PORTUGAL DAS MANIFESTAÇÕES, DAS GREVES, DOS INSULTOS, COM
UM GOVERNO QUE GOVERNA A MEDO, NÃO DIZ O QUE FAZ, PORQUE
FAZ E O QUE VAI FAZER PARA MINORAR OS OU ALGUNS PROBLEMAS
DOS QUE OS ELEGERAM
A falta de confiança nos políticos, a falta de segurança das pessoas e
bens, a corrupção em alta escala, sem punição, criaram um clima de
insegurança global neste presente que não augura um futuro melhor.
O Provedor de Justiça, em vez de se limitar a dar prosseguimento à
justiça que lhe pedem os cidadãos vem com uma arrogância de quem está
acima da verdade, da justiça e do que lhe compete o cargo que ocupa,
justificando o ordenado que ganha dizer: “não tem paciência ilimitada “e,
do Governo ninguém sequer lhe perguntou se os processos que tem a
seu cargo estão em dia!
O nível das receitas do Estado aumentaram, mas as despesas do
Estado também aumentaram, quando estas, como estava prometido,
deviam ter baixado.
- Inquéritos aos “swaps” tóxicos e às PPP, demonstram que há furos
por todo o lado e diferenças de milhões em prejuízo do Estado, - e
portanto do contribuinte, - mas não se sabe de nenhum “responsável”,
responsável pelos erros, omissões ou propositadas intenções que, devia,
tenha ou venha a ser punido.
João Coutinho vai ser admitido como Administrador da CGD, de
onde saiu há uns anos levando uma indemnização de mais de 500 mil
euros.
É para depois sair e levar mais?
Não há mais ninguém competente para o cargo?
Assim não é possível incutir esperança aos mais jovens, que
perguntam: mas os políticos têm impunidade total e absoluta?
Com tanta derrapagem e contas “erradas” não é possível endireitar,
nem sequer estabilizar este velho, gasto e pobre Portugal?
Não há por aí alguém com coragem e saber para meter isto na
ordem, pedir responsabilidades a quem as tem e meter na cadeia quem
merece?
Joaquim Baraona

Portugal das manifestações

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    PORTUGAL DAS MANIFESTAÇÕES,DAS GREVES, DOS INSULTOS, COM UM GOVERNO QUE GOVERNA A MEDO, NÃO DIZ O QUE FAZ, PORQUE FAZ E O QUE VAI FAZER PARA MINORAR OS OU ALGUNS PROBLEMAS DOS QUE OS ELEGERAM A falta de confiança nos políticos, a falta de segurança das pessoas e bens, a corrupção em alta escala, sem punição, criaram um clima de insegurança global neste presente que não augura um futuro melhor. O Provedor de Justiça, em vez de se limitar a dar prosseguimento à justiça que lhe pedem os cidadãos vem com uma arrogância de quem está acima da verdade, da justiça e do que lhe compete o cargo que ocupa, justificando o ordenado que ganha dizer: “não tem paciência ilimitada “e, do Governo ninguém sequer lhe perguntou se os processos que tem a seu cargo estão em dia! O nível das receitas do Estado aumentaram, mas as despesas do Estado também aumentaram, quando estas, como estava prometido, deviam ter baixado. - Inquéritos aos “swaps” tóxicos e às PPP, demonstram que há furos por todo o lado e diferenças de milhões em prejuízo do Estado, - e portanto do contribuinte, - mas não se sabe de nenhum “responsável”, responsável pelos erros, omissões ou propositadas intenções que, devia, tenha ou venha a ser punido. João Coutinho vai ser admitido como Administrador da CGD, de onde saiu há uns anos levando uma indemnização de mais de 500 mil euros. É para depois sair e levar mais? Não há mais ninguém competente para o cargo? Assim não é possível incutir esperança aos mais jovens, que perguntam: mas os políticos têm impunidade total e absoluta? Com tanta derrapagem e contas “erradas” não é possível endireitar, nem sequer estabilizar este velho, gasto e pobre Portugal? Não há por aí alguém com coragem e saber para meter isto na ordem, pedir responsabilidades a quem as tem e meter na cadeia quem merece? Joaquim Baraona