Soneto: Viagens


    Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro


Música: Perfume de mulher
Sou como um barco silencioso que navega
Na majestosa imensidão do infinito
A procura do amor, do saber, mas não aflito
Pois a descrença não é a venda que me cega
Busco no brio que adorna as velhas naus
O que Deus em Sua obra tem escrito
Alguma fórmula que acabe com o conflito
Que transforme em anjos homens maus
Vejo nas gemas, nos breus, nas nebulosas
Que o universo mais parece um mar de rosas
A encher-me os olhos de infinita calma
E nessa busca o coração vai confiante
Pois desse barco, de Jesus fiz comandante
E de Deus o porto seguro da minh’alma
Viagens

 Sou como um barco silencioso que navega
    Na majestosa imensidão do infinito
A procura do amor, do saber, mas não aflito
Pois a descrença não é a venda que me cega

 Busco no brio que adorna as velhas naus
   O que Deus em Sua obra tem escrito
 Alguma fórmula que acabe com o conflito
  Que transforme em anjos homens maus

 Vejo nas gemas, nos breus, nas nebulosas
Que o universo mais parece um mar de rosas
  A encher-me os olhos de infinita calma

  E nessa busca o coração vai confiante
 Pois desse barco, de Jesus fiz comandante
  E de Deus o porto seguro da minh’alma
Formatação: o caçador de imagens

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