Escola básica 2º/3º ciclos – José Maria dos Santos                             Cristiano     Beatriz       Álvaro      Ronaldo         Costa        Siza Vieira   Subtema: Cristiano Ronaldo          Beatriz Costa          Álvaro Siza VieiraProfessores: Sandra Sousa               Alberto RosaAlunas: Rita silva 6ºM nº21         Sandra Isaías 6ºM nº 23.Ano lectivo 2009/2010ÍndiceIntrodução ……………………………………………………………………………………………….pág. 1
Beatriz Costa – Carreira…………………………………………………………………………….Pág. 2
Filmografia ..………………………………………………………………………………….Pág. 5
Livros……………………………………………………………………………………………..Pág. 6
Cristiano Ronaldo – Inicio da Carreira……………………………………………………….Pág. 7
Manchester United ……………………………………………………………………….Pág. 8
Real Madrid……………………………………………………………………………………Pág. 9
Selecção Portuguesa ……………………………………………………………………Pág. 10
Sporting  .…………………………………………………………………………………….Pág. 11
Álvaro Siza Vieira - Prémios…………………………………………………………………….Pág. 12
Obras ..………………………………………………………………………………………..Pág. 13
Conclusão ………………………………………………………………………………………………Pág. 15
Bibliografia …………………………………………………………………………………………….Pág. 16 INTRODUÇÃOO nosso tema é os “Portugueses que se destacaram nos últimos 100 anos.”O nosso subtema é “Cristiano Ronaldo, Beatriz Costa e Álvaro Siza Vieira.”O que nós pretendemos com este trabalho é que os nossos colegas e nós fiquemos a saber mais sobre estes artistas, sobre como iniciaram as suas carreiras até à actualidade.Resolvemos começar por pesquisar a vida do “Cristiano Ronaldo”, “Beatriz Costa” e também “Álvaro Siza Vieira”. Em todos eles as suas vidas são interessantes e fascinantes, com episódios bons e maus.Beatriz costaCarreiraEstreou-se no teatro de revista aos quinze anos, como corista em “Chá e Torradas” em 1923, no Éden Teatro. No ano seguinte, em 1924, actua pela primeira vez no Teatro Maria Vitória (Parque Mayer) na revista Rés Vês, após o que ingressa na companhia do Teatro Avenida estreando-se, no mesmo ano, no Rio de Janeiro onde é felicitada pela imprensa e pelos espectadores, nomeadamente nas revistas Fado Corrido e Tiro ao alvo.De regresso a Lisboa em 1925 ocupa um lugar de destaque ao lado de Nascimento Fernandes em “Ditosa Pátria”, no Teatro da Trindade. Em Agosto do mesmo ano a Companhia do Trindade segue para o Porto apresentando-se no Sá da Banheira e Beatriz faz a sua primeira ida como artista à cidade invicta.Em Outubro de 1927 integra uma companhia de operetas sediada no Teatro São Luiz. De regresso à revista, passa pelos teatros Éden e Maria Vitória nas revistas Foz Trot, Malmequer, Olarila, Revista de Lisboa e Sete e meioEm 1927, traduzindo uma moda cinéfila, aparece pela primeira vez de franja e estreia-se no cinema em papéis episódicos de filmes de Rino Lupo – “O diabo em Lisboa” – e, ainda no mesmo ano, havia dançado um tango em “Fátima Milagrosa”, ao lado de Manoel de Oliveira.Passou pelo Teatro Apolo, transferindo-se depois com a companhia de Eva Stachino para o Trindade. Aí fez “Pó de Maio”, onde conheceu o maior êxito de popularidade com o celebrado número “D. China” e “Sr. Pires” ao lado de Álvaro Pereira.Na sua segunda digressão ao Brasil em 1929, com a companhia de Eva Stachino, ao Rio de Janeiro, foi recebida sobre as mais efusivas manifestações e relembrada a sua revelação como actriz nos órgãos de imprensa da América do Sul.Após breve incursão aos palcos de São Paulo, Beatriz é convidada por Procópio Ferreira, comediante de relevo no Teatro Brasileiro, para ficar a trabalhar no Rio de Janeiro integrando o elenco da sua companhia de comédias, mas esta foi recusada.De volta ao continente, e ainda neste ano, Beatriz Costa aparece no documentário “Memória de uma Actriz”.Em 1930 participa no filme “Lisboa”, Crónica Anedótica, de Leitão de Barros. Em Dezembro deste ano, durante a visita de Ressano Garcia, gerente da Paramount em Lisboa, recebe um convite de Blumenthal e San Martin para um contrato muito vantajoso para o papel da protagonista de “A minha noite de Núpcias”, o terceiro fonofilme em Português, a realizar-se em França.Recebendo sempre provas de apreço desde o pessoal dos estúdios à mais considerada vedeta destaca das suas colegas estrangeiras Olga Tsehekova e Camila Horn.Deixa a companhia e é contratada por Corina Freire para participar no êxitos de revistas como A bola, o Pato marreco e o Mexilhão ou Pirilau.Numa ida a Espanha, a convite da Casa da Imprensa de Badajoz para uma festa no Teatro Lopez Ayola, obteve estrondoso êxito ao representar “Burrié”, sendo homenageada juntamente com os outros artistas portugueses que a acompanhavam (Amarante e Nascimento Fernandes).Em 1933 a sua imagem imortalizava o filme “A canção de Lisboa”, de Cotinelli Telmo, ao lado de António Silva e Vasco Santana, e em 1936, ao participar na revista Arre Burro.Em 1937 Beatriz ganha, ao lado de Vasco Santana, os votos de preferência dos cinéfilos portugueses e são eleitos príncipes do cinema português, protagonizando em 1939 “A aldeia da Roupa Branca”, de Chianca de Garcia, aquele que seria o seu último filme.Neste mesmo ano, Beatriz Costa aceitou novo convite para o Brasil para uma temporada que se prolongou por 10 anos, a que se chamou os melhores anos da sua vida. Quase sempre actuou no Casino Urca, no Rio de Janeiro, desde os tempos da peça “Tiro-Liro-Liro”, até ao final da década, altura do seu único casamento em 1947, com Edmundo Gregorian, de quem se divorciou dois anos depois.Em 1949, regressa aos palcos de Lisboa para uma revista no Teatro Avenida, cujo título diz tudo sobre o mito que continuava a ser: Ela aí está! E, aos 41 anos, repetiu os êxitos de há 20 anos atrás.Ainda apareceu em Lisboa em revistas de sucesso como Com Jeito vai, mas em 1960 despediu-se dos palcos em “Está bonita a Brincadeira”.É a partir da década de 1960 que começa a viajar por todo o mundo, assistindo os festivais de teatro, de Ocidente a Oriente. Conheceu personalidades como Salvador Dali, Pablo Picasso, Sophia Loren, Greta Garbo, Edith Piaf ou o Rei Hassan II, de Marrocos.  Depois da revolução dos Cravos começou a publicar livros sobre a sua espantosa vida, aconselhada e incentivada por Tomás Ribeiro Colaço. Ela que aprendera a ler aos 13 anos de idade e sozinha, seguindo a sua ambição de saber, começou a sua alfabetização à mesa do café “A brasileira”, por figuras como Almada Negreiros, Gualdino Gomes, Aquilino Ribeiro, Vitorino Nemésio, entre outros.Após o seu reaparecimento num espectáculo da Casa da Imprensa que decorreu no Coliseu dos Recreios foi sistematicamente solicitada pelos órgãos de comunicação social e espantou-se com as óptimas reacções do público leitor em relação do público leitor em relação a essa outra faceta da sua vida – escrever.Em 1977 é editado pela Emi-Valentim de Carvalho um álbum que compila vários dos seus sucessos musicais e que em 1996 seria reeditado com o título “Grande Marcha de Lisboa” na colecção Caravela da mesma editora. Apesar das muitas propostas para regressar aos palcos preferiu ficar longe deles por considerar o teatro de revista muito diferente do que era, por estar decadente.Muitos foram também os convites para programas de televisão e, de facto, viria a participar como membro de júri no concurso “Prata da Casa” (pretendia lançar jovens para o mundo do espectáculo.Morreu na manhã de 15 de Abril de 1996, aos 88 anos, num quarto do 6º andar do Hotel Tivoli (Lisboa).Em 2007, por ocasião dos 100 anos do seu nascimento, o Museu Municipal Raul de Almeida, de Mafra, assinalou a data com uma exposição existindo ainda neste concelho o Cine-Teatro com o seu nome e o Museu Popular Beatriz Costa, na Malveira.           Filmografia1926 – “O diabo em Lisboa”, de Rino Lupo;
1928 – “Fátima Milagrosa”, de Rino Lupo;
1930 – “Lisboa”, de J. Leitão de Barros;
1931 – “Minha noite de Núpcias”, de E. W. Emo;
1933 – “A canção e Lisboa”, de José Cotinelli Telmo;

Trab Final Rita Sandra

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    Escola básica 2º/3ºciclos – José Maria dos Santos Cristiano Beatriz Álvaro Ronaldo Costa Siza Vieira Subtema: Cristiano Ronaldo Beatriz Costa Álvaro Siza VieiraProfessores: Sandra Sousa Alberto RosaAlunas: Rita silva 6ºM nº21 Sandra Isaías 6ºM nº 23.Ano lectivo 2009/2010ÍndiceIntrodução ……………………………………………………………………………………………….pág. 1
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    Beatriz Costa –Carreira…………………………………………………………………………….Pág. 2
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    Cristiano Ronaldo –Inicio da Carreira……………………………………………………….Pág. 7
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    Álvaro Siza Vieira- Prémios…………………………………………………………………….Pág. 12
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    Bibliografia …………………………………………………………………………………………….Pág. 16INTRODUÇÃOO nosso tema é os “Portugueses que se destacaram nos últimos 100 anos.”O nosso subtema é “Cristiano Ronaldo, Beatriz Costa e Álvaro Siza Vieira.”O que nós pretendemos com este trabalho é que os nossos colegas e nós fiquemos a saber mais sobre estes artistas, sobre como iniciaram as suas carreiras até à actualidade.Resolvemos começar por pesquisar a vida do “Cristiano Ronaldo”, “Beatriz Costa” e também “Álvaro Siza Vieira”. Em todos eles as suas vidas são interessantes e fascinantes, com episódios bons e maus.Beatriz costaCarreiraEstreou-se no teatro de revista aos quinze anos, como corista em “Chá e Torradas” em 1923, no Éden Teatro. No ano seguinte, em 1924, actua pela primeira vez no Teatro Maria Vitória (Parque Mayer) na revista Rés Vês, após o que ingressa na companhia do Teatro Avenida estreando-se, no mesmo ano, no Rio de Janeiro onde é felicitada pela imprensa e pelos espectadores, nomeadamente nas revistas Fado Corrido e Tiro ao alvo.De regresso a Lisboa em 1925 ocupa um lugar de destaque ao lado de Nascimento Fernandes em “Ditosa Pátria”, no Teatro da Trindade. Em Agosto do mesmo ano a Companhia do Trindade segue para o Porto apresentando-se no Sá da Banheira e Beatriz faz a sua primeira ida como artista à cidade invicta.Em Outubro de 1927 integra uma companhia de operetas sediada no Teatro São Luiz. De regresso à revista, passa pelos teatros Éden e Maria Vitória nas revistas Foz Trot, Malmequer, Olarila, Revista de Lisboa e Sete e meioEm 1927, traduzindo uma moda cinéfila, aparece pela primeira vez de franja e estreia-se no cinema em papéis episódicos de filmes de Rino Lupo – “O diabo em Lisboa” – e, ainda no mesmo ano, havia dançado um tango em “Fátima Milagrosa”, ao lado de Manoel de Oliveira.Passou pelo Teatro Apolo, transferindo-se depois com a companhia de Eva Stachino para o Trindade. Aí fez “Pó de Maio”, onde conheceu o maior êxito de popularidade com o celebrado número “D. China” e “Sr. Pires” ao lado de Álvaro Pereira.Na sua segunda digressão ao Brasil em 1929, com a companhia de Eva Stachino, ao Rio de Janeiro, foi recebida sobre as mais efusivas manifestações e relembrada a sua revelação como actriz nos órgãos de imprensa da América do Sul.Após breve incursão aos palcos de São Paulo, Beatriz é convidada por Procópio Ferreira, comediante de relevo no Teatro Brasileiro, para ficar a trabalhar no Rio de Janeiro integrando o elenco da sua companhia de comédias, mas esta foi recusada.De volta ao continente, e ainda neste ano, Beatriz Costa aparece no documentário “Memória de uma Actriz”.Em 1930 participa no filme “Lisboa”, Crónica Anedótica, de Leitão de Barros. Em Dezembro deste ano, durante a visita de Ressano Garcia, gerente da Paramount em Lisboa, recebe um convite de Blumenthal e San Martin para um contrato muito vantajoso para o papel da protagonista de “A minha noite de Núpcias”, o terceiro fonofilme em Português, a realizar-se em França.Recebendo sempre provas de apreço desde o pessoal dos estúdios à mais considerada vedeta destaca das suas colegas estrangeiras Olga Tsehekova e Camila Horn.Deixa a companhia e é contratada por Corina Freire para participar no êxitos de revistas como A bola, o Pato marreco e o Mexilhão ou Pirilau.Numa ida a Espanha, a convite da Casa da Imprensa de Badajoz para uma festa no Teatro Lopez Ayola, obteve estrondoso êxito ao representar “Burrié”, sendo homenageada juntamente com os outros artistas portugueses que a acompanhavam (Amarante e Nascimento Fernandes).Em 1933 a sua imagem imortalizava o filme “A canção de Lisboa”, de Cotinelli Telmo, ao lado de António Silva e Vasco Santana, e em 1936, ao participar na revista Arre Burro.Em 1937 Beatriz ganha, ao lado de Vasco Santana, os votos de preferência dos cinéfilos portugueses e são eleitos príncipes do cinema português, protagonizando em 1939 “A aldeia da Roupa Branca”, de Chianca de Garcia, aquele que seria o seu último filme.Neste mesmo ano, Beatriz Costa aceitou novo convite para o Brasil para uma temporada que se prolongou por 10 anos, a que se chamou os melhores anos da sua vida. Quase sempre actuou no Casino Urca, no Rio de Janeiro, desde os tempos da peça “Tiro-Liro-Liro”, até ao final da década, altura do seu único casamento em 1947, com Edmundo Gregorian, de quem se divorciou dois anos depois.Em 1949, regressa aos palcos de Lisboa para uma revista no Teatro Avenida, cujo título diz tudo sobre o mito que continuava a ser: Ela aí está! E, aos 41 anos, repetiu os êxitos de há 20 anos atrás.Ainda apareceu em Lisboa em revistas de sucesso como Com Jeito vai, mas em 1960 despediu-se dos palcos em “Está bonita a Brincadeira”.É a partir da década de 1960 que começa a viajar por todo o mundo, assistindo os festivais de teatro, de Ocidente a Oriente. Conheceu personalidades como Salvador Dali, Pablo Picasso, Sophia Loren, Greta Garbo, Edith Piaf ou o Rei Hassan II, de Marrocos. Depois da revolução dos Cravos começou a publicar livros sobre a sua espantosa vida, aconselhada e incentivada por Tomás Ribeiro Colaço. Ela que aprendera a ler aos 13 anos de idade e sozinha, seguindo a sua ambição de saber, começou a sua alfabetização à mesa do café “A brasileira”, por figuras como Almada Negreiros, Gualdino Gomes, Aquilino Ribeiro, Vitorino Nemésio, entre outros.Após o seu reaparecimento num espectáculo da Casa da Imprensa que decorreu no Coliseu dos Recreios foi sistematicamente solicitada pelos órgãos de comunicação social e espantou-se com as óptimas reacções do público leitor em relação do público leitor em relação a essa outra faceta da sua vida – escrever.Em 1977 é editado pela Emi-Valentim de Carvalho um álbum que compila vários dos seus sucessos musicais e que em 1996 seria reeditado com o título “Grande Marcha de Lisboa” na colecção Caravela da mesma editora. Apesar das muitas propostas para regressar aos palcos preferiu ficar longe deles por considerar o teatro de revista muito diferente do que era, por estar decadente.Muitos foram também os convites para programas de televisão e, de facto, viria a participar como membro de júri no concurso “Prata da Casa” (pretendia lançar jovens para o mundo do espectáculo.Morreu na manhã de 15 de Abril de 1996, aos 88 anos, num quarto do 6º andar do Hotel Tivoli (Lisboa).Em 2007, por ocasião dos 100 anos do seu nascimento, o Museu Municipal Raul de Almeida, de Mafra, assinalou a data com uma exposição existindo ainda neste concelho o Cine-Teatro com o seu nome e o Museu Popular Beatriz Costa, na Malveira. Filmografia1926 – “O diabo em Lisboa”, de Rino Lupo;
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    1928 – “FátimaMilagrosa”, de Rino Lupo;
  • 15.
    1930 – “Lisboa”,de J. Leitão de Barros;
  • 16.
    1931 – “Minhanoite de Núpcias”, de E. W. Emo;
  • 17.
    1933 – “Acanção e Lisboa”, de José Cotinelli Telmo;