.Cada campo mental, específico de cada animal humano (como de qualquerelemento da natureza, o próprio Planeta, o Sistema Solar, a Galáxia, oMultiverso), é um quantum da ENERGIA/MENTE.É um pouco complicado, em princípio, ter-se uma ideia de algo, aparentemente,tão complexo. Faz-se necessário deixarmos uma série imensa de conceitos queestão profundamente arraigados, em nós, para podermos tentar alçar voos (*)mais além de nosso contexto tridimensional racional e, de lógica limitada.
  20. 20. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 20A definição que vimos acima, sobre campo, em física é dificultada aoentendimento, pela utilização do termo quantidade; quando se pensa emquantidade, automaticamente pensamos e/ou imaginamos coisas que podemser, contadas, pesadas ─ 2 velas, 6 ovos, 10 carteiras, 10kg etc.; nãopensamos, em princípio, que essa quantidade pode não corresponder à objetos,coisas materiais que se pode ver, pegar, contar, pesar. Assim sendo, asanalogias, por mais fracas que possam ser, nos ajudam. Vamos pensar naatmosfera, do planeta Terra; ela não é “vista”, mas é sentida e influencia toda avida terrena assim como é, por ela, influenciada; poderíamos chamá-la decampo, sem incorrer em erro.Essa recíproca influência, acima citada, se dá de forma transparente, para nós,animais humanos; ela é toda feita através de partículas subatômicas, átomos emoléculas.Como então, o campo mental, do animal humano, faz essa recíproca influênciacom o campo mental total, da Energia?Através de nosso hardware ─ corpo físico, entes quânticos fazem ainterligação/conexão entre a matéria e o campo mental; são eles osresponsáveis, creio, pela dinâmica mental do animal humano; a mente não está“alojada” na estrutura ─ corpo material; ela impregna a matéria sem fazer,diretamente, parte dela e, os seus três principais componentes ─ Inteligência,Pensamento, Linguagem são princípios ativos porém, diferenciados, em cadacampo específico. Explicando melhor ─ cada humano tem “seu” campo mentalexclusivo; ele é um quantum do Campo MENTE ─ ENERGIA; esse campo“particular” tem seus três princípios ativos, também diferenciados, emfrequência. A linguagem ─ um dos três princípios ativos ─, refere-se, maisespecificamente, creio eu, a “inclinações” que, através dela, cada animalhumano vai adotar pois acredito que ela está intrinsecamente ligada ao quetomei a liberdade de denominar ─ pensamento natural; se a linguagem de seucampo mental for mais inclinada ao científico, por exemplo, esse animal humanoterá ai, seu maior interesse; se a inclinação for a mística, filosofia, matemática,artes, etc., assim será o interesse maior, de cada um, mediante o “determinado”pela linguagem do pensamento natural.Em consonância com o Princípio de Correspondência, citado no Caibalionentão, cada humano terá sua analogia de linguagem terrena, em correspondenteconsonância com a linguagem de seu campo mental. Por essa razão, além dalinguagem habitual, temos as específicas de cada área de conhecimentohumano, tais como a linguagem matemática, a filosófica, a forense, etc.Essa linguagem, do pensamento natural extrapola, em muito, o que acima foiesboçado. Um velho ditado, diz que a boca fala do que o coração sente, oumais ou menos, isso; não lembro bem. Então, essa linguagem natural, surgerepentinamente, em palavras, frases emitidas, por nós. Surge também emgestos corporais e em expressões do olhar; exatamente nesses momentos,
  21. 21. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 21podemos ter uma ideia um pouco mais clara do que realmente existe, no íntimoda pessoa que se expressou, de maneira não costumeira. Essa situação,quando acontece, “trai” o que a pessoa quer que seja pensado, sobre ela;mostra, inesperadamente, a sua essência maior, a sua verdadeira inclinação,sem nos atermos aqui, em considerações sobre positivo ou negativo.Tal qual a Linguagem, também o princípio ativo ─ Inteligência, apresentadiferenciações de frequência; por essa razão, creio, até hoje foram praticamenteinfrutíferas todas as tentativas de diferenciar níveis de inteligência pela simplesanálise da estrutura cerebral, física. O tamanho do cérebro, seu peso não são ─como pensavam antigamente ─ atributos qualificativos das diferenciações deinteligência.O magnífico trabalho de nossos neurônios criando constantemente novassinapses, é contraparte “física” do campo mental. A medida que acessamosnovos campos de conhecimento, o aprendizado oriundo do trabalho mental,dinamiza a estrutura cerebral na razão direta dessas “novas” descobertas e donível de dificuldade, de cada uma delas.Então, o número de sinapses aumenta, havendo ainda a possibilidade deativação de neurônios reserva, conforme comprova a novíssima ─Neuroplasticidade.Resumindo o que vimos acima, creio que a mente é um campo, nos moldesdefinidos pela ciência. Cada animal humano tem “seu” campo mental exclusivo.Talvez você, leitor (a) que não leu, ainda, os livros anteriores, possa sentir certadificuldade em compreender, o que expus acima. Vamos, em função dessapossível dificuldade, esclarecer alguns pontos.O primeiro, diz respeito a visão que tenho, de que o famoso átomo e aspartículas subatômicas, são essencialmente, entes energéticos. Até aí,nenhuma incompatibilidade com o disposto, pela física. Acontece que adenominação ente, neste caso, precisa ser entendida como Energia, Mente (pelocomposto – pensamento, inteligência e linguagem) e VIDA!A ciência ainda não conseguiu chegar a uma definição de vida que possa serconsiderada satisfatória, do ponto de vista da própria ciência. A biologia, atravésde alguns de seus representantes, tentam definição de vida no sentido de um“fenômeno que anima a matéria.”Em consonância com o que a ciência diz, em relação à composição ─ nestecaso específico, dos seres vivos ─ que é fundamentalmente atômica, no sentidode sermos compostos por átomos que ao se unirem, formam moléculas, que vãoformar células, tecidos e finalmente, o corpo físico, em consonância a isso,
  22. 22. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 22repito, é que credito ao átomo e partículas subatômicas, a qualidade de entesvivos ou com potencialidade de.A ciência, tal qual a temos, consegue definir vida como envolvida emdeterminadas funções específicas que irão decidir sobre vida e não vida. Daí agrande dificuldade de pensarmos em vida em outros pontos do espaço, porquepartimos do pressuposto que ela teria que ser, no mínimo, semelhante ao que é“proposto” pela ciência, para este nosso espaço. Com isso fica totalmentedescartada a possibilidade, que considero grande, de termos outros níveis devida, até aqui mesmo, em nosso Planeta.Para o segundo ponto a ser “esclarecido”, trarei em destaque, o 2º PrincípioHermético ─ O Princípio de Correspondência, que diz:“O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é comoo que está em cima.”Esse Princípio informa que existe uma correspondência, uma analogia entre asleis e os fenômenos dos diversos planos da Existência e da Vida. Não éigualdade, não é semelhança mas sim, correspondência, ou seja, relaçãointrínseca, entre eles.Se fossemos “atualizar”, poderíamos dizer, creio eu, que não há dissonânciaentre as leis e os fenômenos dos diversos planos da Existência e da Vida, comoinforma o Princípio, em questão. Existe CONSONÂNCIA, existe Harmonia entreos quantum’s, da ENERGIA.Quantum é um termo praticamente exclusivo da física quântica, que tem seunome, derivado dele. O que é, em física um quantum? É uma unidade discreta,de um quanta, que significa a totalidade de algo. Na física, quanta é, digamosassim, sinônimo de um pacote de energia. Cada “pedacinho” desse pacote deenergia, recebe a denominação de quantum.Assim, para mim, qualquer quantum, da ENERGIA é Ela, com especificaçõespróprias para atuação/realização de cada um deles; o animal-humano, comotodo e qualquer ser da Natureza, tenho absoluta certeza, é um quantum, dela,com especificações próprias, repito. Aliás, tudo que conhecemos e o que nãoconhecemos, seja neste planeta ou em qualquer “ponto” da imensidão doUniverso, é um quantum da ENERGIA; nada, absolutamente nada, em pontoalgum, seja o que for, é outra coisa senão um quantum, da ENERGIA. Essaspalavras, colocadas dessa forma, nascem do racional; a essência que elastentam, fracamente resumir, veio do todo “captado”, que deu-me a compreensãoabsoluta do que se quer dizer com ─ Todos derivados do UM.Apenas com a visão racional, fica difícil “concretizar-se” esse pensamento, essaideia, em nós. Racionalmente, vemos e consideramos os “muitos” totalmentedesligados, entre si, sem aparentemente nada que os una; peças e mais peçasde um imenso quebra-cabeças que não conseguimos “montar” porque nos faltaa lógica transcendente, “ferramenta” exclusiva da inteligência e pensamento
  23. 23. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 23naturais. Particularmente, creio que uma das áreas mais atingidas por essaincapacidade, calcada no racional e lógico, exclusivamente material, foi/é areligião.Sabe, acabei de lembrar algo que foi espetacular, para mim, quando criança.Creio que com sete ou oito anos quebrei, sem querer, um termômetro. Omercúrio caiu no chão; olhei aquela pequena bolinha e me apaixonei, primeiropela cor; tentei pegá-la; não consegui. Fiquei intrigada e resolvi ver se ela sedividia; foi então que a segunda paixão explodiu; quanto mais eu batia (não melembro bem com o quê), mais ela se dividia e, eis a maravilha ─ voltavam a sejuntar, exatamente do tamanho da bolinha original. Foi um encantamento, paramim. Fiquei um tempo naquele êxtase até que meu pai viu e explicou que nãopoderia brincar com aquilo, pois o mercúrio podia causar doença. Foi assim quefiquei sabendo o nome de minha grande e instantânea paixão. Normalmente,obedecia o que meus pais indicavam; nesse caso, não. Quebrei,propositadamente, outro termômetro; claro que meus pais desconfiaram eresolveram, a partir disso, esconder o novo. Não quero afirmar com absolutasegurança, mas creio que aquela maravilhosa experiência fez com que maistarde, bem mais tarde, tivesse facilidade para compreender a ligação do Um,com os Muitos, derivantes, dele.Bem, leitor (a), observe, por favor, quantas questões abordamos, dentro desteEspaço, com o intuito de esclarecer o ponto de vista originário daquela“captação” ─ ENERGIA É PENSAMENTO, INTELIGÊNCIA E LINGUAGEM” esua consequência, compreendida por mim, de que TUDO, absolutamente TUDOé ENERGIA e que TUDO, absolutamente TUDO, tem um quantum docomponente MENTE, da ENERGIA, ou seja, Inteligência, Pensamento eLinguagem, em acordo específico com a faixa de frequência em que cada ente,formador do Todo, atua. Muitos outros pontos poderiam e deveriam serenfocados; ficarão, entretanto, para uma próxima vez. Portanto, Mente, para mim, de forma totalmente abrangente, é a Inteligência, oPensamento e a Linguagem, da ENERGIA; ela é, em meu entender, um CAMPOÚNICO e dele se ramificam milhares, milhares e milhares de campos,atendendo a cada composto quântico, seja ele qual for e onde “estiver”.Deixar um pensamento, de Fernando Pessoa, no final deste Espaço, poderá nosajudar a entender mais e ir além. “O mundo exterior existe como um actor num palco: está lá mas é outracoisa.”(negrito da autora)(*) Em acordo com as novas regras ortográficas.
  24. 24. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 24ESPAÇO 4 ─ Será que podemos pensar um pouco sobre a origem, da Vida?Respondendo a pergunta acima, não vejo qualquer razão para que a respostaseja negativa afinal, essa é uma das grandes questões pensadas, pelo animalhumano.Esse tipo de exercício de liberdade de pensamento, desde que feito comresponsabilidade nos ajuda, em muito, a expandir horizontes, motivar criação denovas sinapses e fundamentar nossas críticas a algumas teorias, até agoraexistentes, sobre. Nos auxilia, também, a perscrutar com maior interesse, asinúmeras mitologias nascidas em tempos remotos, tanto para a origem da Vidaquanto para a origem do humano..O que vamos ver, neste Espaço, tem como fundamento, o que foi exposto noEspaço 1 deste livro, em que transcrevi o que “captei” em 21 de setembro de1996.Vamos repetir, aqui, o que considero principal:“A ENERGIA É PENSAMENTO, INTELIGÊNCIA E LINGUAGEM”Para a grande maioria das pessoas, deve ser algo bastante amorfo ─ isto é, semforma determinada, a frase acima, a “definição” acima. Vamos ver a razão dessasensação, por partes.Temos, primeiramente, a ENERGIA.A própria ciência, através de seus representantes mais expressivos nãoconseguiu, até o presente, conceituar Energia de tal forma a tirá-la desse“vácuo” de entendimento. Mas não é uma questão de incapacidade; a questãomaior é que nada de mais profundo pode-se “saber” Dela, sem que nos sintamosimersos, Nela; preenchidos, por Ela; sem que percebamos que Ela e nós,somos. Não há outra forma de “saber”, com certeza, que a ENERGIA Éabsolutamente TUDO, sem antes sentirmos que Ela e nós ─ SOMOS.Essa é uma questão, em princípio, fundamentalmente CIENTÍFICA!Somos totalmente estruturados por átomos e partículas subatômicas que sãoentidades quânticas, parcelas “invisíveis” porém, atuantes, da ENERGIA.Desde a proposição inicial do átomo, feita por Demócrito, por volta de 450 a.Caté o século XIX, ele era ainda visto como partícula única,invisível e indivisível.Em 1908, Ernest Rutherford, físico e químico austríaco, conhecido como pai dafísica nuclear, criou um primeiro modelo atômico mais consistente; esse modeloficou conhecido como Modelo atômico de Rutherford. O átomo deixou de ser,indivisível.
  25. 25. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 25Aproximadamente 2 anos depois, Niels Bohr, físico dinamarquês, formulou outromodelo que se tornou conhecido como Modelo atômico de Bohr. Até hoje, osdois modelos são amplamente aceitos, para todos os fins.Por favor, observe isto → .Imagine que esse pontinho, representa um átomo; imagine que dentro dessepontinho, existe um núcleo “maciço” onde estão “alojados” o próton ─ partículade carga elétrica positiva (+), e o nêutron que, pelo que o próprio nome indica, éneutro. Imagine, que em torno desse núcleo, “orbitam” os famosos elétrons,partículas de carga elétrica negativa que também, dizem os cientistas, sãoencontrados livres; imagine mais ─ uma predominância imensa de espaçovazio.Agora vem o mais importante de tudo. Esse pontinho acima, é totalmente visívela olho nu, é claro; mas o átomo, não!Vejam, os átomos se ligam, formam moléculas, que vão formar as células; omicroscópio mais potente hoje, no mundo, consegue “ver” uma molécula, masnão os átomos formadores dessa molécula; imagine mais ─ existem partículasmenores que o próprio átomo ou seja, partículas subatômicas além do próton,nêutron e elétron, que já o são.Precisamos falar um pouco sobre átomo e partículas subatômicas para queleitor (a), extasie-se, tanto quanto eu ─ espero ─, com o fato que somos, você,eu, o nosso animalzinho de estimação, a árvore do jardim, todos os seres daNatureza, o Planeta, formados, estruturados basicamente de PARTÍCULASSUBATÔMICAS/ÁTOMOS.Vimos acima que os átomos se ligam, formam moléculas, que vão formarcélulas. Sabe, só por curiosidade, o número estimado de células, no corpohumano? Em torno de 60 trilhões!Basicamente somos atômicos, somos ENERGIA!Com o pouco que vimos, até agora, podemos trazer, para o nosso interior, algoque a ciência já tem absoluta certeza ─ a ENERGIA “impregna” tudo que existee conhecemos, bem como tudo que existe e não conhecemos, ainda, seja nestePlaneta como em todo o Universo, ele mesmo ─ ENERGIA.Não há palavras, em nosso idioma, ou em qualquer outro, capaz de exprimir, dedefinir, de conceituar de forma perfeitamente clara, o que é ENERGIA. Dela, sãoconhecidos apenas alguns efeitos; em nós, o “conhecimento” Dela vem,exclusivamente, através de SENSAÇÕES de âmbito não físico, conformepropusemos no livro EgoCiência e SerCiência ─ Ensaios, em sua 4ª parte, noEspaço 5.“A ENERGIA É PENSAMENTO, INTELIGÊNCIA E LINGUAGEM”
  26. 26. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 26Da frase acima nos detemos, primeiramente, na ENERGIA.Vamos agora, olhar um pouco ─ PENSAMENTO.No animal humano, pensamento parece ser fruto da função, pensar. Milhares emilhares de estudos, a respeito do pensamento existem, cada um envolvendoáreas específicas do conhecimento humano; mas, apesar dos inúmeros acertosnada em definitivo, ainda, existe. E mais, o pensamento humano é tido comopróprio da racionalidade, computada especificamente à espécie humana.Vou me permitir explorar, nesta etapa em que abordamos o pensamento como,particularmente, vejo o pensamento humano.Praticamente, vejo duas categorias de pensamento ─ o Natural e o Composto.O pensamento natural, é quase um não pensar; é esse tipo de pensamentoque creio, permeia todos os seres da Natureza, o próprio Planeta. Por quepermeia, envolve? Porque ele parece estar, parece pairar em um campoenergético, diferenciado. Ele parece independente da função ─ pensar. Ele separece com inspiração, com insigth. Esse me parece ser o nível de pensamentodas crianças; mesmo que elas, muitas vezes, apresentem pensamentos que separecem ou até mesmo, suplantem o de humanos adultos, eles ainda sãonaturais; por essa razão, surpreendem.O pensamento composto, para mim, é aquele que envolve a racionalidade,imputada ao animal humano.Vejamos, rapidamente, definições de pensamento e racionalidade, segundo oDicionário da Academia Brasileira de Letras.pensamento s.m. 1. Que pensa, que medita. 2. Capacidade e atividade deformular ideias, cogitações, conceitos; reflexão.racionalidade s.f. 1. Qualidade ou característica do que é racional. 2. Tendênciaa sempre agir em conformidade com a razão.Vamos aproveitar e ver também, algo sobre razão, no mesmo dicionário acimacitado.razão s.f 1. Capacidade que tem a mente humana de estabelecer relaçõeslógicas entre as coisas da realidade, de conhecê-las e compreendê-las, emcontraste com as funções exercidas pelos sentidos; inteligência, raciocínio: Arazão distingue a espécie humana dos animais irracionais.Observe então, por favor, que o que chamo de pensamento composto é aqueleadmitido, por todas as correntes científicas, como verdadeiro; aquele que seenvolve com a objetividade do mundo, que se processa envolvido em inúmerosquesitos informativos e formativos, do pensar racional.O que esse pensamento
  27. 27. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 27oferece, como produto, não é propriamente original e sim, uma reconfiguraçãode diversas configurações existentes que foram exaustivamente avaliadas,analisadas, comparadas, repensadas, aprimoradas, ampliadas, refutadas ouendossadas. Esta colocação, em absoluto, denigre esse pensamento composto;de forma alguma. Ele é fantástico e coisas extraordinárias nasceram em razãode reconfigurações; cada reconfiguração, traz algo de novo que amplia,algumas vezes de forma espetacular, as anteriores.Para melhor entendimento, vamos admitir que o pensamento natural é a priori;ele é existencial na base mesma do pensar; independe de qualificações outras;é a essência primeira do que consideramos, hoje ─ pensamento.O pensamento composto, recebe essa designação justamente pelacomplementação, de ordem tridimensional/material, que permite aopensamento natural, adaptar-se às características específicas, do animalhumano e seu habitat.Tenho, para mim, que a característica principal do pensamento natural, é suauniversalidade; o pensamento natural tem o privilégio da abrangênciaabsoluta; ele não está confinado aos conceitos do puramente terreno, doespecificamente material. Ele é fluído; quase “etéreo”. A lógica, vinculada aopensamento natural, é perfeita, inquestionável; está além do “concreto” damaterialidade; é uma lógica metafísica que, como tal, vai além do estipuladopelo campo material, físico. O pensamento natural é atemporal. A contrapartedele, é o pensamento composto que “adiciona” ao pensamento natural, a“realidade” do campo terreno, inclusive a densidade da matéria, o que o torna“mais pesado”. Ele não é espontâneo; ele exige uma série de “ações” queconsome muita energia. Ele é ligado, temporal e energeticamente, ao terreno.Vamos tentar exemplificar o pensamento natural.Veja. Hoje, a civilização conta com milhares e milhares de estudos, das maisdiversas ordens. Tudo que existe, pode subsidiar estudos, análises, teorias.Entretanto, em algum momento da história do pensamento, todos essesassuntos, tiveram um start por parte de uma pessoa, ou de um grupo depessoas.Como exemplo de pensamento natural, mais incrível, é o que computo aosfilósofos gregos que vicejaram nos séculos VII, VI e V a.C.Já que falamos em ENERGIA, em átomos, vale lembrar que a proposta daexistência do átomo, foi obra de um grande filósofo grego chamado ─ Demócritode Abdera, apesar de algumas linhas de pesquisa considerar a hipótese de tersido Leucipo ─ de quem Demócrito foi discípulo e depois sucessor ─,quemlançou esse pensamento.Demócrito designou essa parcela que constitui toda e qualquer matéria, de a-tomo, que vem do grego a ─ determinando negação ─ e tomo, significandodivisível; portanto a-tomo, nessa formação original, significa indivisível. Como
  28. 28. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 28vimos, neste Espaço, quando falamos de ENERGIA, somente no século XIX, oátomo deixou de ser considerado indivisível; séculos e séculos foramnecessários até que a Ciência dispusesse de meios para propor o próton, onêutron e o elétron como partículas formadoras do ultrapassado ─ masfundamental ─ a-tomo de Demócrito e/ou Leucipo, proposta original nascida noséculo V a.C.Esse é, para mim, um dos inúmeros exemplos da atuação do pensamentonatural; nesse longínquo tempo, quando nada havia de “concreto”, que pudessesubsidiar estudos, análises a respeito do que foi proposto, a originalidadedesse pensamento ─ e de tantos outros ─ teve, com absoluta certeza, a atuaçãodo que chamo de ─ pensamento natural.Essa parte sobre pensamento, talvez mereça uma observação, antes deencerrá-la. Várias filosofias orientais exortam o silenciar do pensamento paraque se alcance uma Realidade Maior. A função pensar, no animal humano, casonão seja mantida em certo controle, é extremamente desgastante,descentralizada e quase, ininterrupta.Tenho, para mim, que essa recomendação de silenciar o pensamento, tambémmuito presente nos livros de Castaneda, como alerta de dom Juan para alcancede estados diferenciados, de consciência, é simplesmente permitir a atuação,em nós, de forma mais decisiva, do que chamei de pensamento natural, pois eleé quase um não pensar. Essa é a observação com a qual termino nossaconversa sobre, PENSAMENTO.“A ENERGIA É PENSAMENTO, INTELIGÊNCIA E LINGUAGEM.”Após ENERGIA e PENSAMENTO, falaremos um pouco sobre INTELIGÊNCIA.Como gosto de fazer, vamos ver o que o Dicionário ─ Novo Aurélio, nos dizsobre inteligência, pedindo a você leitor (a), que entenda essa forma de açãocomo algo bem simples ─ a maioria de nós recorre aos dicionários, quandopretende saber definição e/ou conceituação de alguma palavra. Nos dicionários,são encontrados os elementos básicos mas suficientes, para elucidar dúvidas.Assim, vamos ver inteligência.Inteligência 1. [Do lat.intelligentia.] S. f. 1. Faculdade de aprender, apreender oucompreender; percepção, apreensão, intelecto, intelectualidade. 2. Qualidade oucapacidade de compreender e adaptar-se facilmente; capacidade, penetração,agudeza, perspicácia.Ao olharmos definições como acima, de palavras como essa, não nos damosconta da quantidade de estudos, teorias, avaliações, que neste caso específico,suscitou e suscita o termo, inteligência.Até bem pouco tempo, creditava-se apenas aos humanos o que é conhecidocomo inteligência; pesquisas e novas teorias começam a ampliar, para todos
  29. 29. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 29os seres da Natureza, essa “capacidade”, essa “função”, em níveisdiferenciados, como no próprio animal humano, o é.Uma pesquisa abrangente, feita por equipe especializada da Universidade deHarvard, sob a direção de Howard Gardner, psicólogo, detectou, inicialmente,sete dimensões da inteligência, entre elas a lógico/matemática, a espacial, averbal, a musical, dimensões essas, amplamente divulgadas em seu livroEstruturas da Mente, em 1983, quando foi cunhada a conhecida ─ Teoria dasMúltiplas Inteligências. Após isso, mais duas dimensões foram adicionadas, porele ─ a naturalista e a existencialista.Esse trabalho de Gardner é extremamente interessante e observa, com clareza,a existência de diversos níveis de inteligência, ao que ele denominou, com muitapropriedade e acerto, de ─ dimensões, caso a tradução tenha sido fiel aooriginal.Há em andamento, desde 1956, estudos e pesquisas com o objetivo de se criarum computador inteligente. Alan Turing, um matemático inglês foi quem deu ostart para o que hoje, em função do desenvolvimento vertiginoso da computação,já se tornou uma ciência ─ Inteligência Artificial, mais conhecida por ─ IA. Eminglês a sigla é AI, que se subdivide em AI Forte e AI Fraca.Apesar de controvérsias, é extremamente interessante conhecer as basesdessas pesquisas, os fundamentos dessa recente ciência. A Editora Campuseditou, em português livro de Roger Penrose com o título ─ A Mente Nova doRei, livro esse já citado por nós; vale a pena ver esse livro, não só por esseassunto ─ amplamente abordado ─, mas pelo todo exposto, de forma acessívelao entendimento, inclusive física quântica.As pesquisas e desdobramentos da Inteligência Artificial, estão chegando aresultados extraordinários. Um livro de James Gardner ─ O Universo Inteligente,de 2007, traz o que há de mais atual, nesse campo; é um livro excelente. Vamosdestacar, dele, apenas um pequeno trecho, como forma de despertar seuinteresse, leitor (a).“Sempre se supõe que todo fenômeno astrofísico que ocorre seja apenas umacidente. Para mim, essa é uma posição muito arrogante, já que a inteligência ─e a computação, que a meu ver inclui a inteligência ─ é uma coisa muito maisuniversal do que se pensa. É difícil para mim acreditar que tudo o que está aíseja apenas acidente... O que posso dizer é que me parece que este universoem particular é uma consequência de alguma coisa que eu chamaria deinteligente... Há alguma coisa por aí que quer chegar a uma resposta para umapergunta... Alguma coisa que deu início ao universo para ver o que acontecia.”O parágrafo acima, incluso no livro citado, é de Edward Fredkin, um gênioautodidata, como definiu o próprio Gardner.
  30. 30. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 30Voltando ao tema ─ inteligência, apesar de tudo que se tem, sobre inteligência,ainda permanecem sem respostas, questões fundamentais, tais como: quandoe como surgiu a inteligência.Enquanto cientistas, físicos e mesmo o humano, de forma geral, não admitir quedeterminados assuntos, para entendimento, precisam suplantar a lógicatridimensional, o pensamento de racionalidade material e terrena,exclusivamente, não poderemos ser informados, sob questões quetranscendem, em muito, apenas o especulativo, o hipotético, o teórico, conformeo que é proposto pelo que chamei de ─ pensamento composto; opensamento natural precisa sentir-se livre para atuar, “captar” e informar.Assim como acredito no pensamento natural e em sua contraparte terrena, opensamento composto, também acredito na Inteligência Natural e naInteligência Composta; não poderia ser diferente.A inteligência natural, bem como o pensamento natural existem, independentede qualquer dimensão espacial.Como o próprio pensamento natural precisou compor-se de frequênciasexclusivamente terrenas, para “atuação” no ambiente ─ Planeta Terra, ainteligência natural também precisou fazê-lo. A densidade terrena, “adicionada” àinteligência e pensamento naturais, gradativamente “sufocou-os”; ambosperderam a naturalidade, a “fluidez”. Apesar de pensarmos, apressadamente,que houve ganho de qualidade com o “surgimento” da inteligência composta, dopensamento composto, não foi bem isso que ocorreu. Entretanto, não poderiater sido diferente; a inteligência e o pensamento natural, sem suas contrapartescompostas, talvez não conseguissem “extrair” do campo terreno, do físico, domaterial, do tridimensional, suas realidades factuais.“A ENERGIA É PENSAMENTO, INTELIGÊNCIA E LINGUAGEM.”Abordaremos, nos parágrafos finais, deste Espaço a ─ LINGUAGEM.A linguagem, da forma como a entendo, é universalmente representativa ─através dos mais diversos tipos de sinais ─ de mensagens derivantes dainteligência e do pensamento, com o intuito de que essas mensagens sejamentendidas, em seus contextos específicos. Explicando um pouco melhor veja,por exemplo, a Natureza ─ ela tem, em cada um de seus reinos, em cada“contexto” específico, uma linguagem. O colorido, formato e perfume das flores,por exemplo, traz mensagens praticamente explícitas, para pássaros, abelhas,insetos diversos, borboletas com intuito especifico de ─ polinização. Esse éapenas um dos inúmeros exemplos de formas de linguagem, da Natureza.Talvez, se formos pensar naqueles nossos animais humanos iniciais, vamosencontrar um princípio rudimentar, é claro, de linguagem. Tenho, para mim, que
  31. 31. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 31ao observar e ouvir a natureza, começaram a entender as diferenciações desons emitidos por pássaros, por animais da floresta, pelo vento, pelos trovõesetc., e talvez tenham tentado “extrair”, de si mesmos, algum tipo de som, atéantes de usar as mãos, para sinalizações de linguagem.Para todos os efeitos, das áreas envolvidas em pesquisas/estudos relativos aosurgimento/desenvolvimento da linguagem, têm-se como primeiros sinais dela,os hieróglifos egípcios datando, aproximadamente, do ano 3000 a.C., tendoperdurado, essa forma de linguagem escrita, pelos 3.500 anos seguintes.Será que os primeiros hieróglifos não tiveram como motivação, o surgimento, emalguns animais humanos iniciais, do pendor artístico para o desenho, para apintura? Sinceramente, creio ter sido essa a razão inicial, dos hieróglifos. Amedida que evoluíam, outras razões devem ter existido, como por exemplo,registrar figuras de destaque, deuses, celebrações, lutas etc.Apesar do tema ser fascinante, não vamos nos ater aos aspectos primordiais,do estudo da linguagem; para o leitor (a) que sinta maior interesse emaprofundar-se, tomo a liberdade de dizer que são excelentes os livros de NoamChomski, linguista dos mais destacados, além de filósofo e ardoroso ativistapolítico, crítico temido do sistema capitalista/neoliberal e das atitudes bélicas dosEstados Unidos, seu país de origem. Entre os livros, de Chomsky, sobre oassunto em questão, permita-me citar ─ Sobre a Natureza e Linguagem,Linguagem e Mente e Novos Horizontes no Estudo da Linguagem e da Mente.Sob a égide da linguagem escrita e falada, surgem as línguas e os idiomas; agrande maioria deles, utilizando palavras, gramaticalmente dispostas em funçãode cada sistema humano em que estão inseridas.Mas, a linguagem admite uma variedade imensa, de “elementos” para“concretizar-se”; sendo ela, um sistema de signos, eles vão variar em acordocom o respectivo campo de atuação. Como vimos, parágrafos acima, a forma,cor e perfume, das flores, são linguagens próprias para mensagensdeterminadas de um tipo específico de trabalho a ser executado por aqueleselementos que observam e entendem essa linguagem, mesmo que a intençãodos receptores/captadores, dessa linguagem, não seja a mesma, intrínsecanessa linguagem, no caso, o “trabalho” de polinização, mais especificamente.Os “elementos” usados nessa linguagem natural são químicos, entre eles osflavonóides, os carotenóides e as clorofilas. Fiz essa observação para chamar aatenção para a magnífica linguagem da Natureza toda ela, com certeza,utilizando, de uma forma ou de outra, elementos químicos, para “informar”características específicas de cada ente, existente ─ animais, pássaros, plantasetc.Temos linguagens específicas, também no campo do conhecimento humano,tais como a linguagem matemática, linguagem computacional, linguagemforense, linguagem química etc.
  32. 32. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 32Encerrando esses parágrafos sobre linguagem, gostaria de dizer que consideroa linguagem humana linear, discursiva, racional, própria para estruturar opensamento composto; considero também, o pensamento natural comoindependente dessa linguagem, para expressar-se, em seu momento de start; alinguagem formal virá depois, quando for necessário alocá-lo em acordo com opensamento composto e com as regras atuais, do entendimento humano.Enfocamos todos esses pontos com o intuito de fundamentar o questionamentosobre Vida, da chamada deste Espaço.Tenho, para mim, que quando a ciência, mais especificamente a Física e deforma mais especial, a Física Quântica, voltar sua atenção para conotaçõesdiferenciadas, das atuais, em relação a Vida, saindo um pouco do aspecto vida,neste Planeta, com certeza será aberto um vasto leque de investigação.De forma absolutamente particular, considero as partículas subatômicas eátomos, entes dotados de essência vital; apenas considerando essaenorme possibilidade é que conseguiremos entender como, através deles,tudo existe e a vida ─ se FEZ E SE FAZ.E a Vida, creio eu, vem da ENERGIA, É ENERGIA e através de seusquantum’s derivantes e dotados de essência vital, milhares e milhares deformas diferenciadas de vida, espalham-se pelo Multiverso e mesmo aqui, noPlaneta Terra.A matéria, tão discutida ainda, no âmbito da Física é, em meu entender, apenaso “invólucro” relativamente grosseiro ─ mas necessário, da ENERGIA.Além disso, sendo a ENERGIA ─ PENSAMENTO, INTELIGÊNCIA ELINGUAGEM, ela é ─ MENTE, na acepção máxima, da palavra.ENERGIA É VIDA E MENTE.Um dia, com certeza, a Ciência chegará a essa conclusão e concluirá que aORIGEM DA VIDA, é a própria ENERGIA, a ENERGIA que ainda não foientendida de forma plenamente satisfatória e, verdadeira.
  33. 33. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 33ESPAÇO 5 ─ Como teriam sido os tempos remotos?Vamos tentar ver um pouco desses tempo remotos, explicitando que esse verprecisará ser quase um exercício imaginativo; precisamos, por instantes, deletarpraticamente todas as sensações e imagens relativas ao mundo, tal qual otemos, hoje.Vamos imaginar o Planeta totalmente livre de qualquer interferência daquilo quepoderemos creditar como obra do humano e ficar apenas com a Natureza, emtodo seu esplendor e inteireza. Como deve ter se sentido, o animal humano, aocontato com seu habitat?Antes de ousar uma possível resposta, precisaremos pensar, um pouco, emcomo surgiu o animal humano, neste planeta.A mitologia está plena de diversas visões de como surgiu a vida, no PlanetaTerra, incluindo o animal humano.No livro EgoCiência e SerCiência ─ Em busca de conexões quânticas, fizmenção ao resultado de pesquisas efetuadas por Zecharia Sitchin, e divulgadasem seu livro ─ O Começo do Tempo. Vou tomar a liberdade de trazer para esteEspaço, o que expus no livro acima citado:“Entretanto, entre as diversas teorias existentes, uma deixou-me extremamenteinteressada.Após exaustivas pesquisas, Zecharia Sitchin, grande historiador, escreveu livrodenominado O Começo do Tempo. Nesse livro, Sitchin, propõe, depois deinúmeras pesquisas, que a vida humana, tal qual a conhecemos pode ter tidoinício através de engenharia genética, altamente desenvolvida e levada a termopelos Anunaques, humanóides extraterrestres, vindos de um planeta chamadoNibiru, com a missão de busca de minérios, principalmente ouro, exatamente emterritório africano. O comandante dessa missão teria sido Anu, governante deNibiru. Quando retornou ao planeta de origem, deixou decisões e comandos aseus filhos, Enlil e Enki. O trabalho de engenharia genética teria sido efetuadopor Enki e sua meia-irmã Ninharsag que detinham conhecimentos sobreengenharia genética. Após várias tentativas, conseguiram cruzar genesextraterrestres dos Anunaques com genes do Homo Erectus, espécie dehominídios ─ cujos registros fósseis datam de cerca de 1 milhão e 500 mil anosatrás ─ surgindo então o Adamu, um “trabalhador primitivo”. Esse nome nãolembra, curiosamente, o Adão bíblico?Textos sumérios relatam as aventuras do que chamaram de “deuses”, vindosdo espaço ─ os Anunaques ─ e um dos pontos mais interessantes, desse livro,é o que mostra conexões entre as chamadas lendas sumérias , sobre deuses doespaço, e a própria Bíblia. Os livros de Sitchin ─ esse, citado acima, mais
  34. 34. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 34especificamente ─valem ser lidos, no mínimo, para ampliar horizontes esubsidiar pensamentos.E não foi apenas Sitchin quem fez referências e observações importantes arespeito desses textos; outro grande autor Laurence Gardner, em seu livro ASombra de Salomão, analisando questões outras, coloca algumas observações,ntre elas: “Por volta de 1640 a.C., um texto acadiano chamado Atra-asis Epicdava detalhes completos de técnicas de fertilização in vitro e, em um dosexemplos, faz referência a sete mães substitutas como as “criadoras de destino”.A cientista responsável por tais projetos é apontada como sendo Nîn-kharsag, esua câmara de criação em E-Gal (Grande Casa) era chamada a Casa de Shimtî,do sumério sh-im-tî, que significa “respirar o vento da vida.” Em outro parágrafo,Gardner, narrando pontos do mesmo texto, diz: “A criança do sexo masculinonascida desse experimento bem-sucedido foi chamada Adâma (o Ser Humano),que cresceu e se tornou o representante dos deuses. Em Eridu, na Mesopotâmiado Sul, ele ficou responsável pelo templo, e se tornaria o primeiro sacerdote domundo de que se tem registro. Os tabletes que narram a história de Adâma (ouAdâpa) foram descobertos pela primeira vez, juntamente com o Épico da CriaçãoEnûma elish, nas ruínas da biblioteca do rei Assurbanipal (668-31 a.C.); depoisforam também encontrados nos arquivos egípcios do faraó Amenhotep III, quereinou por volta de 1400 a.C. Eles explicam que Adâma era um homempoderoso (um hu-mannan) que tinha recebido poderes extraordinários paraexercer controle e fora ungido, tornando-se rei.”.(negritos da autora)Admito ter achado interessante, a proposição de Sitchin, cujo livro li em 2004,pois para mim, havia um hiato de difícil preenchimento, no caso da pessoahumana ter sido uma possível evolução do macaco. Algo, nessa hipótese, nãofazia sentido para mim e, com a possibilidade do cruzamento, nesse casoespecífico que vimos acima, de genes do Homo Erectus com genes dosAnunaques ─ considerados extraterrestres humanóides ─ e por que não? ─ , ohiato deixaria de existir.O mais interessante visto nos livros acima citados, é o conhecimento deengenharia genética, numa época tão distante da atual; isso evidencia, paramim, que os Anunaques vieram de outro estágio civilizatório, em outro ponto doUniverso, trazendo consigo esse conhecimento que, provavelmente, veio“definir” a espécie animal humana.Importante ainda observar, em relação ao que vimos acima, o que John Gribbin,no livro À procura da dupla hélice, informa, em relação à separação evolutivaentre macacos e humanos. Ele diz: “Esta separação pode ser datada e calibradaa partir de comparações entre as moléculas de DNA das células vivas e as dosgorilas e chipanzés vivos; o relógio molecular diz-nos que o nosso ancestralcomum viveu em África há apenas cinco milhões de anos.” É mais do queinteressante essa conclusão científica trazer certa possibilidade de que todo oexposto por Sitchin, em conformidade com os textos sumérios, contenha umaverdade maior do que se supõe. E se formos mesmo, fruto de engenharia
  35. 35. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 35genética de “deuses” vindos do espaço, de algum lugar do espaço? Não éfantástica essa possibilidade?Que a origem do DNA, para mim, não é terrena, representa uma grande verdademesmo porque, nossos componentes quânticos são universais.Mas, independente de qualquer hipótese, o DNA me fascina. Fico pensando naquantidade imensa de informações outras, acumuladas desde o princípio,informações essas, que poderíamos ter acesso não fosse nosso imensodistanciamento do abstrato.Cada ser humano vivente, neste momento, temcondições de conhecer a história de seu DNA, formado em seu princípioimediato, pela metade da dupla hélice de DNA, de cada um dos seusprogenitores.”Retornando, caso tenha havido ─ e é no que creio, cientificamente falando ─, ainserção de DNA de extraterrestres, no Homo Erectus, poderemos pressupor,duas questões.A primeira, é a de que, fisicamente falando, o animal humano já estariaadaptado ao Planeta Terra, “sabendo” como conviver com o seu habitat.A segunda questão é mais complexa. Tem-se, como absolutamente certo, que acaracterística que distingue o animal humano, dos demais é a Racionalidade;para todos os fins, o humano seria o único animal racional.Antes de continuarmos, gostaria de deixar um pensamento ─ creio em um certonível de “racionalidade” em todos os seres da natureza, na própria Natureza;talvez possamos dar a essa possível racionalidade, um outro nome.Voltando, se o DNA de extraterrestres foi inserido ao Homo Erectus, e se aracionalidade, tal qual a “conhecemos” passou a fazer parte do então animalhumano recém formado,─ em função dessa “racionalidade” ter vindo,provavelmente, como característica, anexa a esse DNA ─ essa parte racional,então, com certeza, principiou uma evolução da própria racionalidade.Se o Homo Erectus, modificado geneticamente, trazia fisicamente umconhecimento de seu habitat, sua nova parte RACIONAL, deve ter seassombrado com tudo que via e sentia, considerando que essa racionalidade,emergindo no terreno trazia, com absoluta certeza, “resquícios” de seresextraterrestres e de um habitat que também, com absoluta certeza, seriabastante diversificado do encontrado no Planeta Terra.Admito que me sinto fascinada com os possíveis desdobramentos, do que vimosacima; mas não falaremos deles, neste Espaço.A pergunta que fizemos, em parágrafos iniciais, de como deveria ter se sentido,o animal humano, no contato com o habitat – Planeta Terra em parte, já foirespondida. Pressupondo que a Teoria de Zecharia Sitchen (ou outra, similar)tenha algo de verdadeiro então, o animal humano surgido, contava com oconhecimento físico, de seu ambiente; porém, o aspecto racional, pressupondo
  36. 36. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 36ter vindo junto com o DNA, dos anunaques, que foi “implantado” no HomoErectus, “desconhecia”, completamente, esse habitat.Pensando no racional como ferramenta passível de auxiliar o pensamento,permitindo avaliações qualitativas e quantitativas subsidiando, dessa forma,tomadas de decisão, escolhas, estratégias, etc., podemos pressupor umpaulatino desenvolvimento dessa característica, no animal humano surgidoatravés da Engenharia Genética dos Anunaques. Sob esse aspecto,provavelmente tudo era novo, tudo era absolutamente fantástico para esse“novo” animal humano; ele, provavelmente, começava o reconhecimento dohabitat, pela função racional, caso a função física, já detivesse esseconhecimento, em razão da vivência experiencial do Homo Erectus, conformevimos acima.Importante observar, que o que vimos acima, diz respeito ao surgimento doanimal humano; a questão da origem da vida é ainda uma questão totalmenteem aberto e a questão da evolução é diferenciada, da questão da origem. Noque se refere ao evolutivo, das espécies, a Teoria que até hoje se faz presenteé de Charles Darwin, conhecida como ─ Teoria da Evolução através da SeleçãoNatural e Sexual.IMPORTANTE: enquanto fazia a correção final,deste livro, surgiu no site─www.agoracosmolitan.com, em 08/02/ 2012─ informação dos primeirosresultados de estudos desenvolvidos por cientistas ligados à Exo-ciência,revelando indícios da existência de DNA extraterrestre, no DNA dos humanos.Como não há quase nada, com relação aos estudos, não vamos tecercomentários; seja como for e, independentemente de como chegaram a essesprimeiros resultados temos, seja de que forma for, “componentes”extraterrestres, em nós.
  37. 37. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 37ESPAÇO 6 ─ Qual terá sido sistema de crença dos primeiros animaishumanos?Pressupondo que o animal humano inicial recebeu, junto ao DNA, o “software”da racionalidade, como ferramenta de apoio à atividade pensante, pode-seaventar a hipótese de que, a partir de então surgiram, de forma mais incisiva, osquestionamentos. Podemos, ao explorar essa questão, fazer uma certa analogiacom os questionamentos das crianças, ainda em tenra idade ─ Quem fez aárvore? Quem faz a chuva? Por que a noite é escura? Por que os pássarosvoam? Essas e muitas, muitas outras perguntas, são feitas pelas crianças.Imagino que o animal humano inicial, ao começar a observar toda a natureza,paulatinamente viu-se envolto em uma série enorme de questionamentos, algunsdos quais, diga-se de passagem, até hoje, com certeza, nos envolvem.Geração após geração, o animal humano, provavelmente ao se “comparar” comoutros animais, com cada espécie da natureza, passou a considerar algunselementos, de seu habitat natural, como “superiores” a eles em força, emtamanho e talvez tenha desenvolvido maior empatia, levando a considerá-los“especiais”.Acredito que a ligação do animal humano inicial, com todo seu habitat, eraprofunda; acredito, mais ainda, que a “linguagem” que existe entre os seres danatureza e que podemos chamar ─para facilitar o entendimento ─ de linguagemtelepática, era a mesma utilizada por eles, na comunicação entre eles e com seumeio ambiente. É muito difícil, para nós, considerar a possibilidade de um totalentrosamento entre esses animais humanos iniciais e tudo o mais que oscercava; estamos muito, muito longe da origem e nos desconectamos, quaseque por completo da ligação, quase umbilical, com a Natureza e o Planeta Terra.Essa ligação acima referenciada, não extingue todas as dificuldades e possíveissofrimentos, advindos de todo o meio ambiente; o que estamos querendoenfatizar, é que o animal humano, primitivo, não se mantinha alheio ao seuambiente, como os humanos mais “evoluídos”; eles “sabiam” que eram partedaquele mundo natural e viviam em “acordo” com as leis naturais que elesapenas, “sentiam”, pressentiam.Provavelmente, em razão dessa profunda ligação do animal humano com toda anatureza, seus primeiros “ensaios” de “crença”, devem ter girado em torno dealguns elementos da própria natureza ─ animais, árvores, pedras, vento, chuvaetc., por motivos que só eles sabiam.Séculos e séculos passavam e os animais humanos, evoluíam. Outros tempos,outras crenças foram surgindo, agora mais “encorpadas” pela vivência, pelaexperiência repassada de geração a geração até mesmo, pelo próprio DNA.
  38. 38. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 38Após seus “olhares” terem “concretizado” grande parte do terreno começaram,com certeza, a questionar os “céus”, de forma mais detalhada. Dessesquestionamentos e observações mais acurados, começou a surgir crençasoutras, além das que envolviam aspectos puramente terrenos e as do sol e lua,obviamente.Desses tempos ultra-remotos, absolutamente nada temos, de informação.Para a história da humanidade, é considerada como 1ª civilização, os sumérios.Antes de falarmos um pouco, sobre eles, vamos ver definições de civilização, noDicionário da Academia Brasileira de Letras.civilização s.f. 1. Ato ou efeito de civilizar. 2. Conjunto de caracteres próprios àvida intelectual, artística, moral e material de um país ou de uma sociedade.Os sumérios habitaram a antiga Mesopotâmia. Nessa região, hoje, encontramoso Iraque.Mesopotâmia significa, em grego, “entre rios” →meso-pótamos, justamente pelasua localização entre os rios Tigre e Eufrates. Ela foi considerada um dosberços da civilização, tendo sido datada, a civilização suméria, como pertencenteao quarto milênio a.C., havendo, entretanto, divergências quanto a essadatação.As razões que levaram os historiadores a considerar os sumérios umacivilização, são essencialmente, duas.A primeira, ligada a sua escrita que era cuneiforme, onde os sinaisrepresentavam ideias e objetos. Para todos os efeitos históricos, é tida como aprimeira escrita considerada como tal. Eles usavam placas de barro, ondecunhavam os sinais. A segunda razão pela qual foram considerados civilização,era sua estrutura social de cidades-estados. Cada cidade era também umEstado. Exemplos desse tipo de organização, hoje, são Mônaco, situado no sulda França, Singapura, menor país do Sudeste Asiático, bem como o Vaticano.Para os historiadores, a crença suméria era politeísta, ou seja, “cultuavam”vários deuses ligados à natureza, ao Sol, a Lua, bem como a sentimentos eemoções.Aqueles primeiros animais humanos, do nosso exercício imaginativo no iníciodeste Espaço, foram os pilares, com absoluta certeza, da civilização suméria ede todas as outras sequenciais, inclusive a nossa.Resquícios desses primeiros animais humanos, com certeza estão “arquivados”em nosso DNA; isso é simplesmente, fantástico!
  39. 39. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 39Com certeza, nos primeiros animais humanos, a estrutura Ego começou suaformação; em princípio, provavelmente extremamente insipiente e até mesmo“volátil”, pois ainda não estava completamente “fixada”, justamente por ser umente quântico em primeira incursão, na matéria, corpo humano. Havianecessidade, creio, de adaptação ao campo energético do Planeta Terra e daprópria estrutura quântica ─ corpo físico. Talvez, em razão disso, poderia terexistido nos primeiros animais humanos, uma compatibilidade maior, em simesmo, com o animal não humano, que em princípio, era.Instinto animal deve ter sido a tônica inicial dos primeiros animais humanos,antes do Ego firmar-se como estrutura dominante e “forçar”, daí em diante, ailusória separação entre o animal e o humano, entre o humano e a Natureza.Mas, esse processo demandou um longo tempo consolidando-se, com certeza,quando certos Egos começaram a desenvolver pensamentos e teorias, mais“racionais” e impor um divisor de águas entre os primitivos animais humanos e ohumano racional. A isso, provavelmente, designaram como ─ poder de civilizar.Vejamos o que nos diz, o mesmo Dicionário da Academia Brasileira de Letras,sobre civilizar.civilizar v. 1. Tornar (se) civil, cortês: É preciso civilizar essa criança rebelde;Esta criança deve civilizar-se. 2. Levar civilização a ou adquirir civilização: Talvezseja vantajoso civilizar tribos primitivas; Aqueles povos tão primitivos civilizaram-se. 3. Tornar-se cortês, polido: Vejo que com o tempo esse rapaz civilizou-se.Notaram como está claramente implícita, nessas definições, a intencionalidadede domínio, de imposição de poder, de vontade?Pois bem, se o sistema de crença inicial, do animal humano era algo que brotavade sua vivência e envolvimento com toda a Natureza do Planeta Terra, o sistemacivilizatório praticamente destruiu o encantamento da união natureza/animalhumano, origem de seu sistema de crença.Vamos encerrar este Espaço com um célebre pensamento de Sigmund Freud ─1856-1939 ─, fundador da psicanálise. “A nossa civilização é em grande parte responsável pelas nossas desgraças.Seríamos muito mais felizes se a abandonássemos e retornássemos àscondições primitivas.”
  40. 40. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 40ESPAÇO 7 ─ AlmaUm dos aspectos mais discutidos ─ e ainda não definido ─ das questões doanimal humano, é o que foi denominado alma.Vamos trazer uma parte importante do livro de James Gardner ─ O UniversoInteligente, do qual já fizemos menção no Espaço 4.“A alma em cada coisa viva é a parte informacional dessa coisa que estápropositadamente engajada nos aspectos informacional de sua capacidade deser concebida ou germinar, crescer com células que se diferenciam, crescer emtamanho, mover-se, fazer uso de informações sensoriais, reagir reflexivamente,aprender, agir instintivamente, pensar inteligentemente, comunicar-se comoutros seres, ensinar, reproduzir, evoluir e realizar interações informacionais quecomeçam com a combinação dos DNAs parentais, interações informacionaisconsigo mesma, com coisas externas a si mesma através dos sentidos, deações, de construções, de criações e de comunicações, e com sua progênie pormeio da contribuição do DNA. Uma alma pode aprender a partir da experiência,da reflexão ou ao ser ensinada por outras almas. Em suma, uma alma podeensinar outras almas.”Essa citação do livro informado, são do maior especialista em computação ─Edward Fredkin, um gênio autodidata, como definiu Gardner.Confesso que ao ler esse livro, fiquei profundamente entusiasmada. O conceitode alma, que o próprio Edward coloca em itálico, pressupõe que ela tenhacomponente quântico e/ou, seja quântica. Em meu caso específico, a alteraçãoda definição alma, para ente quântico ─ Ego ou Ser, foi decorrente do “captado”,em relação à ENERGIA e, por considerar a “individualidade” atemporal do Ego edo Ser, em função de suas características quânticas. Tentando explicar melhor,a conotação de alma, traz um vínculo muito estreito com a pessoa. O temareencarnação, por exemplo, pressupõe o retorno de determinada alma que“pertenceu” a determinada pessoa, em uma determinada época. Isso se perde,com o passar dos séculos e dos milênios.Mesmo que o termo alma, continue sendo o significante da essência de umanimal humano, ela terá que ser atualizada, em futuro próximo, desvinculando olaço ─ alma/pessoa. O ente quântico, que se abastece deinformações/aprendizados etc., através de um corpo físico tem, com esse corpofísico, apenas relação temporal enquanto o corpo físico estiver emfuncionamento. Após, caso esse ente não tenha completado sua aprendizagem,neste espaço terreno, ele poderá vir a fazer uso de um outro corpo físico, paracomplementação informacional, sua. Não deixa de ser um aspectoencarnatório; só deixa de ser pessoal para ser a história daquele entequântico que não tem “identidade” terrena ─ nome, cpf, rg, etc.
  41. 41. EgoCiência e SerCiência vs. Algumas questões humanas 41Se alguém pensar que isso torna “nossa” vida insignificante, é puro engano;todas as experiências, todas, que o corpo físico propiciar ao ente quânticoestarão, para sempre, registradas. Esse, e somente esse é, em meu entender,o aspecto imortal deste sistema ─ VIDA, do Planeta Terra.Como se pode observar, essa “conceituação” de alma, dada por EdwardFredkin, nada tem a ver com religião; essa será a tônica de nossa conversasobre, alma.Alma é uma palavra derivada da palavra latina anima; dessa palavra derivam-semuitas outras, entre elas animal ─ do latim, animália.Conceituações de alma, situam-se muito distantes, no tempo; podemosencontrá-las, por exemplo, em Sócrates e Platão.Porém, o critério religioso é o mais vulgarmente conhecido.Para a maioria das religiões a alma é o aspecto intangível da vida do animalhumano, em seu corpo físico. Ela se mantém, após a desestruturação final, docorpo físico.Para os espiritualistas, a alma de uma pessoa reencarna, em outra, quando essaalma ainda tem necessidade de aprendizados; isso pode ocorrer várias vezes,até que a alma alcance seu potencial máximo e não mais “retorne” ao compostofísico.Para ser objetiva, é costume dizer, por exemplo, que Pedro é uma reencarnaçãode José.Então, mediante isso, duas questões se sobrepõem, sob minha ótica.A primeira, é que a alma, então, tem uma conotação individual, particular; ela épertencente a uma pessoa.A segunda, é um ponto de interrogação, pois se a alma de José “está” emPedro, então Pedro não tem alma própria? Sua alma é “emprestada” de outrapessoa? Numa próxima encarnação, essa alma será definida como de José oude Pedro?Não entendam como desrespeito ao espiritualismo, o que acima foi dito; deforma alguma. O espiritualismo e o budismo, são profundamente respeitados,por mim; é apenas para situar algumas proposições que virão, na sequência,que colocamos as interrogações que considero, independente de qualquer coisa,pertinentes.No livro EgoCiência e SerCiência, quem poderíamos aventar ser a alma, mesmoque não seja utilizado esse termo, nos mesmos?Proponho que ela possa ser o ente quântico ─ Ego, já que é ele, em meuentender, que serve-se, quantas vezes forem necessárias, de estrutura quântica

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