MENSAGENS REFLEXIVAS Arte da Imagem, Arte da Música e Arte do Pensamento Arte da Imagem: da internet Arte da Música: Richard Clayderman Texto: Emmanuel e Pietro Ubaldi SOLIDÃO  dos  cimos
Quanto mais te elevas na espiritualidade,  mais te distancias daqueles que não se esforçam para mudar seus valores, muitas vezes amigos de infância.  Passas a entender, mas sentes dificuldade em se fazer compreendido. As tábuas de valores se diferenciam e não encontras mais prazeres comuns.  Pietro Ubaldi   Esta é a solidão dos cimos, comum naqueles que estão evoluindo. É o tema deste trabalho.
Admirem a beleza das imagens que, emblematicamente, estão representando os cimos da evolução do homem, e meditem sobre os textos, ao som da arte musical de Richard Clayderman!
À medida que te elevas, monte acima, no desempenho do próprio dever, experimentas a solidão dos cimos e incomensurável tristeza te constringe a alma sensível.
Onde se encontram os que sorriram contigo no parque primaveril da primeira mocidade?
À medida que te elevas, monte acima, no desempenho do próprio dever, experimentas a solidão dos cimos e incomensurável tristeza te constringe a alma sensfvel. Onde pousam os corações que te buscavam o aconchego  nas  horas de fantasia?
Certo, ficaram...  Ficaram no vale, voejando em círculo estreito, à maneira das borboletas douradas, que se esfaceIam ao primeiro contacto da menor chama de luz que se Ihes descortine à frente.
Em torno de ti, a claridade, mas também o silêncio.. .  Dentro de ti, a felicidade de saber, mas igualmente a dor de não seres compreendido...
Tua voz grita sem eco e o teu anseio se alonga ,em vão.
Entretanto, se realmente sobes, que ouvidos te poderiam escutar a grande distância e que coração faminto de calor do vale se abalançaria a entender, de pronto, os teus ideais de altura?
Choras, indagas e sofres; ...  Contudo, que espécie de renascimento não será doloroso?
A ave, para libertar-se, destrói o berço da casca em que se formou, e a semente, para produzir, sofre a dilaceração na cova desconhecida.
A solidão com o serviço aos semelhantes gera a grandeza.
A rocha que sustenta a planície costuma viver isolada e o sol que alimenta o mundo inteiro brilha sozinho.
Não te canses de aprender a ciência da elevação. Lembra-te do Senhor. que escalou o Calvário. de cruz aos ombros feridos.
Ninguém o seguiu na morte afrontosa. à exceção de dois malfeitores, constrangidos à punição. em obediência à justiça.
Recorda-te dele e segue... Não relaciones os bens que já espalhaste.
Confia no Infinito Bem que te aguarda. Não esperes pelos outros, na marcha de sacrifício e engrandecimento.
E não olvides que, pelo ministério da redenção que exerceu para todas as criaturas, o Divino Amigo dos Homens não somente viveu, lutou e sofreu sozinho, mas também foi perseguido e crucificado.
TEXTO: do livro FONTE VIVA Psicografado por Chico Xavier FORMATAÇÃO: J. Meirelles

Solidao dos cimos

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    MENSAGENS REFLEXIVAS Arteda Imagem, Arte da Música e Arte do Pensamento Arte da Imagem: da internet Arte da Música: Richard Clayderman Texto: Emmanuel e Pietro Ubaldi SOLIDÃO dos cimos
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    Quanto mais teelevas na espiritualidade, mais te distancias daqueles que não se esforçam para mudar seus valores, muitas vezes amigos de infância. Passas a entender, mas sentes dificuldade em se fazer compreendido. As tábuas de valores se diferenciam e não encontras mais prazeres comuns. Pietro Ubaldi Esta é a solidão dos cimos, comum naqueles que estão evoluindo. É o tema deste trabalho.
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    Admirem a belezadas imagens que, emblematicamente, estão representando os cimos da evolução do homem, e meditem sobre os textos, ao som da arte musical de Richard Clayderman!
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    À medida quete elevas, monte acima, no desempenho do próprio dever, experimentas a solidão dos cimos e incomensurável tristeza te constringe a alma sensível.
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    Onde se encontramos que sorriram contigo no parque primaveril da primeira mocidade?
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    À medida quete elevas, monte acima, no desempenho do próprio dever, experimentas a solidão dos cimos e incomensurável tristeza te constringe a alma sensfvel. Onde pousam os corações que te buscavam o aconchego nas horas de fantasia?
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    Certo, ficaram... Ficaram no vale, voejando em círculo estreito, à maneira das borboletas douradas, que se esfaceIam ao primeiro contacto da menor chama de luz que se Ihes descortine à frente.
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    Em torno deti, a claridade, mas também o silêncio.. . Dentro de ti, a felicidade de saber, mas igualmente a dor de não seres compreendido...
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    Tua voz gritasem eco e o teu anseio se alonga ,em vão.
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    Entretanto, se realmentesobes, que ouvidos te poderiam escutar a grande distância e que coração faminto de calor do vale se abalançaria a entender, de pronto, os teus ideais de altura?
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    Choras, indagas esofres; ... Contudo, que espécie de renascimento não será doloroso?
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    A ave, paralibertar-se, destrói o berço da casca em que se formou, e a semente, para produzir, sofre a dilaceração na cova desconhecida.
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    A solidão como serviço aos semelhantes gera a grandeza.
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    A rocha quesustenta a planície costuma viver isolada e o sol que alimenta o mundo inteiro brilha sozinho.
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    Não te cansesde aprender a ciência da elevação. Lembra-te do Senhor. que escalou o Calvário. de cruz aos ombros feridos.
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    Ninguém o seguiuna morte afrontosa. à exceção de dois malfeitores, constrangidos à punição. em obediência à justiça.
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    Recorda-te dele esegue... Não relaciones os bens que já espalhaste.
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    Confia no InfinitoBem que te aguarda. Não esperes pelos outros, na marcha de sacrifício e engrandecimento.
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    E não olvidesque, pelo ministério da redenção que exerceu para todas as criaturas, o Divino Amigo dos Homens não somente viveu, lutou e sofreu sozinho, mas também foi perseguido e crucificado.
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    TEXTO: do livroFONTE VIVA Psicografado por Chico Xavier FORMATAÇÃO: J. Meirelles