Sinfonia da Natureza Oriza Martins Água  um bem essencial, sagrado manancial, miragens de luz e cor... Torna a Terra colorida, água é fonte da vida, e vida é fonte de amor...
Tens a força, a beleza, o poder da Natureza, encantando os olhos meus... Cachoeira de delícias, esparramando as carícias, que brotam das mãos de Deus... Natureza abençoada, noite, dia ou na alvorada seja qual for a estação, nos acolhes em teu seio, somos parte de teu meio, corpo, alma e coração...
Dão-se as folhas do outono a um doce abandono, espalhadas pelo chão... Profusão de nostalgia, num até-breve à alegria e às cores do verão...
Nem o frio do inverno diminui o doce, o terno, carinho da Natureza, que compensa tal rigor nos mostrando com amor este esplendor de beleza!
Deus nos deu tanta riqueza terra, magia e beleza, pra cuidar do que ela tem... Porque da mãe-Natureza, somos todos, com certeza, diletos filhos também.
As perdas não lamentemos, pois as trilhas que vivemos renovam-se a cada era: ...se no outono a folha cai, uma outra, é certo, vai, renascer na primavera...
E assim, sigo curtindo estes ciclos do destino, sem pressa, até devagar... Mais importa o caminhar  que o porto logo alcançar.  Porque a sabedoria  do sonhador peregrino  não consiste em chegar  depressa a seu destino.
Consiste em querer trilhar  na tempestade ou bonança,  as veredas da esperança,  ainda que ande sozinho,  e em saber apreciar  as belezas do caminho... Oriza Martins/2007   Música: Albert W. Ketélbey_No jardim de um mosteiro Formatação: [email_address] www.pranos.com.br

Sinfonia da natureza

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    Sinfonia da NaturezaOriza Martins Água um bem essencial, sagrado manancial, miragens de luz e cor... Torna a Terra colorida, água é fonte da vida, e vida é fonte de amor...
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    Tens a força,a beleza, o poder da Natureza, encantando os olhos meus... Cachoeira de delícias, esparramando as carícias, que brotam das mãos de Deus... Natureza abençoada, noite, dia ou na alvorada seja qual for a estação, nos acolhes em teu seio, somos parte de teu meio, corpo, alma e coração...
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    Dão-se as folhasdo outono a um doce abandono, espalhadas pelo chão... Profusão de nostalgia, num até-breve à alegria e às cores do verão...
  • 4.
    Nem o friodo inverno diminui o doce, o terno, carinho da Natureza, que compensa tal rigor nos mostrando com amor este esplendor de beleza!
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    Deus nos deutanta riqueza terra, magia e beleza, pra cuidar do que ela tem... Porque da mãe-Natureza, somos todos, com certeza, diletos filhos também.
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    As perdas nãolamentemos, pois as trilhas que vivemos renovam-se a cada era: ...se no outono a folha cai, uma outra, é certo, vai, renascer na primavera...
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    E assim, sigocurtindo estes ciclos do destino, sem pressa, até devagar... Mais importa o caminhar que o porto logo alcançar. Porque a sabedoria do sonhador peregrino não consiste em chegar depressa a seu destino.
  • 8.
    Consiste em querertrilhar na tempestade ou bonança, as veredas da esperança, ainda que ande sozinho, e em saber apreciar as belezas do caminho... Oriza Martins/2007 Música: Albert W. Ketélbey_No jardim de um mosteiro Formatação: [email_address] www.pranos.com.br