O documento descreve um casamento coletivo em Gaza no qual 450 homens se casaram com meninas de 4 a 10 anos de idade, organizado pelo grupo Hamas. O texto também discute a prática generalizada de casamentos infantis e abusos de crianças em países islâmicos, citando estatísticas de organizações internacionais. Alega que a pedofilia tem base no islã com referências ao profeta Maomé e declarações de clérigos como o aiatolá Komeini.