O Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME) no Brasil cresceu exponencialmente de 30 mil para 3,2 milhões de doadores entre 2003 e 2013, aumentando as chances de encontrar doadores não aparentados de 15% para 80%. O Ministério da Saúde implementou portarias para regular o número de cadastros e garantir a qualidade dos doadores, visando um crescimento sustentável e diversificado no registro. A estratégia inclui estudos sobre perfis genéticos e um planejamento adequado para otimizar os recursos e assegurar a realização efetiva dos transplantes.