A primeira lei portuguesa que define o protocolo do Estado foi aprovada pela maioria dos partidos, com algumas abstenções e votos contra. O CDS-PP e Quartim Graça do PSD opuseram-se à exclusão da Igreja Católica e da antiga família real da lista de precedências. O BE votou contra a posição privilegiada dada ao Núncio Apostólico. PCP e BE rejeitaram também a lista global de precedências por dar tratamento diferente ao líder da oposição.