Divisão Internacional do Trabalho (DIT)
As multinacionais ontem e hoje
Pequenos e médios empreendedores
Bianca Beliunas
Camila Tolosa
Gabriella Ausenka
02B
Microeconomia aplicada aos negócios
A Divisão Internacional do Trabalho (DIT)
Foi já no Período colonial que as regiões do mundo passaram a se especializar
quanto ao fornecimento de produtos manufaturados, matérias-primas, metais
preciosos, etc.
Baseando-se na concepção de que nenhum país consegue ser competitivo em
todos os setores e, portanto, acabam por direcionar suas economias, os diferentes
papéis assumidos pelos países inauguraram a Divisão Internacional do Trabalho.
É um sistema de relações de produção e de comércio que envolve o mundo,
constituindo uma economia mundial onde cada país desempenha funções
distintas nessa relação.
Durante a história do capitalismo, a DIT sofreu mudanças de acordo com o
período vigente, entretanto continuou perpetuando uma relação hierárquica e de
interdependência entre as nações:
a) Capitalismo comercial - Período colonial: trocas comerciais entre a colônia
(matéria-prima) e metrópole (produtos manufaturados);
b) Capitalismo Industrial - Revolução Industrial: trocas comerciais entre países
agrários (matéria-prima) e industriais (produtos industrializados);
c) Capitalismo Financeiro (atualmente) - Pós Guerra Fria: trocas comerciais
entre países desenvolvidos (investimentos, tecnologias e produtos “mais
sofisticados”) e países subdesenvolvidos (matéria-prima e alguns poucos
produtos industrializados);
Vantagens da DIT: modernização da economia; melhora tecnológica e, por
consequência, maior eficiência na produção e comercialização; mão-de-obra
barata; impostos reduzidos; entre outros - vale ressaltar que tais benefícios são
direcionados majoritariamente aos países economicamente mais fortes.
Desvantagens da DIT: intensificação da hierarquia comercial entre países
(desigualdade) uma vez que os países industrializados costumam levar vantagem
no comércio global; as empresas transnacionais buscam seus próprios interesses,
sem considerar as conseqüências sociais, econômicas e ambientais nos países
onde suas filiais estão instaladas.
Atualmente, o principal papel do Brasil na nova DIT é o fornecimento de
matérias-prima, produtos agrícola, petróleo, entre outros, e ainda fornece
mão-de-obra barata.
Os EUA importam mais do que exportam por conta da terceirização, o Brasil
exporta mais do que importa por conta do agronegócio.
As multinacionais
a) As que se dirigem para países em desenvolvimento, em busca de recursos
naturais, minerais e energéticos.
a) As que fornecem produtos para o mercado interno dos países onde fabricam
mercadorias ou prestam serviços.
b) As que distribuem suas filiais por alguns países que servem de montadoras
para o restante do mundo, assumindo uma estratégia global.
A inovação, em geral, representa um investimento de longo prazo e de alto risco
que requer mudanças, muitas vezes radicais, e que visem a ascensão no mercado.
A partir da década de 1960 o processo de expansão de negócios para o
internacional se intensificou e as empresas multinacionais apresentam hoje
variada série de produtos e mercado.
Algumas multinacionais atingem eminente expansão produtiva no exterior, como
no caso da Nestlé suíça, que possui quase 100% das suas vendas e mão-de-obra
ocupada em território estrangeiro.
Atualmente algumas multinacionais têm se voltado para a venda de know-how
(conhecimento da habilidade) para empresas menores, isto é, o desenvolvimento
de novas tecnologias e prestação de assistência técnica e consultoria.
Outro fenômeno são as fusões e aquisições entre multinacionais, criando fortes
potências produtivas.
Ou seja, as multinacionais têm preferido, em vez de fazer novos investimentos,
comprar empresas já existentes ou então negociar a distribuição do mercado com
suas concorrentes. Essa prática de M&A (Mergers and Acquisitions) alimentou a
competitividade quanto ao gigantismo empresarial em um contexto de exibição
de poder econômico e político.
Os investimentos das multinacionais, apesar de atingirem países em
desenvolvimento, continuam concentrados nos próprios países desenvolvidos, são
assim, prioritariamente investimentos dos Estados Unidos na Europa e vice versa,
além de que as atividades mais nobres são executadas nos países desenvolvidos,
ficando as tarefas de montagem para os países subdesenvolvidos.
O IDES - Investimentos Diretos Externos - é o índice que calcula numericamente
o montante investido pelas multinacionais fora de seu país de origem
Pequenos e médios empreendedores
Para entender o mundo dos pequenos e médios
empreendedores é preciso entender o que é
empreendedorismo:
Empreendedorismo pode ser entendido como a
disposição ou capacidade de idealizar, coordenar e
realizar projetos. A palavra é também muitas vezes
definida como a habilidade em criar e implementar
mudanças, inovações e melhorias a um mercado ou
negócio ou até mesmo a fundação de uma nova
empresa.
Pequenos e médios empreendedores nascem com novas tendências e
oportunidades no ramo dos negócios.
Quando fala-se em empreender muitas pessoas pensam apenas como: abrir um
negócio, prestar serviços ou tornar-se um(a) empresário(a). Ser um empreendedor
é muito mais do que isso. A cada vez que você estuda, faz um curso, ou busca
conhecimento você se torna um empreendedor.
“O empreendedorismo é o motor de um país. É essa capacidade que faz a
diferença entre países que dão certo e os que estacionam”. - O presidente do
Grupo Abril, Roberto Civita, assim abriu o EXAME Fórum.
Pequenos e médios empreendedores devem focar, principalmente, nas mídias
sociais como meio de difusão de informações e aquisição de mercado.
https://www.youtube.com/watch?v=cRagCocb0JI
Fontes de estudo
Livro: Barbosa, Alexandre de Freitas - O Mundo Globalizado, 5º edição, São Paulo: Contexto, 2013
O-Papel-do-Brasil-na-nova-divis%C3%A3o-internacional-1421472.html#targetText=Divis%C3%A3o%20In
ternacional%20do%20Trabalho%20(DIT,trabalho%20(divis%C3%A3o%20produtiva%20interna).
https://www.infoescola.com/trabalho/divisao-internacional-do-trabalho/
https://www.youtube.com/watch?v=COkTb-RQ5oA
https://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/revolucoes-industriais-primeira-segunda-e-terceira-revol
ucoes.htm
https://epocanegocios.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2018/04/pequenos-e-medios-empresarios-e
stao-mais-confiantes-com-economia-e-buscam-formacao.html
https://www.youtube.com/watch?v=cRagCocb0JI

Trabalho microeconomia.

  • 1.
    Divisão Internacional doTrabalho (DIT) As multinacionais ontem e hoje Pequenos e médios empreendedores Bianca Beliunas Camila Tolosa Gabriella Ausenka 02B Microeconomia aplicada aos negócios
  • 2.
    A Divisão Internacionaldo Trabalho (DIT) Foi já no Período colonial que as regiões do mundo passaram a se especializar quanto ao fornecimento de produtos manufaturados, matérias-primas, metais preciosos, etc. Baseando-se na concepção de que nenhum país consegue ser competitivo em todos os setores e, portanto, acabam por direcionar suas economias, os diferentes papéis assumidos pelos países inauguraram a Divisão Internacional do Trabalho. É um sistema de relações de produção e de comércio que envolve o mundo, constituindo uma economia mundial onde cada país desempenha funções distintas nessa relação.
  • 3.
    Durante a históriado capitalismo, a DIT sofreu mudanças de acordo com o período vigente, entretanto continuou perpetuando uma relação hierárquica e de interdependência entre as nações: a) Capitalismo comercial - Período colonial: trocas comerciais entre a colônia (matéria-prima) e metrópole (produtos manufaturados); b) Capitalismo Industrial - Revolução Industrial: trocas comerciais entre países agrários (matéria-prima) e industriais (produtos industrializados); c) Capitalismo Financeiro (atualmente) - Pós Guerra Fria: trocas comerciais entre países desenvolvidos (investimentos, tecnologias e produtos “mais sofisticados”) e países subdesenvolvidos (matéria-prima e alguns poucos produtos industrializados);
  • 4.
    Vantagens da DIT:modernização da economia; melhora tecnológica e, por consequência, maior eficiência na produção e comercialização; mão-de-obra barata; impostos reduzidos; entre outros - vale ressaltar que tais benefícios são direcionados majoritariamente aos países economicamente mais fortes. Desvantagens da DIT: intensificação da hierarquia comercial entre países (desigualdade) uma vez que os países industrializados costumam levar vantagem no comércio global; as empresas transnacionais buscam seus próprios interesses, sem considerar as conseqüências sociais, econômicas e ambientais nos países onde suas filiais estão instaladas.
  • 5.
    Atualmente, o principalpapel do Brasil na nova DIT é o fornecimento de matérias-prima, produtos agrícola, petróleo, entre outros, e ainda fornece mão-de-obra barata. Os EUA importam mais do que exportam por conta da terceirização, o Brasil exporta mais do que importa por conta do agronegócio.
  • 6.
    As multinacionais a) Asque se dirigem para países em desenvolvimento, em busca de recursos naturais, minerais e energéticos. a) As que fornecem produtos para o mercado interno dos países onde fabricam mercadorias ou prestam serviços. b) As que distribuem suas filiais por alguns países que servem de montadoras para o restante do mundo, assumindo uma estratégia global.
  • 7.
    A inovação, emgeral, representa um investimento de longo prazo e de alto risco que requer mudanças, muitas vezes radicais, e que visem a ascensão no mercado.
  • 8.
    A partir dadécada de 1960 o processo de expansão de negócios para o internacional se intensificou e as empresas multinacionais apresentam hoje variada série de produtos e mercado. Algumas multinacionais atingem eminente expansão produtiva no exterior, como no caso da Nestlé suíça, que possui quase 100% das suas vendas e mão-de-obra ocupada em território estrangeiro.
  • 9.
    Atualmente algumas multinacionaistêm se voltado para a venda de know-how (conhecimento da habilidade) para empresas menores, isto é, o desenvolvimento de novas tecnologias e prestação de assistência técnica e consultoria.
  • 10.
    Outro fenômeno sãoas fusões e aquisições entre multinacionais, criando fortes potências produtivas. Ou seja, as multinacionais têm preferido, em vez de fazer novos investimentos, comprar empresas já existentes ou então negociar a distribuição do mercado com suas concorrentes. Essa prática de M&A (Mergers and Acquisitions) alimentou a competitividade quanto ao gigantismo empresarial em um contexto de exibição de poder econômico e político.
  • 11.
    Os investimentos dasmultinacionais, apesar de atingirem países em desenvolvimento, continuam concentrados nos próprios países desenvolvidos, são assim, prioritariamente investimentos dos Estados Unidos na Europa e vice versa, além de que as atividades mais nobres são executadas nos países desenvolvidos, ficando as tarefas de montagem para os países subdesenvolvidos.
  • 12.
    O IDES -Investimentos Diretos Externos - é o índice que calcula numericamente o montante investido pelas multinacionais fora de seu país de origem
  • 13.
    Pequenos e médiosempreendedores Para entender o mundo dos pequenos e médios empreendedores é preciso entender o que é empreendedorismo: Empreendedorismo pode ser entendido como a disposição ou capacidade de idealizar, coordenar e realizar projetos. A palavra é também muitas vezes definida como a habilidade em criar e implementar mudanças, inovações e melhorias a um mercado ou negócio ou até mesmo a fundação de uma nova empresa.
  • 14.
    Pequenos e médiosempreendedores nascem com novas tendências e oportunidades no ramo dos negócios. Quando fala-se em empreender muitas pessoas pensam apenas como: abrir um negócio, prestar serviços ou tornar-se um(a) empresário(a). Ser um empreendedor é muito mais do que isso. A cada vez que você estuda, faz um curso, ou busca conhecimento você se torna um empreendedor. “O empreendedorismo é o motor de um país. É essa capacidade que faz a diferença entre países que dão certo e os que estacionam”. - O presidente do Grupo Abril, Roberto Civita, assim abriu o EXAME Fórum.
  • 15.
    Pequenos e médiosempreendedores devem focar, principalmente, nas mídias sociais como meio de difusão de informações e aquisição de mercado. https://www.youtube.com/watch?v=cRagCocb0JI
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    Fontes de estudo Livro:Barbosa, Alexandre de Freitas - O Mundo Globalizado, 5º edição, São Paulo: Contexto, 2013 O-Papel-do-Brasil-na-nova-divis%C3%A3o-internacional-1421472.html#targetText=Divis%C3%A3o%20In ternacional%20do%20Trabalho%20(DIT,trabalho%20(divis%C3%A3o%20produtiva%20interna). https://www.infoescola.com/trabalho/divisao-internacional-do-trabalho/ https://www.youtube.com/watch?v=COkTb-RQ5oA https://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/revolucoes-industriais-primeira-segunda-e-terceira-revol ucoes.htm https://epocanegocios.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2018/04/pequenos-e-medios-empresarios-e stao-mais-confiantes-com-economia-e-buscam-formacao.html https://www.youtube.com/watch?v=cRagCocb0JI