O documento discute quatro mitos comuns sobre a globalização: 1) que inaugura uma nova era irreversível de integração econômica, quando na verdade modelos similares existiram antes; 2) que está dissolvendo fronteiras nacionais, mas os mercados internos ainda são mais importantes; 3) que está enfraquecendo os estados-nação, mas na prática as políticas neoliberais não foram implementadas igualmente; 4) que empresas transnacionais não têm lealdades nacionais, quando na verdade mantêm fortes laços com seus países de origem