Indutores e Capacitores
GCET226: Circuitos Elétricos I
Paulo Fábio Figueiredo Rocha
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia | UFRB
Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas | CETEC
Introdução
Introdução
Capacitores e indutores são componentes passivos do circuito capazes de armazenar
energia.
2
Introdução
Capacitores e indutores são componentes passivos do circuito capazes de armazenar
energia.
O capacitor armazena energia na forma de um campo elétrico.
2
Introdução
Capacitores e indutores são componentes passivos do circuito capazes de armazenar
energia.
O capacitor armazena energia na forma de um campo elétrico.
Já o indutor armazena energia na forma de um campo magnético.
2
Introdução
Capacitores e indutores são componentes passivos do circuito capazes de armazenar
energia.
O capacitor armazena energia na forma de um campo elétrico.
Já o indutor armazena energia na forma de um campo magnético.
As leis de Kirchhoff continuam sendo válidas para circuitos com capacitores e/ou in-
dutores. Sendo assim, as técnicas de análises de circuitos vistas nas aulas anteriores
também.
2
Introdução
Capacitores e indutores são componentes passivos do circuito capazes de armazenar
energia.
O capacitor armazena energia na forma de um campo elétrico.
Já o indutor armazena energia na forma de um campo magnético.
As leis de Kirchhoff continuam sendo válidas para circuitos com capacitores e/ou in-
dutores. Sendo assim, as técnicas de análises de circuitos vistas nas aulas anteriores
também.
O que diferenciará serão as relações entre tensão e corrente neste componentes,
que são diferentes da lei de Ohm aplicada a circuitos resistivos.
2
Indutores
Indutores
Um indutor é construı́do a partir de um fio enrolado em forma de bobina.
3
Indutores
Um indutor é construı́do a partir de um fio enrolado em forma de bobina.
Quando uma corrente passa pelo indutor gera uma tensão diretamente proporcional
à taxa de variação da corrente, i.e.,
v = L
di
dt
(1)
na qual L é constante de proporcionalidade chamada de indutância do indutor, cuja
unidade de mediada é o henry (H).
3
Indutores
Um indutor é construı́do a partir de um fio enrolado em forma de bobina.
Quando uma corrente passa pelo indutor gera uma tensão diretamente proporcional
à taxa de variação da corrente, i.e.,
v = L
di
dt
(1)
na qual L é constante de proporcionalidade chamada de indutância do indutor, cuja
unidade de mediada é o henry (H).
A indutância de um indutor depende de suas aspectos de sua construção, assim
como o número de espiras da bobina.
3
Indutores
Um indutor é construı́do a partir de um fio enrolado em forma de bobina.
Quando uma corrente passa pelo indutor gera uma tensão diretamente proporcional
à taxa de variação da corrente, i.e.,
v = L
di
dt
(1)
na qual L é constante de proporcionalidade chamada de indutância do indutor, cuja
unidade de mediada é o henry (H).
A indutância de um indutor depende de suas aspectos de sua construção, assim
como o número de espiras da bobina.
Da Equação (1), percebemos que, se for aplicada uma corrente CC, o indutor se
comporta como um curto-circuito.
3
Indutores
A relação entre corrente e tensão é dada por
i =
1
L
Z t
t0
v(τ)dτ + i(t0) (2)
em que i(t0) é corrente no instante t0.
4
Indutores
A relação entre corrente e tensão é dada por
i =
1
L
Z t
t0
v(τ)dτ + i(t0) (2)
em que i(t0) é corrente no instante t0.
Os sinais estão em concordância com a regra do com-
ponentes passivos.
4
Exemplo 1
Determine a corrente através de um indutor de 5 H, inicialmente descarregado, se a
tensão nele for
v =
(
30t2, t > 0
0, t < 0
5
Energia Armazenada em um Indutor
Energia no Indutor
A potência absorvida pelo indutor é
p = vi = L
di
dt
i
6
Energia no Indutor
A potência absorvida pelo indutor é
p = vi = L
di
dt
i
Assim, a energia armazenada é
w =
Z t
−∞
p(τ)dτ = L
Z t
−∞
i
di
dτ
dτ = L
Z i(t)
i(−∞)
idi =
1
2
Li2
i(t)
i(−∞)
6
Energia no Indutor
A potência absorvida pelo indutor é
p = vi = L
di
dt
i
Assim, a energia armazenada é
w =
Z t
−∞
p(τ)dτ = L
Z t
−∞
i
di
dτ
dτ = L
Z i(t)
i(−∞)
idi =
1
2
Li2
i(t)
i(−∞)
Como o indutor estava descarregado em t = −∞, i(−∞) = 0, portanto,
w =
1
2
Li2
(3)
6
Capacitores
Capacitores
A forma básica de construir um capacitor, é usar duas placas condutoras paralelas
separadas por material dielétrico (isolante).
7
Capacitores
A forma básica de construir um capacitor, é usar duas placas condutoras paralelas
separadas por material dielétrico (isolante).
Quando uma tensão v é aplicada em um capacitor, uma carga +q em uma placa e
uma carga −q é depositada na outra placa.
7
Capacitores
A forma básica de construir um capacitor, é usar duas placas condutoras paralelas
separadas por material dielétrico (isolante).
Quando uma tensão v é aplicada em um capacitor, uma carga +q em uma placa e
uma carga −q é depositada na outra placa.
Neste caso, dizemos que uma carga q está armazenada no capacitor.
7
Capacitores
A forma básica de construir um capacitor, é usar duas placas condutoras paralelas
separadas por material dielétrico (isolante).
Quando uma tensão v é aplicada em um capacitor, uma carga +q em uma placa e
uma carga −q é depositada na outra placa.
Neste caso, dizemos que uma carga q está armazenada no capacitor.
7
Capacitores
A carga armazenada no capacitor é proporcional à tensão aplicada,
q = Cv (4)
em que C, a constante de proporcionalidade, é conhecida como a capacitância do
capacitor.
8
Capacitores
A carga armazenada no capacitor é proporcional à tensão aplicada,
q = Cv (4)
em que C, a constante de proporcionalidade, é conhecida como a capacitância do
capacitor.
A unidade de medida da capacitância é o farad (F).
8
Capacitores
A carga armazenada no capacitor é proporcional à tensão aplicada,
q = Cv (4)
em que C, a constante de proporcionalidade, é conhecida como a capacitância do
capacitor.
A unidade de medida da capacitância é o farad (F).
A capacitância depende de aspectos construtivos, forma, área, distância entre as
placas, e da permissividade do material dielétrico.
8
Capacitores
Lembremos que
i =
dq
dt
9
Capacitores
Lembremos que
i =
dq
dt
Assim, derivando ambos lados da Equação (4), temos que
i = C
dv
dt
(5)
9
Capacitores
Lembremos que
i =
dq
dt
Assim, derivando ambos lados da Equação (4), temos que
i = C
dv
dt
(5)
Essa é relação entre corrente e tensão o capacitor.
9
Capacitores
Lembremos que
i =
dq
dt
Assim, derivando ambos lados da Equação (4), temos que
i = C
dv
dt
(5)
Essa é relação entre corrente e tensão o capacitor.
Integrando ambos lados, chegamos a
v =
1
C
Z t
−∞
i(τ)dτ (6)
9
Capacitores
Outra forma é
v =
1
C
Z t
t0
i(τ)dτ + v(t0) (7)
na qual v(t0) é a tensão no capacitor no instante t0.
10
Capacitores
Outra forma é
v =
1
C
Z t
t0
i(τ)dτ + v(t0) (7)
na qual v(t0) é a tensão no capacitor no instante t0.
Obs.: a regra do sinal (positivo ou negativo) a mesma que a dos resistores.
10
Capacitores
Outra forma é
v =
1
C
Z t
t0
i(τ)dτ + v(t0) (7)
na qual v(t0) é a tensão no capacitor no instante t0.
Obs.: a regra do sinal (positivo ou negativo) a mesma que a dos resistores.
É importante notar que as placas do capacitor são separadas, logo, quando aplicada
uma tensão CC, o capacitor se comporta como circuito aberto.
10
Exemplo 2
Determine a corrente em um capacitor de capacitância C = 1 mF se a tensão entre os
terminais do capacitor varia com o tempo na forma
v =









0, t ≤ 0
10t, 0 < t ≤ 1
20 − 10t, 1 < t ≤ 2
0, t > 2
11
Energia Armazenada em um Capaci-
tor
Energia no Capacitor
A potência absorvida pelo capacitor é
p = vi = vC
dv
dt
12
Energia no Capacitor
A potência absorvida pelo capacitor é
p = vi = vC
dv
dt
Assim, a energia armazenada é
w =
Z t
−∞
p(τ)dτ = C
Z t
−∞
v
dv
dτ
dτ = C
Z v(t)
v(−∞)
vdv =
1
2
Cv2
v(t)
v(−∞)
12
Energia no Capacitor
A potência absorvida pelo capacitor é
p = vi = vC
dv
dt
Assim, a energia armazenada é
w =
Z t
−∞
p(τ)dτ = C
Z t
−∞
v
dv
dτ
dτ = C
Z v(t)
v(−∞)
vdv =
1
2
Cv2
v(t)
v(−∞)
Como o capacitor estava descarregado em t = −∞, v(−∞) = 0, portanto,
w =
1
2
Cv2
(8)
12
Associação de Indutores e de Capa-
citores
Associação de Indutores e de Capa-
citores
Indutores
Associação em Série
Seja o circuito
13
Associação em Série
Seja o circuito
Pela LKT
v = v1 + v2 + · · · + vN
13
Associação em Série
Seja o circuito
Pela LKT
v = v1 + v2 + · · · + vN
como vk = Lk di/dt, então
v = L1
di
dt
+ L2
di
dt
+ · · · + LN
di
dt
= (L1 + L2 + · · · + LN )
di
dt
13
Associação em Série
Portanto, a indutância equivalente em série
Leq = L1 + L2 + · · · + LN =
N
X
n=1
Ln (9)
14
Associação em Paralelo
Seja o circuito
15
Associação em Paralelo
Seja o circuito
Pela LKC
i = i1 + i2 + · · · + iN
15
Associação em Paralelo
Seja o circuito
Pela LKC
i = i1 + i2 + · · · + iN
como ik = 1
Lk
R t
t0
v(τ)dτ + ik (t0), então
i =
1
L1
Z t
t0
v(τ)dτ + i1(t0) + · · · +
1
LN
Z t
t0
v(τ)dτ + iN (t0)
=

1
L1
+ · · · +
1
LN
 Z t
t0
v(τ)dτ + i(t0)
15
Associação em Paralelo
Portanto, a indutância equivalente em paralelo
1
Leq
=
1
L1
+ · · · +
1
LN
=
N
X
n=1
1
Ln
(10)
16
Associação de Indutores e de Capa-
citores
Capacitores
Associação em Paralelo
Seja o circuito
17
Associação em Paralelo
Seja o circuito
Pela LKC
i = i1 + i2 + · · · + iN
17
Associação em Paralelo
Seja o circuito
Pela LKC
i = i1 + i2 + · · · + iN
como ik = Ck dv/dt, então
i = C1
dv
dt
+ C2
dv
dt
+ · · · + CN
dv
dt
= (C1 + C2 + · · · + CN )
dv
dt
17
Associação em Paralelo
Portanto, a capacitância equivalente em paralelo
Ceq = C1 + C2 + · · · + CN =
N
X
n=1
Cn (11)
18
Associação em Série
Seja o circuito
19
Associação em Série
Seja o circuito
Pela LKT
v = v1 + v2 + · · · + vN
19
Associação em Série
Seja o circuito
Pela LKT
v = v1 + v2 + · · · + vN
como vk = 1
Ck
R t
t0
i(τ)dτ + vk (t0), então
v =
1
C1
Z t
t0
i(τ)dτ + v1(t0) + · · · +
1
CN
Z t
t0
i(τ)dτ + vN (t0)
19
Associação em Série
Agrupando
v =

1
C1
+ · · · +
1
CN
 Z t
t0
i(τ)dτ + v(t0)
Portanto, a capacitância equivalente em série
1
Ceq
=
1
C1
+ · · · +
1
CN
=
N
X
n=1
1
Cn
(12)
20
Exemplo 3
Determine a indutância equivalente Leq.
21
Exemplo 4
Determine a capacitância equivalente vista entre os terminais a-b.
22
Referências
Referências
NILSSON, J. W.; RIEDEL, S. A. Circuitos Elétricos. 10. ed. Pearson Prentice-Hall,
2015.
Capı́tulo 6 (seções 6.1, 6.2 e 6.3)
ALEXANDER, C. K.; SADIKU, M. N. O. Fundamentos de circuitos elétricos. 5. ed.
AMGH, 2013. Capı́tulo 6.
DORF, R. C.; SVOBODA, J. A. Introdução aos circuitos elétricos. 7. ed. LTC, 2008.
Capı́tulo 7.
JOHNSON, D. E; HILBURN, J. L.; JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de
circuitos elétricos. 4. ed. LTC, 1994. Capı́tulo 7.
23

Powerpoint circuito eletrico indutores.pdf

  • 1.
    Indutores e Capacitores GCET226:Circuitos Elétricos I Paulo Fábio Figueiredo Rocha Universidade Federal do Recôncavo da Bahia | UFRB Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas | CETEC
  • 2.
  • 3.
    Introdução Capacitores e indutoressão componentes passivos do circuito capazes de armazenar energia. 2
  • 4.
    Introdução Capacitores e indutoressão componentes passivos do circuito capazes de armazenar energia. O capacitor armazena energia na forma de um campo elétrico. 2
  • 5.
    Introdução Capacitores e indutoressão componentes passivos do circuito capazes de armazenar energia. O capacitor armazena energia na forma de um campo elétrico. Já o indutor armazena energia na forma de um campo magnético. 2
  • 6.
    Introdução Capacitores e indutoressão componentes passivos do circuito capazes de armazenar energia. O capacitor armazena energia na forma de um campo elétrico. Já o indutor armazena energia na forma de um campo magnético. As leis de Kirchhoff continuam sendo válidas para circuitos com capacitores e/ou in- dutores. Sendo assim, as técnicas de análises de circuitos vistas nas aulas anteriores também. 2
  • 7.
    Introdução Capacitores e indutoressão componentes passivos do circuito capazes de armazenar energia. O capacitor armazena energia na forma de um campo elétrico. Já o indutor armazena energia na forma de um campo magnético. As leis de Kirchhoff continuam sendo válidas para circuitos com capacitores e/ou in- dutores. Sendo assim, as técnicas de análises de circuitos vistas nas aulas anteriores também. O que diferenciará serão as relações entre tensão e corrente neste componentes, que são diferentes da lei de Ohm aplicada a circuitos resistivos. 2
  • 8.
  • 9.
    Indutores Um indutor éconstruı́do a partir de um fio enrolado em forma de bobina. 3
  • 10.
    Indutores Um indutor éconstruı́do a partir de um fio enrolado em forma de bobina. Quando uma corrente passa pelo indutor gera uma tensão diretamente proporcional à taxa de variação da corrente, i.e., v = L di dt (1) na qual L é constante de proporcionalidade chamada de indutância do indutor, cuja unidade de mediada é o henry (H). 3
  • 11.
    Indutores Um indutor éconstruı́do a partir de um fio enrolado em forma de bobina. Quando uma corrente passa pelo indutor gera uma tensão diretamente proporcional à taxa de variação da corrente, i.e., v = L di dt (1) na qual L é constante de proporcionalidade chamada de indutância do indutor, cuja unidade de mediada é o henry (H). A indutância de um indutor depende de suas aspectos de sua construção, assim como o número de espiras da bobina. 3
  • 12.
    Indutores Um indutor éconstruı́do a partir de um fio enrolado em forma de bobina. Quando uma corrente passa pelo indutor gera uma tensão diretamente proporcional à taxa de variação da corrente, i.e., v = L di dt (1) na qual L é constante de proporcionalidade chamada de indutância do indutor, cuja unidade de mediada é o henry (H). A indutância de um indutor depende de suas aspectos de sua construção, assim como o número de espiras da bobina. Da Equação (1), percebemos que, se for aplicada uma corrente CC, o indutor se comporta como um curto-circuito. 3
  • 13.
    Indutores A relação entrecorrente e tensão é dada por i = 1 L Z t t0 v(τ)dτ + i(t0) (2) em que i(t0) é corrente no instante t0. 4
  • 14.
    Indutores A relação entrecorrente e tensão é dada por i = 1 L Z t t0 v(τ)dτ + i(t0) (2) em que i(t0) é corrente no instante t0. Os sinais estão em concordância com a regra do com- ponentes passivos. 4
  • 15.
    Exemplo 1 Determine acorrente através de um indutor de 5 H, inicialmente descarregado, se a tensão nele for v = ( 30t2, t > 0 0, t < 0 5
  • 16.
  • 17.
    Energia no Indutor Apotência absorvida pelo indutor é p = vi = L di dt i 6
  • 18.
    Energia no Indutor Apotência absorvida pelo indutor é p = vi = L di dt i Assim, a energia armazenada é w = Z t −∞ p(τ)dτ = L Z t −∞ i di dτ dτ = L Z i(t) i(−∞) idi = 1 2 Li2 i(t) i(−∞) 6
  • 19.
    Energia no Indutor Apotência absorvida pelo indutor é p = vi = L di dt i Assim, a energia armazenada é w = Z t −∞ p(τ)dτ = L Z t −∞ i di dτ dτ = L Z i(t) i(−∞) idi = 1 2 Li2 i(t) i(−∞) Como o indutor estava descarregado em t = −∞, i(−∞) = 0, portanto, w = 1 2 Li2 (3) 6
  • 20.
  • 21.
    Capacitores A forma básicade construir um capacitor, é usar duas placas condutoras paralelas separadas por material dielétrico (isolante). 7
  • 22.
    Capacitores A forma básicade construir um capacitor, é usar duas placas condutoras paralelas separadas por material dielétrico (isolante). Quando uma tensão v é aplicada em um capacitor, uma carga +q em uma placa e uma carga −q é depositada na outra placa. 7
  • 23.
    Capacitores A forma básicade construir um capacitor, é usar duas placas condutoras paralelas separadas por material dielétrico (isolante). Quando uma tensão v é aplicada em um capacitor, uma carga +q em uma placa e uma carga −q é depositada na outra placa. Neste caso, dizemos que uma carga q está armazenada no capacitor. 7
  • 24.
    Capacitores A forma básicade construir um capacitor, é usar duas placas condutoras paralelas separadas por material dielétrico (isolante). Quando uma tensão v é aplicada em um capacitor, uma carga +q em uma placa e uma carga −q é depositada na outra placa. Neste caso, dizemos que uma carga q está armazenada no capacitor. 7
  • 25.
    Capacitores A carga armazenadano capacitor é proporcional à tensão aplicada, q = Cv (4) em que C, a constante de proporcionalidade, é conhecida como a capacitância do capacitor. 8
  • 26.
    Capacitores A carga armazenadano capacitor é proporcional à tensão aplicada, q = Cv (4) em que C, a constante de proporcionalidade, é conhecida como a capacitância do capacitor. A unidade de medida da capacitância é o farad (F). 8
  • 27.
    Capacitores A carga armazenadano capacitor é proporcional à tensão aplicada, q = Cv (4) em que C, a constante de proporcionalidade, é conhecida como a capacitância do capacitor. A unidade de medida da capacitância é o farad (F). A capacitância depende de aspectos construtivos, forma, área, distância entre as placas, e da permissividade do material dielétrico. 8
  • 28.
  • 29.
    Capacitores Lembremos que i = dq dt Assim,derivando ambos lados da Equação (4), temos que i = C dv dt (5) 9
  • 30.
    Capacitores Lembremos que i = dq dt Assim,derivando ambos lados da Equação (4), temos que i = C dv dt (5) Essa é relação entre corrente e tensão o capacitor. 9
  • 31.
    Capacitores Lembremos que i = dq dt Assim,derivando ambos lados da Equação (4), temos que i = C dv dt (5) Essa é relação entre corrente e tensão o capacitor. Integrando ambos lados, chegamos a v = 1 C Z t −∞ i(τ)dτ (6) 9
  • 32.
    Capacitores Outra forma é v= 1 C Z t t0 i(τ)dτ + v(t0) (7) na qual v(t0) é a tensão no capacitor no instante t0. 10
  • 33.
    Capacitores Outra forma é v= 1 C Z t t0 i(τ)dτ + v(t0) (7) na qual v(t0) é a tensão no capacitor no instante t0. Obs.: a regra do sinal (positivo ou negativo) a mesma que a dos resistores. 10
  • 34.
    Capacitores Outra forma é v= 1 C Z t t0 i(τ)dτ + v(t0) (7) na qual v(t0) é a tensão no capacitor no instante t0. Obs.: a regra do sinal (positivo ou negativo) a mesma que a dos resistores. É importante notar que as placas do capacitor são separadas, logo, quando aplicada uma tensão CC, o capacitor se comporta como circuito aberto. 10
  • 35.
    Exemplo 2 Determine acorrente em um capacitor de capacitância C = 1 mF se a tensão entre os terminais do capacitor varia com o tempo na forma v =          0, t ≤ 0 10t, 0 < t ≤ 1 20 − 10t, 1 < t ≤ 2 0, t > 2 11
  • 36.
    Energia Armazenada emum Capaci- tor
  • 37.
    Energia no Capacitor Apotência absorvida pelo capacitor é p = vi = vC dv dt 12
  • 38.
    Energia no Capacitor Apotência absorvida pelo capacitor é p = vi = vC dv dt Assim, a energia armazenada é w = Z t −∞ p(τ)dτ = C Z t −∞ v dv dτ dτ = C Z v(t) v(−∞) vdv = 1 2 Cv2 v(t) v(−∞) 12
  • 39.
    Energia no Capacitor Apotência absorvida pelo capacitor é p = vi = vC dv dt Assim, a energia armazenada é w = Z t −∞ p(τ)dτ = C Z t −∞ v dv dτ dτ = C Z v(t) v(−∞) vdv = 1 2 Cv2 v(t) v(−∞) Como o capacitor estava descarregado em t = −∞, v(−∞) = 0, portanto, w = 1 2 Cv2 (8) 12
  • 40.
    Associação de Indutorese de Capa- citores
  • 41.
    Associação de Indutorese de Capa- citores Indutores
  • 42.
  • 43.
    Associação em Série Sejao circuito Pela LKT v = v1 + v2 + · · · + vN 13
  • 44.
    Associação em Série Sejao circuito Pela LKT v = v1 + v2 + · · · + vN como vk = Lk di/dt, então v = L1 di dt + L2 di dt + · · · + LN di dt = (L1 + L2 + · · · + LN ) di dt 13
  • 45.
    Associação em Série Portanto,a indutância equivalente em série Leq = L1 + L2 + · · · + LN = N X n=1 Ln (9) 14
  • 46.
  • 47.
    Associação em Paralelo Sejao circuito Pela LKC i = i1 + i2 + · · · + iN 15
  • 48.
    Associação em Paralelo Sejao circuito Pela LKC i = i1 + i2 + · · · + iN como ik = 1 Lk R t t0 v(τ)dτ + ik (t0), então i = 1 L1 Z t t0 v(τ)dτ + i1(t0) + · · · + 1 LN Z t t0 v(τ)dτ + iN (t0) = 1 L1 + · · · + 1 LN Z t t0 v(τ)dτ + i(t0) 15
  • 49.
    Associação em Paralelo Portanto,a indutância equivalente em paralelo 1 Leq = 1 L1 + · · · + 1 LN = N X n=1 1 Ln (10) 16
  • 50.
    Associação de Indutorese de Capa- citores Capacitores
  • 51.
  • 52.
    Associação em Paralelo Sejao circuito Pela LKC i = i1 + i2 + · · · + iN 17
  • 53.
    Associação em Paralelo Sejao circuito Pela LKC i = i1 + i2 + · · · + iN como ik = Ck dv/dt, então i = C1 dv dt + C2 dv dt + · · · + CN dv dt = (C1 + C2 + · · · + CN ) dv dt 17
  • 54.
    Associação em Paralelo Portanto,a capacitância equivalente em paralelo Ceq = C1 + C2 + · · · + CN = N X n=1 Cn (11) 18
  • 55.
  • 56.
    Associação em Série Sejao circuito Pela LKT v = v1 + v2 + · · · + vN 19
  • 57.
    Associação em Série Sejao circuito Pela LKT v = v1 + v2 + · · · + vN como vk = 1 Ck R t t0 i(τ)dτ + vk (t0), então v = 1 C1 Z t t0 i(τ)dτ + v1(t0) + · · · + 1 CN Z t t0 i(τ)dτ + vN (t0) 19
  • 58.
    Associação em Série Agrupando v= 1 C1 + · · · + 1 CN Z t t0 i(τ)dτ + v(t0) Portanto, a capacitância equivalente em série 1 Ceq = 1 C1 + · · · + 1 CN = N X n=1 1 Cn (12) 20
  • 59.
    Exemplo 3 Determine aindutância equivalente Leq. 21
  • 60.
    Exemplo 4 Determine acapacitância equivalente vista entre os terminais a-b. 22
  • 61.
  • 62.
    Referências NILSSON, J. W.;RIEDEL, S. A. Circuitos Elétricos. 10. ed. Pearson Prentice-Hall, 2015. Capı́tulo 6 (seções 6.1, 6.2 e 6.3) ALEXANDER, C. K.; SADIKU, M. N. O. Fundamentos de circuitos elétricos. 5. ed. AMGH, 2013. Capı́tulo 6. DORF, R. C.; SVOBODA, J. A. Introdução aos circuitos elétricos. 7. ed. LTC, 2008. Capı́tulo 7. JOHNSON, D. E; HILBURN, J. L.; JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de circuitos elétricos. 4. ed. LTC, 1994. Capı́tulo 7. 23