CONHECENDO UBERLÂNDIA  POR MEIO DE UMA VIAGEM HISTÓRICA
CONHECENDO UBERLÂNDIA O território do atual Município de Uberlândia, faz parte da região outrora denominada Sertão de Farinha Podre ou Triângulo Mineiro. Os primeiros habitantes de nosso município foram os índios Caiapós. O primeiro homem civilizado a andar por essas terras foi o bandeirante paulista Bartolomeu Bueno da Silva, filho do Anhanguera, em 1722, que abriu a primeira estrada que ia até o atual Estado de Goiás. De 1720 a 1748 o Triângulo Mineiro pertenceu ao Estado de São Paulo; De 1748 a 1816 o Triângulo Mineiro pertenceu ao Estado de Goiás;
De 1810 a 1812 vários bandeirantes concentraram no Patrimônio de Desemboque, com a finalidade de espalhar-se pela região do Triângulo Mineiro; Em 29 de junho de 1818, João Pereira da Rocha atingiu um córrego ao qual se deu o nome de São Pedro, Santo cuja festa se celebra no dia 29 de junho. Córrego atualmente canalizado na Avenida Rondon Pacheco
A HISTÓRIA DE UBERLÂNDIA A ocupação da região do Triângulo Mineiro, antigo Sertão da Farinha Podre, efetivou-se no início do século XIX, (19). O Triângulo Mineiro pertenceu à Província de Goiás até 1816, passando então para a Província de Minas Gerais. Nessa época, os índios Caiapós, primitivos habitantes da região, foram empurrados para outras regiões.
Em 1818, além do povoado de Desemboque, sede do julgado homônimo, mais três arraiais existiam além do Rio das Velhas: Uberaba, Prata e Sacramento; Em 1821, João Pereira da Rocha, tomou posse da sesmaria de três léguas(18 kms) de cumprimento por uma légua(6 kms) de largura, entre as bacias dos rios Uberabinha e antigo Rio das Abelhas, posteriormente, das Velhas, hoje Araguari
João Pereira da Rocha, atraído, pela possibilidade de ocupar áreas imensas e férteis, chegou ao local onde se situa hoje o município de Uberlândia e fundou a Fazenda São Francisco, marco inicial da região.
Por que Sertão da Farinha Podre? 1ª versão. Os índios ao saírem de um lugar, deixavam enterrados perto dos troncos das árvores os pães de farinha de mandioca, revestidos de uma camada mais forte e mais aquecidos para durar enquanto não voltassem. Mas com a vinda dos Bandeirantes, os índios não retornavam às suas regiões e os pães apodreciam.
Por que Sertão da Farinha Podre? 2ª versão. Sargento – Mor Antônio Eustáquio, disse que seus homens, enquanto penetravam nesse sertão, iam deixando dependuradas nas copas das árvores bruacas e capangas de alimentos, geralmente farinha e carne seca, para uma possível necessidade na volta, mas muitas vezes eram escorraçados pelos Caiapós e quando encontravam o alimento já estava podre por causa das chuvas e do tempo.
A constituição da atual região do Triângulo Mineiro (Sertão da Farinha Podre) perpassa o século XVIII, atingindo o período da colonização brasileira com a passagem de bandeirantes pela região, que afugentava ou escravizava os índios nômades, em sua maioria os Caiapós. A caracterização do homem bandeirante foi à  busca , ou de riquezas minerais ou da sua própria subsistência. A região do Sertão da Farinha Podre compreendia todas as terras situadas entre os rios Quebra Anzol, das Velhas, Grande e Paranaíba. Estas terras de  passagem , entre os atuais Estados de São Paulo, Goiás e Mato Grosso, muitas vezes serviam de pouso ao sertanejo, que construíam pequenos ranchos, e posteriormente, com a concessão das sesmarias pela coroa portuguesa, viriam as fazendas mineiras. O município de Uberlândia tem sua origem nas fazendas criadas a partir da concessão de sesmarias por parte da coroa portuguesa. Entre os pioneiros que adquiriram sesmarias, estava João Pereira da Rocha que pediu concessão das terras localizadas na extensa faixa de terras ao longo da margem esquerda do Rio das Velhas e a margem direita do Rio Uberabinha, e em 1821 deu origem a Sesmaria de São Francisco. Por volta da década de 1830, João Pereira construiu às margens do ribeirão Letreiro a sede, conhecida como Fazenda do Letreiro.
A vinda de João Pereira atraiu muitas outras famílias, inclusive a família Carrejo que, em 1835, adquiriu parte da fazenda São Francisco e outras terras formando as sedes: Olhos D´Água, Lage, Marimbondo e Tenda (a de Felisberto Alves Carrejo) nas quais se instalaram os irmãos. Para atender às necessidades imediatas, surgiram as oficinas serrarias, olarias, engenhos de cana, teares, as rocas das fiandeiras e a Tenda do ferreiro.
 
 
Felisberto Alves Carrejo dotado de um espírito empreendedor, idealizou o início do povoado projetando a construção de uma igreja. A construção da capela teve início em 1846 dando origem ao Arraial de Nossa Senhora do Carmo, nome da Padroeira e depois São Sebastião da Barra de São Pedro, popularmente chamado como Arraial dos Carrijos.
 
Nas proximidades da igreja, surgiram as primeiras casas do arraial de Nossa Senhora do Carmo e São Sebastião da Barra do Uberabinha que, em 1929, recebeu a denominação sugerida por João de Deus Faria: Uberlândia que significa Terra Fértil.
Em 1943 a Matriz foi demolida, sendo construída no local a Estação Rodoviária, que ali permaneceu até a década de 70, quando foi transferida para o atual Terminal Rodoviário Castelo Branco. O prédio abriga hoje a Biblioteca Pública Municipal. A Igreja Nossa Senhora do Carmo foi demolida e sem seu lugar foi construída a antiga Rodoviária, que hoje funciona a Biblioteca Municipal, situada na Praça Cícero Macedo.
Com o crescimento demográfico, as lideranças políticas pleitearam a emancipação do povoado de São Pedro de Uberabinha o que aconteceu em 31 de agosto de 1888. A Câmara Municipal foi instalada em 1829 e o Agente Executivo, que corresponde hoje ao cargo de Prefeito, foi o Sr. Augusto César Ferreira e Souza.
Em 21 de dezembro de 1895, foi inaugurada a Estação Ferroviária da Campanhia Mogiana de Estradas de Ferro que junto aos telégrafos fez a ligação de Uberabinha com outras cidades mais desenvolvidas, inserindo-a no cenário nacional. O crescimento de Uberabinha obrigou o desenvolvimento do parque ferroviário, com a construção de novas estações de embarque de passageiros e mercadorias.
A estrada de ferro arrastou a cidade para o norte, sendo responsável pela urbanização do que hoje é o centro. A cidade cresceu até as portas da Mogiana e ultrapassou seus limites, continuando a crescer para o Norte, fazendo-se necessário a mudança da estação ferroviária em 1970 para as proximidades do Aeroporto de Uberlândia.
A partir da instalação de uma usina geradora de energia elétrica, várias fábricas se instalaram dando início ao desenvolvimento industrial da cidade. A inauguração de novos e diversificados empreendimentos dão continuidade ao processo de urbanização. De um campo de futebol surge, no início do século, a Praça da República. foto
Em 1959, a Praça da República, também conhecida como Praça dos Bambus, passa a chamar-se Tubal Vilela, sendo remodelada.
A Praça Tubal Vilela constitui-se em um importante referencial para a comunidade. Passou a abrigar ao seu redor construções como:  Hotel Zardo e Colombo; edifício do Fórum (1922); Escola Estadual Bueno Brandão, construída em 1915, demolida e reconstruída em 1967; a Igreja Matriz de Santa Terezinha inaugurada em 1941. f oto da praça com as av.  Afonso pena e duque de caxias
UBERLÂNDIA HOJE FOTOS DOS MONUMENTO ATUAIS HISTÓRICOS SE INTERPONDO ETC...
Prédio do Fórum Abelardo Pena. O prédio era situada ao lado do atual prédio da Administração Fazendária.
 
UBERLÂNDIA Dados gerais: Extensão territorial: Área total de 4115 km2 Fonte: Instituto de Geociências Aplicadas – IGA  (CETEC) População: 529,441 habitantes Densidade demográfica: 128,6 habitantes km2 Fonte: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – 2002 Principal Atividade Econômica: Economia bastante diversificada, com crescimento mais acentuado do comércio e serviços. As indústrias têm participação de 46% e agropecuária de 3% na movimentação econômica da cidade. São mais de 400 indústrias e mais de 2 mil estabelecimentos comerciais em todos os ramos. Fonte: Prefeitura Municipal de Uberlândia
Hoje nossa cidade representa a terceira cidade de Minas Gerais em população e em arrecadação de impostos estaduais. Uberlândia sedia o maior pólo atacadista- distribuidor do País, consolida-se como exportador agroindustrial (amido de milho, ácido cítrico, couro bovino, algodão e produto derivado da soja) e como pólo de desenvolvimento de biotecnologia.
BANDEIRA DE UBERLÂNDIA Os dois terços superiores são em azul (representando o céu) e o terço inferior verde (representando os campos e as terras do município). O triângulo é o símbolo principal do Estado de Minas Gerais. Os raios pontiagudos brancos formam uma estrela de 12 pontas que representa o sistema viário que irradia-se de Uberlândia. A cor branca da estrela representa paz, tranquilidade e ordem. As cores da bandeira (exceto  a margem vermelha do triângulo) são as mesmas da bandeira nacional.
FIM

Uberlândia

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    CONHECENDO UBERLÂNDIA POR MEIO DE UMA VIAGEM HISTÓRICA
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    CONHECENDO UBERLÂNDIA Oterritório do atual Município de Uberlândia, faz parte da região outrora denominada Sertão de Farinha Podre ou Triângulo Mineiro. Os primeiros habitantes de nosso município foram os índios Caiapós. O primeiro homem civilizado a andar por essas terras foi o bandeirante paulista Bartolomeu Bueno da Silva, filho do Anhanguera, em 1722, que abriu a primeira estrada que ia até o atual Estado de Goiás. De 1720 a 1748 o Triângulo Mineiro pertenceu ao Estado de São Paulo; De 1748 a 1816 o Triângulo Mineiro pertenceu ao Estado de Goiás;
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    De 1810 a1812 vários bandeirantes concentraram no Patrimônio de Desemboque, com a finalidade de espalhar-se pela região do Triângulo Mineiro; Em 29 de junho de 1818, João Pereira da Rocha atingiu um córrego ao qual se deu o nome de São Pedro, Santo cuja festa se celebra no dia 29 de junho. Córrego atualmente canalizado na Avenida Rondon Pacheco
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    A HISTÓRIA DEUBERLÂNDIA A ocupação da região do Triângulo Mineiro, antigo Sertão da Farinha Podre, efetivou-se no início do século XIX, (19). O Triângulo Mineiro pertenceu à Província de Goiás até 1816, passando então para a Província de Minas Gerais. Nessa época, os índios Caiapós, primitivos habitantes da região, foram empurrados para outras regiões.
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    Em 1818, alémdo povoado de Desemboque, sede do julgado homônimo, mais três arraiais existiam além do Rio das Velhas: Uberaba, Prata e Sacramento; Em 1821, João Pereira da Rocha, tomou posse da sesmaria de três léguas(18 kms) de cumprimento por uma légua(6 kms) de largura, entre as bacias dos rios Uberabinha e antigo Rio das Abelhas, posteriormente, das Velhas, hoje Araguari
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    João Pereira daRocha, atraído, pela possibilidade de ocupar áreas imensas e férteis, chegou ao local onde se situa hoje o município de Uberlândia e fundou a Fazenda São Francisco, marco inicial da região.
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    Por que Sertãoda Farinha Podre? 1ª versão. Os índios ao saírem de um lugar, deixavam enterrados perto dos troncos das árvores os pães de farinha de mandioca, revestidos de uma camada mais forte e mais aquecidos para durar enquanto não voltassem. Mas com a vinda dos Bandeirantes, os índios não retornavam às suas regiões e os pães apodreciam.
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    Por que Sertãoda Farinha Podre? 2ª versão. Sargento – Mor Antônio Eustáquio, disse que seus homens, enquanto penetravam nesse sertão, iam deixando dependuradas nas copas das árvores bruacas e capangas de alimentos, geralmente farinha e carne seca, para uma possível necessidade na volta, mas muitas vezes eram escorraçados pelos Caiapós e quando encontravam o alimento já estava podre por causa das chuvas e do tempo.
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    A constituição daatual região do Triângulo Mineiro (Sertão da Farinha Podre) perpassa o século XVIII, atingindo o período da colonização brasileira com a passagem de bandeirantes pela região, que afugentava ou escravizava os índios nômades, em sua maioria os Caiapós. A caracterização do homem bandeirante foi à busca , ou de riquezas minerais ou da sua própria subsistência. A região do Sertão da Farinha Podre compreendia todas as terras situadas entre os rios Quebra Anzol, das Velhas, Grande e Paranaíba. Estas terras de passagem , entre os atuais Estados de São Paulo, Goiás e Mato Grosso, muitas vezes serviam de pouso ao sertanejo, que construíam pequenos ranchos, e posteriormente, com a concessão das sesmarias pela coroa portuguesa, viriam as fazendas mineiras. O município de Uberlândia tem sua origem nas fazendas criadas a partir da concessão de sesmarias por parte da coroa portuguesa. Entre os pioneiros que adquiriram sesmarias, estava João Pereira da Rocha que pediu concessão das terras localizadas na extensa faixa de terras ao longo da margem esquerda do Rio das Velhas e a margem direita do Rio Uberabinha, e em 1821 deu origem a Sesmaria de São Francisco. Por volta da década de 1830, João Pereira construiu às margens do ribeirão Letreiro a sede, conhecida como Fazenda do Letreiro.
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    A vinda deJoão Pereira atraiu muitas outras famílias, inclusive a família Carrejo que, em 1835, adquiriu parte da fazenda São Francisco e outras terras formando as sedes: Olhos D´Água, Lage, Marimbondo e Tenda (a de Felisberto Alves Carrejo) nas quais se instalaram os irmãos. Para atender às necessidades imediatas, surgiram as oficinas serrarias, olarias, engenhos de cana, teares, as rocas das fiandeiras e a Tenda do ferreiro.
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    Felisberto Alves Carrejodotado de um espírito empreendedor, idealizou o início do povoado projetando a construção de uma igreja. A construção da capela teve início em 1846 dando origem ao Arraial de Nossa Senhora do Carmo, nome da Padroeira e depois São Sebastião da Barra de São Pedro, popularmente chamado como Arraial dos Carrijos.
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    Nas proximidades daigreja, surgiram as primeiras casas do arraial de Nossa Senhora do Carmo e São Sebastião da Barra do Uberabinha que, em 1929, recebeu a denominação sugerida por João de Deus Faria: Uberlândia que significa Terra Fértil.
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    Em 1943 aMatriz foi demolida, sendo construída no local a Estação Rodoviária, que ali permaneceu até a década de 70, quando foi transferida para o atual Terminal Rodoviário Castelo Branco. O prédio abriga hoje a Biblioteca Pública Municipal. A Igreja Nossa Senhora do Carmo foi demolida e sem seu lugar foi construída a antiga Rodoviária, que hoje funciona a Biblioteca Municipal, situada na Praça Cícero Macedo.
  • 17.
    Com o crescimentodemográfico, as lideranças políticas pleitearam a emancipação do povoado de São Pedro de Uberabinha o que aconteceu em 31 de agosto de 1888. A Câmara Municipal foi instalada em 1829 e o Agente Executivo, que corresponde hoje ao cargo de Prefeito, foi o Sr. Augusto César Ferreira e Souza.
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    Em 21 dedezembro de 1895, foi inaugurada a Estação Ferroviária da Campanhia Mogiana de Estradas de Ferro que junto aos telégrafos fez a ligação de Uberabinha com outras cidades mais desenvolvidas, inserindo-a no cenário nacional. O crescimento de Uberabinha obrigou o desenvolvimento do parque ferroviário, com a construção de novas estações de embarque de passageiros e mercadorias.
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    A estrada deferro arrastou a cidade para o norte, sendo responsável pela urbanização do que hoje é o centro. A cidade cresceu até as portas da Mogiana e ultrapassou seus limites, continuando a crescer para o Norte, fazendo-se necessário a mudança da estação ferroviária em 1970 para as proximidades do Aeroporto de Uberlândia.
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    A partir dainstalação de uma usina geradora de energia elétrica, várias fábricas se instalaram dando início ao desenvolvimento industrial da cidade. A inauguração de novos e diversificados empreendimentos dão continuidade ao processo de urbanização. De um campo de futebol surge, no início do século, a Praça da República. foto
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    Em 1959, aPraça da República, também conhecida como Praça dos Bambus, passa a chamar-se Tubal Vilela, sendo remodelada.
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    A Praça TubalVilela constitui-se em um importante referencial para a comunidade. Passou a abrigar ao seu redor construções como: Hotel Zardo e Colombo; edifício do Fórum (1922); Escola Estadual Bueno Brandão, construída em 1915, demolida e reconstruída em 1967; a Igreja Matriz de Santa Terezinha inaugurada em 1941. f oto da praça com as av. Afonso pena e duque de caxias
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    UBERLÂNDIA HOJE FOTOSDOS MONUMENTO ATUAIS HISTÓRICOS SE INTERPONDO ETC...
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    Prédio do FórumAbelardo Pena. O prédio era situada ao lado do atual prédio da Administração Fazendária.
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    UBERLÂNDIA Dados gerais:Extensão territorial: Área total de 4115 km2 Fonte: Instituto de Geociências Aplicadas – IGA (CETEC) População: 529,441 habitantes Densidade demográfica: 128,6 habitantes km2 Fonte: Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – 2002 Principal Atividade Econômica: Economia bastante diversificada, com crescimento mais acentuado do comércio e serviços. As indústrias têm participação de 46% e agropecuária de 3% na movimentação econômica da cidade. São mais de 400 indústrias e mais de 2 mil estabelecimentos comerciais em todos os ramos. Fonte: Prefeitura Municipal de Uberlândia
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    Hoje nossa cidaderepresenta a terceira cidade de Minas Gerais em população e em arrecadação de impostos estaduais. Uberlândia sedia o maior pólo atacadista- distribuidor do País, consolida-se como exportador agroindustrial (amido de milho, ácido cítrico, couro bovino, algodão e produto derivado da soja) e como pólo de desenvolvimento de biotecnologia.
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    BANDEIRA DE UBERLÂNDIAOs dois terços superiores são em azul (representando o céu) e o terço inferior verde (representando os campos e as terras do município). O triângulo é o símbolo principal do Estado de Minas Gerais. Os raios pontiagudos brancos formam uma estrela de 12 pontas que representa o sistema viário que irradia-se de Uberlândia. A cor branca da estrela representa paz, tranquilidade e ordem. As cores da bandeira (exceto a margem vermelha do triângulo) são as mesmas da bandeira nacional.
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