O autor se descreve como um "sonhador" e não como um "revoltado". Ele sonha em poder ajudar os necessitados aliviando seus sofrimentos, como uma fada ou gênio faria, mas sendo apenas um mortal, recorre à oração para pedir a Deus que ajude os pobres, crianças, idosos e famílias. Ele acredita que pequenos atos de bondade, como sorrir para quem está só, podem fazer diferença e agradar a Deus.