O documento discute a falta de uma rede de vigilância de superbactérias no Brasil, deixando o país vulnerável durante grandes eventos como as Olimpíadas do Rio. Uma bactéria resistente a antibióticos chamada E. coli MRC-1 já infectou pessoas na Europa, Ásia e EUA e pode se espalhar no Brasil através de águas de praias. É necessário um sistema de vigilância para detecção precoce antes que se espalhe amplamente e cause altos níveis de mortalidade.