ANA CAROLINA SIMIONATO (BOLSISTA FAPESP)
 PLÁCIDA LEOPOLDINA VENTURA AMORIM DA COSTA SANTOS (ORIENTADORA)




    REPRESENTAÇÃO,
RECUPERAÇÃO, USO E REUSO
   DA IMAGEM DIGITAL
Estamos
                          vivenciando um
                          mundo digital...
onde a grande massa de informações produzida neste
universo é constituída por arquivos textuais, sonoros e
               também os imagéticos.
As imagens são capturadas e armazenadas por
             diversos dispositivos.




E posteriormente elas são dispersas na Web, sem
  preocupações com tratamento informacional.
Recuperar
a informação imagética
No intuito da recuperação, a informação
imagética deve ser representada de modo a
torná-la única.
Isso exige um tratamento para além de
conteúdo. O conteúdo mesmo que “controlado”,
sempre irá possuir os múltiplos olhares.
Satélite da Terra
                    thimenon
Representar
a informação imagética
DADOS EXIF
“Para a representação de uma imagem,

a principal tarefa é de analisar sistematicamente e
 descrever os elementos de uma imagem para a
       utilização dos consumidores finais.




               (HOURIANE, 2005).
O propósito desta pesquisa é verificar as contribuições do Tratamento
   Descritivo da Informação para a construção de representações
   imagéticas; prosseguindo com a trajetória investigativa que se iniciou
   durante a pesquisa de Iniciação Científica..




                            OBJETIVO

O objetivo desta pesquisa é analisar as estruturas de
representação e recuperação da informação imagética, com o
intuito de garantir os atributos que compreendam as
necessidades específicas e auxiliem na construção de banco de
dados, softwares e/ou motores de busca de imagens digitais.
METODOLOGIA



A metodologia consiste em uma análise exploratória e descritiva
do tema proposto, permitindo a construção do conhecimento
teórico sobre os instrumentos que orientam a construção de
representações e as formas de recuperação na área de Ciência
da Informação.
Esta pesquisa encontra em fase de desenvolvimento.

Espera-se que os resultados compreendam os objetivos
propostos e tanto a representação quanto a recuperação dos
recursos imagéticos sejam realizadas pelas propriedades visuais
compostas por meio da transcriação de formas.

Ou seja, a imagem digital deverá ser recuperada pelas
características que a instanciam, como os elementos visuais
básicos: ponto, linha, forma, direção, tonalidade, coloração,
textura, dimensão e movimento.




       CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
E a sua representação deverá ser padronizada pelos
instrumentos internacionais que abrangem: seu domínio digital,
sua exaustividade na descrição e sua granularidade para as
relações Entidade - Relacionamento.

   Entre os padrões internacionais que estão sendo utilizados, são: para a
   representação o RDA (Resource Description and Access), os modelos
   conceituais da família FRBR (Functional Requirements for Bibliographic
   Records), também inclusos o FRAD (Functional Requirements for Authority
   Data) e FRSAD (Functional Requirements for Subject Authority Data).

   E por fim, os padrões de metadados: Dublin Core, MARC (Machine-
   Readable Cataloging), MODS (Metadata Object Description Schema),
   MADS (Metadata Authority Description Schema) e o METS (Metadata en
   Coding & Transmission Standard).




        CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
GARCIA, S. S. Metadados para documentação e recuperação de imagens. 1999. 152f. Dissertação
(Mestrado em Sistemas e Computação) – Instituto Militar de Engenharia, Rio de Janeiro, 1999.
HAYAMA, T.; KIYOKI, Y.; KITAGAWA, T. A metadatabase system for semantic image search by a
mathematical model of meaning. In: ACM SIGMOD Record, v.23, n.4, p. 34 -41, 1994.
HOURIHANE, C. It Begins with the Cataloguer: Subject Access to Images and the Cataloguer's
Perspective. In: BACA, Murtha. Introduction to art image access: tools, standards, and strategies.
Getty Research Institute, 2005.
HSIEH-YEE, I. Organizing audiovisual and electronic resources for access: a cataloging guide.
Washington: Library of Congress, 2006. 375p.
JORENTE; M. J. V.; SANTOS, P. L. V. A. C. Hábitos, rupturas e novas possibilidades de
compartilhamento de informação e de conhecimento. In: Informação & Sociedade. João Pessoa,
v.20, n.3, p. 13-26, 2010.
SANTOS, P.L.V.A.C. Redes informacionais como ambiente colaborativo e de empoderamento: a
catalogação em foco. In: FUJITA, M. S. L.; GUIMARÃES, J. A. C. (Org.) Ensino e Pesquisa em
Biblioteconomia no Brasil: a emergência de um novo olhar. Marília: FUNDEPE, 2008.
ZENG, M. L.; QIN, J. Metadata. New York: Neal-Schuman Publishers, 2008.
Ana Carolina Simionato
anacarolina.simionato@gmail.com

Representação, recuperação, uso e reuso da imagem digital

  • 1.
    ANA CAROLINA SIMIONATO(BOLSISTA FAPESP) PLÁCIDA LEOPOLDINA VENTURA AMORIM DA COSTA SANTOS (ORIENTADORA) REPRESENTAÇÃO, RECUPERAÇÃO, USO E REUSO DA IMAGEM DIGITAL
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    Estamos vivenciando um mundo digital... onde a grande massa de informações produzida neste universo é constituída por arquivos textuais, sonoros e também os imagéticos.
  • 4.
    As imagens sãocapturadas e armazenadas por diversos dispositivos. E posteriormente elas são dispersas na Web, sem preocupações com tratamento informacional.
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  • 6.
    No intuito darecuperação, a informação imagética deve ser representada de modo a torná-la única. Isso exige um tratamento para além de conteúdo. O conteúdo mesmo que “controlado”, sempre irá possuir os múltiplos olhares.
  • 7.
  • 8.
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    “Para a representaçãode uma imagem, a principal tarefa é de analisar sistematicamente e descrever os elementos de uma imagem para a utilização dos consumidores finais. (HOURIANE, 2005).
  • 11.
    O propósito destapesquisa é verificar as contribuições do Tratamento Descritivo da Informação para a construção de representações imagéticas; prosseguindo com a trajetória investigativa que se iniciou durante a pesquisa de Iniciação Científica.. OBJETIVO O objetivo desta pesquisa é analisar as estruturas de representação e recuperação da informação imagética, com o intuito de garantir os atributos que compreendam as necessidades específicas e auxiliem na construção de banco de dados, softwares e/ou motores de busca de imagens digitais.
  • 12.
    METODOLOGIA A metodologia consisteem uma análise exploratória e descritiva do tema proposto, permitindo a construção do conhecimento teórico sobre os instrumentos que orientam a construção de representações e as formas de recuperação na área de Ciência da Informação.
  • 13.
    Esta pesquisa encontraem fase de desenvolvimento. Espera-se que os resultados compreendam os objetivos propostos e tanto a representação quanto a recuperação dos recursos imagéticos sejam realizadas pelas propriedades visuais compostas por meio da transcriação de formas. Ou seja, a imagem digital deverá ser recuperada pelas características que a instanciam, como os elementos visuais básicos: ponto, linha, forma, direção, tonalidade, coloração, textura, dimensão e movimento. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
  • 14.
    E a suarepresentação deverá ser padronizada pelos instrumentos internacionais que abrangem: seu domínio digital, sua exaustividade na descrição e sua granularidade para as relações Entidade - Relacionamento. Entre os padrões internacionais que estão sendo utilizados, são: para a representação o RDA (Resource Description and Access), os modelos conceituais da família FRBR (Functional Requirements for Bibliographic Records), também inclusos o FRAD (Functional Requirements for Authority Data) e FRSAD (Functional Requirements for Subject Authority Data). E por fim, os padrões de metadados: Dublin Core, MARC (Machine- Readable Cataloging), MODS (Metadata Object Description Schema), MADS (Metadata Authority Description Schema) e o METS (Metadata en Coding & Transmission Standard). CONSIDERAÇÕES PARCIAIS
  • 15.
    GARCIA, S. S.Metadados para documentação e recuperação de imagens. 1999. 152f. Dissertação (Mestrado em Sistemas e Computação) – Instituto Militar de Engenharia, Rio de Janeiro, 1999. HAYAMA, T.; KIYOKI, Y.; KITAGAWA, T. A metadatabase system for semantic image search by a mathematical model of meaning. In: ACM SIGMOD Record, v.23, n.4, p. 34 -41, 1994. HOURIHANE, C. It Begins with the Cataloguer: Subject Access to Images and the Cataloguer's Perspective. In: BACA, Murtha. Introduction to art image access: tools, standards, and strategies. Getty Research Institute, 2005. HSIEH-YEE, I. Organizing audiovisual and electronic resources for access: a cataloging guide. Washington: Library of Congress, 2006. 375p. JORENTE; M. J. V.; SANTOS, P. L. V. A. C. Hábitos, rupturas e novas possibilidades de compartilhamento de informação e de conhecimento. In: Informação & Sociedade. João Pessoa, v.20, n.3, p. 13-26, 2010. SANTOS, P.L.V.A.C. Redes informacionais como ambiente colaborativo e de empoderamento: a catalogação em foco. In: FUJITA, M. S. L.; GUIMARÃES, J. A. C. (Org.) Ensino e Pesquisa em Biblioteconomia no Brasil: a emergência de um novo olhar. Marília: FUNDEPE, 2008. ZENG, M. L.; QIN, J. Metadata. New York: Neal-Schuman Publishers, 2008.
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