Este documento discute os limites do ativismo trans liberal em estados neoliberais. A busca por direitos trans como não discriminação e reconhecimento legal ocorre em meio a cortes de serviços públicos que afetam desproporcionalmente pessoas trans pobres. Além disso, o liberalismo queer reproduz hierarquias raciais através da violência policial contra não-brancos. O documento defende uma crítica do liberalismo trans que conteste as desigualdades da sociedade e considere a intersecção de raça e classe.