Título do livro:
Que Grande Abóbora Mimi!
     Escritora: Valerie Thomas
       Ilustrador: Korky Paul
     Tradutora: Helena Rafael
        Editora: Gradiva Júnior
Escritora: Valerie Thomas

            Valerie Thomas nasceu na Austrália.

            Foi professora.

            Viaja muito, mas não de vassoura…

            Já teve um gato preto como o Rogério que na
            versão inglesa se chama Wilbur.
Ilustrador: KORKY PAUL




                 Korky Paul nasceu no Zimbabwe em
                 1951. Depois de terminar o curso de
                 Belas Artes trabalhou três anos numa
                 agência de publicidade.
A Mimi comia muitos legumes.

Gostava de brócolos, couve-flor,
repolho e nabos.

E também de ervilhas, cenouras,
feijões, batatas e espinafres.
E adorava abóbora!
Adorava sopa de abóbora, tarte
de abóbora e scones
de abóbora com sementes de
abóbora por cima.
Mas do que ela gostava mais
era abóbora assada.




O Rogério, o gato preto da
Mimi,
Também gostava de sopa de
abóbora.
Sobretudo se tivesse
muitas natas…
Todos os sábados de manhã,
a Mimi saltava para a vassoura,
o Rogério saltava para
o ombro da Mimi,
e voavam os dois até ao mercado
para comprar legumes.

Era muito simples.
Voltar para casa é que não
era assim tão simples.
Era difícil manter o equilíbrio numa
vassoura com um gato, e abóboras
e muitos outros legumes.

Uuups! E lá começavam a
chover couves-de-bruxelas e
tomates sobre o mercado.


Splat! Squelch!
- Com mil vassouras! – exclamou
a Mimi.
E de repente teve uma boa ideia.

-Vou cultivar os meus próprios
legumes – decidiu.

A Mimi cavou então um canteiro
No seu jardim.
O Rogério ajudou.
Plantou muitos, muitos legumes.
Regou as plantas e arrancou as
ervas daninhas.

O Rogério ajudou.
Mas as plantas cresciam muito
devagar.
E quando finalmente cresciam,
as lagartas e os coelhos
comiam-nas.

-Oh, céus! – queixou-se a Mimi.
– É muito difícil ter uma horta.
Vou experimentar um feitiço
para ajudar as plantas a crescer
mais depressa.

Agitou a varinha mágica, gritou:
…e não aconteceu nada.

-Que maçada! – disse a Mimi.
– Não funcionou. Vou
consultar o Grande Livro dos
Feitiços.

Mas a Mimi tinha entrado
dentro de casa cedo demais.



Lá fora, o feitiço começou a
fazer efeito.
Dentro de casa ficou tudo
muito escuro.




-Desculpa, Rogério – disse a
Mimi.
- Não te vi. Está tão escuro
aqui dentro!

Deve vir aí uma tempestade.
Olhou pela janela.

Não vinha lá nenhuma
tempestade.

Era a horta da Mimi.

As plantas estavam a crescer tão
depressa que já tapavam todas as
janelas.

-É melhor ir lá fora quebrar o
feitiço – observou a Mimi.

Mas não era possível abrir a porta:
havia um enorme repolho a
impedir a passagem.
A Mimi subiu as escadas a correr,
trepou para a janela da casa de
banho e escorregou por um pé de
feijão gigante.
O Rogério escorregou logo a
seguir.
«Isto é divertido», pensou ele.
Até dar de focinho com uma
lagarta gigante.

- Iaaauu!
Tudo estava enorme,
gigantesco e assombroso na
horta da Mimi!

O pé de feijão crescia em
direção às nuvens.

Os repolhos eram grandes
como vacas.

Os coelhos eram maiores que
vacas.

Uma abobreira gigantesca
cercava toda a casa da Mimi.
E ali mesmo, no meio do telhado,

estava uma   enorme
abóbora.

-Oh, não! – exclamou a Mimi. – A
abóbora vai esmagar a minha
casa!

Agitou a sua varinha mágica.
Mas no momento em que
gritava…
CRÁS!




…a abóbora gigante caiu no
meio do chão.

O enorme e assombroso jardim
da Mimi
      voltou a ser como antes.
A Mimi recortou uma entrada até
ao interior da abóbora.

Fez tartes de abóbora, scones de
abóbora, sopa de abóbora com
natas para o Rogério e um
enorme prato de abóbora
assada.

Mas ainda sobrava imensa
abóbora.
A Mimi decidiu então pôr um aviso
no portão:


    ABÓBORA
     GRÁTIS

           Sirvam-se

As pessoas começaram a aparecer
com panelas, cestos e até carrinhos
de mão.

A abóbora ficou rapidamente vazia.
«O que é que eu vou fazer com a
casca da abóbora?», pensou
então a Mimi.

«Daria uma boa casa, mas eu já
tenho uma casa.

Uma vez uma das minhas
amigas transformou a abóbora
numa carruagem. Mas isso foi
para uma ocasião especial…

E os cavalos podiam tornar-se
um problema.»
Foi nessa altura que a Mimi
teve uma excelente ideia.
-Boa! – disse ela. – É
precisamente com isso que
se parece. É claro!



Agitou a varinha mágica,
bateu com o pé no chão,
gritou
e no jardim da Mimi apareceu um
luzidio helicóptero cor de laranja.
Agora, quando a Mimi e o
Rogério vão ao mercado,
a Mimi pode comprar
todas as abóboras que
quer.
E voltar para casa num
helicóptero é muito, muito
divertido!
Novidade:
O Novo livro vem com as guardas ilustradas por crianças
portuguesas – alunos da EB1 José Jorge Letria em Cascais.
BIBLIOGRAFIA:
http://www.winnie-the-witch.com/flash.php
http://pt-br.facebook.com/pages/Gradiva-Publica%C3%A7%C3%B5es-
SA/218028718210072#!/photo.php?fbid=290226454323631&set=a.218037081542569.64771.2180287
18210072&type=1&theater

http://www.boasnoticias.pt/noticias_Crian%C3%A7as-lusas-ilustram-edi%C3%A7%C3%A3o-
mundial-de-livro-infantil_8383.html

http://www.slideshare.net/escuela54/biografia-escritora

http://www.korkypaul.com/bio.html

http://www.gradiva.pt/?q=C/BOOKSSHOW/6785
PowerPoint produzido a partir da
  digitalização das imagens do livro e
pesquisa de informação na Internet, por:
            Ana Mª M. Fortuna

Que grande abóbora mimi!

  • 1.
    Título do livro: QueGrande Abóbora Mimi! Escritora: Valerie Thomas Ilustrador: Korky Paul Tradutora: Helena Rafael Editora: Gradiva Júnior
  • 2.
    Escritora: Valerie Thomas Valerie Thomas nasceu na Austrália. Foi professora. Viaja muito, mas não de vassoura… Já teve um gato preto como o Rogério que na versão inglesa se chama Wilbur.
  • 3.
    Ilustrador: KORKY PAUL Korky Paul nasceu no Zimbabwe em 1951. Depois de terminar o curso de Belas Artes trabalhou três anos numa agência de publicidade.
  • 10.
    A Mimi comiamuitos legumes. Gostava de brócolos, couve-flor, repolho e nabos. E também de ervilhas, cenouras, feijões, batatas e espinafres.
  • 11.
    E adorava abóbora! Adoravasopa de abóbora, tarte de abóbora e scones de abóbora com sementes de abóbora por cima. Mas do que ela gostava mais era abóbora assada. O Rogério, o gato preto da Mimi, Também gostava de sopa de abóbora. Sobretudo se tivesse muitas natas…
  • 12.
    Todos os sábadosde manhã, a Mimi saltava para a vassoura, o Rogério saltava para o ombro da Mimi, e voavam os dois até ao mercado para comprar legumes. Era muito simples.
  • 13.
    Voltar para casaé que não era assim tão simples. Era difícil manter o equilíbrio numa vassoura com um gato, e abóboras e muitos outros legumes. Uuups! E lá começavam a chover couves-de-bruxelas e tomates sobre o mercado. Splat! Squelch!
  • 14.
    - Com milvassouras! – exclamou a Mimi. E de repente teve uma boa ideia. -Vou cultivar os meus próprios legumes – decidiu. A Mimi cavou então um canteiro No seu jardim. O Rogério ajudou.
  • 15.
    Plantou muitos, muitoslegumes. Regou as plantas e arrancou as ervas daninhas. O Rogério ajudou.
  • 16.
    Mas as plantascresciam muito devagar. E quando finalmente cresciam, as lagartas e os coelhos comiam-nas. -Oh, céus! – queixou-se a Mimi. – É muito difícil ter uma horta. Vou experimentar um feitiço para ajudar as plantas a crescer mais depressa. Agitou a varinha mágica, gritou:
  • 17.
    …e não aconteceunada. -Que maçada! – disse a Mimi. – Não funcionou. Vou consultar o Grande Livro dos Feitiços. Mas a Mimi tinha entrado dentro de casa cedo demais. Lá fora, o feitiço começou a fazer efeito.
  • 18.
    Dentro de casaficou tudo muito escuro. -Desculpa, Rogério – disse a Mimi. - Não te vi. Está tão escuro aqui dentro! Deve vir aí uma tempestade.
  • 19.
    Olhou pela janela. Nãovinha lá nenhuma tempestade. Era a horta da Mimi. As plantas estavam a crescer tão depressa que já tapavam todas as janelas. -É melhor ir lá fora quebrar o feitiço – observou a Mimi. Mas não era possível abrir a porta: havia um enorme repolho a impedir a passagem.
  • 20.
    A Mimi subiuas escadas a correr, trepou para a janela da casa de banho e escorregou por um pé de feijão gigante.
  • 21.
    O Rogério escorregoulogo a seguir. «Isto é divertido», pensou ele. Até dar de focinho com uma lagarta gigante. - Iaaauu!
  • 22.
    Tudo estava enorme, gigantescoe assombroso na horta da Mimi! O pé de feijão crescia em direção às nuvens. Os repolhos eram grandes como vacas. Os coelhos eram maiores que vacas. Uma abobreira gigantesca cercava toda a casa da Mimi.
  • 23.
    E ali mesmo,no meio do telhado, estava uma enorme abóbora. -Oh, não! – exclamou a Mimi. – A abóbora vai esmagar a minha casa! Agitou a sua varinha mágica. Mas no momento em que gritava…
  • 24.
    CRÁS! …a abóbora gigantecaiu no meio do chão. O enorme e assombroso jardim da Mimi voltou a ser como antes.
  • 25.
    A Mimi recortouuma entrada até ao interior da abóbora. Fez tartes de abóbora, scones de abóbora, sopa de abóbora com natas para o Rogério e um enorme prato de abóbora assada. Mas ainda sobrava imensa abóbora.
  • 27.
    A Mimi decidiuentão pôr um aviso no portão: ABÓBORA GRÁTIS Sirvam-se As pessoas começaram a aparecer com panelas, cestos e até carrinhos de mão. A abóbora ficou rapidamente vazia.
  • 28.
    «O que éque eu vou fazer com a casca da abóbora?», pensou então a Mimi. «Daria uma boa casa, mas eu já tenho uma casa. Uma vez uma das minhas amigas transformou a abóbora numa carruagem. Mas isso foi para uma ocasião especial… E os cavalos podiam tornar-se um problema.»
  • 29.
    Foi nessa alturaque a Mimi teve uma excelente ideia. -Boa! – disse ela. – É precisamente com isso que se parece. É claro! Agitou a varinha mágica, bateu com o pé no chão, gritou
  • 30.
    e no jardimda Mimi apareceu um luzidio helicóptero cor de laranja.
  • 31.
    Agora, quando aMimi e o Rogério vão ao mercado, a Mimi pode comprar todas as abóboras que quer.
  • 32.
    E voltar paracasa num helicóptero é muito, muito divertido!
  • 34.
    Novidade: O Novo livrovem com as guardas ilustradas por crianças portuguesas – alunos da EB1 José Jorge Letria em Cascais.
  • 35.
  • 36.
    PowerPoint produzido apartir da digitalização das imagens do livro e pesquisa de informação na Internet, por: Ana Mª M. Fortuna