“(…) há um espaço enorme, uma
imensidão, entre nós e as palavras, que é
ocupado por coisa nenhuma. E quando
nós tentamos ultrapassá-lo, só num ato
de amor é possível ir ao encontro delas e
deixar que elas venham ao nosso
encontro.”
“O Mundo das palavras é uma
Aventura” (*)
In http://www.correiodoporto.pt/cultura/manuel-antonio-pina acedido em 2015-04-20
Imagem retirada de https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/originals/48/af/ef/48afefa81850e862434ae6416d95b5f5.jpg
A Linguagem como trampolim para a
Imaginação…
Manuel António Pina
O Poeta, autor de livros para a infância e tradutor.
O Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra.
O Entre 1971 e 2001 foi jornalista profissional no Jornal de Notícias (Porto), onde
desempenhou igualmente funções de editor e chefe de redacção. Além do JN, tem ainda
colaboração dispersa por outros órgãos de comunicação, entre imprensa escrita, rádio e
televisão [República, Diário de Lisboa, O Jornal, Expresso, Jornal de Letras, Artes e
Ideias, Marie Claire, Visão, Península (Barcelona), Rádio Porto, RTP, etc.].
O Foi também professor da Escola Superior de Jornalismo do Porto e membro do
Conselho de Imprensa. Foi colunista da revista Visão
O Como autor de literatura para a infância, a sua obra tem um lugar à parte no panorama
nacional, mercê de um nonsense de tradição anglo-saxónica (onde poderemos detectar
a herança de Lewis Carroll) que brinca, inteligente e seriamente, com as palavras e os
conceitos, num jogo de imaginação sem tréguas.
In http://www.dglb.pt/sites/DGLB/Portugues/autores/Paginas/PesquisaAutores1.aspx?AutorId=9200 acedido em
2015-04-20
Manuel António Pina
O Prémios ao Autor
O Prémio Camões, 2011
O Prémio Seiva de Literatura, 1996
O Prémio de Centro Português de Teatro para a Infância e Juventude, 1988
O Prémios à Obra
O Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes, 2012 (Como se desenha uma casa)
O Prémio Bissaya Barreto de Literatura Infantil, 2010 (O cavalinho de pau do Menino Jesus e
outros contos de Natal)
O Prémio de Poesia Luís Miguel Nava, 2004 (Os livros)
O Grande Prémio de Poesia APE/CTT , 2003 (Os livros)
O Prémio da Crítica da Associação Portuguesa de Críticos Literários, 2001 (Atropelamento e
fuga)
O Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, 2000 (Histórias que me
contaste tu)
O Menção Especial do Júri do Prémio Europeu Pier Paolo Vergerio, 1997 (O inventão)
O Prémio Nacional de Crónica Press Clube/Clube de Jornalistas, 1993 (O anacronista)
O Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, 1988 (O inventão)
O Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, 1984 (Os dois ladrões)
O Menção "Weiss Rabe", 1983 (Os dois ladrões)
O Prémio da Crítica "Música & Som", 1981 (O inventão)
In http://www.dglb.pt/sites/DGLB/Portugues/autores/Paginas/PesquisaAutores1.aspx?AutorId=9200 acedido em
2015-04-20
Manuel António Pina - Bibliografia
O Gigões & anantes (infantil), 1973 ; 1978
O O país das pessoas de pernas para o ar (infanto-juvenil), 1973 ; 2007
O Ainda não é o fim nem o princípio do mundo calma é apenas um pouco tarde (poesia), 1974 ; 1982
O O Têpluquê (infanto-juvenil), 1976 ; 2013
O Aquele que quer morrer (poesia), 1978
O A lâmpada do quarto? A criança? (poesia), 1981
O O pássaro da cabeça (infanto-juvenil), 1983 ; 2013
O Os dois ladrões (infanto-juvenil), 1983
O História com reis, rainhas, bobos, bombeiros e galinhas (infanto-juvenil), 1984 ; 2004
O Nenhum sítio (poesia), 1984
O A guerra do tabuleiro de xadrez (infanto-juvenil), 1985
O Os piratas (infanto-juvenil), 1986 ; 2002
O O inventão (infanto-juvenil), 1987 ; 2002
O O caminho de casa (poesia), 1988
O Um sítio onde pousar a cabeça (poesia), 1991
O Algo parecido com isto da mesma substância (poesia reunida, 1974/1992) (poesia), 1992
O Farewell happy fields (poesia), 1993
O O tesouro (infanto-juvenil), 1993 ; 2013
O Cuidados intensivos (poesia), 1994
O O anacronista (crónicas), 1994
O O meu rio é de ouro = Mi río es de oro (infanto-juvenil), 1995
O Uma viagem fantástica (banda desenhada), [com Rui Azul], 1996
O Os piratas, 1997
O Aquilo que os olhos vêem ou O Adamastor (infanto-juvenil), 1998
O Pequena antologia de Manuel António Pina (poesia), 1998
O Histórias que me contaste tu (infanto-juvenil), 1999 ; 2003
O Nenhuma palavra e nenhuma lembrança (poesia), 1999
O Lua negra. Dark moon (desenhos e ensaios) (em colaboração com vários), 2000
O A noite (infanto-juvenil), 2001
O Atropelamento e fuga, 2001
O Pequeno livro de desmatemática (infanto-juvenil), 2001 ; 2008
O Poesia reunida 1974-2001 (poesia), 2001
O Porto. Modo de dizer (crónicas), 2001 ; 2003
O Perguntem aos vossos gatos e aos vossos cães (infanto-juvenil), 2002
O Os livros (poesia), 2003
O Os papéis de K. (novela), 2003
O Dito em voz alta : entrevistas sobre literatura, isto é, sobre tudo, 2007
O História do sábio fechado na sua biblioteca (infanto-juvenil), 2009
O O cavalinho de pau do Menino Jesus e outros contos de Natal (infantil), 2009
O Como se desenha uma casa (poesia), 2011
O Poesia, saudade da prosa, 2012
O Todas as palavras : poesia reunida, 2012
In http://www.dglb.pt/sites/DGLB/Portugues/autores/Paginas/PesquisaAutores1.aspx?AutorId=9200 acedido em 2015-04-20
Manuel António Pina – Algumas obras
Manuel António Pina
O Basta imaginar,
um pássaro para o aprisionar,
e depois imaginar o ar para o libertar
e imaginar asas para ele voar
e imaginar uma canção para ele cantar.
Manuel A Pina - O pássaro da cabeça
Imagem acedida in https://www.google.pt/search?q=manuel+ant%C3%B3nio+pina&es_sm=93&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=oP40VbyqFMPCOYT3gQg&ved=0CAcQ_AUoAQ&biw=1280&bih=879
Manuel António Pina
«Estou farto de resolver poemas. Os poemas
existem para nós os sentirmos, para gostarmos
deles e os tornarmos nossos. Não devem ser
resolvidos, devem ser ouvidos como a música…»
(Pina, 2006).
Imagem acedida in
https://www.google.pt/search?q=manuel+ant%C3%B3nio+pina&es_sm=93&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=oP40VbyqFMPCOYT3gQg&ved=0CAcQ_AUoAQ&biw=1280&bih=879
Manuel António pina
«A língua tem uma irreprimível “vontade de poesia” e, se não estivermos atentos, ou se nos
distraímos e lhe damos um pouco de liberdade e a deixamos respirar, faz poesia. É mais forte do
que ela.» (Pina, 2006).
Imagem acedida in https://www.google.pt/search?q=manuel+ant%C3%B3nio+pina&es_sm=93&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=oP40VbyqFMPCOYT3gQg&ved=0CAcQ_AUoAQ&biw=1280&bih=879
Manuel António Pina
Calo-me
Calo-me quando escrevo
assim as palavras falam mais alto e mais baixo
Nada no poema é impossível e tudo é possível
mas não arranjo maneira de entrar no poema
e de sair de mim e por isso a minha voz é profunda e rouca
e por isso me calo ( e como me calarei?)
no entanto ninguém é tão falador como eu
nem há palavras que não cheguem para não dizer nada.
e vós também: não me faleis de nada ou falai-me
porque não sabeis o que dizeis
in Todas as palavras - poesia reunida (Lisboa, Assírio & Alvim, 2001)
Manuel António Pina - Links
O http://cataflash.catalivros.org/m005/AV_0039_FOL_transicao_o_passaro_da_cabeca.html (Ler livro)
O https://www.youtube.com/watch?v=CByhxtYYZcc
O https://www.youtube.com/watch?v=40WjmHXduEQ
O https://www.youtube.com/watch?v=LZ7exiRqzFE
O https://www.youtube.com/watch?v=ScnrL7JXYaQ
O https://www.youtube.com/watch?v=bkw5YFQzS1Q
Imagem retirada de http://noticias.universia.com.br/atualidade/noticia/2013/02/27/1007737/mec-planeja-dar-acesso-a-livro-digital-alunos-da-rede-publica.html
Desafio de Natal
Tema : “O Natal na Perspetiva do Perú”
Ferramentas Exploradas:
O Computadores
O PowerPoint
O SlideShare
O Youtube
O Facebook
O PodCast
Podcasting dos Trabalhos Vencedores
imagem retirada de http://blogdayaneducadigital.blogspot.pt/2008/12/educao-na-era-digital.html

Slide tributo antónio pina

  • 1.
    “(…) há umespaço enorme, uma imensidão, entre nós e as palavras, que é ocupado por coisa nenhuma. E quando nós tentamos ultrapassá-lo, só num ato de amor é possível ir ao encontro delas e deixar que elas venham ao nosso encontro.”
  • 2.
    “O Mundo daspalavras é uma Aventura” (*) In http://www.correiodoporto.pt/cultura/manuel-antonio-pina acedido em 2015-04-20
  • 3.
    Imagem retirada dehttps://s-media-cache-ak0.pinimg.com/originals/48/af/ef/48afefa81850e862434ae6416d95b5f5.jpg A Linguagem como trampolim para a Imaginação…
  • 4.
    Manuel António Pina OPoeta, autor de livros para a infância e tradutor. O Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra. O Entre 1971 e 2001 foi jornalista profissional no Jornal de Notícias (Porto), onde desempenhou igualmente funções de editor e chefe de redacção. Além do JN, tem ainda colaboração dispersa por outros órgãos de comunicação, entre imprensa escrita, rádio e televisão [República, Diário de Lisboa, O Jornal, Expresso, Jornal de Letras, Artes e Ideias, Marie Claire, Visão, Península (Barcelona), Rádio Porto, RTP, etc.]. O Foi também professor da Escola Superior de Jornalismo do Porto e membro do Conselho de Imprensa. Foi colunista da revista Visão O Como autor de literatura para a infância, a sua obra tem um lugar à parte no panorama nacional, mercê de um nonsense de tradição anglo-saxónica (onde poderemos detectar a herança de Lewis Carroll) que brinca, inteligente e seriamente, com as palavras e os conceitos, num jogo de imaginação sem tréguas. In http://www.dglb.pt/sites/DGLB/Portugues/autores/Paginas/PesquisaAutores1.aspx?AutorId=9200 acedido em 2015-04-20
  • 5.
    Manuel António Pina OPrémios ao Autor O Prémio Camões, 2011 O Prémio Seiva de Literatura, 1996 O Prémio de Centro Português de Teatro para a Infância e Juventude, 1988 O Prémios à Obra O Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes, 2012 (Como se desenha uma casa) O Prémio Bissaya Barreto de Literatura Infantil, 2010 (O cavalinho de pau do Menino Jesus e outros contos de Natal) O Prémio de Poesia Luís Miguel Nava, 2004 (Os livros) O Grande Prémio de Poesia APE/CTT , 2003 (Os livros) O Prémio da Crítica da Associação Portuguesa de Críticos Literários, 2001 (Atropelamento e fuga) O Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, 2000 (Histórias que me contaste tu) O Menção Especial do Júri do Prémio Europeu Pier Paolo Vergerio, 1997 (O inventão) O Prémio Nacional de Crónica Press Clube/Clube de Jornalistas, 1993 (O anacronista) O Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, 1988 (O inventão) O Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, 1984 (Os dois ladrões) O Menção "Weiss Rabe", 1983 (Os dois ladrões) O Prémio da Crítica "Música & Som", 1981 (O inventão) In http://www.dglb.pt/sites/DGLB/Portugues/autores/Paginas/PesquisaAutores1.aspx?AutorId=9200 acedido em 2015-04-20
  • 6.
    Manuel António Pina- Bibliografia O Gigões & anantes (infantil), 1973 ; 1978 O O país das pessoas de pernas para o ar (infanto-juvenil), 1973 ; 2007 O Ainda não é o fim nem o princípio do mundo calma é apenas um pouco tarde (poesia), 1974 ; 1982 O O Têpluquê (infanto-juvenil), 1976 ; 2013 O Aquele que quer morrer (poesia), 1978 O A lâmpada do quarto? A criança? (poesia), 1981 O O pássaro da cabeça (infanto-juvenil), 1983 ; 2013 O Os dois ladrões (infanto-juvenil), 1983 O História com reis, rainhas, bobos, bombeiros e galinhas (infanto-juvenil), 1984 ; 2004 O Nenhum sítio (poesia), 1984 O A guerra do tabuleiro de xadrez (infanto-juvenil), 1985 O Os piratas (infanto-juvenil), 1986 ; 2002 O O inventão (infanto-juvenil), 1987 ; 2002 O O caminho de casa (poesia), 1988 O Um sítio onde pousar a cabeça (poesia), 1991 O Algo parecido com isto da mesma substância (poesia reunida, 1974/1992) (poesia), 1992 O Farewell happy fields (poesia), 1993 O O tesouro (infanto-juvenil), 1993 ; 2013 O Cuidados intensivos (poesia), 1994 O O anacronista (crónicas), 1994 O O meu rio é de ouro = Mi río es de oro (infanto-juvenil), 1995 O Uma viagem fantástica (banda desenhada), [com Rui Azul], 1996 O Os piratas, 1997 O Aquilo que os olhos vêem ou O Adamastor (infanto-juvenil), 1998 O Pequena antologia de Manuel António Pina (poesia), 1998 O Histórias que me contaste tu (infanto-juvenil), 1999 ; 2003 O Nenhuma palavra e nenhuma lembrança (poesia), 1999 O Lua negra. Dark moon (desenhos e ensaios) (em colaboração com vários), 2000 O A noite (infanto-juvenil), 2001 O Atropelamento e fuga, 2001 O Pequeno livro de desmatemática (infanto-juvenil), 2001 ; 2008 O Poesia reunida 1974-2001 (poesia), 2001 O Porto. Modo de dizer (crónicas), 2001 ; 2003 O Perguntem aos vossos gatos e aos vossos cães (infanto-juvenil), 2002 O Os livros (poesia), 2003 O Os papéis de K. (novela), 2003 O Dito em voz alta : entrevistas sobre literatura, isto é, sobre tudo, 2007 O História do sábio fechado na sua biblioteca (infanto-juvenil), 2009 O O cavalinho de pau do Menino Jesus e outros contos de Natal (infantil), 2009 O Como se desenha uma casa (poesia), 2011 O Poesia, saudade da prosa, 2012 O Todas as palavras : poesia reunida, 2012 In http://www.dglb.pt/sites/DGLB/Portugues/autores/Paginas/PesquisaAutores1.aspx?AutorId=9200 acedido em 2015-04-20
  • 7.
    Manuel António Pina– Algumas obras
  • 8.
    Manuel António Pina OBasta imaginar, um pássaro para o aprisionar, e depois imaginar o ar para o libertar e imaginar asas para ele voar e imaginar uma canção para ele cantar. Manuel A Pina - O pássaro da cabeça Imagem acedida in https://www.google.pt/search?q=manuel+ant%C3%B3nio+pina&es_sm=93&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=oP40VbyqFMPCOYT3gQg&ved=0CAcQ_AUoAQ&biw=1280&bih=879
  • 9.
    Manuel António Pina «Estoufarto de resolver poemas. Os poemas existem para nós os sentirmos, para gostarmos deles e os tornarmos nossos. Não devem ser resolvidos, devem ser ouvidos como a música…» (Pina, 2006). Imagem acedida in https://www.google.pt/search?q=manuel+ant%C3%B3nio+pina&es_sm=93&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=oP40VbyqFMPCOYT3gQg&ved=0CAcQ_AUoAQ&biw=1280&bih=879
  • 10.
    Manuel António pina «Alíngua tem uma irreprimível “vontade de poesia” e, se não estivermos atentos, ou se nos distraímos e lhe damos um pouco de liberdade e a deixamos respirar, faz poesia. É mais forte do que ela.» (Pina, 2006). Imagem acedida in https://www.google.pt/search?q=manuel+ant%C3%B3nio+pina&es_sm=93&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=oP40VbyqFMPCOYT3gQg&ved=0CAcQ_AUoAQ&biw=1280&bih=879
  • 11.
    Manuel António Pina Calo-me Calo-mequando escrevo assim as palavras falam mais alto e mais baixo Nada no poema é impossível e tudo é possível mas não arranjo maneira de entrar no poema e de sair de mim e por isso a minha voz é profunda e rouca e por isso me calo ( e como me calarei?) no entanto ninguém é tão falador como eu nem há palavras que não cheguem para não dizer nada. e vós também: não me faleis de nada ou falai-me porque não sabeis o que dizeis in Todas as palavras - poesia reunida (Lisboa, Assírio & Alvim, 2001)
  • 12.
    Manuel António Pina- Links O http://cataflash.catalivros.org/m005/AV_0039_FOL_transicao_o_passaro_da_cabeca.html (Ler livro) O https://www.youtube.com/watch?v=CByhxtYYZcc O https://www.youtube.com/watch?v=40WjmHXduEQ O https://www.youtube.com/watch?v=LZ7exiRqzFE O https://www.youtube.com/watch?v=ScnrL7JXYaQ O https://www.youtube.com/watch?v=bkw5YFQzS1Q Imagem retirada de http://noticias.universia.com.br/atualidade/noticia/2013/02/27/1007737/mec-planeja-dar-acesso-a-livro-digital-alunos-da-rede-publica.html
  • 13.
    Desafio de Natal Tema: “O Natal na Perspetiva do Perú” Ferramentas Exploradas: O Computadores O PowerPoint O SlideShare O Youtube O Facebook O PodCast Podcasting dos Trabalhos Vencedores imagem retirada de http://blogdayaneducadigital.blogspot.pt/2008/12/educao-na-era-digital.html