Este documento resume os principais métodos de perfilagem geofísica utilizados para caracterizar rochas e solos em poços de sondagem. Ele descreve brevemente cada método, seus benefícios, limitações e aplicações comuns.
AnáliseAnálise dede perfisperfisgeofísicosgeofísicos
OO processoprocesso dede ananááliselise dede perfisperfis podepode serser constituídoconstituído
pelaspelas seguintesseguintes etapasetapas ......
-- processamentoprocessamento dede dados,dados, oo queque incluiinclui ajusteajuste dede
profundidadeprofundidade,, uniãounião (merge)(merge) dede todostodos osos logslogs ee outrosoutrospp ,, ( g )( g ) gg
dadosdados ((pp..exex.. geológicosgeológicos)) dede umum furofuro dede sondagemsondagem,,
ediçãoedição ee suavizaçãosuavização dosdos registrosregistros;;
-- correçãocorreção dosdos efeitosefeitos dodo poçopoço ee outrosoutros êrrosêrros;;
ãã dd i ti t fí ifí i â tâ t dd-- conversãoconversão dosdos registrosregistros geofísicosgeofísicos emem parâmetrosparâmetros dede
interesseinteresse emem engenhariaengenharia ee geologiageologia ((comocomo porosidadeporosidade,,
densidade,densidade, etcetc..));;
20.
contcont......contcont
bi ãbi ãdd ll tt i f õi f õ dd-- combinaçãocombinação dede logslogs ee outrasoutras informaçõesinformações dede
furosfuros dede sondagem,sondagem, parapara fazerfazer extrapolaçõesextrapolações lateraislaterais dede
parâmetros,parâmetros, aa fimfim dede construirconstruir seçõesseções ee mapasmapas..
______________________________________________________________________
2.RESUMO DE PROPRIEDADESFÍ2.RESUMO DE PROPRIEDADES FÍSICAS DE ROCHAS ESICAS DE ROCHAS E
MINERAIS RELACIONADAS COM PERFILAGEMMINERAIS RELACIONADAS COM PERFILAGEM
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
36.
22..11 MASSAMASSA ESPECÍFICAESPECÍFICA((ρρ))::((ρρ))
NoNo SI,SI, aa massamassa específicaespecífica éé expressaexpressa emem kg/mkg/m33..
EmEm termostermos gerais,gerais, rochasrochas dada crostacrosta terrestreterrestre
ífiífi i di d tt 10001000possuempossuem massamassa específicaespecífica variandovariando entreentre 10001000 ee
30003000kg/mkg/m33..
DiversosDiversos mineraisminerais podem,podem, individualmente,individualmente,p ,p , ,,
apresentarapresentar valoresvalores acimaacima dede 30003000kg/mkg/m33.. ExemplosExemplos
importantesimportantes sãosão osos mineraisminerais dede ferroferro hematita,hematita, magnetitamagnetita
ee martitamartita ((49004900 aa 52005200kg/mkg/m33))..ee martitamartita ((49004900 aa 52005200kg/mkg/m ))..
AlémAlém dada composiçãocomposição mineralógica,mineralógica, espaçosespaços vaziosvazios
causadoscausados pelospelos diversosdiversos processosprocessos geológicosgeológicos ee oo tipotipo dede
hi thi t d td t ii t bét bé t lt lpreenchimentopreenchimento destesdestes vaziosvazios tambémtambém controlamcontrolam aa massamassa
específicaespecífica dosdos materiaismateriais dada crostacrosta..
AA tabelatabela dodo próximopróximo slideslide apresentaapresenta umauma relaçãorelação dedepp pp çç
materiaismateriais geológicosgeológicos juntamentejuntamente comcom asas respectivasrespectivas
massasmassas específicasespecíficas..
22..22 POROSIDADEPOROSIDADE ((φφ))::
ÉÉi d di d d i t ti t t dd hh ii ddÉÉ umauma propriedadepropriedade importanteimportante dasdas rochas,rochas, poispois medemede
aa suasua capacidadecapacidade dede armazenamentoarmazenamento dede fluidosfluidos.. ÉÉ
definidadefinida comocomo aa relaçãorelação entreentre oo volumevolume dede espaçosespaços vaziosvazios
(Vv)(Vv) dede umauma rocharocha ee oo volumevolume totaltotal (Vt)(Vt) dada mesma,mesma,
expressaexpressa emem percentagempercentagem.. φφ == (Vv/Vt)(Vv/Vt) xx 100100%%
ExemplosExemplos dede porosidadesporosidades observadasobservadas emem litologiaslitologias
diferentesdiferentes ……
39.
-- PorosidadePorosidade primáriaprimáriaéé aquelaaquela queque aa rocharocha adquireadquirePorosidadePorosidade primáriaprimária éé aquelaaquela queque aa rocharocha adquireadquire
durantedurante aa suasua deposiçãodeposição.. ExemploExemplo:: porosidadeporosidade
intergranularintergranular dosdos arenitosarenitos ee aa porosidadeporosidade interpartículasinterpartículas
dosdos calcárioscalcáriosdosdos calcárioscalcários..
-- PorosidadePorosidade secundáriasecundária éé aquelaaquela resultanteresultante dede
processosprocessos geológicosgeológicos subseqüentessubseqüentes àà conversãoconversão dosdos
sedimentossedimentos emem rochasrochas.. ExemploExemplo:: fraturasfraturas emem rochasrochas ee asas
cavidadescavidades devidasdevidas àà dissoluçãodissolução emem calcárioscalcários..
40.
AA porosidadeporosidade absolutaabsolutalevaleva emem contaconta oo volumevolume totaltotal dede
vaziosvazios presentespresentes nana rocha,rocha, enquantoenquanto queque aa porosidadeporosidade
efetivaefetiva éé expressaexpressa aa quantidadequantidade dede porosporos interconectadosinterconectados eeefetivaefetiva éé expressaexpressa aa quantidadequantidade dede porosporos interconectadosinterconectados ee
queque podempodem transmitirtransmitir fluidosfluidos ouou correntecorrente elétricaelétrica..
OsOs principaisprincipais fatoresfatores queque afetamafetam aa porosidadeporosidade dede
rochasrochas porosasporosas comocomo osos arenitosarenitos sãosão::
--GrauGrau dede seleçãoseleção ee irregularidadeirregularidade dosdos grãosgrãos--GrauGrau dede seleçãoseleção ee irregularidadeirregularidade dosdos grãosgrãos
--ArranjoArranjo dosdos grãosgrãos
--CimentaçãoCimentação
--CompactaçãoCompactação
--ConteúdoConteúdo dede argilaargila
22 44 PROPRIEDADESPROPRIEDADESELÉTRICASELÉTRICAS22..44 PROPRIEDADESPROPRIEDADES ELÉTRICASELÉTRICAS
AA resistênciaresistência elétricaelétrica dede umum materialmaterial éé definidadefinida comocomoAA resistênciaresistência elétricaelétrica dede umum materialmaterial éé definidadefinida comocomo
sendosendo aa habilidadehabilidade daqueladaquela substânciasubstância emem impedirimpedir
passagempassagem dede correntecorrente elétricaelétrica..
AA i tê ii tê i ( )( ) dd d td t éé di t tdi t tAA resistênciaresistência (r)(r) dede umum condutorcondutor éé diretamentediretamente
proporcionalproporcional aoao comprimentocomprimento (L),(L), aa serser percorridopercorrido pelapela
correntecorrente elétrica,elétrica, ee inversamenteinversamente proporcionalproporcional aa áreaárea (A)(A)
atravessadaatravessada.. IstoIsto éé:: rr == RR LL // AA ..
AA constanteconstante (R)(R) introduzidaintroduzida nestanesta equaçãoequação éé
denominadadenominada resistividaderesistividade.. ComoComo aa unidadeunidade dede resistênciaresistênciadenominadadenominada resistividaderesistividade.. ComoComo aa unidadeunidade dede resistênciaresistência
éé Ohm,Ohm, aa unidadeunidade dede resistividaderesistividade seráserá portantoportanto:: OhmOhm xx
mm22/m/m (Ohm(Ohm--m)m)..
AA d ti id dd ti id d lét ilét i (( )) éé d fi idd fi id iiAA condutividadecondutividade elétricaelétrica ((σσ)) éé definidadefinida comocomo oo inversoinverso
dada resistividaderesistividade:: σσ == 11 // RR .. NoNo sistemasistema SI,SI, aa
condutividadecondutividade éé dadadada emem (Ohm(Ohm--m)m)--11 ouou siemenssiemens/metro/metro
(S/m)(S/m)..
FATORFATOR DEDE FORMACÃOFORMACÃOFATORFATORDEDE FORMACÃOFORMACÃO
EmEm relaçãorelação àà porosidade,porosidade, verificaverifica--sese queque::
FF == aa // φφmm ;;// φφ ;;
sendosendo aa == coeficientecoeficiente litológicolitológico ouou dede tortuosidadetortuosidade;;
mm == coeficientecoeficiente dede cimentaçãocimentação;;
φφ == porosidadeporosidade..
ConcluiConclui sese queque oo fatorfator dede formaçãoformação (F)(F) dede umauma rocharocha estáestáConcluiConclui--se,se, queque oo fatorfator dede formaçãoformação (F)(F) dede umauma rocharocha estáestá
relacionadorelacionado comcom::
AA resistividaderesistividade dada rocharocha saturadasaturada porpor fluidofluido qualquerqualquer;;
AA resistividaderesistividade dodo fluidofluido queque saturasatura aa rocharocha;;
AA porosidadeporosidade dada rocharocha;;
AA lit l ilit l i // t t id dt t id d dd ililAA litologialitologia e/oue/ou tortuosidadetortuosidade dede seusseus capilarescapilares
condutivoscondutivos..
50.
AlgunsAlguns valoresvalores dedeaa ee mm emem litologiaslitologias ……
0.62 < a < 0.810.62 < a < 0.81
2 < m < 2.152 < m < 2.15
A relação F =A relação F = RoRo // RRww = a /= a / φφmm é válida considerandoé válida considerando--sese
rochas porosas com matriz de alta resistividade semrochas porosas com matriz de alta resistividade semrochas porosas, com matriz de alta resistividade, semrochas porosas, com matriz de alta resistividade, sem
argilas e saturação de água nos poros igual a 100%.argilas e saturação de água nos poros igual a 100%.
Para um mesmo tipoPara um mesmo tipo litollitolóógicogico,, aa ee mm são constantes.são constantes.Para um mesmo tipoPara um mesmo tipo litollitolóógicogico,, aa ee mm são constantes.são constantes.
Módulo de Young(E):Módulo de Young (E):
É l ã t ã /d f ãÉ l ã t ã /d f ãÉ a relação tensão/deformaçãoÉ a relação tensão/deformação
existente em uma compressão (ou expansão)existente em uma compressão (ou expansão)
linear simples.linear simples.
Módulo de PoissonMódulo de Poisson ((λλ):):(( ))
É a relação entre deformação lateralÉ a relação entre deformação lateral
e deformação axial existente em umae deformação axial existente em umae deformação axial existente em umae deformação axial existente em uma
compressão linear.compressão linear.
59.
Equações para osmódulos mecânicos:Equações para os módulos mecânicos:
60.
22 66 PROPRIEDADESPROPRIEDADESRADIOATIVASRADIOATIVAS DASDAS ROCHASROCHAS22..66 PROPRIEDADESPROPRIEDADES RADIOATIVASRADIOATIVAS DASDAS ROCHASROCHAS
BasicamenteBasicamente umum átomoátomo consisteconsiste dede::
--NêutronsNêutrons dede massamassa igualigual aa 11 UU..MM..AA.. ee nenhumanenhuma cargacarga
elétricaelétrica;;
P ótP ót dd i li l 11 UU MM AA lét ilét i--PrótonsPrótons dede massamassa igualigual aa 11 UU..MM..AA.. ee cargacarga elétricaelétrica
positivapositiva;;
--ElétronsElétrons comcom massamassa desprezíveldesprezível ee cargacarga elétricaelétricapp gg
negativanegativa..
OO úú dd (A)(A) tt úú dd ótótOO númeronúmero dede massamassa (A)(A) representarepresenta oo númeronúmero dede prótonsprótons
ee nêutronsnêutrons existenteexistente nono núcleonúcleo..
OO númeronúmero atômicoatômico (Z)(Z) indicaindica aa quantidadequantidade dede prótonsprótons dodo( )( ) qq pp
núcleonúcleo ouou dede elétronselétrons dada eletrosferaeletrosfera.. ChamaChama--sese dede isótopoisótopo
aosaos diferentesdiferentes estadosestados dede umum elementoelemento qualquerqualquer ondeonde sese
observamobservam valoresvalores diferentesdiferentes dede AA enquantoenquanto ZZ permanecepermaneceobservamobservam valoresvalores diferentesdiferentes dede AA enquantoenquanto ZZ permanecepermanece
inalteradoinalterado..
61.
PROPRIEDADESPROPRIEDADES RADIOATIVASRADIOATIVAS DASDASROCHASROCHASPROPRIEDADESPROPRIEDADES RADIOATIVASRADIOATIVAS DASDAS ROCHASROCHAS
AlgunsAlguns isótoposisótopos sãosão estáveis,estáveis, enquantoenquanto queque outros,outros,gg pp ,, qq qq ,,
instáveis,instáveis, trocamtrocam naturalmentenaturalmente dede estruturaestrutura ee emitememitem
energiaenergia emem formaforma dede radiações,radiações, transformandotransformando--sese emem
elementoselementos diferentesdiferentes..elementoselementos diferentesdiferentes..
AA maiormaior parteparte dada energiaenergia liberadaliberada porpor estesestes núcleos,núcleos,
durantedurante suasua fasefase dede instabilidadeinstabilidade temporária,temporária, consisteconsiste dede::
RadiaçõesRadiações ALFAALFA –– dede naturezanatureza positiva,positiva, possuempossuem 44
vezesvezes aa massamassa dodo prótonpróton.. DevidoDevido aa suasua grandegrande massa,massa,vezesvezes aa massamassa dodo prótonpróton.. DevidoDevido aa suasua grandegrande massa,massa,
penetrampenetram apenasapenas algumasalgumas folhasfolhas dede papelpapel..
RadiaçõesRadiações BETABETA –– dede naturezanatureza negativa,negativa, sãosão elétronselétrons dede
dd t tt t f il tf il t d i dd i dpequenapequena massa,massa, sendosendo portantoportanto facilmentefacilmente desviadosdesviados
pelospelos camposcampos magnéticosmagnéticos.. PodemPodem penetrarpenetrar váriosvários
milímetrosmilímetros emem alumínioalumínio..
Invasão de formaçõesporosas pelos fluidos deInvasão de formações porosas pelos fluidos de
perfuraçãoperfuração
A lama de perfuração, ao penetrar em estratos porosos eA lama de perfuração, ao penetrar em estratos porosos ep ç p pp ç p p
permepermeáveisáveis, sofre segregação das suas fases líquida e sólida., sofre segregação das suas fases líquida e sólida.
• R b é d d tí l ólid d l• R b é d d tí l ólid d l• Reboco é uma camada de partículas sólidas da lama que• Reboco é uma camada de partículas sólidas da lama que
se acumula em frente às camadasse acumula em frente às camadas permopermo--porosasporosas..
• Filtrado é a fase líquida da lama que penetra nas• Filtrado é a fase líquida da lama que penetra nas
camadascamadas permopermo--porosasporosas, invadindo e expulsando os fluidos, invadindo e expulsando os fluidos
originalmente presentes nos poros da rochaoriginalmente presentes nos poros da rocha permopermo--porosaporosa..
Este processo de invasão se dá até uma certa distância radialEste processo de invasão se dá até uma certa distância radials e p ocesso de s o se d é u ce d s c ds e p ocesso de s o se d é u ce d s c d
a partir do eixo do poço. Formama partir do eixo do poço. Formam --se assim, radialmente aose assim, radialmente ao
poço, zonas de distintas misturas fluidas :poço, zonas de distintas misturas fluidas :
• Zona lavada: Nesta primeira zona o fluido original foi• Zona lavada: Nesta primeira zona o fluido original foi• Zona lavada: Nesta primeira zona o fluido original foi• Zona lavada: Nesta primeira zona o fluido original foi
totalmente substituído pelo filtrado de lama;totalmente substituído pelo filtrado de lama;
68.
InvasãoInvasão dede formaçõesformaçõesporosasporosas......
• Zona invadida: É uma zona de transição onde há uma• Zona invadida: É uma zona de transição onde há uma
mistura de fluido original e de filtrado;mistura de fluido original e de filtrado;
• Zona virgem: É a zona mais distante onde o fluido• Zona virgem: É a zona mais distante onde o fluido• Zona virgem: É a zona mais distante, onde o fluido• Zona virgem: É a zona mais distante, onde o fluido
original não foi perturbado.original não foi perturbado.
AA figurafigura nono próximopróximo slideslide ilustrailustra asas diferentesdiferentes zonaszonas dede
invasãoinvasão. A. A nomenclaturanomenclatura indicadaindicada tem otem o seguinteseguinte
significadosignificado::significadosignificado::
69.
Invasão dasInvasão das
fõf õformaçõesformações porosasporosas
pelopelo fluido filtradofluido filtrado
de lama:de lama:de lama:de lama:
ZonaZona lavadalavada
Zona deZona de transiçãotransição
Zona virgemZona virgem
a)a)VolumeVolume dede investigaçãoinvestigação::
OOvolumevolume dede investigaçãoinvestigação podepode serser definidodefinido comocomo aaOO volumevolume dede investigaçãoinvestigação podepode serser definidodefinido comocomo aa
parteparte dodo furofuro dede sondagemsondagem ee dada rocharocha emem tornotorno dodo furofuro
queque contribuemcontribuem comcom 9090%% dodo sinalsinal registradoregistrado pelopelo loglog..
AA g t ig t i dd ll dd i tig ãi tig ã iiAA geometriageometria dodo volumevolume dede investigaçãoinvestigação variavaria comcom asas
condiçõescondições dodo furofuro dede sondagemsondagem,, comcom asas propriedadespropriedades
físicasfísicas dada rocharocha ((meiomeio geológicogeológico)) ee espaçamentoespaçamento dada
fontefonte ee detectoresdetectoresfontefonte ee detectoresdetectores..
73.
b)b)resoluçãoresolução verticalvertical
AA resoluçãoresoluçãoverticalvertical éé aa espessuraespessura mínimamínima dede umum
estratoestrato queque aa sondasonda consegueconsegue distinguirdistinguir..
AA l ãl ã ti lti l dd dd éé id did d ddAA resoluçãoresolução verticalvertical dede umauma sondasonda éé aa capacidadecapacidade dede
discriminardiscriminar umum únicoúnico estrato,estrato, aoao invésinvés dede umauma médiamédia dasdas
camadascamadas nono entornoentorno.. SondasSondas capazescapazes dede medirmedir camadascamadas
po copo co espessasespessas sãosão sondassondas dede altaalta resol çãoresol çãopoucopouco espessasespessas sãosão sondassondas dede altaalta resoluçãoresolução..
A razão principaldestes três elementos seremA razão principal destes três elementos serem
predominantes nas radioatividades naturais das rochaspredominantes nas radioatividades naturais das rochas
está na ordem de grandeza da meiaestá na ordem de grandeza da meia--vida delesvida deles
(aproximadamente a idade da própria Terra(aproximadamente a idade da própria Terra -- 4,5 x 104,5 x 1099
anos).anos).))
Cada elemento filho das 3 séries radioativasCada elemento filho das 3 séries radioativas
t i (U Th K) it i di ti tt i (U Th K) it i di ti tnaturais (U, Th e K), emite raios gama, distintos emnaturais (U, Th e K), emite raios gama, distintos em
número e nível de energia, caracterizandonúmero e nível de energia, caracterizando--osos
qualitativa e quantitativamente. O Kqualitativa e quantitativamente. O K4040 emite raiosemite raios
gama monoenergéticos da ordem de 1,46 MeV,gama monoenergéticos da ordem de 1,46 MeV,
enquanto o Tório e o Urânio emitem vários níveis deenquanto o Tório e o Urânio emitem vários níveis de
energia, ao mesmo tempo, sendo usado para suasenergia, ao mesmo tempo, sendo usado para suasgg
detecções os picos correspondentes a 2,62 e 1,76 MeV,detecções os picos correspondentes a 2,62 e 1,76 MeV,
respectivamente.respectivamente.
AA DEPOSIÇÃODEPOSIÇÃO DOSDOSRADIOELEMENTOSRADIOELEMENTOS
AsAs argilasargilas e/oue/ou folhelhosfolhelhos sãosão osos elementoselementos maismais
naturalmentenaturalmente radioativosradioativos entreentre asas rochasrochas sedimentares,sedimentares,
d idd id àà h bilid dh bilid d tt íí dd U â iU â i Tó iTó i AAdevidodevido àà habilidadehabilidade emem reterreter íonsíons dede UrânioUrânio ee oo TórioTório.. AA
radiaçãoradiação emitidaemitida pelopelo PotássioPotássio4040 geralmentegeralmente éé dada ordemordem
dede 2020%% dodo totaltotal registradoregistrado..
RochasRochas ígneasígneas ee metamórficasmetamórficas possuempossuem níveisníveis
variadosvariados dede atividadeatividade radioativa,radioativa, podendopodendo ficarficar acimaacima ouou
abaixoabaixo dosdos materiaismateriais sedimentaressedimentares..abaixoabaixo dosdos materiaismateriais sedimentaressedimentares..
APRESENTAÇÃO DO PERFILAPRESENTAÇÃODO PERFILAPRESENTAÇÃO DO PERFILAPRESENTAÇÃO DO PERFIL
DE RAIOS GAMADE RAIOS GAMA
O Raios Gama é registrado emO Raios Gama é registrado em
geral na primeira faixa, emgeral na primeira faixa, em
escala crescente da esquerdaescala crescente da esquerdaescala crescente da esquerdaescala crescente da esquerda
para a direita (escala em API).para a direita (escala em API).
91.
UNIDADESUNIDADES DODO PERFILPERFILDEDE RAIOSRAIOS GAMAGAMA
AA radioatividaderadioatividade totaltotal registradaregistrada porpor umum detectordetector
qualquerqualquer podepode serser expressaexpressa emem termostermos dede pesopeso dede umumqualquerqualquer podepode serser expressaexpressa emem termostermos dede pesopeso dede umum
elementoelemento conhecidoconhecido queque produzaproduza umauma quantidadequantidade dede
radiaçãoradiação equivalenteequivalente.. Assim,Assim, surgiusurgiu aa UnidadeUnidade PadrãoPadrão APIAPI
(API)(API) queque éé aa medidamedida dada radioatividaderadioatividade dede umauma rocharocha(API),(API), queque éé aa medidamedida dada radioatividaderadioatividade dede umauma rocharocha
(radioativa(radioativa artificialmente)artificialmente) queque serveserve dede normalização,normalização, nana
qualqual foifoi disseminadadisseminada quantidadesquantidades conhecidasconhecidas dede Urânio,Urânio,
Tó iTó i P tá iP tá iTórioTório ee PotássioPotássio..
AA unidadeunidade APIAPI éé definidadefinida comocomo sendosendo 11//200200 dadaAA unidadeunidade APIAPI éé definidadefinida comocomo sendosendo 11//200200 dada
diferençadiferença entreentre asas deflexõesdeflexões dede duasduas zonaszonas dede diferentesdiferentes
intensidadesintensidades dede RaiosRaios GamaGama numnum poçopoço testeteste dada
UniversidadeUniversidade dede HoustonHouston USAUSA AA diferençadiferença nanaUniversidadeUniversidade dede Houston,Houston, USAUSA.. AA diferençadiferença nana
radioatividaderadioatividade entreentre oo maiormaior ee oo menormenor valorvalor é,é, porpor
definição,definição, igualigual aa 200200 unidadesunidades APIAPI..
Efeitos do furodeEfeitos do furo deEfeitos do furo deEfeitos do furo de
sondagemsondagem
Exemplo comparativoExemplo comparativo
de registro GNde registro GN
executado em furoexecutado em furoexecutado em furoexecutado em furo
aberto e comaberto e com
revestimento metálico.revestimento metálico.
Observar a redução doObservar a redução doObservar a redução doObservar a redução do
sinal registrado nasinal registrado na
situação comsituação com
revestimento porémrevestimento porémrevestimento, porémrevestimento, porém
mantevemanteve--se ótimase ótima
correlação entre ascorrelação entre as
curvas.curvas.
USOS PRINCIPAIS DOPERFIL DE RAIOS GAMAUSOS PRINCIPAIS DO PERFIL DE RAIOS GAMA
EmEm ambientesambientes sedimentares,sedimentares, oo perfilperfil dede RaiosRaios GamaGama
permitepermite distinguirdistinguir osos folhelhosfolhelhos e/oue/ou argilasargilas dosdos demaisdemaispermitepermite distinguirdistinguir osos folhelhosfolhelhos e/oue/ou argilasargilas dosdos demaisdemais
tipostipos litológicoslitológicos.. SabendoSabendo--sese queque oo perfilperfil dede RaiosRaios GamaGama
refletereflete aa proporçãoproporção dede folhelhofolhelho ouou argilaargila dede umauma formação,formação,
podepode sese utilizáutilizá lolo comocomo umum indicadorindicador dodo teorteor dede folhelhofolhelhopodepode--sese utilizáutilizá--lolo comocomo umum indicadorindicador dodo teorteor dede folhelhofolhelho
ouou argilosidadeargilosidade (VSHGR)(VSHGR) dasdas rochasrochas..
96.
USOS PRINCIPAIS DOPERFIL DE RAIOS GAMAUSOS PRINCIPAIS DO PERFIL DE RAIOS GAMA
OO GNGN éé tambémtambém usadousado parapara detecçãodetecção ee avaliaçãoavaliação dede
mineraisminerais radioativosradioativos taistais comocomo UrânioUrânio TórioTório etcetcmineraisminerais radioativos,radioativos, taistais comocomo Urânio,Urânio, Tório,Tório, etcetc..
UmaUma vantagemvantagem dessedesse perfilperfil éé queque podepode serser usadousado emem
furosfuros revestidos,revestidos, tornandotornando--sese muitomuito útilútil emem trabalhostrabalhos dede
ll dd ii ddcompletaçãocompletação ee restauraçãorestauração dosdos poçospoços (os(os RaiosRaios Gama,Gama, dede
nívelnível energéticoenergético médio,médio, perdemperdem somentesomente aa metademetade dede suasua
intensidadeintensidade apósapós haverhaver penetradopenetrado cercacerca dede ½”½” nono aço)aço)..
97.
USOS DO PERFILDE RAIOS GAMAUSOS DO PERFIL DE RAIOS GAMAUSOS DO PERFIL DE RAIOS GAMAUSOS DO PERFIL DE RAIOS GAMA
--Identificação litológicaIdentificação litológica
--Correlação entre poços vizinhosCorrelação entre poços vizinhos
--Identificação de minerais radioativosIdentificação de minerais radioativos
--Volume de Folhelho (VSHGR)Volume de Folhelho (VSHGR)
Pode ser executado em poços já revestidosPode ser executado em poços já revestidos--Pode ser executado em poços já revestidosPode ser executado em poços já revestidos
AA sondasonda gamagama--gamagamacontcontéémm umauma fontefonte dede radiaçãoradiaçãoAA sondasonda gamagama--gamagama contcontéémm umauma fontefonte dede radiaçãoradiação
(em(em geralgeral CésioCésio--137137)) ee umum ouou maismais detectoresdetectores
((cintilômetroscintilômetros)).. OsOs detectoresdetectores sãosão blindadosblindados dada radiaçãoradiação
di tdi t i di d dd f tf t dd t it i dd ( h b( h bdiretadireta vindavinda dada fontefonte usandousando metaismetais pesadospesados (chumbo(chumbo ouou
tungstênio)tungstênio)..
SondasSondas queque usamusam apenasapenas umum detectordetector nãonão sãosãoqq pp
focalizadasfocalizadas,, sendosendo maismais afetadasafetadas pelopelo furofuro dede sondagemsondagem..
SondasSondas modernasmodernas possuempossuem asas seguintesseguintes
característicascaracterísticas::característicascaracterísticas::
-- sãosão descentralizadasdescentralizadas ee lateralmentelateralmente colimadascolimadas
comcom osos detectoresdetectores ((colimaçãocolimação,, feitafeita comcom metaismetais pesadospesados,,
áátendetende aa focalizarfocalizar aa radiaçãoradiação dada fontefonte parapara aa áreaárea dada paredeparede
dodo furofuro queque estáestá emem contatocontato comcom osos sensoressensores),),
-- umum calipercaliper descentralizadodescentralizado medemede oo diâmetrodiâmetropp
dodo furofuro enquantoenquanto pressionapressiona aa sondasonda contracontra aa paredeparede dodo
furofuro,,
dispõedispõe dede procedimentosprocedimentos dede compensaçãocompensação-- dispõedispõe dede procedimentosprocedimentos dede compensaçãocompensação
((boreholeborehole--compensatedcompensated),), parapara minimizarminimizar efeitosefeitos dodo furofuro..
103.
AA lógicalógica dedecompensaçãocompensação éé aa seguinteseguinte::AA lógicalógica dede compensaçãocompensação éé aa seguinteseguinte::
-- aa razãorazão entreentre aa contagemcontagem dede radiaçãoradiação nono
detectordetector próximopróximo dada fontefonte ee nono detectordetector distantedistante éé plotadaplotada
tt ífiífi dd hh E tE t ãã éé ddcontracontra aa massamassa específicaespecífica dada rocharocha.. EstaEsta razãorazão éé usadausada
parapara reduzirreduzir osos efeitosefeitos dodo furofuro,, poispois oo detectordetector próximopróximo
temtem menormenor raioraio dede investigaçãoinvestigação queque oo detectordetector distantedistante,,
sendosendo maismais afetadoafetado emem suasua estimativaestimativa dede massamassa específicaespecífica..
104.
OsOs raiosraios gama,gama,logologo aoao sairsair dada fonte,fonte,
chocamchocam--sese sucessivamentesucessivamente comcom osos elétronselétrons
dasdas formaçõesformações dede acordoacordo comcom oo efeitoefeitodasdas formaçõesformações dede acordoacordo comcom oo efeitoefeito
ComptonCompton.. ÀÀ proporçãoproporção queque osos raiosraios gamagama
vãovão sese dispersando,dispersando, ouou sendosendo absorvidos,absorvidos, aa
intensidadeintensidade dodo feixefeixe emitidoemitido vaivaiintensidadeintensidade dodo feixefeixe emitidoemitido vaivai
diminuindodiminuindo..
A d d i t id d d f i i i l é f ãA mudança de intensidade do feixe original é função
da mudança na densidade eletrônica das rochas. Quanto
mais densa for a formação menor a intensidade da
radiação no detector e vice-versa.
Embalagem de transporteda fonte
radioativa (fonte selada)radioativa (fonte selada) …
fonte principal de radiação gama:
3 7 GB (100 Ci) C 1373,7 GBq (100mCi) Cs-137
fonte de calibração:
3,7 MBq (100μCi) Cs-137
109.
Procedimentos de campopara o perfil de densidade:
- acoplamento da sonda com a fonte: a fonte fica posicionada
dentro da embalagem no acoplamento
Retirada da fonte já acoplada de
sua embalagemsua e ba age
Dois diferentes tiposde sistemas de perfilagem de
ãneutrons são empregados: neutron-gama log e neutron-
neutron log.
Sondas mais antigas usavam o sistema neutron-gama,
onde os raios gama secundários emitidos durante a captura de
neutrons pela matéria eram medidos por um detector pouconeutrons pela matéria eram medidos por um detector pouco
sensível posicionado na curta distância da fonte.
O d t t d ibilid d i i àO detector de pouca sensibilidade reagiria pouco à
influência da radiação gama natural, respondendo
essencialmente aos raios gama secundários.
Perfis de neutrons mais modernos são do tipo neutron-
neutron, usando detectores de Hélio-3, aproximadamente 6”neutron, usando detectores de Hélio 3, aproximadamente 6
distante da fonte, e respondem a neutrons termais, conforme
passam pelo detector após serem desacelerados pelas colisões
com a matéria.com a matéria.
122.
Esta passagem pelosensor ioniza a gás, causando um
pulso de luz, eletronicamente processado na sonda.
Os perfis são calibrados conforme padrões estabelecidos
pelo American Petroleum Institute, e são registrados em APIpelo American Petroleum Institute, e são registrados em API
Neutron Units.
A lib ã é f it l d d bi tA calibração é feita colocando a sonda em um ambiente
calibrador que duplica as condições de porosidade do site API
de teste da University of Houston.
123.
A primeira vantagemdo neutron log é o fato de que é umA primeira vantagem do neutron log é o fato de que é um
indicador confiável de porosidade de rochas reservatório.
d l áProvou-se que a resposta do neutron log está
empiricamente relacionada com o conteudo de hidrogênio das
rochas, e que este conteúdo no espaço poroso pode ser
acuradamente relacionado com porosidade em muitos casos.
Sondas compensadas usam dois detectores, o que permiteSondas compensadas usam dois detectores, o que permite
medidas de porosidade independentes (dentro de certos
limites) do diâmetro do furo de sondagem.
124.
Perfis de porosidadeneutron são caracterizadas para
arenitos “limpos” (sem argilas), calcários e dolomitos. Os sólidos
contidos em cada rocha possuem fatores de absorção de
neutrons diferentes, de forma que a mesma porosidade resultará
em registros diferentes para cada situação.
Por esta razão, neutron log pode ser apresentado em
unidades aparentes de porosidade para arenito calcário ouunidades aparentes de porosidade para arenito, calcário ou
dolomito.
I d á à d d i id dIsto corresponderá às verdadeiras porosidades em
formações limpas do mesmo tipo.
Felizmente, a transformação entre as escalas aparentes é
direta. Quando arenito puro está presente, porosidade neutron
vale 0 p.u. na escala de arenito, mas um calcário puro na mesmavale 0 p.u. na escala de arenito, mas um calcário puro na mesma
escala teria 1.5 p.u. Similarmente, calcário puro em uma escala
de calcário leria 0 pu, mas arenito puro leria -1.5pu. Em
maiores porosidades, a separação aumentaria de 1.5 a 4 p.u.maiores porosidades, a separação aumentaria de 1.5 a 4 p.u.
125.
Porosidades em folhelhosnão são porosidades verdadeiras
desde que hidróxidos em argilas e micas produzirão altasdesde que hidróxidos em argilas e micas produzirão altas
porosidades aparentes.
Com aumento da profundidade e compressão dos estratos,
á éfolhelhos perderão água levando a um decréscimo da
porosidade.
Valores típicos estão entre 30 e 50 p.u.
R t ã ã lt d id à dRespostas em carvão serão altas devido à presença de
hidrocarbonetos (valores ficam entre 50 e 80pu, dependendo
da qualidade do carvão).
Leituras em rochas ígneas e metamórficas não refletem as
porosidades verdadeiras devido aos seus componentesporosidades verdadeiras devido aos seus componentes
químicos – hidrogênio é medido não apenas em espaços
porosos mas em hidróxidos como hornblenda e micas, biotita e
muscovita.muscovita.
126.
Resposta típica deRespostatípica de
neutron para aneutron para a
porosidade emporosidade em
hhrochasrochas
sedimentaressedimentares
(porosidade para arenito)(porosidade para arenito)
127.
Exemplo de aplicaçãodoExemplo de aplicação do
perfil de neutrons,perfil de neutrons,
combinado comcombinado com
outros registrosoutros registrosgg
(ver a resposta característica(ver a resposta característica(ver a resposta característica(ver a resposta característica
para carvão)para carvão)
128.
Neutrons emitidos diretamenteda fonte são considerados
‘fast’ neutrons Eles interagem com as rochas e perdem energiafast neutrons. Eles interagem com as rochas e perdem energia,
tornando-se neutrons epitermais, ou então termais, quando a
energia é ainda menor.
Ne t ons podem p od i aios gama q ando inte agemNeutrons podem produzir raios gama quando interagem
com a matéria.
Uma forma é quando o neutron é capturado por um átomo,
produzindo prompt gamma rays.
Os raios gama liberados podem ser apenas contados, ou ter
suas energias medidas com um espectrômetro de raios gama,g p g ,
produzindo mais informação sobre o átomo que capturou os
neutrons.
129.
Neutron log comunsapenas contam neutrons ou raios
gama, sem espectrometria envolvida. O princípio básico é que
neutrons emitidos pela fonte são desacelerados por colisõesneutrons emitidos pela fonte são desacelerados por colisões
com núcleos atômicos. A máxima perda de energia ocorre nas
colisões com núcleos de massa similar ao neutron.
UmaUma variaçãovariação dede equipamentosequipamentos neutronneutron--gamagama éé comcom aa
inclusãoinclusão dede umum espectrômetro,espectrômetro, medindomedindo aa energiaenergia dodo promptprompt
raioraio gamagama..raioraio gamagama..
MuitosMuitos promptprompt raiosraios gamagama liberadosliberados sãosão dede altaalta energiaenergia
((acimaacima dede 33 MeVMeV),), portantoportanto oo efetivoefetivo raioraio dede penetraçãopenetração ee oo
volumevolume dede amostragemamostragem sãosão grandesgrandes comcom efeitosefeitos mínimosmínimos dodovolumevolume dede amostragemamostragem sãosão grandesgrandes,, comcom efeitosefeitos mínimosmínimos dodo
furofuro dede sondagemsondagem.. RaiosRaios gamagama naturaisnaturais tambémtambém podempodem serser
desprezadosdesprezados,, umauma vezvez queque apresentamapresentam menoresmenores energiasenergias..
130.
AA espectrometriaespectrometria dosdospromptprompt gamasgamas temtem sidosido usadausada parapara
produzirproduzir umum “chlorine“chlorine log”log”,, ondeonde gamasgamas característicoscaracterísticos dosdos
cloretoscloretos sãosão medidosmedidoscloretoscloretos sãosão medidosmedidos..
EstaEsta técnicatécnica temtem sidosido expandidaexpandida parapara determinardeterminar aa
ãã éécomposiçãocomposição elementarelementar dede minériosminérios,, emboraembora istoisto envolvaenvolva
dificuldadesdificuldades consideráveisconsideráveis..
A aplicação do método para Ni em lateritas e Cu em
pórfiros, minério de ferro, etc., tem sido estudada por vários
grupos including Scintrex Ltd U S Geological Survey (Senftlegrupos, including Scintrex Ltd., U.S. Geological Survey (Senftle
et al., 1971), e CSIRO. CSIRO produziu um equipamento
denominado SIROLOG, onde a técnica “prompt gamma neutron
activation analysis PGNAA” foi implementadaactivation analysis – PGNAA foi implementada.
))Si lSi li ti t i ti t l il ia)a)SingleSingle--pointpoint resistanceresistance logginglogging
OO maismais antigoantigo métodométodo dede obterobter aa resistividaderesistividade dasdasOO maismais antigoantigo métodométodo dede obterobter aa resistividaderesistividade dasdas
litologiaslitologias usavausava umauma sondasonda dede apenasapenas umum eletrodoeletrodo.. UmaUma
correntecorrente elétricaelétrica vindavinda dada superfíciesuperfície alimentavaalimentava oo
eletrodoeletrodo EstaEsta correntecorrente espalhavaespalhava sese parapara aa formaçãoformação aaeletrodoeletrodo.. EstaEsta correntecorrente espalhavaespalhava--sese parapara aa formaçãoformação aa
partirpartir dodo eletrodoeletrodo,, retornandoretornando parapara aa superfíciesuperfície ee parapara oo
geradorgerador dede correntecorrente atravésatravés de umde um eletrodoeletrodo dede retornoretorno
(( tt tálitáli fi dfi d l ) O i i ll ) O i i l((p.exp.ex.. umauma estacaestaca metálicametálica fixadafixada no solo). O principalno solo). O principal
problemaproblema dede monoeletrodosmonoeletrodos era aera a faltafalta dede profundidadeprofundidade dede
investigaçãoinvestigação.. GrosseiramenteGrosseiramente,, metademetade dada medidamedida
originavaoriginava--se dese de umauma superfíciesuperfície esféricaesférica aa qualqual tem atem a
espessuraespessura igualigual aoao raioraio dodo eletrodoeletrodo. É. É óbvioóbvio queque esteeste tipotipo
dede medidamedida seráserá altamentealtamente influenciadainfluenciada pelapela fluidofluido contidocontidopp
nono furofuro dede sondagemsondagem..
136.
SingleSingle--pointpoint (cont...)(cont...)
ããPorPor estaestarazãorazão,, esteeste
sistemasistema foifoi substituídosubstituído
porpor outrooutro multimulti--
eletrodoseletrodos, no, no casocaso aa
sondasonda NormalNormal--
resistivity.resistivity.yy
137.
b) Nb) Nll i ti it l ii ti it l ib) Nb) Normalormal--resistivity loggingresistivity logging
AA sondasonda NormalNormal possuipossui doisdois eletrodoseletrodos. O. O eletrodoeletrodo A éA éAA sondasonda NormalNormal possuipossui doisdois eletrodoseletrodos. O. O eletrodoeletrodo A éA é
emissoremissor dede correntecorrente e oe o eletrodoeletrodo M é umM é um eletrodoeletrodo dede
medidamedida dede potencialpotencial elétricoelétrico ((voltagemvoltagem). Os). Os eletrodoseletrodos dede
superfíciesuperfície B e NB e N sãosão osos dede retornoretorno dede correntecorrente ee referênciareferênciasuperfíciesuperfície B e NB e N sãosão osos dede retornoretorno dede correntecorrente ee referênciareferência
dede voltagemvoltagem,, respectivamenterespectivamente..
DenominandoDenominando ::
VM =VM = potencialpotencial dodo eletrodoeletrodo M (Volt)M (Volt)
PP i ti id di ti id d dd f ãf ã (Oh(Oh t )t )P =P = resistividaderesistividade dada formaçãoformação (Ohm(Ohm--metro)metro)
I =I = corrrentecorrrente no eletrodo A (no eletrodo A (AmperesAmperes))
AM = espaçamento AAM = espaçamento A--M (metro)M (metro)AM espaçamento AAM espaçamento A M (metro)M (metro)
138.
NN ll iti iti ti itNNormalormal--resistivity …resistivity …
EntãoEntão,, sese II éé constanteconstante,, VMVM éé proporcionalproporcional aa PP (AM(AM ééEntãoEntão,, sese II éé constanteconstante,, VMVM éé proporcionalproporcional aa PP (AM(AM éé
obviamenteobviamente constanteconstante)) ee estaesta leituraleitura,, feitafeita
continuamentecontinuamente,, variavaria nana proporçãoproporção dada resistividaderesistividade PP..
AA profundidadeprofundidade dede investigaçãoinvestigação dada sondasonda NormalNormal éé
equivalenteequivalente aa dede umum grandegrande monoeletrodomonoeletrodo dede raioraio AMAM.. OuOuqq gg
sejaseja,, pelopelo usouso dede doisdois eletrodoseletrodos ,, aa profundidadeprofundidade dede
investigaçãoinvestigação foifoi grandementegrandemente aumentadaaumentada..
VMVM == (I(I//44 xx 33..1414 xx AM)AM) xx PP
139.
NN ll iti iti ti itNNormalormal--resistivityresistivity ……
ParaPara aa sondasonda Normal,Normal, 5050%% dada informaçãoinformação coletadacoletadaParaPara aa sondasonda Normal,Normal, 5050%% dada informaçãoinformação coletadacoletada
originaorigina--sese emem umauma esferaesfera dede raioraio 22AMAM ee 7575%% emem umauma
esferaesfera dede raioraio 44AMAM..
OO slideslide aa seguirseguir apresentaapresenta aa formaforma comumcomum dede
apresentaçãoapresentação dosdos registrosregistros dede SingleSingle--resistivityresistivity ee NormalNormal--p çp ç gg gg yy
resistivity,resistivity, ambosambos comcom asas escalasescalas emem unidadesunidades dede
OhmmetersOhmmeters22/meter,/meter, comcom aa resistividaderesistividade crescendocrescendo dada
esquerdaesquerda parapara aa direitadireita..esquerdaesquerda parapara aa direitadireita..
NN ll iti iti ti itNNormalormal--resistivityresistivity ……
InvestigarInvestigar maismais profundamenteprofundamente aa formaçãoformação significasignificaInvestigarInvestigar maismais profundamenteprofundamente aa formaçãoformação significasignifica
perderperder detalhesdetalhes. É a. É a distânciadistância entreentre osos eletrodoseletrodos dede
correntecorrente A e deA e de potencialpotencial M queM que determinadetermina aa penetraçãopenetração
dada medidamedida nana sondasonda NormalNormal QuantoQuanto maiormaior aa distânciadistânciadada medidamedida nana sondasonda Normal.Normal. QuantoQuanto maiormaior aa distânciadistância
AM,AM, maismais profundaprofunda é aé a investigaçãoinvestigação no interiorno interior dada
formaçãoformação ee maismais pobrepobre oo detalhamentodetalhamento oferecidooferecido..
OO espaçamentoespaçamento AMAM padronizadopadronizado pelapela indústriaindústria valevale
16in e 64in.16in e 64in.
OO pontoponto efetivoefetivo dede medidamedida é oé o pontoponto central entre ocentral entre oOO pontoponto efetivoefetivo dede medidamedida é oé o pontoponto central entre ocentral entre o
eletrodoeletrodo A e oA e o eletrodoeletrodo M.M.
142.
)R i tiid d f li d)R i ti id d f li dc)Resistividade focalizadac)Resistividade focalizada
DevidoDevido aoao usouso dede lamaslamas àà basebase dede salsal (condutivas),(condutivas),DevidoDevido aoao usouso dede lamaslamas àà basebase dede salsal (condutivas),(condutivas),
surgiramsurgiram problemasproblemas quantoquanto àà utilizaçãoutilização dede perfisperfis elétricoselétricos
dodo tipotipo NormalNormal ee InduçãoIndução.. AsAs companhiascompanhias dede serviçosserviços dede
perfilagemperfilagem emem petróleopetróleo passarampassaram aa desenvolverdesenvolverperfilagemperfilagem emem petróleopetróleo passarampassaram aa desenvolverdesenvolver
ferramentasferramentas parapara minimizarminimizar taistais efeitosefeitos..
ParaPara istoisto éé necessárionecessário queque aa correntecorrente elétricaelétrica sejaseja
forçadaforçada (focalizada)(focalizada) parapara dentrodentro dasdas camadas,camadas, sobsob aa formaforma
dede umum sistemasistema elétricoelétrico emem série,série, ondeonde aa resistênciaresistência dededede umum sistemasistema elétricoelétrico emem série,série, ondeonde aa resistênciaresistência dede
menormenor valorvalor ((RmRm)) nãonão influencieinfluencie demasiadamentedemasiadamente aa
leituraleitura totaltotal..
143.
Resistividade focalizada (cont...)Resistividadefocalizada (cont...)( )( )
EletrodosEletrodos dede formatoformato cilíndrico,cilíndrico, devidamentedevidamente
energizadosenergizados apresentamapresentam linhaslinhas dede fluxofluxo dede correntecorrenteenergizados,energizados, apresentamapresentam linhaslinhas dede fluxofluxo dede correntecorrente
normaisnormais àà suasua superfície,superfície, penetrandopenetrando nono poçopoço sobsob aa formaforma
dede umum discodisco cilíndrico,cilíndrico, emem direçãodireção àsàs camadascamadas.. ColocandoColocando--
d id i dd l dl d ó ió i ii áásese doisdois dessesdesses eletrodoseletrodos próximospróximos entreentre si,si, apareceráaparecerá
sempresempre umauma faixafaixa dede correntecorrente ondeonde asas linhaslinhas dede fluxofluxo
estarãoestarão sese repelindo,repelindo, devidodevido exclusivamenteexclusivamente àà
aproximaçãoaproximação físicafísica dede cargascargas dede mesmamesma polaridadepolaridade.. EssaEssa
repulsãorepulsão naturalnatural dádá origemorigem aa umauma focalizaçãofocalização dasdas
correntes,correntes, cujacuja espessuraespessura seráserá igualigual aoao afastamentoafastamento ouou àà,, jj pp gg
distânciadistância entreentre osos eletrodoseletrodos..
ExistemExistem esquemasesquemas variadosvariados parapara obterobter focalizaçãofocalização dede
correntecorrente nasnas sondassondas UmUm tipotipo comumcomum ee eficienteeficiente usausa doisdoiscorrentecorrente nasnas sondassondas.. UmUm tipotipo comumcomum ee eficienteeficiente usausa doisdois
eletrodoseletrodos cilíndricoscilíndricos alongados,alongados, dispostosdispostos acimaacima ee abaixoabaixo
dede umum terceiroterceiro menor,menor, denominadodenominado dede GUARDGUARD LOGLOG..
144.
GUARDGUARD LOGLOG
AA aplicaçãoaplicaçãoatualatual dodo GuardGuard loglog éé grandegrande,, tantotanto
emem petróleopetróleo quantoquanto emem carvãocarvão,, águaágua subterrâneasubterrânea ee
tt i ii ioutrosoutros mineraisminerais..
EstaEsta configuracaoconfiguracao permitepermite queque aa sondasonda tenhatenha
excelenteexcelente resolucaoresolucao vertical,vertical, aoao mesmomesmo tempotempo emem
queque minimizaminimiza efeitoefeito dodo poçopoço ((pp..exex.. baixobaixo valorvalor dede
RmRm))..
NoNo arranjoarranjo maismais simplessimples aa correntecorrente fluiflui dede umumNoNo arranjoarranjo maismais simples,simples, aa correntecorrente fluiflui dede umum
pequenopequeno eletrodoeletrodo sensorsensor (A)(A) parapara oo retornoretorno nana
superfíciesuperfície,, ouou parapara oo cabocabo dede aterramentoaterramento.. LongosLongos
eletrodoseletrodos ¨¨guardguard¨¨ (F(F ee FF´´)) dede ambosambos osos ladoslados dodoeletrodoseletrodos guardguard (F(F ee FF )) dede ambosambos osos ladoslados dodo
sensorsensor estãoestão conectadosconectados ee nono mesmomesmo potencialpotencial..
IstoIsto temtem oo efeitoefeito dede focalizarfocalizar aa correntecorrente emem umum
fifi didi dd li l ili l ifinofino discodisco dede correntecorrente queque penetrapenetra nasnas litologiaslitologias
emem voltavolta dodo poçopoço.. MedindoMedindo--sese aa magnitudemagnitude dada
correntecorrente ee oo potencialpotencial dodo eletrodoeletrodo sensor,sensor, aa
resistênciaresistência éé calculadacalculada ee relacionarelaciona--sese comcom aa
resistividaderesistividade porpor umum fatorfator geométricogeométrico constanteconstante..
CaliperCaliper (cont(cont......))
InterpretaçãoInterpretação::
OO iidd lili éé i li l i ãi ã ddOO registroregistro dede calipercaliper éé essencialessencial parapara aa interpretaçãointerpretação dede
váriosvários perfisperfis.. AA parteparte maismais rasarasa dosdos furosfuros emem geralgeral possuipossui
diâmetrodiâmetro maior,maior, porpor terter sidosido expostaexposta aa maismais atividadesatividades ee
ll i tê ii tê i ii b ib i dd t i it i i ititpelapela resistênciaresistência maismais baixabaixa dosdos materiais,materiais, muitasmuitas vezesvezes
bastantebastante intemperizadosintemperizados,, exigindoexigindo inclusiveinclusive revestimentorevestimento
metálicometálico inicialinicial..
C liC li itit bb f t tf t t dd ddCaliperCaliper permitepermite observarobservar fraturamentosfraturamentos nana paredeparede dodo
furo,furo, feiçõesfeições vesiculares,vesiculares, comprovarcomprovar posiçãoposição dede
revestimentos,revestimentos, calcularcalcular comcom precisãoprecisão oo diâmetrodiâmetro dodo furofuro
(útil(útil q andoq ando precisaprecisa sese estimarestimar ol meol me dede materialmaterial aa sarsar(útil(útil quandoquando precisaprecisa--sese estimarestimar volumevolume dede materialmaterial aa usarusar
nana cimentação),cimentação), entreentre outrosoutros usosusos..
Susceptibilidade magnética:Susceptibilidade magnética:
••Exemplo de aplicação prática (*)Exemplo de aplicação prática (*)
-- Em 1998, a empresaEm 1998, a empresa Iron Ore Company ofIron Ore Company of
CanadáCanadá executou estudos no Labrador para avaliarexecutou estudos no Labrador para avaliar
medidas de teores in situ, para serem utilizados emmedidas de teores in situ, para serem utilizados em
controle de qualidade e planejamento de mina;controle de qualidade e planejamento de mina;
-- os estudos indicaram excelente correlação entreos estudos indicaram excelente correlação entreçç
susceptibilidade e conteúdo de magnetita e entresusceptibilidade e conteúdo de magnetita e entre
densidade e %Fe, indicando que medidas in situdensidade e %Fe, indicando que medidas in situ
poderiam ser usadas na classificação dos tipos depoderiam ser usadas na classificação dos tipos depoderiam ser usadas na classificação dos tipos depoderiam ser usadas na classificação dos tipos de
minério e no teor.minério e no teor.
(*)(*) Improving grade control through Borehole Geophysics:Case study from IronImproving grade control through Borehole Geophysics:Case study from Iron
Ore Company of Canada.Ore Company of Canada. Robert L. Gordon,Robert L. Gordon, Quantec Geoscience Ltd.Quantec Geoscience Ltd. and Timand Tim
LericheLeriche I.O.C. CanadaI.O.C. Canada and Susanne MacMahonand Susanne MacMahon, Quantec Logging Services Inc., Quantec Logging Services Inc.
Susceptibilidade magnética:Susceptibilidade magnética:
--a relação entre susceptibilidade e %Fe foia relação entre susceptibilidade e %Fe foi
aproveitada fazendoaproveitada fazendo--se sondagem destrutiva emse sondagem destrutiva em
malha mais densa com posterior perfilagemmalha mais densa com posterior perfilagemmalha mais densa, com posterior perfilagemmalha mais densa, com posterior perfilagem
geofísica;geofísica;
t di t btit di t bti lhlh-- com este procedimento, obtiveramcom este procedimento, obtiveram--se melhoresse melhores
modelos geológicos, o que permitiu a redução demodelos geológicos, o que permitiu a redução de
custos globais de extração de minério.custos globais de extração de minério.
183.
Susceptibilidade magnética:Susceptibilidade magnética:
••Exemplo de aplicação prática, onde osExemplo de aplicação prática, onde os perfis geofísicosperfis geofísicos
identificam as litologias de acordo com a susceptibilidadeidentificam as litologias de acordo com a susceptibilidade
magnéticamagnéticagg
contcont ......contcont ......
ModoMododede aplicaçãoaplicação emem minamina subterrâneasubterrânea::
equipamento deequipamento de
perfilagem para uso emperfilagem para uso em
furos de desmontefuros de desmonte
configuração do métodoconfiguração do método
de lavrade lavra
191.
Perfuração (blastholes)Perfuração (blastholes)
dd t it dd d t it dde desmonte evitandode desmonte evitando--se ase a
detonação de estéril (em azul)detonação de estéril (em azul)
Ganhos em potencial com aGanhos em potencial com a
detecção de volume maiordetecção de volume maior
de minério do que o previstode minério do que o previstode minério do que o previstode minério do que o previsto
inicialmenteinicialmente
12.2. Perfilagem deminério de ferro ...g
Embora várias empresas utilizem perfilagem como rotina, não existe
lit t it i li õ /fuma literatura muito expressiva nas aplicações p/ferro.
Alguns artigos localizados: Butt (2001), Butt & Fullagar (2001), Gordon et
al. (2000), Anderson et al. (2002).
O artigo de Butt (2001):g ( )
-trata de perfilagem Density em um depósito de Hamersley Iron –
Austrália;Austrália;
-outros perfis são usados no local, mas não foram identificados no artigo;
- a perfilagem para densidade é rotineiramente executada em todos os
furos de bancada de lavra (blastholes) e sondagem;
198.
-a maioria dosfuros em Hamersley Iron é executado coma maioria dos furos em Hamersley Iron é executado com
perfuratriz percussiva;
geólogos consultam os perfis de densidade juntamente com-geólogos consultam os perfis de densidade, juntamente com
outros perfis geofísicos para refinar a interpretação dos contatos
geológicos;
- o dado de densidade proveniente dos perfis geofísicos é utilizado
nos cálculos de tonelagem, já que as estimativas de recursos eram
realizadas, por exemplo, com base em dados históricos de
densidade e medidas em testemunhos. Porém, estes métodos não
geravam medidas consistentes de densidade in situ.g
199.
-- uum dosproblemas enfrentados: relutância das empresas
contratadas em corrigir os efeitos da rugosidade das paredes dog g p
furo, já que os dados gerados quando o detector encontra-se longe
da parede do mesmo causam uma sub-estimativa do valor de
densidade Assim os dados recebidos passam por um controle dedensidade. Assim, os dados recebidos passam por um controle de
qualidade visual onde zonas de extrema rugosidade são
identificadas e retiradas dos cálculos de densidade.
- para a avaliação de recursos e reservas, tabelas de densidade
média foram criadas para as diferentes litologias dos diferentes
d ó it d H l t l d d id d diddepósitos de Hamersley e estes valores de densidade medidos
por perfilagem foram comparados com dados históricos dos
modelos de recursos e reservas (figura a seguir).
200.
-- em umdos depósitos, os modelos antigos foram recalculados e os
resultados mostram um aumento de 20 Mt de minério.
201.
O ti dBUTT & FULLAGAR (2001)O artigo de BUTT & FULLAGAR (2001):
- Perfilagem no depósito de Yandicoogina Channel Iron Deposit (CID)
Éna Austrália. É um depósito de estrutura simples, caracterizado por um
placer de pisolitos de goethita-hematita, com grande extensão lateral e
cerca de 75m de espessura.p
202.
-o depósito éavaliado por descrição geológica, amostragem de
furos de sondagem e perfilagem geofísica, onde uma grandeg p g g , g
quantidade de informações geológicas, geoquímicas e geofísicas
são acumuladas rapidamente (a interpretação dos dados é lenta,
subjetiva e não explora todos os dados disponíveis);subjetiva e não explora todos os dados disponíveis);
- o software LogTrans (Fullagar et al., 1998) foi utilizado para
aumentar a velocidade a objetividade a consistência a exploraçãoaumentar a velocidade, a objetividade, a consistência, a exploração
total da informação e a flexibilidade na avaliação. Este software
utiliza a interpretação automatizada baseada na análise
lti i dmultivariada.
203.
-- conforme aclassificação geológica do depósito de CID, o mesmo
inicia com material bastante intemperizado até aproximadamentep p
10m de profundidade (estéril). A zona mineralizada é dividida em
uma zona mais hematítica no topo (aproximadamente 20m de
espessura) e uma zona mais goetítica na base (aproximadamenteespessura) e uma zona mais goetítica na base (aproximadamente
25m de espessura).
-furos de sondagemsão realizados em malha de 50m x 50m para a
definição do recurso medido, sendo todos os furos perfiladosç , p
rotineiramente com gama natural, susceptibilidade magnética,
caliper e densidade;
- o quociente entre densidade e gama natural é utilizado para
facilitar a discriminação das zonas de alto teor, pois nestes locais a
densidade tende a aumentar e gama natural tende a diminuirdensidade tende a aumentar e gama natural tende a diminuir.
207.
Comentários a respeitodas aplicações em Fe ...Comentários a respeito das aplicações em Fe ...
-- Nestes relatos, a técnica de perfilagem mostrou-se bem sucedida,
d d it d lh i d d l ló i d dpodendo ser aproveitada na melhoria do modelo geológico de corpos de
minério de ferro, na medida em que muitas vezes os contatos litológicos
podem ser diferenciados por perfilagem. No entanto, não há garantia de que
estes registros proporcionem diferenciação litológica em todas as jazidas Cadaestes registros proporcionem diferenciação litológica em todas as jazidas. Cada
situação deve ser considerada individualmente.
Estes exemplos mostram a perfilagem como rotina de procedimento emEstes exemplos mostram a perfilagem como rotina de procedimento em
blastholes (furos para desmonte de rocha), sendo o uso voltado ao
planejamento de curto prazo.
Os registros geofísicos básicos usados nos exemplos acima são Gama
Natural, Densidade e Susceptibilidade magnética, os quais podem ser
executados em furos sem preenchimento com água, o que é adequadog
considerando-se que as perfurações destinam-se, após a perfilagem, para
colocação de explosivos (às vezes ANFO).
Se o preenchimento com água fosse sempre viável, outros perfis poderiam
ser usados.
12.3. Perfilagem deminério de ferro em áreas da
Vale (Alvos Dois Irmãos e Maquiné/MG) ...
- Foram utilizados os perfis de gama natural, densidade,
eletroresistividade e sônico (a quantia de dados coletados comeletroresistividade e sônico (a quantia de dados coletados com
eletroresistividade e sônico foi pequena, devido à impossibilidade de
preenchimento completo de água dos furos de sondagem);
- O principal objetivo foi testar a perfilagem como ferramenta para
estimar a densidade “in-situ” nas formações ferríferas e estéril;
210.
Motivos para usara perfilagem geofísica no minério de ferro da
Vale, formado basicamente por hematita e itabirito, compacta oup p
friável:
- medir a densidade em minério friável e semi- compacto, pois as
amostras ficam desagregadas nas caixas dos testemunhos (quando
preservam a forma não possuem resistência para serem manipuladaspreservam a forma, não possuem resistência para serem manipuladas
e ensaiar sua densidade).
em alguns trechos das sondagens o minério friável não tem- em alguns trechos das sondagens, o minério friável não tem
recuperação e a perfilagem pode servir como alternativa para
recuperar algumas informações.
- quando a perfilagem mostra adequadamente os contatos litológicos, a
perfilagem geofísica serve como informação adicional para controle de
qualidade da descrição de testemunhos.
211.
Sonda de DensidadeSondade Densidade
- A sonda de densidade possui uma fonte de Cs-137 com 3 detectores
d ti N I(TI) [ B d R l ti D it (BRD) Hi h R l ti D itdo tipo NaI(TI) [ Bed Resolution Density (BRD), High Resolution Density
(HRD) e Long Space Density (LSD) ] ; além de um detector isolado que
mede GN dos materiais.
- A sonda é do tipo sidewall (a fonte e os detectores ficam em contato
com a parede interna do furo através de um braço mecânico de apoio,
que funciona como caliper.)
Metodologia
1) usar aferramenta de densidade em furos de sondagem em) g
diferentes tipos de rochas e teores de minério;
2) Verificar a presença de contraste nos valores de gamma2) Verificar a presença de contraste nos valores de gamma
retroespalhado (CPS) para os diferentes litotipos.
3) Escolher intervalos onde os registros são “constantes” anotando o3) Escolher intervalos onde os registros são constantes , anotando o
valor de CPS e requisitando medidas de densidade em laboratório nos
testemunhos para a mesma profundidade.
4) Criar a função CPS versus Densidade de Laboratório. O ajuste
exponencial foi escolhido pois representa melhor o retroespalhamento.
5) Verificar, em ambos os alvos, os erros na estimativa de densidade e
problemas como posição de amostras, rugosidade das paredes e
outros.
Aquisição de Dados
-Os furos de sondagem possuem diâmetro de 76mm to 98mm.g p
- 32 furos perfilados, total de aproximadamente 3.000 metros.
- Uma equação geral foi usada para o detector HRD. 163 amostras
em Dois Irmãos (28 fora por caliper) e 90 amostras em Maquiné (20
fora por caliper) para compor as funções de densidade para os alvosfora por caliper) para compor as funções de densidade para os alvos.
Análise de Dados
CPS(HRD) versus Densidade Natural (Lab) para todos os dados de Dois Irmãos e Maquiné.( ) ( ) p q
219.
Análise de Dados– Causas da baixa correlação
- Amostras coletadas para ensaios de laboratório são pequenas (15 a
20 cm). Baixa recuperação em alguns trechos – dificulta o correto
posicionamento das amostras;posicionamento das amostras;
- Em vários perfis de baixa recuperação nota-se que o registro de- Em vários perfis de baixa recuperação, nota-se que o registro de
densidade no perfil geofísico não apresenta densidade semelhante
aos dados de laboratório naquela posição do perfil, mas sim com um
pequeno deslocamento para cima ou para baixo;pequeno deslocamento para cima ou para baixo;
220.
Análise de Dados- Posição
FDDI-0275 – Evidência na diferença de posição da amostras no perfil geofísico versus posição
ilustrada na caixa de testemunho (à direita). Este tipo de diferença nas posições foi evidenciado
várias vezes, em vários perfis e furos diferentes., p
221.
Análise de Dados– Contatos Geológicos
Evidências na diferença de posição nos contatos geológicos do furo FDDI-0220 que podem
causar diferenças na posição de amostras e na estimativa de densidade.
222.
Análise de Dados- Caliper
Caliper Log do furo FDDI-0209 – A elipse em vermelhoCaliper Log do furo FDDI-0209 – A elipse em vermelho
evidencia o intervalo que irá produzir uma estimativa
ruim na densidade.
223.
Resultados após asCorreções
CPS (HRD) versus Densidade Natural (Lab) para Dois Irmãos.C S ( ) ve sus e s dade Natu a ( ab) pa a o s ãos.
224.
Resultados após asCorreções
Scatterplot para Maquiné, calculada a partir da Função de Densidade de Dois Irmãos.Scatte p ot pa a aqu é, ca cu ada a pa t da u ção de e s dade de o s ãos.
225.
Resultados após asCorreções
CPS (HRD) versus Densidade Natural (Lab) para Maquiné.C S ( ) ve sus e s dade Natu a ( ab) pa a aqu é.
226.
Resultados após asCorreções
Scatterplot para Dois Irmãos, calculado a partir da Função de Densidade de Maquiné.Scatte p ot pa a o s ãos, ca cu ado a pa t da u ção de e s dade de aqu é.
227.
Resultados após asCorreções
Média de Densidade e número de amostras para as litologias em Dois Irmãos e MaquinéMédia de Densidade e número de amostras para as litologias em Dois Irmãos e Maquiné.
228.
Resultados após asCorreções
Média de Densidade para as litologias em Dois Irmãos e Maquiné.
229.
Resultados após asCorreções
Média de Densidade para as litologias em Dois Irmãos e Maquiné, utilizadas nos modelos
ló i ti tigeológicos e estimativas.
230.
Resultados após as
Correções
Exemplodo furo FDDI-250
Comparação entre densidade de lab.
(linha azul) e densidade por( u ) e de s d de po
perfilagem geofísica (linha
vermelha).
231.
Resultados ...Resultados ...
-Operfil de gama natural mostrou grande variabilidade nos dados para-O perfil de gama natural mostrou grande variabilidade nos dados para
as mesmas litologias e entre litologias diferentes. Nota-se, muitas vezes,
contraste de gama natural dentro da mesma litologia, o que não propicia
diferenciação litológicadiferenciação litológica.
C d D id d N l D id d M did ( fil )-Comparando Densidade Natural versus Densidade Medida (perfilagem)
após a correção de profundidade, o erro máximo na estimativa é de
15%.
-O comportamento do perfil caliper torna-se extremamente importante na
avaliação dos dados para estimativa de densidade;ç p ;
232.
- Em DoisIrmãos, o erro médio na estimativa é 0,5% (0,02 em valor)
com R2=0,94 (R2 = coeficiente de determinação).( ç )
-Em Maquiné, o erro médio na estimativa é 0,81% (0,01 em valor) com
R2=0,96.R 0,96.
12.4. Perfilagem emcarvão mineral ...
T t d li ã b t tTrata-se de uma aplicação bastante comum,
desenvolvida desde meados do séc. XX, com uso
difundido em muitas partes do mundodifundido em muitas partes do mundo.
Perfis geofísicos usados nestas aplicações (podem
ser aplicados todos simultaneamente ou apenas parte deles):
- GN + Densidade;
- Resistividade;es s dade;
- Sônico;
- Neutron log.
235.
Em termos deaplicação nacional, no RS a técnica está sendo
d f d d d i d ã à éusada em furos de sondagem de minas de carvão à céu
aberto (municípios a aprox. 90 km de Porto Alegre). As
primeiras aplicações no RS ocorreram provavelmente na
dé d d 70 l CPRMdécada de 70, pela CPRM.
236.
• Exemplo dedados sendo coletados com
equipamento de perfilagem em carvão:equipamento de perfilagem em carvão:
237.
Perfil geofísico sendocomparado com
descrição de testemunho de sondagem no RS
Gama nat. resistividade
238.
Aplicação em
ã ltd btidcarvão e resultados obtidos
a idéia é:
a) auxiliar na identificação das camadas de carvão ema) auxiliar na identificação das camadas de carvão em
relação aos outros estratos; carvões possuem massa
específica inferior às outras litologias presentes (siltitos,
folhelhos arenitos etc );folhelhos, arenitos, etc.);
b) após identificar as camadas de carvão, estimar a
f ã d té i i l i t (t d i ) tidfração de matéria mineral inerte (teor de cinzas) contida no
carvão a partir do registro de densidade. Nos carvões, as
variáveis teor de cinzas e PC também estão fortemente
relacionadas: em geral, carvões com maior conteúdo de
cinzas (a sílica é a matéria inerte principal) apresentam
menor poder calorífico.p
239.
Resultados obtidos como perfil de densidade:
Obtendo uma curva experimentalp
CPS = f(ρ) :
-os pontos extremos ρ =1 e ρ =3
são obtidos por calibração da sonda
(água e bloco de alumínio)
-os pontos internos da curva são
btid áli d l b tó iobtidos por análise de laboratório
de testemunhos de sondagem
forma para a eq ação de relação-forma para a equação de relação
entre CPS e densidade:
CPS = A e–BρCPS = A e Bρ
240.
Resultados obtidos como perfil de densidade:
Correlações entre a densidade dos carvões eCorrelações entre a densidade dos carvões e
teores de cinzas verificados em alguns
testemunhos de sondagens …
NN 01 y = 52,171x - 48,544
R2
= 0,9406
70
40
50
60za
10
20
30
Cinz
0
0 0,5 1 1,5 2 2,5
Densidade
241.
A aplicação deperfilagem geofísica em jazidas deA aplicação de perfilagem geofísica em jazidas de
carvão tem potencial para ...
• Proporcionar adensamento das informações obtidas
pela sondagem com obtenção de testemunhos, com
id b i trapidez e baixo custo;
• Complementar as informações de sondagem quando ap ç g q
recuperação dos testemunhos não for satisfatória;
• Reduzir/substituir a análise laboratorial de certos• Reduzir/substituir a análise laboratorial de certos
parâmetros de controle de lavra de carvão (p.ex. teor
de cinzas, que poderia ser estimado pelo perfil de
densidade).densidade).
243.
Perfilagem geofísica podefornecer:
• a espessura das camadas de carvão,
• a densidade das camadas de carvão e
• dados de qualidade tais como teor de• dados de qualidade, tais como teor de
cinzas, material volátil e o poder calorífico.
Curva do modelode calibração para densidade
do carvão
84445
CPS
ln48976,0−=ρ
a-gama)
84445
dagamaSD(sondgemLSConta
Determinada em laboratório
246.
Correlação entre conteúdode cinzas (%), determinado em
laboratório e valores de densidade (t/m³) estimados por( / ) p
geofísica (contagem LSD).
9707,0
024,62
+=
Cz
ρ
,
247.
Perfil de gamanatural e resistividade e
coluna litológica
(descrição dos testemuihos)(descrição dos testemuihos)
Coluna litológica geral dog g
depósito Calombo
248.
Usos para operfil de GN:
estimativa de cinzas para o depósito de
carvão ...
-é uma alternativa para evitar o uso do perfil dep p
densidade (... e a fonte radioativa de Cs-137);
l d i d l-em alguns depósitos do RS, a correlação entre
GN e cinzas% é boa. Porém, cada depósito tem
comportamento específicocomportamento específico.
249.
Correlação entre conteúdode cinzas (%), determinado em
laboratório e valores de gama natural (API).g ( )
ERRO MÉDIO EMERRO MÉDIO EM
RELAÇÃO AOS DADOS
5%REAIS ±5%
Resultados para depósito Calombo
251.
Litologias como arenitose para-conglomerados apresentamLitologias como arenitos e para conglomerados apresentam
assinaturas geofísicas de gama natural e resistividade
similares às do carvão. Nestes casos, a perfilagem de
densidade é necessária para diferenciação litológicadensidade é necessária para diferenciação litológica.
252.
Resultados de correlaçãopara dados de três
depósitos de carvão distintosdepósitos de carvão distintos
AplicaçãoAplicação dede perfilagemperfilagememem CBMCBM
( ã )( ã )(carvão)(carvão)
CBMCBM éé umauma técnicatécnica dede obtençãoobtenção dede gásgás metanometano aa partirpartirCBMCBM éé umauma técnicatécnica dede obtençãoobtenção dede gásgás metanometano aa partirpartir
dede estratosestratos dede carvãocarvão mineral,mineral, comcom extraçãoextração porpor
poços,poços, parapara futurafutura queimaqueima dodo gásgás nana produçãoprodução dede
energiaenergia termoelétricatermoelétrica.. EstadosEstados Unidos,Unidos, Austrália,Austrália,energiaenergia termoelétricatermoelétrica.. EstadosEstados Unidos,Unidos, Austrália,Austrália,
InglaterraInglaterra ee ChinaChina jájá fazemfazem usouso destadesta técnicatécnica..
A perfilagem geofísica pode ser usada em várias etapas doA perfilagem geofísica pode ser usada em várias etapas do
empreendimento, tanto na identificação do carvão, quanto naempreendimento, tanto na identificação do carvão, quanto na
obtenção dos elementos daobtenção dos elementos da Proximate Analysis e na definiçãoProximate Analysis e na definição
de permeabilidade dos estratos, entre outros parâmetros.de permeabilidade dos estratos, entre outros parâmetros.
Proximate Analysis:Proximate Analysis: rotinarotina dede análiseanálise dodo carvãocarvão parapara estimarestimar aa matériamatéria
mineral (mineral (tambémtambém chamadachamada dede cinzascinzas% =% = percentualpercentual dede resíduoresíduo apósapós aa
queimaqueima dede umauma amostraamostra dede carvãocarvão)) conteúdoconteúdo dede umidadeumidade matériamatéria volátilvolátilqueimaqueima dede umauma amostraamostra dede carvãocarvão),), conteúdoconteúdo dede umidadeumidade,, matériamatéria volátilvolátil,,
ee carbonocarbono fixofixo..
ANEXOS: Sondas doLPMANEXOS: Sondas do LPM--DEMINDEMIN
D id d R i i id dD id d R i i id d--Densidade+ResistividadeDensidade+Resistividade
--Perfil elétricoPerfil elétrico
--Gama EspectralGama Espectralpp
--Sonic LogSonic Log
--InduçãoIndução
S s eptibilidade Magnéti aS s eptibilidade Magnéti a--Susceptibilidade MagnéticaSusceptibilidade Magnética
--Polarização InduzidaPolarização Induzida
Almeida,Almeida, TT..,, Braga,Braga,MM..AA..SS..,, Silva,Silva, JJ..CC..,, Salvadoretti,Salvadoretti, PP..,, Webber,Webber, TT..,, Costa,Costa, JJ..FF..CC..,, EstimativaEstimativa dede
densidadesdensidades aa partirpartir dede perfilagemperfilagem geofísicageofísica efetuadaefetuada emem furosfuros dede sondagemsondagem emem jazidasjazidas dede
ferroferro dada CompanhiaCompanhia ValeVale dodo RioRio DoceDoce –– MinasMinas GeraisGerais.. InIn:: VV CONGRESSOCONGRESSO BRASILEIROBRASILEIRO DEDE
MINAMINA AA CÉUCÉU ABERTOABERTO EE VV CONGRESSOCONGRESSO BRASILEIROBRASILEIRO DEDE MINAMINA SUBTERRÂNEA,SUBTERRÂNEA, 20082008,,
BeloBelo HorizonteHorizonte.. VV CongressoCongresso BrasileiroBrasileiro dede MinaMina aa CéuCéu AbertoAberto ee VV CongressoCongresso BrasileiroBrasileiro dede
MinaMina SubterrâneaSubterrânea.. IBRAM,IBRAM, 20082008.. vv.. 11..
Anderson,Anderson, RR..,, Kelso,Kelso, II..,, Clifford,Clifford, MM.. HabermannHabermann,, PP.. andand Smith,Smith, B,B, PasmincoPasminco CenturyCentury MineMine::
OrebodyOrebody ModellingModelling andand GradeGrade ControlControl UtilisingUtilising GeophysicalGeophysical BlastBlast HoleHole LoggingLogging;; ininOrebodyOrebody ModellingModelling andand GradeGrade ControlControl UtilisingUtilising GeophysicalGeophysical BlastBlast HoleHole LoggingLogging;; inin
ProceedingsProceedings ofof thethe 88thth InternationalInternational KEGS/MGLSKEGS/MGLS SymposiumSymposium onon LoggingLogging forfor MineralsMinerals andand
GeotechnicalGeotechnical ApplicationsApplications;; TorontoToronto 2121--2323 AugustAugust 20022002..
ANONANON 19951995 GEOPHYSICALGEOPHYSICAL EXPLORATIONEXPLORATION FORFOR ENGINEERINGENGINEERING ANDAND ENVIRONMENTALENVIRONMENTALANONANON..,, 19951995 GEOPHYSICALGEOPHYSICAL EXPLORATIONEXPLORATION FORFOR ENGINEERINGENGINEERING ANDAND ENVIRONMENTALENVIRONMENTAL
INVESTIGATIONSINVESTIGATIONS.. EngineerEngineer ManualManual.. DepartmentDepartment ofof thethe ArmyArmy.. UU..SS.. ArmyArmy CorpsCorps ofof
Engineers,Engineers, Washington,Washington, DCDC 2031420314--10001000..
AMERICAM PETROLIEUM INSTITUTE (API), 1974.AMERICAM PETROLIEUM INSTITUTE (API), 1974. RecommendedRecommended practice forpractice for standartstandart
calibration and format for nuclear logs.,calibration and format for nuclear logs., API rept. no. 33, API, Dallas, Texas.API rept. no. 33, API, Dallas, Texas.
BERETTA F SOUZA V C G SALVADORETTI P COSTA J F C L KOPPE J CBERETTA F SOUZA V C G SALVADORETTI P COSTA J F C L KOPPE J C 20092009BERETTA, F., SOUZA, V. C. G., SALVADORETTI, P., COSTA, J. F. C. L., KOPPE, J. C.BERETTA, F., SOUZA, V. C. G., SALVADORETTI, P., COSTA, J. F. C. L., KOPPE, J. C., 2009, 2009
Coal Quality Estimation using geophysical logging without radioactive sources. In:Coal Quality Estimation using geophysical logging without radioactive sources. In:
Proceedings of APCOM2009, Applications of Computers and Operations Research in theProceedings of APCOM2009, Applications of Computers and Operations Research in the
Mineral Industry, Vancouver, British Columbia, Canada, p.285Mineral Industry, Vancouver, British Columbia, Canada, p.285 –– 293293..
BOND, L.O., ALGER, R.P. e SCHMIDT,A.W, 1971.BOND, L.O., ALGER, R.P. e SCHMIDT,A.W, 1971. Well log interpretation in coal mining and rockWell log interpretation in coal mining and rock
mechanics, Soil Mechmechanics, Soil Mech. Eng., Trans, 250:355. Eng., Trans, 250:355--362.362.
279.
Butt, A.L.. Makingthe Most of Density from Borehole Logging. ASEG, APLICATION OFButt, A.L.. Making the Most of Density from Borehole Logging. ASEG, APLICATION OF
GEOPHYSICAL LOGGING TO METALLIFEROUS MINING, 4 p, 2001.GEOPHYSICAL LOGGING TO METALLIFEROUS MINING, 4 p, 2001.
Butt, A.L;Butt, A.L; FullagarFullagar, P.K., P.K. StratigraphicStratigraphic Log Interpretation atLog Interpretation at TandicooginaTandicoogina. ASEG, APLICATION. ASEG, APLICATION
OF GEOPHYSICAL LOGGING TO METALLIFEROUS MINING, 21 p, 2001.OF GEOPHYSICAL LOGGING TO METALLIFEROUS MINING, 21 p, 2001.
BB MM BB MM BiBi MM dd R jR j AA 20042004 II itit d t i tid t i ti ff l hl h ii llBorsaruBorsaru,, MM..,, Berry,Berry, MM..,, BiggBigg,, MM.. andand RojcRojc,, AA..,, 20042004 InIn situsitu determinationdetermination ofof sulphursulphur inin coalcoal
seamsseams andand overburdenoverburden rockrock byby PGNAAPGNAA:: NuclearNuclear InstrumentsInstruments andand MethodsMethods inin PhysicsPhysics
ResearchResearch BB 213213,, 530530--534534..
BorsaruBorsaru,, MM..,, Zhou,Zhou, BB..,, AizawaAizawa,, TT..,, KarashimaKarashima,, HH..,, Hashimoto,Hashimoto, TT..,, 20062006 AutomatedAutomated lithologylithology
predictionprediction fromfrom PGNAAPGNAA andand otherother geophysicalgeophysical logslogs:: AppliedApplied RadiationRadiation andand Isotopes,Isotopes, 6464,,
272272--282282..
280.
CharbucinskiCharbucinski,, JJ..,, andandNichols,Nichols, WW..,, 20032003 ApplicationApplication ofof spectrometricspectrometric nuclearnuclear boreholeborehole logginglogging
forfor reservesreserves estimationestimation andand minemine atat CallideCallide coalfieldscoalfields openopen cutcut minemine:: AppliedApplied EnergyEnergy 7474forfor reservesreserves estimationestimation andand minemine atat CallideCallide coalfieldscoalfields openopen--cutcut minemine:: AppliedApplied Energy,Energy, 7474,,
313313--322322..
CharbucinskiCharbucinski,, JJ..,, Duran,Duran, OO..,, FrerautFreraut,, RR..,, HeresiHeresi,, NN..,, PineyroPineyro,, II..,, 20042004a,a, TheThe applicationapplication ofof PGNAAPGNAA
boreholeborehole logginglogging forfor coppercopper gradegrade estimationestimation atat ChuquicamataChuquicamata minemine:: AppliedApplied RadiationRadiation
andand Isotopes,Isotopes, 6060,, 771771--777777..
ELLIS,ELLIS, DD.. VV..,, SINGER,SINGER, JJ.. MM.. WellWell logginglogging forfor EarthEarth ScientistsScientists.. SecondSecond edition,edition, Springer,Springer, 20072007,,ELLIS,ELLIS, DD.. VV..,, SINGER,SINGER, JJ.. MM.. WellWell logginglogging forfor EarthEarth ScientistsScientists.. SecondSecond edition,edition, Springer,Springer, 20072007,,
692692 pp..
FIRTH, D.FIRTH, D. Log Analysis for Mining Applications. PeterLog Analysis for Mining Applications. Peter ElkingtonElkington, 164p. Reeves Oilfield Services, 164p. Reeves Oilfield Services
LtdLtd AArtigo encontrado na internet emrtigo encontrado na internet em http://www reeveshttp://www reeves--LtdLtd. A. Artigo encontrado na internet emrtigo encontrado na internet em http://www.reeveshttp://www.reeves--
wireline.com/webpages2/publications.htmlwireline.com/webpages2/publications.html. Capturado em Julho/2004. Capturado em Julho/2004..
Hattula, A., and Rekola, T. “Hattula, A., and Rekola, T. “The Power and Role of Geophysics Applied to Regional and SiteThe Power and Role of Geophysics Applied to Regional and Site--
S ifi Mi l E l ti dS ifi Mi l E l ti d Mi G d C t l i O t k B M t l O ”Mi G d C t l i O t k B M t l O ”Specific Mineral Exploration andSpecific Mineral Exploration and Mine Grade Control in Outokumpu Base Metals Oy”.Mine Grade Control in Outokumpu Base Metals Oy”.
Proceedings of Exploration 97: Fourth Decennial International Conference on MineralProceedings of Exploration 97: Fourth Decennial International Conference on Mineral
Exploration; edited by A.G.Exploration; edited by A.G. GubinsGubins, 1997, p. 617, 1997, p. 617––630.630.
HEARST, Joseph R., NELSON, Philip H., 1985. Well logging for physical properties. New York,HEARST, Joseph R., NELSON, Philip H., 1985. Well logging for physical properties. New York,
McGrawMcGraw--Hill Publications, 571 p.Hill Publications, 571 p.
HOFFMAN G L JORDAN G R WALLIS G R 1982HOFFMAN G L JORDAN G R WALLIS G R 1982 Geophysical Borehole LoggingGeophysical Borehole Logging HandBookHandBookHOFFMAN G.L., JORDAN G.R., WALLIS G.R. 1982.HOFFMAN G.L., JORDAN G.R., WALLIS G.R. 1982. Geophysical Borehole LoggingGeophysical Borehole Logging HandBookHandBook
for Coalfor Coal ExplotationExplotation.. The Coal Mining Research Centre, Edmonton, Alberta Canada, 270 p.The Coal Mining Research Centre, Edmonton, Alberta Canada, 270 p.
281.
KAYAL,KAYAL, JJ..RR..,, 19811981..InIn situsitu analysisanalysis ofof coalcoal fromfrom singlesingle electrodeelectrode resistance,resistance, selfself--potentialpotential andand
gammagamma raysrays logslogs.. GeophysicalGeophysical ResRes.. BullBull..,, 1919:: 117117--121121..
KAYALKAYAL JJ RR 19791979 El t i lEl t i l dd l il i ii G dG d dd T tiT ti lfi ldlfi ld ffKAYAL,KAYAL, JJ..RR..,, 19791979 ElectricalElectrical andand gammagamma--rayray logginglogging inin GondwanaGondwana andand TertiaryTertiary coalfieldscoalfields ofof
IndiaIndia.. GeoexplorationGeoexploration,, vv.. 1717,, nn..33,, pp..243243--258258..
KAYAL,KAYAL, JJ..RR..,, DAS,DAS, LL..KK..,, 19811981 AA methodmethod ofof estimatingestimating ashash contentcontent ofof coalcoal fromfrom combinedcombinedgg
resistivityresistivity andand gammagamma--rayray logslogs.. GeoexplorationGeoexploration,, vv.. 1919,, nn..33,, pp..193193--200200..
LIU,LIU, JJ.. ee HARVEY,HARVEY, AA.. HH.. ,, 19821982.. CoalCoal LoggingLogging inin thethe PeoplesPeoples´´ss RepublicRepublic ofof ChinaChina.. LogLog AnalytAnalyt,,
volvol 2323 nono 22 33ppvolvol.. 2323,, nono.. 22,, 33pp..
Nielson,Nielson, DD..LL..,, Linpei,Linpei, CC..,, Ward,Ward, SS..HH..,, 19901990 GammaGamma--rayray spectometryspectometry andand radonradon emanometryemanometry inin
environmentalenvironmental geophysicsgeophysics.. GeotechnicalGeotechnical andand environmentalenvironmental geophysicsgeophysics.. EdEd.. StanleyStanley WardWard..
VolumeVolume 11.. InvestigationsInvestigations inin geophysicsgeophysics nn..55;; SEGSEG--USAUSA..
OLIVEIRA,OLIVEIRA, LL..JJ..,, SOUZA,SOUZA, FF.. SS.. DE,DE, COSTA,COSTA, JJ.. FF.. CC.. LL..,, KOPPE,KOPPE, JJ.. CC..,, SALVADORETTI,SALVADORETTI, PP..,,
BASTIANI,BASTIANI, GG.. AA..,, CARVALHOCARVALHO JÚNIOR,JÚNIOR, JJ.. AA.. CC..,, 20082008 BenefícioBenefício dodo adensamentoadensamento amostralamostralS ,S , GG ,, C OC O JÚ O ,JÚ O , JJ CC ,, 008008 e e c oe e c o dodo ade sa e toade sa e to a ost aa ost a
comcom perfilagemperfilagem geofísicageofísica nono planejamentoplanejamento dede lavralavra aa curtocurto prazoprazo.. REMREM:: RR.. EscEsc.. Minas,Minas,
OuroOuro PretoPreto,, vv..6161,, nn..33,, pp.. 317317--321321..
282.
OLHOEFT G. R.e JOHNSON G. R., 1989.OLHOEFT G. R. e JOHNSON G. R., 1989. Densities of Rocks and MineralsDensities of Rocks and Minerals, in: Carmichael (ed.), in: Carmichael (ed.)
Practical Handbook of Physical Properties of Rocks and Minerals, section II, CRC Press,Practical Handbook of Physical Properties of Rocks and Minerals, section II, CRC Press,
Boca Raton Florida. (Boca Raton Florida. (ExtraídoExtraído do Seismic Explorationdo Seismic Exploration -- PHYSICAL PROPERTIES OFPHYSICAL PROPERTIES OF
ROCKS: Fundamentals and Principles ofROCKS: Fundamentals and Principles of PetrophysicsPetrophysics).).ROCKS: Fundamentals and Principles ofROCKS: Fundamentals and Principles of PetrophysicsPetrophysics).).
OLIVEIRA, L J. de., 2005.OLIVEIRA, L J. de., 2005. Avaliação do Uso de Perfilagem Geofísica Para Obtenção deAvaliação do Uso de Perfilagem Geofísica Para Obtenção de
Informações Secundárias Para Utilização em CoInformações Secundárias Para Utilização em Co--Estimativas de Variáveis GeológicoEstimativas de Variáveis Geológico--
Mi iMi i Di t ã d t d D iDi t ã d t d D i LPMLPM UFRGS P t Al B il 164UFRGS P t Al B il 164MineirasMineiras. Dissertação de mestrado. Demin. Dissertação de mestrado. Demin –– LPMLPM –– UFRGS, Porto Alegre, Brasil, 164p.UFRGS, Porto Alegre, Brasil, 164p.
REEVES, D.R., 1971REEVES, D.R., 1971. In situ analysis of coal by borehole logging techniques. In situ analysis of coal by borehole logging techniques. CIM Trans., 74:. CIM Trans., 74:
6161--69.69.
REEVES, D.R., 1976.REEVES, D.R., 1976. Application of wireApplication of wire--line logging techniques of coal explorationline logging techniques of coal exploration.. Proc. Int.Proc. Int.
Coal Exploration Symp., 1st, London, pp. 112Coal Exploration Symp., 1st, London, pp. 112--128.128.
REEVES,REEVES, DD.. RR.. ApplicationApplication ofof wirewire--lineline logginglogging techniquestechniques toto coalcoal explorationexploration.. InIn::
PROCEEDINGSPROCEEDINGS OFOF THETHE FIRSTFIRST INTERNATIONALINTERNATIONAL COALCOAL EXPLORATIONEXPLORATION SYMPOSIUM,SYMPOSIUM, 11stst ,,
19761976.. London,London, EnglandEngland:: 1818 –– 2121 MayMay (Ed(Ed.. WilliamWilliam LL.. GG.. Muir),Muir), 19761976.. pp..112112--128128..
Trofimczyk,Trofimczyk, KK..,, Saraswatibhatla,Saraswatibhatla, SS..,, Smith,Smith, CC.. SpectrometricSpectrometric NuclearNuclear LoggingLogging asas aa tolltoll forfor realreal--
time,time, downholedownhole assayassay -- CaseCase StudiesStudies usingusing SIROLOGSIROLOG PGNAAPGNAA.. 1111thth SAGASAGA BiennialBiennial
TechnicalTechnical MeetingMeeting andand Exhibition,Exhibition, Swaziland,Swaziland, 1616--1818 septemberseptember 20092009,, pgpg 161161--171171..gg ,, ,, pp ,, pgpg