O documento discute o fenômeno do interesse pelo 'fim do mundo' e como isso gerou um mercado de produtos relacionados, como bunkers e manuais de sobrevivência. Diversas entrevistas e seminários abordam previsões apocalípticas, com ênfase em 2012 e 2013, preparando as pessoas para possíveis catástrofes. Historicamente, esse apelo pode ser visto como uma forma de escapar das preocupações reais da vida moderna.