A janela
                    Olivam

   Eu sou uma janela
                                      Geni Pereira de Faria
Sou redondo como uma
         panela
 Sou feita de vidro e de     Rita de Lourdes dos Santos Pereira Reis

         madeira
   Madeira igual uma               Cristiane Soares de Godoy
         cadeira
                                Heloísa Helena da Silva Rezende
 Sou prima da cadeira
Que também é madeira
 Que é prima da porta               Fernando Luis de Souza

  Que é muito porca                        5ª Ano PIC



E eu sou amiga da pia
   Que é muito fria
O lápis                  O menino
                 Samuel                       Nicolas

     Eu sou um lápis          Sou pequenina
    Um lápis colorido        De perna grossa
Sou de vários tamanhos         Vestido curto
E também sou cumprido         Que papai não

   Sou muito bonita       Sou o pai dessa menina
 Sou usado pelo Júnior      Nunca deixei ela ter
   Gosto muito dele                vestido
                            Curto porque ela é
E quem me comprou foi
                                  gordinha
        o Vitor
                             E tenho medo dos
                          meninos mexerem com
   E eu sou preto e                  ela.
      vermelho
Com um grafite no meio    Sou a tia, acho que ele
 Na hora de desenhar          exagera muito
  Rodopio sem parar       Pois ele não deixa feliz
O Guarda Roupa                    O Infante
                   Adriely
                                                  Samuel

Eu sou um guarda roupa        Deus quer, o homem
  Sou feito de marfim         sonha, a obra nasce
  Tenho quatro portas         Deus quis que a terra
 Que sou bonito assim.           fosse de todos
                             Que o mar unisse, já não
    Eu tenho tabua                 separasse
   E sou muito dura            Sagrou-te, e foste
 E eu sei que sou feia       desvendando a espuma
  Com muito orgulho
                               E a orla branca foi de
 Quando eu vou tirar a          ilha em continente
     minha roupa              Clareou, correndo, até
Vejo a tabua estragada            ao fim do mundo
 Fico com muito ódio          E viu-se a terra inteira,
  Que fico arrasada.                de profundo
Num jardim                      O Céu
                 Caroline
                                            Luiz Gabriel


Num jardim tem um            No céu tudo esta no
     jardineiro,                    papel
 Com muito amor e             É como no quartel
      carinho,              Não adianta ir para o
 E ele chamou um                     céu
       freguês              Se você esta em cima
Que é muito lindinho.              chapéu

Numa pétala de flor,           Mas todos usam a
  Tem um amor,                   palavra Deus
 Com um beija-flor,            Como tudo é Deus
Pousada num terror.         Na rua usam a palavra
                                   meu Deus
    Um girassol,            E não falam que perdeu
Falando de um amor,
O Estojo                 Menino Solitário
                                                Olivam
                    Ingrid
                               O menino não tem
 Eu sou um objeto para
                                    amigos
         escola
                               Seu nome e Paulo
  Que fica na carteira
                               Sua mãe e Maria
 Carteira para estudar
                               E seu pai é Mário
Para pegar a lapiseira e
          usar
                               Seu pai é pioneiro
                               Sua mãe é estilista
    Eu sou estojo
                                O Paulo quer ser
   Que é horroroso
                                   vaqueiro
Ninguém gosta de mim
                                 E sua erma é
 Porque eu sou roxo
                                  maquinista.
    Eu sou estojo
                               Mas Paulo não tem
  Com cara de miojo
                                    amigos
  Quando alguém me
                             Só tem sua vaca fumas
‘Brincadeiras Antigas’            Desci o Morro
               Luis Gabriel                       Davy

Brincar de pega-pega é          Desci o morro para
      uma beleza                    encontrar
 Alguns batem outros           Um poço muito legal
    estão correndo            Esse poço que dar para
 Como seus amigos é                   nadar
      uma chatice              Esse poço é especial
Outros acham que estão
       morrendo                 Desci outro morro
                                  Para trabalhar
  Esconde - esconde            E esse morro é torto
  muita gente gosta                Para pintar
 Têm alguns idiotas e
       bobocas                  Perto desse poço
Os meninos folgados,           Tem um mato seco
    pois são botas             Perto do morro torto
As criançinhas gostam           E esse poço preto
A televisão                    A vida é difícil
                                                      Glaucius
                       Glaucius
     Eu sou uma televisão           A vida é muito difícil
Sou grande e minha imagem é
                                   Tem pessoas que não
             boa
    Eu pego muitos canais            gosta de trabalhar
 Eu gosto de passar desenho       Tem pessoas que a vida
Com as crianças eu me divirto             é divina
                                  Tem gente que gosta de
Eu fui feito em Rio de Janeiro
       Fui comprado em                     pintar
         Guaratinguetá
 Na loja de eletrodoméstico           A vida é rápida
   Meu volume é muito alto
                                      E é muito difícil
E é claro eu vim com controle
             remoto               Tem gente que acha que
                                        ela é chata
    Eu ligo bem certinho            Outras acha que são
   Pra passar o menininho
                                          divinas
    Eu ligo bem direitinha
   Pra passar a novelinha
   Eu ligo bem de noitinha         Umas não cuidam de
‘A bola’                   A gavetinha
                  Camila
                                              Caroline


  Eu sou uma bola           Eu sou a gavetinha,
Sou feito de plástico      Que tem uma caixinha,
Quando eu fico velho        Com uma estrelinha,
 Eu fico um elástico          Bem bonitinha.

  Eu pego a bola                A gaveta,
   E jogo a bola            Tem uma vareta,
Um gol eu vou fazer        Com uma maçaneta,
Para a trave atender       Perto da borboleta.

Quando me estoura               A gaveta,
   Me joga no lixo           Tem uma violeta,
  Eu fico com nojo            Com uma torta,
E também fico triste.      Que não se importa e
                               nem entorta.

Poemas

  • 3.
    A janela Olivam Eu sou uma janela Geni Pereira de Faria Sou redondo como uma panela Sou feita de vidro e de Rita de Lourdes dos Santos Pereira Reis madeira Madeira igual uma Cristiane Soares de Godoy cadeira Heloísa Helena da Silva Rezende Sou prima da cadeira Que também é madeira Que é prima da porta Fernando Luis de Souza Que é muito porca 5ª Ano PIC E eu sou amiga da pia Que é muito fria
  • 4.
    O lápis O menino Samuel Nicolas Eu sou um lápis Sou pequenina Um lápis colorido De perna grossa Sou de vários tamanhos Vestido curto E também sou cumprido Que papai não Sou muito bonita Sou o pai dessa menina Sou usado pelo Júnior Nunca deixei ela ter Gosto muito dele vestido Curto porque ela é E quem me comprou foi gordinha o Vitor E tenho medo dos meninos mexerem com E eu sou preto e ela. vermelho Com um grafite no meio Sou a tia, acho que ele Na hora de desenhar exagera muito Rodopio sem parar Pois ele não deixa feliz
  • 5.
    O Guarda Roupa O Infante Adriely Samuel Eu sou um guarda roupa Deus quer, o homem Sou feito de marfim sonha, a obra nasce Tenho quatro portas Deus quis que a terra Que sou bonito assim. fosse de todos Que o mar unisse, já não Eu tenho tabua separasse E sou muito dura Sagrou-te, e foste E eu sei que sou feia desvendando a espuma Com muito orgulho E a orla branca foi de Quando eu vou tirar a ilha em continente minha roupa Clareou, correndo, até Vejo a tabua estragada ao fim do mundo Fico com muito ódio E viu-se a terra inteira, Que fico arrasada. de profundo
  • 6.
    Num jardim O Céu Caroline Luiz Gabriel Num jardim tem um No céu tudo esta no jardineiro, papel Com muito amor e É como no quartel carinho, Não adianta ir para o E ele chamou um céu freguês Se você esta em cima Que é muito lindinho. chapéu Numa pétala de flor, Mas todos usam a Tem um amor, palavra Deus Com um beija-flor, Como tudo é Deus Pousada num terror. Na rua usam a palavra meu Deus Um girassol, E não falam que perdeu Falando de um amor,
  • 7.
    O Estojo Menino Solitário Olivam Ingrid O menino não tem Eu sou um objeto para amigos escola Seu nome e Paulo Que fica na carteira Sua mãe e Maria Carteira para estudar E seu pai é Mário Para pegar a lapiseira e usar Seu pai é pioneiro Sua mãe é estilista Eu sou estojo O Paulo quer ser Que é horroroso vaqueiro Ninguém gosta de mim E sua erma é Porque eu sou roxo maquinista. Eu sou estojo Mas Paulo não tem Com cara de miojo amigos Quando alguém me Só tem sua vaca fumas
  • 8.
    ‘Brincadeiras Antigas’ Desci o Morro Luis Gabriel Davy Brincar de pega-pega é Desci o morro para uma beleza encontrar Alguns batem outros Um poço muito legal estão correndo Esse poço que dar para Como seus amigos é nadar uma chatice Esse poço é especial Outros acham que estão morrendo Desci outro morro Para trabalhar Esconde - esconde E esse morro é torto muita gente gosta Para pintar Têm alguns idiotas e bobocas Perto desse poço Os meninos folgados, Tem um mato seco pois são botas Perto do morro torto As criançinhas gostam E esse poço preto
  • 9.
    A televisão A vida é difícil Glaucius Glaucius Eu sou uma televisão A vida é muito difícil Sou grande e minha imagem é Tem pessoas que não boa Eu pego muitos canais gosta de trabalhar Eu gosto de passar desenho Tem pessoas que a vida Com as crianças eu me divirto é divina Tem gente que gosta de Eu fui feito em Rio de Janeiro Fui comprado em pintar Guaratinguetá Na loja de eletrodoméstico A vida é rápida Meu volume é muito alto E é muito difícil E é claro eu vim com controle remoto Tem gente que acha que ela é chata Eu ligo bem certinho Outras acha que são Pra passar o menininho divinas Eu ligo bem direitinha Pra passar a novelinha Eu ligo bem de noitinha Umas não cuidam de
  • 10.
    ‘A bola’ A gavetinha Camila Caroline Eu sou uma bola Eu sou a gavetinha, Sou feito de plástico Que tem uma caixinha, Quando eu fico velho Com uma estrelinha, Eu fico um elástico Bem bonitinha. Eu pego a bola A gaveta, E jogo a bola Tem uma vareta, Um gol eu vou fazer Com uma maçaneta, Para a trave atender Perto da borboleta. Quando me estoura A gaveta, Me joga no lixo Tem uma violeta, Eu fico com nojo Com uma torta, E também fico triste. Que não se importa e nem entorta.