A carta questiona os líderes históricos da FRELIMO sobre Armando Guebuza, criticando sua governação corrupta e sofrimento causado ao povo moçambicano, em contraste com os ideais da luta de libertação. A autora pede que expliquem como não perceberam antes que Guebuza colocaria o país "no abismo" em busca de ganhos pessoais, e que assumam responsabilidade pelo sofrimento atual.