O autor presencia seu filho Daniel interagindo alegremente com um mendigo sujo em um restaurante, para constrangimento do autor e sua esposa. Quando o autor vai embora com Daniel, o menino abraça o mendigo com amor. Isso faz o autor refletir sobre como os adultos julgam as aparências, ao contrário das crianças, e sobre compartilhar amor incondicionalmente como Jesus Cristo.