EDITORIALEXPEDIENTE
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Abril/2014
Diretora de Conteúdo
Juliana Campello
Diretora de Projetos
Ivone Vilete
Diretor de Arte
Jorge Iquiene
PENSANDO EM
CONJUNTO POR
UM RIO2 CADA
VEZ MELHOR
A mais nova edição da Revista
Rio2 chega aos leitores, com
a missão de levar notícias de
qualidade, defender os di-
reitos e aprimorar o contato
com os moradores, além de
facilitar o acesso e difundir in-
formações relevantes ao dia a
dia de todos na região da Bar-
ra da Tijuca.
Você confere aqui o coquetel
de lançamento da revista, com
a presença de colaboradores e
de Pezão, vice-governador do
estado. Na matéria principal
desta edição falamos sobre
as eleições e um pouco mais
sobre o presidente e o vice-
presidente do conselho
comunitário. Leia, em Rio2
Ao Redor, a entrevista com
o subprefeito da Barra da
Tijuca e Jacarepaguá, Tiago
Mohamed. O residencial da
edição Côte d’Azur, muitas
novidades de esporte e lazer,
gastronomia e diversos outros
assuntos pertinentes.
É primordial para todos nós
que a relação dos associados
com a AMORio2 seja cada
vez mais direta e que a par-
ticipação diária dos condô-
minos se amplie. Tenha uma
ótima leitura.
Designer Gráfico
Roberta Arman
Redação e Revisão
Sadon França,
Andréia Brandão e
Marianna Rodrigues
Residenciais Conselheiros comunitários Síndicos
Alsácia Renan Moraes Renan Moraes
Borgonha Genilton José Vieira Genilton José Vieira
Bretanha Alexandre Magalhães Roni Silva
Côte d’Azur Marcelo Marins Paulo Batista
Fontana di Trevi Luis Silva Luis Silva
FrontLake Waldeci Ferereira Waldeci Ferereira
Gênova Carlos Henrique Mendonça Carlos Henrique Mendonça
Green Park 1.000 Xisto da Silva Mattos Xisto da Silva Mattos
Green Park 2.000 Alexandre de Assis Elcio de Souza da Fonseca
Green Park 3.000/4.000 Marcello Magaldi Marcello Magaldi
Normandie Sueli Meyer Sueli Meyer
Provence Agostinho Teixeira Paulo Roberto Ceabra da Cruz
San Remo Erico Jereissati Ligia Moura
Sardenha Nilson Abreu Nelson Barcellar
Sicília
Luis Fernando da Cunha
Matos
Júlio Cesar Pereira Werneck
Verano: Capri Residence
Service
Erica Jordão Luiz Cláudio Borges
Verano: Grimaldi
Residence Service
Roney C. das Neves Luiz Claudio Borge Silva de Oliveira
Verano: Ibiza e Mallorca
Residence Service
Andresson Rodrigues
Batista
Andresson Rodrigues Batista
Verano: Málaga
Residence Service
Luiz Flintz Luiz Flintz
Verano: Marbella
Residence Service
Ivanderson Nunes Ivanderson Nunes
Verano: Palma e Águilas
Residence Service
Ronaldo Amaral Leonardo Willis Fernandez
Verano: Termoli
Residence Service
Leonardo Frederico Alter Weber Nunes de Azevedo
Verano Stay Jorge Eduardo Grazieli
Verona José Heber Maria da Gloria Almeida Moreira
Presidência do Conselho Comunitário:
Presidente: Luis Silva
Vice-Presidente: Marcello Magaldi
Conselheiros Fiscais Efetivos:
Presidente: João Luiz Mello
(Verano-Ibiza/Mallorca)
Bruno Luciano (Alsácia) e
Tânia Gaeta (Gênova)
Colégio Marista São José: Representado pelo Irmão Jadir
Carvalho Hosken: Representado pelo Sr. Marcos Rocha
Shopping Rio2: Representado pela Carvalho Hosken
sumário
7
10
12
14
18
20
22
23
28
33
36
42
46
Residencial
Venha conhecer um pouco mais do residencial Côte d’Azur
Área Comum
Projetos de arquitetura para um Rio2 mais acessível
GASTRONOMIA
Aline Machado nos ensina a unir esporte e culinária
GENTE
Nosso vizinho da Orquestra Sinfônica Brasileira: Raphael Paixão
MEIO AMBIENTE
Rio2 e Carvalho Hosken conversam sobre manutenção de espaços
NEGÓCIOS
Bruno Costa nos conta a sua trajetória
programação
Confira como foi a folia no bloco Rio2Amores
CAPA
Eleições: conheça os novos conselheiros comunitários
VOLUNTARIADO
Saiba mais sobre o trabalho desenvolvido pela ONG Saúde Criança Ilha
RIO2 AO REDOR
Entrevista com Tiago Mohamed, subprefeito da Barra e Jacarepaguá
ESPORTE E LAZER
O Rio2 avança rumo a um ambiente esportivo profissionalizado
NOTAS
Conheça o novo site e a nova revista oficial do condomínio
SUA VOZ
Respostas para as suas perguntas
7
10 12
23
33 36
CÔTE D’Azur
Mais que um lar, um porto seguro para toda a vida
7residencial
C
om o que você
sonha? Quais são
os motivos que te
fazem continuar
caminhando e que
motivam o seu dia a dia de uma
forma totalmente diferente de
qualquer outro pensamento?
Descobrir-se apaixonado por
um lugar para viver é como ter
respondida uma das grandes
questões da vida, como per-
ceber que um ponto primor-
dial para que tudo se encaixe
e faça sentido foi superado.
Na busca por esta descoberta
muitos vagueiam por diversos
bairros, entre idas e vindas,
apartamentos, flats, casas e
mais casas, até que um sinal
toca e você vislumbra em uma
fachada tudo o que queria,
há muito. Este é o sentimen-
to de muitos dos moradores
do Condomínio Rio2, ter en-
contrado na Barra da Tijuca
um porto seguro para vive-
rem suas vidas com conforto
e segurança. E o Côte d’Azur
é, sem sombra de dúvidas, um
bom exemplo disso.
Quem nos traz as informações
deste espaço é o síndico Pau-
lo Roberto Batista, apresen-
tando o cotidiano deste resi-
dencial. O segundo morador
a, verdadeiramente, residir
no Côte, em agosto de 2008.
9residencial8 residencial
“Desde a chegada participei
por cinco anos no condomí-
nio e na AMORio2. Em 2009
e 2010 como conselheiro co-
munitário, em 2011 como vice-
-presidente da associação; em
2013 acumulei o cargo de con-
selheiro e síndico do Cotê e
este ano me mantenho como
síndico”, apresenta-se Paulo.
Durante esse tempo contabi-
lizou a participação em diver-
sos projetos para melhorar as
estruturas do condomínio e
diversificar as opções de lazer
como: a construção da segun-
da quadra de vôlei de praia, o
motoclube Rio Duas Rodas e
o bloco Rio2Amores (veja na
página 22). A equipe de tra-
balho conta ainda com o sub-
síndico Érick Percek e o con-
selheiro comunitário Marcelo
Marins.
A Rua Mário Agostinelli, 55, é
o ponto de partida e chegada
de uma série de moradores
que mantêm um relacionamen-
to bastante amigável; é onde
acontecem AGEs e AGOs e
os ânimos até se exaltam um
pouco. Mas tudo é entendido
como parte do desenvolvimen-
to democrático que deve haver
em um condomínio em prol do
bem comum. No que tange aos
espaços de lazer, primordiais
para a escolha de um ou ou-
tro condomínio hoje em dia, a
variedade é grande: diferentes
espaços como pista de ska-
te, muro de escalada, piscinas
(adulto e infantil), toboágua e
deck molhado. Outras necessi-
dades não são esquecidas e o
espaço conta ainda com home
office, sala VIP, salão de fes-
tas, churrasqueira, spa, sala de
massagem e área de ginástica.
“Temos duas piscinas, uma de
raias e outra que é a mais bela
piscina da Barra. Foi, inclusive,
pauta do jornal O Globo em
reportagem sobre os novos
condomínios de lazer. Além
disso, temos a responsabilida-
de de manter o maior jardim
do Rio2, também considera-
do, em 2012, o mais bonito da
Barra da Tijuca”, orgulha-se.
Os projetos de desenvolvimen-
to do residencial não param.
Está na agenda a construção
de um espaço de 157 metros
quadrados sobre a coluna da
área da sauna e hidromassa-
gem, onde funcionará um sa-
lão de jogos para crianças, com
pingue-pongue, xadrez, sinuca
e games até às 19h. “Após este
horário teremos um espaço
para adultos com um pub, te-
lão, jogos adultos, sala de bate-
papo e café. Para os amigos da
terceira idade, estamos buscan-
do a locação de um carrinho de
golfe que facilite a locomoção
dentro do condomínio”, ates-
ta o síndico. Pensando na se-
gurança, ponto primordial das
solicitações feitas à administra-
ção, um novo sistema de iden-
tificação na portaria está sendo
implantado. E a saúde não pode
ficar de fora: a carga e varieda-
de de atividades da academia
estão sendo ampliadas.
Residir em um condomínio com
tamanho que se assemelha ao
de alguns bairros da Zona Sul
poderia representar uma pre-
ocupação para os moradores,
mas estar entre o mar e as
montanhas, em contato com
a natureza e ao mesmo tempo
próximo a shoppings, teatros,
cinemas, restaurantes e diver-
sos outros serviços e, além
disso, contar com toda a orga-
nização e infraestrutura que o
condomínio oferece é tranqui-
lizador e propicia qualidade de
vida incomparável. Some-se
ainda uma boa administração e
o resultado pode ser observa-
do na forma como os morado-
res defendem o Rio2, buscan-
do sempre manter tudo que há
de bom e melhorar o que for
possível. Nesse sentido, alguns
moradores tornam-se perso-
nagens, constroem toda uma
vida aqui e criam laços profun-
dos com o local onde moram:
“Todo condomínio possui seus
moradores especiais. Sou gra-
to por tê-los em quantidade
no Côte. Isabel do 606, bloco
1 é uma delas, sempre sorrin-
do, com palavras doces, parti-
cipativa e primeira da malha-
ção, nunca a vi sem estar para
cima e feliz. Os amigos Márcio
Dória, Alberto Fernandes, Os-
car Tapera, Wellington Franco,
Fernando Benévolo, Márcio
Trevisan e Ana Tavares são fre-
quentadores da roda de pisci-
na e sempre acionados para os
churrascos de fim de semana
e jogos do Mengão. Destaca-
se também um prestador de
serviço muito querido, o guar-
dião de piscina Maurício Gama,
sempre com seu apito e muita
moral conquistou as crianças e
adultos. Contrariá-lo ninguém
se atreve”, revela.
A vida continua, as pessoas se
deslocam, viajam e fazem novas
amizades. As raízes são manti-
das, as histórias que vivencia-
mos ficam para a posteridade.
Nosso lar é o cenário de muitas
delas, lembranças e memórias
que superam o tempo, as difi-
culdades e se tornam únicas.
“Para nossa administração, qua-
lidade de vida e segurança es-
tarão sempre em primeiro lugar.
Queremos manter o bom nome
do Côte e sua qualidade de ser-
viço ao morador sempre em
alta”, finaliza Paulo Batista.
AGO:
Assembleia Geral Ordinária
AGE:
Assembleia Geral Extraordinária
N
o condomínio Rio2
estão reunidos os
mais atuais pa-
drões de qualidade
de vida para que
a rotina diária dos moradores
seja sempre regrada de confor-
to e praticidade.
A começar pela estrutura ar-
quitetônica, que abriga desde
os espaços comuns passíveis
de momentos de lazer e relax
até os funcionais, tão essenciais
para a manutenção e execução
de funções administrativas.
Na nova gestão há planos para
a criação de mais áreas co-
muns, o que caracterizará mais
opções e uma infraestrutura
totalizada, a qual irá privilegiar
um público mais extenso como
visitantes e funcionários.
Estão previstas a revitalização
das guaritas existentes, assim
como a composição de mais
unidades; banheiros sociais se-
rão locados em diversos pon-
tos espalhados pelo condo-
mínio; além dos novos espaço
bebê, areal e rodoviária, esta
que já tem espaço físico garan-
tido, nosso ponto único de em-
barque e desembarque.
O processo se dará ao longo de
todo o ano de 2014.
Novos conceitos e modelos de
trabalho são apresentados a
cada ano. A sustentabilidade e
o consumo consciente são pon-
tos primordiais para a socie-
dade e assim surgem debates
quanto a ecoarquitetura, arqui-
tetura inteligente, bioclimática
e arquitetura sustentável.
É necessário, no entanto, pen-
sar nas intervenções que, ver-
dadeiramente, vão fazer a dife-
rença no condomínio
Buscando o melhor aprovei-
tamento possível do espaço e
tornando o condomínio um lu-
gar melhor. Os diferentes prin-
cípios se correlacionam com
um sentido mais abrangente,
que dizem respeito à integra-
ção dos seres vivos com o am-
biente, precisamos então ali-
nhar estes pensamentos com
o que precisa ser feito no Rio2.
Novidades arquitetônicas
para o Rio2
10 11área comum área comum
Design aliado à consciência ecológica
em prol da usabilidade
Etapas de uma obra de sucesso
ETAPA O QUE FAZER
1º
Reunião com o cliente para que sejam esclarecidas as
ideias iniciais e o que se deseja criar.
2º Levantamento da área em questão
3º
Estudo preliminar. Uma análise geral sobre viabilidade
técnica, economia, materiais que farão parte da obra.
4º
Anteprojeto. Nessa etapa o desenho (planta baixa) e os
cálculos já estarão prontos.
Pensando na vasta presença
do verde em diversos pontos
do condomínio e no encanto
que elas proporcionam, os
novos espaços estão sendo
delineados com o intuito de
não causar prejuízo ao curso
normal das espécies da flora
e fauna presentes em nossos
jardins e áreas naturais.
Com base no conceito de
sustentabilidade aliado à fun-
cionalidade, os materiais utili-
zados na obra foram seleciona-
dos visando causar o mínimo
de impacto ambiental, além da
estratégia de usufruir de cores
que não absorvam o calor e
aproveitem ao máximo a ven-
tilação e iluminação naturais.
Basicamente, os pensamentos
estão voltados para a preocu-
pação com o meio ambiente e
atrelados às ideias de arquite-
tura, design, interiores, paisa-
gismo, iluminação e tematiza-
ção. São desafios nos dias de
hoje a eficiência e conserva-
ção energética, uso consciente
da água, seleção de materiais
com bom desempenho e a mi-
nimização do impacto causa-
do ao ambiente.
A consciência ecológica
envolvida
“Os diferentes
princípios se
correlacionam com
um sentido mais
abrangente, que dizem
respeito À integração
dos seres vivos com o
ambiente.”
12 Gastronomia 13Gastronomia
Culinária e saúde:
uma combinação para a vida
A alimentação saudável de uma esportista
Sabe cozinhar? Quer participar e demonstrar seus dotes
culinários nas próximas edições da Revista Rio2?
entre em contato pelo e-mail: rio2@agenciatrato.com.br
Representante
do Rio2, nesta
modalidade
esportiva, venceu o
Campeonato de
Estreantes IFBB Rio,
último dia 30, no
Tijuca Tênis Clube.
M
orando há 9
anos no Con-
domínio Rio2,
Aline Machado,
que tem 22 de
vida, adora o local e aprovei-
ta ao máximo as áreas de la-
zer e também os serviços de
transporte. Praticante de ati-
vidades físicas desde os 14,
a moradora do Residencial
Borgonha, passou a admirar
os praticantes de culturismo
e fitness, tanto na academia
quanto nas mídias sociais.
“Conversei com meu personal
trainer e ele me disse que se-
ria possível entrar no espor-
te. Busquei um nutricionista
e, com a dieta recomendada,
passei em dois messes de 61
kg para 54 kg, ganhando até
agora 4,2 kg de massa ma-
gra”, revela Aline.
Após cursar marketing e atu-
ar na área, ficou claro que o
caminho deveria ser reajus-
tado em busca do sonho de
uma vida. Do alto de seus
1,62 m, ela decidiu se dedicar
à nutrição, que complementa
muito melhor toda a rotina
criada por ela em prol dos re-
sultados que busca conseguir
em sua vida. “A alimentação
é 90%, dedicação e foco tam-
bém são muito importantes.
Eu venho mantendo uma die-
ta comendo de duas em duas
horas. No café da manhã
consumo de 6 a 8 claras de
ovos e uma tapioca de queijo
cottage. O nível de carboidra-
Panqueca proteica
Ingredientes:
500 g de farinha de arroz
300 ml de água
1 ovo inteiro
1 clara
Preparo:
Leve todos os ingredientes ao
liquidificador, batendo até que
a massa fique bastante fina e
homogênea. Espalhe a massa
suavemente em uma frigideira
antiaderente.
Para o recheio cozinhe um
peito de frango, temperando
a gosto, mas evitando o sal.
Cubra com molho de tomate
zero, queijo cottage e um
pouco de milho.
Almoço sem preocupações
tos é bem baixo, o sal é zero
e gosto bastante de batata
doce. Para contrabalançar a
falta de sal, é utilizada uma
boa variedade de temperos,
além de arroz integral, frango
e peixes”, explica a competi-
dora da categoria welness.
As tentações culinárias são
muitas, chocólatra convic-
ta ela busca saciar as vonta-
des com opções saudáveis. O
apoio do noivo, Thiago Fraga-
ta, e da família é irrestrito, con-
seguindo inclusive fazer com
que a mãe reduzisse o consu-
mo de sal, devido à retenção
hídrica. Sempre gostou de
cozinhar e a necessidade de
uma alimentação diferenciada
a levou, ainda mais, para a co-
zinha. “Consigo adequar bem
a rotina de treinos, são 2 ho-
ras por dia, geralmente com o
aeróbico durante a noite. Sinto
que os resultados são melho-
res assim”, afirma. Muitos são
os caminhos que podem te
levar à culinária, a necessida-
de de uma vida saudável é um
deles. Esse foi o trilhado por
Aline e pode ser também por
você. A seguir, ela nos mostra
como fazer uma deliciosa pan-
queca proteica.
projetos de coordenação de
orquestras. Gostaria de fazer
isso em Mairiporã, minha cida-
de, onde tudo começou, mas
não descarto a possibilidade
de atuar até mesmo aqui no
Rio2”, planeja o músico. Sobre
o reconhecimento do trabalho
ele não se mostra muito preo-
cupado com fama ou sucesso.
Os objetivos do trombonista
morador do Alsácia estão mui-
to mais alinhados com o social
que com seus próprios desejos:
“Para mim não faz tanta dife-
rença esse tipo de reconheci-
mento, fico mais feliz se para
alguém a minha trajetória ser-
vir como exemplo. Mostrando
que o estudo e a dedicação po-
dem te levar onde você quiser”,
indica ele.
15gente14 gente
A música que invade os corredores,
mas você ainda não escuta
A ária de um
trombonista
U
ma quantidade
quase incontável
de pessoas vêm
e vão pelos ca-
minhos de Rio2.
Histórias que se multiplicam,
somam e se tornam uma só. É
improvável, que alguém pos-
sa um dia falar de todas elas,
entender cada janela que se
abre e cada porta que se fe-
cha. Selecionando, apurando
e buscando em meio aos con-
dôminos é possível, entretan-
to, contar um pouco de uma
delas, saciar ao menos em um
nível inicial a sede de informa-
ção dos leitores mais curiosos.
Nesta edição conheceremos
mais um de nossos represen-
tantes na sociedade. Raphael
Paixão trilha seu caminho em
meio a notas e acordes molda-
dos com o mesmo sentimento
presente em seu sobrenome.
Morador do Alsácia há mais
de um ano, Raphael chegou
ao Condomínio Rio2 em bus-
ca de uma localização próxi-
ma aos ensaios da Orquestra
Sinfônica Brasileira, que ocor-
riam à época no HSBC Arena.
“O condomínio é muito bom,
tranquilo e agrada também a
Os que lá tocavam viajavam
bastante e podiam conhecer
várias cidades diferentes. To-
quei corneta e só mais adiante
cheguei ao trombone”, relem-
bra o músico.
Engana-se quem acha que o
trombonista bebe apenas da
fonte da música clássica. Ec-
lético, nosso vizinho gosta dos
mais variados estilos musicais,
do samba ao rock, viajando
adagio do jazz ao sertanejo,
passando pelo blues, restando
a única ressalva de buscar em
dessa forma ganhou o mundo.
Na Holanda teve a possibilida-
de de finalizar seus estudos e
se apresentar como músico
convidado em grupos como
Continuo Orkest de Rotterdam
e Dulce Memoire Chamber
Choir, de Overveen.
O momento marcante que
acabou destinando Raphael
ao Rio de Janeiro e, por con-
seguinte, ao Rio2 foi a audi-
ção para a Orquestra Sinfônica
Brasileira: “As mais disputadas
do Brasil, são normalmente a
muito seletiva e sempre em
busca de superar seus defeitos
e se tornar cada vez melhor”,
indica.
As obrigações de um músico
da Orquestra Sinfônica estão
muito além das de um simples
estudante de música e, nesse
sentido, Raphael Paixão bus-
ca sempre um aprimoramento
profissional. “Este não é o últi-
mo passo da minha carreira.
Espero poder trabalhar na
área acadêmica e desenvolver
minha esposa, Caroline. Sou
de São Paulo e morava ante-
riormente na Taquara”, relata.
Praticando futebol e tênis, ele
vem cada vez mais fazendo
amizades por aqui. No Rio
há quase três anos, começou
a estudar na Academia da
OSESP, em seguida entrou
para a fanfarra da escola onde
estudava em Mairiporã, muni-
cípio de São Paulo com cerca
de 90 mil habitantes, com um
intuito bastante pessoal: “Co-
mecei a tocar na fanfarra para
poder viajar.
OSB, a OSMG e a OSESP. São
cerca de 20 a 30 músicos para
cada vaga e estes representam
o que há de melhor em cada
instrumento”, explica.
Este disputado processo de
seleção, no caso do trombo-
ne, consiste geralmente de três
fases distintas. A primeira de-
las uma apresentação de uma
peça clássica, na segunda o
músico deve interpretar algo
mais romântico, demostrando
sua capacidade como solis-
ta, e na terceira o repertório
desenvolvido pela orquestra
deve ser apresentado. “O nível
de cobrança é muito grande.
Os músicos que se destinam a
este tipo de audição tem uma
cobrança pessoal muito alta,
cada um desses estilos o me-
lhor que se pode ter, qualida-
de indispensável para os ouvi-
dos acostumados a música de
qualidade: “Já toquei de tudo,
o mais diferente talvez tenha
sido música hebraica. Durante
cerca de sete anos, até 2010,
tocava na banda Savana, em
São Paulo. Fiz alguns bailes,
festas de formatura e outros
eventos do tipo”, conta.
A experiência, entretanto, veio
com muito estudo e dedicação.
Ao descobrir que seu caminho
realmente era a música e se
identificar com o instrumento
que até hoje é seu companhei-
ro nos ensaios e apresenta-
ções, Raphael destinou todos
os esforços a sua formação e
OSB:
Orquestra Sinfônica Brasileira
OSMG:
Orquestra Sinfônica de Minas
Gerais
OSESP:
Orquestra Sinfônica do Estado
de São Paulo
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manutenção e aprimoramento da fluência
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do Ensino Fundamental
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1º ano do Ensino Fundamental
Popcorn Club
2º ano do Ensino Fundamental
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(somente taxa de material semestral)
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** Podem ser dois dias na semana ou duas aulas consecutivas no mesmo dia.
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Completo*
2x ** 12 meses 3 anos e meio
3x 8 meses 2 anos e meio
4x 5 meses 1 ano e 9 meses
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CONVERSAÇÃO
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ESTRUTURADA
BRASAS ADULTS
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BARRASHOPPING 2431-9068
DOWNTOWN 3433-8688
NOVO LEBLON 2438-5043
19meio ambiente18 meio ambiente
Por um Rio2 melhor
Espaços que necessitam de manutenção
estão sendo observados
O
lhar ao redor é um
ato diário comum
e que faz parte da
análise que todos
nós fazemos em
nossas residências, nos ambien-
tes sociais, políticos e culturais.
Quando olhamos em volta e
verificamos como estão os dife-
rentes espaços do condomínio
alguns se destacam por um as-
pecto que se diferencia, negati-
vamente, dos demais. Pensando
nisso, e ciente da necessidade
de manter todos os terrenos e
ambientes com a manutenção
em dia, ações baseadas em
premissas e leis da vigilância
sanitária, defesa civil e demais
órgãos fiscalizadores exercem
um papel fundamental para a
revitalização de tais ambientes.
Um problema que gera insegu-
rança são os matagais, áreas
que possivelmente atraem ani-
mais peçonhentos, acumulam
água parada, o que aumenta a
incidência do mosquito aedes
aegypti (que deflagra a den-
gue) e traz, também, danos
estéticos. Exemplo mais bem-
-acabado de ação contra este
tipo de problema se deu no úl-
timo dia 21 de março, quando a
subprefeitura da Barra realizou
ação de combate ao mosqui-
to. As entradas compulsórias
foram executadas e autori-
zadas pelo decreto 34.377,
de 21/08/2011, que instituiu
o estado de alerta contra a
dengue no município do Rio.
Quando detectados espaços e
imóveis com focos de dengue,
denúncias podem ser feitas
através da Central de Atendi-
mento ao Cidadão.
Rio2 & CARVALHO Hosken
Em 2000 surgiu o Rio2, um verdadeiro bairro-condomínio numa ainda insípida Av. Abe-
lardo Bueno. Integrado por uma enorme área verde com jardins projetados pelo paisa-
gista Burle Marx. Lazer, comércio, escola e serviços em um mesmo local, reunidos na
experiência de quem confiava no futuro da Barra da Tijuca.
Desde então, a Carvalho Hosken vem investindo forte na urbanização de todo o entorno.
Hoje, a região conta com um grande circuito de entretenimento, vasta gastronomia e
com um shopping center de vanguarda, o Shopping Metropolitano. Todas essas ações
ajudam a desenvolver a nova centralidade da cidade, idealizada por Lúcio Costa, e que
vai se consolidando, valorizando assim, de forma considerável, o Rio2.
As áreas ainda não desenvolvidas, de propriedade da Carvalho Hosken, são mantidas
através de uma equipe residente responsável pela limpeza, capinagem, recuperação de
cercas e alambrados.
Independentemente dessa estrutura, mantemos um canal de comunicação permanente
junto a AMORio2, exercido pelo nosso representante no conselho comunitário para, se
necessário, atuarmos de forma pontual e, sendo o caso, aumentarmos nossa equipe de
manutenção. No que se refere ao entorno de nossos terrenos, especificamente o cal-
çamento, e com a finalidade de melhorar a utilização da área, estamos na fase final do
projeto que entrará em execução brevemente.
Para o futuro, a Carvalho Hosken, conforme as oportunidades mercadológicas, objetiva
desenvolver suas áreas remanescentes sempre com empreendimentos de alto padrão –
vide o Verano Stay, recém-inaugurado – de forma a garantir a valorização contínua do
Rio2, beneficiando a todos os seus condomínios e moradores.
A Carvalho Hosken sempre esteve e continuará empenhada em proporcionar qualidade
de vida e oferecer conveniência aos moradores dos bairros planejados por ela desenvol-
vidos. O Rio2, tendo sido o primeiro destes bairros, conta com um shopping com variado
mix de produtos e serviços, que vai de encontro com este objetivo.
Além disso, a Carvalho Hosken está permanentemente avaliando de que forma pode
oferecer ainda mais comodidade em seu shopping, buscando melhorar a qualidade dos
serviços hoje oferecidos e estudando a possibilidade de expansão do mesmo.
Finalizando, não poderíamos deixar de falar na Associação de Moradores do Rio2
(AMORio2), peça indispensável para manter e aprimorar as áreas que compõem o
empreendimento e para a qual a Carvalho Hosken está à disposição para prestar
todo o suporte, estando sempre presente no cotidiano da associação.
No que diz respeito a calça-
das, segundo a Prefeitura do
Rio, não importa a condição
do imóvel, público ou privado:
“É obrigação dos proprietários
das casas, edifícios, lojas, in-
dústrias ou terrenos não edifi-
cados, localizados junto às vias
ou aos espaços públicos com
meio-fio e sarjetas, construir
calçadas em toda extensão do
imóvel e mantê-las sempre em
perfeito estado de conserva-
ção”. Existem, ainda, uma série
de normas a serem observadas
na construção do calçamento,
tendo em vista a padronização
e a usabilidade. Mais ainda,
postes em estado de conser-
vação muito aquém do acei-
tável e que podem causar, em
alguns casos, acidentes aos
pedestres. Questionada sobre
os espaços de sua competên-
cia, a Carvalho Hosken nos en-
viou a nota que você confere,
na íntegra, a seguir.
Central de
Atendimento ao
Cidadão: 1746
CAPA20 Negócios
Gerenciando sua vida
O triunfo de um bom profissional
É
preciso ter metas,
pensar no futuro e
desenvolver tudo
aquilo que nos pro-
pomos da melhor
forma possível. Entender como
os bons profissionais evoluem
é um passo importante para
saber como trilhar os mesmos
caminhos. Buscar em quem se
espelhar através de exemplos
de boa conduta e histórias de
sucesso é um agente facilita-
dor no processo de transpor
os obstáculos costumeiros.
O Condomínio Rio2 é reple-
to de histórias, de famílias,
de pessoas com suas carac-
terísticas únicas e, portanto,
um espaço propício a desco-
brir personagens de trajetória
destacada que podem servir
de modelo para outros. Esse
é o caso de Bruno Costa, mo-
rador há sete anos e meio do
Residencial Sicília. Ele nos
conta um pouco de sua vida
na entrevista a seguir.
“A missão de um GP
é garantir que o
projeto tenha seu
escopo cumprido
dentro do custo e
prazo planejados”
muito difícil para um jovem
escolher sua profissão tão
cedo. Como tinha que esco-
lher uma, segui meu coração.
Mas, na verdade, sempre quis
ser dono do meu próprio ne-
gócio. Essa era minha motiva-
ção maior, ser independente,
buscar o meu conceito de feli-
cidade, constituir uma família,
ter esposa e filhos. Hoje sou
gerente de projetos em uma
empresa do Canadá e profes-
sor de estratégia empresarial e
modelo de negócios do IBMEC,
nada relacionado com a Enge-
nharia propriamente dita.
Como aconteceu o seu
desenvolvimento profissional?
Quais foram os passos
fundamentais?
A ideia é buscar desde cedo se
diferenciar no mercado. Comi-
go foi assim e após me formar,
não parei de estudar. Não po-
demos parar de estudar nunca,
o fundamental é se dedicar ao
máximo, estabelecendo metas
e perseguindo cada uma delas.
Segui meu sonho e com mais
três amigos fui dono de uma
empresa de treinamento e con-
sultoria em telecomunicações.
Depois desse período, acabei
voltando ao mercado com muita
história para contar e bagagem.
Há 12 meses foco meus estudos
na área de gerência de projetos,
estratégia e empreendedorismo.
Qual é a missão de um
engenheiro?
Gerir uma equipe faz
parte das atribuições do
profissional?
A missão de um engenheiro é
transformar o país tecnologica-
mente e de forma visionária. In-
felizmente, nossas universidades
ainda não estão prontas para
formar líderes e empreendedo-
21nEGÓCIOS
res, isso fica evidente quando
comparamos nosso país a ou-
tros centros mundiais de pes-
quisa e desenvolvimento.
Como é o seu trabalho
hoje?
Ser engenheiro me ajudou
bastante no meu trabalho atu-
al como gerente de projetos.
A missão de um GP é garantir
que o projeto tenha seu esco-
po cumprido dentro do custo
e prazo planejados. Já como
professor no IBMEC, minha
incumbência é ajudar na for-
mação dos alunos, comparti-
lhando experiências.
Quais são seus planos
para o futuro?
Continuar estudando, sem
dúvida. Vou acabar de cur-
sar francês e quero evoluir
como profissional de ge-
rência de projetos. Também
desejo continuar sendo
professor de pós-gradua-
ção. A gente aprende muito
quando tenta ensinar algo
a alguém e amo estar em
sala de aula. Quanto às me-
tas pessoais: continuar vi-
vendo em função da famí-
lia, dos amigos e de minhas
paixões Matheus (filho) e
Ana Lúcia (esposa). Quem
sabe até expandir a família
num futuro próximo?
Como você se tornou
engenheiro e de onde veio a
motivação para seguir este
caminho?
Decidi ser engenheiro ele-
trônico por vocação mesmo.
Sempre gostei de física, meu
pai também é engenheiro. É
Rio2Amores
O bloco do condomínio mostrou
que chegou para ficar
A
c o n c e n t r a ç ã o
começou pacata,
mas aos poucos os
moradores-foliões
foram chegando
e mostrando que a batucada
seria digna da emoção sentida
na Sapucaí. Índias,, fadinhas,
mulheres-maravilhas, surfistas,
bailarinas e piratas mostraram
que a variedade de fantasias
era proporcional à criatividade
carnavalesca. Aqueles que não
estavam fantasiados lançaram
mão de algum adereço. O que
nãofaltoufoiafelicidadedefazer
parte do bloco e confraternizar
com todos.
Desde a primeira edição, em
2012, o Rio2Amores é realiza-
do dentro do próprio condo-
mínio. O bloco contou com a
participação da bateria nota
10 da Mocidade Independente
de Padre Miguel, que abriu os
trabalhos com o samba “Por
que carvalho tu mentiu?”. A
partir daí, as porteiras esta-
vam abertas para o percurso
pelas ruas Mário Agostinelli e
Alfredo Ceschiatti até o Sho-
pping Rio2, arrastando foliões
por onde passava.
Duas passistas à frente da
galera sambavam e abriam
caminho, enquanto eram ova-
cionadas pelo público, que
também requebrou e cantou
todo o repertório.
Em meio à folia, pensando no
bem-estar de todos, o carro
de apoio seguiu distribuindo
bebidas como água, refrige-
rante e cerveja, para que to-
dos estivessem hidratados
durante o trajeto.
Confira nas imagens um pou-
co da terceira edição des-
te bloco que promete tomar
conta da Barra da Tijuca nos
próximos anos.
22 Programação 23CAPA
Eleições
INFORMAÇÕES PARA QUE VOCÊ
ENTENDA O PROCESSO E CONHEÇA OS
SEUS REPRESENTANTES NO CONSELHO
COMUNITÁRIO DA AMORIO2
24 CAPA 25CAPA
Novos ares pelo Rio2
Conselho comunitário trabalhando
por um Rio2 melhor
Q
uando falamos em um condomínio com as dimensões do Rio2 devemos pensar em uma
gestão que abrange diversos pontos em nível aprofundado. Entender as necessidades
de todos os condôminos, buscar aperfeiçoar os projetos existentes e avançar com no-
vas ideias em prol do bem-estar geral é, sem sombra de dúvidas, uma missão das mais
importantes e difíceis. O melhor dos mundos se caracteriza pela participação de todos,
pensando no bem comum e em fazer deste um local cada vez melhor para se viver.
de síndico do Fontana di Trevi
há três anos. “Quero dinamizar
a associação, com foco princi-
pal em estabelecer e melhorar
a relação com o associado”, as-
segura o presidente do conselho
comunitário da AMORio2.
Os objetivos de atender às soli-
citações dos condôminos e dar
continuidade ao trabalho que
vinha sendo realizado, principal-
mente no que diz respeito ao
transporte, são primordiais para
Luisinho. “Quero profissionalizar
a AMORio2. Executar as obras
que já foram aprovadas e que
não saíram do papel em anos
anteriores. São projetos como
o parcão, o pórtico, as cancelas
e guaritas. Criar o terminal ro-
doviário, em prol da segurança
e comodidade do morador, o
espaço bebê e um horto de mu-
das. Além disso, vamos colocar
banheiros e áreas de apoio na
Praça Burle Marx”, anuncia. Ade-
mais, está sendo implantada a
secretaria de esportes (matéria
da página 36), que vai centralizar
todo o esporte do condomínio.
A responsabilidade de todos os
representantes do conselho é
grande e o desafio de atuar nas
mais diferentes frentes de ação
motiva aqueles que, como Luis,
Marcello e os demais conselhei-
ros, querem o melhor para todos.
Os membros do conselho co-
munitário representam cada um
dos residenciais respectivamente:
Residenciais Conselheiros comunitários
Alsácia Renan Moraes
Borgonha Genilton José Vieira
Bretanha Alexandre Magalhães
Côte d’Azur Marcelo Marins
Fontana di Trevi Luis Silva
FrontLake Waldeci Ferereira
Gênova Carlos Henrique Mendonça
Green Park 1.000 Xisto da Silva Mattos
Green Park 2.000 Alexandre de Assis
Green Park 3.000/4.000 Marcello Magaldi
Normandie Sueli Meyer
Provence Agostinho Teixeira
San Remo Erico Jereissati
Sardenha Nilson Abreu
Sicília Luis Fernando da Cunha Matos
Verano: Capri Residence Service Erica Jordão
Verano: Grimaldi Residence
Service
Roney C. das Neves
Verano: Ibiza e Mallorca
Residence Service
Andresson Rodrigues Batista
Verano: Málaga Residence
Service
Luiz Flintz
Verano: Marbella Residence
Service
Ivanderson Nunes
Verano: Palma e Águilas
Residence Service
Ronaldo Amaral
Verano: Termoli Residence
Service
Leonardo Frederico
Verano Stay Jorge Eduardo
Verona José Heber
Unir todos os pensamentos, fazer
com que as formas de enxergar
os assuntos se aliem e que tudo
isso funcione não é dos trabalhos
mais fáceis. “Todos os projetos
dependem do apoio do con-
selho. É preciso ter esse apoio
para conseguir fazer as coisas”,
esclarece Luisinho. Esse desafio
vem sendo abraçado por todos
em busca de resultados que pos-
sam, verdadeiramente, mudar
o cotidiano, tornando mais fá-
ceis e prazerosos todos os afa-
zeres e momentos vivenciados
em domicílio. Motivação para
seguir em frente não falta: “Sou
um apaixonado por desafios. Fui
convidado por um grupo de con-
selheiros para o cargo, acredito
que nenhum MBA vai me dar o
know-how que a associação me
proporcionará. A experiência no
Fontana di Trevi, onde minha boa
gestão pode ser comprovada, é
o argumento mais forte para es-
tar aqui”, explica o presidente.
É necessário, portanto, estar
atento a tudo que vem sendo
feito e se desenvolverá nos pró-
ximos meses. Ações e projetos
serão noticiados através da Re-
vista Rio2 e das redes sociais.
Todos podem, e devem, parti-
cipar. Esse é um espaço onde
cada morador deve ter voz ati-
va, trazer novas ideias, cobrar o
que é necessário e apresentar
soluções para problemas co-
nhecidos. Dessa forma se faz
um Rio2 ainda melhor.
No dia 13 de fevereiro de 2014,
aconteceu a Assembleia Geral
Ordinária, quando foram eleitos
o presidente e vice-presidente
do conselho comunitário da
AMORio2. O primeiro, Sr. Luis
Silva, morador do residencial
Fontana di Trevi e ao seu lado
Sr. Marcello Magaldi, morador
do residencial Green Park
3000/4000. Ambos se juntam
aos demais conselheiros dos
residenciais buscando o melhor
para todos, com projetos e
ações que visam à evolução do
condomínio.
Quando caminhando pela sede
da AMORio2 o advogado pós-
graduado em direito público
pela Universidade Estácio de Sá
e pela Universidade Gama Filho,
Marcello Magaldi, relembra os
cursos que fez na área e a expe-
riência em cargos como admi-
nistrador de Copacabana, agen-
te de desenvolvimento local de
Ipanema e Leblon e pensa em
como pretende contribuir: “Pre-
tendo auxiliar na organização da
associação e aproximá-la cada
vez mais do seu público-alvo.
Trazer cada vez mais transpa-
rência para os atos, processos
e projetos. Devemos veicular
informações e dados das reu-
niões, fazer com que todos sai-
bam o que está sendo feito por
aqui”, declara ele. Quando a per-
gunta é o motivo de ter aceitado
o desafio deste cargo: “A ami-
zade pelo Luisinho me trouxe
até aqui”, enfatiza. Hoje o tam-
bém conselheiro do Green Park
3000/4000 trabalha no escritó-
rio MSG Advogados Associados,
no Centro do Rio de Janeiro.
Indo mais a fundo, sentado na
sala de reunião com os demais
representantes do conselho,
Luis Silva, é conhecido por to-
dos simplesmente por Luisinho.
O pai do Mateus e do Lucas é
esposo há 14 anos da sua tam-
bém companheira Paula Silva,
e busca com dedicação ter êxi-
to em sua trajetória à frente da
associação. Empresário do ramo
alimentício e formado em aná-
lise de sistemas, esportista por
natureza, competidor e vascaí-
no por vocação, ocupa o cargo
26 CAPA 27CAPA
Fundamentos da democracia
Entenda um pouco mais sobre a forma de
governo da qual participamos
Q
uando falamos em processos democráticos, eleições e votos, partidos e grupos apar-
tidarios, eleitos e elegíveis nem sempre temos em mente o verdadeiro significado dis-
so tudo; da importância de participar ativamente e como isso pode, de uma maneira
bastante significativa, mudar nossas vidas. A política, na verdade, vai muito além dos
períodos eleitorais e está presente no dia a dia de todos, nas relações que mantemos
em família e no trabalho, com a possibilidade de ser enxergada por diferentes ângulos, todos eles
de grande importância para a sociedade.
A democracia é vivenciada por
todos nós, não só no que diz
respeito ao país, mas também a
organizações menores, como o
condomínio. Entender, então, os
alicerces que delimitam ou não
um ambiente onde os princípios
deste formato são implantados
é importante para o direito de
participação de todos e a ex-
pressão de seus anseios. A pa-
lavra ‘democracia’ vem do gre-
go demos que significa povo.
Nessa forma de governo o povo
detém o poder absoluto sobre
os setores legislativo e executi-
vo. As diferentes democracias
do mundo tendem a ter diferen-
ciações, maiores ou menores, a
depender da cultura de cada
local, mas certos princípios são
mantidos para distinguir este
de outros modelos.
Primórdios e história
Em Atenas, na Grécia, quando foi inventada a democracia, três pontos eram essenciais: igual-
dade, liberdade e participação no poder. Isto é, isonomia total, distribuição de renda e garantia
de informação e atividade política.
Mais tarde, Karl Marx diria que só haveria este cenário quando todos aqueles explorados pelo
sistema e pelas diferenças financeiras fossem equivalentes a seus opressores. A liberdade, por
sua vez, teve um ponto marcante na Revolução Francesa, quando o direito foi expandido e
passou a significar trabalho, moradia, educação, luta contra governos tiranos e todo o tipo de
exploração e dominação, religiosa, social ou política.
Na democracia ateniense os cidadãos faziam parte do poder diretamente; na versão moderna
deste tipo de governo existe a participação indireta, por meio de representantes eleitos.
The Age of Pericles (1853), por Philipp Von Foltz – A democracia ateniense.
A responsabilidade do cida-
dão é exercida por todos os
representantes do povo dire-
tamente ou por intermediação
de seus representantes eleitos.
Os preceitos e práticas demo-
cráticas visam manter o direito
à liberdade de um modo geral,
e tem como base o intuito de
respeitar a vontade da maioria,
protegendo, entretanto, os di-
reitos fundamentais das mino-
rias, além dos direitos humanos
fundamentais, como liberdade
de expressão, religião, igualda-
de legal, participação na vida
política, econômica e cultural. É
preciso, ainda, desenvolver um
ambiente onde eleições livres
sejam regularmente conduzi-
das, buscando apoio da maioria.
Lembrando sempre que nem só
de direitos vive uma sociedade.
Os deveres são também mui-
to importantes, e participar de
todo o processo é imperioso
para o sucesso do sistema.
Um ponto muito discutido no Bra-
sil é a obrigatoriedade do voto. O
entendimento de que apenas o
voto ocasional não resolve nada é
um primeiro passo para que todos
os processos possam evoluir em
conjunto. É necessária dedicação
contínua e fiscalização para que os
direitos sejam mantidos e protegi-
dos. Aderir a grupos e fazer cam-
panhaemfavordaquelesrepresen-
tantes que mais se aproximam de
seus ideais é também parte impor-
tante do dia a dia. Todos devem ser
livres para se candidatar, divulgar
suas convicções e falar sobre qual-
quer questão, bem como integrar
grupos comunitários.
Liberdade Igualdade Cidadania Participação
Democracia verde e amarela
No Brasil, o Estado Democrático de Direitos foi estabelecido em
1988. Essa definição quer dizer, literalmente, que serão incluídos
nessa esfera de participação aqueles contemplados com de-
terminadas diretrizes e prerrogativas, que são legitimadas com
base na norma jurídica em vigor. A atual Constituição Federal
trabalha nesse sentido, buscando incluir o maior contingente
possível da população nacional.
28 VOLUNTARIADO 29VOLUNTARIADO
Rio2 e Saúde Criança Ilha: uma bela parceria
O
hábito de usar o
tempo livre para
doar conheci-
mentos pessoais
e profissionais
em prol do próximo é a pro-
va mais concreta de amor ao
semelhante. Em época onde
as conquistas individuais se
tornam prioridade, parar para
se dedicar a quem precisa tem
feito do terceiro setor – criado
com a missão de ser um braço
nos ambientes político, econô-
mico, social e cultural – crescer
cada vez mais em diversos pa-
íses. Inclusive no Brasil.
Ainda em processo evolutivo
por solo brasileiro, a prática do
voluntariado data de tempos
distantes, contemporâneos às
civilizações egípcias que dispu-
nham de regras relacionadas à
justiça social. Tais ações, primá-
rias, já diziam respeito ao desejo
de assistir ao próximo de algum
modo. O que depois evoluiria e
conheceríamos como trabalho
voluntário poderia, por exem-
plo, se dar na simples travessia
de um rio sem cobrar nada por
isso aos menos abastados.
Muitas pessoas veem nesse
tipo de trabalho a oportunida-
de de retribuir à sociedade as
conquistas que obtiveram ao
longo de suas vidas. A ortodon-
tista Fátima Brandão, 50 anos,
é desses exemplos de suces-
so que transformam a vida de
quem realmente precisa. Após
perceber a dificuldade em dar
prosseguimento às cirurgias
para correção de lábio leporino
em crianças, decidiu criar um
projeto que desse a estrutura
necessária para a reabilitação ci-
rúrgica infantil. A partir de então,
uniu forças com o Hospital Nos-
sa Senhora do Loreto, na Ilha do
Governador, onde trabalha des-
de 1986, e nunca mais parou.
Partindo do princípio que o
ciclo de adiamento de cirur-
gias começava ou terminava,
quase sempre, em pobreza,
doença, falta de condição físi-
ca e mazelas afins, e era a bar-
reira que impedia o trabalho
feito por ela e sua equipe de
se desenvolver, em 2007 criou
a Organização Não Governa-
mental (ONG) Saúde Criança
Ilha, inicialmente com doações
de leite em pó aos pequeninos,
que possuíam dificuldades de
mamar no seio devido à fissu-
ra labial, vindo a se tornarem
desnutridos. Posteriormente e
devido ao crescimento de em-
presas parceiras e voluntários,
o projeto ampliou e passou a
apoiar toda a família.
O TRABALHO REALIZADO PELA ONG
Em sete anos de
trabalho, foi
possível reduzir
em mais de 90% os
cancelamentos
das cirurgias
que ocorriam
por causa das
deficiências
nutricionais
O aumento
dessa renda
foi de 35%
75% das famílias
dos profissiona-
lizados tiveram
aumento da renda
familiar
Outras 725
famílias já foram
assistidas com o
benefício parcial,
que consiste
no recebimento
de leite em pó
prescrito pela
nutrição do
hospital
Com o benefício
integral – que
contempla os
pilares moradia,
educação,
emprego, saúde e
cidadania – são,
em média, 146
famílias
Redução de
gastos excessivos
toda vez que
ocorria o
adiamento do
procedimento
cirúrgico, que,
em média, custa,
cada uma, aos
cofres públicos
R$ 1.000,00
Solida-
riedade
Apoios para continuar
O Saúde Criança Ilha depende da solidariedade da sociedade civil e de empresas parceiras para seguir
com grandes conquistas. Bill Clinton e Muhammad Yunus já deram declarações sobre o trabalho
desenvolvido, consolidando o reconhecimento internacional do projeto. Veja a seguir como ajudar.
Saúde
1.	 Saúde da criança: boa ou
regular;
2.	 Faixa etária de 0 a 10 anos:
com carteira de vacinação
em dia;
3.	 Estado nutricional
adequado.
Como obter a assistência do
Saúde Criança Ilha?
As crianças nascidas no Hospital Lore-
to são encaminhadas ao Saúde Crian-
ça Ilha automaticamente. Em seguida,
a mãe é entrevistada, a fim de serem
levantadas todas as informações refe-
rentes ao histórico da família.
Com base no que for recolhido, as as-
sistentes sociais do projeto, em con-
junto com a família, traçam juntos o
Plano de Ação Familiar (PAF). Dado
início ao suporte, mensalmente são
feitas avaliações para conferir a evo-
lução do plano, assim como o alcance
das metas.
Em que consiste o Plano de
Ação Familiar?
O PAF procura atender a cinco impor-
tantes pilares: saúde, moradia, empre-
go, cidadania e educação.
Geralmente, qual o tempo que
se leva desde a análise do caso
até o pós-operatório?
A criança é encaminhada, na maioria
dos casos, logo ao nascer. O tempo
de permanência no projeto é de dois
anos a dois anos e meio, tempo ne-
cessário para realização das cirurgias
primárias e reestruturação da família.
Existem mais planos previstos
para serem inseridos na ONG?
Sim. Ampliação da sede e a busca de
novos colaboradores.
30 VOLUNTARIADO 31VOLUNTARIADO
Metas
dos
pilares
Renda familiar
1.	 Pelo menos um adulto
trabalhando;
2.	 Mínima renda:
família com até quatro
membros: um salário
mínimo;
família com mais de quatro
membros: ¼ salário mínimo
para cada membro.
Moradia
1.	 Filtro de água;
2.	Casa de alvenaria com piso
no mínimo cimentado;
3.	 Teto, paredes sem
infiltrações, buracos ou
rachaduras consideráveis;
4.	 Esgoto ou sumidouro,
fossa;
5.	 Mínimo de dois cômodos
(sendo um banheiro, com
vaso completo, pia e
chuveiro).
Cidadania
1.	 Mãe, pai e filhos com
documentos básicos em
dia;
2.	 Presença assídua dos
responsáveis nas palestras
socioeducativas;
3.	 Família orientada e apoiada
sobre questões jurídicas;
4.	 Benefícios do governo em
casos específicos.
Educação
1.	 Todas as crianças
em idade escolar
frequentando a escola;
2.	 Retorno dos pais à escola
para elevação do nível de
escolaridade;
3.	 Retorno de
acompanhamento
pedagógico.
Doações em dinheiro:
Doação Livre – a quantia doada ajuda em todas as
despesas do Saúde Criança Ilha;
Doação Específica – ajuda a cobrir integralmente
ou parcialmente uma despesa específica do Saúde
Criança Ilha, à sua escolha.
Seja amigo do Chiquinho: faça
doações a partir de R$ 1,00 por dia.
Contatos
(21) 2465-5000 | 3393-0610 | 3393-1983
Ramais 207 e 239 | 99667-3226
ilha@saudecrianca.org.br
www.saudecrianca.org.br/ilha
Doação de produtos:
Todos os meses são distribuídas cestas básicas
com alimentos não perecíveis e alimentos especí-
ficos para as crianças atendidas, além de materiais
de higiene e aparelhos prescritos pela equipe médi-
ca. Há também a doação conforme a necessidade
da família (roupas e sapatos para as crianças, seus
pais e irmãos; filtros para água; liquidificadores; col-
chões; materiais escolares; brinquedos; materiais
de construção para a reforma da moradia etc).
Assistência social
Família beneficiada
Curso profissionalizante de cabeleireiro
33rio2 ao redor
Pensando na Barra da Tijuca
Transporte, segurança e bem-estar: a visão do subprefeito
E
m visita ao condomínio, o subprefeito da Barra e Ja-
carepaguá, Tiago Mohamed, falou a Revista Rio2 so-
bre o BRT (transporte rápido por ônibus), de outros
aspectos da região e sobre seu mandado à frente
da subprefeitura. Tiago é formado em administra-
ção pela Universidade Veiga de Almeida e fez pós-graduação
em marketing, na Universidade Estácio de Sá.
Quais são os principais
pontos a serem trabalhados
no trânsito da Barra da Tijuca?
A nossa prioridade hoje é con-
cluir as obras do BRT, que pas-
sam pela Ayrton Senna (via que
ficará livre de sinais na pista
central), e pela Avenida Abelar-
do Bueno e Pedro Correia. Es-
sas vias já foram ampliadas para
terem uma pista exclusiva para
ônibus, sem prejudicar o flu-
xo de veículos particulares. Em
breve, começam as obras de
duplicação das avenidas Abe-
lardo Bueno e Salvador Allende.
Mas ao longo dos últimos anos
resolvemos alguns pontos crí-
ticos de congestionamento na
Barra. Alargamos a pista em
torno do Cebolão, com a dimi-
nuição das calçadas, o que per-
mitiu um giro melhor de quem
vem da praia, pela Av. Ayrton
Senna. Inauguramos a via do
Sesc e a via do Fórum da Barra.
Construímos a baia de ônibus
do Barra Shopping e na Gar-
dênia, além de ter mudado um
retorno próximo à ABM, no tre-
cho próximo ao Città America,
com criação de novas agulhas
de acesso à Avenida das Amé-
ricas. São pequenas soluções,
sem grandes obras, que melho-
raram o trânsito na Barra.
Qual a real influência do BRT
para a região?
Acredito que com um trans-
porte rápido e confortável, o
carioca vai passar a utilizar
mais o transporte público, po-
dendo deixar o carro em casa,
melhorando o trânsito de um
modo geral. Além disso, com
o ordenamento do sistema
de transporte, várias linhas de
ônibus serão substituídas pelo
BRT, diminuindo o número de
ônibus que circulam por essas
vias. O morador do Rio2 terá o
conforto de pegar um ônibus
com ar-condicionado na porta
da sua casa e ir até o aeropor-
35rio2 ao redor34 rio2 ao redor
to internacional Tom Jobim ou a
importantes pontos de comér-
cio como Barra, Taquara, Praça
Seca e Madureira, sem se preo-
cupar em estacionar o carro em
ruas em que a oferta de vagas é
muito reduzida. O BRT será um
sistema interligado com outros
sistemas de transporte. Em 2016,
com todas as obras concluídas,
o morador do Rio2 também po-
derá ir de BRT até o metrô.
É possível falar em dados
esperados após a implantação
do BRT? Qual é o número
esperado de passageiros
diretamente influenciados,
diminuição de carros
particulares, entre outros?
O BRT TransCarioca terá ca-
pacidade para transportar até
400 mil passageiros por dia
e deve diminuir em até 40% o
número de ônibus que circulam
hoje na Zona Norte, dando mais
agilidade ao deslocamento de
veículos. A previsão é que o
tempo de viagem diminua en-
tre 40% e 60%. Será uma eco-
nomia de tempo e combustível,
considerando quem se desloca
hoje em um veículo particular.
A região espera por evolução
há um longo tempo. No seu
modo de ver que outras
mudanças podem ser feitas
para melhorar o trânsito?
É necessário que os investimen-
tos que estão sendo feitos pela
atual gestão tenham continui-
dade nos próximos anos e que
seja feita a manutenção dos
equipamentos. Construir novos
mergulhões e viadutos para fa-
cilitar o cruzamento das prin-
cipais vias de acesso do bairro
e abrir novas vias tem de ser
prioridade nos próximos anos,
porque esta é uma região que
continuará a crescer.
Falando da região como
um todo. Segurança,
meio ambiente, serviços
e expansão. Qual seu
entendimento da Barra da
Tijuca no conjunto da obra?
A Barra da Tijuca é privilegiada
em termos de belezas naturais,
com uma linda orla de praia e
condições próprias que ofere-
cem qualidade de vida. Com
seu crescimento, hoje não é
mais necessário se deslocar
para outros bairros até mes-
mo para trabalhar, já que gran-
des empresas têm sua sede no
bairro. Vejo a Barra como um
novo centro da cidade, por isso
a necessidade de a Prefeitura
continuar investindo em obras
de infraestrutura viária para
que os moradores não percam
a qualidade que têm hoje.
Falando de todo o seu
trabalho à frente da
subprefeitura desde 2009,
como avalia esse período
e o que lhe trouxe mais
satisfação?
Foram anos muito produtivos
e de muito trabalho. O gover-
no investiu em todas as áreas
da cidade, mas nossa região foi
privilegiada e será ainda mais, já
que quase todas as obras para os
Jogos Olímpicos estão concen-
tradas aqui no bairro. O Parque
Olímpico, o Parque dos Atletas
e a Vila dos Atletas ficam aqui
nas avenidas Abelardo Bueno e
Salvador Allende. Nesses últimos
cinco anos, dezenas de ruas ga-
nharam asfalto liso, foi aberto o
Centro de Emergência Regional,
que desafogou o atendimento
do Hospital Lourenço Jorge e
dobrou a capacidade de atendi-
mento em leitos de UTI. Aumen-
tamos a cobertura das equipes
de Saúde da Família, dobramos
o número de vagas em creches
com a construção dos Espaços
de Desenvolvimento Infantil, me-
lhoramos a iluminação pública
com a troca de luminárias e de
lâmpadas, com aumento da po-
tência, em mais de 60% das ruas...
Enfim, participamos das princi-
pais reuniões das associações de
moradores da região e interme-
diamos todos os pedidos, fazen-
do com que os órgãos atendes-
sem o mais rápido possível. É uma
alegria saber que participei ativa-
mente do crescimento e da me-
lhoria do bairro como um todo,
propiciando serviços mais ágeis
e eficientes, além de ter acom-
panhado todas as obras, desde a
mais simples como a sinalização
de uma rua até a ponte estaiada,
obra de arte da TransCarioca, que
mudou o cartão-postal da Barra.
Projetos para o futuro: como
você imagina participar
do desenvolvimento da
cidade? Em que aspectos
sua experiência pode ser
importante?
A experiência da subprefeitura
é única. Tratamos de todos os
assuntos: do buraco à creche, da
saúde ao trânsito. Além disso,
com a oportunidade que temos
aqui, de estar em contato com
a população e as associações,
sabemos as prioridades e as ne-
cessidades dos moradores (do
dia a dia deles) e tentamos so-
lucionar as questões. Para o fu-
turo, quero contribuir ainda mais
para que a região se desenvolva
de maneira sustentável. Já avan-
çamos muito na área da saúde,
educação e transporte, mas
temos muitos desafios ainda,
como a despoluição do comple-
xo lagunar, saneamento básico e
o aumento dos investimentos na
área de segurança pública.
Acredito que a minha experi-
ência em ouvir o cidadão pode
contribuir para que essas ques-
tões relevantes do bairro sejam
levadas adiante, às autoridades
municipais e estaduais para ga-
rantir a qualidade de vida do
morador da nossa região.
faça parte do nosso time!
Em busca de craques, trouxemos um canarinho
A
arte de jogar fute-
bol é disseminada
na aurora das famí-
lias brasileiras, pas-
sando de pai para
filho, de avó para neto, de ou
para irmãos, tios, primos. Mais
do que um esporte, é parte da
cultura do brasileiro, determina a
forma como alguns assuntos são
entendidos e tratados, ajuda na
formação de nossas crianças, no
entendimento de noções como
hierarquia e da importância de
saber ganhar e perder.
O futebol é o grande exemplo da
possibilidade de ascensão pro-
fissional, pessoal e, até mesmo,
cultural em nosso país. Pensando
no padrão do desenvolvimento
desse trabalho, na possibilida-
de de ofertas aos nossos jovens
condôminos, a melhor estrutura
possível está sendo desenvolvida
pela secretaria de esportes, onde
todas as ações serão concentra-
das. Em busca do know-how ne-
cessário para este tipo de ação,
o mercado foi consultado e itens
como experiência e disponibili-
dade para trabalhar com dedi-
cação e responsabilidade foram
os pontos primordiais para que
a melhor escolha fosse feita em
prol dos moradores do condo-
mínio. Surgiu, então, um nome
bastante conhecido dos amantes
do bom futebol. Um craque que,
além dos atributos que procurá-
vamos, coleciona títulos e atua-
ções memoráveis no esporte e
demonstra postura e profissiona-
lismo fora dele.
Você conhece
Marcelo
Gonçalves Costa
Lopes?
E quando falamos de Gonçalves,
ex-zagueiro do Botafogo e Sele-
ção Brasileira? Agora você lem-
brou, não é?
A qualidade comprovada den-
tro de campo já há alguns anos
se estende à preparação de
crianças e jovens. Formado em
educação física, nos anos 1990
e pós-graduado pela FGV/FIFA,
Gonçalves é muito mais que um
ex-jogador de futebol: “Tenho
minha escolinha desde 1996,
quando inaugurei o primeiro nú-
cleo de trabalho no Engenho da
Rainha e, em seguida, o segundo
em Bento Ribeiro. Nessa época
ainda atuava pelo Botafogo e
pela Seleção. Em 1997 a parceria
com a Rio Sport Center foi defi-
nida e o terceiro núcleo implan-
tado. Hoje em dia continuamos
somente com o espaço na Barra
da Tijuca”, conta.
O trabalho desenvolvido vem sen-
do tão bom quanto os desarmes
perfeitos das épocas em que o
Maracanã era o palco maior do
defensor. Diversos atletas profis-
sionais de renome iniciaram sua
formação e desenvolveram suas
36 ESPORTE E LAZER
habilidades segundo a metodo-
logia de trabalho implantada por
Gonçalves. Dentre eles estão: Gui-
lherme Costa, jogador do Vasco,
Matheus e Adryan (hoje no Caglia-
ri), com boas atuações pelo Fla-
mengo, e Thiago Alcántara e Rafa-
el Alcántara, no Bayer de Munique
e Celta de Vigo respectivamente.
“Estou sempre orientando os ga-
rotos, dando dicas de treino e do
aspecto técnico. A experiência de
campo é muito importante e pos-
so passar um pouco do que viven-
ciei para eles”, resume Gonçalves.
Além disso, a escolinha vem tendo
bastante sucesso nas competi-
ções que disputa na região duran-
te seus 17 anos de vida.
A partir de agora essa categoria
estará presente no Rio2. “Deixo
bem claro para os professores a
nossa metodologia de trabalho;
como eu quero que sejam de-
senvolvidos os treinos, as con-
cepções e ideias a respeito de
futebol”, revela o ex-zagueiro.
Não é possível afirmar que dos
campos do nosso condomínio
sairão as novas estrelas do fute-
bol mundial, mas se elas estive-
rem por aqui serão encontradas,
auxiliadas em seu processo de
desenvolvimento e levadas aos
ambientes profissionais da me-
lhor forma possível.
Aqueles que mantiverem o es-
porte no campo dos hobbies
também ganharão com o apren-
dizado diário. Rudimentos como
respeito aos mais velhos, de-
senvolvimento da coordenação
37ESPORTE E LAZER
“A ideia é promover a
integração social e esportiva,
ajudar no desenvolvimento
usando minha experiência.”
motora, trabalho em grupo e
diversos outros pontos que são
trabalhados no esporte. “À me-
dida que a criança evolui temos
a percepção de que ela tem fu-
turo. Em comum acordo com
os pais, conciliando com os es-
tudos e buscando o apoio da
família, a levamos aos clubes”,
explica o ex-jogador da seleção.
Rola a bola
O espaço disponível no condo-
mínio é adequado para o início
do trabalho. Com o desenvolvi-
mento das etapas, novos cam-
pos e áreas de treinamento
poderão ser criados gradativa-
mente, para dar um melhor su-
porte aos atletas mirins. O jovem
professor Diego, que já trabalha
por aqui há alguns anos, será
mantido. Tendo agora todo o
suporte da escolinha, recebendo
as diretrizes de trabalho, com-
provadamente de sucesso, e ali-
nhando-as com o conhecimento
adquirido no dia a dia com os
pequenos futebolistas.
Ter em mente que a importân-
cia do esporte para a progres-
são de todos enquanto cida-
dãos e considerar a parcela
fundamental dos profissionais
na formação do caráter e perso-
nalidade dos jovens são fatores
preponderantes para o sucesso
de qualquer projeto deste tipo.
Pensando nisso, Gonçalves dei-
xa uma mensagem aos pais de
Rio2: “A ideia é promover a in-
tegração social e esportiva, aju-
dar no desenvolvimento usando
minha experiência. Levaremos
as crianças para competições
entre escolinhas. Atenção na
formação é imprescindível para
que tenhamos adultos aptos a
competir na vida”.
38 ESPORTE E LAZER 39ESPORTE E LAZER
Esportes para toda vida
Os benefícios das atividades esportivas
na vida de todos
O
s outros esportes
também terão
seu espaço no
condomínio Rio2
aperfeiçoado e
profissionalizado. A busca pelo
melhor para os moradores é a
missão primordial da associa-
ção. Nesse espírito, Rodrigo
Costa foi convidado a parti-
pessoas, afastadas dos vícios e
dos maus costumes. O espor-
te é um grande formador de
pessoas íntegras. Quando uma
criança treina em um time de
futebol, por exemplo, aprende
a trabalhar em equipe, forma
sua identidade e ocupa seu
tempo livre. Além disso, sabe-
mos também que o sedentaris-
mo e a obesidade são dois dos
principais fatores de risco mo-
dificáveis para a saúde, sendo
responsáveis por boa parte dos
óbitos precoces.
Estes dois fatos já seriam sufi-
cientes para estimular a prática
de esportes na adolescência,
mas as razões vão muito além.
Como será a metodologia
desenvolvida?
A metodologia está voltada
principalmente para uma
atenção diferenciada aos
alunos. Como vemos,
diariamente um número
significativo de moradores
fazem suas atividades de
forma mal-orientada e sem
direcionamento. Nossa função
será cuidar dessa orientação,
mostrar a todos que atividade
física é coisa séria. Além
de manter a organização,
com horários específicos
e profissionais formados e
treinados. Fazer do Rio2 Park
um local bem-estruturado
e bem-apresentado, pois
sabemos que isso não é um
luxo e, sim, necessidade para
nossa saúde.
Competições, desenvolvimento
em nível profissional, formação
de cidadãos. Quais pontos são
importantes nesse processo e
como os desenvolve?
De fato, as competições
levam ao amadurecimento
disciplinar. Alguns pontos
em destaque são sempre
vistos como fundamentais no
desenvolvimento do cidadão. O
esporte é um grande fenômeno
sociocultural, que estimula
crianças, jovens, adultos e
idosos a sua prática.
O que você espera ter de
resultados no Rio2?
Nossa expectativa é fazer com
que os moradores do Rio2 te-
nham, à sua disposição, uma for-
ma de obter ganhos imensuráveis
em termos de saúde e bem-estar,
possibilitando o desenvolvimento
de atividades físicas variadas, de
modo a atender aos objetivos de
cada um, dentro de suas carac-
terísticas. Nossa intenção é fazer
com que cada morador que venha
a aderir à prática das atividades fí-
sicas desenvolvidas por nós traga
seus familiares e amigos, tornando
nosso grupo cada vez maior. As-
sim, estaremos contribuindo com
a saúde e bem-estar de um núme-
ro cada vez maior de moradores.
A estrutura atual é
satisfatória? O que poderia
melhorar?
O Rio2 oferece uma excelente
estrutura para o desenvolvimen-
to das mais diversas atividades
físicas, de modo que é possível a
todos os moradores, seja qual for
a idade e condição física, praticar
a atividade que melhor atenda a
seus objetivos, tudo com a su-
pervisão de nossa equipe de pro-
fissionais capacitados.
Todos podem e devem praticar
atividades físicas, respeitando,
naturalmente, suas característi-
cas físicas e eventuais limitações.
O mais importante é deixar a dú-
vida de lado e iniciar uma ativi-
dade física, sempre consultando
um profissional capacitado.
Nossa expectativa é fazer
com que os moradores
do Rio2 tenham, à sua
disposição, uma forma de
obter ganhos imensuráveis
em termos de saúde e
bem-estar
cipar do projeto. Ele, um dos
professores, conversa conosco
e mostra como o trabalho será
desenvolvido: “A nossa primei-
ra mensagem aos pais é no
sentido de parabenizá-los de
imediato pela iniciativa de le-
var seus filhos para a escolinha.
Sabemos da importância que é
o desenvolvimento da criança.
Por isso, a atividade física
deve ser assegurada e esti-
mulada sempre, criando assim
um estilo de vida ativo e pro-
porcionando saúde, disciplina
e lazer. Os pais podem estar
seguros de que o melhor para
seus filhos é praticar ativida-
des físicas”, explica.
Qual é sua experiência
esportiva e formação
acadêmica?
A minha experiência esporti-
va foi desenvolvida ao longo
de mais de dez anos, sempre
voltados para o esporte in-
dividual e coletivo. Sou gra-
duado em educação física
e com especializações em
fisiologia, ciência da perfor-
mance humana, reabilitações
cardíacas e ortopédicas.
Em sua opinião, qual é a
importância do esporte na
formação das crianças e
adolescentes?
O esporte é fundamental para
o desenvolvimento das crian-
ças, pois é um ótimo caminho
para a adaptação social e, com
a intervenção das pessoas cer-
tas desde a base, uma grande
fonte de valores. Para os trei-
nadores profissionais o fun-
damental é a questão macro,
que consiste em formar boas
A nova administração prioriza a lisura em sua gestão. Em
todos os processos buscamos sempre o contato com diversos
profissionais do mercado, qualificados e de formação
comprovada. Para assumir, nesse caso, o trabalho esportivo
desenvolvido no Condomínio Rio2 não foi diferente. Estamos
estudando meios de tornar estas ações cada vez mais
transparentes e pensando, inclusive, na possibilidade de abrir
licitação para escolher as empresas que atuarão em definitivo.
PALAVRA DO PRESIDENTE
40 ESPORTE E LAZER
Ciclismo
Pedalando e gerando benefícios
T
odos nós temos a
vida influenciada pe-
las novas tecnologias
que inundam os afa-
zeres diários com as
suas preguiçosas facilidades,
gerando hábitos muito dife-
rentes, e menos saudáveis, dos
vistos na sociedade de dez,
mo, com movimentos bem de-
finidos e peso dividido entre o
guidão, selim e pedais.
A influência e benefícios do
pedalar sobre o organismo
são imensuráveis. Metabolis-
mo e frequência cardíaca se
aceleram e a sintonia é rapi-
dade física deve ser praticada
sem acompanhamento. Peda-
lar não é diferente.
Essas avaliações são compos-
tas de diversos procedimentos,
tais como: análise do condicio-
namento, resistência, batimen-
tos cardíacos, reflexos e equi-
quinze anos atrás. Toda essa pra-
ticidade produz indivíduos se-
dentários e é necessário sair da
inércia, levantar do sofá e colocar
os músculos para funcionar.
É preciso levantar essa bandei-
ra, envolver-se em ritos mais
saudáveis e pensar na alimen-
tação e esporte como parte
fundamental da vida. Reunir
o maior número de pessoas
pensando dessa forma torna o
processo mais fácil e propicia
a integração. Pensando nisso,
uma das atividades que mais
exigem do praticante com bai-
xo impacto ao corpo é o ciclis-
damente alcançada, o que au-
xilia sobremaneira na redução
do colesterol e peso. Todas as
faixas etárias tiram proveito
dessas vantagens, com risco
reduzido a articulações, mús-
culos e tendões, inclusive os
mais idosos podem, e devem,
praticar o ciclismo.
O processo, no entanto, deve
ser adequado a cada um. As
diferenças de cada organis-
mo, grau de experiência com
esportes, idade e saúde de
cada individuo devem ser
avaliados por um profissional
especializado. Nenhuma ativi-
líbrio. A partir daí, o próximo
passo é se equipar adequada-
mente com acessórios, como
capacete, luvas de neoprene,
óculos protetores, calçado fe-
chado e roupas confortáveis,
mas com aderência corporal
para que o tecido não se pren-
da às partes da bicicleta. Todos
adequados à prática esportiva.
Vamos então nos juntar e pe-
dalar? Não perca tempo, pense
na sua saúde e bem-estar. Mu-
nido de orientação especiali-
zada e equipamentos necessá-
rios, os trajetos serão, além de
benéficos, mais prazerosos.
288 kcal
Batata frita média 102 g
302 kcal
Sundae de chocolate 148 g
85 kcal
Coca Cola 200 ml
0 min 11 min 34 min 38 min 40 min
257 kcal
Hambúrguer 102 g
Conteúdo pensado para você
P
ensando na qualidade das informações
prestadas aos seus associados e na ne-
cessidade de tornar o mais ágil possível
o contato, a AMORio2 apresenta seu novo
site, com muito mais interatividade e conte-
údo alinhado com o que é necessário para
facilitar o dia a dia de todos.
Além da velocidade das publicações, aspecto
preponderante nos dias de hoje, o condômino
poderá enviar críticas e sugestões, consultar os
principais documentos como: balancetes, atas
de reunião, relatórios e formulários. Outra gran-
de vantagem é acessar a grade de ônibus atu-
alizada de forma rápida e prática. Visite o novo
site: www.amorio2.com
O associado tem a sua disposição ainda o
Twitter da associação, destinado exclusi-
vamente a manter atualizado o usuário do
sistema de transporte do condomínio Rio2,
notícias sobre o trânsito, condições dos
ônibus e tudo o quanto é necessário para
manter os associados bem-informados.
Siga: twitter.com/amorio2_transp.
42 NOTAS
44 NOTAS 45
Coquetel de lançamento
A revista oficial do Rio2 chegou aos leitores
P
ensar em uma publi-
cação que represente
um local do porte do
Rio2, com sua cultura
e características pró-
prias, é um desafio gigantesco. O
trabalho em conjunto, de apura-
ção e desenvolvimento do pro-
jeto, no entanto, se desenvolveu
da melhor maneira possível e o
novo periódico chegou aos leito-
res com toda a qualidade que os
moradores do empreendimento
mais charmoso da cidade mere-
cem. Para coroar esse processo
foi realizado, no dia 27 de feverei-
ro, o coquetel de lançamento da
nova Revista Rio2, contando com
a presença de fornecedores, re-
presentantes de outras associa-
ções de moradores, condomínios
e convidados, além da ilustre
presença de Luiz Fernando Pe-
zão, vice-governador do estado.
Os convidados foram chegando
à sede da AMORio2 e, entre um
petisco e outro, as apresenta-
ções foram feitas. De ambientes
diferentes, mas com interesse
comum nos assuntos relativos
ao condomínio, todos tinham
questões e opiniões sobre a nova
cara da publicação. Presente
em todas as mãos, a revista era
folheada avidamente, afinal é
composta por informações úteis
não só para condôminos e mo-
radores da Barra da Tijuca, mas
também para todos aqueles que
buscam estar atualizados com o
Ao término da exposição, foi a vez do vice-governador e coordenador
executivo dos projetos e obras dei nfraestrutura do estado, Luiz Fernando
Pezão, ter a palavra. Após elogiar o desenvolvimento de ações como a Re-
vista Rio2 e o conteúdo dela, passou a falar um pouco sobre sua história
de vida e os planos. “Pensando na segurança de todos, o efetivo policial
foi aumentado de 37 para 60 mil homens. Estamos investindo mais de R$
30 milhões na construção de um moderno Centro Integrado de Comando
e Controle”, contou.
Formado em economia e administração de empresas, Pezão nasceu em
1955, no município de Piraí, onde foi prefeito entre 1996 e 2004. Em 2006,
chegou a vice-governador e foi reeleito em 2010. Em conjunto com o go-
vernador Sérgio Cabral e como secretário de obras foi responsável por
projetos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nos
complexos do Alemão, Manguinhos, Pavão-Pavãozinho/Cantagalo e Ro-
cinha e pelo Arco Metropolitano do Rio de Janeiro. ”Nossa programação
é investir R$ 180 bilhões, entre públicos e privados, em setores estratégi-
cos, nos próximos três anos”, declarou. Teve, também, atuação destacada
junto à Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), à Empresa de
Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop) e à Fundação De-
partamento de Estradas de Rodagem (DER), já que todas elas estavam
vinculadas à secretaria de sua responsabilidade.
44
que acontece no Rio de Janeiro.
Exemplo disso foi a matéria de
capa, que trazia as mudanças no
transporte e como isso afeta nos-
so dia a dia. Tudo isso formatou
a espinha dorsal da quinquagési-
ma edição.
Para dar início ao evento, foi
dada a palavra ao ex-presidente
do conselho comunitário e atu-
al conselheiro e síndico do resi-
dencial Alsácia, Renan Moraes,
que falou sobre o processo de
modificação da publicação e
da proposta de trazer sempre
o melhor para os moradores.
A seguir, foi chamado o novo
presidente do conselho comu-
nitário, Luis Silva, que falou so-
bre a motivação do novo cargo
e a felicidade de ter em mãos
um produto de tanta qualidade,
que está à altura dos anseios
de todos aqueles que identi-
ficam esse como sendo o seu
lar. A apresentação do projeto
propriamente dito foi realizada
logo após. O planejamento grá-
fico inovador e o conteúdo jor-
nalístico, distante do ‘mais do
mesmo’, foram os destaques. A
missão de manter este padrão
nas próximas edições e ampliar
o leque de assuntos abordados,
como a seção de voluntaria-
do, fiscalização do dia a dia do
condomínio e aprofundamento
nas questões administrativas foi
delineada como ponto principal
do trabalho realizado.
46 Transporte46 sua voz
Aqui sua voz ecoa por todos
os corredores do Rio2
E
ste é um canal aberto de comunicação entre os moradores e a AMORio2. Entender quais são
as principais dúvidas, responder e buscar soluções é o objetivo primordial da associação. Co-
labore com as decisões do condomínio, opine nas questões que são importantes para todos
nós. Participe ativamente desse processo enviando suas questões.
Envie sua dúvida, sugestão, elogios e críticas para:
centraldeserviços@amorio2.com.br. Entre em contato conosco
também através dos números: (21) 2421-1254, 2421-3683, 2421-5741.
Quando falamos
de despesas
ordinárias e
extraordinárias,
quem responde
por elas?
O inquilino deve se res-
ponsabilizar pelas ordiná-
rias, enquanto o condômi-
no deve se responsabilizar
pelas extraordinárias (arts.
22 e 23 da Lei nº 8.245/91).
Juridicamente,
qual é o prazo
para o mandato
dos conselheiros?
O prazo deve ser definido
em convenção. De todo
modo, não pode ser supe-
rior a dois anos e a reelei-
ção é permitida.
Quem deve
convocar as
assembleias
condominiais?
O síndico ou a união de
um quarto dos condômi-
nos em dia com suas obri-
gações financeiras (arts.
1.350 § 1º e 1.355 do novo
Código Civil).
Como funcionará
a secretaria de
esportes?
Centralizaremos todas as
ações em um só lugar. É
preciso organizar melhor
a forma como os esportes
são geridos, profissionali-
zar o processo e buscar,
da melhor forma possível,
resultados a médio e lon-
go prazo.
Quando
inadimplente, o
condômino tem
direito a voto nas
assembleias?
Não. De acordo com o art.
1.335, III, do novo Código Ci-
vil é expressamente proibida
a participação do inadim-
plente nas assembleias.
Eu posso participar
da revista de alguma
forma?
Claro! Não só pode como
deve. As seções Rio2 Negó-
cios, Gastronomia, Momen-
tos em Rio2 e Gente foram
feitas pensando em você.
Tem uma história interessan-
te, costuma vivenciar o dia a
dia do condomínio, desenvol-
ve um trabalho empreende-
dor? Entre em contato pelo
e-mail: rio2@agenciatrato.com.br
e compartilhe.
Revista Rio2

Revista Rio2

  • 2.
    EDITORIALEXPEDIENTE Av. das Américas,3.500 Bloco 7, grupo 329 Tel.: (21) 3798-5505 contato@agenciatrato.com.br www.agenciatrato.com.br O conteúdo publicado não expressa necessariamente a opinião da editora. É de responsabilidade da AMORio2. Rua Bruno Giorgi, S/N Barra da Tijuca, CEP: 22775-054. Tels.: (21) 2421-5741/2421-3683/3411-7761 Abril/2014 Diretora de Conteúdo Juliana Campello Diretora de Projetos Ivone Vilete Diretor de Arte Jorge Iquiene PENSANDO EM CONJUNTO POR UM RIO2 CADA VEZ MELHOR A mais nova edição da Revista Rio2 chega aos leitores, com a missão de levar notícias de qualidade, defender os di- reitos e aprimorar o contato com os moradores, além de facilitar o acesso e difundir in- formações relevantes ao dia a dia de todos na região da Bar- ra da Tijuca. Você confere aqui o coquetel de lançamento da revista, com a presença de colaboradores e de Pezão, vice-governador do estado. Na matéria principal desta edição falamos sobre as eleições e um pouco mais sobre o presidente e o vice- presidente do conselho comunitário. Leia, em Rio2 Ao Redor, a entrevista com o subprefeito da Barra da Tijuca e Jacarepaguá, Tiago Mohamed. O residencial da edição Côte d’Azur, muitas novidades de esporte e lazer, gastronomia e diversos outros assuntos pertinentes. É primordial para todos nós que a relação dos associados com a AMORio2 seja cada vez mais direta e que a par- ticipação diária dos condô- minos se amplie. Tenha uma ótima leitura. Designer Gráfico Roberta Arman Redação e Revisão Sadon França, Andréia Brandão e Marianna Rodrigues Residenciais Conselheiros comunitários Síndicos Alsácia Renan Moraes Renan Moraes Borgonha Genilton José Vieira Genilton José Vieira Bretanha Alexandre Magalhães Roni Silva Côte d’Azur Marcelo Marins Paulo Batista Fontana di Trevi Luis Silva Luis Silva FrontLake Waldeci Ferereira Waldeci Ferereira Gênova Carlos Henrique Mendonça Carlos Henrique Mendonça Green Park 1.000 Xisto da Silva Mattos Xisto da Silva Mattos Green Park 2.000 Alexandre de Assis Elcio de Souza da Fonseca Green Park 3.000/4.000 Marcello Magaldi Marcello Magaldi Normandie Sueli Meyer Sueli Meyer Provence Agostinho Teixeira Paulo Roberto Ceabra da Cruz San Remo Erico Jereissati Ligia Moura Sardenha Nilson Abreu Nelson Barcellar Sicília Luis Fernando da Cunha Matos Júlio Cesar Pereira Werneck Verano: Capri Residence Service Erica Jordão Luiz Cláudio Borges Verano: Grimaldi Residence Service Roney C. das Neves Luiz Claudio Borge Silva de Oliveira Verano: Ibiza e Mallorca Residence Service Andresson Rodrigues Batista Andresson Rodrigues Batista Verano: Málaga Residence Service Luiz Flintz Luiz Flintz Verano: Marbella Residence Service Ivanderson Nunes Ivanderson Nunes Verano: Palma e Águilas Residence Service Ronaldo Amaral Leonardo Willis Fernandez Verano: Termoli Residence Service Leonardo Frederico Alter Weber Nunes de Azevedo Verano Stay Jorge Eduardo Grazieli Verona José Heber Maria da Gloria Almeida Moreira Presidência do Conselho Comunitário: Presidente: Luis Silva Vice-Presidente: Marcello Magaldi Conselheiros Fiscais Efetivos: Presidente: João Luiz Mello (Verano-Ibiza/Mallorca) Bruno Luciano (Alsácia) e Tânia Gaeta (Gênova) Colégio Marista São José: Representado pelo Irmão Jadir Carvalho Hosken: Representado pelo Sr. Marcos Rocha Shopping Rio2: Representado pela Carvalho Hosken
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    sumário 7 10 12 14 18 20 22 23 28 33 36 42 46 Residencial Venha conhecer umpouco mais do residencial Côte d’Azur Área Comum Projetos de arquitetura para um Rio2 mais acessível GASTRONOMIA Aline Machado nos ensina a unir esporte e culinária GENTE Nosso vizinho da Orquestra Sinfônica Brasileira: Raphael Paixão MEIO AMBIENTE Rio2 e Carvalho Hosken conversam sobre manutenção de espaços NEGÓCIOS Bruno Costa nos conta a sua trajetória programação Confira como foi a folia no bloco Rio2Amores CAPA Eleições: conheça os novos conselheiros comunitários VOLUNTARIADO Saiba mais sobre o trabalho desenvolvido pela ONG Saúde Criança Ilha RIO2 AO REDOR Entrevista com Tiago Mohamed, subprefeito da Barra e Jacarepaguá ESPORTE E LAZER O Rio2 avança rumo a um ambiente esportivo profissionalizado NOTAS Conheça o novo site e a nova revista oficial do condomínio SUA VOZ Respostas para as suas perguntas 7 10 12 23 33 36
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    CÔTE D’Azur Mais queum lar, um porto seguro para toda a vida 7residencial C om o que você sonha? Quais são os motivos que te fazem continuar caminhando e que motivam o seu dia a dia de uma forma totalmente diferente de qualquer outro pensamento? Descobrir-se apaixonado por um lugar para viver é como ter respondida uma das grandes questões da vida, como per- ceber que um ponto primor- dial para que tudo se encaixe e faça sentido foi superado. Na busca por esta descoberta muitos vagueiam por diversos bairros, entre idas e vindas, apartamentos, flats, casas e mais casas, até que um sinal toca e você vislumbra em uma fachada tudo o que queria, há muito. Este é o sentimen- to de muitos dos moradores do Condomínio Rio2, ter en- contrado na Barra da Tijuca um porto seguro para vive- rem suas vidas com conforto e segurança. E o Côte d’Azur é, sem sombra de dúvidas, um bom exemplo disso. Quem nos traz as informações deste espaço é o síndico Pau- lo Roberto Batista, apresen- tando o cotidiano deste resi- dencial. O segundo morador a, verdadeiramente, residir no Côte, em agosto de 2008.
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    9residencial8 residencial “Desde achegada participei por cinco anos no condomí- nio e na AMORio2. Em 2009 e 2010 como conselheiro co- munitário, em 2011 como vice- -presidente da associação; em 2013 acumulei o cargo de con- selheiro e síndico do Cotê e este ano me mantenho como síndico”, apresenta-se Paulo. Durante esse tempo contabi- lizou a participação em diver- sos projetos para melhorar as estruturas do condomínio e diversificar as opções de lazer como: a construção da segun- da quadra de vôlei de praia, o motoclube Rio Duas Rodas e o bloco Rio2Amores (veja na página 22). A equipe de tra- balho conta ainda com o sub- síndico Érick Percek e o con- selheiro comunitário Marcelo Marins. A Rua Mário Agostinelli, 55, é o ponto de partida e chegada de uma série de moradores que mantêm um relacionamen- to bastante amigável; é onde acontecem AGEs e AGOs e os ânimos até se exaltam um pouco. Mas tudo é entendido como parte do desenvolvimen- to democrático que deve haver em um condomínio em prol do bem comum. No que tange aos espaços de lazer, primordiais para a escolha de um ou ou- tro condomínio hoje em dia, a variedade é grande: diferentes espaços como pista de ska- te, muro de escalada, piscinas (adulto e infantil), toboágua e deck molhado. Outras necessi- dades não são esquecidas e o espaço conta ainda com home office, sala VIP, salão de fes- tas, churrasqueira, spa, sala de massagem e área de ginástica. “Temos duas piscinas, uma de raias e outra que é a mais bela piscina da Barra. Foi, inclusive, pauta do jornal O Globo em reportagem sobre os novos condomínios de lazer. Além disso, temos a responsabilida- de de manter o maior jardim do Rio2, também considera- do, em 2012, o mais bonito da Barra da Tijuca”, orgulha-se. Os projetos de desenvolvimen- to do residencial não param. Está na agenda a construção de um espaço de 157 metros quadrados sobre a coluna da área da sauna e hidromassa- gem, onde funcionará um sa- lão de jogos para crianças, com pingue-pongue, xadrez, sinuca e games até às 19h. “Após este horário teremos um espaço para adultos com um pub, te- lão, jogos adultos, sala de bate- papo e café. Para os amigos da terceira idade, estamos buscan- do a locação de um carrinho de golfe que facilite a locomoção dentro do condomínio”, ates- ta o síndico. Pensando na se- gurança, ponto primordial das solicitações feitas à administra- ção, um novo sistema de iden- tificação na portaria está sendo implantado. E a saúde não pode ficar de fora: a carga e varieda- de de atividades da academia estão sendo ampliadas. Residir em um condomínio com tamanho que se assemelha ao de alguns bairros da Zona Sul poderia representar uma pre- ocupação para os moradores, mas estar entre o mar e as montanhas, em contato com a natureza e ao mesmo tempo próximo a shoppings, teatros, cinemas, restaurantes e diver- sos outros serviços e, além disso, contar com toda a orga- nização e infraestrutura que o condomínio oferece é tranqui- lizador e propicia qualidade de vida incomparável. Some-se ainda uma boa administração e o resultado pode ser observa- do na forma como os morado- res defendem o Rio2, buscan- do sempre manter tudo que há de bom e melhorar o que for possível. Nesse sentido, alguns moradores tornam-se perso- nagens, constroem toda uma vida aqui e criam laços profun- dos com o local onde moram: “Todo condomínio possui seus moradores especiais. Sou gra- to por tê-los em quantidade no Côte. Isabel do 606, bloco 1 é uma delas, sempre sorrin- do, com palavras doces, parti- cipativa e primeira da malha- ção, nunca a vi sem estar para cima e feliz. Os amigos Márcio Dória, Alberto Fernandes, Os- car Tapera, Wellington Franco, Fernando Benévolo, Márcio Trevisan e Ana Tavares são fre- quentadores da roda de pisci- na e sempre acionados para os churrascos de fim de semana e jogos do Mengão. Destaca- se também um prestador de serviço muito querido, o guar- dião de piscina Maurício Gama, sempre com seu apito e muita moral conquistou as crianças e adultos. Contrariá-lo ninguém se atreve”, revela. A vida continua, as pessoas se deslocam, viajam e fazem novas amizades. As raízes são manti- das, as histórias que vivencia- mos ficam para a posteridade. Nosso lar é o cenário de muitas delas, lembranças e memórias que superam o tempo, as difi- culdades e se tornam únicas. “Para nossa administração, qua- lidade de vida e segurança es- tarão sempre em primeiro lugar. Queremos manter o bom nome do Côte e sua qualidade de ser- viço ao morador sempre em alta”, finaliza Paulo Batista. AGO: Assembleia Geral Ordinária AGE: Assembleia Geral Extraordinária
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    N o condomínio Rio2 estãoreunidos os mais atuais pa- drões de qualidade de vida para que a rotina diária dos moradores seja sempre regrada de confor- to e praticidade. A começar pela estrutura ar- quitetônica, que abriga desde os espaços comuns passíveis de momentos de lazer e relax até os funcionais, tão essenciais para a manutenção e execução de funções administrativas. Na nova gestão há planos para a criação de mais áreas co- muns, o que caracterizará mais opções e uma infraestrutura totalizada, a qual irá privilegiar um público mais extenso como visitantes e funcionários. Estão previstas a revitalização das guaritas existentes, assim como a composição de mais unidades; banheiros sociais se- rão locados em diversos pon- tos espalhados pelo condo- mínio; além dos novos espaço bebê, areal e rodoviária, esta que já tem espaço físico garan- tido, nosso ponto único de em- barque e desembarque. O processo se dará ao longo de todo o ano de 2014. Novos conceitos e modelos de trabalho são apresentados a cada ano. A sustentabilidade e o consumo consciente são pon- tos primordiais para a socie- dade e assim surgem debates quanto a ecoarquitetura, arqui- tetura inteligente, bioclimática e arquitetura sustentável. É necessário, no entanto, pen- sar nas intervenções que, ver- dadeiramente, vão fazer a dife- rença no condomínio Buscando o melhor aprovei- tamento possível do espaço e tornando o condomínio um lu- gar melhor. Os diferentes prin- cípios se correlacionam com um sentido mais abrangente, que dizem respeito à integra- ção dos seres vivos com o am- biente, precisamos então ali- nhar estes pensamentos com o que precisa ser feito no Rio2. Novidades arquitetônicas para o Rio2 10 11área comum área comum Design aliado à consciência ecológica em prol da usabilidade Etapas de uma obra de sucesso ETAPA O QUE FAZER 1º Reunião com o cliente para que sejam esclarecidas as ideias iniciais e o que se deseja criar. 2º Levantamento da área em questão 3º Estudo preliminar. Uma análise geral sobre viabilidade técnica, economia, materiais que farão parte da obra. 4º Anteprojeto. Nessa etapa o desenho (planta baixa) e os cálculos já estarão prontos. Pensando na vasta presença do verde em diversos pontos do condomínio e no encanto que elas proporcionam, os novos espaços estão sendo delineados com o intuito de não causar prejuízo ao curso normal das espécies da flora e fauna presentes em nossos jardins e áreas naturais. Com base no conceito de sustentabilidade aliado à fun- cionalidade, os materiais utili- zados na obra foram seleciona- dos visando causar o mínimo de impacto ambiental, além da estratégia de usufruir de cores que não absorvam o calor e aproveitem ao máximo a ven- tilação e iluminação naturais. Basicamente, os pensamentos estão voltados para a preocu- pação com o meio ambiente e atrelados às ideias de arquite- tura, design, interiores, paisa- gismo, iluminação e tematiza- ção. São desafios nos dias de hoje a eficiência e conserva- ção energética, uso consciente da água, seleção de materiais com bom desempenho e a mi- nimização do impacto causa- do ao ambiente. A consciência ecológica envolvida “Os diferentes princípios se correlacionam com um sentido mais abrangente, que dizem respeito À integração dos seres vivos com o ambiente.”
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    12 Gastronomia 13Gastronomia Culináriae saúde: uma combinação para a vida A alimentação saudável de uma esportista Sabe cozinhar? Quer participar e demonstrar seus dotes culinários nas próximas edições da Revista Rio2? entre em contato pelo e-mail: rio2@agenciatrato.com.br Representante do Rio2, nesta modalidade esportiva, venceu o Campeonato de Estreantes IFBB Rio, último dia 30, no Tijuca Tênis Clube. M orando há 9 anos no Con- domínio Rio2, Aline Machado, que tem 22 de vida, adora o local e aprovei- ta ao máximo as áreas de la- zer e também os serviços de transporte. Praticante de ati- vidades físicas desde os 14, a moradora do Residencial Borgonha, passou a admirar os praticantes de culturismo e fitness, tanto na academia quanto nas mídias sociais. “Conversei com meu personal trainer e ele me disse que se- ria possível entrar no espor- te. Busquei um nutricionista e, com a dieta recomendada, passei em dois messes de 61 kg para 54 kg, ganhando até agora 4,2 kg de massa ma- gra”, revela Aline. Após cursar marketing e atu- ar na área, ficou claro que o caminho deveria ser reajus- tado em busca do sonho de uma vida. Do alto de seus 1,62 m, ela decidiu se dedicar à nutrição, que complementa muito melhor toda a rotina criada por ela em prol dos re- sultados que busca conseguir em sua vida. “A alimentação é 90%, dedicação e foco tam- bém são muito importantes. Eu venho mantendo uma die- ta comendo de duas em duas horas. No café da manhã consumo de 6 a 8 claras de ovos e uma tapioca de queijo cottage. O nível de carboidra- Panqueca proteica Ingredientes: 500 g de farinha de arroz 300 ml de água 1 ovo inteiro 1 clara Preparo: Leve todos os ingredientes ao liquidificador, batendo até que a massa fique bastante fina e homogênea. Espalhe a massa suavemente em uma frigideira antiaderente. Para o recheio cozinhe um peito de frango, temperando a gosto, mas evitando o sal. Cubra com molho de tomate zero, queijo cottage e um pouco de milho. Almoço sem preocupações tos é bem baixo, o sal é zero e gosto bastante de batata doce. Para contrabalançar a falta de sal, é utilizada uma boa variedade de temperos, além de arroz integral, frango e peixes”, explica a competi- dora da categoria welness. As tentações culinárias são muitas, chocólatra convic- ta ela busca saciar as vonta- des com opções saudáveis. O apoio do noivo, Thiago Fraga- ta, e da família é irrestrito, con- seguindo inclusive fazer com que a mãe reduzisse o consu- mo de sal, devido à retenção hídrica. Sempre gostou de cozinhar e a necessidade de uma alimentação diferenciada a levou, ainda mais, para a co- zinha. “Consigo adequar bem a rotina de treinos, são 2 ho- ras por dia, geralmente com o aeróbico durante a noite. Sinto que os resultados são melho- res assim”, afirma. Muitos são os caminhos que podem te levar à culinária, a necessida- de de uma vida saudável é um deles. Esse foi o trilhado por Aline e pode ser também por você. A seguir, ela nos mostra como fazer uma deliciosa pan- queca proteica.
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    projetos de coordenaçãode orquestras. Gostaria de fazer isso em Mairiporã, minha cida- de, onde tudo começou, mas não descarto a possibilidade de atuar até mesmo aqui no Rio2”, planeja o músico. Sobre o reconhecimento do trabalho ele não se mostra muito preo- cupado com fama ou sucesso. Os objetivos do trombonista morador do Alsácia estão mui- to mais alinhados com o social que com seus próprios desejos: “Para mim não faz tanta dife- rença esse tipo de reconheci- mento, fico mais feliz se para alguém a minha trajetória ser- vir como exemplo. Mostrando que o estudo e a dedicação po- dem te levar onde você quiser”, indica ele. 15gente14 gente A música que invade os corredores, mas você ainda não escuta A ária de um trombonista U ma quantidade quase incontável de pessoas vêm e vão pelos ca- minhos de Rio2. Histórias que se multiplicam, somam e se tornam uma só. É improvável, que alguém pos- sa um dia falar de todas elas, entender cada janela que se abre e cada porta que se fe- cha. Selecionando, apurando e buscando em meio aos con- dôminos é possível, entretan- to, contar um pouco de uma delas, saciar ao menos em um nível inicial a sede de informa- ção dos leitores mais curiosos. Nesta edição conheceremos mais um de nossos represen- tantes na sociedade. Raphael Paixão trilha seu caminho em meio a notas e acordes molda- dos com o mesmo sentimento presente em seu sobrenome. Morador do Alsácia há mais de um ano, Raphael chegou ao Condomínio Rio2 em bus- ca de uma localização próxi- ma aos ensaios da Orquestra Sinfônica Brasileira, que ocor- riam à época no HSBC Arena. “O condomínio é muito bom, tranquilo e agrada também a Os que lá tocavam viajavam bastante e podiam conhecer várias cidades diferentes. To- quei corneta e só mais adiante cheguei ao trombone”, relem- bra o músico. Engana-se quem acha que o trombonista bebe apenas da fonte da música clássica. Ec- lético, nosso vizinho gosta dos mais variados estilos musicais, do samba ao rock, viajando adagio do jazz ao sertanejo, passando pelo blues, restando a única ressalva de buscar em dessa forma ganhou o mundo. Na Holanda teve a possibilida- de de finalizar seus estudos e se apresentar como músico convidado em grupos como Continuo Orkest de Rotterdam e Dulce Memoire Chamber Choir, de Overveen. O momento marcante que acabou destinando Raphael ao Rio de Janeiro e, por con- seguinte, ao Rio2 foi a audi- ção para a Orquestra Sinfônica Brasileira: “As mais disputadas do Brasil, são normalmente a muito seletiva e sempre em busca de superar seus defeitos e se tornar cada vez melhor”, indica. As obrigações de um músico da Orquestra Sinfônica estão muito além das de um simples estudante de música e, nesse sentido, Raphael Paixão bus- ca sempre um aprimoramento profissional. “Este não é o últi- mo passo da minha carreira. Espero poder trabalhar na área acadêmica e desenvolver minha esposa, Caroline. Sou de São Paulo e morava ante- riormente na Taquara”, relata. Praticando futebol e tênis, ele vem cada vez mais fazendo amizades por aqui. No Rio há quase três anos, começou a estudar na Academia da OSESP, em seguida entrou para a fanfarra da escola onde estudava em Mairiporã, muni- cípio de São Paulo com cerca de 90 mil habitantes, com um intuito bastante pessoal: “Co- mecei a tocar na fanfarra para poder viajar. OSB, a OSMG e a OSESP. São cerca de 20 a 30 músicos para cada vaga e estes representam o que há de melhor em cada instrumento”, explica. Este disputado processo de seleção, no caso do trombo- ne, consiste geralmente de três fases distintas. A primeira de- las uma apresentação de uma peça clássica, na segunda o músico deve interpretar algo mais romântico, demostrando sua capacidade como solis- ta, e na terceira o repertório desenvolvido pela orquestra deve ser apresentado. “O nível de cobrança é muito grande. Os músicos que se destinam a este tipo de audição tem uma cobrança pessoal muito alta, cada um desses estilos o me- lhor que se pode ter, qualida- de indispensável para os ouvi- dos acostumados a música de qualidade: “Já toquei de tudo, o mais diferente talvez tenha sido música hebraica. Durante cerca de sete anos, até 2010, tocava na banda Savana, em São Paulo. Fiz alguns bailes, festas de formatura e outros eventos do tipo”, conta. A experiência, entretanto, veio com muito estudo e dedicação. Ao descobrir que seu caminho realmente era a música e se identificar com o instrumento que até hoje é seu companhei- ro nos ensaios e apresenta- ções, Raphael destinou todos os esforços a sua formação e OSB: Orquestra Sinfônica Brasileira OSMG: Orquestra Sinfônica de Minas Gerais OSESP: Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo
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    brasasondemand.com | (21)3139-8846 MAGAZINE revista online atualizada semanalmente TOEIC® PREPARATION atividades INTERATIVAS AULAS INDIVIDUAIS ONLINE INGLÊS ONLINE do seu jeito e no seu tempo BRASAS VOCÊ APRENDE, VOCÊ FALA! BRASAS SPECIAL In Company inglês para executivos ou grupos fechados Imersão em Inglês 1 módulo: 15 dias | 2 módulos: 30 dias Conversation Class aulas para manutenção e aprimoramento da fluência BRASAS Exam Preparation TOEIC® e TOEFL JuniorTM Portuguese for Foreigners aulas de português com método exclusivo BRASAS BRASAS YOUNG Kids a partir do 3º ano do Ensino Fundamental Juniors a partir de 11 anos Teens aulas de 1h25 _____________________________ Candy Club 1º ano do Ensino Fundamental Popcorn Club 2º ano do Ensino Fundamental Mensalidade gratuita (somente taxa de material semestral) * Duração aproximada do curso (sem computar férias, recessos e feriados). ** Podem ser dois dias na semana ou duas aulas consecutivas no mesmo dia. CURSO REGULAR Frequência semanal Curso Básico* Curso Completo* 2x ** 12 meses 3 anos e meio 3x 8 meses 2 anos e meio 4x 5 meses 1 ano e 9 meses 5x 4 meses 1 ano e meio Frequência semanal Curso Básico* Inglês completo para quem tem pressa AULAS dinâmicas e divertidas aulas de APOIO gratuitas TESTE DE nivelamento GRÁTISsem compromisso foco na CONVERSAÇÃO com gramática ESTRUTURADA BRASAS ADULTS Curso Completo* brasas.com BARRASHOPPING 2431-9068 DOWNTOWN 3433-8688 NOVO LEBLON 2438-5043
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    19meio ambiente18 meioambiente Por um Rio2 melhor Espaços que necessitam de manutenção estão sendo observados O lhar ao redor é um ato diário comum e que faz parte da análise que todos nós fazemos em nossas residências, nos ambien- tes sociais, políticos e culturais. Quando olhamos em volta e verificamos como estão os dife- rentes espaços do condomínio alguns se destacam por um as- pecto que se diferencia, negati- vamente, dos demais. Pensando nisso, e ciente da necessidade de manter todos os terrenos e ambientes com a manutenção em dia, ações baseadas em premissas e leis da vigilância sanitária, defesa civil e demais órgãos fiscalizadores exercem um papel fundamental para a revitalização de tais ambientes. Um problema que gera insegu- rança são os matagais, áreas que possivelmente atraem ani- mais peçonhentos, acumulam água parada, o que aumenta a incidência do mosquito aedes aegypti (que deflagra a den- gue) e traz, também, danos estéticos. Exemplo mais bem- -acabado de ação contra este tipo de problema se deu no úl- timo dia 21 de março, quando a subprefeitura da Barra realizou ação de combate ao mosqui- to. As entradas compulsórias foram executadas e autori- zadas pelo decreto 34.377, de 21/08/2011, que instituiu o estado de alerta contra a dengue no município do Rio. Quando detectados espaços e imóveis com focos de dengue, denúncias podem ser feitas através da Central de Atendi- mento ao Cidadão. Rio2 & CARVALHO Hosken Em 2000 surgiu o Rio2, um verdadeiro bairro-condomínio numa ainda insípida Av. Abe- lardo Bueno. Integrado por uma enorme área verde com jardins projetados pelo paisa- gista Burle Marx. Lazer, comércio, escola e serviços em um mesmo local, reunidos na experiência de quem confiava no futuro da Barra da Tijuca. Desde então, a Carvalho Hosken vem investindo forte na urbanização de todo o entorno. Hoje, a região conta com um grande circuito de entretenimento, vasta gastronomia e com um shopping center de vanguarda, o Shopping Metropolitano. Todas essas ações ajudam a desenvolver a nova centralidade da cidade, idealizada por Lúcio Costa, e que vai se consolidando, valorizando assim, de forma considerável, o Rio2. As áreas ainda não desenvolvidas, de propriedade da Carvalho Hosken, são mantidas através de uma equipe residente responsável pela limpeza, capinagem, recuperação de cercas e alambrados. Independentemente dessa estrutura, mantemos um canal de comunicação permanente junto a AMORio2, exercido pelo nosso representante no conselho comunitário para, se necessário, atuarmos de forma pontual e, sendo o caso, aumentarmos nossa equipe de manutenção. No que se refere ao entorno de nossos terrenos, especificamente o cal- çamento, e com a finalidade de melhorar a utilização da área, estamos na fase final do projeto que entrará em execução brevemente. Para o futuro, a Carvalho Hosken, conforme as oportunidades mercadológicas, objetiva desenvolver suas áreas remanescentes sempre com empreendimentos de alto padrão – vide o Verano Stay, recém-inaugurado – de forma a garantir a valorização contínua do Rio2, beneficiando a todos os seus condomínios e moradores. A Carvalho Hosken sempre esteve e continuará empenhada em proporcionar qualidade de vida e oferecer conveniência aos moradores dos bairros planejados por ela desenvol- vidos. O Rio2, tendo sido o primeiro destes bairros, conta com um shopping com variado mix de produtos e serviços, que vai de encontro com este objetivo. Além disso, a Carvalho Hosken está permanentemente avaliando de que forma pode oferecer ainda mais comodidade em seu shopping, buscando melhorar a qualidade dos serviços hoje oferecidos e estudando a possibilidade de expansão do mesmo. Finalizando, não poderíamos deixar de falar na Associação de Moradores do Rio2 (AMORio2), peça indispensável para manter e aprimorar as áreas que compõem o empreendimento e para a qual a Carvalho Hosken está à disposição para prestar todo o suporte, estando sempre presente no cotidiano da associação. No que diz respeito a calça- das, segundo a Prefeitura do Rio, não importa a condição do imóvel, público ou privado: “É obrigação dos proprietários das casas, edifícios, lojas, in- dústrias ou terrenos não edifi- cados, localizados junto às vias ou aos espaços públicos com meio-fio e sarjetas, construir calçadas em toda extensão do imóvel e mantê-las sempre em perfeito estado de conserva- ção”. Existem, ainda, uma série de normas a serem observadas na construção do calçamento, tendo em vista a padronização e a usabilidade. Mais ainda, postes em estado de conser- vação muito aquém do acei- tável e que podem causar, em alguns casos, acidentes aos pedestres. Questionada sobre os espaços de sua competên- cia, a Carvalho Hosken nos en- viou a nota que você confere, na íntegra, a seguir. Central de Atendimento ao Cidadão: 1746
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    CAPA20 Negócios Gerenciando suavida O triunfo de um bom profissional É preciso ter metas, pensar no futuro e desenvolver tudo aquilo que nos pro- pomos da melhor forma possível. Entender como os bons profissionais evoluem é um passo importante para saber como trilhar os mesmos caminhos. Buscar em quem se espelhar através de exemplos de boa conduta e histórias de sucesso é um agente facilita- dor no processo de transpor os obstáculos costumeiros. O Condomínio Rio2 é reple- to de histórias, de famílias, de pessoas com suas carac- terísticas únicas e, portanto, um espaço propício a desco- brir personagens de trajetória destacada que podem servir de modelo para outros. Esse é o caso de Bruno Costa, mo- rador há sete anos e meio do Residencial Sicília. Ele nos conta um pouco de sua vida na entrevista a seguir. “A missão de um GP é garantir que o projeto tenha seu escopo cumprido dentro do custo e prazo planejados” muito difícil para um jovem escolher sua profissão tão cedo. Como tinha que esco- lher uma, segui meu coração. Mas, na verdade, sempre quis ser dono do meu próprio ne- gócio. Essa era minha motiva- ção maior, ser independente, buscar o meu conceito de feli- cidade, constituir uma família, ter esposa e filhos. Hoje sou gerente de projetos em uma empresa do Canadá e profes- sor de estratégia empresarial e modelo de negócios do IBMEC, nada relacionado com a Enge- nharia propriamente dita. Como aconteceu o seu desenvolvimento profissional? Quais foram os passos fundamentais? A ideia é buscar desde cedo se diferenciar no mercado. Comi- go foi assim e após me formar, não parei de estudar. Não po- demos parar de estudar nunca, o fundamental é se dedicar ao máximo, estabelecendo metas e perseguindo cada uma delas. Segui meu sonho e com mais três amigos fui dono de uma empresa de treinamento e con- sultoria em telecomunicações. Depois desse período, acabei voltando ao mercado com muita história para contar e bagagem. Há 12 meses foco meus estudos na área de gerência de projetos, estratégia e empreendedorismo. Qual é a missão de um engenheiro? Gerir uma equipe faz parte das atribuições do profissional? A missão de um engenheiro é transformar o país tecnologica- mente e de forma visionária. In- felizmente, nossas universidades ainda não estão prontas para formar líderes e empreendedo- 21nEGÓCIOS res, isso fica evidente quando comparamos nosso país a ou- tros centros mundiais de pes- quisa e desenvolvimento. Como é o seu trabalho hoje? Ser engenheiro me ajudou bastante no meu trabalho atu- al como gerente de projetos. A missão de um GP é garantir que o projeto tenha seu esco- po cumprido dentro do custo e prazo planejados. Já como professor no IBMEC, minha incumbência é ajudar na for- mação dos alunos, comparti- lhando experiências. Quais são seus planos para o futuro? Continuar estudando, sem dúvida. Vou acabar de cur- sar francês e quero evoluir como profissional de ge- rência de projetos. Também desejo continuar sendo professor de pós-gradua- ção. A gente aprende muito quando tenta ensinar algo a alguém e amo estar em sala de aula. Quanto às me- tas pessoais: continuar vi- vendo em função da famí- lia, dos amigos e de minhas paixões Matheus (filho) e Ana Lúcia (esposa). Quem sabe até expandir a família num futuro próximo? Como você se tornou engenheiro e de onde veio a motivação para seguir este caminho? Decidi ser engenheiro ele- trônico por vocação mesmo. Sempre gostei de física, meu pai também é engenheiro. É
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    Rio2Amores O bloco docondomínio mostrou que chegou para ficar A c o n c e n t r a ç ã o começou pacata, mas aos poucos os moradores-foliões foram chegando e mostrando que a batucada seria digna da emoção sentida na Sapucaí. Índias,, fadinhas, mulheres-maravilhas, surfistas, bailarinas e piratas mostraram que a variedade de fantasias era proporcional à criatividade carnavalesca. Aqueles que não estavam fantasiados lançaram mão de algum adereço. O que nãofaltoufoiafelicidadedefazer parte do bloco e confraternizar com todos. Desde a primeira edição, em 2012, o Rio2Amores é realiza- do dentro do próprio condo- mínio. O bloco contou com a participação da bateria nota 10 da Mocidade Independente de Padre Miguel, que abriu os trabalhos com o samba “Por que carvalho tu mentiu?”. A partir daí, as porteiras esta- vam abertas para o percurso pelas ruas Mário Agostinelli e Alfredo Ceschiatti até o Sho- pping Rio2, arrastando foliões por onde passava. Duas passistas à frente da galera sambavam e abriam caminho, enquanto eram ova- cionadas pelo público, que também requebrou e cantou todo o repertório. Em meio à folia, pensando no bem-estar de todos, o carro de apoio seguiu distribuindo bebidas como água, refrige- rante e cerveja, para que to- dos estivessem hidratados durante o trajeto. Confira nas imagens um pou- co da terceira edição des- te bloco que promete tomar conta da Barra da Tijuca nos próximos anos. 22 Programação 23CAPA Eleições INFORMAÇÕES PARA QUE VOCÊ ENTENDA O PROCESSO E CONHEÇA OS SEUS REPRESENTANTES NO CONSELHO COMUNITÁRIO DA AMORIO2
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    24 CAPA 25CAPA Novosares pelo Rio2 Conselho comunitário trabalhando por um Rio2 melhor Q uando falamos em um condomínio com as dimensões do Rio2 devemos pensar em uma gestão que abrange diversos pontos em nível aprofundado. Entender as necessidades de todos os condôminos, buscar aperfeiçoar os projetos existentes e avançar com no- vas ideias em prol do bem-estar geral é, sem sombra de dúvidas, uma missão das mais importantes e difíceis. O melhor dos mundos se caracteriza pela participação de todos, pensando no bem comum e em fazer deste um local cada vez melhor para se viver. de síndico do Fontana di Trevi há três anos. “Quero dinamizar a associação, com foco princi- pal em estabelecer e melhorar a relação com o associado”, as- segura o presidente do conselho comunitário da AMORio2. Os objetivos de atender às soli- citações dos condôminos e dar continuidade ao trabalho que vinha sendo realizado, principal- mente no que diz respeito ao transporte, são primordiais para Luisinho. “Quero profissionalizar a AMORio2. Executar as obras que já foram aprovadas e que não saíram do papel em anos anteriores. São projetos como o parcão, o pórtico, as cancelas e guaritas. Criar o terminal ro- doviário, em prol da segurança e comodidade do morador, o espaço bebê e um horto de mu- das. Além disso, vamos colocar banheiros e áreas de apoio na Praça Burle Marx”, anuncia. Ade- mais, está sendo implantada a secretaria de esportes (matéria da página 36), que vai centralizar todo o esporte do condomínio. A responsabilidade de todos os representantes do conselho é grande e o desafio de atuar nas mais diferentes frentes de ação motiva aqueles que, como Luis, Marcello e os demais conselhei- ros, querem o melhor para todos. Os membros do conselho co- munitário representam cada um dos residenciais respectivamente: Residenciais Conselheiros comunitários Alsácia Renan Moraes Borgonha Genilton José Vieira Bretanha Alexandre Magalhães Côte d’Azur Marcelo Marins Fontana di Trevi Luis Silva FrontLake Waldeci Ferereira Gênova Carlos Henrique Mendonça Green Park 1.000 Xisto da Silva Mattos Green Park 2.000 Alexandre de Assis Green Park 3.000/4.000 Marcello Magaldi Normandie Sueli Meyer Provence Agostinho Teixeira San Remo Erico Jereissati Sardenha Nilson Abreu Sicília Luis Fernando da Cunha Matos Verano: Capri Residence Service Erica Jordão Verano: Grimaldi Residence Service Roney C. das Neves Verano: Ibiza e Mallorca Residence Service Andresson Rodrigues Batista Verano: Málaga Residence Service Luiz Flintz Verano: Marbella Residence Service Ivanderson Nunes Verano: Palma e Águilas Residence Service Ronaldo Amaral Verano: Termoli Residence Service Leonardo Frederico Verano Stay Jorge Eduardo Verona José Heber Unir todos os pensamentos, fazer com que as formas de enxergar os assuntos se aliem e que tudo isso funcione não é dos trabalhos mais fáceis. “Todos os projetos dependem do apoio do con- selho. É preciso ter esse apoio para conseguir fazer as coisas”, esclarece Luisinho. Esse desafio vem sendo abraçado por todos em busca de resultados que pos- sam, verdadeiramente, mudar o cotidiano, tornando mais fá- ceis e prazerosos todos os afa- zeres e momentos vivenciados em domicílio. Motivação para seguir em frente não falta: “Sou um apaixonado por desafios. Fui convidado por um grupo de con- selheiros para o cargo, acredito que nenhum MBA vai me dar o know-how que a associação me proporcionará. A experiência no Fontana di Trevi, onde minha boa gestão pode ser comprovada, é o argumento mais forte para es- tar aqui”, explica o presidente. É necessário, portanto, estar atento a tudo que vem sendo feito e se desenvolverá nos pró- ximos meses. Ações e projetos serão noticiados através da Re- vista Rio2 e das redes sociais. Todos podem, e devem, parti- cipar. Esse é um espaço onde cada morador deve ter voz ati- va, trazer novas ideias, cobrar o que é necessário e apresentar soluções para problemas co- nhecidos. Dessa forma se faz um Rio2 ainda melhor. No dia 13 de fevereiro de 2014, aconteceu a Assembleia Geral Ordinária, quando foram eleitos o presidente e vice-presidente do conselho comunitário da AMORio2. O primeiro, Sr. Luis Silva, morador do residencial Fontana di Trevi e ao seu lado Sr. Marcello Magaldi, morador do residencial Green Park 3000/4000. Ambos se juntam aos demais conselheiros dos residenciais buscando o melhor para todos, com projetos e ações que visam à evolução do condomínio. Quando caminhando pela sede da AMORio2 o advogado pós- graduado em direito público pela Universidade Estácio de Sá e pela Universidade Gama Filho, Marcello Magaldi, relembra os cursos que fez na área e a expe- riência em cargos como admi- nistrador de Copacabana, agen- te de desenvolvimento local de Ipanema e Leblon e pensa em como pretende contribuir: “Pre- tendo auxiliar na organização da associação e aproximá-la cada vez mais do seu público-alvo. Trazer cada vez mais transpa- rência para os atos, processos e projetos. Devemos veicular informações e dados das reu- niões, fazer com que todos sai- bam o que está sendo feito por aqui”, declara ele. Quando a per- gunta é o motivo de ter aceitado o desafio deste cargo: “A ami- zade pelo Luisinho me trouxe até aqui”, enfatiza. Hoje o tam- bém conselheiro do Green Park 3000/4000 trabalha no escritó- rio MSG Advogados Associados, no Centro do Rio de Janeiro. Indo mais a fundo, sentado na sala de reunião com os demais representantes do conselho, Luis Silva, é conhecido por to- dos simplesmente por Luisinho. O pai do Mateus e do Lucas é esposo há 14 anos da sua tam- bém companheira Paula Silva, e busca com dedicação ter êxi- to em sua trajetória à frente da associação. Empresário do ramo alimentício e formado em aná- lise de sistemas, esportista por natureza, competidor e vascaí- no por vocação, ocupa o cargo
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    26 CAPA 27CAPA Fundamentosda democracia Entenda um pouco mais sobre a forma de governo da qual participamos Q uando falamos em processos democráticos, eleições e votos, partidos e grupos apar- tidarios, eleitos e elegíveis nem sempre temos em mente o verdadeiro significado dis- so tudo; da importância de participar ativamente e como isso pode, de uma maneira bastante significativa, mudar nossas vidas. A política, na verdade, vai muito além dos períodos eleitorais e está presente no dia a dia de todos, nas relações que mantemos em família e no trabalho, com a possibilidade de ser enxergada por diferentes ângulos, todos eles de grande importância para a sociedade. A democracia é vivenciada por todos nós, não só no que diz respeito ao país, mas também a organizações menores, como o condomínio. Entender, então, os alicerces que delimitam ou não um ambiente onde os princípios deste formato são implantados é importante para o direito de participação de todos e a ex- pressão de seus anseios. A pa- lavra ‘democracia’ vem do gre- go demos que significa povo. Nessa forma de governo o povo detém o poder absoluto sobre os setores legislativo e executi- vo. As diferentes democracias do mundo tendem a ter diferen- ciações, maiores ou menores, a depender da cultura de cada local, mas certos princípios são mantidos para distinguir este de outros modelos. Primórdios e história Em Atenas, na Grécia, quando foi inventada a democracia, três pontos eram essenciais: igual- dade, liberdade e participação no poder. Isto é, isonomia total, distribuição de renda e garantia de informação e atividade política. Mais tarde, Karl Marx diria que só haveria este cenário quando todos aqueles explorados pelo sistema e pelas diferenças financeiras fossem equivalentes a seus opressores. A liberdade, por sua vez, teve um ponto marcante na Revolução Francesa, quando o direito foi expandido e passou a significar trabalho, moradia, educação, luta contra governos tiranos e todo o tipo de exploração e dominação, religiosa, social ou política. Na democracia ateniense os cidadãos faziam parte do poder diretamente; na versão moderna deste tipo de governo existe a participação indireta, por meio de representantes eleitos. The Age of Pericles (1853), por Philipp Von Foltz – A democracia ateniense. A responsabilidade do cida- dão é exercida por todos os representantes do povo dire- tamente ou por intermediação de seus representantes eleitos. Os preceitos e práticas demo- cráticas visam manter o direito à liberdade de um modo geral, e tem como base o intuito de respeitar a vontade da maioria, protegendo, entretanto, os di- reitos fundamentais das mino- rias, além dos direitos humanos fundamentais, como liberdade de expressão, religião, igualda- de legal, participação na vida política, econômica e cultural. É preciso, ainda, desenvolver um ambiente onde eleições livres sejam regularmente conduzi- das, buscando apoio da maioria. Lembrando sempre que nem só de direitos vive uma sociedade. Os deveres são também mui- to importantes, e participar de todo o processo é imperioso para o sucesso do sistema. Um ponto muito discutido no Bra- sil é a obrigatoriedade do voto. O entendimento de que apenas o voto ocasional não resolve nada é um primeiro passo para que todos os processos possam evoluir em conjunto. É necessária dedicação contínua e fiscalização para que os direitos sejam mantidos e protegi- dos. Aderir a grupos e fazer cam- panhaemfavordaquelesrepresen- tantes que mais se aproximam de seus ideais é também parte impor- tante do dia a dia. Todos devem ser livres para se candidatar, divulgar suas convicções e falar sobre qual- quer questão, bem como integrar grupos comunitários. Liberdade Igualdade Cidadania Participação Democracia verde e amarela No Brasil, o Estado Democrático de Direitos foi estabelecido em 1988. Essa definição quer dizer, literalmente, que serão incluídos nessa esfera de participação aqueles contemplados com de- terminadas diretrizes e prerrogativas, que são legitimadas com base na norma jurídica em vigor. A atual Constituição Federal trabalha nesse sentido, buscando incluir o maior contingente possível da população nacional.
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    28 VOLUNTARIADO 29VOLUNTARIADO Rio2e Saúde Criança Ilha: uma bela parceria O hábito de usar o tempo livre para doar conheci- mentos pessoais e profissionais em prol do próximo é a pro- va mais concreta de amor ao semelhante. Em época onde as conquistas individuais se tornam prioridade, parar para se dedicar a quem precisa tem feito do terceiro setor – criado com a missão de ser um braço nos ambientes político, econô- mico, social e cultural – crescer cada vez mais em diversos pa- íses. Inclusive no Brasil. Ainda em processo evolutivo por solo brasileiro, a prática do voluntariado data de tempos distantes, contemporâneos às civilizações egípcias que dispu- nham de regras relacionadas à justiça social. Tais ações, primá- rias, já diziam respeito ao desejo de assistir ao próximo de algum modo. O que depois evoluiria e conheceríamos como trabalho voluntário poderia, por exem- plo, se dar na simples travessia de um rio sem cobrar nada por isso aos menos abastados. Muitas pessoas veem nesse tipo de trabalho a oportunida- de de retribuir à sociedade as conquistas que obtiveram ao longo de suas vidas. A ortodon- tista Fátima Brandão, 50 anos, é desses exemplos de suces- so que transformam a vida de quem realmente precisa. Após perceber a dificuldade em dar prosseguimento às cirurgias para correção de lábio leporino em crianças, decidiu criar um projeto que desse a estrutura necessária para a reabilitação ci- rúrgica infantil. A partir de então, uniu forças com o Hospital Nos- sa Senhora do Loreto, na Ilha do Governador, onde trabalha des- de 1986, e nunca mais parou. Partindo do princípio que o ciclo de adiamento de cirur- gias começava ou terminava, quase sempre, em pobreza, doença, falta de condição físi- ca e mazelas afins, e era a bar- reira que impedia o trabalho feito por ela e sua equipe de se desenvolver, em 2007 criou a Organização Não Governa- mental (ONG) Saúde Criança Ilha, inicialmente com doações de leite em pó aos pequeninos, que possuíam dificuldades de mamar no seio devido à fissu- ra labial, vindo a se tornarem desnutridos. Posteriormente e devido ao crescimento de em- presas parceiras e voluntários, o projeto ampliou e passou a apoiar toda a família. O TRABALHO REALIZADO PELA ONG Em sete anos de trabalho, foi possível reduzir em mais de 90% os cancelamentos das cirurgias que ocorriam por causa das deficiências nutricionais O aumento dessa renda foi de 35% 75% das famílias dos profissiona- lizados tiveram aumento da renda familiar Outras 725 famílias já foram assistidas com o benefício parcial, que consiste no recebimento de leite em pó prescrito pela nutrição do hospital Com o benefício integral – que contempla os pilares moradia, educação, emprego, saúde e cidadania – são, em média, 146 famílias Redução de gastos excessivos toda vez que ocorria o adiamento do procedimento cirúrgico, que, em média, custa, cada uma, aos cofres públicos R$ 1.000,00 Solida- riedade
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    Apoios para continuar OSaúde Criança Ilha depende da solidariedade da sociedade civil e de empresas parceiras para seguir com grandes conquistas. Bill Clinton e Muhammad Yunus já deram declarações sobre o trabalho desenvolvido, consolidando o reconhecimento internacional do projeto. Veja a seguir como ajudar. Saúde 1. Saúde da criança: boa ou regular; 2. Faixa etária de 0 a 10 anos: com carteira de vacinação em dia; 3. Estado nutricional adequado. Como obter a assistência do Saúde Criança Ilha? As crianças nascidas no Hospital Lore- to são encaminhadas ao Saúde Crian- ça Ilha automaticamente. Em seguida, a mãe é entrevistada, a fim de serem levantadas todas as informações refe- rentes ao histórico da família. Com base no que for recolhido, as as- sistentes sociais do projeto, em con- junto com a família, traçam juntos o Plano de Ação Familiar (PAF). Dado início ao suporte, mensalmente são feitas avaliações para conferir a evo- lução do plano, assim como o alcance das metas. Em que consiste o Plano de Ação Familiar? O PAF procura atender a cinco impor- tantes pilares: saúde, moradia, empre- go, cidadania e educação. Geralmente, qual o tempo que se leva desde a análise do caso até o pós-operatório? A criança é encaminhada, na maioria dos casos, logo ao nascer. O tempo de permanência no projeto é de dois anos a dois anos e meio, tempo ne- cessário para realização das cirurgias primárias e reestruturação da família. Existem mais planos previstos para serem inseridos na ONG? Sim. Ampliação da sede e a busca de novos colaboradores. 30 VOLUNTARIADO 31VOLUNTARIADO Metas dos pilares Renda familiar 1. Pelo menos um adulto trabalhando; 2. Mínima renda: família com até quatro membros: um salário mínimo; família com mais de quatro membros: ¼ salário mínimo para cada membro. Moradia 1. Filtro de água; 2. Casa de alvenaria com piso no mínimo cimentado; 3. Teto, paredes sem infiltrações, buracos ou rachaduras consideráveis; 4. Esgoto ou sumidouro, fossa; 5. Mínimo de dois cômodos (sendo um banheiro, com vaso completo, pia e chuveiro). Cidadania 1. Mãe, pai e filhos com documentos básicos em dia; 2. Presença assídua dos responsáveis nas palestras socioeducativas; 3. Família orientada e apoiada sobre questões jurídicas; 4. Benefícios do governo em casos específicos. Educação 1. Todas as crianças em idade escolar frequentando a escola; 2. Retorno dos pais à escola para elevação do nível de escolaridade; 3. Retorno de acompanhamento pedagógico. Doações em dinheiro: Doação Livre – a quantia doada ajuda em todas as despesas do Saúde Criança Ilha; Doação Específica – ajuda a cobrir integralmente ou parcialmente uma despesa específica do Saúde Criança Ilha, à sua escolha. Seja amigo do Chiquinho: faça doações a partir de R$ 1,00 por dia. Contatos (21) 2465-5000 | 3393-0610 | 3393-1983 Ramais 207 e 239 | 99667-3226 ilha@saudecrianca.org.br www.saudecrianca.org.br/ilha Doação de produtos: Todos os meses são distribuídas cestas básicas com alimentos não perecíveis e alimentos especí- ficos para as crianças atendidas, além de materiais de higiene e aparelhos prescritos pela equipe médi- ca. Há também a doação conforme a necessidade da família (roupas e sapatos para as crianças, seus pais e irmãos; filtros para água; liquidificadores; col- chões; materiais escolares; brinquedos; materiais de construção para a reforma da moradia etc). Assistência social Família beneficiada Curso profissionalizante de cabeleireiro
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    33rio2 ao redor Pensandona Barra da Tijuca Transporte, segurança e bem-estar: a visão do subprefeito E m visita ao condomínio, o subprefeito da Barra e Ja- carepaguá, Tiago Mohamed, falou a Revista Rio2 so- bre o BRT (transporte rápido por ônibus), de outros aspectos da região e sobre seu mandado à frente da subprefeitura. Tiago é formado em administra- ção pela Universidade Veiga de Almeida e fez pós-graduação em marketing, na Universidade Estácio de Sá. Quais são os principais pontos a serem trabalhados no trânsito da Barra da Tijuca? A nossa prioridade hoje é con- cluir as obras do BRT, que pas- sam pela Ayrton Senna (via que ficará livre de sinais na pista central), e pela Avenida Abelar- do Bueno e Pedro Correia. Es- sas vias já foram ampliadas para terem uma pista exclusiva para ônibus, sem prejudicar o flu- xo de veículos particulares. Em breve, começam as obras de duplicação das avenidas Abe- lardo Bueno e Salvador Allende. Mas ao longo dos últimos anos resolvemos alguns pontos crí- ticos de congestionamento na Barra. Alargamos a pista em torno do Cebolão, com a dimi- nuição das calçadas, o que per- mitiu um giro melhor de quem vem da praia, pela Av. Ayrton Senna. Inauguramos a via do Sesc e a via do Fórum da Barra. Construímos a baia de ônibus do Barra Shopping e na Gar- dênia, além de ter mudado um retorno próximo à ABM, no tre- cho próximo ao Città America, com criação de novas agulhas de acesso à Avenida das Amé- ricas. São pequenas soluções, sem grandes obras, que melho- raram o trânsito na Barra. Qual a real influência do BRT para a região? Acredito que com um trans- porte rápido e confortável, o carioca vai passar a utilizar mais o transporte público, po- dendo deixar o carro em casa, melhorando o trânsito de um modo geral. Além disso, com o ordenamento do sistema de transporte, várias linhas de ônibus serão substituídas pelo BRT, diminuindo o número de ônibus que circulam por essas vias. O morador do Rio2 terá o conforto de pegar um ônibus com ar-condicionado na porta da sua casa e ir até o aeropor-
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    35rio2 ao redor34rio2 ao redor to internacional Tom Jobim ou a importantes pontos de comér- cio como Barra, Taquara, Praça Seca e Madureira, sem se preo- cupar em estacionar o carro em ruas em que a oferta de vagas é muito reduzida. O BRT será um sistema interligado com outros sistemas de transporte. Em 2016, com todas as obras concluídas, o morador do Rio2 também po- derá ir de BRT até o metrô. É possível falar em dados esperados após a implantação do BRT? Qual é o número esperado de passageiros diretamente influenciados, diminuição de carros particulares, entre outros? O BRT TransCarioca terá ca- pacidade para transportar até 400 mil passageiros por dia e deve diminuir em até 40% o número de ônibus que circulam hoje na Zona Norte, dando mais agilidade ao deslocamento de veículos. A previsão é que o tempo de viagem diminua en- tre 40% e 60%. Será uma eco- nomia de tempo e combustível, considerando quem se desloca hoje em um veículo particular. A região espera por evolução há um longo tempo. No seu modo de ver que outras mudanças podem ser feitas para melhorar o trânsito? É necessário que os investimen- tos que estão sendo feitos pela atual gestão tenham continui- dade nos próximos anos e que seja feita a manutenção dos equipamentos. Construir novos mergulhões e viadutos para fa- cilitar o cruzamento das prin- cipais vias de acesso do bairro e abrir novas vias tem de ser prioridade nos próximos anos, porque esta é uma região que continuará a crescer. Falando da região como um todo. Segurança, meio ambiente, serviços e expansão. Qual seu entendimento da Barra da Tijuca no conjunto da obra? A Barra da Tijuca é privilegiada em termos de belezas naturais, com uma linda orla de praia e condições próprias que ofere- cem qualidade de vida. Com seu crescimento, hoje não é mais necessário se deslocar para outros bairros até mes- mo para trabalhar, já que gran- des empresas têm sua sede no bairro. Vejo a Barra como um novo centro da cidade, por isso a necessidade de a Prefeitura continuar investindo em obras de infraestrutura viária para que os moradores não percam a qualidade que têm hoje. Falando de todo o seu trabalho à frente da subprefeitura desde 2009, como avalia esse período e o que lhe trouxe mais satisfação? Foram anos muito produtivos e de muito trabalho. O gover- no investiu em todas as áreas da cidade, mas nossa região foi privilegiada e será ainda mais, já que quase todas as obras para os Jogos Olímpicos estão concen- tradas aqui no bairro. O Parque Olímpico, o Parque dos Atletas e a Vila dos Atletas ficam aqui nas avenidas Abelardo Bueno e Salvador Allende. Nesses últimos cinco anos, dezenas de ruas ga- nharam asfalto liso, foi aberto o Centro de Emergência Regional, que desafogou o atendimento do Hospital Lourenço Jorge e dobrou a capacidade de atendi- mento em leitos de UTI. Aumen- tamos a cobertura das equipes de Saúde da Família, dobramos o número de vagas em creches com a construção dos Espaços de Desenvolvimento Infantil, me- lhoramos a iluminação pública com a troca de luminárias e de lâmpadas, com aumento da po- tência, em mais de 60% das ruas... Enfim, participamos das princi- pais reuniões das associações de moradores da região e interme- diamos todos os pedidos, fazen- do com que os órgãos atendes- sem o mais rápido possível. É uma alegria saber que participei ativa- mente do crescimento e da me- lhoria do bairro como um todo, propiciando serviços mais ágeis e eficientes, além de ter acom- panhado todas as obras, desde a mais simples como a sinalização de uma rua até a ponte estaiada, obra de arte da TransCarioca, que mudou o cartão-postal da Barra. Projetos para o futuro: como você imagina participar do desenvolvimento da cidade? Em que aspectos sua experiência pode ser importante? A experiência da subprefeitura é única. Tratamos de todos os assuntos: do buraco à creche, da saúde ao trânsito. Além disso, com a oportunidade que temos aqui, de estar em contato com a população e as associações, sabemos as prioridades e as ne- cessidades dos moradores (do dia a dia deles) e tentamos so- lucionar as questões. Para o fu- turo, quero contribuir ainda mais para que a região se desenvolva de maneira sustentável. Já avan- çamos muito na área da saúde, educação e transporte, mas temos muitos desafios ainda, como a despoluição do comple- xo lagunar, saneamento básico e o aumento dos investimentos na área de segurança pública. Acredito que a minha experi- ência em ouvir o cidadão pode contribuir para que essas ques- tões relevantes do bairro sejam levadas adiante, às autoridades municipais e estaduais para ga- rantir a qualidade de vida do morador da nossa região.
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    faça parte donosso time! Em busca de craques, trouxemos um canarinho A arte de jogar fute- bol é disseminada na aurora das famí- lias brasileiras, pas- sando de pai para filho, de avó para neto, de ou para irmãos, tios, primos. Mais do que um esporte, é parte da cultura do brasileiro, determina a forma como alguns assuntos são entendidos e tratados, ajuda na formação de nossas crianças, no entendimento de noções como hierarquia e da importância de saber ganhar e perder. O futebol é o grande exemplo da possibilidade de ascensão pro- fissional, pessoal e, até mesmo, cultural em nosso país. Pensando no padrão do desenvolvimento desse trabalho, na possibilida- de de ofertas aos nossos jovens condôminos, a melhor estrutura possível está sendo desenvolvida pela secretaria de esportes, onde todas as ações serão concentra- das. Em busca do know-how ne- cessário para este tipo de ação, o mercado foi consultado e itens como experiência e disponibili- dade para trabalhar com dedi- cação e responsabilidade foram os pontos primordiais para que a melhor escolha fosse feita em prol dos moradores do condo- mínio. Surgiu, então, um nome bastante conhecido dos amantes do bom futebol. Um craque que, além dos atributos que procurá- vamos, coleciona títulos e atua- ções memoráveis no esporte e demonstra postura e profissiona- lismo fora dele. Você conhece Marcelo Gonçalves Costa Lopes? E quando falamos de Gonçalves, ex-zagueiro do Botafogo e Sele- ção Brasileira? Agora você lem- brou, não é? A qualidade comprovada den- tro de campo já há alguns anos se estende à preparação de crianças e jovens. Formado em educação física, nos anos 1990 e pós-graduado pela FGV/FIFA, Gonçalves é muito mais que um ex-jogador de futebol: “Tenho minha escolinha desde 1996, quando inaugurei o primeiro nú- cleo de trabalho no Engenho da Rainha e, em seguida, o segundo em Bento Ribeiro. Nessa época ainda atuava pelo Botafogo e pela Seleção. Em 1997 a parceria com a Rio Sport Center foi defi- nida e o terceiro núcleo implan- tado. Hoje em dia continuamos somente com o espaço na Barra da Tijuca”, conta. O trabalho desenvolvido vem sen- do tão bom quanto os desarmes perfeitos das épocas em que o Maracanã era o palco maior do defensor. Diversos atletas profis- sionais de renome iniciaram sua formação e desenvolveram suas 36 ESPORTE E LAZER habilidades segundo a metodo- logia de trabalho implantada por Gonçalves. Dentre eles estão: Gui- lherme Costa, jogador do Vasco, Matheus e Adryan (hoje no Caglia- ri), com boas atuações pelo Fla- mengo, e Thiago Alcántara e Rafa- el Alcántara, no Bayer de Munique e Celta de Vigo respectivamente. “Estou sempre orientando os ga- rotos, dando dicas de treino e do aspecto técnico. A experiência de campo é muito importante e pos- so passar um pouco do que viven- ciei para eles”, resume Gonçalves. Além disso, a escolinha vem tendo bastante sucesso nas competi- ções que disputa na região duran- te seus 17 anos de vida. A partir de agora essa categoria estará presente no Rio2. “Deixo bem claro para os professores a nossa metodologia de trabalho; como eu quero que sejam de- senvolvidos os treinos, as con- cepções e ideias a respeito de futebol”, revela o ex-zagueiro. Não é possível afirmar que dos campos do nosso condomínio sairão as novas estrelas do fute- bol mundial, mas se elas estive- rem por aqui serão encontradas, auxiliadas em seu processo de desenvolvimento e levadas aos ambientes profissionais da me- lhor forma possível. Aqueles que mantiverem o es- porte no campo dos hobbies também ganharão com o apren- dizado diário. Rudimentos como respeito aos mais velhos, de- senvolvimento da coordenação 37ESPORTE E LAZER “A ideia é promover a integração social e esportiva, ajudar no desenvolvimento usando minha experiência.” motora, trabalho em grupo e diversos outros pontos que são trabalhados no esporte. “À me- dida que a criança evolui temos a percepção de que ela tem fu- turo. Em comum acordo com os pais, conciliando com os es- tudos e buscando o apoio da família, a levamos aos clubes”, explica o ex-jogador da seleção. Rola a bola O espaço disponível no condo- mínio é adequado para o início do trabalho. Com o desenvolvi- mento das etapas, novos cam- pos e áreas de treinamento poderão ser criados gradativa- mente, para dar um melhor su- porte aos atletas mirins. O jovem professor Diego, que já trabalha por aqui há alguns anos, será mantido. Tendo agora todo o suporte da escolinha, recebendo as diretrizes de trabalho, com- provadamente de sucesso, e ali- nhando-as com o conhecimento adquirido no dia a dia com os pequenos futebolistas. Ter em mente que a importân- cia do esporte para a progres- são de todos enquanto cida- dãos e considerar a parcela fundamental dos profissionais na formação do caráter e perso- nalidade dos jovens são fatores preponderantes para o sucesso de qualquer projeto deste tipo. Pensando nisso, Gonçalves dei- xa uma mensagem aos pais de Rio2: “A ideia é promover a in- tegração social e esportiva, aju- dar no desenvolvimento usando minha experiência. Levaremos as crianças para competições entre escolinhas. Atenção na formação é imprescindível para que tenhamos adultos aptos a competir na vida”.
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    38 ESPORTE ELAZER 39ESPORTE E LAZER Esportes para toda vida Os benefícios das atividades esportivas na vida de todos O s outros esportes também terão seu espaço no condomínio Rio2 aperfeiçoado e profissionalizado. A busca pelo melhor para os moradores é a missão primordial da associa- ção. Nesse espírito, Rodrigo Costa foi convidado a parti- pessoas, afastadas dos vícios e dos maus costumes. O espor- te é um grande formador de pessoas íntegras. Quando uma criança treina em um time de futebol, por exemplo, aprende a trabalhar em equipe, forma sua identidade e ocupa seu tempo livre. Além disso, sabe- mos também que o sedentaris- mo e a obesidade são dois dos principais fatores de risco mo- dificáveis para a saúde, sendo responsáveis por boa parte dos óbitos precoces. Estes dois fatos já seriam sufi- cientes para estimular a prática de esportes na adolescência, mas as razões vão muito além. Como será a metodologia desenvolvida? A metodologia está voltada principalmente para uma atenção diferenciada aos alunos. Como vemos, diariamente um número significativo de moradores fazem suas atividades de forma mal-orientada e sem direcionamento. Nossa função será cuidar dessa orientação, mostrar a todos que atividade física é coisa séria. Além de manter a organização, com horários específicos e profissionais formados e treinados. Fazer do Rio2 Park um local bem-estruturado e bem-apresentado, pois sabemos que isso não é um luxo e, sim, necessidade para nossa saúde. Competições, desenvolvimento em nível profissional, formação de cidadãos. Quais pontos são importantes nesse processo e como os desenvolve? De fato, as competições levam ao amadurecimento disciplinar. Alguns pontos em destaque são sempre vistos como fundamentais no desenvolvimento do cidadão. O esporte é um grande fenômeno sociocultural, que estimula crianças, jovens, adultos e idosos a sua prática. O que você espera ter de resultados no Rio2? Nossa expectativa é fazer com que os moradores do Rio2 te- nham, à sua disposição, uma for- ma de obter ganhos imensuráveis em termos de saúde e bem-estar, possibilitando o desenvolvimento de atividades físicas variadas, de modo a atender aos objetivos de cada um, dentro de suas carac- terísticas. Nossa intenção é fazer com que cada morador que venha a aderir à prática das atividades fí- sicas desenvolvidas por nós traga seus familiares e amigos, tornando nosso grupo cada vez maior. As- sim, estaremos contribuindo com a saúde e bem-estar de um núme- ro cada vez maior de moradores. A estrutura atual é satisfatória? O que poderia melhorar? O Rio2 oferece uma excelente estrutura para o desenvolvimen- to das mais diversas atividades físicas, de modo que é possível a todos os moradores, seja qual for a idade e condição física, praticar a atividade que melhor atenda a seus objetivos, tudo com a su- pervisão de nossa equipe de pro- fissionais capacitados. Todos podem e devem praticar atividades físicas, respeitando, naturalmente, suas característi- cas físicas e eventuais limitações. O mais importante é deixar a dú- vida de lado e iniciar uma ativi- dade física, sempre consultando um profissional capacitado. Nossa expectativa é fazer com que os moradores do Rio2 tenham, à sua disposição, uma forma de obter ganhos imensuráveis em termos de saúde e bem-estar cipar do projeto. Ele, um dos professores, conversa conosco e mostra como o trabalho será desenvolvido: “A nossa primei- ra mensagem aos pais é no sentido de parabenizá-los de imediato pela iniciativa de le- var seus filhos para a escolinha. Sabemos da importância que é o desenvolvimento da criança. Por isso, a atividade física deve ser assegurada e esti- mulada sempre, criando assim um estilo de vida ativo e pro- porcionando saúde, disciplina e lazer. Os pais podem estar seguros de que o melhor para seus filhos é praticar ativida- des físicas”, explica. Qual é sua experiência esportiva e formação acadêmica? A minha experiência esporti- va foi desenvolvida ao longo de mais de dez anos, sempre voltados para o esporte in- dividual e coletivo. Sou gra- duado em educação física e com especializações em fisiologia, ciência da perfor- mance humana, reabilitações cardíacas e ortopédicas. Em sua opinião, qual é a importância do esporte na formação das crianças e adolescentes? O esporte é fundamental para o desenvolvimento das crian- ças, pois é um ótimo caminho para a adaptação social e, com a intervenção das pessoas cer- tas desde a base, uma grande fonte de valores. Para os trei- nadores profissionais o fun- damental é a questão macro, que consiste em formar boas A nova administração prioriza a lisura em sua gestão. Em todos os processos buscamos sempre o contato com diversos profissionais do mercado, qualificados e de formação comprovada. Para assumir, nesse caso, o trabalho esportivo desenvolvido no Condomínio Rio2 não foi diferente. Estamos estudando meios de tornar estas ações cada vez mais transparentes e pensando, inclusive, na possibilidade de abrir licitação para escolher as empresas que atuarão em definitivo. PALAVRA DO PRESIDENTE
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    40 ESPORTE ELAZER Ciclismo Pedalando e gerando benefícios T odos nós temos a vida influenciada pe- las novas tecnologias que inundam os afa- zeres diários com as suas preguiçosas facilidades, gerando hábitos muito dife- rentes, e menos saudáveis, dos vistos na sociedade de dez, mo, com movimentos bem de- finidos e peso dividido entre o guidão, selim e pedais. A influência e benefícios do pedalar sobre o organismo são imensuráveis. Metabolis- mo e frequência cardíaca se aceleram e a sintonia é rapi- dade física deve ser praticada sem acompanhamento. Peda- lar não é diferente. Essas avaliações são compos- tas de diversos procedimentos, tais como: análise do condicio- namento, resistência, batimen- tos cardíacos, reflexos e equi- quinze anos atrás. Toda essa pra- ticidade produz indivíduos se- dentários e é necessário sair da inércia, levantar do sofá e colocar os músculos para funcionar. É preciso levantar essa bandei- ra, envolver-se em ritos mais saudáveis e pensar na alimen- tação e esporte como parte fundamental da vida. Reunir o maior número de pessoas pensando dessa forma torna o processo mais fácil e propicia a integração. Pensando nisso, uma das atividades que mais exigem do praticante com bai- xo impacto ao corpo é o ciclis- damente alcançada, o que au- xilia sobremaneira na redução do colesterol e peso. Todas as faixas etárias tiram proveito dessas vantagens, com risco reduzido a articulações, mús- culos e tendões, inclusive os mais idosos podem, e devem, praticar o ciclismo. O processo, no entanto, deve ser adequado a cada um. As diferenças de cada organis- mo, grau de experiência com esportes, idade e saúde de cada individuo devem ser avaliados por um profissional especializado. Nenhuma ativi- líbrio. A partir daí, o próximo passo é se equipar adequada- mente com acessórios, como capacete, luvas de neoprene, óculos protetores, calçado fe- chado e roupas confortáveis, mas com aderência corporal para que o tecido não se pren- da às partes da bicicleta. Todos adequados à prática esportiva. Vamos então nos juntar e pe- dalar? Não perca tempo, pense na sua saúde e bem-estar. Mu- nido de orientação especiali- zada e equipamentos necessá- rios, os trajetos serão, além de benéficos, mais prazerosos. 288 kcal Batata frita média 102 g 302 kcal Sundae de chocolate 148 g 85 kcal Coca Cola 200 ml 0 min 11 min 34 min 38 min 40 min 257 kcal Hambúrguer 102 g
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    Conteúdo pensado paravocê P ensando na qualidade das informações prestadas aos seus associados e na ne- cessidade de tornar o mais ágil possível o contato, a AMORio2 apresenta seu novo site, com muito mais interatividade e conte- údo alinhado com o que é necessário para facilitar o dia a dia de todos. Além da velocidade das publicações, aspecto preponderante nos dias de hoje, o condômino poderá enviar críticas e sugestões, consultar os principais documentos como: balancetes, atas de reunião, relatórios e formulários. Outra gran- de vantagem é acessar a grade de ônibus atu- alizada de forma rápida e prática. Visite o novo site: www.amorio2.com O associado tem a sua disposição ainda o Twitter da associação, destinado exclusi- vamente a manter atualizado o usuário do sistema de transporte do condomínio Rio2, notícias sobre o trânsito, condições dos ônibus e tudo o quanto é necessário para manter os associados bem-informados. Siga: twitter.com/amorio2_transp. 42 NOTAS
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    44 NOTAS 45 Coquetelde lançamento A revista oficial do Rio2 chegou aos leitores P ensar em uma publi- cação que represente um local do porte do Rio2, com sua cultura e características pró- prias, é um desafio gigantesco. O trabalho em conjunto, de apura- ção e desenvolvimento do pro- jeto, no entanto, se desenvolveu da melhor maneira possível e o novo periódico chegou aos leito- res com toda a qualidade que os moradores do empreendimento mais charmoso da cidade mere- cem. Para coroar esse processo foi realizado, no dia 27 de feverei- ro, o coquetel de lançamento da nova Revista Rio2, contando com a presença de fornecedores, re- presentantes de outras associa- ções de moradores, condomínios e convidados, além da ilustre presença de Luiz Fernando Pe- zão, vice-governador do estado. Os convidados foram chegando à sede da AMORio2 e, entre um petisco e outro, as apresenta- ções foram feitas. De ambientes diferentes, mas com interesse comum nos assuntos relativos ao condomínio, todos tinham questões e opiniões sobre a nova cara da publicação. Presente em todas as mãos, a revista era folheada avidamente, afinal é composta por informações úteis não só para condôminos e mo- radores da Barra da Tijuca, mas também para todos aqueles que buscam estar atualizados com o Ao término da exposição, foi a vez do vice-governador e coordenador executivo dos projetos e obras dei nfraestrutura do estado, Luiz Fernando Pezão, ter a palavra. Após elogiar o desenvolvimento de ações como a Re- vista Rio2 e o conteúdo dela, passou a falar um pouco sobre sua história de vida e os planos. “Pensando na segurança de todos, o efetivo policial foi aumentado de 37 para 60 mil homens. Estamos investindo mais de R$ 30 milhões na construção de um moderno Centro Integrado de Comando e Controle”, contou. Formado em economia e administração de empresas, Pezão nasceu em 1955, no município de Piraí, onde foi prefeito entre 1996 e 2004. Em 2006, chegou a vice-governador e foi reeleito em 2010. Em conjunto com o go- vernador Sérgio Cabral e como secretário de obras foi responsável por projetos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nos complexos do Alemão, Manguinhos, Pavão-Pavãozinho/Cantagalo e Ro- cinha e pelo Arco Metropolitano do Rio de Janeiro. ”Nossa programação é investir R$ 180 bilhões, entre públicos e privados, em setores estratégi- cos, nos próximos três anos”, declarou. Teve, também, atuação destacada junto à Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), à Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop) e à Fundação De- partamento de Estradas de Rodagem (DER), já que todas elas estavam vinculadas à secretaria de sua responsabilidade. 44 que acontece no Rio de Janeiro. Exemplo disso foi a matéria de capa, que trazia as mudanças no transporte e como isso afeta nos- so dia a dia. Tudo isso formatou a espinha dorsal da quinquagési- ma edição. Para dar início ao evento, foi dada a palavra ao ex-presidente do conselho comunitário e atu- al conselheiro e síndico do resi- dencial Alsácia, Renan Moraes, que falou sobre o processo de modificação da publicação e da proposta de trazer sempre o melhor para os moradores. A seguir, foi chamado o novo presidente do conselho comu- nitário, Luis Silva, que falou so- bre a motivação do novo cargo e a felicidade de ter em mãos um produto de tanta qualidade, que está à altura dos anseios de todos aqueles que identi- ficam esse como sendo o seu lar. A apresentação do projeto propriamente dito foi realizada logo após. O planejamento grá- fico inovador e o conteúdo jor- nalístico, distante do ‘mais do mesmo’, foram os destaques. A missão de manter este padrão nas próximas edições e ampliar o leque de assuntos abordados, como a seção de voluntaria- do, fiscalização do dia a dia do condomínio e aprofundamento nas questões administrativas foi delineada como ponto principal do trabalho realizado.
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    46 Transporte46 suavoz Aqui sua voz ecoa por todos os corredores do Rio2 E ste é um canal aberto de comunicação entre os moradores e a AMORio2. Entender quais são as principais dúvidas, responder e buscar soluções é o objetivo primordial da associação. Co- labore com as decisões do condomínio, opine nas questões que são importantes para todos nós. Participe ativamente desse processo enviando suas questões. Envie sua dúvida, sugestão, elogios e críticas para: centraldeserviços@amorio2.com.br. Entre em contato conosco também através dos números: (21) 2421-1254, 2421-3683, 2421-5741. Quando falamos de despesas ordinárias e extraordinárias, quem responde por elas? O inquilino deve se res- ponsabilizar pelas ordiná- rias, enquanto o condômi- no deve se responsabilizar pelas extraordinárias (arts. 22 e 23 da Lei nº 8.245/91). Juridicamente, qual é o prazo para o mandato dos conselheiros? O prazo deve ser definido em convenção. De todo modo, não pode ser supe- rior a dois anos e a reelei- ção é permitida. Quem deve convocar as assembleias condominiais? O síndico ou a união de um quarto dos condômi- nos em dia com suas obri- gações financeiras (arts. 1.350 § 1º e 1.355 do novo Código Civil). Como funcionará a secretaria de esportes? Centralizaremos todas as ações em um só lugar. É preciso organizar melhor a forma como os esportes são geridos, profissionali- zar o processo e buscar, da melhor forma possível, resultados a médio e lon- go prazo. Quando inadimplente, o condômino tem direito a voto nas assembleias? Não. De acordo com o art. 1.335, III, do novo Código Ci- vil é expressamente proibida a participação do inadim- plente nas assembleias. Eu posso participar da revista de alguma forma? Claro! Não só pode como deve. As seções Rio2 Negó- cios, Gastronomia, Momen- tos em Rio2 e Gente foram feitas pensando em você. Tem uma história interessan- te, costuma vivenciar o dia a dia do condomínio, desenvol- ve um trabalho empreende- dor? Entre em contato pelo e-mail: rio2@agenciatrato.com.br e compartilhe.